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Direito Constitucional - Aula 41 - Partidos Políticosplay_circle_filled

Transcrição


Olá, meus amigos, tudo bem, vamos lá, nós falamos sobre direitos políticos e agora nós vamos falar sobre partidos políticos. Verdade, nós já até conheceu. Vamos lá, sobre a anterioridade eleitoral, quando falamos um pouco sobre a segurança, aquela questão da segurança jurídica e a Lei da Ficha Limpa, as posições do STF, a decisão do Supremo com relação à Lei da Ficha Limpa. E nós vamos falar sobre partidos políticos, esse tema que está no título do capítulo cinco da Constituição Federal, que fala dos partidos políticos. Vamos ver, olha o que diz aí na verdade, agora, cuidado com isso. Olha o que diz aí o artigo dezessete vão mudar com a caneta artigo dezessete da Constituição, que vai dizer assim é livre. A criação é livre, a fusão livre, a incorporação e também é livre a extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional. Mas vamos falar o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observado os seguintes preceitos Tem que ser observado alguns preceitos. Vamos falar primeiro, que o partido político tem caráter nacional. Nós não temos partidos políticos, regionais, nós não temos partidos políticos estaduais, um partido político tem caráter nacional. A primeira consideração, segundo a consideração, a proibição de recebimento de recursos financeiros. Governo estrangeiro Já pensou claro que um partido não pode receber recursos estrangeiros lógico, partido político resguarda ora, como diz aqui ou resguarda soberania nacional, recebeu um recurso do governo ideológico Proibição ou de ser subordinado a qualquer estado estrangeiro Estado com a maior, uma vedação também uma hora só, outro preceito que deve ser respeitado. Outro preceito que deve ser respeitado, inciso três Prestação de contas à Justiça Eleitoral. O partido tem que prestar contas à Justiça Eleitoral, Inciso quatro Funcionamento parlamentar, de acordo com a Lei nove mil e noventa e seis, que dispõe sobre os partidos políticos, Regulamenta os artigos dezessete e quarto parágrafo Terceiro, da Constituição Federal. O funcionamento parlamentar, de acordo com a Lopes, a famosa lei de organização dos partidos políticos. Beleza muito bem, parágrafo primeiro, que diz que assegurar aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna e uma autonomia para definir sua estrutura interna. Eleger uma isso organização e funcionamento para adotar os critérios de escolha e o regime das suas coligações eleitorais. E está esse para mim é muito importante. Nós vamos estudar esse parágrafo já greve agora e já vai lembrando Venho obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal, sem vinculação, sem vinculações. Não só viaja sobre a verticalização, também sobre a cláusula de reserva de barreira. Então, hoje no Brasil, meu amigo, não existe mais a vinculação que se tentou criar entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital, ou seja um partido. Fazer uma coligação na esfera federal tem que ser repetido na esfera estadual, que tem que ser repetido na esfera municipal. Olha o que a Emenda Constitucional número cinquenta e dois fez sem obrigatoriedade de vincular, de estabelecer vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal. Acabou. Acabou a regra da verticalização no Brasil. Vamos falar sobre isso. Já. Já o parágrafo segundo, os partidos políticos, já quem prova falando que ele, os partidos políticos grave isso aí? Grave isso? Agora internalizem isso! Internaliza isso, os partidos políticos após adquirirem personalidade jurídica na forma da lei civil, personalidade jurídica, registro de pessoas. Mas isso, na forma da lei civil, é um registro de uma pessoa. Registraram seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral, após adquirir a personalidade jurídica após o registro não registrar o seu estatuto hoje no TSE após, após adquirir a personalidade, registra o estatuto do TSE. Não é antes, não é antes de adquirir a personalidade, é após o registro. É após adquirir a personalidade, Eles vão registrar seus estatutos no TSE. Queria uma personalidade na forma da lei civil, vão registrar no TSE parágrafo terceiro, os que os partidos políticos têm direito ao recurso do Fundo Partidário. Olha que bacana existe o Fundo Partidário, que estabelece recursos, recursos, recursos e acesso gratuito à rádio e TV, na forma da lei. Parágrafo quarto. É vedada a utilização, pelos partidos políticos, de organização paramilitar Claro, em um partido político, pode utilizar das garantias que a Constituição estabelece um partido político para ter uma razão para militar. Eu acho que é um resquício do que vivemos no Brasil, uma época próxima da ditadura militar, claro. Então, nosso constitucionalmente garantista não pode um partido político resguardar, ter caráter de organização paramilitar, beleza É vedada a utilização pelos partidos de organização paramilitar ao lado do Estado. Ou seja, um partido armado que luta como não se deve lutar porque aqui a luta de um partido político e ideológico da luta armada, vedado qualquer atividade para militar, Vanessa Vamos falar rapidamente sobre a anterioridade eleitoral, até porque nós já falamos um pouco sobre isso, a insegurança jurídica, isso nós já falamos sobre a anterioridade eleitoral. Mas é um assunto importante. Olha só no que diz não é comigo. Artigo dezesseis A lei que alterar o processo eleitoral entra em vigor quando, na data da sua publicação, o artigo dezesseis. A. Lei que alterar o processo eleitoral entre vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra no período de até um ano da sua vigência. Olha a clareza entre vigor na data, mas não pode ser aplicado nesse período de até um ano da sua vigência. O que estabelecia que o artigo dezesseis com redação dada pela Emenda número quatro, de noventa e três Beleza tranquilo primeira observação sobre artigo. Dezesseis. Nós já sabemos que essa anterioridade eleitoral é uma garantia da segurança jurídica. Colocamos aqui como corolário da segurança jurídica. Proíbe se que a lei que alterar o processo eleitoral seja aplicada a eleição realizada há menos de um ano, proibição da sua vigência a anterioridade eleitoral. Mas já sabemos disso. Eu já falei sobre isso, falamos novamente, é agravada a anterioridade eleitoral estabelecida como direito individual Meu Deus do céu. Se é um direito individual, lembramos lá no artigo sessenta, Parágrafo quarto, sessenta, parágrafo quarto, inciso quatro Se é direito individual, uma cláusula pétrea não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir os direitos individuais. A anterioridade eleitoral é um direito individual, então o artigo dezesseis da Constituição Federal é o que querem os carros. Cláusula pétrea porque estabelece a anterioridade eleitoral é dotado de força e não ser alterado por emenda à Constituição. Pelo menos para restringir é cláusula pétrea Observe nos carros Nós sabemos que o princípio da anterioridade eleitoral uma garantia da segurança jurídica e como colaborar com o corolário da segurança jurídica, proíbe se que a lei que alterar o processo eleitoral seja aplicado antes, se realizado, ou seja, a eleição realizada há menos de um ano da sua vigência entre vigor na data da sua publicação, mas não pode se aplicar à espera de um ano. E o STF pode falar Já. Já sobre isso estabeleceu que a anterioridade eleitoral é estabelecida como direito individual. Se é um direito individual, ela no artigo sessenta, parágrafo quarto, lembramos não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir o artigo sessenta. Parágrafo quarto quatro Os direitos e garantias individuais A anterioridade eleitoral é um direito individual. Se é um direito individual, é uma cláusula pétrea. Como isso é importante para o seu concurso grave? Isso, cláusula pétrea, está lá no artigo dezesseis estabelecido a grafado como cláusula. Vamos falar aqui algumas decisões, algumas jurisprudências correlatas com os partidos políticos. A primeira importante é o que nós falamos lá no parágrafo primeiro do a