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Direitos Humanos e Cidadaniavideo play button

Transcrição


ma série de filosofias que são desenvolvidas para tratar da igualdade como uma característica dessa pessoa. Aí vem cante, diz o seguinte Olha essa, essa igualdade não é uma característica, é um pressuposto porque ela, ela é algo que é inerente à própria condição e se revela na dignidade da pessoa perfeito. Passou, Essa é a grande discussão. Eu quero, se você entender essa mensagem final, é o que importa para mim, é o que eu quero aqui, nessa parte, da afirmação histórica, no que diz respeito ao conceito. E agora o que nós vamos fazer? Nós vamos analisar várias etapas dessa afirmação histórica. Nós vamos identificar ao longo da evolução dos direitos humanos vários momentos históricos importantes que levam ao surgimento da nossa matéria legal. Mantenham o foco aqui e vem comigo. Parte bastante abstrata, bastante histórica, mas que você deve ficar atento. Olhem só as primeiras duas etapas, são as vendas importantes. Elas foram colocadas aqui mais para um registro propriamente não. Têm se cobrado em prova mais. A partir da Baixa Idade Média. Você tem que ficar antenado para compreender o conteúdo legal pessoal. Vejam só legal, pessoal, vejam só período artificial. A ideia seguinte Nós temos um pensamento filosófico centrado já no pensamento humano, aquilo a que eu falo que falei para vocês que um homem passa a ser o artificial. Ideia do surgimento quando se dá o surgimento, quando nós passamos a discutir o ser humano sem discutir o ser humano. Não há possibilidade de que passemos a falar de direitos humanos, certo? No reino de Davi, na democracia ateniense, na República Romana nós temos o que nós temos. Nós temos a ideia de que a sociedade ela estaria ou melhor, de que nós teríamos instituições políticas de certa forma subordinadas à lei e aqui veja, ela é subordinada à lei, por interesse de Deus, por razões democráticas ou por uma sociedade estruturada ou segmentada. Em cada um desses. Em cada um desses pontos nós temos uma realidade distinta. Nós temos uma forma própria de tratar a respeito a respeito disso, professor, vejam só veja só eu preciso minha ter imunizar isso Não, não precisa, pessoal, Pode só, para que você entenda que a primeiro, um pensamento voltado para as pessoas. Depois nós temos algumas normas ali e que essas normas buscam fundamentação, interesses divinos, interesses democráticos ou pela organização e pela organização da sociedade. Mas é para que você entenda que começou. Houve um ponto inicial, certo. Houve um ponto inicial em que nós passamos a refletir agora. Assim, na Idade Média, a pessoa que é importante, o que quer que nós estudamos lá na baixa Idade Média a Idade Média, ela surge a partir da formação dos feudos. Ela vem junto com o período filosófico do Iluminismo, que nós passamos a raciocinar. Nós possamos a pensar não apenas em questões religiosas, não apenas em questões divinas, mas nós passamos a colocar o homem como centro da discussão, ou seja, o período marcado pelo Iluminismo, pelo racionalismo. E aí pessoal, nós temos também a formação dos filtros. Essa é a parte mais forte da Idade média, chamada de Alta Idade Média, na Baixa Idade Média, quando nós temos a queda desses feudalismo. Porque porque nós chegamos à conclusão de que é necessário haver uma relação entre as pessoas um pouco mais expandida? Para além do limite territorial pequeno de cada um dos feudos, é necessário que haja uma relação entre. Começa a surgir a necessidade de uma relação entre esses outros filtros e chegamos a Baixa Idade Média com a Baixa Idade Média. O que acontece com a desse fragmentação desses feudos? Propriamente nós Temos o surgimento de governos de poderes e governos soberanos. Nasci os chamados governos absolutistas, ou seja, são governos absolutos que, a princípio, não encontraram nenhuma restrição, mas a sociedade, ela nota a necessidade que você imponha algum limite a esses governos, não é mesmo? E aqui na baixa idade média pessoal que nós temos primeira, pela primeira vez a necessidade de se impor limites ou de se assegurarem direitos de liberdade, temos a declaração das cortes das cortes de lesão de mil cento e oitenta e oito. E, claro, temos aqui a grande Magna carta. O que que a Magna Carta representa e é um documento fundamental de direitos humanos, Ela representa o que ela representa. A ideia de que o governo soberano, ele só é soberano porque a sociedade permite ele só isso é governo e representativo de toda uma comunidade. Porque a sociedade permite porque, no caso a classe burguesa permite que ele assim eu acho só que para ele exercer esse governo, ele deve respeitar uma série de direitos de liberdade, especialmente os direitos de propriedade que foram objeto aqui dessa magna carta de mil e duzentos e quinze que ela do João sem Terra não é mesmo? Veja qualquer ideia que esse rei João, sem terra ele não, ele não teria terras, as terras, as propriedades seriam dados das pessoas se é da burguesia e ele vai exercer o seu governo. Mais devem respeitar esse direito, devem respeitar esses direitos de liberdade. Portanto, aqui na Baixada de média, nós começamos a ter o quê? O que você tem que notar aqui algumas normas dizendo que nós temos que respeitar alguns direitos das pessoas perfeitas passou no caso de direitos de liberdade já no segundo momento nós chegamos aqui na época do século. Olhem só no século dezessete, Nós temos um marco do renascimento de ideais republicanos e democráticos. Ou seja, é uma série a uma certa revolta em relação a esses governos absolutistas. Ou seja, esses governos queriam se impor sem a observância de lei. Não deu certo porque? Porque ela necessário por lei era necessário restringir a atuação desses governos. Surgem ideais de que o governo do que o Estado é do povo, que é uma resposta pública que nós temos um Estado democrático, que nós não quadro unamos com o Estado autocrático, arbitrário. Certo? É isso que nós temos aqui no século dezessete, ou seja, mais ou menos ali, por volta de mil e seiscentos, até mil, mais ou menos no período de mil e seiscentos até mil e setecentos e aqui pessoas olhem só, nós temos a criação, um sentimento forte de liberdade. Nós temos também uma grande resistência aos governos absolutistas. Nessa época surge o habeas corpus. Veja uma ação voltada para a defesa da sua liberdade de ir e vir. Nós temos também subiu ótimo pessoal, Vejam, nós temos agora que justamente nesse momento, isso que é importante, por isso que você vai entender muito bem depois a parte das dimensões justamente quando há uma revolta da sociedade contra essas arbitrariedades estatais. Que, a o surgimento desses direitos humanos, que ao surgimento dos direitos humanos de primeira dimensão, direitos de liberdade, direitos civis e direitos políticos, legal e aí pessoa, nós vamos ter agora, já por volta de mil e setecentos, delimitado aqui dois eventos fundamentais para que nós tenhamos, olha só para que nós tenhamos para que nós tenhamos aqui uma maior expansão desses direitos. Por quê? Porque o seguinte só é importante deixar isso bem claro aqui para vocês que toda essa revolta ela não se dá para toda a sociedade. Ela não visa proteger todas as pessoas são direitos que são voltados para classes específicas, principalmente para as classes burguesas, para que eles eram proprietários para aqueles que tinham terras, vejam, mas é importante que de alguma forma comércio, depois, isso se espraia para as demais setores da sociedade, nós temos, portanto, pessoa aqui a independência americana. Nós temos também a Revolução Francesa e esses dois, dois eventos aqui. Revolução Francesa, Independência Americana são muitos importantes. São muito importantes, porque eles marcam de acordo com a doutrina, principalmente de acordo com o professor Fábio Konder Comparato, ou lembra que eu falei para vocês o nascimento dos direitos humanos. A consolidação vai se dar em mil e novecentos e quarenta e cinco porque em mil novecentos e quarenta e cinco, quando nós chegamos lá no final da Segunda Guerra Mundial. Mas o nascimento, o marco inicial está aqui da independência americana na Revolução francesa. Perfeito? Pessoa