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01. Con si de re o se gui nte tre cho :
Em vez do m é dico do Mi la n, o do utor Jos é L uiz Runc o, da S eleçã o, é qu em de ve rá s er o res p ons á vel p ela
c irurgi a de Ca fu. Foi el e qu em op er ou o vola nt e E du e o at acante Ric ar do Oli vei ra, dois jog ad ores q ue
t iver am pr obl emas s emelh antes n o an o pass ad o.
O t ermo ele ”, em dest aq ue n o t ext o, refer e -se:
a) ao m édico d o M ilan.
b) a C af u.
c ) ao do ut or José L uiz Runc o.
d) ao vol ant e E d u.
e) ao atac ant e Ric ar do Oli veir a.
02. Con si de re o se gui nte di á l ogo:
I. A : P or que você est á t ris t e?
II. B : P orq ue el a me deix o u.
III. A : E ela fez is s o por q ?
IV. B : o s ei o po rq . Tent ei ac aba r c om as c aus as da c ris e p or q ue pas s á vam os .
V. A : A h! V oc ê s e perde u nos p orq s .
Do p onto d e vis t a gr amat ic al, os t ermos s ubli nha dos es t ão c o rret ament e emp re gad os em:
a) IV s ome nte.
b) I, I I I e V s oment e.
c ) II e IV s oment e.
d) I, II, III, IV e V.
e) I I e V s oment e.
03. V ocê só pre ci sa com pra r a pi po ca . O DV D é grá tis.
As s inale a alt er nati va qu e ap res e nta a f orm a c orr eta p ara ju ntar os dois per í odos d a pr opa ga nda ac im a.
a) V oc ê s ó pr ec is a c ompr ar a pi poca, ent ret a nto o DV D é gr átis .
b) V oc ê s ó pr ec is a c ompr ar a pi poca, j á q ue o DV D é g t is .
c ) V oc ê s ó prec is a c ompr ar a pipoc a, inc lus i ve o DVD é g t is .
d) V oc ê s ó pr ec is a c ompr ar a pi poca e o DVD é gt is .
e) V oc ê s ó pr ec is a c ompr ar a pi poca, c ujo DV D é g ráti s .
Ca i ndo na ga nda i a
O ex -c amp eão m un dial dos p es os pes ad os Mi k e Ty s on s e es b ald ou n a noite p aulis t an a. E m duas noit es , foi
ao C af é P hot o e ao B ah amas , c asas fr eqü enta das po r ga rotas d e pr ogr a ma. N a ma dru ga da d a qui nta - fei ra,
foi b ar rad o c om s eis delas no h otel on de es t a va h ospe da do, de u go rjeta d e US$ 1 00 a c a da um a e f oi
t erm ina r a n oit e na b oat e L o ve S t ory . Ir rit ad o c om o as s édio, Ty s on a gr ediu um c ineg ra fis t a e f oi le vado
par a a del eg ac ia. E le vai r espo nde r po r l esões c or po rais , dan os mat eri ais e exercíc io arbit ri o das p p rias
raz ões .
(Époc a, 3 91, no v. 20 05.)

04. Se gu ndo o te x to, é corre to a firm a r:
a) M ik e Ty s on es t a va i rrit a do c om o ass é dio d as gar otas de p rog ram a.
b) M ik e Ty s on f oi pr es o em c omp anhi a das g arot as .
c ) Ty s on foi libe ra do d a del egaci a por dem onst ra r ex erc íc io ar bit rio d e s uas raz õ es.
d) M ik e Ty s on, em du as noites , es t e ve e m t rês bo at es e uma d eleg ac ia.
e) M ik e Ty s on dis t ribui u US $ 100 em go rjet as e s e esbal do u na n oit e pa ulis t ana.
05. Con si de re a s se gui nte s se nte nça s:
I. E le s empr e fal ou p or mei as pala vr as.
II. É meio -di a e m eio.
II I. E s t a va m eia ne r vos a p or c ausa da mã e.
IV . Que ro mei a maç ã p ara a s obr emes a.
V. F ic aram meio r e voltad os c om a s it uação.
Do p onto d e vis t a da g ram át ic a no rmati va, es t ão c or retas as s entenças :
a) I I I e IV s ome nte.
b) I I e V s oment e.
c ) I, II e I II s om ente.
d) I I e IV s omente.
e) I, IV e V s ome nt e.
Apa re ce m novo s ca so s
Cinc o n o vos c asos de fe br e mac ulosa fo ram id enti fi c ados n o Rio d e J an eiro d ep ois que a doe a f oi
c onfi rma da c omo c a us a da m o rt e d o s upe rint e nde nte da V igil ânc ia Sa nit ári a Fer na ndo V ill as -B oas . A
doe nça t amb ém pr o voc ou a m ort e d o j or nalis t a R obe rto Mo ura e a i nter naçã o de u m pr ofes s or ap os ent a do,
um m eni no d e 8 an os e uma t uris t a. Em S ão Paul o, uma g ar ota de 1 2 an os m or reu e m deco rr ência d a
doe nça. El a foi pic a da p or um c a rr apat o qu and o pass ea va em um p arq ue.
(Époc a, 3 91, no v. 20 05.)
06. De a cordo com a s i nfo rm a çõe s do te x to a ci m a , a ssi na l e a alte rna ti va corre ta .
a) O t ex t o nã o apo nta a for m a p ro vá vel c omo a vít im a pa ulis t a c ontrai u a f eb re mac ul osa.
b) To das as t imas da f eb re mac ul os a mo rre ram.
c ) A s vít im as fat ais da fe br e m aculos a fo ram i n fec t a das n o Rio d e Ja nei ro.
d) D os s eis infec t ad os , apen as dois s obr e vi ve ram.
e) O t ex t o inc lui Fer na ndo V ill as -Boas na c o nt ag em de c as os de fe br e mac ulosa n o Ri o de J an eir o.
O P rojet o G en oma, qu e en vol ve c e nten as de c ientis t as de t odos os c ant os d o glob o, às vez es t em de
c ompet ir c om la bor atóri os pri va dos na c or rid a pel o dese n vol vim ento d e no vos c on hec ime ntos qu e pos s am
prom o ver a va os em di ve rsas áre as.
07. A ssi na l e a a l te rna tiva e m que o te rm o pri va do” foi usa do no m e sm o se ntido que a pre se nta
a cim a .

a) M uitos l ab or at óri os ac abam pri vad os de p art ic ipa r da c onc orr ênc ia p elos obs t ác ul os l egais qu e s e
impõem aos pa rt ic ipant es.
b) N em s emp re os pr ojetos qu e en vol ve m c iênc ia s ic a p od em c ontar c om a i njeção de r ec urs os pri va dos,
que p ri vil egi am as pesq uis as c om persp ec t i vas de r etor no ec onômic o no c urt o praz o.
c ) Mes m o algu ns dos gr an des l ab orat órios q ue at u am no m erc a do em -se pri va dos d e c ond õ es mat eri ais
par a in ves t ir em pes quis a d e po nt a.
d) Os l ab orat óri os p ri vados d a li c ença pa ra d esen vol ve r p esquis as c om c lona gem d e s eres h uma nos
prom etem r ecor rer da d ec is ão.
e) M uitos pr ojetos d esen vol vid os em c ent ros u ni vers it ári os , pri vados d e rec u rs os , acabam s e ndo
eng a vet ad os .
O te x to a se gui r é re fe rê nci a pa ra a s qu e stõe s 08 a 11.
Red uz ir a p olu ão c a us ad a pel os aer oss óis part íc ulas em s us pe ns ão n a atm osf er a, c ompos t as
pri nci p alme nte po r f uligem e enxo fr e po de vira r um e no rme t iro p ela c ulat ra. Es t udo de pes q uisado res
bri t ânic os e al emã es re velo u qu e os ae ros s óis , na ve rd ad e , s egur a vam o a quec im ent o gl obal. Is s o por qu e
eles reb atem a l uz s ola r pa ra o esp o, es t im ulan do a fo rmaçã o de n u vens (q ue t am bém func i onam c om o
bar rei ras pa ra a e ne rgia d o s ol). A ind a é di fíc il qu anti fi c ar a in flu ênc ia ex ata dos ae ross óis nes s e p roces s o
t odo, mas as est i mati vas m ais ot im is t as indicam qu e, s em eles, a t emper atur a glo bal p od eria s u bir 4 º C at é
210 0 as pess i mis t as falam e m um aum ento de até 1 0º, o que nos c oloc ari a “d ent r o” d e uma
c hurr asqu eir a. Com o os aer oss óis pod em c ausar doe as respi rató rias, o únic o jeit o d e lut ar c o ntra a alt a
dos t ermôm et ros é dimi nui r as emis s ões de g ás c ar nic o, o ve rd ad eiro vilão da his t óri a.
(Sup erint eress a nte, dez. 200 5, p. 16. )
08. A ssi na l e a a l te rna tiva cujo se nti do N ÃO e s de a cordo com o se ntid o que a ex pre ssã o pode
vira r um e norm e tiro p e la cula tra a pre se nta no te x to.
a) P od e t er o e feito c o ntrá rio d o qu e s e pret e nd e.
b) P od e aum ent a r ain da m ais o p ro blema que s e q ue r c ombate r.
c ) P ode f az er c om q ue o a qu ec im ent o glob al aum ente.
d) P od e pr o vocar di m i nu ã o na fo rmaç ã o de n u vens .
e) P od e aum ent a r a oc o rrê nc ia de doe as res pi rató rias .
09. A ssi na l e a a l te rna tiva cuja a firm a tiva m a nté m re la çõe s l ógi ca s de a cordo com o te x to.
a) Os ae ros s óis s egur am o a qu ecim ent o gl ob al po rém est i mula m a f ormaç ão d e nu ve ns .
b) Os ae ros s óis s egur am o a qu ecim ent o gl ob al m as es t im ulam a f orm ão de nu ve ns .
c ) Os aeros s óis s egu ram o aqu ec imento glob al pois es t im ulam a fo rmaçã o de nu vens .
d) Os ae ros s óis s egur am o a qu ecim ent o gl ob al e est i mulam a fo rmaç ã o de n u vens.
e) Os ae ros s óis s egur am o a qu ec imento gl ob al ent r et ant o es t im ul am a f orm ação d e nu ve ns.
10. Se gu ndo o te x to, o ve rda de i ro vil ã o da hi stória é (sã o):
a) o a queci m ent o gl obal.
b) as emis s ões de g ás c arb ônic o.
c ) a fo rmaç ã o de n u vens.