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Transcrição


alô, alô a ser não pega uma bateria de questão! É para esquentar as turbinas para você não perder. Tem uma questão da prova porque a gente está aqui fazendo questão que a segunda escadinha do sucesso e a gente sabe que sem questão direcionada para uma banca examinadora, a probabilidade de você passar num concurso hoje que está tão profissionalizado é bem reduzida. E não é isso que a gente quer que majora a sua capacidade de passar no concurso público que não vão fazer a primeira questão e indicando os tópicos. E você vai notar no que precisar a gente joga no quadro, o que foi mais simples a gente resolve no próprio texto para você que acompanhem comigo. A gente vai falar sobre o artigo quinze que a desistência voluntária e arrependimento eficaz ou que não vamos artigo quinze, ela vem assim. É uma questão do Cespe dois mil e treze Ocorre a tentativa qualificada na desistência voluntária, arrependimento eficaz no arrependimento posterior. Então vão por parte. Olha só quando eu falo de desistência voluntária e arrependimento eficaz, efetivamente, eu estou falando do artigo quinze. Quando estou falando do arrependimento posterior, eu estou falando do artigo dezesseis existe o crime tentado, crime consumado do artigo catorze dois o crime tentado que aí a tentativa propriamente dita, só que o artigo quinze, que a desistência voluntária arrependimento eficaz são chamados de tentativa abandonada ou tentativa qualificada. Aí você me perguntavam onde está o erro da questão, daquilo arrependimento posterior. Se a questão tivesse parado aqui ela estaria certo. Por exemplo, ocorre a tentativa qualificada na desistência voluntária e não arrependimento eficaz. Qualquer até que está certo. O erro é que ele classificou também como arrependimento posterior. Então coloca o artigo quinze, recebe nomes como tentativa qualificada ou abandonada, mas na prática não é tentativa está uma próxima a Erechim esta questão zia gigante em dois em dezoito dois, dois mil e onze às vinte e um horas na cidade Shis João, que planejava detalhadamente toda a empreitada criminosa juntamente com Pedro, Jerônimo e Paulo, de forma livre, consciente, em unidade de desígnios, ou seja, eles combinaram. Então eles estão no artigo vinte e nove do Código Penal, que é de qualquer forma, concorreu para o crime, responde nas penas a isso combinado na medida de sua culpabilidade com o adolescente? José, Então eu tenho um menor envolvido menor não concorre no artigo vinte e nove, junto com os demais, que já havia sido processado por atos infracionais, decidiram subtrair para o grupo uma geladeira, um fogão, botijão de gás e um microondas pertencente a Lúcia. Aqui está a nossa vítima, que não estava em casa naquele momento, enquanto João e Pedro permaneceram na rua. Olha que legal aí. Agora a questão é lógico, a questão tem um sério, mas eu vou dar uma melhorada ela para vocês. Enquanto João e Pedro, João e Pedro permaneceram na rua, então, na prática, estão considerando aqui o João. Participe, Pedro, o particípio permaneceram na rua dando cobertura à ação criminosa. Paulo Jerônimo e José, que aí vão ser os autores do crime. Lembrando que José é menor, então a ele será imputado a medida de segurança. Ele não concorre com os demais, entraram na residência, tendo pulado um pequeno muro, utilizando grampos para abrir a porta da casa antes da subtração, Então não ocorreu ainda no momento da apreensão da coisa que hoje no Direito Penal, o momento da consumação da majoritária, o momento da morte, ou seja, no momento da apreensão da coisa, tem que pegar o objeto, então não tinha acontecido ainda então estavam nos atos preparatórios do crime. Eles prepararam, cogitaram, preparar setores, invadiram a residência da vítima, mas não tinha sido iniciado o ato de execução ainda da subtração. Então não existe o furto ainda. Jerônimo Arrependido evadiu se do local, chamou a polícia, então na prática para o Jerônimo ele já entra onde ele sugeriu ao imóvel. Puxam a linha. Ele entra no artigo quinze desistência voluntária arrependimento eficaz Ele vai responder só pelos atos já praticados que a invasão de domicílio. Ainda assim, Paulo José se apoderaram de todos os bens referidos mais Jerônimo desistiu antes, então Gerônimo sai do concurso de pessoas. Vai responder por a invasão de domicílios Demais. Vão responder por furto normalmente, com exceção do menor que a medida de segurança e fugiram antes da chegada da polícia. Dias depois, o grupo foi preso, mas os bens não foram encontrados. Na delegacia, verificou os que João Pedro e Paulo já haviam sido condenados. Isso não quer dizer nada pelo crime de estelionato, mas a sentença não havia transitado em julgado e que Jerônimo tinha sido condenado em sentença transitada em julgado de contravenção penal. Até que é só balela esta essa parte, aquela conversa fiada da questão a não precisava nem presta atenção nela. Com base na situação apresentada, julga o item seguinte Jerônimo, por ter desistido voluntariamente na execução do crime, responderá pelo crime de violação de domicílio e não pelo crime de furto. Certinho, olha só que é importante. Esse tipo de questão gigante serviu. Como eu fui matando, ela foi classificando o que eles foram fazendo, porque geralmente esse texto motivado, grande, do jeito que veio, ele não vem para uma questão que vem para várias questões na sequência lógica, porque não vão passar marcos imbuído de ânimos NEC Andy, que que é isso? Que a vontade de matar. Então ele está no artigo cento e vinte e um do Código Penal. Se ele tivesse ânimos furando, estaria no artigo. Cento e cinquenta e cinco, que aí é com o intuito claramente o objetivo de subtrair, disparou. Tiros de Revolver Ricardo por não ter recebido desse pagamento referente ao fornecimento de maconha como a correr o que era matar o outro, apesar de ferido gravemente, Ricardo sobreviveu, então não tenho uma tentativa de homicídio por parte do Marco Marco para chegar ao local onde Ricardo se encontrava. Foi conduzido em motocicleta por Rômulo, que sabia da intenção. Homicida do amigo, tem um concurso de pessoas. Eles, dois responde pelo crime de tentativa de homicídio juntos, embora desconhecer o motivo e concordava em ajudá lo. Ricardo foi atingido pelas costas enquanto caminhava pela via pública e marco rumo ao verem a vítima tombar fugiram supondo tê la matado. Houve desistência voluntária, pois os agentes fugiram do local. Perceberam que a vítima tombou no chão, sem disparar o tiro de misericórdia. Está errado, porque na desistência voluntária no arrependimento eficaz, principalmente na desistência voluntária, você tem que desistir porque você quer, ou seja, você não pode ter achado que matou a vítima, já que foi o caso deles. O caso de desistência voluntária, por exemplo, do último no carro e me arrependo na hora eu posso continuar E não quero falar com cara publicado de última besteira? Confins e aí eu não quero, prosseguiu para esse instituto de estreia. Mas ele foi feito para que o bandido conheça para que o criminoso conhece, Desista de prosseguindo, entenda isso responde pelos atos já praticados no caso concreto. É uma lesão corporal, Coloquei, mas nesse caso aí os caras queriam matar. Não conseguiram por circunstâncias alheias à vontade dele por eles acharam tocar. Estava morto. Por isso que não dar o tiro de misericórdia. Então a tentativa de homicídio e não desistência voluntária. Na próxima, configura se a desistência voluntária. Ainda que não tenha partido espontaneamente do agente. A ideia de abandonar o propósito criminoso com o resultado de deixar de prosseguir na execução do crime dá certinho a desistência voluntária. Ela precisa ser a desistência voluntária. Arrependimento eficaz. Ela precisa ser voluntário, mas não precisa ser espontâneo. Grande macete. Aceitar próximo no arrependimento eficaz. Ainda tô no artigo quinze. Quando a gente tem uma conduta ativa, que viagem é irrelevante. Que o agente proceda Victor Amore O fome da área conhece ou por motivo subalternos lingüísticos, desde que não tenha sido obstado por causas exteriores. Independente de sua vontade. Vão po