Logo Passei Direto

A maior rede de estudos do Brasil

Aula 01 1video play button

Transcrição


Bom dia, Boa tarde, Boa Noite! Quem sabe Boa madrugada, seja muito bem vindo, seja muito bem vinda a nossa aula de direito penal para você futuro futura, se Deus quiser ele a querer agente da Polícia Federal Bom, na aula de hoje iremos trabalhar um assunto denominado Concurso de Pessoas. Teremos, como já anunciado no bloco de apresentação, três blocos teóricos, sendo o quarto bloco destinado a resolução de questões da teoria trabalhada nos blocos teóricos. Isso então olha só concurso de pessoas. Concurso de pessoas é um tema que se a depender do seu caminhar na matéria, você pode achar que é simples pelo simples fato de que temos apenas três artigos no Código Penal que versam sobre esse assunto. No Código Penal nós temos o artigo os artigos vinte e nove com seus dois parágrafos, primeiro, segundo o artigo trinta e artigo trinta e um somente três dispositivos, Porém a relevância doutrinária deste assunto é enorme, Então nós temos uma carga doutrinária muito grande com relação ao tema do concurso de pessoas. Por este motivo, vamos nesses três blocos teóricos procurar ser o mais abrangente possível, claro, dentro do nível que precisamos para este vindouro concurso, então vamos começar primeiro Queria que você já conferiu a redação do artigo vinte e nove do Código Penal, que diz, de qualquer modo, concorre para o crime, incidir nas penas a este combinadas na medida de sua habilidade. Essa é a redação do artigo vinte e nove, então a ideia central do concurso de pessoas duas ou mais pessoas que praticam determinada a infração penal. A ideia central é, então, dentro do tema, da classificação doutrinária dos crimes no que tange à quantidade de sujeitos ativos. Nós temos infrações penais que chamamos de infrações penais, une subjetivas. E o que são infrações penais? Eunice Objetivas são aquelas em que se pode ter a prática sozinha. Você pode praticar e sozinho, junto com mais alguém, se pode praticar a infração sozinho ou em concurso com outras pessoas lá do outro. Nós temos as infrações penais chamadas de pluri subjetivas. Essas infrações, elas não podem ser praticados por alguém sozinho. O próprio tipo penal já exige uma pluralidade de sujeitos ativos para que se possa falar na prática dessa determinada infração. A título de exemplo, o crime de homicídio é um exemplo de crime, um único objetivo, porque você pode praticar homicídio sozinho, mas você também pode em concurso, então seria um crime muito subjetivo. Agora, a associação criminosa artigo dos reis trinta e oito do Código Penal é um crime Por esse objetivo, não tem como você praticar a associação criminosa sozinho, porque o tipo penal reclama, exige que, no mínimo, tenhamos três pessoas associarem três ou mais pessoas para cometimento de crimes. Então, associação criminosa, assim como todos os crimes associativos, a exemplo da associação para o tráfico, a exemplo de organização criminosa são crimes pluri subjetivos. Tudo bem, é o seguinte da simples leitura que eu pedi para você fazer do artigo vinte e nove de que eu recitei ele para você vem para cá. Olha só o que você precisa saber dentro deste artigo? Quem, de qualquer modo o que é que a lei, que dizer com de qualquer modo, como autor ou como o artista concorrem, o que se quer dizer com concorrer Requisitos para que haja concurso de pessoas para o crime incidir nas penas este consequência de quando a concurso de pessoas identidade de infração penal identidade de infração penal combinada na medida de sua culpabilidade, cada um seja autor ou partido, terá direito a uma própria dosimetria a uma pena individualizada. Esta pena pode ser igual pode, mas também pode ser diferente. Então veja o quanto o que você precisa saber da simples leitura do artigo vinte e nove, Então veja quem, de qualquer modo, como autor ou como partícipe, então veja. Quando se fala em concurso de pessoas, nós vamos ter, como já dito, duas ou mais pessoas concorrendo para a prática de um crime. E essas pessoas, elas podem estar em coautoria, poderão ser partícipes da conduta determinado autor, então concurso de pessoas e é muito importante que você frise isso com o curso de pessoas é um gênero deste gênero, decorrem duas espécies. Você pode agir em concurso de pessoas sendo coautor ou sendo partir, observe. É indubitável. É indubitável que sempre que temos um crime, este crime foi praticado por um autor, não existe crime sem autoria, pelo menos a título para que haja responsabilidade penal. Então por este crime praticado por este autor pode estar junto com este autor, sendo autor também caso em que haverá com autoria dois autores praticando um crime. Surge a coautoria ou você pode ser participe. Participe da conduta deste autor. Nós temos um crime praticado por duas pessoas. Só que nesse segundo exemplo, um é autor e o outro é participe. Tudo bem tranquilo. Aí vem para cá. Olha só analisado que se precisa saber sobre o artigo. Vinte e nove. A gente vem agora para saber quais são os requisitos para que se haja concurso de pessoas, quais são estes requisitos? Primeiramente, o requisito mais óbvio de todos a pluralidade de sujeitos ativos. Ora, se eu falo em concurso de pessoas eu tenho mais de uma pessoa o primeiro requisito é muito óbvio pluralidade, sujeitos ativos. O segundo requisito é o da relevância causal das condutas. A gente precisa explicar aqui, fazendo um link com o artigo treze do Código Penal. O artigo três do Código Penal diz O resultado de que depende a existência do crime somente é imputável a quem lhe deu causa. Então o resultado de determinado crime só pode ser imputável a título de autoria. O altitude, participação a quem tiver contribuído de alguma forma para, com a eclosão, para com a ocorrência daquele resultado. Então, todos que estão indo em direção, determinado, resultado para que se fale que eles estão em concurso de pessoas, tem que haver o que se chama de relevância causal das condutas. Observe, digamos que eu resolvo mata o mesmo E aí o meu amigo Paulo resolve se juntar a mim. Vamos juntos, eu e Paulo e juntos, matamos meu irmão, eu dou a facada. Ele dá outra facada. Eu fui autor de um crime de homicídio. Ele também foi autor de um crime de homicídio. Nós temos aqui um crime de homicídio praticado por duas pessoas. Essas duas pessoas, eu e Paulo Estamos em com autoria porque ambos fomos autores, tudo bem. A participação de Paulo, a participação não a conduta de Paulo, que foi autor, teve relevância causal para com a eclosão do resultado, morte do irmão teve uma das facadas que levaram à morte do meu irmão. Foi de Foi de Paulo. Tudo bem. Agora só digamos aqui eu chegue para Paulo e dia Paulo, vou matar o meu irmão. Eu já estou decidido, então não adianta. Você deve tentar demovê lo da ideia. Estou disse. Eu vou fazer isso. A única coisa que eu quero saber, você, Paulo, Se você pode me emprestar a sua arma, você pode fazer isso. Paulo E eu não tenho uma arma, mas eles não se podem prestar a sua faca Paulo pelo tema de fogo e uma faca. Onde está sua faca. Paulo diz ataque à faca. Eu pegar fato. Vão morar matar o irmão. Observe que Paulo emprestou a faca Mim, ciente de que eu iria usar a faca para matar o irmão do meio, Paulo. Ele prestou uma conduta de ao filho para que eu matasse o irmão. Eu, matando meu irmão ou tentando matar meu irmão Paulo. Será o que participe dessa minha conduta esse meu crime. Só que aí, digamos que aguarda a faca da vida. E no outro dia o acordo vai de encontro ao irmão. Vejo, afirmou. Dorme na cama. Eu vou isso foco. Ele contrata. Veja Dilma, Temer Não Sufocado Travesseiro Eu sou autor do crime de homicídio, concorda comigo, tudo bem e Paulo? Veja. Paulo prestou conduzido ao filho. Seria participe, porém ele seria participe. Se eu tivesse usado a fábrica, emprestou? Se eu não usar a faca Selma Termos focado travesseiro. Então a conduta de Paulo empresta a faca, não teve o que relevância causam e sem relevância causal. Não tem como haver concurso, pessoas ao militar que no exemplo que eu dei eu não disse que Paulo reduziu ou investigou porque se ele tivesse investigado, emprestado da faca, eu matasse mesmo com o travessei