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3- Por que é tão difícil tomar uma decisão?video play button

Transcrição


quem sofre diante de um cadastro para decidir em seu sanduíche contrato com o seu almoço. Sabe exatamente do que a gente está falando. Tomar decisões é difícil, especialmente dado que historicamente o nosso cérebro nunca teve que tomar tanto as decisões e avaliar tantas opções com tanta frequência. O filósofo Roland pisarem argumenta que, em muitos casos, a causa da nossa confusão é justamente o excesso de ofertas. Ele traz três razões fundamentais da nossa escolha de profissão ser tão problemática. Em primeiro lugar a ciência popular, por trás estas educacionais que a gente realiza, raramente nos ajudam a identificar carreiras que nos realizem. O segundo ponto é que nós já estão sobrecarregados pelo nosso passado e pelas decisões que a gente já tomou. E por fim, nós não estamos psicologicamente preparados para lidar com a expansão de opções de carreira que aconteceu na história recente. Outro pesquisador que fala exatamente sobre toda escolha Festivais que é professor e autor do livro O Paradoxo da Escolha. Segundo ele, o alto volume das opções que a gente tem no geral estamos tornando menos felizes e mais ansiosas. Ele afirma que existem quatro razões principais da nossa dificuldade de tomar decisões o primeiro elemento é o custo de oportunidade e o cenário com diversas opções. A gente obrigatoriamente, vai ter que optar por uma delas, em detrimento a todas as outras. Assim, a partir do momento em que a gente opta por apenas uma carreira, a gente está abrindo mão. Pelo menos, por agora, de todas as outras possibilidades que a gente tem, em segundo lugar está a necessidade de adaptação. Hoje a gente pode escolher uma carreira que faz muito sentido para a gente, mas que amanhã, caso as nossas prioridades, ou mesmo cenário, onde pode não fazer sentido e a gente pode querer rever a nossa decisão e essa necessidade de adaptação, ou então a revisão total da nossa decisão pode nos causar sofrimento. Em seguida vem o peso da comparação. Hoje em dia a gente se compara o tempo todo com os nossos familiares, os nossos amigos, os nossos colegas de trabalho. E esse peso pode ser ainda agravado, especialmente porque a observar a escolha dos outros. A gente observa apenas os acertos e não os erros ou as dúvidas. Por fim, estão arrependimento, que é um sentimento que a gente experimenta quando a gente tem essa sensação de querem ter feito algo diferente no passado, para hoje, dia estar mais feliz ou apenas diferente. Segundo o autor, o melhor caminho que a gente tem para tomar decisões mais felizes é restringir o número de opções que a gente tem. Até porque, quanto mais alternativas a gente estiver, mais emocional vai ser a nossa decisão. E quando a gente de Mike, as nossas opções, baseando se nos filtros que a gente já identificou aqui no curso, a gente tem maior segurança acerca dos três fatores que ele, mesmo que doce o custo de oportunidade, a necessidade de adaptação e o peso da comparação também ajuda a tirar o peso da nossa tomada de decisão em cada lar, como o processo, conforme a gente já falou, isso também é defendido por tinha um irmão, e seu artigo raro típica caminha. Ele justamente afirma que a nossa carreira faz muito mais sentido ser interpretada como vários pontos conectados do que uma linha reta que nos leva a adiar até agora para fazer as pazes com seus arrependimentos. A jornalista enxutos no seu texto, recomenda que a questão não é simplesmente tentar viver sem ter arrependimentos, mas, sim, não usou de armas por temos. A questão é que os arrependimentos não nos dizem que a gente poderia ter feito diferente, mas sim dizendo que a gente sim que pode fazer melhor. Todas as decisões que são um pouco fora da zona de conforto fazem você crescer. Eu acho tudo que toma um pouco de risco, onde você dá um grande salto para mim também foram esse tipo de decisão que realmente fez com que eu desse salto, porque meio você se coloca nessa posição onde você está tomando uma decisão. Talvez que parece maior do que o que você já tomou. Parece maior do que o que você consegue fazer, mas depois você consegue. Isso faz com que você amplie a sua própria capacidade, suas habilidades na sua, o seu respectivo geral tentando, pensasse, teve algum momento onde a tomada de decisão, de movimento, de carreira foi mais fácil. Mais difícil. Eu acho que talvez nos momentos onde eu decidi pedir demissão assim, então tive três empregos formais no mercado financeiro. A primeira vez que eu pedi demissão foi quando o órgão foi vendido globalmente para o turismo. Eu fiz parte do time de integração das duas instituições no Brasil, muito visível para mim que a cultura do CHEZ era muito distinta. Os valores, como as pessoas se comportavam, aquilo que acreditava naquilo que eu vivenciava. E aí eu fiz um movimento de falar. Não vou continuar. Foi difícil chegar nesse lugar porque a minha equipe continuaria, não tinha clareza de quem seria o gestor ou não. Eu já tinha sido indicado que ele permaneceria na posição e o meu pai não é isso que seria demitido, mas aquilo não falava comigo, mas até tomar decisão foi bem complicado. Foi a primeira vez que eu tive um começo até questões sérias, de reação alérgica a medicamentos por conta do estresse emocional, pelo colo. Assim aí no ano seguinte eu saio do epílogo Receber convite para trabalhar na Goldman fui e foi o ano de dois mil e um. Eu estava trabalhando em Nova York pela Goldman Sachs em Nova York, quando teve atentado do onze de Setembro. E aí o projeto para a abertura do banco da Google no Brasil. Foi suspenso E eu me vi numa situação meio língua. Assim ainda teria que continuar a trabalhar e inovar que por um tempo indeterminado e a minha família seguia no Brasil. então um projeto que era para ficar três meses em Nova York já estava dando onze meses. É de novo. Eu tive que tomar a decisão. Fico! Continuam, saia, Decide pedir demissão. Saiu depois os momentos que pediu demissão no Barclays Primeiro para estudar, para fazer um sabático. E aí? Foi lindo! Comecei a perceber que ao compartilhar minhas decisões, dependendo das circunstâncias, não precisava ser uma decisão binário. Fico fazendo a mesma coisa. O saiu e termina a relação. Então, essa experiência no batismo em Mossoró que a expor um desejo de uma maneira aberta, está aberta para ouvir uma contraproposta. Podem surgir soluções que não tinha vislumbrado, aí as decisões foram ficando mais fácil. Hoje em dia já estou atenta para pensar várias possíveis soluções que não há solução combinada. A decisão de que era mais difícil já também foi sair da fundação estudar. Trabalhei aqui estudar de dois mil e onze até dois mil e treze quatro, dois mil e treze. Eu gostava muito do que eu fazia aqui dentro. Então tinha tudo a ver com o propósito. Aqui estava trabalhando a educação estava trabalhando com projetos. Tudo que hoje eu fiz de educação devam muita fumaça da então foi um lugar onde comecei muita coisa. Só quem entende o momento que eu precisava dar um outro passe e sair da fossa foi muito difícil, que sai de um grande, gostava de trabalhar. Eu estava totalmente alinhada com o propósito e que também tinha a questão da gratidão porque foi bolsista e também trabalhava aqui, então eram. Era um envolvimento emocional muito grande, mas foi importante que eu precisava ir para uma área de negócios mesmo para conseguir aprender outras coisas que foram importantes, inclusive que ajudaram a retribuir mais para a fundação. Estudar então ter conseguido entender esse time foi foi bem difícil, mas foi bom fluxo, vem muitas decisões difíceis com vocês. Todos vão tomar uma decisão muito difícil. Quando trabalhava não deve fazia seis anos, era muito apaixonada pela AmBev e eu fui promovida para um cargo na Bélgica. Nem deve como rede de consumir em cidades e de inteligência de mercado mundial, mas eu tinha acabado de ter um filho. Ele tinha um hotel e ele tinha um ano. E eu achei que na minha geração a gente não teria mais esse conflito, mas não dava para assumir um cargo global. E é o F oito, filhos com trinta e três anos? Então, quando os ouvintes, então eu resolvi, eu sempre só assim, muito