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Aula 05 - Verbos Irregulares (Parte 01)video play button

Transcrição


ma então é uma variação dele. Então resta vogal temática. Aí, por uma adequação fonética, a gente acaba colocando o Euro lugar. Beleza é só isso, mas a gente tem ali a vogal temática numa boa beleza. Olha só, eu falo que eu venho a paz. Você vem sempre de ônibus, aqui venho eu venho tu vês, ele vem. Nós vimos cara, marca esse troço aqui para, nós vimos que muita gente acaba confundindo. As provas acabam também usando isso também estranha. Você nós vínhamos. Parece que a gente está vendo alguma coisa, então não confunda a forma verbal. Vimos do verbo ouvir eu venho, tu vens, ele vem, nós vimos de um ano, custou dois dias, Terror, Nós vimos. Não vai confundir com ver governo perfeito. Ontem nós vimos aquele problema. Então vimos essa forma verbal sem tomar cuidado com o contexto de com verbo, com verba, se enquadra nesse contexto, houver governo ou ver ouvir e não toma cuidado com isso. Só muitas vezes em prova a gente anota até mesmo quando cobra redação oficial. Ou, de repente é uma carta, de repente um abaixo assinado, alguma coisa assim e aí a banca o seguinte lá na prova seguinte vimos por meio desta solicitar assim se Assad aí a primeira coisa que se perde na, na questão seguinte, a forma vimos, está errada, deveria ser, viemos, viemos é passado, O cara está escrevendo a lei no ato ele vem fazendo esse pedido. Eu poderia colocar você a pensar o que sempre joga. Essa ideia do verbo ouvir coloca essa noção de vir de ônibus. Normalmente eu venho de ônibus, terror. Eu venho de ônibus, normalmente eu venho tu vens, ele vem. Nós vimos vozes vindas, eles vêm, nós vimos de ônibus todos os dias estão, está certo? Presente do indicativo marca rotina, cuidado com esse verbo bocha lá direitinho, você não se esquecer. Theresa, Outro que quero chamar sua atenção aqui é do acento diferencial com vem para você, não confundir com ele vem, Então nós temos um monossílabo tônico, cura. Então ele não tem assento porque ele termina com sabendo. Mas para marcar justamente o plural, nós temos o acento diferencial. Então eles vêm. Não vai ter outro ele, porque isso não seria do ver governo legal. Então não confunda com verba governo esse houver governo aviador, eles veem, eles veem isso todos os dias, não vai confundir com o verbo ver. Eles vêm de ônibus todos os dias. Mas aí a gente vai voltar aqui dessa estrutura. Vamos gerar aqui o presente do subjuntivo. Essa ideia aqui então, olha só radical, eu venho, Então vai ficar como esse venha, vai vir para cá, havia para cá. Então vai ficar, como talvez seu. Talvez eu venha, venha venha, nós ganhamos nós ganharmos eles Venham continuando, sempre colocou que aqui em azul, para você perceber a desinência modo temporal, beleza, o que era a vogal temática? Eu e aqui virou desinência amor atemporal. Talvez eu venha, tu venhas, ele vem venhamos ganhar, venham bem tranquilo. Segue sempre essa estrutura está, vão pegar o próximo governo ter. E aí estou começando a explorar. Os veículos que efetivamente querem prova são esses bebês ainda, colocando aqui. É isso que querem prova legal. Ou seja, se houver algo ter, olha só o verbo ter, a gente tem aqui o radical. Nós temos a vogal temática de segunda conjugação. Nós temos o erro. É um sufixo verbal, beleza Então, aqui no presente do indicativo, a ficar com o rapaz normalmente, normalmente eu tenho tens, ele tem. Nós temos voz, tendas, eles têm aí o que muitas vezes na prova eles colocam em coloca assim mostrada. Tem jeito lançada? Não, cara é a quantidade de questão que a gente ver banco colocando isso direto, então tem que tomar cuidado, eles não existe isso, então eu tenho apenas aí. O que ao acento diferencial ele tem? Não tem assento, eles têm, têm assento. Então, o que eu vou chamar? A atenção é presa aqui ele tem total e eles têm Veneza. O acento diferencial para você não. Se não se esquecer a terror e a segunda pessoa do plural hoje atender tem dias, cara, A gente usa muito pouco a segunda pessoa do plural. E também as provas exploram pouquíssima. Segunda pessoa do plural, beleza, então pode ficar. Pode relaxar contra isso? Com certeza. E aqui, no subjuntivo nós temos aqui, talvez terror, só ela tem. Vai vir para cá, como talvez eu tenha tenha ele, tenha. Nós tenhamos vós. Tenhais, eles tenham alguém aqui o aqui ou, na cor azul, desinência maior. Temporal, porque aqui nós temos a vogal temática aí vir a desinência mal temporal aqui, legal, nem sempre a quem vamos que vamos chegar na frente aqui para isso. Na sequência, saber que algumas questões ainda e beleza a pegar mais uma. O governo por outro que a gente tem que tomar cuidado, governo, por muito cuidado que é definitivo, ele tem o acento porque por tem assento, o acento diferencial existe, então a preposição a preposição ou ele foi por ali. Eu tenho o infinitivo, o verbo, por que nós temos o acento diferencial, beleza, tranquilão. E agora a gente vai ficar o seguinte jogo O governo por ele é de segunda conjugação, destaca para você aqui a vogal temática. Ela não aparece no infinitivo, mas aparecem no presente do indicativo. E aí, normalmente a palavra que a gente coloca aqui normalmente terror e opõe Hutu, pões, ele põe. Nós fomos voz, ondas, eles ou em cara aqui, o que as bancas exploram E é bom você tomar cuidado muitas vezes a banco, direção, nós aqui, muitas vezes as provas e no ano seguinte a gente acaba vacilando que é o seguinte algumas pessoas, quando assim alguma para você, ele, Joaquim José ou chefe da de tal coisa o chefe ou chefe interpõe, interpõem uma coisa assim interpõe pergunta, está certo? Interpõe porque aí o cabo por vai gerar com o prefixo inter interpor eles, ele interpõe. Colocou Porque? Porque? É uma forma que nós mesmos confundimos quando ele vai fazer uma redação, discursiva e tal? Então eles observam como a gente erra. Isso porque a moçada, nós já temos uma naturalização, Então é só eu tenho lá, eu ponho, propõe, Ele põe Então já tem uma naturalização que vem com quem útil ou em beleza, mas para marcar o plural, A terceira pessoa do plural eu tenho colocado residência número pessoal. E aí muitas vezes, que eles foi bem, ele põe eles. Foi, olha só como a pronúncia bem próxima. Aí nesse caso que acontece muita gente acaba vacilando, depõe. Interpõe, colocando eles em la. Só que o singular não tem, já tenha na realização contínua. Então cuidado com essa estrutura, o chefe Inter em cem assim, ao que nós estamos aqui hoje, ele tem, ele interpõe, ele contrapõe legal, beleza. E aí no rural, se eles põem eu tenho residência, número pessoal em mim, que a gente já vê, que no presente direto está lá, tranquilo. Então cuidado com isso para a gente não vacilar, logicamente observando aqui, se eu colocar agora que no presente do subjuntivo. Talvez eu só pegar radical aqui a paz, talvez eu ponha. Se eu tenho aqui vogal temática e vem para cá como desinência modo temporal. Então ficou como talvez se oponha, propõe as ele ponha. Nós ponhamos nós, Goiás, eles ponham voz. Põe mais mesmo. Tá bom, expõe! A gente usa bem pouco, acaba ficando um pouco destoante daquilo que normalmente fala. É legal, mas é certo mesmo, talvez proponha, propõe as ele ponha, ponhamos sonhar, não beleza. O cuidado com isso a gente já percebeu aí contra a qualidade justamente esse radical vindo para cá, no presente do subjuntivo, vou pegar um outro aqui e aí a gente já começa a entrar no verba. Alô? Alô houver a você e ele tem várias peculiaridades dela, você, durante o nosso consciente dez bastante isso daí concordância dele a peculiar e aqui também, na sua reflexão e peculiar, é um verbo anômalo. Então não respeita muito a estrutura, não a formação dos tempos verbais e não respeita muito não, mas então vamos observar essa formação dele. Ela só então! Convenhamos ser desde então, que nós temos aqui é um radical. O erro vogal temática e o erro é o sufixo verbal. Então fica como olha eu, Eu sou desse jeito que eu sou desse jeito. Não vou mudar tudo desse jeito. É só agora, tem apenas ao sumiu. O radical ficou apenas a advogam temática e com a presidência numa pessoal é anomalia dele. Ele ficou só a vogal temática ou novembro vai ter i