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Direitos Humanos e Cidadaniavideo play button

Transcrição


pessoal. O conteúdo que nós vamos começar nesse momento é a afirmação histórica dos direitos humanos. Aqui nós temos que estudar história aqui. Nós precisamos analisar alguns alguns acontecimentos ao longo da história da nossa sociedade, Na nossa sociedade são relevantes que marcam a importância, marcam a tratativa da nossa matéria. Você estudou a característica da história da cidade e você sabe que nós vamos estudar também a parte das dimensões. Ou seja, você tem ideia, já comigo que os direitos humanos eles vão progredindo. Ele sofrem uma confluência aqui em razão de fatores históricos, por isso essa matéria se faz presente. Essa expressão afirmação histórica dos direitos humanos é um livro na verdade, do professor Fábio Konder Comparato. Ele estudou nos livros grandes, que têm mais oitocentos páginas, mais ou menos. Ele discute essa questão da afirmação histórica dos direitos humanos. O que eu vou fazer aqui com vocês é tirar a essência dessa obra dele, tirar lhe a parte. Mais aquilo que as bancas cobram bancas por Ventura possam cobrar. Eu coloquei isso aqui, não sete, oito. Os limites para que nós possamos aqui discutir os principais eventos e acontecimentos a partir desse momento ótimo Veja vem cá comigo na tela vem cá, comigo, na tela, a afirmação histórica Começamos a partir deste momento A primeira discussão aqui pessoal, que nós vamos fazer compreender o conceito de pessoa, está professor, que seria isso. Eu quero que você possa identificar rapidamente a ideia de que nós não falamos. Nós não temos como falar em direitos humanos sem pensar nas pessoas, porque os direitos humanos são voltados para outros humanos, a base, qualquer ideia. A partir do momento, nós temos que identificar em que momento histórico nós passamos a pensar nas pessoas. E quando que isso se torna destaque, quando que isso se torna? Quais são as teorias? Quais são os pensadores que destacam essa ideia de você pensar a pessoa? Por quê? Quando a sociedade surgiu lá, nos primórdios, pensou bem para trás na história, lá perto de Grécia, Antenas Veja é idêntico mesmo. A ideia era o seguinte nós tínhamos uma das sociedades voltadas para a metodologia para a mitologia, sociedades voltadas para a Igreja, muito voltada para o culto dos deuses. Ou seja, nós não nos preocupávamos com as pessoas. Nós nos preocupávamos com os deuses. Nós nos preocupávamos com a religião, o foco de análise, o foco do pensamento não era na pessoa propriamente tanto, é a pessoa que é o seguinte somente lá, com a parte relativa. Olha só. Somente lá, com a parte relativa à Grécia, Atenas, Grécia, Atenas, nós temos o seguinte a lei escrita. Nos temos surgimento das primeiras leis e dos costumes, e eles passam a ser considerados como fundamento para toda a sociedade. Ou seja, nós começamos a criar normas de condutas. Nós começamos a identificar práticas reiteradas na sociedade que são importantes práticas nas relações entre pessoas, ou seja, ela na Grécia, Atenas, que pela primeira vez a uma certa reflexão no que diz respeito à pessoa. Na sequência temos ali, pessoal, a questão da filosofia histórica. E basicamente, o que você tem que saber em relação à filosofia histórica, nós passamos a pensar tendo em vista a existência dessas normas desses costumes, nós possamos adjetivar essas normas e esses costumes pautados onde na igualdade essas normas devem prezar por estabelecer uma relação que busca a igualdade entre as pessoas, certo e vamos avançando. E aqui pessoal, o cristianismo, ele possui um papel, um papel essencial para a formação da matéria. Não estou dizendo para você que para que você estuda e direitos humanos, você precisa compreender a religião, você precisa ser cristão, você precisa ser católico. Você precisa estar atrelado a essas a esses ideais. Não o que eu estou dizendo o seguinte que nós tivemos aqui com o cristianismo uma preocupação, vejam só com a questão da igualdade. Nós tivemos uma grande preocupação com a ideia de respeitar o ser humano, de respeitar o outro. O cristianismo possui um papel fundamental no desenvolvimento dos direitos humanos, porque nós começamos a pensar o seguinte A criação de um modelo ético na criação de regras de conduta que estão pautadas no respeito à pessoa já é um indicativo de que a dignidade está por vir e que o surgimento dessa ideia dignidade. Com o surgimento dessa ideia, com dignidade, nós passamos a ter um conjunto de regras protetivas de direitos humanos, certo aí na sequência pessoal, vejam só aí na sequência, o que nós temos. Nós temos também como muito relevante aqui o desenvolvimento da filosofia kantiana para cante a igualdade novamente a igualdade, ela é da essência da pessoa, ou seja, no pensamento histórico, no pensamento cristão, nós temos a igualdade como um adjetivo. Ou seja, nós temos a pessoa e a igualdade como algo a ser buscado na relação entre essas pessoas. Para a filosofia de cante a igualdade venha antes, a igualdade constitui uma essência da própria pessoa. A própria pessoa deve pensar, deve agir como igualdade. Isso algo inato à Síria. Algo dela é um pensamento muito interessante. E a decorrência disso. Se nós considerarmos que a igualdade é da essência, vejam só, nós temos a dignidade, Uma ideia como algo que é inato, algo que é inerente as pessoas, vejam só a qualquer ideia, é o seguinte nós não podemos admitir, olha a reflexão que legal nós não podemos, Se as pessoas, se nós temos que considerar que a igualdade é um pressuposto, Nós não podemos admitir que uma pessoa viole direitos da outra que uma pessoa cria. Situações que abalem essa igualdade. Que crime diz que as distinções, discriminações, violações de direito. Portanto, o pessoal surge aqui A ideia de dignidade na filosofia kantiana edificante disse lhe dizer o seguinte que a dignidade não é uma característica. A dignidade é uma pressuposição da existência da pessoa. Ele fala que a dignidade constitui o que é um fim em si mesmo. Certo. Um fim em si mesmo. Ou seja, não é uma característica, não é um objetivo, não é algo a ser alcançado. Todas as pessoas pela simples existência humana possui ainda e aqui para registrar pessoal. Porque o professor Fábio fala disso na sua obra, nós temos também muito. É muito evidente aqui, no pensamento, a respeito da pessoa dentro dos o estudo da pessoa propriamente na filosofia marxista, sem afirmar se essa filosofia é correta, sem aqui você discutir efetivamente, se é um modelo modelo comunista, o modelo marxista é o correto, não, tal como nós fizemos lá no cristianismo, não interessa aqui, para fins do nosso estudo, qual a religião, qual o alinhamento que você tem em relação à alta ao posicionamento católico, O posicionamento cristão ao posicionamento religioso, Por assim dizer, o pensamento machista também é importante para os direitos humanos. Porque porque ele passa a discutir questões, não apenas a questão do Estado. Lá na defesa de direitos de primeira dimensão, os direitos de liberdade de direitos civis, os direitos políticos, nós passamos a discutir também questões relativas ao direitos aos direitos sociais. O que Marx diz que diz o seguinte que nós temos o capital grande opressor capital que vem esse impõe em relação às empresas e perdão em relação aos empregados em relação à classe trabalhadora e retira essa dignidade. Nós precisamos, portanto, de um estado que esteja preocupado com a defesa desses valores sociais. Ou seja, ele pressupõe aqui, segundo o pensamento, uma segundo o pensamento de Marx, que há uma inversão de valores, ou seja, o modelo capitalista torna operário uma coisa, um objeto do capital. Certo? Não estou discutindo, insisto com vocês. Nós não estamos discutindo aqui pessoal a questão de que se esse modelo, ele é o mais correto. Se esse modelo ele é ou não é o mais correto que eu quero que você entenda em relação a essa temática, é que o pensamento machista ele é realmente importante para a discussão do conceito de pessoa perfeito, pessoa excelente. Portanto, qualquer ideia não se discute. Pessoa passa se a pensar em inglês em costumes voltados para a relação entre essas pessoas. A partir daí, nós temos u