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Transcrição


Olá, pessoas, pessoas, estratégia aqui o professor Henrique Alves e esse é mais um vídeo do nosso curso de Direito Administrativo nova de hoje. Nós vamos iniciar a tratar do tema a organização da administração pública. Especificamente, nós vamos tratar do assunto centralização, descentralização e desconcentração, que são as técnicas que a administração pública utiliza para distribuir suas competências e organizar seus órgãos e entidades. Favor conta que, para mim, nas lajes nosso assunto de hoje centralização, descentralização de desconcentração antes de iniciar no assunto propriamente dito, nós precisamos diferenciar que dois conceitos importantes para o entendimento desse assunto que são os conceitos de entidades e órgão. Lula A entidade é uma unidade de atuação dotada de personalidade jurídica própria. Então, aqui a característica da entidade é possuir personalidade jurídica própria, uma entidade, ela pode ser uma entidade política, Nós temos aqui entidades políticas e também temos entidades administrativas, entidades administrativas. E qual a diferença entre elas? É basicamente a entidade política. Ela possui autonomia política, ou seja, ela tem a capacidade de legislar. Então quem tem a capacidade de legislar no Brasil são os entes federados. União, os estados, os municípios aqui também no Distrito Federal, então, que então entidades políticas possuem capacidade de capacidade de legislar. Por outro lado, as entidades administrativas, elas não podem legislar. Elas apenas executam as leis editadas pelas entidades políticas. As entidades administrativas. A característica principal dessas entidades é a autonomia administrativa. Elas não têm autonomia política, ao contrário das entidades políticas. As entidades administrativas não têm autonomia, não tem desculpa, autonomia política, elas possuem apenas autonomia administrativa. E quem são as entidades administrativas são as chamadas entidades da administração direta. Basicamente a que as autarquias, as fundações, as empresas estatais aqui, empresas estatais, nós temos empresas públicas e sociedades de economia mista. Qualquer pessoa, ou então entidades administrativas não possuem autonomia política, não podem legislar, possuem apenas autonomia administrativa, ou seja, elas podem organizar seus serviços, ela podem executar suas atividades com autonomia, mas não podem legislar. Elas apenas cumprem as leis editadas pelas entidades políticas. Entidades administrativas quais são razão? Está aqui as fundações, empresas estatais, aí incluídas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. Em outro vídeo, nós vamos tratar das características dessas entidades da administração indireta. Toquei aqui. Agora, é importante fazer essa diferenciação entre entidades políticas, entidades administrativas ao lado das entidades. Nós temos os órgãos ou pagar aqui para facilitar a leitura os órgãos. Ao contrário das entidades, eles não possuem personalidade jurídica, porque então, a principal característica do órgão não possuir personalidade jurídica própria, o órgão ele apenas uma unidade de atuação integrante da estrutura de uma entidade, ou seja, ele realiza as atividades da entidade a que pertence à doutrina, com costuma chamá los de centros de competência, centros de competência. Ou seja, a entidade possui uma série de competências, cria vários órgãos na sua estrutura interna. Para desempenhar essas competências, em cada órgão vai desempenhar uma função específica da entidade. Qualquer detalhe importante é que os órgãos eles podem entregar integrar a estrutura de entidades políticas, por exemplo. Nós temos aí os os ministérios, os ministérios integram a estrutura da entidade política união e também nós podemos ter órgãos nas entidades administrativas. Por exemplo, numa autarquia ou numa empresa pública, nós temos uma série de departamentos que são centros de competências dessas entidades. Toquei, então, repetindo os órgãos, eles podem integrar a estrutura tanto das entidades políticas como das entidades administrativas. Para quem como prosseguir para o desempenho das suas atribuições, a administração pública, ela organiza seus órgãos e entidades com base em três princípios fundamentais quais são a centralização, a descentralização e a desconcentração? Então que esses são as formas elas técnicas que a administração pública utiliza para organizar seus órgãos entidades? Vamos ver detalhadamente cada uma delas. Primeiro, a centralização, quando executa suas atividades de forma centralizada, quer dizer que o Estado executam as tarefas diretamente por meio das pessoas políticas, por exemplo, ocorre a centralização quando o município, através dos servidores lotados numa secretaria, por exemplo, a Secretaria de Obras, ele realiza um trabalho de limpeza das ruas da cidade. Nesse caso, quem quem está realizando o serviço, qual é a pessoa jurídica responsável é o próprio município, ele executa as tarefas diretamente e para isso, eles ele utiliza como instrumento de ação um órgão da administração direta, no caso, a secretaria, então na centralização, o Estado executar as tarefas diretamente por meio das pessoas políticas. A centralização é a característica que da administração direta. Troquei então, a própria pessoa política? Não. A criação de uma outra pessoa jurídica distinta é a pessoa jurídica da própria entidade política que executa o serviço. A centralização é bem simples, É basicamente isso. O Estado executam as tarefas diretamente por intermédio dos órgãos da administração direta. Agora, a diferenciação mais importante aqui entre desconcentração e descentralização que é onde pode ocorrer alguma confusão. Aí vocês Então vamos explicar bem para esse ponto aqui ficar bem claro, a diferença entre a desconcentração. Descentralização Para explicar esse ponto, eu resolvia que fazer uma analogia que para vocês trouxe aqui uma orquestra que é uma orquestra, ela ela possui várias vários instrumentos, vários naipes, instrumentos. Então nós temos aqui os violinos, temos violinos um, a sessão de violinos dois. Temos as violas aqui atrás. Nós temos as clarinetas aqui mais atrás nós temos a percussão, temos aqui a partir da percussão. Temos a parte aqui também dos metais, trombone e tuba. Então uma orquestra, ela é dividida em vários em vários departamentos, cada cada um desse conjunto de instrumentos ele realiza uma tarefa diferente, não quer essa. Cada um tem um naipe diferente, cada um executa um arranjo diferente, Só que quando eles se juntam sobre a batuta aqui do nosso uma essa sob orientação do maestro Saila a música sai lá a sinfonia que tem um sentido não é bonito de ouvir para quem tem um sentido para quem está ouvindo então uma série de tarefas executadas de forma coordenada. Cada setor desse aqui possui uma atribuição, uma tarefa. Eles estão subordinados aqui ao maestro, mas que é uma orquestra só. Nós temos uma questão apesar de ter vários setores, nós temos uma orquestra, então trazendo aqui para para a administração pública. É como se isso aqui fosse está toda fosse a união, então temos aqui a União. O nosso maestro seria o presidente da República. Cada setor disse que seria um dos ministérios, o Ministério dos violinos aqui o Ministério das violas aqui o Ministério dos Contrabaixos, porque então são todos órgãos integrantes da nossa orquestra são vinculados por uma relação de hierarquia. Todo mundo tem que obedecer que o nosso maestro, o presidente da República e todo mundo seguindo num só objetivo que tocar a música é a música. Está escrito na partitura que, trazendo aqui para nossa, elogia a analogia. Por isso as leis, então as leis que são aprovadas lá pelo pelo Congresso, no caso, as partituras são compostas pelos pelos compositores. A orquestra tem que seguir a partitura da mesma forma que a administração pública tem que seguir as leis. Então quem? Então essa característica que da desconcentração nós temos apenas uma uma pessoa jurídica. No caso da orquestra, vários órgãos, vários órgãos, vários centros de competência, todos ligados numa uma relação de hierarquia com o órgão aqui principal, todos se