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Direito Civil - COISAS III [Aula 3] - João Aguirre [VDownloader]video play button

Transcrição


e aí tudo bem conserto, beleza nessa aula, três dias as coisas vão começar a aula falando da obrigação propter rem. E porque é que a gente vai falar da obrigação propter rem porque nós atrasarmos a Fazenda direitos reais e falei da distinção entre a relação jurídica direito real e a relação jurídica de direito pessoal. Fiz uma comparação entre o direito real de uso pessoal e aqui é importante a gente pegar a obrigação para, também porque porque a doutrina entende que a obrigação para o que a gente chama de uma situação híbrida, Porque uma situação híbrida ela não chega a ser um direito real. Mas também não tem todos os cartunistas unido, pessoal. Ela estaria no meio numa situação intermediária híbrida entre o direito real em direito pessoal. O que é a obrigação propter rem? Então vem comigo. Vamos colocar aqui o conceito na sua luz, a obrigação propter, hein? A obrigação? O próprio também é chamada de obrigação. Engenhão pode cair na sua prova ou OBS. Assim, ninguém aqui separada não é tudo junto, não apareceu aqui tudo junto a obrigação em ouvir o que eu falei para você, ela corresponde a uma situação embrigada como assim uma situação híbrida? João quer dizer que você quer dizer com que esta situação e colocá la a obrigação não de corre, de uma relação jurídica pessoal, não decorre de uma relação jurídica pessoal que a relação jurídica pessoal, como eu já falei para vocês, de liberdade de falar é aquela relação entre o credor. O devedor não decorre dessa relação, mas ela surge, mas surge de uma imposição ao titular, ao titular de direito real. Imposição ao titular de Direito real. Não entendi tão guarda o seguinte Ela é uma situação híbrida, porque são duas partes aqui. Ela não decorre de uma relação jurídica de direito pessoal. Não é uma obrigação na acepção jurídica da palavra, uma obrigação pura. Ela existe em razão de uma imposição. Ao estudar de um direito real, vão para dois. Isso porque eu não consegui entender direito o que quis dizer. Como não decorre de uma relação jurídica de pessoal, mais surge uma imposição volta para mim, para essa tensão. Em regra, as obrigações surgem de relações entre pessoas. Eu cria uma obrigação com você. Chega para você agora. Foi o seguinte empresta dez mil reais, Fala assim eu tinha o preço dez mil reais reparo são duas pessoas aqui, Relação de direito pessoal, credor devedor, dando origem a obrigação quando se pensa ser obrigação ser imprensa nessa hipótese. Por isso que eu falei para você e eu reitero que as obrigações ele tem uma eficácia relativa, eles valem apenas entre as partes, entre o credor e o devedor. Essa é a regra geral. Os direitos reais não levarem era homens ou já tratamos disso. Agora, o que vai diferenciar essa obrigação propter rem das outras obrigações às suas obrigações? A base? A regra geral é que a obrigação ela tem origem nessa relação pessoal. O credor chegou a um acordo com o devedor e deram origem. A obrigação aqui não na obrigação própria, não foi o que deu origem à obrigação, mas eu vou responder por ela. Por que? Porque eu sou o titular de um direito real sobre a coisa? Como assim? João Um exemplo clássico de obrigação propter rem que nós vamos colocar aqui para você lembrar um exemplo clássico é a taxa de condomínio, é a taxa condominial. Ideia você vai lembrar Você vai lembrar da taxa condominial. Vai entender esse exemplo? Essa situação que eu te falei vamos dizer o seguinte vamos dizer o seguinte é o sou dono de um apartamento de apartamento e não paguei o condomínio do ano passado. Não paguem quando meio do ano passado. E agora eu vendo o apartamento para você, você compra apartamento, lavrar a escritura e leva a escritura registro. Ao levar a escritura registro, você passou a ser o proprietário. Você passou a ser quem olha Ana Luisa Você passou a ser o titular do direito e essa taxa condominial? Ela é uma obrigação que é imposta ao titular do Direito real, traduzindo quem é que tem que pagar essa taxa? Quem é que tem que cumprir com essa obrigação? O proprietário. Então, quando o condomínio no mês que vem Viet cobrar pela dívida do ano passado, está fazendo é por aí, o ano passado vem afetar. Ano passado, quem era o proprietário era o João, Então vai cobrar dele quando me dizer o seguinte, Não porque essa obrigação, a obrigação para ter. Nem duvido que o síndico vai te dizer isso porque não vai saber que essa obrigação a obrigação de terem, mas no fundo ele vai dizer não quem tem que pagar para apertar lhe está dizendo essa obrigação, a obrigação que também não me interessa, quem fez a dívida, reparo ou a diferença. A regra geral para as obrigações. Ela que elas têm origem está numa relação de direito pessoal. Pessoas dão origem a obrigação. E quem tem que cumprir com a obrigação é quem deu origem a ela. Então, quando eu pego dinheiro emprestado você cinco dos dez mil reais, se você deve cobrar o passo seguinte a vai cobrar do Antônio, vai fácil. Não sei que enquanto você me deve, você pegou dinheiro emprestado de mim. Então sou eu que devo aqui não há obrigação propter rem quem deve não é necessariamente quem fez a dívida, quem deve vai ser aquele que é o titular do Direito real. Então você que é o proprietário pagar essa dívida perante o condomínio, porque não foi você que fez porque, se está diante obrigação própria, você paga essa diversidade que também tem, obviamente, o direito de regresso contra quem fez a dívida. Você vai conseguir expressar se se você me achar e se eu tiver de pagar. Mas a dívida passa a ser sua porque porque essa obrigação é híbrida? Ela nem é obrigação pura, porque ela não foi criada a lei da relação pessoal, mas também não chega a ser um direito real. Ela está numa situação intermediária. Dica para você, do índio o entendimento dos tribunais que pode cair muito nos seus concursos sobre essa obrigação propter rem. Então vão pegar aqui e colocar para você algumas dicas sobre o entendimento desta jota. O STJ está junto, entendi isso. Eu já falei a primeira hipótese. Eu já coloquei até no outro exemplo que as taxas condominiais são obrigação propter rem. Na verdade, esse é um exemplo clássico. Esse é um exemplo clássico de obrigação PROPTER rem que você vai ver o que você vai ver na doutrina quando fala da doutrina fala em obrigação propter rem. Geralmente ela traz esse exemplo, como eu trouxe esta, mas você tem aqui a segurança, você tem lá, por exemplo, o acórdão proferido no recurso especial um milhão, três, sete, cinco cento e sessenta de Santa Catarina. Uma segunda segunda dica que que diz respeito à obrigação PROPTER REM e que vai um pouco além da primeira, vai no sentido de que as taxas condominiais e os tributos sobre o imóvel, o IPTU essencialmente tributos sobre o imóvel e taxas condominiais são operação, são obrigação propter REM. Então aqui nós temos por exemplo, por exemplo, a decisão no recurso especial um milhão dois sete, nove meias sete dois de São Paulo e uma outra e uma outra decisão, proferida também no recurso especial. Um milhão três, oito, dois milhão, três oito, dois cinco, sete cinco do Paraná, um milhão treze oito dois cinco sete cinco do Paraná estão aqui Nós temos situações que são reconhecidas pelo STJ como de a caracterização da obrigação, a própria taxa, quando união, tributos sobre imóvel e taxas condominiais, aquilo quiser salvar. Para você lembrar expressamente dos tributos sobre imóveis do IPTU, por exemplo, alguém outra questão importante, relevante, que vai aparecer para você na sua prova. As dívidas, as dívidas de energia e água não são obrigação propter rem. Essa é muito importante porque essa é uma batalha travada direto nos tribunais, com a concessionária de energia, a concessionária infelizmente de água E o consumidor está porque acontece. Vou anotando aqui para vocês vou te contando. Acontece o seguinte o sujeito vem de um imóvel e ele tinha dívida de conta Veloso na conta de água. Vender o imóvel passou uma hora para outra e a concessionária de energia elétrica de fornecimento de água que ela faz. Ela demora para cobrar a ideia, vai cobrar proprietário secretário, fala se a gente não para aí, não f