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Alfabetização e Letramento II - Psicogênese da língua escrita_ como se aprende a escrever_video play button

Transcrição


alphabet que ela está chegando no sistema alfabético, então aqui o dinossauro era grande, então aqui ou tudo bem de ela fez uma análise alfabética no Ela fez uma análise alfabética sal, pois só há uma análise Cilada durou, fez uma análise silábica UE para escrever era era era. Ela fez uma letra para cada sílaba Análise silábica grande A análise silábica de análise alfabética quer dizer, ela mistura os dois critérios e é muito interessante porque antigamente, quando as crianças escreviam assim os professores falam, está comendo letras de verdade a criança do ponto de vista dela, ela não está comendo letra nenhuma desesperadamente tentando enfiar mais letras justamente porque ela vinha de de uma concepção onde ela colocava uma letra para cada sílaba. Finalmente, a gente chega na escrita alfabética a escrita alfabética, com problemas específicos com problemas de ortografia. Então o cachorro é um animal doméstico e a onça é um bicho selvagem. Então a gente percebe que dizer que depois dessa longa trajetória de elaboração de testagem de hipóteses, de escrever de um jeito, buscar outras formas e tal ela finalmente chegou a hipótese alfabética. Mas aí ela ainda tem uma porção de outras coisas aprender, por exemplo, que a gente tenha uma segmentação animal. Aqui a gente tem o problema de de ortografia aqui também. A ortografia aqui também. Ortografia, Então é assim, depois que a criança evoluiu muito, ela entre numa outra fase que é ter que aprender a agravá, escrever as letras corretamente, muito bonito. O mais interessante a gente perceber que essa progressão não tem não é pré fixada. Às vezes as pessoas me perguntam quanto o tempo que demora para passado. Pré- silábico proxy lado compara Não dá para saber o ser humano não é matemática, mas depende sim do esforço dos professores em criar situações onde elas possam comparar escritas. Vê escritas testar suas hipóteses interagindo um com o outro para perceber que não é bem assim e por aí vai. E nesse ponto os conflitos que vão aparecendo são fundamentais para que ela possa mudar as suas concepções. Vamos ver alguns conflitos aqui. A professora deu uma figura com alguns bichos, um burro, um cachorro, um gato e um galo e perguntou para a criança se tava certo como ela estava na concepção pré- silábica ela acha que a escrita tem que representar ou bicho coisa e não a fala e aí vem um conflito. Ela fala não, isso aqui tá errado isso agora, mas porque está errado porque essa palavra que é maior tem que ser desse bicho maior e aqui também está errado, porque o gato é maior do que o galo, então o Galo tem que ter menos letras, Então veja que interessante quer dizer quando a gente discute isso com uma criança. Quantas letras tem que ter a palavra elefante? Quantas letras tem que ter a palavra puba? Quantas letras tem que ter a palavra gato? Quantas letras tem que ter? A palavra gatinho? Ela vai entrando em conflito. Não é justo que a palavra gatinho seja maior do que a palavra gato e esses conflitos que fazem a criança repensar as suas hipóteses. Vamos ver outro conflito que é muito típico. Esse é um conflito bem comum. A criança está na hipótese silábica e ela escreve escrita pela escrita silábica, as diferentes palavras grafadas da mesma forma. Então a criança escreveu A professora pediu, escrevi sala, ela escreveu e quando a gente pede paralela Leco dedinho sala há muito bem. Então agora escreve mala, ela escreve mala e ela lei assim isso fala, então escrevi bala, ela foi escreva sim para lá. Aí você chega para a criança fala, escuta, você escreve sala, mala e bala, tudo do mesmo jeito. Aí vem o conflito cognitivo e aí ela começa a pensar bom. Então não deve ser bem assim que outras letras eu posso colocar esse que é o motor que alavanca as crianças para um desenvolvimento cada vez mais próximo da nossa escrita convencional. Aqui é uma outra situação. Esta é uma estrita convencional, versos a leitura silábica. Então a professora mostrou isso para a criança e falou aqui tem um aquilo que está vendo. O que você acha que está escrito aqui? Então era um papel, tinha colado à figura de umas bonecas e embaixo estava escrito isso. E a professora já apresentou isso pronto para a criança e falou que você acha que está escrito aqui. Ela falou, deve estar escrito bonecas até então. Leia com o dedinho aí a criança Lei Boa, né? Porque ela é assim, porque ela está na hipótese silábica e aí ela não consegue explicar todas essas outras letras. Isso gera conflito. E aí você fala bom e o que são essas outras coisas? Aí ela começa a ficar aflita. Ela paga, ela volta, Ela repensa o seu modo de escrever. Esse é o conflito cognitivo, que é muito bonito de se ver. E às vezes tem também alguns momentos de resistência, a resistência muito interessante, porque a gente vê na criança. Mas na história da humanidade a gente vê inúmeros movimentos em que as crianças resistiam, os homens resistiam às inovações, Esse é um exemplo clássico também. A professora apresentou aqui um papel pronto, escrito, estava do jeitinho que está. Ela pediu para a criança, leia com o dedinho e ela leu aí a professora falou bom, mas o que são essas outras coisas criança pensou pensou, pensou e falou isso aí só pode ser rabiola! Então fica aí essa síntese das principais fases pelas quais as crianças passam e que nos ajudam nós, professores, a compreender o pensamento e a progressão da criança e, obviamente, planejar atividades para que ela possa entrar em conflito. O mais engraçado é que crianças de diferentes países, de diferentes línguas, todas elas passam por essas fases. Você já passou por essa fase? Pena que a gente não se lembra na mesa até logo e até a próxima