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9 - Convergências e Diferenças Entre Gestão Pública e Privada IIvideo play button

Transcrição


não vão voltar. Então a falar sobre as diferenças agora, entre a gestão pública privada. Quando a gente fala da gestão privada, a gente sabe que tem uma flexibilidade maior do modelo de gestão, normalmente define como clientes os seus usuários de serviço e tem muitas diferenças demarcada. Está e elas serão muito mais cobradas do que as convergências. Está falando a pedido das convergências, as diferenças eram mais acentuadas. Deixou só voltar aqui. Islândia, que isso é bom. Quando a gente fala das diferenças entre a gestão pública e a privada, eu gosto da definição que o pedra e traz para a gente que é o Pedro e mesmo a gente Plano diretor de reforma do aparelho do estado, tório que nos diz o Pedro, administração pública gerencial que a atual inspira se na administração de empresas, mas não pode ser confundida com esta última. Enquanto a receita das empresas depende dos pagamentos que os clientes fazem livremente na compra de seus produtos e serviços, a receita do estado deriva de impostos, ou seja, de contribuições que são obrigatórias e sem contrapartida direta. Enquanto o mercado controla a administração das empresas, a sociedade, por meio de políticos eleitos, controla a administração pública, enquanto a administração de empresas está voltada para o lucro privado, para a maximização dos interesses dos acionistas, esperando se que, através do mercado, interesse coletivo seja atendido, a administração pública gerencial está explícita, indiretamente, voltada para o interesse público. Gente, daqui a gente atrás toda a tônica da coisa. Está, por exemplo, eles falam lá no pedra. E Bresser Pereira fala no pedra e, por exemplo, que a receita das organizações privadas advém da escolha do cliente por determinado produto ou serviço. Eles livremente pagam por aquilo. Por que escolheram aquela organização? No caso do Estado, estado, normalmente atua em monopólio. A gente não escolhe pagar ou não pagar Impostos em postos têm essa característica com a característica básica de um tributo, por exemplo, de um posto seria Você tem um caráter compulsório, você é obrigado a pagar e você não tem uma contraprestação direta produção que quer isso contra a prestação direta, porque você pagou o imposto que você vai ter um serviço diretamente voltado no valor equivalente ao imposto que você pagou. Não, orçamento público. Princesa precisa cumprir suas funções, entre elas a distributiva em que se retira dinheiro da iniciativa privada para transferir para o setor público, ou seja, para quem necessita. Então, quando a gente paga Imposto de renda, por exemplo, a gente não escolhe pagar, desde que haja de fato gerador. Que ele valor xis que fácil pagar imposto de renda e você vai pagar e não vai ter um bem ou serviço diretamente voltado para você, não. Aqui vai para saúde e para educação para sei lá para várias áreas que o Estado vai atuar, e não, porque você pagou se vai ter um produto ou serviço direto para você. O que na gestão privada acontece, você paga pelo serviço? Você opta por usar aquele serviço, você vai livremente pagar por ele? Quer isso? A diferença elementar entre os dois modelos? A gente vai ter, portanto, no setor público esse caráter compulsório da prestação. Eles vão ter que prestar um serviço. Você não tem direito de escolha porque normalmente o Estado atua em monopólio e se você não estivesse satisfeito, quiser deixar de pagar imposto, o programa vai ser seu, Vai sofrer sanções, é obrigado a pagar, nunca deixa de pagar. É isso, Vamos seguindo aqui. Quando a gente fala da administração pública nós temos os princípios, tanto constitucionais, expressos porque são no caso esses que vocês estão, Enem agora, e os implícitos? Ou quem vão falar um pouco desses princípios de administração? Vamos falar um pouco desses princípios de organização? Então vem aqui comigo. Nós temos o princípio da legalidade. É importante entender esse que é muito cobrado em concurso. Está que a legalidade ela se impõe a toda e qualquer organização. Só que na gestão pública a legalidade define o agir. A administração pública só pode atuar segundo a lei. Nunca além da lei e nem contra a lei estão na margem da lei. Se está escrito, fosse, não está, não pode fazer. Agora o que acontece com a gestão privada, todas as empresas e nós mesmos administrados. Podemos fazer tudo o que a lei não proíba. A lei regula a vida tanto das organizações públicas quanto as organizações privadas, mas de forma diferente. O setor público é obrigado a respeitar a lei e só fazer tudo de acordo com a lei, conforme está escrito. Então, a lei define o agir de organizações públicas. Quando a gente fala de empresas e organizações privadas, empresas em geral, aí um negócio diferente. A lei, claro que define aí para a gente ou não agir, não mais hoje, porque a gente pode fazer tudo o que a lei não proíbe a gestão privada no público, A gente só pode fazer o que a lei determina. Então, é preciso ter atenção esses pontos aí. A legalidade é um princípio inerente. Aí a gestão pública, mas que, na esfera privada também tem uma vertente do não agir. Vão impessoalidade, que seria impessoalidade na administração pública. A gente, quando age não age em nome de alguém em nome de uma pessoa, não é o agente público, quem fez quem fez foi o Estado. Então, isso traz a imparcialidade, a equidade. Porque mesmo a desigualdade deve ser vista entre os desiguais e, segundo a lei, nos limites da lei. Então, impessoalidade seria a atuação não para o benefício de shizue pessoa, fulano, beltrano, que fez, Mas está uma atuação com responsabilidade inerente à posição que se ocupa dentro da esfera do estado, moralidade, moralidade de empresa. Aliás, antes de passar para a moralidade, a intenção da impessoalidade e vê se contrapondo à gestão pública privada, as organizações públicas são obrigadas a atuar com facilidade e, com impessoalidade, com isonomia e equidade. Agora, a grande pergunta movimentações privadas têm que agir assim. Elas podem ser pessoais. Elas podem fragmentar o mercado e atender a um preferencialmente, em detrimento do outro. Podem olha, o Estado não pode fragmentar mercado e nem dar atendimento preferencial um em detrimento do outro. Só em respeito à lei, dentro da equidade desigual dos desiguais, mas em condições específicas assim definidas por lei, querem moralidade, moralidade na gestão pública vai ter relação também com a lei. A moral da administração pública advém de códigos de conduta, códigos de ética e advém também dos estatutos das leis que as leis não pode ser positiva. Uma série de princípios que vão definir a moral da administração pública. Existem leis como oito, quatro, dois, nove, nove, sete, oito, quatro, oito mil cento e doze, entre outras, que vão definir aspectos morais da gestão pública, moral que não moral que também é legal na gestão privada. Não há que se falar em um código de ética universal ou de princípios que regem aquelas organizações e que fazem com que elas atuem com um certo padrão moral de organizações que são extremamente agressivas. Incentivo a competição entre os funcionários de empresas está no setor público. A gente deve ter uma atuação moral, de acordo com leis e códigos, estatutos, códigos de ética hacker, publicidade, bom publicidade é um princípio muito importante para a gestão pública, mas a gestão privada não é obrigada a divulgar resultados de gestão e da transparência de seus atos. Não, ela até pode fazer porque hoje as organizações privadas atuam com responsabilidade social. Elas tentam mostrar aquilo que fazem para que haja também um controle por parte da sociedade, de suas ações, porque eles viram que isso dá lucro não, porque eles são obrigados. Então, no setor público não há publicidade, é forçosa. A gente precisa dar divulgar, divulgar os atos de gestão, os resultados de gestão, para que haja controle social, para que a gente quebre as barreiras ao controle social e a sociedade possa, de fato, participado da gestão pública. Então, a publicidade ainda deve respeitar a questão de não promoção, não autopromoção que quem faz isso também dentro da questão da impessoalidade, não