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Transcrição


agora os detalhes de uma pesquisa que resultou numa importante descoberta sobre a história da humanidade. Durante as gravações e Israel, arqueólogos encontraram um pequeno objeto com uma inscrição. Ela confirma a existência de um personagem que o mundo só conhecia através da Bíblia. Uma descoberta pequena no tamanho, apenas um centímetro de diâmetro e nove milímetros de espessura. Uma gigante no significado é uma evidência de que a Bíblia tem seus fundamentos históricos reais, verdadeiros. Este é o selo de Ezequias. Análises comprovaram que o objeto tem cerca de dois mil e setecentos anos. Ele foi encontrado durante escavações no sítio arqueológico de Jerusalém, em Israel. Os pesquisadores trabalham há mais de trinta anos nas ruínas de hotel bairro no sul da cidade. Muito já foi revelado. Ainda é possível ver aqui restos de casas, praças locais para a oração, além de restos de muralhas com milhares de anos, o local exato onde os arqueólogos encontraram o selo. Essa estrutura foi construída pelo rei Salomão, mil anos antes de Cristo, que funcionava como um depósito real. Até a época de Isaquias eram guardados água em vinho. Serão colocados nessas áreas ainda intactas. O selo real funcionava como um carimbo que garantia ao rei a propriedade de bens de consumo tão preciosos naquela época, também conhecido como bola. Esse tipo de célula é usado para autenticar e lacrar documentos escritos em papiro ou pergaminho. Quando prontos, eram enrolados e amarrados com pequenas cordas. Só então eles recebiam a impressão do anel oficial. Outros exemplares de selos do Rei Ezequias já eram conhecidos, mas haviam surgido no mercado negro de antiguidades sem que ninguém soubesse a procedência. O achado confirma a existência de um dos reis mais antigos e famosos da história. Marcelo traz a seguinte inscrição em hebraico antigo pertencente à Ezequias, filho de Acácio Ajudar na época em que as equipes viveu parte do território onde hoje está Israel era dividido entre o reino de Judá ao sul, e o Reino de Israel ao norte. O Livro de Reis A Bíblia conta que no terceiro ano, José, filho de La Red Israel começou a reinar. Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá, arqueóloga Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, foi a responsável pelas escavações. Ela explica que o fato do selo ter sido encontrado no sítio arqueológico garante a autenticidade e fortalece a tese de que o objeto é o mais próximo que podemos chegar de algo que esteve nas mãos do próprio Rei. Ela conta que quando viu pela primeira vez o selo que sentiu uma enorme responsabilidade e um privilégio que foi melhor até do que achar uma joia, ela explica se tivessem encontrado uma coroa ou outro objeto usado por um rei, nunca saberiam a quem de fato pertenciam, pois as jóias não trazem nomes. Já um selo é uma assinatura na própria Bíblia, menos especialista em ciência da religião completa. Esta é mais uma comprovação arqueológica dos fatos narrados na Bíblia, existindo sendo, alia a inscrição do nome do rio. Quis inclusive com sua paternidade na sua filiação. Tudo isso é um registro histórico de que aquilo realmente existiu. É um grande significado para a história, um grande significado para a teologia, um grande significado. Arqueologia O reinado de Isaquias durou vinte e nove anos, entre os séculos oito e sete. Antes de Cristo, ele ajudou a purificar o Templo de Salomão, que havia sido profanado pelos antecessores. Ezequias reorganizou os cultos e mandou destruir os altares dedicados à adoração de ídolos. Para garantir mais segurança, Ezequias foi além, expandiu a cidade, além dos muros que a cercavam e criou um outro bairro troféu, exatamente o local onde o selo foi encontrado pelos arqueólogos há décadas que o Rei Ezequias é um personagem presente na história da família. Dessa pesquisadora foi o avô dela, o arqueólogo Benjamin Mazar, o responsável pela descoberta do bairro de hotel em mil novecentos e oitenta e seis Aut Lyonne. Ela lembra que, além de um homem de festa, Ezequias era também um estrategista. Ela conta que ele foi habilidoso em usar a sua fé no Deus de Israel para reunificar as tribos da região, que naquela época lutava contra o domínio dos assírios, o povo de origem babilônica, que controlava o cenário político da região. Coisas aqui as quem expulsou o povo sírio declarou. A independência de ajudar um dos momentos mais marcantes na vida do rei Ezequias aconteceu aqui nessa caverna, e até bem pouco tempo atrás, era apenas uma história bíblica, sem comprovação. Há quase três mil anos, Jerusalém, capital do reino de Judá, estava sob ataque dos assírios para garantir o abastecimento e proteger a cidade. O rei Ezequias mandou escavar esse túnel, que também servia como rota de fuga. Nós estamos na parte seca mas daqui para frente são mais de quinhentos metros dentro da montanha, com água até os joelhos. Esta é considerada uma das obras de engenharia mais impressionantes da antiguidade. O túnel foi escavado por dois grupos ao mesmo tempo, um de cada lado. As curvas do caminho foram feitas estrategicamente para criar pontos de encontro. O chão recebeu um pavimento, que é visto até hoje ao final, numa das paredes, uma inscrição de quase três mil anos relata informações da escavação do turno. Encontrar provas arqueológicas da existência dos reis de Judá com o selo de Ezequias é uma missão que muita se esgota. Os arqueólogos estão certos de que ainda há muito mais.