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Espaço de Liberdade - Estação 2video play button

Transcrição


espaço para a gente se liberta desses posicionamentos. Tem uma vida mais plena a gente se libertar um pouco dos nossos membros. E aí, nesse espaço, liberdade a gente pode cultivar várias sementes? Mariano Eu pergunto para vocês que é um raciocínio que eu sempre faço. Se perguntar para qualquer pessoa na rua, e fala se encalharam o que é preciso para ter uma boa saúde física. Invariavelmente as pessoas vão responder coisas do tipo boca. O que fazer exercício físico, comer bem, porque tem que comer bem. Tem que descansar aí a parada seguinte Caso o cultivo dessas sementes, atividade física, sono, alimentação, hidratação e setenta e sete, eu vou ter como sintoma ou colheita um bem estar físico. A pergunta reversa, o que eu deveria cultivar para ter um bem estar mental, emocional para ter mais liberdade para o tema? Liberdade de escolha Para que eu tome as minhas decisões, menos no piloto automático, menos nos meus hábitos mentais condicionados esteja mais livre para seguir o meu caminho. E aí o espaço de liberdade que traz essas respostas. Então, no espaço de liberdade a gente vai ver temas sementes incríveis, a gente vai trazer primeiro, uma grande semente a semente não dá atenção plena do mãe A potência que é a meditação, não. Essa meditação, que a gente é muito mal informado sobre a meditação, o espírito original dela que se familiarizar com o nosso mundo interno e cultivavam a semente. A gente vive. Ganhará um jogo que a gente está sempre jogando, que é quem está tomando as minhas decisões. É o meu cérebro mais atrás, então meu cérebro emocional que reage rapidamente, intuitivamente, é muito preocupado com a ameaça. É o meu cérebro mais executivo e a mais sábio, que usa as emoções para modificar as suas mensagens e a partir daí tomar boas decisões. Então, essa primeira semente da atenção plena é quase que a chave de ignição é o fundamento do espaço liberdade, isso é treinado, aí a gente vai trazer temas hora da nossa fisiologia, a força e a potência da respiração, não essa respiração de páscoa que as pessoas falam por aí. Mas a gente passar a dominar sutilmente esse fenômeno que é absurdo e divisor de águas na nossa felicidade. A respiração pessoa um único fenômeno que é voluntária, involuntária. Ao mesmo tempo, por causa dessa natureza, uma brutal com relação que nosso bem estar, o nosso senso de liberdade, em relações, nossas emoções. Então vamos lá, atenção plena respiração. O que a gente chama que de Metacognição que tem esse nome pomposo, mas nada mais é do que trazer o discernimento para a nossa tomada de decisão. Treinar o controle do impulso, controlar essa essa coisa que a gente foz de localmente no desconforto, ou seja, o treino da atenção e o treino do controle do impulso, eles são muito poderosos para levar o jogo para o cérebro executivo quando do controle do impulso. Eu não é reprimir os meus desejos, mas eu segurar a onda dos meus desejos, porque seu segurar aquele meu desejo vou ganhar uma coisa muito melhor na frente é diferente de reprimir. Ninguém aqui é a favor de recriminada. A repressão só atrapalha, mas controlar o impulso é importante para caramba. E o controle do impulso está na base da disciplina. Disciplina, estão na base de muitas das nossas realizações. Está na base da nossa felicidade. Depois a gente traz a mensagem das virtudes, do coração, o que esses contemplativos incríveis que o mundo oriental vem trazendo para a gente e a moderna se comeu cardiologia vem trazendo é que quando a gente traz para a nossa vida, no dia a dia, temas como compaixão e aceitação, gratidão, perdão, não julgamento, alegria pelo sucesso dos outros, tudo isso para a felicidade própria, forma se ganhará um espaço de liberdade, A gente treina essas paradas não de forma como uma receita de bolo. E vai lá e faz três flexões de gratidão. Não é isso. A gente examina isso com mais profundidade e estar. Será que se realmente eu trouxe a gratidão para minha vida? E isso causa de felicidade? Fosse a causa de performances? Uma coisa que fazendo parentes que todo mundo fala, para a gente é o medo de que seu trouxer compaixão de mais para minha vida. Eu vou ficar fofo de mais bons, índio mais! E pode ser que as pessoas se aproveitem de mim, eu perco, apegado ao per capita fones! Com o tempo que a gente vai ver, nada pode ser mais diferente da realidade do que esses temas das virtudes do coração. Chegaram o peso das nossas costas, do brutal medo de perder, de falhar, que todos nós carregamos de não corresponder às expectativas. Já pensou em tirar setenta quilos nas costas, o medo de não corresponder medos. Falhar menos não pertencer, quanto valia quanto vale tirar trinta quilos das costas relacionados a isso, fica mais leve, tem uma autoestima mais sólida baseada na autocompaixão e menos dependente da opinião dos outros treinos. Explicar as situações de forma positiva e construtiva, ou de forma pessimista e destrutiva tem de novo, não é não aceitar a realidade. Pensar com mais liberdade sobre os anos mais construtivos das situações, ainda no espaço. Liberdade a gente vai ter os nossos valores que examina os nossos valores. Os valores guiam a nossa vida, os valores, define os nossos princípios. E a gente só vai poder falar de propósito, É o meu propósito tão em voga hoje se a gente aquecer, se a gente ver com liberdade, para falar de propósito e o proposto nada mais é do que uma expressão dos nossos princípios e dos nossos valores, ou seja, o que a gente realmente valoriza e seria incrível que o que realmente nós valores assim fosse causa de felicidade. E aí no espaço dois eu tenho isso, eu tenho essa liberdade. Zinho respira um pouco mais do meu modelo condicionado. Imagina uma pessoa que vive na gaiola da necessidade exagerada de aprovação e reconhecimento. Caramba, essa pessoa, ela vive sobressaltada porque é como se o mundo dela só fizesse sentido se ela fosse aprovado reconhecida. Imagina se essa pessoa tem um pouquinho de liberdade em relação aos na hora em que a gente ganha um pouquinho de liberdade em relação aos nossos modelos condicionados? A gente vai para o estágio três Estação treze. Quem eu quero me tornar?