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Renascimento Urbano - Idade Média - Baixa Idade Médiavideo play button

Transcrição


a gente vai ter o renascimento urbano acontecendo. Porque o renascimento urbano vai acontecer porque essas relações comerciais aqui vão acontecendo e vão determinando algumas alguma. Algumas relações. Um sonho de cidade digital do comércio. Vamos fortalecendo o comércio, as cidades vão, vão se formando, vão se fortalecendo. E aí eu preciso pensar como que eu vou viver dentro da cidade, porque aqui o crescimento populacional a gente começa a formar pequenos. Burgos as cidades, primeiro na Itália, vamos juntando, fazendo comércio feiras. E aí as coisas vão se tornando cada vez mais dinâmicas até que a cidade se consolidam. E quando a cidade se consolidam, a gente vai olhar para essas cidades e vai pensar como que ela vai funcionar dentro dela. Primeira coisa que não precisam aprender. A burguesia se chama burguesia porque mora dentro do burgo. E o que significa morar dentro do burgo Amora, havendo esse muro então dá uma olhada aqui ou eu tenho esse grande muro que cerca todo esse espaço sacou então isso daqui a um burgo. Quem ao burguês é o cara que está morando aí dentro. É o cara que está vivendo aí dentro esses burgueses que moram dentro do burgo são artesão que são comerciantes. Eles são as duas coisas está ou faz comércio ou produz alguma coisa para ser vendido. O interessante é que com o passar do tempo, o Hamburgo começa a ficar muito muito grande. Começa a ficar muito rico, começa a ficar mais poderoso e todo mundo que é grande que é rico e poderoso, vai querer o quê? Liberdade. Sei que a proteção quanto está aprendendo a dirigir depois que aprendeu a dirigir, se não quer mais são parte do Plano Safra que se dirige muito rápido ou devagar e sem demora para trocar mais. Não é isso, segue sequer enquanto está aprendendo quando ser frágil, quando se num domingo alguma coisa que aprendessem alguém solar depois, porque se cresceu for fala, agora deixa que eu vou então os burgos. Eles começam até perto do castelo normalmente, porque perto do castelo votou perto do seu feudal seu feudal que ponha ordem em todo o mundo. Só que a partir do momento que o burgo cresceu, que a burguesia está rica esta poderosa, ela vai olhar europeu da fala, agora entendeu então a burguesia usa a burguesia, usa o senhor feudal da mesma maneira que a burguesia vai usar o Estado é o rei. A burguesia vai brigar com o senhor feudal, vai apoiar o rei da e apoio. O rei da burguesia fica forte demais para o rei e a ela bate no rei. Ela faz a república dela, fica forte demais, ela vai dizer agora não quero nem mais da República. Quer que não exista mais nada? Quero ser livre. Eu quero mandar sozinho. Quero fazer o meu natal da não intervenção do Estado na economia. Não é esse o estado mínimo a ses papo furado que as pessoas falam. Então qual que é a questão? O movimento comunal é um movimento das cidades que vão ficando mais fortes, vão ficando mais poderosas e vão buscando cada vez mais autonomia, buscando cada vez mais independentes esse que é o movimento, como não esse que é o objetivo do movimento, Como não esta conseguir a separação das comunas, ou seja, desses desses dessas dessas desses burgos em relação ao senhor feudal, mas porque a cidade começa dentro de um filme que não tem para onde correr? Tudo pertencia a alguém ou pertence à igreja ou hipertensão nobre? Então não tem como que nem hoje a saída eu tenho Campinas é o setenta e um setenta você falar, eu vou sair daqui, vou vou, vou morar num outro lugar, vou pegar a cem famílias que eu conheci. Vamos fundar uma nova cidade, uma terra. Acho que a terra possa estabelecer cem famílias e ninguém reclama. Não tem, pertenceu ao estado ou a propriedade privada chama invasão da proposta. E lá na na Idade Média, não é invasão, porque não tem estado, mas tem um nobre que vai falar com a terra. Minha Igreja fala essa terra mim, eu tenho um reino, até alguém, alguém, essa terra pertence e aí a cidade para pagar imposto menos impostos do que um servo, mas precisa pagar imposto para esse nome. Então a cidade vai chegar aos habitantes da cidade, vão chegar no movimento como nao vão olhar na cara na cara do nobre e vão falar o seguinte ordem Voto um preço velho moto, um preço que a gente está se separando. Informar uma comuna e que é uma comuna, é uma cidade independente. É uma cidade separada, isso é uma comuna, então vão comprar a independência ou vão chegar no rei ou num outro nobre? E vão falar eu te pago tanto debate naquele nobre ali em fala para ele que essa cidade aqui é uma cidade livre que não pertence aí. Então o movimento como nao busca as cartas de franquia que são as cartas de franquia, são documentos que atestam a autonomia da cidade. Então a cidade autônoma é uma comuna, não deve nada para ninguém, vai ser administrar sozinha, não vai pagar imposto, não vai nada para ninguém. Então isso que é a carta de franquias como que eu consigo ou eu pago uma indenização. O meu nobre seria aceitar a indenização ou simplesmente bater nele até aceitar, acontece na cidade perder evento. Ela perde agora, mas ela ganha daqui a pouco, entendeu então a perde essa, mas acabou como contrato outro nome e eventualmente a cidade vai se separar. Esses nomes vai passar aperto em feira e normalmente a um país. As cidades, a Itália, o último país a se formar na Europa Alemanha, o último país a se formar na Europa. Mas antes disso você tem reinos que vão se formando o Reino dos Francos, o Reino dos Burgo Mundos O reino, O Reino da Toscana No caso da Itália, o Reino da Baviera no caso do que virá a ser a República Tcheca. Então a gente tem diversos lugares, diversos reinos na Europa que vão até a cidade, mas daí a cidade pagam impostos por morrer. Vital negocia, é outra história. Então o renascimento urbano dentro da cidade eu tenho as dívidas, que são as associações dos mercadores. Então a vida ela, ela também ajuda o mercador aguda como ela vai dizer, qual que é o preço? Ela vai dizer qualquer os juros? Ela vai dizer prazo de pagamento que vai determinar e as relações vai, vai, vai formar blocos. Eu tenho, além disso, as corporações de ofício, que são as associações dos artesãos que que é um ofício o pintor, marceneiro, serralheiro, o ferreiro. Esses são os ofícios. Os oficiais, as corporações de ofício também vão determinar quem é mestre, quem é oficial e quem apreendidos em cada ofício, mais ou menos qualquer o preço de cada coisa. Então, quando costuma luva e quando alguém encomendar uma luva, que tem uma luva padrão, qualquer quantidade de qualquer tipo de tecido, de uma luva padrão, qualquer o calibre da linha que vai costurar essa luva, qualquer distância entre os nós, dessa luva qualquer. A pressão nos nossos dessa luva entende quanto as especificações a gente precisa fazer. Então a gente começa a organizar. A gente começa a padronizar o trabalho dentro da corporação de ofício, por meio da corporação de ofício. Então essa que é a nossa ideia principal, com a corporação de ofício e isso gera grupos de comerciantes, grupos de artesãos absolutamente poderosos. E a gente vê Romeu e Julieta, que é um grande exemplo. Romeu Julieta Shakespeare usa na tribuna na versão original dele inglesa e ele chama de aos gols. Ele apresenta os Montecchio e Os Capuleto como dois mil aos roubos, ou seja, duas casas casas de comerciantes são duas corporações. São duas corporações de comerciantes que vão brigar pelo poder de uma determinada cidade. Isso chega lá no século dezesseis. Começa no século treze, começa no século treze, vai chegar lá no século dezesseis, Quando chega, vai escrever também. Então essa é uma realidade, uma situação que a gente vai enfrentá la aqui na Europa, neste momento tem o trabalho assalariado. Mas agora não tem se que é um trabalho assalariado apenas. Eu tenho trabalho assalariado, convivendo com o trabalho. Serviu com, convivendo com um pouquinho de escravo, especialmente na região mais ao Sul. Ali eu tenho um pouquinho de escravo convivendo com servidão, tem por área. Eu tenho um monte de formas de trabalho assalariado. O melhor momento de formas de trabalho, além do trabalho assalariado, que está surgindo, tudo bem. Então