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Transcrição


você é que a gente vai trabalhar e vai trabalhar nos exercícios de direito penal, que é o segundo degrau da escadinha. A gente está bem acostumado que sem exercício, não gostou quando tem que ter conteúdo, bastante conteúdo. Tem que ter base para poder fazer exercício. Não só você imaginar. Você nunca teve contato com o direito penal. Como você vai fazer ensino direito? Não? Sem ter a base do conteúdo? Tem que ter depois dos exercícios que a gente vem aqui, explica. Conversa de uma forma dinâmica, rápida, bacana. A gente tem que fazer bastante simulado, que é importante a gente simular o tempo de prova momento de prova para gente simular várias matérias ao mesmo tempo no decorrer de um determinado prazo. Transferência bancária Fazer uma prova discursiva, então estuda para concurso. Tem um conjunto harmônico de sequências lógicas que a gente batendo devagar. A gente chega lá muito bem, então vou fazer o seguinte vão começar a bater a primeira questão Direito penal Controle para você, você para uma bateria que do bem cada bateria sobre a perspectiva de que você vai ser pai do mal, sobre a perspectiva da banca de jogo, mas para você mas a gente vai matar onde estão os detalhes menores esta não acompanha comigo também vão a questão da Cesp. Esta volta aqui foi a questão da CESP dois mil e quinze. Foi uma questão de relação de causalidade ou condição quando oito Valencia dos antecedentes causais ali começando a teoria do crime no treze e de seguinte com relação a causalidade, constitui elemento do tipo no direito penal foi adotado como regra no Código penal a teoria da causalidade adequada já tá errado da questão, também conhecido como teoria da equivalência dos antecedentes causais. A teoria do artigo treze Olha só como é que a questão é ela? Ela vem pegando a do artigo treze efetivamente, ela é a teoria do equivalente dos antecedentes causais, mas não foi utilizado para explicar a teoria da causalidade adequada. Não lá no artigo treze a teoria do Condit, o Sinn econômico ou equivalência dos antecedentes causais, ela é a relação de causalidade e não a causalidade adequada, então não tem nada a ver. Causalidade adequada com a teoria da equivalência dos antecedentes causa estão gravei Artigo treze é a teoria do Condit. O cinema quando um ou equivalência dos antecedentes causa e não da causalidade adequado errados. A questão na segunda, as causas ou com causas absolutamente independente e as causas relativamente independentes, constitui limitação ao alcance da teoria da equivalência das condições cara, a questão da. Apesar disso, a questão da certinha, mas ela está pesada, mas na prática, o que é importante para você aqui é saber que o artigo treze, parágrafo primeiro do Código Penal, trabalha somente as causas supervenientes relativamente independentes oquei. Então, na prática, a gente vai trabalhar muitas causas supervenientes relativamente independente. As causas absolutamente independente são as questões que vêm de mais alto graus. Aqui costuma cair mais para delegado, promotor, juiz, defensor, porque porque o artigo treze do parágrafo primeiro só veio prevê na causa superveniente relativamente independente? Daqui. A interpretação legal está no texto. As causas absolutamente foram criados pela doutrina e jurisprudência. Esta mãe, de qualquer forma, é uma limitação efetiva ao alcance da teoria da equivalência das condições. O que está certo? Tinha essa essa questão para a próxima Paulo, querendo matá Lúcia, Pai, eu tenho um autor, eu tenho. A vítima vem a jogá la da janela do apartamento do casal. A vítima na queda não venha a falecer, apesar de sofrer lesões graves, tendo caído na área do apartamento térreo do prédio. Naquele local vem a ser atacada por um cão raivoso que ele causa diversas outras lesões que foram a causa efetiva da morte. De acordo com o caso apresentado, Paulo deverá responder por tentativa de homicídio por força do surgimento de uma causa superveniente relativamente independente, que por si só causou o resultado. Essa questão está certinha olha que foi uma causa que veio depois uma causa superveniente relativamente independente e que por si só, com os resultados na prática funciona assim o que Paulo quis fazer. Esta olha só chega aqui. O que eu tenho, Paulo, eu tenho Lúcia, que tem o Paulo? Eu tenho Lúcia o que o Paulo que fazer, O Paulo quis matá los. Então eu tenho elementos objetivos a moldado no artigo cento e vinte e um do Código Penal. Que a tentativa que é o homicídio, A regra do Código Penal é ele sempre pergunta o que foi a morte, O que é que foi o resultado? O efetivo que gerou a morte? Nesse caso da questão? A morte não foi gerada pelo arremesso do Paulo, que fez pela luta pela janela. Quando ela batemos, voltava viva o que matou ela foi um cão raivoso, Então corre para não se opunham a gente por aquilo que ele queria e por aquilo que ele conseguiu fazer. Então Paulo queria matar se a moda no homicídio conseguiu matar, não tentativa de homicídio reduz de um terço a dois terços a pena. Então ele vai responder por tentativa de homicídio e não por homicídio consumado. Isso aí é basicamente a teoria da relação de causalidade do artigo treze que o Código Penal só provocada por aquilo que ele teria conseguido fazer. E as causas supervenientes relativamente independente, que foi aquelas causas que vieram depois por si só gerar o resultado, mas não tem o condão de tirar o crime do cargo. Ela vai responder por tentativa de homicídio, mas a morte foi gerado efetivamente pelo com o raivoso e ele não teve nada a ver com a soltura do convênio. Quando eu falo aqui relevância causal da omissão, estou falando do artigo treze, parágrafo segundo, do chamado agente garantidor ou dos crimes homicídios e próprios, que recebe o nome de impuro, espúrios ou comissivo, por omissão. Aí vem a questão a relação causal da ambição diz respeito tão somente aos crimes Municípios próprio. Deveria estar municípios impróprios aqui em face da relação causal objetivo preconizada pelo Código Penal. A rádio décimo está. O primeiro é feita porque encaixou rádio, recebeu o próprio segundo, que para você gravar, que é muito importante que pode vir em outras questões, é que os homicídios próprios, por exemplo, a omissão de socorro não existe. A relação de causalidade Artigo três não é aplicado. Então essa questão variadíssima para a próxima considera que Alfredo, logo depois de ter ingerido veneno com a intenção de suicidas se lembrando que a auto lesão não é punível, então se o cara tenta se matar, ele não pode de forma alguma responder pelo crime. Está tendo sido alvejado por disparo de arma de fogo desferido por Paulo, que desejava matá lo. Considera ainda que Alfredo tenha morrido em razão da ingestão de veneno nessa situação. O resultado morte não pode ser imputado a Paulo Olha que bacana, vamos de novo a questão. Ela era devido mais completa cara de sexy pmdb-, questão interpretativa em algum minutinho. Ela considera que Alfredo, logo depois de ter ingerido veneno com a intenção de suicidas, olha que logo depois, então estava vivo. Então, quando o Alfredo vai receber os tiros aqui ou está vivo, tenha sido alvejado por disparos de arma de fogo desferido por Paulo, que tinha intenção de matar. Considera ainda que Alfredo tenha morrido em razão da ingestão de veneno. Então que eu tenho aqui, Paulo queria matar, deu tiro quando bateu o tiro. Lá, o cara estava vivo, mas o que efetivamente matou foi o veneno. Então não tem uma causa superveniente, relativamente por que, por si só causou o resultado aqui. Então, na prática, eu vou ter aqui que o Paulo vai ser condenado por tentativa de homicídio e por que ele não gerou o resultado morte propriamente dita que resultou um resultado tentativa de morte. Ele só não conseguiu chegar à morte porque o outro evento alheios, a vontade dele, causou uma morte, que aí a gente entra no artigo catorze, inciso dois. Então essa questão aqui está certinha. O resultado morte não pode ser imputada. Paulo tinha que ser imputado a ele a tentativa de uma morte. Não Resultado Morte completo bom para próxima para os crimes Homicídio