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Reformas urbanas de Pereira Passosvideo play button

Transcrição


Pereira Passos nasceu em vinte e nove de agosto de mil e Novecentos e trinta e seis. Foi criado em uma fazenda de café em São João do Princípio é uma província do Rio de Janeiro. Era uma das propriedades do pai dele, o barão de Mangaratiba. Em março de mil oitocentos e cinquenta e dois passos entrou na escola Militar. Saem do bacharel em Ciências Físicas e Matemáticas em oitocentos e cinquenta e seis, e o acréscimo do título de engenheiro civil em mil oitocentos e cinquenta e sete. Como muitos filhos de Barão Pereira Passos foi nomeado diplomata enviado a Paris em função diplomática. Por lá cursou a recolha. Depois de fazer que a nossa escola Oliveira Civil fez cursos de arquitetura, ferrovia trabalhou na construção de túneis e acompanhou obras pontuais. Também estava em Paris, justamente no momento mais delicado das reformas de alfa. Ele enviou à região mais antiga e densamente povoada ser demolida. Em seu lugar surgiu uma cidade de caráter metropolitano que a Paris que se conhece hoje referência por muito tempo para as reformas em todo o mundo ocidental. De volta ao Brasil, Pereira Passos trabalhou em algumas das mais importantes ferrovias, como engenheiro do Ministério do Império, Além de trabalhar na Comissão de Melhoramentos da Cidade do Rio de Janeiro, Passos ainda volta à Europa, visita fábrica, as companhias de transporte, siderúrgicas e obras públicas na Bélgica e na Holanda. Por lá acaba empregado na Companhia Railway chamada Ferro Exibiam. Com isso, vai para o Paraná acompanhar a construção de estradas de ferro. Ao final da obra, vai ao Rio de Janeiro, onde se torna presidente da Companhia de Carris de São Cristovão. Carrie. São bons. Ainda nessa empresa, comprou os projetos do arquiteto italiano para a construção de uma linha de bom que passaria pelo centro da cidade. Um esboço do que viria a ser a Avenida Central era um projeto bastante ambicioso, mas toda a elite estava plenamente convencida de sua necessidade, já que a realidade na Europa era aquela cidades com grandes avenidas, praças, árvores, calçadas largas, portos e toda a inspiração que entendia que a cidade devia ser um ambiente que permitisse a circulação de pessoas, mercadorias à luz, bondes e tudo o que representasse a modernidade, a velocidade das novas relações que se estabeleciam ali no final do século dezanove. Assim, quando se pensava em cidade no final do século dezanove. Pensava se também em controlar o ambiente racionalizar o ambiente, que foi uma grande marca desse período. A racionalidade técnica. Era preciso ordenar a vida das pessoas. Era preciso controlar a natureza, adequar a natureza ao convívio humano, como já haviam feito os botânicos renascentistas, com os jardins das vilas italianas e mesmo Maurício de Nassau em seu palácio no Recife, era preciso drenar o pântano, canalizar os córregos grenás, sanear os esgotos, estabelecer os ribeirões sanitários, como se dizia vários são os exemplos país. O maior deles, talvez, mas a elite brasileira ficou particularmente encantada com Bruxelas. Um dos senadores, Flores de Souza, afirmava em seus discursos que as empresas privadas obtinham excelentes resultados, demolindo bairros populares e construindo bairros burgueses. Vive aí a gentrificação. O mesmo senador afirmava ainda que toda a casta de febres que a natureza espalhou pelo mundo, a começar pela amarela, ratifica a perniciosa ambiciosa mucosa. A taxa fica a dinâmica, o diabo a quatro em todos os jornais vizinho, senador, em todos os jornais que os vapores. Ou seja, os navios de nessa viagem marítima que partiam de Bordéus para o Brasil e também pergunta a prata deixariam de tocar nos portos do Brasil, seguindo diretamente para o Rio da Prata para evitar as epidemias. Dias depois do Royal, meio que parte de Salsicha entre anunciava aqui também partiria direto para ajuda para o projeto que Pereira Passos havia comprado atravessaria parte densa da cidade cheias de casarios do centro, em um eixo perpendicular à atual Avenida Rio Branco. O projeto tinha mil cento e trinta metros de uma rua com vinte e cinco metros de largura, largura margeada por arcadas. Para que fosse percorrida, tem chuva, abrindo um largo canal para que o ar circulante remover se os miasmas e pestilência. Além disso, a rua traria espaço para os cafés, antones, clubes e outros divertimentos. As lojas se conservaram abertas e bem iluminadas, tornando se essa rua até alta hora da noite. O empório de tudo quanto a de mais atraente uma grande capital, como prevê o projeto. O decreto de concessão do direito de explorar reviam implementar o projeto vem em mil oitocentos e oitenta e sete, mas em mil oitocentos e oitenta e nove o prazo precisou ser estendido. É um decreto de catorze de setembro de mil oitocentos e oitenta e nove repara dois meses antes da proclamação da República. Ainda assim os plano seguido, mas a revolta da Armada e a crise do ensinamento atrapalharam mais uma vez os planos. Não foi fácil. Apenas no programa de governo de Rodrigues Alves temos o saneamento da cidade do Rio de Janeiro como prioridade. A cidade de São Paulo já havia sido modernizada com suas próprias reformas urbanas, enquanto o próprio Rodrigues Alves era presidente da província de São Paulo. Mas nem São Paulo, nem Rio de Janeiro era uma referência. Naquele momento, a cidade de Buenos Aires era aclamada como maior metrópole e exemplo a ser seguido na América do Sul com o novo presidente da República. Aquele projeto do arquiteto italiano Giuseppe Poliane vai ser reapresentado, mas agora o Rio de Janeiro a agosto, entre mil oitocentos e setenta e dois mil oitocentos e noventa, a população do Rio de Janeiro duplicou, passando de quase duzentos e setenta e cinco mil habitantes para quase quinhentos e vinte e três mil habitantes. E em mil e novecentos e seis, era um pouco mais de oitocentos e dez mil habitantes. A única cidade do país com mais de quinhentos mil moradores. São Paulo e Salvador contavam com cerca de duzentos mil. Diante de tanto crescimento da cidade do Rio, cresceram os bairros residenciais servidos pelas linhas de bonde, ao sul e ao norte, nos subúrbios, ainda mais distantes ao longo dos eixos ferroviários. Apesar disso, havia ainda um centro em crise. O miolo do Rio de Janeiro ainda era foco de todo tipo de doença ali, onde se chamava a Cidade Velha. Ali era uma região dominada por habitações coletivas os cortiços densamente povoados, onde as epidemias em um atacando de toda forma e cada vez mais contundente, de forma cada vez mais contundente a população com números piores que todos os anteriores. A epidemia de mil oito, cem, dezanove e um atingiu a marca de quatro mil quatrocentos e cinquenta e quatro mortes, especialmente dessas populações que moravam no centro, em habitações coletivas, como os cortiços, eram as pessoas que moravam intenções em quartéis, nos temos manicômios em prisões. A variação também fez a sua parte três mil novecentos e quarenta e quatro mortes com a malária. Dois mil duzentos e trinta e cinco mortes. A tuberculose dois mil duzentos e duas e que era preciso fazer os médicos higienistas. A medida era bastante unânime fazer surgir uma nova cidade com os seus mangues drenados, a água canalizada e as lagoas desde assoreadas, como havia sido feito recentemente em Nápoles, na Itália, que enfrentava questões semelhantes às do Rio de Janeiro, mas não somente o Rio de Janeiro. Com todas essas doenças que preocupavam o governo com as mazelas urbanas em mil oitocentos e noventa e nove, chega a peste bubônica, um santos. Os epidemiologistas brasileiros são forçados, olhar agora para uma cidade que era nada menos que central para o país, já que dali saía sessenta e três por cento da exportação nacional. Por isso, Adolfo Lutz, Vital Brazil, Chapa Revolução e Oswaldo Cruz são chamados a na opinião de tratamento para essa questão Vital Brasil assume a liderança do instituto por tanta criado naquele momento para fazer pesquisa Soroterápico recebendo auxílio de Adolfo Lutz, Oswaldo Cruz assume o Instituto Soroterápico Federal, criado em julho de mil e novecentos daí Oswaldo Cruz parte três anos