A maior rede de estudos do Brasil

6 - Evolução da Administração Pública Gerencialismo e PDRAEvideo play button

Transcrição


vão voltar, vão aprofundar um pouco mais na reforma do pedra, essa reforma gerencial, que foi a última que a gente viveu e que a gente pode dizer que ainda se encontra em curso comigo. Quais são os objetivos gerais do pedais? O pedreiro tem como objetivo geral aumentar a governança do estado, coisa que a gente tem para vocês, que é o que aumentar a sua capacidade administrativa de governar com a efetividade, eficiência. Voltando a ação dos serviços do Estado para o atendimento ao cidadão, se percebe a gente com a prevenção muito grande a questão dos serviços públicos e a noção do cliente. O cidadão está valorar esse cidadão como cliente. Esta essa é uma premissa essencial do gerenciamento moderno no Brasil. Limitar a ação do Estado, aquelas funções que lhe são próprias, reservando, em princípio, os serviços não exclusivos para a propriedade pública, não estatal e a produção de bens e serviços para a iniciativa privada. Gente, essa público não estatal é a transferência por meio de contrato de gestão para organizações sociais. Esta é isso que estão falando aqui. Está aí isso, os serviços não exclusivos e a produção de bens e serviços que o estado faz, mas não deveria para a iniciativa privada. Isso aqui seria o processo de Perin. Vá, tinha sessões no primeiro caso, quando a gente faz por contrato de gestão. Para as organizações sociais, ocorre o fenômeno da publi, sim. Mas a ação eu vou explicar depois, um pouco mais. Ainda Que isso seja mais atinente ao direito administrativo, está transfere da União para os estados e municípios as ações de caráter local. Só em casos de emergência cabe a ação direta da União. Seu objetivo também transfere parcialmente da União para os estados. As ações de caráter regional, de forma permitiu a maior parceria entre esses entes políticos. Algo interessante. Então, a gente tem aqui tanto a como objetivo, a descentralização para outras figuras como as organizações sociais e organizações privadas ou empresas por privatização, como também uma descentralização política no âmbito dos entes federativos, o que é extremamente importante por uma para uma sociedade democrática, que tenha pouco premissa. O Gerência Lisboa Então são objetivos gerais, seguindo segundo pedra. E nós temos áreas de atuação do estado. Eu quero muita atenção de vocês agora que esse conceito é muito importante, estar pouco, a desculpa, mas alguma coisa que não devia. A gente tem que prestar julgado. Então olha só isso daqui a gente são áreas de atuação do Estado. Olha aqui para mim que eu vou explicar nessa Câmara. Então, nós temos as áreas de atuação do Estado que são, na verdade, gente setores em que o Estado atua. E aí cada setor desse vai ter a estratégia básica, segundo Pedraz, e a gente vai analisar os objetivos de cada setor Zinho, Então, segundo Pedraz, de Bresser Pereira e Fernando Henrique Cardoso, a gente tem o núcleo estratégico, as atividades que são exclusivas, os serviços que não são exclusivos e a produção para o mercado. Segundo as diretrizes do Pedraz, o núcleo estratégico é composto pelo Poder Judiciário, pelo Poder Legislativo, pela Presidência da República, pela Cúpula dos Ministérios e pelo Ministério Público. Ou seja só a elite, quando a gente fala do Executivo não é todo o Executivo, agora legislativo, judiciário, Ministério Público é todo ele, são todos eles, está por completo. Quando fala do Poder Executivo são a Presidência e a cúpula dos ministérios. Nessa bolinha que está vendo essa legenda tinha que a gente tem atuação estatal pública, não estatal e privada, no núcleo estratégico que foi aquele sucateado pelo insulamento burocrático que a gente isolou a burocracia nele. A gente ainda admite aquilo que seja. Só o Estado que atua aqui, você nunca vai delegar. Você nunca vai descentralizar. Você nunca vai privatizar as ações do núcleo estratégico, continua a cargo do Estado e somente aqui, olha só a gente permite um perfil híbrido, com um pouco de burocracia, ingerência. Lisboa essa bolinha entre a burocrática gerencial, fala do perfil. Está bom que ele pode ser burocrática e gerencia a um só tempo. Essa bolinha no meio caracteriza isso. Então, a gente tem um perfil híbrido, porque aquilo que a gente deve ter a burocracia e tem que ter um pingo de burocracia, Gente para manter o controle. O controle é mantido pelo núcleo estratégico, pelo Judiciário Legislativo, Ministério Público e a Alta Cúpula, que seria a Presidência da República. A alta cúpula dos ministérios está no âmbito do Poder Executivo. Viemos agora, aqui, para as atividades exclusivas. Essas atividades exclusivas também ficam só a cargo do Estado. São ações de regulamentação e fiscalização, fomento, segurança pública, seguridade social, básica, isso jamais vai ser transmitido, transmitido para a iniciativa privada. Delegado, descentralizado, não, isso sempre fica a cargo do setor público. E aqui, o perfil que se espera é um perfil gerencial. Percebam que, daqui para frente, todas as bolinhas estão para o lado do gerência. Lirismo Não se admite um perfil híbrido com a burocracia, não onde se admitir isso somente no núcleo estratégico. Como exemplo você consegue pensar em um fiscal que seja um agente privado, delegado descentralizado do setor público. Não gente o serviço de regulação das agências reguladoras, que visam manter a ordem econômica dentro de um serviço prestado, seja pelo Estado, ou seja, por entes privados ou por ambos. A gente tem que ter regulação feita pelo Estado para evitar risco de captura em risco de informações assimétricas, para que não seja ferido a relação entre o agente, o principal. Então, não há que se falar em regulação transferido para a iniciativa privada. Então isso sempre vai ficar a cargo do Estado também. A gente tem os serviços não exclusivos. Os serviços não exclusivos, muito importante, são aqueles em que atua, Atuam com cão, são aqueles em que atuam concomitantemente o setor público e o setor privado, sem necessidade de delegação. Eu não estou falando aqui dos delegatários. Eu estou falando aqui de organizações privadas que atuam ao mesmo tempo que o setor público, em áreas como saúde, educação, centro de pesquisa, museu, cultura, universidades, hospitais, hospital público privado tem. Foi preciso um contrato de concessão. É um delegatário, um hospital privado, não, a gente ainda fala de SUS, que a integração de todos nessa rede e sem necessidade de delegação muito importante. Perfil diferencial Quando a gente fala da produção para o mercado, que são as empresas estatais, ou seja, a sociedade de economia mista, empresa pública, a gente vai ter um perfil que é estritamente o que gerencial. Agora eu quero que vocês prestem atenção nessas duas bolinhas aqui para os serviços não exclusivos. Ao invés de criar fundações públicas para atuar na área de saúde, cultura, educação, a gente vai transferir isso por publicização para as organizações sociais. A gente tem uma atuação pública, não estatal para as empresas estatais que exploram atividade econômica, mas não fazem com eficiência. A gente vai transferir só essa bolinha, o para a iniciativa privada e a gente quebra. O monopólio do Estado, cria a competição administrada e as pessoas terão mais opções e vão poder escolher entre os serviços de dezoito. Tudo aquilo que atenda melhor suas expectativas, necessidades qualquer, pagando um valor módico em um valor que seja adequado por conta dessa competição administrada entre ambos por meio do papel da regulação. Porque, então, isso é importante a gente entender que o Estado atua por meio desses setores ou áreas e que o pedra e traça estratégias específicas para cada uma dessas áreas. Eu vou explicar melhor como é que funciona agora para vocês? Olha lá. Então isso daqui fica sempre a cargo do Estado. No que estratégico o perfil vai ser o quê, meio burocrático, meio gerencial. Quando eu falo das atividades exclusivas novamente sempre fica a cargo do Estado. E aí aqui a gente vai ter uma atuação que é diferencial. Quem uma atuação que a gerencial, só que aqui, a gente nós podemos fazer uma coisa dentro dessa área. A gente pode assinar contr