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Parte Especial - Exame XVIIvideo play button

Transcrição


fala assim a questão Flávio vendeu para Quitéria sua apartamento incluiu no contrato de compra e venda, cláusula pela qual se reservava direito de recomprá lo no prazo máximo de dois anos esse esperado para Aso, Flávio pretendeu exercer seu direito, mas que teria se recusou a receber o preço. Acho que é uma questão que caiba se três pessoal vários. A primeira segunda fase é um contrato de compra e venda com cláusula de retrô venda. Então vamos colocar os nomes delas a quem que é a Flávia que teria na Flávia e que teria Flávia? Vende que teria compra. Flávia, que teria então o que retrô vendeu quinhentos e cinco e seguintes do Código Civil anos, assim como usar o conceito perfeito do significado só vale para bens imóveis. Só vale para imóveis no caso. Aqui, a nossa retrô venda só vale para imóveis pessoal. Quando alguém vende no caso, a Flávia veio para que teria se coloca uma cláusula, uma cláusula que se coloca dentro de um contrato de compra e venda. Repito somente contratos de imóveis, então se coloca essa cláusula, no qual seda. Para a Flávia, a vendedora alienante o direito de que se ela quiser, num prazo máximo de até três anos, ela pode ela possa recobrar, retomar esse imóvel mediante obviamente, o pagamento do parece que recebeu levantou as benfeitorias realizadas, necessárias ou outras com autorização do atual proprietário. Basicamente, tudo vende o teu bem, mas e até, digamos, um certo período contratual ou legal de, no máximo, três anos, não pode passar. Repleto de três anos, essa pessoa poderia recobrar o imóvel que foi vendido, pagando o, parece que recebeu eventuais benfeitorias etc. E essa pessoa que a Quitéria não pode se recusar a ser por acaso recusar a devolver este maior? Porque a pessoa está pagando mais uma vez o imóvel dela para que ela tenha de volta sem mover uma cláusula expressa que trata sobre isso, A não ser por acaso que teria se recusar. E Flávia quer pagar, cumprir com sua obrigação e não consegue. Nós só temos uma ação não civil interior, processo civil inteiro, que é cabível, que é uma ação de consignação em pagamento. Uma vez procedentes, vai liberar a volta do imóvel para Flávia namoradinha consegue a resposta. Então essa questão? Nossa resposta pessoal é a de dado que fala assim. A disposição incluída no contrato uma cláusula de retrô venda quinhentos e cinco do Código Civil, entendida como ajuste por meio do qual o vendedor sem reserva o direito de resolver o contrato de compra e venda mediante pagamento do preço recebido das despesas, recuperando a coisa. Imóvel perfeito, vendedor a Flávia. Há essa possibilidade. Se quiser exercer, exerce, caso contrário, não exerce a possibilidade. No caso, é a da vendedora, essa já mais fácil. A questão, portanto, que tenha resposta assertiva de tudo bem. Aqui vamos a mais. Uma do Matheus fala assim Mateus é proprietário de um terreno situado em área rural de Minas Gerais e, por meio de escritura pública, levada ao Cartório de Registro de Imóveis. Mateus concede, pelo prazo de vinte anos, de favor de Francisco direito Real de superfície. Então vejam só, nós temos o direito real aqui os colocar os nomes deles, que é o Mateus que é proprietário, proprietário e depois temos on com o nome de outra pessoa. No caso Francisco, que vai ser o superficiais, ele vai ter direito de superfície direitos de sua superfície direito ao direito real expressar. Chegou um, dois, dois cinco do Código Civil. É o tipo de direito que no caso, só pode ser exercido sobre bens imóveis se aperfeiçoa. A gente registrou no registro de imóveis no caso, então fala a lei que a escritura prevê que Francisco deverá e construíram difícil, que servirá de escola para a população local. Escritor ainda prevê que encontra a partir da concessão da superfície, Francisco deverá pagar a Mateus a quantia de trinta mil reais. A escritora também prevê que em caso de alienação do trem de superfície por Francisco Mateus, trajeto a receber o equivalente a três por cento, a transação casa correto. Afirmar que vocês têm aqui algumas colocações de nulidade, Garotinho com vocês bem sabem, coloca pausa e na nossa vida e vão lá, que é bem fácil. Se vão ter que olhar para o direito real, chama direito real de superfície do Código civil lá e direito das coisas então. Mas lá para o Código Civil e eu também para que a gente consiga dar uma olhada, tentar achar a nossa resposta, vão pegar aqui. Então, aqui a pessoa só mostrando a vocês os direitos reais como nós comentamos, estão Enumerados, hora chegou um dois, dois, cinco do Código Civil e depois nós temos um por um dos quais são eles quem fala de propriedade, que é o maior deles. No caso, Aí temos vários tipos de condomínio, propriedade, resolução fiduciária de letra e depois nos temos, logo em seguida à superfície, o número dois. Digamos assim que nós temos. Após propriedade, a superfície é que está o conceito a um, três mil e nove. O proprietário pode conceder a outra pessoa o direito de construir ou de plantar em seu terreno por tempo determinado, mediante escritura pública devidamente registrada. Até porque todos os direitos reais, no caso, aí tem que ser mais uma vez registrado Sarto passou também, não só falamos, Deram alguns casos naquele, pode vender e atrair a questão. E a nossa resposta aqui Pessoa é a seguinte já está certo. É nula a cláusula que estipula, em favor de Matheus o pagamento de determinada quantia em caso de alienação do direito de superfície. Esse direito pessoal que o Mateus deu para Francisco Francisco agora é o proprietário do direito de superfície, não do imóvel. Imóvel continua sendo no Mateus, mas se passou. No caso, se restringiu a propriedade, e Mateus têm agora o direito de superfície sobre aquele bem, pode construir, pode plantar É assim que se fala a lei, certo? Agora vejam só poderia vender. No caso esse direito? Sim, ele pode vender, mas é um direito dele E essa história de comissão para o Mateus é que não existe isso aqui. Então vejam só vão dar uma olhada nos artigos nossos que falam para quitar o conceito. Mais uma vez. Não é isso aqui também interessante, o parágrafo único do prefeito não autoriza obra no subsolo, salvo se for inerente, objeto da concessão. Então, como regra a superfície a só a superfície sarto, depois a concessão da superfície é gratuito, onde eram adulto, pode ceder ao Francisco? Eu tenho que pagar nada ou neste caso ele pagará trinta mil. É uma coisa assim e depois ou superficial, a pessoa que está lá responderá por tributos? Não? Então é bom negócio para o proprietário. Depois, a pessoa está aqui que a nossa resposta hoje é dia de superfície, pode transferir se a terceiros por morte, beneficiar os seus herdeiros. Ou seja, o Francisco pode vender tão direito para outra pessoa sem problema nenhum Sarto. Só que não se pode estipular algum tipo de comissão para o Matheus, que ao parágrafo único, não poderá ser estipulado pelo concedente que concedeu Foi Matheus a nenhum título. Qualquer pagamento pela transferência não dá porque é algo que tu passa para uma pessoa, o Francisco proprietário do direito de superfície, ele pode lidar com isso e como ele quiser, ele não pode colocar uma cláusula que seu Francisco vender, O que for esse direito que ele pode mais uma vez o Mateus, ele teria, digamos, uma percentagem. Não pode porque a lei não deixa quando a lei proíbe essa circunstância e mesmo assim a pessoa faz como foi que foi colocado aqui. Esse contrato vai ser o que esse contrato cláusulas vai ser que essa causa vai ser nula, pessoal, que é o que me fala. Vejam só aqui voltando, essa é a nossa última questão. Voltando para a ser, É nula a cláusula que estipula, em favor de Mateus, ou pagamentos, determinada quantia em caso de alienação do direito de superfície. Sarto, pessoal. Então, aqui com essa. Porque nos perfis por três reais, terminamos essa nossa ou não uma pequena aula sobre algumas questões do sido civil, algumas mais fáceis, outras, no entanto, mas é assim, que aprove assim, que a vida não temos muito o que fazer, a não ser aceitar, estudar e fazer o nosso melhor. Não espera que com o nosso melhor a gente consi