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formação do federalismovideo play button

Transcrição


Olá, meus amores, vamos falar agora de um tema super importante para a sua prova. Esse tema está cada vez mais presente nas provas de concurso. Certo? Eu fico brincando, dizendo que alguém fez um doutorado nesse tema. Que, porque? O que tem caído em questões, Tanto a FGV, com o Cespe? Como VC, enfim, organização político administrativa do Estado. Para quem ainda não conhece, com certeza já ouviu falar das famigeradas competências que existe na Constituição Federal. Bom, para a gente analisar esse tema, a gente precisa dividido em dois momentos. Certo a organização política administrativa do Estado ou como a gente conhece as competências, há algum tempo atrás bastava. A gente decorou essas competências e lá, a partir das vinte e um partido, vinte e dois dos três, vinte e quatro dos principais decora aquela lei que você resolveria qualquer questão. Continua ainda caindo esse material, digamos, imagem, decoreba. Mas as provas, as bancas vêm se inovando e a gente já tem visto aí algumas questões, algumas não várias questões de âmbito teórico, envolvendo tanto essa formação do nosso federalismo como as características que o federalismo possui, como também o que seriam essas características. Então nesse estudo aqui de organização política administrativa. A gente vai dividir em dois momentos. O primeiro momento. Nós vamos tratar dessa parte mais geral, mais teórica. Está, nós não iremos para a Constituição Federal, no segundo momento, não você só em cima da Constituição, na leitura daquelas competências que a gente já viu, onde eu vou te orientar? Chama a atenção para aquilo ali, que pode ser, digamos, uma chave, um ponto de partida para conseguir na hora da prova desenrolar melhor para você que não tem aquela memória decoreba, assim como a tia que que a decoreba dela no povo é igual para de força, apagou. Esqueci. Então eu não consigo decorar nada. Não sei se você assim vão. Se você for decorando, maravilha, se você não foi, vou te dar algumas dicas para você conseguir se sair na hora da prova. E não tem nenhum percalço. E pelo caminho e atrapalhando. Porque não decorou, naquele momento aquela competência. Então, combinado. Assim, primeiramente, essa parte mais teórica, só lembrando está a pessoa fazer nível médio, que é uma prova mais básica, digamos assim, não que seja mais fácil, mas que a gente aprende muito mais ao texto da lei. Essa parte inicial uma histórica não é tão importante para a sua prova. Essa primeira parte teórica vai ser mais importante a pessoa para fazer nível superior, qualquer área, e obviamente, na nível jurídico é muito mais importante essa parte teórica do que para quem vai fazer nível médio está certo. Então começamos no começo. Vamos lá, que para a nossa parte teórica vamos falar da formação do federalismo pessoal, como a gente já viu na nossa primeira aula. Nós estamos tratando a forma de Estado brasileiro. O Estado brasileiro adota o federalismo. No primeiro artigo da Constituição, nós vimos que ele fala que a República Federativa do Brasil nós temos aí forma de governo e forma de Estado. Essa forma de estado federativa esta traz para a gente uma noção de estado federado, ou seja, um estado onde nós vamos ter mais de uma pessoa ou mais de uma entidade, mais de um ente federado. Vamos chamar desse jeito, tomando decisões, pelo Estado certo. Esse estado federado é uma formação moderna. Os primeiros estados que existiram no nosso mundo foram estados unitários. Como a gente já diferenciou lá nas nossas primeiras aulas. Os estados unitários é o contrário. Nós temos a concentração do poder, uma única estrutura, um único centro de poder, toma as decisões de Estado para toda aquela que todo aquele território com os Estados Unidos nascendo em mil oito, cem, dezanove e um por ali. A gente mil oito mil setecentos e oitenta e um, mais ou menos. A gente teve aí a nossa formação, nossa primeira formação de estado federado do Estado federal americano. Ele teve uma formação diferenciada do nosso estado federado brasileiro. Esses tipos de formação também. Quem prova que a gente tem que ter uma coisa em mente? Se nós tínhamos apenas estados unitários no mundo e foram surgindo os estados federados, é porque houve uma transformação de estado unitário em estado federado. Ou seja, houve uma reorganização da forma de exercício do poder estatal dentro do território daquele estado, antigamente de forma concentrada, como estado unitário, para depois se descentralizar. E tem aí um estado federado dependendo da formação desse estado federado, nós vamos ter uma variação nessa descentralização Que tomadas de decisões pelo estado ou seis nessa descentralização de poder estatal? Quem a nossa doutrina, ela vai apontar várias variações de estado federado, várias variações de federação, mas eu vou trazer para a tia que as principais as que vem realmente caindo em prova. Se você quiser complementar e aprofundar, pode por livro que todas as nações com a ocupação da partida para você entender tranquilamente. Mas aqui nós temos que concentrar com que está caindo realmente em prova e o que vem caindo em prova são essas duas formações. Olha só aqui. A agregação ou segregação centrípeta ou centrífuga está por agregação. São países soberanos que se unem para formar um só estado, ou seja, o país. E souber anos que cada um detinha de forma concentrada o seu poder, ou seja, estados unitários que exerciam sozinho aquela soberania estatal e que agora decidem se unir para formar um só estado. Foi o que aconteceu com os Estados Unidos. Nós tínhamos a lei Treze colônias que se tornaram independentes começaram a enfrentar uma série de problemas tanto de mercado como de proteção de fronteiras e decidiram numa convenção se unificar, formar um único, uma única nação, um único estado soberano. Mas agora veja só se eu tenho treze colônias, treze estados soberanos, três indivíduos mandando nele mesmo você e mais doze amigos, cada um por si e vocês se decidem unir para formar um só grupo que vai ser coordenado por alguém. Você que tem todo o poder de decisão da sua vida, que decide a vaga que vai fazer na hora que quer. Você iria tendo essa possibilidade de decidir, transferir todo o seu poder de decisão que você tinha para aquele que vai coordenar com apenas uma parcela desse poder ficar ainda com muito poder de decisão. Logicamente que quem tem poder nas suas mãos não abre mão daquilo ali. Vejamos aí vários exemplos da história, então se você tem, se você tem todo o poder estatal na sua mão e vai ter que transferir para alguém para tal, ele coordenando você não vai querer passar. Tudo vai passar apenas uma pequena parte. Foi o que aconteceu nos Estados Unidos da América. Nós temos a lei treze colônias que eram estados soberanos que se uniram e Alcione transferir uma parcela do poder estatal que tinham totalmente para aquela estrutura chamada União, ficaram com grande parte do poder e, transferindo, vão colocar em porcentagem para você conseguir visualizar. Transferiu em dez por cento do poder que tinham para aquela estrutura. A União, então, a União, aquela representação de todo aquele estado vai receber dez por cento de cada uma das nações soberanas que decidiram se unificar. Eu tenho ainda o estado um, dois, três, quatro, cinco, seis, que decidem se unir e formar uma só nação. Esta vamos chamar Estados Unidos da América e aí aqui, com essa formação dos Estados Unidos da América, uma parcela vizinha do poder. Esse estado aqui foi passado para para a União aqui, outra parcela, outra parcela. E assim sucessivamente, cada estado quer aquelas colônias. Cada estado soberano daquele ficou com o poder de decisão e passou um pouquinho desse poder de decisão para aquela estrutura que representa a união deles, todos tranquilos. Essa esse é o nosso federalismo. Por agregação, decidiram se juntar para formar uma só nação, ficando aí se remanescente de poder nas estruturas que antes eram independentes. A outra formação que nós temos aqui é a por segregação, é exatamente o contrário. É um país que antes era unitário e que decidiu se formar. Uma federação decidiu se transformar numa feder