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Aula 05 - Verbos Irregulares (Parte 01)video play button

Transcrição


a gente vai entrar agora na parte da flexão irregular do verbo. Os tempos verbais a gente já conhece o emprego no tempo verbal, a gente já conhece, só que algumas flexões verbais, elas podem trazer dúvidas. E a gente vai trabalhar com algumas questões, também comentando beleza, além de aprofundar um pouquinho na teoria para, na sequência, a gente fazer algumas questões, bom para isso. Então, a gente vai colocar aquela mesma estrutura da flexão verbal, aquela ideia do modo indicativo com os seus tempos, o modo subjuntivo com os seus tempos. Só que eu procurei convenção pouquinho para pegar tudo aqui. No mesmo Island vai ficar mais didático. E aí que a gente quer fazer com essa aula, que a nossa pretensão é que você consiga fazer a reflexão dos verbos qualquer um verbo com base nessa estrutura que a gente vai mostrar. A primeira coisa para a gente foi a trabalhar com os verbos irregulares. A gente tem que lembrar o seguinte existem os chamados tempos primitivos ou formas primitivas. Existem os tempos derivados, beleza. Com base nisso, a gente vai saber de qual o tempo verbal de qual pessoa do discurso naquele tempo verbal geramos um outro tempo acompanhando comigo. Vamos observar que o seguinte olha só vou colocar que a teoria, mas aqui é o mais importante, é se daqui vamos para a tela que você notar. O que a gente vai trabalhar agora, eu vou negar que o verbo fazer ele é um verbo irregular porque ele é um verbo irregular pelo seguinte o infinitivo dele tem o radical. Faz quase sabendo. Só quando a gente chega que ao longo da primeira pessoa do discurso, eu faço? Já mudei, usei para acesse, dirá. Estável. Só então, já sabe ou houve uma irregularidade. Não só por isso Daqui a gente vai ver irregularidade em outras casas também. Beleza Então, a primeira coisa de observar o seguinte teor porque você colocou aqui em corrigir de aqui, em cor verde e aqui também, cor verde, pelo seguinte Moçada A gente então sabe que o tempo primitivo é o presente do indicativo. Não tempo permitiu em que a primeira pessoa do presente do indicativo gera a todo o presente do subjuntivo ao quem vai gerar esse radical que vai estar aqui no presente do subjuntivo. Então anote o seguinte a gente tem que houver, vão fazer. Estamos a seguinte reflexão Normalmente eu faço tudo fazer, ele faz, nós fazemos voz fazer, eles fazem aquilo que destaca para você a vogal temática fazer aquilo. Eu coloquei em vermelho, então abandonar para você ficar decorando. Mas é só você observar com mais calma. E aqui, emprego, nós deixamos a residência número pessoal sobre a qual nós falamos na flexão regular do verbo. Mas o que importa agora, que você percebeu o radical que eu faço? Elas foram o seguinte nós não, por exemplo, sobre o motivo, a gente vai colocar o advérbio, talvez país poder lembrar desse tempo, perguntou o que você faz O que talvez eu faça? Veja que o radical é o mesmo. Enviar decidiram enviar decidida. Então isso vai virar uma rotina. Você perceber que essa é a primeira pessoa do presente do indicativo, gera o presente do subjuntivo. Alguém por isso. Então nós temos o que eu normalmente representa, indicativo Normalmente eu faço por fases. Ele faz, nós fazemos nós fazer, eles fazem, mas aqui eu posso colocar. Então, talvez talvez eu faça tu faças ele. Faça nós façamos voz, façais eles façam, eu quero chamar a atenção para o seguinte. Lembra que nós comentamos? Olha, presente do indicativo, ele vai apresentar a vogal temática Beleza, onde está a vogal temática joga o velo definitivo. Aquele que termina com a cantar revogou a temática racial estados do erro Beber. Revogar a temática é porque o restante do beleza parte da água temática e está antes do eu devo fazer com a conjugação Segunda conjugação, vogal temática Nós colocamos aqui com vermelha beleza. E aí, quando você transpõe aqui para o presente do subjuntivo, talvez eu faça, então faça ele, faça, nós falamos o que na aula passada nós falamos, que quando nós temos, no presente do indicativo, a vogal temática, então no presente do subjuntivo, na situação da terra, desinência água temporal. E aí, quando a gente estiver vogal temática é Holly, isto é, segundo a terceira, com ligações no presente do indicativo. Quando a gente transpõe para o presente do subjuntivo, nós mudamos essa vogal para a desinência modo temporal. A você vai notar o verbo fazer acompanhando como o que eu faço? Tu fazer ele faz, nós fazemos nós fazer isso. Eles fazem isso a vogal temática. E nós comentamos aqui definitivo, que nós comentamos que no presente do subjuntivo não existe vogal temática Na realidade, nós temos quem nós temos a desinência modo temporal, mas porque não existe vogal temática aqui no presente subjuntivo, coitado pelo seguinte. Nós estamos vendo aqui em cor verde, o que a moçada que o presente substitutivo ele é gerado da primeira pessoa do presente do indicativo. Eu te pergunto? Existe aqui, na primeira pessoa do presente, do indicativo, vogal temática? Não só eu tenho radical decidida, eu tenho a desinência modo temporal. Ou é isso que vai acontecer sempre na primeira pessoa do presidente, indicativo qualquer. Então, a gente tem radical e a presidência da Presidência, Número pessoal, nós não temos uma matemática, ela parece a partir da segunda pessoa legal. Por isso que aqui, no presente do subjuntivo nós não temos a vogal temática. Nós temos, na realidade, desinência modo temporal, belezinha, tranquilão. Não é para você ficar decorando isso. Quando você joga, onde vemos de dúvida, talvez você não falar, talvez eu faço. Não. Talvez o faça é natural. E aí você vai só se lembrar de um outro, alguém acompanhando comigo. Agora eu vou voltar com a teoria que o que é bom a gente mostra a primeira estrutura aí. Agora a gente tem a teoria que a categoria tem abuse modos derivados do presente do indicativo, que é conhecido como tempo primitivo. Beleza. Ele vai gerar quem ele vai gerar. Então, o presente do subjuntivo, o radical da primeira pessoa do singular, do presente, do indicativo, normalmente gera um radical do presente do subjuntivo. O que eu li agora para você está aqui representado beleza justamente daqui. Esse radical ele vai ser gerado aqui, no presente do subjuntivo talk show de bola. Conversar fazer é bem tranquilo. Vamos preencher essa que tudo com muita calma, com muita tranquilidade, para você não decorar nada. Legal, beleza. Então a gente fez daqui. Agora pegar um outro governo resolveu mover o verbo vermelha. Só o radical dele absolver Abel. Aqui, eu tenho vogal temática de segunda conjugação. Eu tenho sufixo verbal, remarcando definitivo, beleza. Então, nós temos envolver governo. Olha só no presente do indicativo, a gente tem aquela regularidade. Lembra que a palavra, normalmente rapaz, normalmente alvejou olho radical? Talvez ele vê. Nós vemos, vós vedes. Eles vêem que estou muito cuidado aqui convém, nós dobramos o aí. Não vai ter assento a tomar muito cuidado com isso, beleza tranquila, então eu vejo veja só que o Radical aqui mudou ver Jota E aí vai vir para cá, como vê? É Jota! E aí, você? Isso não é novidade para você? Você conhece, já sabe olha só, talvez eu veja, Olha, só nós repetimos aqui o radical contra a comunidade. Você já sabe disso? Beleza e transformá. Talvez eu veja, veja, veja, nós vejamos. Vós desejais, eles. Vejam note que nós temos a desinência modo temporal ou a desinência maior temporal a ficar decorando isso. Não! Porque o que eu tenho vogal temática a vogal temática vem para acaba presidente, subjuntivo, como desinência maior, temporal a belezinha. Então fica fácil você notar essa ligação entre a primeira pessoa do presente do indicativo para o presente do subjuntivo. E a gente não tem que decorar nada, ou seja, uma próxima que o próximo, ver a bola, só pegando outra. Agora vou pegar, ver, ouvir e ouvir radical vê. Nós temos o e aqui a vogal temática beleza. E nós temos o sufixo verbal, belezinha E a gente sabe quando a gente tem o e como vogal temática aqui no presente do indicativo vai haver então chamada Alô Homofobia? O que vem a ser a homofobia? A lo significa variação diferença. Sofia Refor