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Aula 03 - Resumo de Literatura (Parte 03)video play button

Transcrição


trouxe mais uma questão. Catorze No poema a própria linguagem é utilizada como tema e conteúdo daquilo que está escrito da mesma forma. Da mesma forma, as imagens abaixo estão centradas no código. Tanto elas quanto o poema usam a linguagem para explicar a própria linguagem ou sejam, ou seja, usam o código para explicar o próprio código. Só explicar para vocês porque aqui é uma questão interdisciplinar. Ela trabalha a literatura e o português ao mesmo tempo. No português a gente estuda as funções da linguagem, uma das funções da linguagem a metalinguística, que é quando a pessoa utiliza o próprio código para explicar o próprio código. Paulo Leminski Quando escreveu o assassinato escriba, ele utilizou a linguagem, as palavras para explicar a própria as próprias palavras. Ele fez uma metalinguagem está se você pega se. Vai ser um filme e o início do filme é a gravação de um outro filme que tem ali os bastidores daquela ali, é metalinguagem. Então é isso que o anunciado. Esta explicando está trazendo esse uso dessa função da linguagem e ainda assim observe as imagens com foram confrontadas com o poema de Leminski e a ponte alternativa, cuja figura não exemplifica essa função da linguagem. Então você vai achar alternativa cuja figura não está utilizando ele próprio. Código para falar do próprio código. Não há analisem bbb-, você vê la entrar. Nós temos uma mão desenhando uma mão. Não pára. Aí é o desenho, é a mão desenhando num desenho. Então a gente é o próprio código explicando o código Não é lá fora, olha só na B, é um auto retrato. O pintor se olha no espelho e faz ele mesmo faltando óculos na gente. Depois deve desenhar óculos também. Então a própria imagem, a imagem explicando a própria imagem. Então não é essa a resposta. Olha lá a ceia Cristo Redentor, tentando matar o mosquito da dengue. Aqui não na gente. E nós estamos uma crítica aqui há uma charge, nem o Cristo Redentor está a fim de pegar dengue. Ninguém na letra de amigo acabei a tirinha estava fazendo sim, qual é o problema? Você não tinha que terminar essa antes também Essa última que está em branco. Aqui, nós temos o personagem da tirinha falando sobre a própria tirinha, Então também temos metalinguagem a única que nós não tenhamos o código explicando o próprio código. A letra C estar. Então obviamente, temos nela o gabarito para essa questão, muito bem meus queridos. Então agora eu vou trabalhar com vocês, período por período da nossa literatura, começando pelo Rentismo que é o primeiro momento em que nós temos uma literatura brasileira. E aí, já de cara eu venho com análise tanto A brasileira, na verdade, foi uma literatura feita no Brasil. Por que o que aconteceu? Grandes navegações? Em mil e quinhentos, Os portugueses chegando ao Brasil, quando chegaram aqui, Eles nem sabiam a sanção da terra que eles encontraram? Encontraram aqui, um povo muito diferente deles. E, no primeiro momento, eles identificaram uma terra muito legal, muito próspera para explorar. Encontraram um povo que, segundo as cartas, especialmente a carta de pelo baixo, caminha, encontraram um povo que precisava ser salvo. Está um povo amistoso, mas que não era salvo que não conheceu, não conhecia Jesus. Então precisavam conhecer a fé católica, adquirir a fé católica para serem salvos. Isso contribuiu muito para o contexto da gente. Acontece histórico porque nós sabemos que o Renascimento ele foi um período de enfraquecimento da Igreja Católica. Por que a gente, um homem? Ele questionou a Igreja Católica, O homem começou a pensar e questionar tivemos a Reforma Protestante, tudo mais a Igreja Católica perdeu. Poder perder o espaço. Estava buscando retomar. Esse poder está enfraquecida que aconteceu no Renascimento. Então, é óbvio que a coroa portuguesa precisava também seguir os preceitos e as dom. Mas aquilo que era interessante para o clero acabam. Por isso mesmo nós temos. Nós tivemos aqui no Brasil nesse período, chamar kim decisão. Gente que aconteceu entre mil e quinhentos e mil e seiscentos. Nós tivemos duas temperaturas, duas formas de arte, duas expressões artísticas No período da moradia, o primeiro mapeamento estão a tenda de circo. Depois que eu fiz isso que eu observei, mas muito bem a literatura de informação, a literatura jesuítica, coloquei os nomes aqui principais. Vou explicar um pouco sobre cada um. São cada uma dessas literatura, o Centro de Informação. Nós temos a carta de Pero Vaz de Caminha como o principal registro. Então, na chegada dos portugueses ao Brasil, é claro que nós temos na nossa literatura história, outras cartas, mas nenhuma com a importância da carta de Pero baixo, caminha. Então, assim, a primeira anotação que você vai fazer está sobre o que leva a indicação de leitura é a carta de Pero Vaz de Caminha. É procurar a ler esta carta ou pelo menos trechos trechos que falam sobre a terra e textos que falam sobre o índio. O que acontecia na esquadra de Cabral eram alguns navegadores, é claro mais e veio total do Pero Vaz de Caminha, que era o escrivão, ou seja, ele, os navegadores, os exploradores e ouviu tudo voltavam e dizer que diziam para ele o que viram. Ele ela escrevia, ditavam e ele escrevia só que ainda tem no momento. Ele disse assim pede licença ao rei de Portugal para que ele pudesse dar também as impressões dele sobre a nova Terra. Ele tem seu comentários muito importantes para a coroa portuguesa. Naquela época, falou sobre a exuberância do local, falou sobre os índios. Então, assim a lei trata das belezas naturais do Brasil e reduz também o choque cultural que aconteceu entre índios e portugueses, porque eles eram muito opostos da gente. Enquanto os índios estavam cobertas dos pés à cabeça, por roupas, camadas e mais camadas de roupa, não tinha o hábito do banho diário, não é esse? Pois é esse contato com índios totalmente nos certo com os cabelos raspados, cortados. Tudo se banhavam o tempo todo no mar, só para eles. Muito estranho ele a cargos para baixo caminho. Nós temos registros acinte em conta os amistosos entre os índios e os portugueses e o que também foi alvo de crítica de crítica literária, mesmo sobre esse encontro. Será que foi? Toma? Estou assim. Mas, enfim, não é o que importa para nós neste momento aprofundar, mas sim a importância da literatura de informação. Estão várias cartas, saíram do Brasil e foram para Portugal. E desses trinta anos iniciais, o que justificou o início da exploração do Brasil em mil quinhentos e trinta está casas para o Vasco. Caminha na reza a lenda que ela tão importante, Tão importante, que o rei, Ao receber a carta, ele não leu e levou a público aquela informação, como aconteceu com as outras cartas. Escondeu aquela carta. Escondeu também também porque, assim, falava das riquezas do Brasil. Escondeu também para o povo, no saber que a carta ficou esquecida. Ela só foi encontrada no palácio três séculos depois da minha luta, Então, lembrar que em mil e oitocentos alguma coisa, enfim, mais ou menos esse tanto, tempo de mil e quinhentos e trinta mil oitocentos e trinta muita coisa. A carta foi encontrada e hoje é o registro histórico cultural desse período mais importante. Está, então, professora. Essa literatura feita nessa época tem um valor documental muito importante. Muito muito ela tem um valor documental maior do que o valor literário. Esta vou documental dele é maior do que o valor literário. Esta porque era tudo o que se vive no Brasil, registra a chegada. Tudo que a gente conhece da chegada dos portugueses ao Brasil, ela vem através ela foi lida na interpretada através dessas cartas na mão. E, obviamente, a Igreja Católica viu ali uma forma de dominação daqueles índios. Qual é a forma de dominação pela fé, pela imposição da fé católica, pela imposição da língua? E tudo isso foi acontecendo Também é a chamada para toda a política que é composta basicamente por textos de convencimento por sermões. Está começou em mil e quinhentos, mas, por exemplo, em mil e seiscentos, nós tínhamos ainda uma literatura jesuítica com o padre Antônio Vieira. Está lá no barroco. Nós ainda estávamos catequizando os índios, então a literatu