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voltamos com a resposta que a letra pela organização de um modelo político genericamente denominado Estado. Vamos agora finalmente falar do Egito, o Egito que desenvolveu se praticamente às margens do Nilo, ocupando o que seria hoje o atual Egito e o Sudão. O caso é uma região bastante no desértico, mas próximo as margens A gente encontra uma terra bastante fértil. Essa terra, no caso ela sofrendo a ação das inundações unido, ela fertilizada e atravessa uma no caso, ele sendo fértil. Permite, portanto, o surgimento de uma agricultura bastante importante. E apesar do clima nessa característica desértica, a região próxima ao reunido apresenta uma grande variabilidade ecológica. Não é à toa que o historiador grego Heródoto, ao visitar o Egito, teria escrito a sua famosa frase O Egito é uma dádiva de fato, sem unido. Todas as grandes realizações, a filha da civilização egípcia jamais teriam acontecido muito bem. A principal atividade econômica do Egito, assim como no mesmo, portanto, era agricultura bastante dependente das cheias do Nilo e graças também aos meticulosos trabalhos de irrigação. Havia uma diferença fundamental entre as cheias verificadas na Metropolitana, e as cheias do Nilo, na Mesopotâmia chegam mais destrutivas. Já as cheias menino, Elas aconteceu de uma forma mais gradual de uma maneira mais lenta. Isso permite um melhor controle das águas. Então, a gente tem aqui três fases que o degelo da primavera é quando a cheia do Nilo Grosso modo de julho a setembro, aí, durante o inverno de setembro a fevereiro, havia semeadura de março até julho havia colheita muito bem. E um fato interessante é que quando estrelas sírios a perícia no céu, isso significava que o Nilo estava no processo de cheia. Era uma espécie de sinal para os egípcios, a pesca também ocupa um papel importante na fabricação de peixe seco. Era bastante conhecido entre egípcios, pecuária de gado pequeno, caprinos e ouvinos, em especial, e o extrativismo mineral foi bastante importante No caso. A gente tem uma grande presença de pedras de mineiros diversos nas regiões do Alto Unido, localizadas ao sul, próximos à nascente do rio, e de fato, a presença desses minérios acabou sendo um fator fundamental para o desenvolvimento de uma arquitetura monumental, de uma arte bastante sofisticada. A economia egípcia se baseava na troca direta entre produtos. Então, na troca de produtos por prata, não havia dinheiro na maneira como a gente conhece na realidade os bancos no Egito antigo. Eles localizava uns tempos, então veja que os tempos não tinham funções apenas religiosas, mas os bancos também. Eles concediam empréstimos sem juros, então empréstimos, espécie, empréstimos de prata e havia a cobrança de se a cobrança de juros, no caso, não gera uma atividade conhecida, a organização social do Egito era bastante rígida. No caso no topo, nós temos aí o farol. O farol não é representante. Na realidade, ele é o próprio Deus, ouros encarnado através de um complexo ritual de coroação. Se falou portanto, era revestido de poder abaixo do farol vizir, conselheiro mais próximo, um sacerdotes que desempenhavam um papel político importantíssimo na sociedade egípcia. Corte, no caso, a família real. Logo mais a gente vai ver que a atuação dos sacerdotes em relação ao poder político provocou levou falou a tomar medidas que realmente foram bem inovadoras para a época os escribas naqueles que dominavam a arte da escrita, artesãos e comerciantes camponeses que, assim como na Mesopotâmia, eles também se dedicavam aos obras públicas, aos trabalhos nos canais de irrigação e nas grandes construções monumentais e abaixo de todos os escravos. Na realidade, inicialmente os escravos são poucos mais conquistas militares. Já no Novo Império aumentaram consideravelmente o número de cativos, salvo algumas exceções no caso, algum nobre poderia adotar algum artesão poderia adotar alguém de um testamento inferior. A mobilidade social no Egito era virtualmente nula. A história política do Egito é marcada por três momentos, em especial o Antigo Império, o Médio Império e um Novo Império. Antes do antigo Império, o Egito, ele se encontrava dividido em nome dos nomes. No caso, era uma espécie de propriedade na qual não consegue governava, governada no caso por um chefe clínico. Bom, esses nomes eram independentes entre si, não raro entravam em conflito, mas foram todos unificados graças à ação de Menezes, um primeiro farol que consegue unificar o alto e o Baixo Egito. De fato, o símbolo de ser natal e tal era o nome egípcio, o império, a junção das Coreias do Norte e do Sul, Antigo Império. A gente tem então a necessidade de se reforçar o poder central no antigo Império. Então, a gente tem a formação de um importante imponente aparato burocrático nesse esforço de centralizar o poder. E a gente tem também as grandes pirâmides de Quéops, fica em frente, Miquerinos. O problema é que, no final do período antigo do antigo Império, a gente vai ter uma volta da força daqueles poderes locais. Então, mais uma vez o Egito se fragmenta. Essa fragmentação momentânea corresponde a coisa. Historiadores chamam de primeiro período intermediário com a mesma meta. Primeiro tem se início ao Médio Império, e ele unifica o Egito. Então, os poderes locais são suprimidos e, mais uma vez, o Egito encontra se centralizado. E a do médio império que a gente tem. A primeira mulher que governa o Egito, sempre que se refere bom no caso do Médio Império, foi marcado por uma certa instabilidade política, em especial entre os membros da décima primeira e décima dinastia. Com a vitória final da décima dinastia e ao final do Médio Império, a gente vai assistir à invasão dos os sexos, um povo que veio da Ásia e graças à política dos egípcios de abrir as suas portas, uma grande quantidade de imigrantes. De fato, para aumentar muito de obra disponível, a gente tem a invasão desse povo, que trouxe consigo uma série de inovações, tanto políticas como técnicas. Os egípcios não tiveram como resistir aos carros de guerra, uma inovação trazida pelo Zika. Ao contrário do que se supõe de início, músicos eram bem populares. Na realidade, eles não suprimiram a estrutura política. No Egito, os faróis ainda existiu, mas como vassalos dos reis é apenas um conflito de natureza religiosa, que vai então levar uma rebelião que culminou na expulsão dos Hicsos. E aí a gente vai ter o novo Império Novo Império Sim, foi um período bastante agitado nesta egípcia. A gente tem aqui em grande expansão militar e também uma reforma monoteísta de então. O Egito encontrava uma grande prosperidade econômica, encontrava se em um momento bastante propício, e isso era naturalmente atribuído aos Deus. Bom, o Egito, a religião egípcia, uma religião politeísta. Cada deus, eu sou sacerdotes, um grupo de sacerdotes. E com isso, com o aumento desse número de sacerdotes do prestígio do sacerdote, a gente tem uma séria ameaça ao poder central. Bom, a menor fez o quarto, ciente da ameaça que esses sacerdotes representavam para o poder egípcio. Realiza, portanto, uma reforma monoteísta, ou seja, antiga religião era suprimida e todos os deuses deixavam de existir em favor de um único deus, Aton, no caso representado pelo disco solar Amenófis, quarto. Até mesmo ele muda o nome para Akhenaton esplendor do Sol. No entanto, essa reforma ela foi efêmera. Não era ele mesmo o chefe da religião e se apropria dos bens dos sacerdotes as propriedades dos sacerdotes. Essa reforma, no caso, foi efêmera e não resiste a morte do seu fundador. O seu filho logo é cooptado por essa elite sacerdotal e acaba, portanto, assumindo o nome de Tutancâmon, dada a popularidade do contou doze Delson Em relação ao militarismo, a gente tem aí uma grande ação. A gente tenha grande presença do farol. Acesso Segundo o Egito expandia a sua influência até o levante, onde hoje a Palestina, Israel e Síria, mas chocava se diretamente contra os interesses hititas e esse choque de interesses. Essas hostilidades culminaram na Batalha de Cadeira, disputada em dois mil e cem mil duzentos e setenta e quatro antes de Cristo. E na realidade, o