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Aula 03 - Resumo de literatura (Parte 05)video play button

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ealismo, só que tem um viés bem mais cientificista. Ah, bom, A grande diferença do realismo naturalismo, as dez naturais, vem da ciência. É bom para explicar as atitudes dos homens. Porque os homens são assim. Porque dentro de uma festa que aconteceu no romance O Cortiço Aluísio Azevedo é uma obra que você pode ler esta porque ali o homem e a mulher estão dançando, dançando, dançando numa festa e, de repente, os dois se ausentam dali vão por meio do mato, tem ele relação sexual após a alguma festa. O que explica essa atitude animalesca do ser humano? A ciência, o cientificismo, esta e aí nós vamos dá para trabalhar o realismo naturalismo durante muitas e muitas horas certo? E aqui eu vou ter que me conter a trazer as principais impressões sobre esse estilo. Eu acabei de falar aqui, seguindo meus queridos virada do século dezanove para o século vinte, nós temos parnasianismo, simbolismo, duas estéticas da poesia do poema estão aqui, não têm prosa, tem apenas poesia, já trouxe aqui, vão passar muito rapidamente, porque realmente são estéticas, que não aparecem muito assim nas provas. Parnasianismo descritivo Vista a arte pela arte Arte é artificial Racionalismo Origem clássica sobre o ativista gente, o parnasianismo, ele ainda parece mais porque grande nome Olavo Bilac toda vez que eu falei Parnasianismo, só parecem poesia e vai pensar em arte pela arte. O que é isso? O professor é o caráter artificial das poesias da época. O poeta Elisa pegar um texto de forma fixa, que era o soneto está são quatro as tropas no poema dois, terça, quarta e dois terceiros, todos rimados e com dez sílabas métricas. Bom, a minha inspiração enquanto poeta tem que caber na aquela forma. Então não posso escrever o que quiser. Eu preciso escrever lá dentro daquele formato. E aí daí que vem a artificialidade os problemas não são Luís. Muito pelo contrário. São limpos poemas. Olavo Bilac Eu sou linda, Não sei como ele conseguiu racionalizar apoios e dessa forma porque ele trabalhava a poesia. Assim como o ourives trabalhava, trabalha uma peça, uma joia. Assim uma aliança pegar trabalhar os detalhes daquela peça. Isso o poeta parnasiano ele é como origem trabalhava cada partezinha do poema é ilegal de mais falar sobre o parnasianismo, fazendo um link com o organismo que vai vir a seguir, porque o modernismo iniciou por essencialmente a isso, principalmente a isso, a essa artificialidade da arte não tem que fazer uma arte dentro de um padrão. A arte ela me representa. Então a inspiração tem que sair de mim na melhor forma que eu consegui sem ter colocado num formato. Junto com o parnasianismo ocorreu simbolismo, está muitas figuras de linguagem, muitas filosofia, misticismo simbolizam foi ligado. A música está e tem origem medieval. Tem muito sobre ativismo também virando século. Nós temos o pré modernismo modernismo. Ele foi um momento de literatura A Semana de Arte moderna de mil e novecentos e vinte e dois foi o momento da literatura tão importante, mas tão importante que precisou de vinte anos de preparação. Foram necessários vinte anos para que o os artistas da época se organizassem na Semana de Arte Moderna, que foi o divisor de águas da nossa literatura na moradia na semana mental Pré modernismo. Vantagem ele foi o período que aconteceu em mil novecentos e dois até mil novecentos e vinte e dois. Temos como principais autores nessa preparação para algo novo, algo de extrema ruptura Euclides da Cunha, João do Rio, no Rio. Graça Aranha e Lima Barreto. Qual foi a influência? Táquion influências das vanguardas, vanguardas europeias. Então, nós ainda temos uma carta, diz características europeias qualquer ideia. Agora a ideia era ir lá na Europa, ver as tendências modernas, trazer para o Brasil, mas não consumir tudo o que tem em Portugal, prega a literatura portuguesa, trazer e fazer igual no Brasil. Não vou me inspirar naquelas vanguardas e vou trazer para o Brasil. Dentro do nosso contexto, vou colocar as âncoras europeias no contexto brasileiro sobre o lugar para uma literatura genuinamente nossa, quais vanguardas, surrealismo, cubismo, dadaísmo, expressionismo, esses vinte anos. Eles foram a preparação para a Semana de arte moderna, o que aconteceu em mil novecentos e vinte e dois e quais foram as principais características do pré modernismo no Brasil? Presença da inovação Regionalismo depois da Semana de Arte moderna, abordagem de problemas sociais, forte presença naturalista, mistura dos estilos anteriores a ruptura. Gente, ela aconteceu especialmente com o parnasianismo, por exemplo. O Palácio mesmo Ele foi muito criticado na semana de arte moderna, porque o que aconteceu? Ela só queremos fazer uma literatura sem padrões. Não quero seguir um estilo de época. Eu quero falar sobre problemas de cada região do Brasil. Eu quero uma língua na literatura que não seja engessada, que eu possa trabalhar a linguagem. Eu quero trazer com localidade para a linguagem literária, no campo das energias. Formado falar no Brasil, do Português, do Brasil, para a nossa arte, para a nossa literatura. Aí sim nós vamos ter uma literatura que representa o Brasil. Eu falei para vocês que lá no romantismo a literatura, ela estava semeando a literatura brasileira, essencialmente nossa. Pois bem, a plantação foi feita lá, no romantismo. Um século depois, começamos a colher os frutos. Vocês verem preço no Brasil, mil e oitocentos e vinte e dois cem anos de certinho. Depois, em mil e novecentos e vinte e dois, tivemos a Semana de Arte Moderna, que foi uma semana financiada pelo Graça Aranha. Basicamente aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo, em fevereiro, foram três noites. Foi uma segunda, terça e uma quarta. Semana foi semana. Não foram três dias, na mesma semana em que foi chamada de Semana de Arte Moderna. É uma semana realmente de apresentação daquilo que eles estavam pensando em fazer e envolveu não só a literatura, Envolveu a música, a pintura, a escultura, toda a arte. Por isso chamou a Semana de arte moderna MAM Semana de literatura moderna está e assim, ao mesmo tempo foi um sucesso. Pensando hoje foi um fracasso na época, foi um fracasso. O público estava acostumado, não estava acostumado com aquele tipo de arte. Então o público vaiou, se desesperou, falou que era horrível. Não queria assistir, mas na verdade, depois acabou se acostumando. Está e é por isso que nós chamamos a primeira fase do modernismo de fase heróica. Porque os artistas da época, os artistas, tiveram que insistia na literatura boa sendo tratado, nos representa a temperatura. Sim, isso aqui é Brasil. Então temos aqui no outro mapa mental Olha, esse fundamental é grandinho na gente. Porque o modernismo, este é o século vinte, todos estado. Já temos aqui o nosso modernista, a mão ou por cores laranja. Primeiro está os balões alaranjados. Fase heróica. Estou aqui a primeira fase entre mil e novecentos e vinte e dois e mil novecentos e trinta, o primeiro momento de quebra com o passado e a tradição estivemos. O que o verso livre, Você não precisa rimar você não precisamente vai ficar no seu verso a lenda que ele apoia Marcolino e ministro da AL Paulo Leminski O assassino era o escriba. Tem rio ali não tem métrica não, mas é um poema moderno, super moderno, humor, ironia e sarcasmo, valorização do falar brasileiro. Ou seja, não vamos elitizar a linguagem. É preciso que o brasileiro entenda a literatura brasileira, naturalismo, nacionalismo, crítico, índio, como a valorização da autenticidade. A gente teve nacionalismo no modernismo. Teve teve Índio Teve mais de Andrade, escreveu Macunaíma de alerta. Macunaíma é o herói, sem nenhum caráter. É um índio que possui o seu jeitinho brasileiro. Ele rodou o Brasil e ele representa o Brasil. No entanto, falar brasileiro representa a cultura brasileira, certo ou errado. O Brasil é assim. Incorporação da vida moderna Vamos transgredir estética vigente à época, o deslocamento do lugar comum na sociedade. Então, tudo isso chocou na época. Mas na sequência, isso veio clareada. Veio mostrar o que que nós precisávamos para crescerem com temperatura era de algo moderno. Era de algo