A maior rede de estudos do Brasil

Aula 03 - Resumo de Literatura (Parte 04)video play button

Transcrição


é de Alencar Não se pode notar para ler, não estavam cheias. É o autor da canção do exílio. Quem não se lembra todo o professor que se preste qualquer area Leão na minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá. As aves aqui gorjeiam, não gorjeiam como la bom. Naquela época, os estrangeiros escolheram os nossos símbolos, a natureza e o índio, tanto que há uma crítica muito grande com relação a essa escolha, especialmente com relação o índio, o índio do romantismo. Esta era um índio que sempre se envolvia com o português na mesma Iracema teve seu movimento com o português, então sempre estava vivendo essa relação amistosa entre as raças o índio ele possuía algumas características morais de cavaleiro medieval, algumas características europeias. Assim que se distanciam do índio mesmo não estamos indo raiz no índio que realmente deveria ser o símbolo. Ter sido símbolo da nossa literatura do sempre começa em amplo. O Juca Pirama não foi o autor principal, o personagem principal de um poema narrativo de rara beleza. Esta conta a história desse índio é um índio que num ritual antropofágico, vocês se lembram que é mas enfim, quando o índio guerreiro ele é capturado pela Tribuna unida, ele passa por um ritual antropofágico para morrer e serve de alimento para a tribo que o capturou. Eles acreditavam que, comendo a carne daquele de carreira Eliseu adquirida. Aquelas características, então só podia comer a carne de um índio muito destemido, muito valoroso, muito bravo. Mas o Juca Pirama bem no momento, no caso de morte de um retorno antropofágico, ele chora. Porque ele, que discorda do pai, é algo assim, que o índio raiz jamais faria, mas que um índio com toda aquela questão idealizada do romantismo fez, Ele fez e o pajé libertou. Não queria mais que o índio que não querem enfraquecer os seus guerreiros com aquela carne de um homem, de um índio que chora diante da morte. Mas no final das contas o índio vai busco, pai, volta se entrega para o combate e prova que é um índio guerreiro que merece ser morto e serve de alimento daquela tribo. O desfecho legal O desfecho é romântico, A idealista esta muito bem, mas é importante A gente é que a semente do nosso nossa literatura genuinamente brasileira foi lançada naquele momento, esta foi lançada. Não tivemos ainda uma literatura essencialmente brasileira que representar se de fato o Brasil. Mas é exatamente o início Esta segunda geração romântica. Segunda geração romântica com a lei a toda e qualquer situação. Contexto histórico brasileiro e se voltou para aquele romantismo europeu. É outra romantismo ou mal do século. Grande incentivadora que Lorde Baião, que era o inglês, inclusive a segunda geração também é chamada de bairro ariana, mas no Brasil, o grande nome Alvaro de Azevedo Vamos de Azevedo. Ele escreveu Ele fez uma poética muito jovem, morreu aos vinte e um anos. Porque a gente, esses rapazes, ainda segundo a geração romântica, os ultra românticos, eles eram assim de um sentimentalismo extremo, muito sofrimento e como fuga da realidade dos buscavam o noturno, mas buscavam a morte. Eles buscavam o ser humano é pesado, mas é mais ou menos assim. Eles entendiam que a morte era o fim da dor, então eles se refugiavam no no ópio naquilo que pudesse tirá los da realidade e dessa vida boa é medidas, morreram muito jovens, morriam com vinte anos, vinte e um ao Brasil. Azevedo morreu nessa idade e uma das obras mais famosas, A lista dos vinte e um anos, que demonstra assim que ele escreveu um projeto literário. Ele escreveu depois para que a obra fosse impressa não viu a obra ser publicada esta, mas ela foi organizada, publicada depois a Joia, então a segunda geração romântica. Ela é bem europeia, eu falo gastava. Leia situações no Brasil Ao mesmo tempo que o Brasil se tornou um país independente, tem como símbolo o índio, Pois, os maravilhosa, que a terra, que é maravilhosa e perfeita, o índio maravilhoso. A ideia do bom selvagem, ao mesmo tempo que se acontecia o Brasil, é uma nação que escravizava, praticava o tráfico negreiro. Isso é um problema social. Isso era um grave problema social. O que foi falado que foi demonstrado com maestria por Castro Alves na terceira geração. Então nós chegamos aqui na terceira geração romântica. É a poesia social. Mais uma vez a arte engajada arte, servindo como um instrumento de mudança social, está com Castro. Obras Nós já vimos a arte engajada lá no barroco, com Gregório Gregório de Matos Nós vínhamos com os inconfidentes, o Arcadismo. Estamos vendo com Castro Alves, aqui no final do século, perdão no final do romantismo. E assim o Castro alvos. Ele até é citado como pré realista. Realismo é a o estilo que virá na sequência, então, que as provas ele é um pré realista, porque ele demonstra essa preocupação com a realidade, com uma linguagem bem romântica. Está, ou seja, grandiloquente, rebuscada, sentimentalista. Ele nos conta sobre o tráfico de gregos sobre a vida dos escravos em obras magníficas, como navio negreiro e voz da África, por exemplo. Duas obras que eu aconselho você anotar então, sobre o romantismo, O que eu indico como leitura? I Juca Pirama escasso Alves Um Perdão Lá em Casa Gonçalves Isso I Juca Pirama, Romance Lucilla, Iracema e mais Poesia do Castro Alves ou Navio Negreiro ou Vozes da África? Por mim, eu leria navio negreiro. Porque na verdade, na minha opinião, na minha opinião uma das mais belas obras da literatura brasileira está Navio Negreiro, de Castro Alves.