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Transcrição


Olá aluno, a sua professora de ministros Albuquerque Estamos aqui para a aula de História do Brasil Colônia Unidade um A disciplina de Brasil Colônia precisa discutir a chegar ao europeu América e fundamentalmente, os contatos que vão desenvolver com os nativos que já estavam aqui presentes e também o desenvolvimento econômico decorrente desse processo. Portanto, a escolha foi iniciar a apresentação das populações que aqui estavam presentes a partir de mil e quinhentos o contato com os europeus. Posteriormente, os aumentos do capitalismo e as relações políticas e sociais que são decorrentes dessa forma é necessário. Primeira negação quem eram as pessoas que estavam aqui antes? Porque existiam populações com as mais diversas organizações em termos sociais, em termos políticos, em termos religiosos, a variedade do ameríndio bastante significativa. O que é necessário ressaltar nesse primeiro momento, que quando nós consideramos essas populações como índios é um olhar bastante europeu, bastante contaminado para a visão de mundo dos europeus. Então precisam ser cuidado com essa classificação mais adequado seria tratados como nativos ou mesmo como ameríndios, mas esse referencial europeu é necessário ser ressaltado que apenas uma visão possível a respeito do assunto, não necessariamente a melhor visão posto que os nativos são sua história, sua trajetória e cada um as suas especificidades, que persistem em alguns casos, inclusive até hoje. Então, isso é necessário se ressaltar os nativos do Brasil hoje, Brasil. Naquela época, eles apresentavam a sua economia, baseada fundamentalmente em caça, em coleta de produtos da natureza, caça de animais que não são de pequeno porte, normalmente plantações rudimentares, uma certa lavoura existente na América, inclusive no caso brasileiro. O que chama mais atenção é o caso da mandioca presente várias território, vários locais do território nacional atual. A pesca é importante, é uma atividade bastante importante, inclusive muitos grupos muito próximo aos seus, e muitos grupos também próximos ao litoral, que acaba dando uma grande diversidade alimentar para a população, são vistos como estádios um pouco mais rudimentares. Organização material Em termos de religiosidade existe uma diversidade muito grande, Existe um politeísmo e todos esses aspectos juntos não foram muito bem compreendidos por europeu, uma emenda chegado, o que acaba gerando uma série de conflitos, uma série de atritos entre a visão de mundo europeu e o modo de organização desses indígenas nativos, um fator fundamental, na que dificulta muito o estudo. Essas realizações é justamente o fato de não terem uma cultura escrita. Um registro escrito então depende muito do processo de cultura material. Uma área depende bastante do cerâmicas no estudo, os vestígios das das aldeias nos aldeamentos organizações, isso é possível ser estudado, mas isso traz um fator de complicação não impossibilita, sendo que é necessário para a história lançar mão de outras ciências que podem auxiliar nesse processo. Esses indígenas, inclusive eles acabam tendo particularidades ao litoral. Os primeiros grupos que vão entrar em contatos europeus no interior. Outro fator importante que precisa ser ressaltada, que os indígenas eles tinham uma circulação em algumas áreas bastante significativa. Essa ideia de uma cultura mais sedimentada, uma estruturação de cidades, a cidade de permanência não era necessariamente presente em todos os grupos, inclusive pelo contrário, em comum, Isso dificulta um pouco para representar muito mais comum. Se trabalhar na ideia de tradição indígena não é uma atribuição específica, mas diversas características são mais gerais que abrangem diversos grupos menores em termos população, mas que tem uma área tanto natural quanto cultural, bastante ampla. Hoje se questiona muito essa visão europeu em termos de barbárie. Considerar o índio um bárbaro, que a visão de barbárie traz consigo uma carga negativa traz consigo uma carga de inferioridade. Então considerar que o indígena ameríndia inferior é uma visão estritamente europeia ontem ele costuma questionar esse momento pouco posterior aos descobrimentos, que é bárbaro. É aquele que nós não temos contato. Então, dessa forma europeu, chega a América, começa achar muito estranho, começa a classificar de forma negativa. Não são os indígenas católicos, não tem a sua subordinação aos seus monarcas europeus, então isso traz uma carga negativa. Com o passar do tempo, isso precisa ser melhor discutido, precisa ser relativizado. Como é que isso é feito atualmente? Estudos arqueológicos contribui muito com isso, para entender como a sociabilização esses e diversos grupos das diversas culturas importantíssimos. Sítios arqueológicos no Brasil, inclusive significativos em termos de América de Mundo, sendo o mais importante notar São Raimundo Nonato disse uma pesquisa importantíssima da arqueóloga da equipe de arqueólogos da Niéde Guidon, discutindo inclusive a origem do ameríndio, o que faz com que se relativiza se questione se as teorias mais tradicionais que o homem chegou à América vencendo de médicos são viáveis ou se pode existir uma outra possibilidade de uma outra forma os ameríndios tem sua origem é fundamental na ecologia em escala não só brasileiro, mas escala pelo menos americana. Dessa forma, além da arqueologia, se lança mão da antropologia. De que maneira se faz isso? Das sociedades como as sociedades? Elas se organizam em termos seus sistemas de valores, com uma cultura material acaba sendo importante. Não é necessário um conhecimento mais aprofundado, não com as referenciais dos europeus. Não se existe uma sinalização católica ou se existe um poder absoluto do mar, mas que forma a estrutura de poder existir aquela as tribos? De que forma. Essa religião que é plural, que tem várias divindades que tem vários ritos, funcionava para aquela população não para europeu, lembrando que para europeu causado impacto, causava choque, causava desconhecimento, causava preconceito, causou perseguições. Então esse choque, Esse atrito que acaba gerando entre as civilizações estava presente e o mundo europeu acaba gerando destruição, o que muito se perdeu Texto dificuldade mais um estudo. Dessa forma, o estudo de antropologia nos grupos viventes na atualidade vai resgatar os aspectos daquela cultura do momento. Descobrimento É necessário lembrar que existem populações indígenas ainda hoje em diversos estados brasileiros, que foram os mesmos grupos que tomaram contrato com os europeus. isso no século quinze, quando Cabral chegou à América. Então, a partir daí, séculos quinze e dezesseis, as sérvias ou dezanove é um processo bastante amplo de choque. É um processo bastante anos de cooptação dessa população para várias formas de atividade. Você para o trabalho, inclusive existiu no Brasil Colonial, no Império, população indígena sendo utilizado como força militar. Então essa necessidade de se discutir o que a população indígena existe não é viável para a história, mas com a consciência no sentido histórico de documentos produzidos de forma escrita. Mas é necessário toda a cultura material. É interessante ressaltar que no Brasil muitas pesquisas arqueológicas escavam o sambaquis, que são como cheiros presentes em diversos pontos da costa brasileira, onde populações indígenas ficaram ao longo de dezenas de gerações. Alguns séculos, então se escavou desses conselheiros e resgata a cultura material. Uma cultura lítica, uma cultura de reflexão com três machados, os internamentos às urnas funerárias, portanto toda contra maternidade para uma área. Tudo isso é possível ser resgatado de arqueologia e articulando com a antropologia de que forma que isso existe Naquelas populações, é possível avançar muito ainda no estudo desses primeiros grupos, que necessariamente sofreu contatos e contaminações. Uma das primeiras formas de tentar entender como é que esses índios estavam organizados como esses nativos viviam, vem dos portugueses que chegaram primeiro. No caso de jesuítas, não são portugueses porque os jesuítas são uma companhia que a