A maior rede de estudos do Brasil

5 - Evolução da Administração Pública Rumo do Gerencialismo - PDRAEvideo play button

Transcrição


vão voltar. Vamos viajar um pouco mais na história da administração pública brasileira. Então vem comigo. Vamos falar dele, Itamar Franco, ali pertinho dele vamos vem comigo, aqui ou aqui. Vamos falar dele do topetudo do Itamar, aquele que trouxe o Fusca, aquele que veio para fechar o que o Collor abriu. Então, ele vai ser o presidente que vai tampar o buraco do colo por dois anos que coloque vai ficar até a metade de sua gestão. Então ele vai ter quase ou nenhuma expressão gerencial. E fica a dica para você na prova, uma vez que alguma questão de segue Quinta- ma fez alguma coisa Do ponto de vista gerencial para a administração pública de reforma administrativa ou coisa do tipo se coloca errado, que está certo. O que é no Fernado? Do ponto de vista gerencial, está a coisa mais expressiva de sua gestão. Vai ser a URV unidade real de valor, e a coisa mais expressiva de tudo isso é porque quem estava por trás disso era o Fernando Henrique Cardoso, o seu ministro da Fazenda. Então aqui, o Itamar vai elevar o Fernando Henrique a condição de presidente quando à frente do Ministério da Fazenda e ajuda a implantar o plano O que é URV Unidade Real de valor A gente vai ser, na verdade, o jardim do Plano Real. Então, olha só que interessante Nesse período vocês fazem se recordam? Me recordo bem, a gente tinha tabelinhas de conversão das moedinhas. Antes a gente tinha com a nota de cinco mil Cruzeiro Não comprava nada no mercado. Que Obama, nada de balinha. Depois nós moedinha qualquer gente comprar uma porrada de balinha. Dinheiro começou a resgatar o valor, né? Então, ele demarcou essa transição de um período de extrema instabilidade econômica para um período em que a gente de fato consegue essa estabilidade. Vai ser o Plano Real, mas já na gestão de Fernando Henrique Cardoso, quer então Itamar, Isso tem muito que falar dele. Não está lá, Mas não tem nada de expressão assim, do ponto de vista gerencial, como eu coloquei aqui no tópico para você vão passando, vão passando Fernando Henrique Cardoso. Agora olha, cabe a mim, esse cara. Fernando Henrique Cardoso vai fazer uma escolinha com cola. Ele vai fazer várias coisas que Collor tentou fazer. A diferença é que Fernando Henrique chegou anunciando a sua reforma gerencial. Então, olha só o que a gente tem aqui. O Fernando Henrique, na verdade, vai ter um perfil gerencial, orgânico, porque tão logo entra ele já anuncia o seu, a sua reforma gerencial. Na verdade, como que isso ocorreu? Ele chama Bresser Pereira para acesso ao ministro. Está no plano de governo original de Fernando Henrique. Não constava a reforma importante entender isso está. Quem trouxe essa história de reforma foi o tal do Bresser Pereira Bresser Pereira um expõem, está dentro da área de administração pública. E ele vai propor Fernando Henrique, essa reforma gerencial e o Fernando Henrique vai aderir. Claro que no começo, no plano de governo, não tinha nada previsto. O que Fernando Henrique faz? Compra a ideia e cria uma área que é uma área Ministério Administrativo de reforma do Estado. Quem vai ficar à frente desse ministério? Bresser Pereira Lógico. E eles vão começar uma reforma gerencial. Só que a gente, essa reforma gerencial, sofreu resistência. Ninguém encarava com bons olhos. Essa reforma está tão vários setores da sociedade civil não não aceitaram. Esse movimento de reforma não conseguiu apoio nem do Fundo Monetário Internacional. FMI, então, vários organismos internacionais deram as costas a eles ou quer vai ter muita resistência. Reforma sob o pressuposto de que olha só que interessante a gente não tinha amadurecido, né, a burocracia como é que a gente queria migrar? Pará Gerência, Alison voltar, Então, que esse cara começa a fazer. Bresser, Pereira e Fernando Henrique Cardoso começa a tentar formar uma um consenso político. Eles começam a buscar apoio para promover sua reforma. Eles vão tentar mobilizar a opinião pública e vão tentar mobilizar, também, por meio dos governadores de Estado, a opinião deles para que a gente conseguisse, de fato migrar de uma cultura burocrática para uma cultura gerencial. E aí, dentro dessas diretrizes, ele vai criar o Pedraz, o plano diretor de reforma do aparelho do Estado, que vai ser a nossa última reforma administrativa. Reforma essa da década de noventa, que visava implantar gerenciais no Brasil. Tal qual Fernando Henrique queria impressa. Pereira estava a frente disso. Na verdade, pareça, Pereira foi foi o idealizador e que levou Fernando Henrique aderir à ideia. Então, a gente vai ter isso aqui. Ele vai ter um perfil gerencial, orgânico, cria, o ministério, coloca frente. Bresser Pereira inicia sua reforma gerencial, que sofreu resistências. Claro que foram atenuadas por meio da formação de um consenso político a ele edita em mil novecentos e noventa e cinco Pedraz em mil novecentos e noventa e oito Boa parte das premissas do pedra implantada por meio da Emenda Constitucional número dezanove, emenda extremamente importante emenda de reforma gerencial, emenda de reforma gerencial. Seguindo então, portanto, então alguns dados importantes. O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a iniciar uma reforma gerencial a iniciar uma reforma gerencial. E olha que para mim, nesse período a gente tinha muito essa classificação, essa classificação também. Jesus hoje está a gente país em desenvolvimento de país para país desenvolvido. A gente era um país nesse bloco que a gente falou aqui foi o primeiro país a iniciar essa reforma gerencial. Como eu disse, ela não teve apoio de cara de todo o mundo. Ele conseguiu mobilizar a opinião pública e conseguiu formar um consenso político. Mas no primeiro momento não era, se não está aí, Ainda que muitos tenham considerado essa reforma. Reforma neoliberal sofreu a posição do Banco Mundial. Olha só a gente! O Banco Mundial foi com o Banco Mundial, foi contrário à reforma da FEB. Muitos dizem que a reforma gerencial, uma reforma neoliberal, porque houve muitas privatizações. Isso é um pensamento equivocado. Você pode pensar o seguinte O gerencial, mesmo no mundo, foi influenciado pelo pensamento econômico neoliberal, a exemplo do que ocorreu lá na máquina com Margareth Thatcher na Grã Bretanha e com Ronald Regan nos Estados Unidos. Fato realmente, o pensamento neoliberal influenciou o movimento de reforma conhecido por gerência liso ou no público ou nova administração pública. De fato, isso ocorreu. Só que, no caso da reforma brasileira, não pode afirmar que ela é neoliberal. Isso está escrito nas obras de Bresser Pereira. Isso também é uma briga do parceiro. Não aceita que você chame reforma de neoliberal em que ele seja neoliberal. Vamos ver um pouco, disse entender um pouco mais Isso vai ver que realmente não era uma reforma neoliberal não. Ainda que tivesse influência está o Banco Mundial vai opor resistência até caracter, descaracterizando essa reforma como neoliberal. E aí o governo britânico, que é um precursor de reformas gerenciais, como eu falei para vocês vai apoiar o governo brasileiro e aí o que que eles começam a fazer lembre-se a formar uma coalizão política com governadores e a alta burocracia existente na administração e os dois documentos básicos da reforma que a gente vai ter primeiro? Pedro o Plano diretor de reforma do aparelho do Estado Pedro, que vai ser editada em mil e novecentos e noventa e cinco e depois a nossa Emenda Constitucional número dezanove, que vai ser editada essa dezanove que vai ser editado em mil e novecentos e noventa e oito não são os dois principais documentos da reforma gerencial. Então, ela é iniciada em noventa e cinco com pedais, e ainda se encontra em curso, está e só foi possível porque antes houve uma burocracia. Olha que para mim, para a gente entender isso, não há que se falar sem ingerência, lirismo sem a formação de um estado firme, forte, sem uma base burocrática consolidada. Então a administração burocrática consolidou um estado forte e esse estado deu a base de toda a administração moderna. Então, a gente teve a profissionalização da gestão, porque houve uma burocracia. Não teríamos como pular do p