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Renascimento comercial - Idade Médiavideo play button

Transcrição


Agora, o renascimento comercial significa o seguinte aquelas cidades italianas la da aquelas cidades italianas, lá se beneficiaram da cor das cruzadas. Essas cidades italianas vão aproveitar as rotas de comércio que ligam o continente europeu em São cidades que já existem. Agora, entre essas cidades a gente começa estabelecer rotas comerciais. Então eu tenho muitas rotas comerciais de muitas cidades e no cruzamento dessas rotas a gente começa a fazer algumas feiras, porque é uma feira, porque eu monto a linha um espaço numa época do ano, para depender. De repente vender uma determinada mercadoria ou a feira acaba sendo permanente. Muitas vezes, então isso gera um pequeno aglomerado. Então a feira de champanhe de Flandres nega. Aliás, Flandres, uma cidade de uma região importantíssima naquilo que a gente morre de Bélgica nessas feiras, a coisa começa a acontecer. As cidades começam a se formar porque começa a formar a cidade. Bom, por forma a cidade que eu vou ter uma taverna, eu vou ter artesãos. Eu vou ter comerciantes. Eu vou precisar de um estábulo. Eu vou precisar de uma hospedagem. Então bombas eu tenho através não tem um estábulo, tem hospedagem. Eu tenho o artesão eu tenho o comerciante, eu vai chegar um padre ali para cobrar impostos, saber toda não vai chegar. Um padre vai montar uma paróquia. Na medida que montou, um padre, uma paróquia, essa paróquia se estabeleceu ali. Entendeu? Essa paróquia se estabeleceu e agora tá ali. Ela está organizando, está moralizando essa vida. Porque, se o padre demora muito, chegou próximo Junto. Então, é preciso da presença da Igreja para moralizar, para cobrar impostos, para fiscalizar o que está acontecendo. E até a Igreja não gosta muito dessa ideia do comércio. Começa acontecendo porque a volta para o seu povo, não posso, vai ali cultivar, não posso. Então, o que sobra o comércio. Então, não tem muito como igreja gostar ou não, porque ninguém perguntou isso faz fome. Então, essa vida vai se organizando nesses centros urbanos, que vão usando cada vez mais moeda. Quer dizer, a gente tinha matado a moeda, porque a gente morava num feudo, ou a gente morava numa fazenda e aí a gente não precisava, porque a gente planta, produz, no máximo troca o negócio aqui outro, mas a gente produzia noventa. Quando quase cem por cento daquilo que a gente consumir, essa cria uma ovelha faz roupa ser plantava batatas e come batata. Cê vai lá no bosque e mato enviado e como enviado. E isso disso Agora. A partir do momento que eu tenho a cidade, um núcleo mais urbano, não dá brincando. Imagina se eu tivesse que pagar minhas contas, convencer a CBF, por exemplo, que a PRF ele é a empresa que transmite, que transmite eletricidade. Aqui em Campinas uma aula de história para não alguma história, Ciências, conversas vão aprender para cacete, vão entrar no vestibular? Não vou prestar vestibular legal, mesmo assim é bom. Vai? Então não dá. Então, o que todo mundo aceita, dinheiro? Você pega uma mercadoria de troca padrão chamada dinheiro. E bota esse dinheiro para circular. Então, alguém dinheiro dando aula de história, outro meio de dinheiro de outro jeito, a minha vida. E aí a gente troca o dinheiro que todo mundo quer, o que é útil para todo mundo. Então retomada da moeda, retomada também da atividade de crédito aqui o banqueiro, então se começa a olhar a moeda, se começa a pegar dinheiro emprestado, servem de dinheiro, compra dinheiro. Que seus uma letra de câmbio. É uma letra de campo que é como se fosse um cheque ao negócio ao portador. Então quem está levando aquela letra de câmbio está levando o dinheiro. Então essa situação que a gente tem dentro do dentro de uma cidade, a atividade de crédito, atividade bancária no século doze, a gente já começa a fazer as ligas ou a dança é isso, são associações de comerciantes. Então, os comerciantes já começam a se organizar a hora que interessante? Porque o comerciante começa a se organizar porque eu vou montar uma liga que no Mar do Norte não liga hã seat ICA, que é o seguinte que nós vamos fazer comércio entre nós. Essas cidades que compõe essa liga vão circular suas mercadorias, entre elas uma maneira mais barata, mais eficiente, então se apega dance. Glimpse, viste, Hamburgo, Amesterdã com está todo mundo aqui na Liga do Mar do Norte Colônia com Dortmund Amisterdan Hamburgo La Presse, sigla na frente, Viste lado do outro lado Moscou e a isso é pegar essas cidades aqui e aí. Por outro lado, há quem você vai fazer a liga A Liga Ran Seat, amiga do Mar do Norte e aqui a Liga Catalã na Liga Catalana com Sevilla, Valencia, Montpellier, Tunis, Barcelona Marselha. Esses caras aqui também, a Liga Genovesa lá na outra ponta, ou a Liga de Champanhe enfim vai fazendo as ligas. Aí, as cidades vão se organizando para vender. Posso entender isso como se fosse vira, porque não é um pré bloco econômico. É o precursor do bloco econômico. Entre isso aqui e o bloco econômico, a gente forma o país entre isso e o bloco econômico, informa o país. Mas o objetivo é o mesmo. Você agrega um conjunto de cidades que vão simplificar o comércio. Entre elas. Vão simplificar as relações entre elas. Então é isso aí Dentro dessas cidades a gente vai começar a ter algumas organizações também de trabalhadores e tal. Mas primeiro vamos ver como é que funciona o renascimento urbano. Primeiro, precisa falar mais da cidade para depois olhar para dentro dela.