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Natal com o Chefe - Série Lidando com os
Chefes - Parte 11
Lexy Timms
Traduzido por Ju Pinheiro 
“Natal com o Chefe - Série Lidando com os Chefes - Parte 11”
Escrito por Lexy Timms
Copyright © 2017 Lexy Timms
Todos os direitos reservados
Distribuído por Babelcube, Inc.
www.babelcube.com
Traduzido por Ju Pinheiro
Design da capa © 2017 Book Cover by Design
“Babelcube Books” e “Babelcube” são marcas comerciais da Babelcube Inc.
Natal com o chefe
(Livro 11 – Conto de Natal)
Série Lidando com os Chefes
Por
Lexy Timms
Copyright 2016 by Lexy Timms
Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, armazenada ou introduzida em um
sistema de recuperação ou transmitida, de qualquer maneira ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, fotocópia, gravação ou
outro) sem a autorização prévia por escrito de ambos, o proprietário dos direitos autorais e da editora, acima mencionada, deste
livro.
Esta é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares, marcas, mídia e incidentes são produtos da imaginação da autora ou
são usados ficticiamente. Qualquer semelhança com uma pessoa real, viva ou morta, eventos ou locais, é mera coincidência. A autora
reconhece o status de marca registrada e proprietários de marca registrada dos vários produtos citados nesta obra de ficção que
tenham sido usados sem permissão. A publicação/uso destas marcas registradas não está autorizada, associada ou patrocinada
pelos proprietários da marca registrada.
Todos os direitos reservados.
Copyright 2016 by Lexy Timms
Índice Analítico
Página do Título
Página dos Direitos Autorais
Página dos Direitos Autorais
Página dos Direitos Autorais
Natal com o Chefe - Série Lidando com os Chefes - Parte 11
Série Lidando com os Chefes
Encontre Timms:
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Série Lidando com os Chefes
Nova Série com Alex da Série O Chefe
Neste Natal adquira o Box #1-3 da Série Lidando com os Chefes
De GRAÇA!!
https://books2read.com/u/mq8Ee3
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Série Lidando com os Chefes
O Chefe
O Chefe Também
Quem é o Chefe Agora
Ame o Chefe
Eu aceito, o Chefe
Uma Esposa para o Chefe
Empregado pelo Chefes
Um Irmão para o Chefe
Conselheiro Sênior para o Chefe
Para Sempre, o Chefe
PRESENTE PARA O CHEFE
Conto de Natal (3.5)
*Natal com o Chefe
Conto de Natal b (11)
Quer ler mais...
De GRAÇA?
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PRESENTE PARA O CHEFE
(Lidando com os Chefes: Livro 3.5)
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Descrição:
Da autora best seller, Lexy Timms, chega um romance sobre um bilionário que irá fazê-la
desmaiar e se apaixonar de novo. 
Natal é a estação para aquecer o seu coração e enroscar-se com um bilionário
sensual. Só que o Papai Noel poderia não parar na casa Reid neste Natal. E isto não
tem nada a ver com quem foi travesso ou agradável.
A vida está movimentada ao máximo; é tudo trabalho, família e pouco tempo
para brincar. Tudo que Alex Reid quer neste Natal é sua esposa, Jamie...nua.
Conteúdo
Série Lidando com os Chefes
Encontre Lexy Timms:
Descrição:
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Encontre Lexy Timms:
Série
Nova Série com Alex da Série O Chefe
Capítulo 1
Embrulhar os presentes com três crianças e um cachorro na sala era uma missão que era melhor
deixar para os profissionais, Jamie decidiu no meio da tentativa. Os dois terríveis não eram um
mito. Era como tentar trabalhar enquanto dividia o espaço com um pequeno furacão. Ela colocou a
fita no canto em que estava atualmente trabalhando e virou-se para garantir que os gêmeos não
tinham conseguido fazer nada perigoso nos três segundos que ela tinha seus olhos no presente de
Mark.
No início, ela tinha tentado deixar que eles ajudassem com o embrulho, mas rapidamente isto
provou ser uma ideia terrível. Eles rasgavam mais papel do que colocavam na caixa, mesmo com
as mãos dela orientando as deles e Jake parecia pensar que a coisa toda era um jogo,
disparando para tentar roubar o laço enquanto os gêmeos gritavam e agarravam suas pernas. No
fim, ela tinha desistido do empreendimento conjunto e apenas decidiu mantê-los na mesma sala
enquanto ela tentava terminar o projeto.
Proibido de embrulhar as caixas, em vez disto Benton estava atualmente muito ocupado
embrulhando sua irmã, a ponta da língua para fora em concentração.
“Benton,” Jamie gritou, tentando não soar como se ela estivesse rindo. “Não faça isto.”
Ele olhou para ela com olhos arregalados e inocentes que ela não acreditou nem por um
minuto.
“Não,” ela disse. “Não embrulhe sua...”
Markie estava tentando comer um laço e Jamie levantou-se de onde estava sentada para
resgatá-lo das suas garras antes que ele pudesse engasgar com o laço.
“Não,” ela disse, soltando-o com cuidado dos seus dedos e jogando-o na lixeira que ela tinha
trazido para a sala de estar para jogar o lixo. “Não comemos isto.”
Markie imediatamente irrompeu em lágrimas. Jamie suspirou e pegou-o no colo, apoiando-o no
seu quadril. Ele fungou uma ou duas vezes e parou de chorar.
“Benton,” ela disse de novo, indo até onde Benton tinha progredido de amassar o papel de
presente nas pernas da sua irmã enquanto ela olhava de maneira indulgente por cima do livro de
fotos que estava folheando as páginas para frente e para trás em uma tentativa de amarrar o
laço ao redor dela. “Chega disto, querido.”
Jamie pegou o laço e o papel de presente, que Markie imediatamente agarrou, os bracinhos
estendendo. Onde diabos estava Alex? Ele deveria estar ajudando com este caos.
“Por que você não olha o livro de fotos de Lilli também?” Jamie sugeriu. “Tenho certeza que ela
irá compartilhar.”
Só que Lilli não compartilhou. Ela puxou o livro para longe do alcance de Benton assim que ele
tentou pegar uma página. Benton olhou para ambas com uma expressão de traição.
“Um livro de fotos diferente então.” Jamie pegou o mais próximo e entregou para Benton
enquanto Markie se contorcia nos seus braços. Jake estava dançando ao redor dos seus pés,
ameaçando derrubá-la e Jamie deu-lhe um pequeno cutucão com um dedo do pé, tentando tirá-lo
do caminho sem que ele atropelasse as crianças.
Se há uma coisa que o Natal garante, ela pensou um pouco triste enquanto jogava o papel
amassado e o laço emaranhado no lixo, é o caos absoluto.
E ela ainda não fazia ideia o que compraria para Alex de Natal. O que você compra para um
homem que aparentemente já tinha tudo? Certamente eles não precisavam de mais nada para a
casa. Eles tinham mais do que o suficiente de tudo. Talvez abotoaduras? Mas isto parecia tão
impessoal e Alex já tinha mais delas do que ele conseguiria usar em uma vida. Gravatas eram a
mesma coisa. Muito impessoal. Mais algo que um sócio de negócios poderia dar do que uma
esposa. Ela queria algo perfeito.
Ela ouviu a porta da garagem abrir. Ela não fechou de novo. Em vez disto ouviu Alex
resmungar e o som de algo deslizando pelo chão. Desconfiada e razoavelmente segura que ela
sabia o que era o som, Jamie entrou na porta que separava a sala de estar da cozinha, Markie
ainda nos seus braços.
Alex estava sorrindo, arrastando uma árvore de Natal quase tão grande quanto ele pelo chão.
Seu rosto e a ponta do nariz estavam cor de rosa pelo frio.
“Ei, querida,” ele disse quando a viu. “Desculpe por não ter ligado, mas foi uma espécie de
impulso do momento. Passei por esta fazenda de árvores de Natal ao voltar para a cidade e suas
árvores pareciam tão boas que não poderia ignorá-las.”
“De novo? Lembra o queaconteceu da última vez que fizemos isto?” Ela riu com a lembrança.
Era quase um pequeno déjà vu. “Você vai conseguir agulhas de pinheiro por todo o chão,” Jamie
comentou, mas ela estava sorrindo. Ela olhou por cima do ombro para Benton e Lilli que estavam,
por enquanto, sentados em silêncio com seus livros de fotos enquanto Jake ofegava no chão ao
lado deles.
“Agulhas de pinheiro por todo o chão são uma parte essencial do Natal,” Alex disse. “Assim
como a família vindo para ajudar a decorar a árvore. O que eles vão fazer. Hoje à noite.”
“Hoje à noite?” Jamie olhou para a área de desastre que a sala de estar tinha se tornado. “A
casa está uma bagunça.”
“E daí?” Alex encolheu os ombros e arrastou a árvore por mais alguns metros para dentro da
casa, a porta fechando atrás dele quando a última parte dela passou. “Eles não vão se importar.
Eles são a nossa família.”
Jamie sabia que eles não se importariam. Isto não a fez se sentir menos culpada sobre o atual
estado da sala de estar. Mas ela não poderia negar que ficaria feliz em vê-los; fazia algumas
semanas desde que todos eles estiveram juntos em um único lugar. “Daqui há quanto tempo?”
“Não muito,” Alex disse, largando a árvore e tirando as luvas que estava usando. “Uma hora,
talvez? Tempo suficiente para termos a chance de jantar um pouco. Mas temos de colocar esta
árvore em pé primeiro, de modo que ela não fique simplesmente no chão da cozinha.”
“Se você descobrir uma maneira de fazer isto enquanto observa os gêmeos e segura o bebê,”
Jamie disse. “Ficarei impressionada.”
“Tendo algum problema?” Alex riu. Ele contornou a base da árvore e olhou para a sala de
estar. Quando ele começou a rir, Jamie olhou para ele.
“Tente lidar com três crianças e um cachorro enquanto também embrulha presentes e veja com
a sala fica quando você tiver terminado,” ela disse.
Alex passou um braço ao redor da sua cintura. “Não estou rindo de você, querida. Eu
prometo.” Ele abaixou a outra mão para coçar Jake, que tinha se aproximado trotando para
cumprimentá-lo, a cauda balançando. “E realmente não acredito que alguém vai se importar que
nossa casa pareça que estamos nos preparando para o Natal. Todo mundo está se preparando
para o Natal.”
Jamie suspirou e inclinou a cabeça de lado para apoiá-la no ombro de Alex. “Não tenho tanta
certeza sobre isto,” ela disse. “Nossa casa nunca pareceu que estávamos realmente nos
preparando para o Natal.”
“Isto porque sua mãe era... bem, não preciso descrever sua mãe para você.”
“Verdade.” Jamie não tinha visto sua mãe desde a confusão no country club e as consequências
disto. Ela se perguntava para onde sua mãe tinha ido. Se ela tinha encontrado algum lugar onde
poderia ser feliz ou pelo menos um pouco melhor do que tinha estado antes. De alguma maneira,
Jamie duvidava disto.
“Então,” Alex disse, “por que não colocamos as crianças no cercadinho por um minuto, em
seguida colocamos a árvore em pé e depois jantamos um pouco.”
“Eu não diria não para comida.” Ela não conseguia se lembrar quando tinha comido pela última
vez. Provavelmente na hora do almoço, quando tinha alimentado as crianças, mas ela estava com
muita fome.
Eles levaram Markie e os gêmeos que protestavam para o cercadinho e Jamie ajudou Alex a
colocar a árvore de Natal no suporte, derramando um pouco de água nela e dando um passo
para trás para examinar o efeito. Ficaria melhor com as luzes, é claro, mas mesmo nua ela ficou
bem no canto da sala de estar: alta e verde escuro, os galhos pesados com agulhas.
“É uma árvore bonita,” ela disse.
“É a melhor árvore.” Alex sorriu para ela. “Nada além do melhor para a minha família.”
Sorrindo, Jamie inclinou-se e roçou um beijo casto nos seus lábios. “Comida agora, para sua
família, eu acho.”
“Não discutirei com isto.”
***
Eles tinham acabado de comer e estavam limpando os pratos quando a primeira batida soou na
porta. Jamie enxugou as mãos e deixou Alex com as crianças para atendê-la. Quando ela abriu,
sua irmã estava parada no outro lado com Paul, os dois sorrindo.
“Christine! É tão bom vê-la. Por favor, entre.”
Jamie deu um passo para trás para deixá-los entrar, esperando até que eles tivessem entrado
e sacudindo a neve das suas botas antes que ela puxasse sua irmã para um abraço.
“E você,” ela disse, alcançando seu cunhado, que riu e a puxou para um abraço esmagador.
“Bom ver você também, Paul.”
Eles foram juntos para a cozinha onde Alex estava tentando convencer os gêmeos que limpar
suas mãos não iria matá-los. Christine foi resgatá-lo, provocando os gêmeos em risadinhas e
esfregando seus dedinhos pegajosos enquanto eles estavam muito distraídos para lembrar que não
queriam suas mãos lavadas em primeiro lugar. Jamie olhou para encontrar Paul observando com o
tipo de sorriso que deixava claro o quão irremediavelmente apaixonado por Christine ele estava e
ela deu um sorriso. Sua irmã parecia bem. Radiante até. Nos três meses desde que ela e Paul
tinham voltado da sua lua de mel, Jamie não a tinha visto nada além de feliz. Seja o que fosse que
ele estava fazendo, nitidamente estava fazendo isto da maneira certa .
Outra batida na porta e desta vez Alex foi atender, retornando alguns instantes depois com o
pai de Jamie, com sua nova namorada nos braços, sorrindo de orelha a orelha. Christine entregou
Markie para ele e ele foi imediatamente envolvido pelo bebê, somente dando a Jamie um “Olá”
distraído enquanto ela passava por ele. Jamie balançou a cabeça. Substituída pelo seu próprio
filho. Mas, é claro, era assim que os avôs deveriam ser.
“Olá, Laurel,” ela disse, cumprimentando a namorada do seu pai. “Como você está hoje à
noite?”
A mulher mais velha sorriu, seus olhos escuros iluminando-se e Jamie admirou em silêncio o
coque elegante em que ela tinha puxado seu cabelo ruivo. Seu pai tinha bom gosto hoje em dia.
“Simplesmente adorável. Obrigada por perguntar. E obrigada pelo convite. Estamos muito felizes
por estar aqui.”
“É claro.” Jamie pegou uma das mãos de Laurel na sua, apertando gentilmente antes de soltar.
“Estamos tão felizes por recebê-los. Não é decoração da árvore de Natal sem a família.”
Não que ela soubesse, levando-se em consideração como a maioria das aventuras de
decoração de Natal da sua própria família tinha sido, mas as coisas tinham mudado e ela não
conseguia imaginar fazer isto sem as pessoas ao seu redor. Mas ainda estava faltando duas. Bem,
duas e meia. Onde estavam Mark e Erica? Jamie trocou um olhar com Alex, que nitidamente estava
se perguntando a mesma coisa, sua mão já no bolso para pegar o telefone.
“Mark?” ele disse após um momento, segurando o telefone um pouco mais perto da sua orelha
para ouvir por cima da cacofonia feliz da família. “Ei. Apenas ligando para verificar se vocês
estão bem.”
Ele assentiu e depois de novo e Jamie sentiu uma onda de calor quando ele sorriu. O clima não
estava terrível, mas Mark e Erica estavam vindo de mais longe e a neve poderia ser
surpreendentemente traiçoeira. O que Mark e Erica sabiam, portanto, o SUV, mas mesmo assim,
Jamie se sentiria melhor quando eles tivessem chegado e estivessem quentes e em segurança na
casa com o resto deles. Alex desligou o telefone e Jamie imediatamente foi para o lado dele.
“Onde eles estão?”
“A caminho.” Alex passou um braço ao redor dos seus ombros, puxando-a para mais perto do
calor forte do seu corpo. “Eles estão dirigindo um pouco mais lento do que o habitual por causa da
neve. Mas logo estarão aqui.”
Suas preocupações devidamente sepultadas, Jamie foi terminar de limpar os restos do jantar.
Seu pai ainda estava segurando Markie, Laurel sentada ao lado dele com Jake pressionado de
maneira adorável contra a sua coxa, tendo as suas orelhas coçadas. Paul estava jogando Benton
no ar e pegando-o enquanto ele gritava de prazer e Christine estava segurando Lilli, que estava
estendendo a mão para Paul, ansiosa pela sua vez. Era o tipo de cena que ela sempre tinha
imaginado fazer parte. Uma grande família feliz.
Ela guardou os pratos justo quando Mark e Erica chegaram, entrando apressados para sair do
frioe sacudindo a neve fresca dos seus casacos. Erica estava começando a mostrar, brilhando com
o tipo de felicidade que parecia cobrir as novas mães. Mark, ela pensou com uma risadinha
sufocada, tinha começado a parecer um pouco orgulhoso demais, seu peito estufado e o braço
constantemente ao redor dos ombros dela ou da sua cintura. Erica parecia mais do que feliz em
passar seu tempo aconchegada ao seu lado, a cabeça no seu ombro. Jamie gostava de vê-los tão
felizes juntos. Mark merecia esta felicidade.
“Então,” ela disse. “Vamos para a sala de estar para começar a decorar a árvore?”
Levou alguns minutos para conseguir todo mundo em pé e movendo-se, mas logo todos eles
estavam acomodados na sala de estar de novo, Markie no colo do seu pai de novo enquanto
Christine, Erica e Jamie ajudavam os gêmeos a escolher as decorações e Alex colocava as luzes na
árvore. Música natalina tocava baixinho no fundo, dificilmente mais alta do que o crepitar da
lareira que Alex tinha começado no início daquela noite. Por cima disto, conversa e risos enchiam a
sala.
Jamie ajudou Lilli pendurar uma lâmpada vermelha brilhante em um dos galhos mais baixos,
seu peito parecendo que estava se expandindo com o calor do amor ao redor dela.
Iria ser um Natal absolutamente perfeito.
Capítulo 2
Alex acordou lentamente, quente e satisfeito, com Jamie enroscada no seu peito. A luz do início da
manhã derramava através da janela, refletindo o branco da neve. Jamie mudou de posição no
sono, suspirando e Alex passou o braço mais perto dela.
O que ele compraria para ela de Natal?
Enquanto pensava sobre isto, ele passava os dedos pelo cabelo de Jamie, sentindo a
suavidade dele na sua pele. Roupas novas não parecia certo. Ela poderia obtê-las a qualquer
hora que quisesse. Obviamente aparelhos domésticos estavam fora de questão. Talvez perfume.
Mas Jamie dificilmente usava, em especial agora que ela estava em casa meio período.
Ela se agitou de novo e seus olhos abriram, levantando-se para o rosto dele. Um sorriso
espalhou-se lentamente pelos seus lábios.
“Dia,” ela disse, a voz ainda um pouco rouca com sono de uma maneira que sempre fazia com
que ele quisesse mantê-la na cama metade do dia.
“Dia, querida,” ele respondeu, inclinando-se para roubar um beijo. “Como você dormiu?”
“Mmm.” Ela considerou por um momento. “Muito bem,” ela respondeu, aconchegando-se no seu
lado. “Mas honestamente estou surpresa por ainda não termos sido retirados da cama.”
Alex riu. “Acho que provavelmente eles ainda estão dormindo. A noite passada foi um grande
evento para eles. Muita companhia e eles ficaram acordados até mais tarde do que costumam
fazer.”
“Verdade.” Ela bocejou e seus olhos fecharam de novo. “Talvez deveríamos tirar vantagem
disto.”
“Oh, não,” Alex disse, deixando sua voz mergulhar mais baixa. “Não vai voltar a dormir,
querida. Tenho alguns planos para tirar vantagem que precisam que você esteja muito acordada.”
Isto conseguiu a sua atenção. Fazia dias desde que eles tinham tido uma última chance de fazer
amor e se Alex sabia algo sobre Jamie era que ela era tão louca quanto ele. Seus olhos se
abriram de novo, desta vez sem a névoa do sono. Alex sorriu para ela.
“Presumo que você está a bordo então?”
“Muito a bordo.” Ela já estava se mexendo para montá-lo, a pressão dela no seu pênis
semiereto o suficiente para fazê-lo gemer enquanto suas mãos passavam ao redor dos quadris
dela.
“Mmm, Jamie. Você é tão bonita.”
Ela sorriu para ele, a luz do sol refletida no seu cabelo e iluminando-o de ouro, seus olhos
brilhantes. Ela ainda estava completamente vestida com sua camisola e Alex não queria mais nada
do que arrancá-la e tê-la nua nas suas mãos. Ele deslizou as mãos pelas suas coxas e depois para
cima de novo, sobre a curva dos seus quadris, arrastando a camisola até que ele pudesse ver a
seda rosa da sua calcinha. Ele lambeu os lábios. “Mal posso esperar para possui-la, Jamie. Quero
saboreá-la, querida.”
“Sim. Por favor, Alex. Agora.”
De repente, ele os virou, a risada de Jamie acompanhando. Ela estava deitada no colchão,
olhando para ele com aqueles grandes olhos azuis, o cabelo esparramado ao redor dela sobre o
travesseiro. Alex não conseguiu resistir ao desejo de inclinar-se e beijá-la lento, duro e com fome.
“Faz muito tempo,” ele disse enquanto balbuciava ao longo da curva do seu pescoço.
“Muito, muito tempo,” Jamie concordou. “Três dias é tempo demais. Preciso senti-lo, Alex.”
Alex rosnou baixo na sua garganta e passou as mãos ao redor da sua cintura, a boca
encontrando um dos mamilos através do tecido fino da camisola, fazendo com que ela ofegasse e
arqueasse debaixo dele.
“Jamie...” Sua voz saiu rouca e sem fôlego. Desejando. “Eu...”
A luz da babá eletrônica acendeu e em seguida havia barulho para acompanhá-la, o som de
Markie chorando. Alex ficou parado por um momento, congelado onde estava pela surpresa.
Talvez se eles deixassem, o bebê se acalmaria.
Sem tanta sorte. No instante seguinte, os pequenos choramingos se transformaram em choro
pelo café da manhã e então Alex poderia ouvir Lilli e Benton chamando por eles também. Ele
suspirou e deixou a cabeça cair para descansar na clavícula de Jamie.
“Sabe,” ele disse, “não me arrependo de ter filhos. Mas há momentos que gostaria de ter um
momento ininterrupto.”
Jamie riu. “Maldição. Eu sei. Vamos lá. Para cima.”
Suas mãos empurraram os ombros dele e relutantemente Alex saiu de cima dela, sua calça
ainda com a barraca armada e seu pênis duro e dolorido. Jamie deu-lhe um olhar triste enquanto
se levantava da cama.
“Pelo menos Markie ainda não está acordando a cada três horas à noite,” ela disse. “Então isto
é algo.”
“Não o suficiente de algo,” Alex resmungou.
Jamie balançou a cabeça e inclinou-se para roçar um beijo nos seus lábios, dificilmente mais do
que um sussurro de toque. E então ela se foi, seguindo pelo corredor até o quarto das crianças,
deixando Alex para lidar com o seu problema sozinho
***
Uma peça de joia não era exatamente o presente mais original que alguém já tinha dado, Alex
pensava enquanto rolava pelo site, o olhar se demorando nos pingentes e anéis, mas era algo que
Jamie gostaria. Ela sempre apreciava presentes que pudesse usar ou manter com ela, ela tinha lhe
dito antes. Coisas que poderiam servir como um lembrete dele quando eles se separavam durante
o dia. Ela era uma sentimental, a sua Jamie. Alex sorriu com o pensamento. Ele não teria isto de
outra maneira. Ela era perfeita do jeito que era. E, de qualquer maneira, ele já tinha lhe dado um
filhote de cachorro.
Ele parou de rolar quando uma peça chamou sua atenção. Um pingente, no formato de um trio
de corações agrupados. Cada coração era um metal diferente e no seu centro um diamante. Alex
começou a rolar para baixo de novo, depois parou, remexendo com o mouse. Era uma peça
bonita. Mas era peça certa? Ele clicou sobre ela.
Maior, ele podia ver o trabalho delicado do metal. Jamie adoraria. Ele o imaginou ao redor do
seu pescoço, acomodado no seu esterno. Sim. Ela adoraria e ficaria incrível nela. E, ele notou,
poderia ser gravado. Perfeito. Jamie adoraria algo que tivesse sido customizado só para ela.
Agora ele apenas tinha de descobrir o que isto deveria dizer.
Foi mais fácil de dizer do que fazer.
Ele não queria algo que soasse trivial. Nada que fosse usado demais. Não fazia sentido em
customizar uma peça de joia se você iria colocar algo nela que um milhão de outras pessoas teriam
citado em algum outro lugar. Não. Precisava ser algo único para Jamie. As sobrancelhas de Alex
franziram enquanto ele considerava.
Finalmente, ele clicou na caixa de texto e começou a digitar, somente para apagar a mensagem
na metade do caminho. Não. Isto não estava certo. Ele suspirou. Talvez seria melhor apenas
comprar a joia. Ela ficaria feliz com ela de qualquer maneira e seria melhor não ter mensagem
nenhuma do que algo que não transmitiria o significado que ele queria.
Mas tinha de haver algo que fosse certo. Ele apenas teria de passar algum tempo pensando
sobre isto. Alex levantou-seda sua cadeira e caminhou pela sala. Algo que fosse único para eles.
Para a mulher que me mostrou quem é realmente o chefe.
Não.
A melhor esposa e a mãe mais incrível...
Não.
Alex rosnou em frustração, passando bruscamente os dedos pelo cabelo. Nenhum destes
estavam certos também. ele caminhou de volta até a parede. De repente, ele parou.
Para a mulher que me ensinou que sucesso não significa nada se você não tem alguém com quem
compartilhá-lo. Você é o meu coração.
Era isto. Ele sorriu animado. Jamie adoraria isto. Alex correu de volta para o computador e
digitou a mensagem na caixa de texto, apertando o botão para comprar o seu pedido. Ele mal
poderia esperar para ver o seu rosto na manhã de Natal quando ela abrisse a caixa.
O presente seria um sucesso absoluto.
Ele riu para si mesmo. Ainda tenho isto.
Capítulo 3
Jamie acomodou o bebê de maneira um pouco mais confortável no canguru para bebê ao mesmo
tempo certificando-se que ela ainda segurava a mão de Benton com firmeza. Christine caminhava
ao seu lado, mantendo Lilli ao seu lado. Os gêmeos estavam se contorcendo animados.
“Noel?” Benton perguntou pelo que tinha de ser a quinta vez. “Noel?”
“Sim,” Jamie disse, sorrindo para o seu filhinho bonito. “Vamos ver Papai Noel. Isto não parece
divertido?”
À frente, havia uma fila de crianças e seus pais serpenteando através de um labirinto de trilhos
que conduziam até um homem sentado em uma cadeira no centro. Mulheres em trajes verdes de
elfos corriam ao redor dele, ajudando a encurralar as crianças animadas.
“Realmente não esperava uma fila tão grande,” Jamie admitiu quando elas assumiram o seu
lugar no final da fila.
“Não está mais acostumada com filas?” Christine provocou.
Jamie riu. “Honestamente? Não muito. Alex praticamente entra em qualquer lugar que quer sem
esperar.”
“Bem, você não pode subornar o Papai Noel, então vai ter de aguentar aí com o resto de nós
desafortunados.”
“Imagino que eu possa lidar com isto,” Jamie respondeu, dando um sorriso para sua irmã. “Não
gostaria de um pedaço de carvão pelo Natal.”
Ficar em pé na fila com três crianças pequenas não era exatamente a ideia de diversão de
Jamie. Rapidamente elas ficaram inquietas e Jamie e Christine tiveram que tentar encontrar
maneiras para mantê-las interessadas com os Cheerios cuidadosamente repartidos e uma tentativa
de jogo de ‘Eu espio’ que eles provaram ser um pouco jovens demais para compreender
corretamente. De maneira lenta, eles avançavam na direção do Papai Noel.
“Jamie,” Christine disse abruptamente.
Jamie estava inclinada sobre os gêmeos, tentando seduzi-los de volta a animação de sentar
com Papai Noel. Eles estavam começando a ficar cansados e ela se perguntou se elas realmente
tinham tomado a decisão certa ao vir até o shopping.
“Hmm?” Ela não desviou o olhar deles.
Sua irmã disse seu nome de novo, bruscamente e Jamie levantou a cabeça, as sobrancelhas
franzidas em uma pergunta. “O que é?”
“Acho que é Mãe,” Christine disse lentamente.
Isto afastou completamente os pensamentos de Jamie da irritabilidade crescente dos gêmeos e
ela ficou em pé bruscamente, quase acordando o pequeno Markie. Seus olhos examinando o
agrupamento ao redor do Papai Noel, tentando encontrar a pessoa que Christine tinha indicado.
“Lá,” Christine disse, gesticulando com um movimento que não era bem apontar na direção de
um dos ajudantes elfos. “Aquela não ... Você não acha que parece muito com Mãe?”
Jamie olhou fixamente. A mulher atualmente abrindo o portão para permitir que a criança
seguinte passasse realmente parecia muito com a mãe delas. Na verdade, de maneira chocante
com ela.
Mas não poderia ser. De maneira nenhuma a mãe delas seria pega em um traje de elfo,
trabalhando para um Papai Noel de shopping. Jamie afastou o pensamento absurdo.
Só que, à medida que elas se aproximavam, a mulher continuava a parecer com a mãe delas.
Jamie trocou um olhar com sua irmã, se perguntando se Christine estava pensando a mesma coisa
que ela. Christine olhou para ela com as sobrancelhas erguidas e encolheu os ombros. Elas
descobririam muito em breve, Jamie imaginou. Seu instinto dizia que era sua mãe e seus olhos o
confirmavam. Sua cabeça apenas desejava que elas pudessem estar erradas.
Elas quase tinham alcançado a frente da fila. Elas tinham chegado tão longe; não havia como
voltar atrás agora.
“Olhe lá,” ela disse, inclinando-se para os gêmeos de novo e apontando. “Papai Noel. É quase
a vez de vocês.”
Pelo menos, isto pareceu animá-los. Suas cabeças levantaram e eles avançaram correndo para
se apoiarem no portão enquanto ele fechava atrás da última criança na frente deles. Jamie e
Christine seguiram em um passo ligeiramente mais lento, sorrindo para a visão dos gêmeos
empurrados na ponta dos pés para ver sobre o pequeno portão de piquete o país das maravilhas
do inverno de neve de algodão fofo e bastões de doce plásticos gigantes que aguardavam além.
Jamie pegou o telefone e bateu algumas fotos.
O elfo que tinha conduzido a outra criança até o Papai Noel voltava na direção delas. Jamie
sentiu seu batimento cardíaco acelerar.
Definitivamente era a mãe delas.
Jamie viu sua mãe perceber quem eram as próximas crianças no momento em que ela parou
chocada a um metro do portão, os olhos tão arregalados quanto os de Jamie provavelmente
estavam.
“Mãe?” Foi a voz de Christine que tirou Jamie do seu estupor chocado. Ela estendeu a mão e
conduziu Benton para trás, um braço sobre os seus ombros. Com o canto do olho ela viu Christine
fazendo o mesmo com Lilli.
A mãe delas, obviamente ciente que não havia como evitar o reconhecimento, ergueu o queixo
e colocou um sorriso. Era uma expressão que Jamie reconheceu, aquela que dizia ‘Sou perseguida,
mas estou lidando com isto com coragem.’ Ela tinha visto isto no rosto da sua mãe muitas vezes para
contar. Sua mandíbula endureceu.
“Garotas,” a mãe delas disse, o sorriso ampliando em algo quase doloroso. “Imagine encontrá-
las aqui.”
“As crianças queriam ver o Papai Noel,” Christine disse. Sua voz estava suave; parecia que ela
ainda não sabia se deveria sequer estar falando.
“Obviamente,” a mãe delas disse. Ela olhou para o carrinho de bebê. “Vejo que você teve
mais, Jamie.”
Jamie atraiu Benton um pouco mais perto do seu lado. “Sim.
“E Christine... Você se casou?”
Christine tinha enviado um convite de casamento para o último endereço conhecido da mãe
delas, apesar dos protestos de Jamie. Elas nunca tiveram nenhuma notícia de volta. Jamie se
perguntou se mencionaria isto, mas ela realmente não tinha dito nada, apenas assentiu.
“E...” A mãe delas fez uma pausa como se não soubesse se deveria fazer a pergunta que
obviamente estava na ponta da língua. “Como está o seu pai?”
“Pai está ótimo,” Jamie disse antes que Christine pudesse dar uma resposta mais diplomática.
“Sua nova namorada é adorável.”
“Oh. Isto é... Isto é ótimo para ele.”
Era óbvio que ela não queria fazer uma cena em público, o que era mais do que Jamie teria
esperado. Talvez ela tivesse aprendido uma lição ou duas nos meses que tinha estado ausente. De
qualquer maneira ela não tinha o direito de ficar zangada; foi ela quem estava pegando jovens
atraentes a torto e a direito desde o divórcio.
Benton puxou a camisa de Jamie. “Podemos ir ver o Papai Noel?”
“Em um minuto, querido.” Jamie inclinou-se e beijou o alto da sua cabeça. Ele parecia saber que
algo estava errado. O fato que sua mamãe chamou um elfo de ‘Mãe’ provavelmente o estava
confundido. Jamie quase riu alto com o pensamento.
“O que você está fazendo aqui, Mãe?” Christine perguntou. A pergunta foi cautelosa.
“Trabalhando aqui,” a mãe delas disse, as palavras cortantes o suficiente que Jamie se
perguntou se elas tinham cruzado uma das linhas invisíveis que iriam detoná-la. “O que mais eu
estaria fazendo aqui?”
Jamie deu um passo mais para perto da sua irmã, oferecendo apoio em silêncio, mas Christine
não parecia prestes a se dobrar sob as palavras ásperas da maneira que ela outrora teria. Os
meses intermediários tinham lhe feito algum bem. “Ela quis dizerMãe que estamos nos perguntando
o que você está fazendo trabalhando como um ajudante elfo no shopping, de todos os lugares.”
Não era um lugar que ela teria esperado encontrar a mãe delas até mesmo fazendo compras,
muito menos trabalhando. E nem em um milhão de anos ela teria imaginado a mulher que sempre
tinha mantido seu ego mais perto do que a sua família correndo por aí em um traje de elfo.
A mãe delas fungou. “Eu tinha de conseguir um emprego em algum lugar,” ela disse
bruscamente.
“E este é o único lugar que iria contratá-la?” Jamie adivinhou.
Ela estava razoavelmente certa que antes deste emprego, a mãe delas nunca tinha trabalhado
um dia na sua vida.
“Fico contente que você encontrou um emprego, Mãe,” Christine disse atrás dela.
Na cabine do Polo Norte, Papai Noel tinha terminado de falar com a outra criança e agora
estava acenando para a próxima. Jamie abriu o portão e conduziu os gêmeos para frente.
Sua mãe manteve o portão fechado e olhou por cima do ombro para garantir que ela estava
autorizada a deixá-las passar.
Os gêmeos passaram pelo portão em um piscar de olhos e Jamie os acompanhou com o
carrinho, Christine logo atrás dela.
“Bem, olá,” o Papai Noel riu quando Jamie acomodou os gêmeos no seu colo. “E qual é o seu
nome?”
“Lilli.”
“Prazer em conhecê-la, Lilli,” Papai Noel disse. Ele olhou com expectativa para Benton, que
estava olhando para ele com olhos arregalados.
“Ben,” Lilli disse prestativamente.
“Ok, Ben e Lilli. Vocês foram bons?” Quando ambos assentiram lentamente, ele riu. “Por que
vocês não me contam o que querem de Natal?”
O rosto de Lilli franziu pensativo. Jamie, não querendo atrair a atenção para si e lembrando
que Lilli estava lá ouvindo, engoliu a risada com a sua expressão. Ela olhou por cima do ombro
para encontrar sua mãe e Christine inclinadas na direção uma da outra, envolvidas em algum tipo
de discussão sussurrada.
“Um pônei!” Lilli decidiu.
Um pônei. Jamie poderia imaginar como seria aquela conversa. Lilli tinha o pai na palma da
mão como se não fosse da conta de ninguém. Provavelmente ele compraria dois pôneis para ela se
ela expressasse o desejo por um. Mas de maneira nenhuma Jamie iria limpar a sujeira de um
pônei.
Papai Noel riu como se soubesse o que ela estava pensando. “E você, Ben?” ele perguntou,
voltando a atenção para o seu filho.
“Carro,” Benton disse. “Que faz Vruummm... Vruumm.”
Isto, pelo menos, Jamie poderia fazer. Embora a ideia do seu filho de dois anos de idade
conduzindo um carro de controle remoto em uma casa cheia de coisas quebráveis fosse um pouco
assustadora. Talvez um daqueles carros pequenos que ele poderia dirigir. Aqueles que iam, tipo,
um quilômetro por hora. Mas havia as escadas. Talvez teria de ser um brinquedo externo. Ela olhou
para sua mãe e Christine de novo; elas ainda estavam discutindo.
“Um pônei e um carro que faz vruum,” Santa disse. “Vocês vão ser bons para a sua mamãe?”
Ambos os gêmeos assentiram ansiosamente.
“Mantenham esta promessa e trarei os seus presentes.”
“Você se importa se tiramos uma foto?”
“Temos uma fotógrafa fazendo isto, mas... aparentemente ela está ocupada.” Ele balançou a
cabeça e Jamie tirou um momento para bater uma foto dos gêmeos no seu colo.
“Ok,” ela disse quando terminou. “Vocês dois estão prontos para ir?”
Lilli balançou a cabeça. “Não. Ficar com Papai Noel.”
“Não, querida. Papai Noel está muito ocupado,” Jamie disse, avançando para pegar sua filha
apesar dos protestos de Lilli. “Papai Noel tem outras crianças que ele precisa conversar. Você
também não quer que elas tenham presentes de Natal?”
Lilli olhou por cima do ombro para o Papai Noel por um instante e em seguida para a fila de
crianças esperando pela sua vez. Ela bufou um pequeno suspiro exagerado. “Sim. Ok.”
“Vê? Você já está sendo boa. Compartilhar com os outros é uma coisa boa para fazer.” Jamie
ajudou Benton a descer do colo do Papai Noel. “Vocês dois querem ir ver se aquele elfo bem ali
tem algum doce?”
Ela apontou para outra mulher que estava segurando uma tigela de gostosuras. Os gêmeos já
estavam a meio caminho do espaço entre ela e eles no momento em que ela conseguiu dizer, “Um
item cada.”
“... eu a convidei para o meu casamento,” Christine estava sibilando. “Se você estivesse em
algum lugar que alguém pudesse entrar em contato com você, você teria recebido o convite.”
Seja qual fosse a discussão que elas tinham tido, isto pareceu parar a mãe delas
imediatamente. Ela olhou para Christine por um momento em absoluto silêncio. Seus ombros caíram.
“Você realmente me convidou?”
“Sim,” Christine disse com mais gentileza. “Eu convidei.”
“Não tenho sido uma boa mãe para vocês duas.”
Ela tinha dito antes, mas tinha sido uma manipulação na época, tentando obter simpatia. Desta
vez, ela parecia querer realmente dizer as palavras. Jamie se perguntou se alguém a tinha
substituído com um sósia. A mãe delas nunca se desculpava e com certeza não admitia ter feito
nada errado.
“Não,” ela disse, dando um passo à frente, “você não tem.”
Christine olhou para ela com uma expressão de descrença como se ela não conseguisse
imaginar por que Jamie tinha acabado de dizer isto. Mas isto precisava ser dito. Talvez se a mãe
delas ouvisse agora, quando parecia estar em um estado para reconhecer a verdade das
palavras, ela finalmente daria alguns passos para mudar. Jamie não sabia se ela era realmente
capaz de mudar, mas mesmo mostrar algum sinal de querer seria uma melhoria.
Sua mãe engoliu em seco como se estivesse engolindo de volta as lágrimas. Ou palavras. “Eu
posso ser melhor.”
Jamie trocou um olhar com Christine, que parecia tão chocada quanto ela.
“Eu quero... Eu realmente gostaria de ter a chance de conhecer meus netos,” ela disse. Seu
olhar foi para Benton e Lilli, que tinha dito algo para a elfo das balas que a fez rir. Ambos tinham
sorrisos enormes em seus rostos quando retornaram.
“Se você realmente quer conhecê-los,” Jamie disse, “estou disposta a sentar e conversar com
você sobre isto. Mas não agora. Você está trabalhando e temos outras coisas que precisam ser
feitas.” Ela também se perguntava se deveria perguntar para Alex o que ele achava antes que ela
fosse em frente e fizesse planos. Ele era o pai deles também.
“Eu compreendo.” A mãe delas sorriu com um pouco de incerteza para elas. “De qualquer
maneira, preciso voltar para o trabalho. Há uma fila.”
Jamie pegou a mão de Benton e Christine pegou a de Lilli.
“Boa sorte, Mãe,” Christine disse.
Elas saíram pelo portão e deixaram sua mãe fazer o seu trabalho. Por um longo momento,
nenhuma das duas falou, somente entreouvindo os gêmeos conversando animadamente sobre os
doces que tinham recebido. Jamie forçou um sorriso para eles e os parabenizou pela sua porção.
“Aquilo foi estranho, certo?” ela perguntou para Christine finalmente. “Quero dizer, não sou a
única que acha que foi realmente ... estranho?”
Christine balançou a cabeça. “Não. Aquilo foi estranho. Jamais teria imaginado que
encontraríamos Mãe aqui. E pronta para conversar. Realmente não foi algo que eu teria
esperado.”
“Você realmente acredita que ela quer conversar?” O que ela estava realmente dizendo era,
Você acredita que ela mudou?
“Não sei.” Christine olhou na direção da exibição do Papai Noel, apenas visível através da
multidão. “Imagino que iremos descobrir.”
Não durante as festas de fim de ano, Jamie pensou. Isto é algo que vamos ter de lidar no Ano
Novo. Se valer a pena conversar, encontraremos uma maneira.
Capítulo 4
“Encontramos com minha mãe ontem no shopping,” Jamie contou para Alex no carro na manhã
seguinte. Ela queria ter contado mais cedo, mas ele tinha trabalhado até tarde da noite e ela tinha
adormecido com Lilli e Benton na cama deles.
Ele virou-se para olhar para ela.
“Estrada!” Jamie advertiu.
Alex olhou de volta para a estrada, mas ela podia vê-lo roubando olhares, provavelmente
tentando avaliar como tinha sido o desastre a partir da sua expressão.
“E?” ele exigiu quando ela não falou.
“E, honestamente, a coisa toda foi meio surreal. Ela estava trabalhando comouma das
ajudantes elfo para o Papai Noel do shopping.”
O olhar de Alex moveu-se rapidamente para ela antes de voltar para a estrada, choque
escrito nitidamente pelo seu rosto. “Ela estava trabalhando como uma das ajudantes elfo para o
Papai Noel do shopping,” ele disse lentamente.
“Sim,” Jamie disse. “Eu sei. Foi apenas estranho. E ela disse que queria mudar e conhecer seus
netos.”
“Ela não vai chegar perto deles até que tenhamos certeza que ela não causará nenhum dano,”
Alex disse. Ele sorriu, apesar da sua preocupação. “Tem certeza que ela não estava trabalhando
na lista de malcriados do Papai Noel? Tentando conseguir mais alguns recrutas?”
Jamie revirou os olhos, mas sorriu. “Talvez.” Ela pigarreou. “Mas, sério, eu nunca permitiria que
ela machucasse os nossos filhos.”
Os ombros dele suavizaram. “Sei disto, querida. Sei o quanto você se importa sobre os nossos
filhos. Apenas não quero permitir que ela faça a mesma coisa com eles que ela fez com você.”
“E eu nunca a deixaria. Eu disse que ela poderia falar comigo. Nós sentaríamos e eu iria me
certificar que ela compreende onde estão os limites e se isto parecer estar indo bem, poderíamos
permitir que ela visse as crianças um pouco. Em algum lugar supervisionado.”
“Quero ir com você quando for falar com ela. Não quero você sozinha com ela mais do que
quero as crianças perto dela até que tenhamos certeza que ela está falando sério.” Ele suspirou. “E
mesmo assim, Jamie, não estou realmente seguro se confiaria nela. Ela pode querer mudar, mas isto
não significa que ela irá. E leva somente um minuto para ela dizer algo cruel. Sei que ela é sua
mãe, mas não sei se ela vale o esforço.”
“Acredite em mim, você não precisa lhe dar nenhuma folga porque ela é minha mãe. Eu cresci
com a mulher. Ela não se tornou exatamente benquista para mim. Serei cuidadosa, Alex. Eu
realmente serei.”
“Confio em você.”
Alex entrou na vaga do estacionamento reservada para o CEO e ambos desceram do carro.
Jamie deslizou a mão na dele à medida que eles seguiam para o escritório e ele a apertou com
gentileza, olhando para ela com um calor que nunca falhava em deixar seus joelhos parecendo um
pouco fracos. Como ela tinha tido tanta sorte?
“Você é bonita, Jamie. Sabe disto?” Havia uma pergunta de verdade nas palavras,
provavelmente motivada pela discussão sobre a mãe dela, que nunca tinha permitido que Jamie
acreditasse algo positivo sobre o seu corpo.
Jamie sorriu. “Sim,” ela disse. “Eu sei.” Ela piscou para ele. “Só porque você me diz muito, não
tenho nenhum motivo para não acreditar.”
“Bom.” Ele virou-se então e de repente suas costas estavam contra a parede do corredor vazio.
O corpo de Alex pressionado no dela e ele estava se inclinando para um beijo.
Jamie arqueou para cima ansiosamente. Eles ainda não tinham conseguido chegar mais longe
do que algumas preliminares basicamente frustrantes antes que uma coisa ou outra os tirassem da
cama e ela estava doendo por ele. Um beijo não era o suficiente, mas teria de servir.
“Te amo,” ela disse quando eles se separaram.
“E eu te amo, Jamie. Mais do que qualquer coisa.”
Sua mão ainda na dela, ele a puxou para o elevador e para o dia de trabalho à espera.
Paul estava esperando no saguão quando eles desceram no andar e deu-lhes um sorriso
amplo. “Bom dia, Jamie. Alex. Há café esperando por ambos nos seus escritórios.”
“Você é um santo. Aposto que Papai Noel o tem no topo da sua lista.” Jamie soltou a mão de
Alex, dando-lhe um beijinho rápido e apropriado para o escritório antes de se virar para o seu
escritório. “Não se esqueça,” ela disse, virando-se para olhar para ele. “Temos aquela festa hoje à
noite no country club. Precisamos sair daqui às seis.”
Alex suspirou. “Por que eu sequer concordei em ir a esta festa?”
“Porque ele é seu irmão e porque fazer networking é essencial para o seu modelo de negócio,”
Jamie respondeu.
“Tudo bem,” Alex disse. “Tudo bem. Terminarei com o trabalho às seis.”
“Irei cobrar esta promessa.”
Jamie o deixou para começar a trabalhar e foi buscar a xícara de café prometida. Era
exatamente o que ela precisava. Markie tinha estado inquieto a noite toda e ela não estava
exatamente ansiosa para vir para o escritório, mas eles tinham de resolver as coisas se queriam
tirar férias, o que significava vir trabalhar.
Paul apareceu na porta e Jamie colocou a xícara de café sobre a mesa. “Obrigada. Eu
realmente precisava disto.”
“Imaginei que você pode não estar conseguindo dormir o suficiente com três crianças e o Natal
se aproximando. Acrescente o trabalho a isto e realmente não sei como você faz isto.”
“Oh, você vai descobrir,” Jamie disse, sorrindo para ele. “Apenas espere.”
“Não sei se eu deveria considerar isto uma ameaça ou não,” Paul riu.
“Mais como um aviso.” Jamie parou por outro gole longo de café. Graças a Deus pela cafeína.
“Estou apenas permitindo que você saiba o que está por vir.”
“Manterei isto em mente.” Paul ficou em silêncio, parecendo que ele queria dizer algo, mas não
sabia como.
“O que é?”
“Christine me contou que vocês esbarraram com a sua mãe ontem. Ela parecia meio chateada
sobre isto.”
Jamie suspirou. “Nossa mãe estava trabalhando no shopping. Ela disse que queria nos ver.”
Ele assentiu. “Não sei se esta é a melhor ideia, para ser honesto. Christine resolveu muito dos
seus problemas com a mãe de vocês, mas não sei se quero vê-la deslizando de volta para aquele
lugar em que ela costumava estar.”
“Nem eu. Iremos levar isto devagar. Alex e eu vamos sentar e conversar com ela para garantir
que ela está falando sério sobre querer mudar. Não vou expor meus filhos a ela se ela não estiver
e não irei permitir que ela chegue perto de Christine também.”
“Obrigado, Jamie. Aprecio isto. E sei que significa o mundo para Christine que você se importe
tanto sobre ela.”
Jamie sorriu. “Ela é minha irmã. É claro que eu me importo.”
“Bem, levando-se em consideração como era o relacionamento de vocês, é mais do que
algumas pessoas fariam.”
“Talvez Mãe esteja se sentindo nostálgica com as festas de fim de ano.” Ela encolheu os
ombros. “O sentimento poderá simplesmente passar. E se for algo real, descobriremos primeiro
antes que qualquer um de nós entre em qualquer coisa.”
“Você é uma senhora esperta. Consigo ver como você e Christine são parentes.” Ele virou-se
para a porta e parou, olhando por cima do ombro. “Oh. Queria contar para você. Estou pensando
em usar meu bônus de Natal para comprar ações da empresa. O que você acha? Alex aprovará?
Eu deveria esperar até que tivesse trabalhado aqui por mais tempo?”
Ela bateu palmas e não conseguiu impedir o sorriso que se espalhou pelo seu rosto. Mais
família no negócio da família. Ela adorou isto! “Não acho que você deveria esperar. Honestamente,
quanto mais pessoas de confiança têm ações da empresa, melhor. Acho que Alex adoraria se você
comprasse.”
“Então sou confiável agora?” Paul sorriu para ela.
“É melhor você ser,” Jamie disse, respondendo seu sorriso com outro. “Você casou com a minha
irmã.”
Ele riu e saiu pela porta, o som permanecendo mesmo depois que ele tinha se afastado. Jamie
sorriu e se acomodou para trabalhar.
***
A festa acabou sendo exatamente o que Jamie tinha esperado que seria: um bando de
empresários ricos tentando parecer que estavam se divertindo. Não que a festa em si fosse
terrível. Mark a tinha planejado bem. Havia música ao vivo e o country club tinha sido decorado
com ramos de pinheiro e azevinho. Luzes em formato de pingente de gelo brilhavam nos beirais.
Mas pessoalmente Jamie era da opinião que, a qualquer momento que houvesse mais de três CEOs
em um único lugar, o ambiente de negócios que eles exalavam começava a esmagar o ambiente da
festa.
O que não tinha impedido Alex. A noite toda ele tinha dado corda para ela. Ou,
provavelmente, o mais acertado era que eles tinham estado dando corda um para o outro. Três
filhos e quase quatro anos de casamento e ela ainda estava intoxicada por ele. Seu cheiro, seu
gosto, seu toque. Ela parecia não conseguir o suficiente. Jamie lembrava de pensar, quandoeles
ficaram juntos pela primeira vez, que eventualmente isto teria de desaparecer, mas isto nunca
aconteceu e ela estava mais do que bem com isto.
Então, sim, era loucamente inapropriado e extremamente perturbador, mas ela não tinha feito
sexo em dias e não conseguia evitar como cada coisinha que ele fazia em público lhe lembrava de
alguma outra coisa que ele fazia no quarto. Pela expressão no seu rosto sempre que ele achava
que poderia escapar com isto, Alex sabia e era mais do que um pouco arrogante sobre isto.
O evento foi muito formal. Houve um jantar no restaurante servido pela equipe do Little Lake
Country Club. Jamie e Alex foram acomodados com a chefe da Sunshine Cosmetics e seu marido e
eles tinham sido uma companhia bastante agradável, mas tudo que Jamie conseguia pensar era
sobre a maneira como a mão de Alex continuava deslizando um pouco mais para cima na sua coxa
sob a pretensão de descansar no joelho. Em retaliação, ela se certificou de deixar o garfo cair,
inclinando-se com a cabeça quase no seu colo para pegá-lo.
Não ajudava que ele parecia sexo sobre pernas no seu smoking. Jamie queria amarrotar o
vinco perfeito da sua camisa e calça feitas sob medida. Queria obter suas mãos nele e ... Ela
interrompeu esta linha de pensamento antes que fosse mais longe e deu outra mordida no delicioso
peixe grelhado que tinha sido servido. Seu vestido era vermelho escuro e com uma fenda até no
alto da coxa, um pouco ousado após três filhos, mas se a maneira como Alex a tinha arrastado
para um beijo abrasador quando ela saiu do quarto fosse qualquer indicação, ela ficou bem nele.
Ele não iria parar de tocá-la. Um roçar de mão ao longo da pele exposta da sua coxa, os
dedos deslizando pela fenda do vestido para tocá-la, a mão escondida pela toalha comprida.
Mais tarde, uma carícia suave do dedo ao longo do seu ombro e braço nus, seu hálito soprando
sobre a sua pele e fazendo com que arrepios surgissem quando ele se inclinou para sussurrar
profundo e baixo no seu ouvido. Maldição, até mesmo a maneira como ele segurava o garfo, o
polegar acariciando o cabo enquanto seus olhos — escuros na luz fraca — fixavam-se nos dela,
fazia o calor espiralar através dela. Jamie chamou sua atenção e terminou sua taça de
champanhe, inclinando a cabeça para trás para permitir que ele observasse os músculos na sua
garganta trabalharem. Seus dedos apertaram com mais força ao redor da sua coxa.
Honestamente era um espanto que Maria e Tyler ainda não tivessem percebido nada.
Quando o jantar terminou, eles abriram caminho para o salão de baile, Alex inclinando-se para
falar quando ninguém poderia entreouvir.
“Mal posso esperar para tirá-la daqui. E deste vestido,” ele disse, baixo e tranquilo no seu
ouvido.
“Por mais quanto tempo precisamos ficar?” ela sussurrou de volta. “Vejo alguns dos maiores
investidores da Reid Enterprises e do country club ao lado do bar. Talvez você deveria ir dizer
olá,” ela disse, a respiração ficando presa quando Alex lambeu os lábios, o olhar desviando para
a sua boca. “Alex,” ela disse de novo, percebendo que sua atenção tinha desaparecido
completamente, todo seu foco sobre ela. “Vá falar com eles, diga-lhes que eles são valorizados e
qualquer coisa e depois me leve para casa.”
O rosnado no seu tom certamente conseguiu a sua atenção.
“Porra. Ok,” ele disse, obrigando-se a se concentrar. “Encontre-me lá atrás em vinte minutos.
Não quero esperar por mais tempo por isto do que você. Irei possui-la aqui se for preciso.”
Enquanto ele falava com os homens no bar, Jamie se misturava com a multidão, parando
ocasionalmente para conversar com as pessoas que ela reconhecia como importante e mantendo
um olho no relógio. Ela sabia exatamente o sorriso certo para dar, o momento certo para acenar
com a cabeça como se estivesse prestando atenção na conversa quando todos seus pensamentos
estavam em Alex e no quanto ela o desejava. Arrastá-lo para o banheiro mais próximo estava
começando a parecer uma opção viável.
“Apreciando a festa?” Mark perguntou atrás deles.
Jamie virou-se e deu-lhe um sorriso de verdade. “Está adorável. Você e Erica realmente se
superaram.”
“Oh, eu não diria isto,” Mark riu. “Mas realmente conseguimos uma festa bem-sucedida, eu
acho.”
“Estamos felizes que você e Alex puderam vir,” Erica disse. Ela estava usando um vestido azul
longo com uma cintura império e parecia absolutamente deslumbrante. Jamie fez questão de dizer
isto e recebeu um sorriso encantador em troca.
“Provavelmente não poderemos ficar por muito mais tempo,” Alex disse, aparecendo ao seu
lado para deslizar o braço ao redor da cintura de Jamie e puxá-la para ele. “Temos de ir para
casa por causa das crianças, vocês sabem.”
“Oh. É claro. Não gostaríamos de segurá-los.” Mark estendeu a mão e deu um tapinha no
ombro do seu irmão. “Estamos felizes que vocês puderam vir. Vão para casa e cuidem dos
pequenos.”
Jamie não precisou daquela oferta duas vezes. Ela se despediu de Mark e Erica e depois de
Christine e Paul, que estavam circulando pela sala com muito mais entusiasmo do que Jamie tinha
sentido pela festa. Mais algumas despedidas breves e eles estavam fora do clube e livres
finalmente.
No carro, as mãos de Alex estavam por todos os lados. Jamie estava feliz que eles tinham
trazido o motorista, porque ela não sabia se qualquer um dos dois teria conseguido se concentrar
na estrada de maneira adequada. Com a divisória levantada, eles tinham bastante privacidade
para aumentar a aposta e ambos estavam determinados a tirar vantagem disto completamente.
Alex passou a mão sobre a sua coxa, passando os dedos pela parte interna sensível e deixando-a
sem fôlego. Os lábios roçavam na sua mandíbula.
Jamie deslizou a mão para cima pela sua perna, pressionando o tenar no volume na sua calça.
Ele já estava semiduro e ficando mais duro e tudo que que ela queria era senti-lo dentro dela. Ele
gemeu no seu pescoço, levantando as mãos para segurar seus seios enquanto trabalhava seu
caminho na direção da sua clavícula, deixando pequenas mordidas e lambidas para trás. As mãos
de Jamie seguraram seus ombros, as unhas arranhando o tecido pesado do seu paletó. Os
polegares acariciavam seus mamilos através do tecido das suas roupas, apenas sensação suficiente
para provocar.
Ela enfiou a mão por baixo do seu casaco, alisando-as sobre os músculos fortes das suas
costas. Ele mordiscou seu pescoço, lambendo ao longo do seu ombro nu até sua clavícula e
gemendo enquanto ela acomodava seu peso em cima dele.
“Porra, Alex, fiquei louca a noite toda. Por favor,” ela implorou enquanto a mão dele deslizava
pela sua coxa e roçava de leve o seu sexo através da calcinha de renda que ela tinha usado
somente para esta ocasião. Ele esfregou o polegar bruscamente nela, gemendo quando ela ofegou
e mordeu seu pescoço, estendendo a mão entre eles para pressionar sua ereção, agora
completamente dura e distendendo sua calça.
“Jamie,” ele suspirou. “Estou desejando você desde que saímos de casa hoje à noite. Porra.”
Seu polegar pressionou círculos rápidos sobre o seu clitóris e Jamie arqueou contra ele, ofegando.
“Como você ainda faz isto comigo?”
Maldição, ela estava perto.
Outra pressão do seu polegar, esfregando a renda texturizada nela e foi isto. Jamie deixou a
testa cair no ombro dele e gozou, estremecendo nos seus braços. Ela engoliu o grito do seu nome
que queria escapar pela sua garganta, ainda consciente do motorista no banco da frente.
As mãos de Alex acariciavam seus lados enquanto ela descia do auge do orgasmo. Ela sabia
que sua pele devia estar corada. Seu cabelo cuidadosamente preso estava soltando, as mechas
caindo no seu rosto. Uma olhada nos olhos de Alex e ela riu com quão óbvio suas travessuras
seriam para qualquer um que olhasse para eles. Seu paletó estava praticamente fora, a camisa
girada ao redor do seu, e os olhos estavam escuros e atordoados. Ele ainda estava duro contra
ele.
Ela olhou pela janela, tentando avaliar onde eles estavam e ficou surpresa ao descobrir que
estavam se movendo por ruas conhecidas, apenas algunsminutos de casa. Parecia que Alex teria
de esperar. Jamie tentou alisar seu cabelo de volta em uma aparência de algo organizado assim o
motorista não saberia imediatamente que eles tinham feito tudo, exceto transar no banco de trás.
Alex endireitou seu paletó.
Quando o carro parou, Alex desceu primeiro, levando um momento para falar com o motorista
através da janela da frente antes de estender a mão para ajudá-la a sair. Jamie aceitou a mão
oferecida, estremecendo um pouco com o ar frio do inverno que deslizou pela gola do seu casaco.
Alex a puxou para perto e apressou ambos para dentro da casa.
Eles não se deram ao trabalho de tirar os casacos e sapatos na porta, apenas perseguiram um
ao outro pelas escadas até o quarto, fechando a porta com firmeza atrás dele. Imediatamente ela
estava em cima dele, desabotoando seu paletó e empurrando-o para fora antes de começar a
trabalhar nos botões da sua camisa. Ela passou os braços ao redor do seu pescoço para beijá-lo
antes de se afastar para empurrá-lo na direção da cama, passando a mão sobre a sua ereção
enquanto agarrava sua calça pelo cós para puxá-lo com ela. Alex gemeu e seguiu o puxão, mais
do que disposto a ir para onde quer que ela o estivesse levando.
Jamie parou antes da cama para tirar seus saltos e Alex, impaciente, tirou seu casaco e passou
as mãos pelos seus lados. A boca encontrou seu ombro, chupando na curva.
“Alex,” ela ofegou, olhando por cima do ombro para pegá-lo olhando para ela com olhos
famintos e escuros. “Abre o zíper?”
Ele não precisou ser solicitado de novo. Os dedos encontraram o zíper e o puxaram para
baixo antes que ela pudesse avisá-lo para ir devagar. Não houve nenhum som de tecido rasgando,
então Jamie presumiu que ele não tinha danificado o vestido enquanto o deslizava pelos seus
quadris e amontoava no chão. Se tivesse, ela poderia simplesmente mandar arrumá-lo de qualquer
maneira. Ela tinha coisas mais importantes sobre as quais pensar no momento, como as mãos de
Alex nela e seu hálito derramando calor na sua nuca.
Dedos compridos, ágeis com muita prática, abriram o fecho do seu sutiã e Jamie suspirou
aliviada enquanto o jogava para o lado, virando-se e passando os braços ao redor do seu
pescoço enquanto se inclinava para cima para um beijo que ele deu com prazer. A língua deslizou
para dentro da sua boca, preenchendo seus sentidos com o gosto dele.
Houve uma batida repentina na porta.
Capítulo 5
Alex gemeu, deixando a cabeça cair para descansar no ombro de Jamie. Talvez se ele não se
movesse, seja quem fosse que estivesse na porta iria embora. Não houve tanta sorte.
“Sr. e Sra. Reid?” A voz da babá veio através da porta. “Lamento incomodá-los, mas Lilli teve
um pesadelo e ela ouviu vocês entrarem. Ela não se acalmará sem vê-los.”
Jamie suspirou. “Apenas um minuto,” ela gritou de volta. “Já estarei lá.”
“Eu juro,” Alex disse, passando a mão pelo cabelo, “o universo está determinado a evitar que
eu transe.”
“Oh, querido.” Jamie inclinou-se para beijá-lo, rindo “Tenho certeza que encontraremos tempo.”
“Fácil para você dizer. Você já teve um orgasmo.”
“Você é capaz de ter um sem mim, sabe,” ela comentou enquanto se afastava e colocava um
roupão sobre a sua lingerie.
Alex a observou arrependido enquanto ela cobria toda a pele nua que tinha tão recentemente
estado em exibição. Era injusto, isto era o que era.
“A qualidade fica drasticamente reduzida,” ele disse, recostando-se nos travesseiros e
cruzando os braços sobre o peito. “Não acho que seja uma troca justa.”
“Serei o mais rápido possível.”
Jamie roubou mais um beijo e em seguida saiu para o corredor, onde Alex podia ouvi-la
falando com uma voz baixa com a babá. Ele suspirou. Era realmente demais pedir que ele
conseguisse ter uma noite com a sua esposa em que eles não fossem interrompidos?
Aparentemente era, porque a viagem rápida de Jamie para acalmar Lilli na cama acabou se
transformando em um uma não tão rápida. Alex, através da babá eletrônica, podia ouvi-la
tentando confortar a filha deles enquanto Lilli balbuciava sobre algo que ele não conseguia
distinguir. Seja o que for que a tivesse chateado, não seria tão fácil de consertar com alguns
minutos na cadeira de balanço.
Não que Alex se ressentisse do tempo dos seus filhos com a sua mãe; é claro que eles deveriam
ter um tempo com Jamie. Ele apenas queria um tempinho com ela também e ultimamente parecia
que todas as chances que ele tinha para um momento a sós com ela se transformavam em alguma
saga demorada de problemas em algum outro lugar.
Mas ela era uma mãe incrível. Alex se viu sorrindo, apesar da sua irritação, enquanto ele a
ouvia lendo baixinho para Lilli. Ela estava com tanto medo quando eles descobriram que ela
estava grávida pela primeira vez, preocupada que, de alguma maneira, ela repetiria a sua
própria infância infeliz. Mas ela não tinha sido nada além de incrível desde que os gêmeos
nasceram. Eles tinham sorte por tê-la. Tanta sorte quanto Alex. Ele não poderia ter pedido, ele
pensou, deitado nos travesseiros e deixando os olhos fecharem, por uma mulher melhor com quem
dividir a sua vida.
***
Quando Alex acordou, o sol estava entrando pelas persianas e Jamie estava adormecida ao seu
lado. Ela parecia que não tinha conseguido dormir muito, se os círculos roxos sob os seus olhos
fossem algo para confiar, portanto Alex deslizou com cuidado de debaixo dos cobertores, tentando
não acordá-la e foi verificar as crianças.
Os gêmeos ainda estavam dormindo, então isto era algo pelo menos, mas Markie estava
acordado, olhando para ele com grandes olhos azuis.
“Ei, homenzinho,” Alex murmurou, inclinando-se para pegar seu filho. “Como você está esta
manhã?”
Markie deu um sorriso banguela para ele e Alex sentiu um sorriso em resposta no seu rosto. Era
impossível resistir àquele sorriso.
“Fico feliz em saber. Que tal um pouco de comida?”
Ele fez um pequeno som alegre que Alex tomou como um sim e Alex foi preparar uma
mamadeira para ele, empurrando-o suavemente no seu quadril.
As iminentes férias de Natal seriam uma coisa boa. Para todos eles. Alex estava passando mais
tempo em casa recentemente, entregando alguns dos seus deveres para Paul, que tinha assumido
muito bem sua posição na empresa, mas ele ainda não passava tanto tempo em casa com seus
filhos como gostaria. Ter duas semanas de tempo ininterrupto com eles e Jamie era exatamente o
que ele precisava para relaxar.
Alex testou a temperatura do leite na mamadeira e achou aceitável, então ele a inclinou para
Markie, sorrindo para o seu filho enquanto ele comia. Havia algumas desvantagens em se ter filhos,
mas todas elas eram superadas pelo peso do seu filho nos seus braços e saber que ele e Jamie
tinham feito algo juntos. Algo perfeito.
Houve um farfalhar na porta e Alex virou-se para encontrar Jamie parada lá, envolvida no seu
roupão e observando-o com um sorriso cansado.
“Ei, querida,” ele cumprimentou. “Você está bem?”
Ela assentiu. “Fiquei acordada até tarde com Lilli do que eu teria gostado, mas estou bem.
Tenho certeza que posso espremer um cochilo em algum lugar.”
Se eles iriam espremer algo que envolvesse uma cama, Alex não queria que fosse um cochilo,
mas não disse isto. Não queria que Jamie sentisse que ele ficaria desapontado se ela decidisse
conseguir um pouco de sono extra. Não quando ela tão nitidamente precisava disto.
“Por que você não volta para a cama agora?” ele perguntou. “Tenho Markie. Estamos bem.
Você poderia descansar mais.”
“Já estou acordada.” Jamie se arrastou pela cozinha para lhe dar um beijo rápido de bom dia
a caminho da cafeteira. “E Mark e Erica estarão chegando mais tarde, então provavelmente eu
deveria fazer algumas coisas esta manhã.”
Certo. Alex tinha esquecido que eles iriam dar uma passada. “Posso fazer as coisas, Jamie.
Não preciso ir trabalhar hoje.”
Ela dispensou a oferta. “Está tudo bem, Alex. Honestamente, não vou ser capaz de voltar a
dormir. Estou muito acostumada a estar acordada por agora. E os gêmeos logo sairão da cama,
querendo o café da manhã. Você não está acostumado alidar com todos os três de uma vez.” Ela
virou-se para olhar para ele por cima do ombro. “Honestamente, lutar com três crianças pequenas
é uma tarefa que dois podem lidar melhor do que um.”
“Se você tem certeza.” Alex puxou a mamadeira vazia e apoiou Markie no ombro para fazê-lo
arrotar. “Mas se você começar a dormir vou colocá-la na cama.”
“Oh? E como exatamente você vai me manter lá?” Jamie provocou, olhando para ele por cima
da sua xícara de café ainda vazia com as sobrancelhas erguidas.
“Eu poderia pensar em algumas maneiras,” Alex disse, deixando a voz cair um pouco mais
baixa para observá-la estremecer. Isto fez com que ele se arrependesse de perder a noite
passada de novo. Ele queria desesperadamente tê-la nua e debaixo dele, de preferência em
algum momento antes do Ano Novo.
“Você é terrível, Alex Reid,” Jamie acusou, muito riso na sua voz para que ela passasse isto
como sério.
“Este sou eu,” Alex concordou. “Absolutamente terrível.”
Jamie balançou a cabeça e serviu-se de uma xícara de café, que ela prontamente bebeu
quase a metade. Alex a observava com preocupação, sem saber se ela não queimaria a boca.
“Você deveria ser mais cuidadosa com o café quente.”
“Estou bem,” Jamie disse rindo. “Você aprende a bebê-lo rapidamente antes que fique frio com
estes pequenos munchkins por perto.”
“Você sabe que poderíamos ter a babá vindo com mais frequência,” Alex comentou. “Ela
poderia ajudá-la com as crianças e você poderia conseguir dormir um pouco mais quando
precisasse.” A au pair vivia no andar de baixo no apartamento onde Jamie morou inicialmente. Ela
era ótima. Na faculdade, terminando seu mestrado e sempre disponível para cuidar das crianças.
Faculdade online hoje em dia... quem precisava ir à aula então?
“Não.” Jamie balançou a cabeça. “Eles ficam com Brianna com bastante frequência como está.
Não quero que eles passem tanto tempo com ela que ela se sinta mais como mãe deles do que eu.”
“Eles não vão pensar isto, Jamie.”
“Mesmo assim, o tempo que temos com Brianna é o suficiente. Posso lidar com isto, Alex.”
“Ok,” Alex disse com cuidado. “Você pode lidar com isto. Estou apenas tentando ajudar, Jamie.
Sei que você está sob muito estresse com as crianças, trabalho e as festas de fim de ano
chegando. É só isto. Não estava tentando fazer você sentir que não é uma boa mãe.”
Ela suspirou, afundando em uma das cadeiras da mesa da cozinha. “Não,” ela disse,
esfregando uma mão sobre o rosto. “Sei que você não está e eu não deveria ter ficado chateada
com você. Eu só... odeio a ideia de deixar as crianças com outra pessoa mais do que o necessário.
Somos seus pais; somos nós quem deveríamos estar cuidando deles.”
“Nós cuidamos deles, querida. Só porque você não pode estar com eles a cada minuto de cada
dia não significa que você é uma mãe ruim.” Ele colocou a mão no seu ombro. “Você é uma mãe
maravilhosa, Jamie. Confie em mim sobre isto.”
Ela olhou para ele e ele inclinou-se para pressionar a boca na dela em um beijo suave e doce.
Jamie derreteu no toque. No monitor da cozinha ele ouviu os gêmeos começarem a se agitar e se
afastou para sorrir com tristeza para ela.
“Acho que eles estão fazendo isto de propósito,” ele disse.
Jamie riu. “Acho que você apenas tem um timing ruim, querido. Irei buscá-los.”
Com Markie balbuciando alegremente nos seus braços, Alex a observou ir e se perguntou pela
milionésima vez como ele tinha conseguido pegar a melhor mulher da cidade de Nova York para si.
***
Era o início da tarde quando Mark e Erica chegaram, ambos agasalhados com roupas para neve.
Alex estava brincando com os gêmeos, montando um quebra-cabeças enquanto Jamie se levantava
para deixá-los entrar. Ela tinha Markie no braço e ela o mudou para o outro quadril para que
pudesse dar um abraço a cada um dos seus cunhados, cumprimentando-os com um sorriso. “Vocês
precisam de algo? Café? Algo mais forte?”
Ambos balançaram a cabeça. “Estamos bem, Jamie,” Mark disse. “Mas, obrigado.”
Erica pegou Markie. “Olhe para você, homenzinho,” Erica arrulhou. “Olha como você está
ficando grande.” Ela esfregou o nariz no dele. “Você é muito mais fofo do que o seu tio. Sim, você
é. Sim, você é.”
Markie deu uma risadinha e Jamie virou-se para sorrir para Mark. “Como foi o resto da
festa?”
“Completamente,” Mark disse, “incrível. Realmente bom. Todo mundo se divertiu e esta manhã eu
tinha um punhado de e-mails de alguns investidores que querem colocar dinheiro no campo de
golfe. Tenho certeza que Alex terá notícias deles em breve também.”
Alex riu. “Meu telefone tem estado tocando o dia inteiro.
Jamie sorriu para o seu cunhado. “Isto é ótimo, Mark. Fico feliz que tenha dado tudo certo. Sinto
muito que não pudemos ficar na noite passada.”
“Não precisa se desculpar. Eu compreendo completamente.” Ele olhou para Erica brincando com
Markie enquanto os gêmeos tentavam mostrar-lhe os desenhos que tinham feito naquela manhã.
Eles tinham tentado carregar o quebra-cabeças, mas quando ele desmoronou, eles o deixaram e
seguiram em frente para a próxima coisa. Os adultos riram. Mark atrapalhou o cabelo de Benton
com carinho. “As crianças precisavam de você.”
Ou algo assim, Alex pensou. Jamie deu-lhe um olhar que dizia que ela sabia o que ele estava
pensando.
“Lá fora,” Lilli disse.
Jamie olhou para ela. “Você quer ir lá fora?”
“Neve!” Benton acrescentou.
“Lá fora na neve?”
Os gêmeos assentiram em uníssono, como dois pequenos robôs.
“Eu não me importo de levá-los lá fora,” Erica disse. “Vocês têm um trenó para eles?”
Cinco minutos depois, Alex estava tentando colocar roupas para neve em Benton. Benton,
apesar de todas as suas alegações que queria ir lá fora ver a neve, ele realmente não parecia
tão animado sobre o casaco e calça de neve que precisava colocar para sair, mas eventualmente
Alex e Mark conseguiram vesti-lo. Jamie e Erica conseguiram colocar as roupas em Lilli sem muita
animação.
“Que tal se nós todos saímos?” Alex sugeriu.
“Deixe-me colocar o amendoim para o seu cochilo.” Jamie deitou Markie e quando ele
adormeceu ela trouxe a babá eletrônica com ela assim eles poderiam ouvi-lo se ele acordasse.
Os gêmeos estavam fascinados com a neve.
Não era a primeira vez que eles estavam ao ar livre desde que a neve começou a cair, mas
eles não tinham tido tantas oportunidades para simplesmente sair e brincar nela o quanto
quisessem. Erica ensinou-lhes como fazer anjos de neve e depois Mark ensinou-lhes como fazer
bolas de neve. Depois ele ensinou-lhes como arremessá-las ao arremessar uma em Alex. Os
gêmeos deram risadinhas com a visão do rosto do pai deles coberto de neve e imploraram ao Tio
Mark para arremessar mais.
“Você sabia que Lilli quer um pônei de Natal?” Jamie disse enquanto eles enrolavam bolas de
neve para arremessar em Mark.
“Um pônei?” Alex arremessou uma bola de neve no seu irmão, abaixando-se atrás de uma
árvore quando Mark retribuiu o fogo.
“Foi isto que ela disse para o Papai Noel,” Jamie disse. “E Benton quer um carro que dirige.”
“Não acho que uma criança de dois anos realmente precisa de um pônei,” Alex disse,
esquivando-se de outro arremesso, este de Erica. “Talvez um daqueles de pelúcia que relincha ou
algo assim?”
“Era isto que eu estava pensando.”
Aparentemente os gêmeos tendo desistido de acertar Alex ou Jamie com uma bola de neve,
estavam agora arremessando bolas em Mark, que estava fazendo uma grande produção ao ser
atingido por elas, caindo na neve enquanto Erica ria para ele.
“Sabe,” Alex disse, “Acho que poderíamos deixá-los sozinhos por alguns minutos...”
Jamie olhou para ele. “Sério?”
“Sério. Vamos lá.”
Ela olhou para as crianças enquanto ele passava uma mão ao redor do seu pulso e a conduzia
na direção da casa, mas elas pareciam estar se saindo bem com seu tio e tia, completamente
encantadas com a “morte” teatral de Mark.
Eles entraram pela porta sem serem vistos e Alex sorriu para Jamie, que estava corada com o
esforço e com o frio, tão bonita como ela jamais esteve. Ele tirou seu casaco, sacudindo a neve e
jogando-o na direção geral do gancho. O seu acompanhou.Ele a pressionou contra a porta para
beijá-la duro, gemendo com a sensação do seu corpo contra o dela, as curvas suaves nos seus
braços.
“Te amo.”
“Eu te amo também,” ela respondeu sem fôlego enquanto ele a pegava nos braços e a
carregava na direção do sofá.
“Alex!” ela ofegou quando ele a deixou cair sobre ele, olhando para ele com os olhos
arregalados e escandalizado. “Não podemos fazer isto aqui.”
“Nós iremos ouvi-los se eles entrarem” Alex disse e inclinou-se sobre ela para saborear a pele
irresistível da curva do seu pescoço. “Onde está o seu senso de aventura?”
“Desculpe-me se não quero traumatizar os nossos filhos ou seu irmão. Sem mencionar Erica.”
Jamie empurrou seu ombro ao mesmo tempo que seus quadris balançavam contra os dele, as
palavras ficando presas na sua garganta. “Realmente não é...Porra!” ela gemeu no fim.
Alex sorriu contra a sua pele. “Não vamos demorar,” ele disse. “Tudo ficará bem.”
Uma das suas pernas passou ao redor do seu quadril, atraindo-o para mais perto. Alex gemeu
e o som foi repetido por Jamie.
“Você é tão adorável,” ele disse enquanto se balançava no berço das suas coxas. “Não sei
como você faz isto, mas juro que todas as vezes que eu a vejo você está mais bonita do que no dia
anterior.”
“Agora você está apenas me lisonjeando.”
“Irá me conseguir na sua calça?”
Jamie riu, puxando-o para um beijo que ele retribuiu com alegria. Ela tirou o chapéu que ele
estava usando e arremessou-o na mesa de centro, deslizando os dedos no seu cabelo para deixá-
lo ainda mais bagunçado.
“Você não precisa me lisonjear para entrar na minha calça. Você...”
Passos soaram no lado de fora, misturados com vozes animadas e em seguida o som da porta
abrindo fez com que eles se separassem rapidamente. Jamie olhou para Alex com acusação escrita
por todo seu rosto e ele lhe deu um sorriso um tanto encabulado em troca. Não era sua culpa que
eles tinham entrado muito mais cedo do que ele esperava.
“Está tudo bem?” ele perguntou, virando na direção de Mark e Erica, que estavam parados ao
lado da porta da cozinha com olhares astutos nos seus rostos.
“Lilli tropeçou e caiu na neve e ela está fria,” Erica disse, parecendo que estava tentando
reprimir uma risada.
Jamie sentou-se e deu-lhes um sorriso largo que não escondeu o fato que seu rosto estava
vermelho brilhante. “Oh. Que pena. Irei cuidar disto. Obrigada por trazê-la para dentro. Eu estava
prestes a fazer um pouco de chocolate quente.”
Erica já estava ajudando Lilli a sair das roupas de neve e Lilli estava se contorcendo e
reclamando sobre a neve e estar molhada.
Alex recostou-se no sofá e se perguntou se ele estava amaldiçoado para nunca mais transar.
Tudo que ele queria era alguns minutos. E Jamie. De preferência nua, mas a esta altura ele
aceitaria praticamente qualquer coisa.
Não era pedir demais, não é?
Capítulo 6
“Precisamos de biscoitos.”
Alex, apoiado no balcão com o pano que ele tinha usado para secar os pratos ainda em uma
mão, virou-se para olhar para ela. “Biscoitos?”
“Biscoitos de Natal. Você sabe, para o Natal.”
“Sim. Na verdade, eu imaginei para o que eles eram.”
Jamie riu. “Então, veja, precisamos de biscoitos de Natal.”
A cozinha estava fracamente iluminada. Eles tinham desligado a luz principal mais cedo e
agora a única iluminação era fornecida pelo brilho das luzes na neve e a pela luz dourada baixa
da sala de estar. Havia algo sobre a escuridão, uma calma que nenhum dos dois queria
interromper. Lá fora, a neve cobria a entrada da garagem, pontilhada com sombras azuis e
prolongada até o horizonte preto. Parecia, Jamie pensou, exatamente como o Natal deveria ser.
Quente e dourado, com o frio todo preso no lado de fora. Ela começou a tirar os ingredientes e
ligou a batedeira. “Pegue o livro de receitas, por favor?”
Alex o tirou do seu lugar na prateleira. “Você acha que as crianças deveriam estar acordadas
para ajudar com isto?”
Jamie balançou a cabeça. “Não quero que eles se queimem no fogão. Vamos deixar que eles
ajudem a decorar. De qualquer maneira, não me importo com um pouco de silêncio.”
Alex riu. “Ok. Muito justo. Você conseguirá sua experiência de assar sem crianças. Mas eu
poderia pensar em algumas outras coisas que eu iria preferir do que estar fazendo biscoitos.” Ele
passou os braços ao redor dela enquanto falava, apoiando o queixo no seu ombro e olhando
para o livro de receitas. “Você poderia fazer os biscoitos mais tarde.”
“Boa tentativa. Mas por mais que eu adoraria aceitar sua oferta, a véspera de Natal é
amanhã e todo mundo estará voltando para cá de novo. Preciso fazer os biscoitos agora. Sorte
que temos Murray como nosso cozinheiro ou eu teria de fazer ainda mais.”
Alex bufou, mas cedeu, recuando e enrolando as mangas. “Ok, então, querida. Biscoitos. Diga-
me o que fazer.”
Jamie sorriu e apontou para ele os últimos ingredientes.
Foi um pouco instável no início, trabalhar lado a lado na cozinha escura, mas eles pegaram o
ritmo logo. A primeira bandeja de biscoitos foi para o forno sem um empecilho.
Quando estavam cozinhando com segurança, Jamie deu a Alex a tarefa de agitar a segunda
fornada, que ele pareceu achar que era completamente desnecessário. “Para que você precisa de
tantos biscoitos?”
“Bem, vamos ver. Você. Eu. Os gêmeos. Christine. Paul. Mark. Erica. Meu Pai. Sua namorada. São
muitas pessoas para ter biscoitos. E precisamos de extras para enviar com todo mundo e...”
Ele a silenciou com um dedo pressionado com gentileza nos seus lábios. “Entendi. Biscoitos para
todo mundo.”
Seu dedo se afastou e ele inclinou-se para roçar a boça na dela. Jamie passou os braços ao
redor do seu pescoço e ficou na ponta dos pés para retribui-lo. Que foi quando ela sentiu o ovo
pingando na parte de trás da sua camisa. Ela gritou e empurrou para trás, tentando limpar a
sensação fria e pegajosa com uma toalha.
“Alex!”
“O quê? O que eu fiz?”
Jamie olhou para ele. “Você conseguiu ovo nas minhas costas!”
Seu rosto contorceu-se, tentando reprimir um sorriso enquanto Jamie cruzava os braços sobre o
peito e olhou para ele. Não funcionou. Um momento depois ele estava rindo completamente,
tentando se desculpar através das risadas.
Os olhos de Jamie semicerraram. “Você realmente quer fazer isto?”
Ele olhou para cima, mas antes que ele pudesse responder, ela o atingiu com um punhado de
farinha, derramando uma nuvem branca pelo chão e sua camisa.
“Ei!” ele protestou. “Eu gosto desta camisa.”
O sorriso no rosto de Jamie era açúcar puro. “Não se preocupe, querido. Podemos comprar
uma nova para você.”
“Oh, é isto.” Alex pegou a tigela de massa de biscoito açucarado e passou uma faixa dela
pelo rosto de Jamie.
Ela ofegou, assustada pelo frio disto na sua pele e virou-se para olhar para ele com olhos
acusatórios. “Não posso acreditar que você acabou de fazer isto!”
“Mas eu fiz,” Alex comentou, sorrindo enquanto desenhava outra faixa pelo seu rosto.
“Vou arruinar esta camisa,” ela rosnou, avançando para ele com outro punhado de farinha.
Rindo, Alex esquivou-se do seu caminho, retaliando com fermento. “Traga-o, mulher.”
Havia momentos, Jamie refletiu, quando ela se apaixonava pelo seu marido tudo de novo. Ao
vê-lo parado lá na cozinha mal iluminada com farinha no seu cabelo escuro e seus olhos azuis
vibrantes com risada era um destes momentos.
E então, é claro, ele teve de ir e arruiná-lo ao arremessar granulados nela.
“Entregue-se agora,” ele disse enquanto a perseguia ao redor da ilha, “e serei misericordioso.”
“Nunca!” Jamie disse.
No último segundo, ela não fez a curva, deixando Alex contorná-la sem ela. Ele girou nos
calcanhares e foi a vez de Jamie fazer a perseguição. Em um instante, ela o tinha preso entre ela
e a parede que separava a cozinha da sala de estar. Ela olhou para ele, um sorriso nos lábios.
“Tem certeza que você quer fazer uma pausa em assar biscoito?” Alex provocou, virando a
cabeça na direção do fogão. “Você realmente tem um punhado deles para terminar antes de
amanhã.”
“Acho que os biscoitos podem esperar um minuto,” Jamie disse, olhando para os seus olhos azuisbrilhantes. Borboletas vibravam no seu estômago como se fosse o primeiro beijo deles de novo.
“Isto significa que eu venci?” Alex perguntou, um sorriso convencido nos lábios.
Ele não lhe deu tempo de responder antes que a estivesse atraindo com uma mão, inclinando-se
para frente para pressionar a boca na dela. Jamie suspirou no espaço entre eles, pressionando na
parede. Ele passou os braços ao redor do seu torso e ela deslizou os seus ao redor do pescoço
dele, as mãos emaranhando no seu cabelo. A língua de Jamie passou no lábio inferior de Alex e
ambos gemeram.
Quando ambos estavam sem fôlego e desesperados por ar, Jamie recuou. Seu olhar seguiu a
curva da mandíbula de Alex até os seus lábios, erguendo até os seus olhos. Ele deixou a cabeça
inclinar para frente, descansando na dela e por um momento eles apenas ficaram lá,
compartilhando o espaço e a respiração. Alex levantou a mão e afastou com gentileza uma mecha
de cabelo cheio de farinha do seu rosto.
O cheiro de biscoitos queimando interrompeu o momento. Jamie saiu correndo para o forno,
xingando baixinho.
“Eu lhe disse,” Alex disse, resignado. “É uma conspiração. Sempre que chegamos perto de ficar
nus juntos, algo acontece.”
“Para ser justa,” Jamie disse enquanto tirava a bandeja de biscoitos fumegantes do forno, “nós
realmente sabíamos que estes estavam assando.”
“Ainda é uma conspiração,” Alex bufou. “Tudo que eu quero para o Natal é você. Nua. Na
cama. Isto não deveria ser tão difícil.”
“E, no entanto...” Jamie suspirou, raspando os biscoitos queimados no lixo.
Houve um estalo na babá eletrônica e ambos congelaram, não se atrevendo a mexer.
Quando nenhum choro acompanhou, Jamie relaxou. “Coloque a segunda fornada de biscoitos
na bandeja, por favor? Por favor, meu amor?”
Ela ouviu Alex se mover para obedecer e foi enxaguar a panela na pia antes que o biscoito
assado pudesse grudar. Seus olhos estavam começando a fechar por vontade própria, fadiga
instalando-se nos seus ossos. Tinha sido um dia longo e isto a estava alcançando.
“Cansada, amor?” De repente Alex estava atrás dela, o braço deslizando ao redor da sua
cintura.
Jamie inclinou-se com gratidão no apoio do seu peito. “Alguns dias são mais movimentados do
que outros. Está tudo bem. Não mudaria isto por nada no mundo.”
“Por que você não vai dormir?” ele sugeriu com gentileza. “Irei terminar os biscoitos.”
Jamie balançou a cabeça. “As crianças estarão acordando cedo. Você precisa descansar
também.”
“Mais um motivo que você deveria ir para a cama e dormir um pouco antes que elas acordem,”
Alex retrucou. “Estou acostumado a não dormir muito. Vá, querida. Você precisará estar confiante e
alerta e pronta para ir amanhã para a festa.”
“Sim,” Jamie concordou quando uma nova onda de tonteira de exaustão tomou conta dela.
“Esta poderia ser uma boa ideia.”
Ela não sabia quando tinha ido de cansada para não ser capaz de manter os olhos abertos.
Alex a conduziu até as escadas, o braço ainda ao redor da sua cintura e a deitou na cama,
tirando seu jeans.
“Sabe,” ele disse enquanto puxava os cobertores sobre ela, “esta não era exatamente a
maneira que eu tinha planejado conseguir despi-la.”
Jamie deu uma risadinha, os olhos semicerrados. “Sinto muito, querido. Juro que não estou
fazendo isto de propósito.”
“Não sei se acredito em você,” Alex disse, o tom nitidamente provocador. Ele passou a mão
sobre a sua testa. “Mas irei deixá-la dormir de qualquer maneira. E não irei sequer reclamar que
você está coberta de ingredientes para assar.” Ele riu baixinho. “Você pode tomar banho de
manhã, não irei reclamar.”
“Mmm. Quando eu fiquei uma senhora tão velha?”
“Provavelmente por volta do momento em que você teve três filhos para cuidar e um negócio
para ajudar a administrar. Mas não acho que precisar ir para a cama cedo a qualifique como
velha ainda.”
“Em minha defesa,” Jamie disse, disse olhando com cara de sono para o relógio, “são duas
horas da manhã.”
Alex olhou para o relógio como se não soubesse se acreditava nela. “Sim. É. O que significa
que eu deveria tirar os biscoitos do forno e você deveria ir dormir.”
“Sim,” Jamie concordou. “Dormir. Depois banho.” Ela deixou os olhos fecharem e sentiu os lábios
de Alex roçando na sua testa enquanto ela adormecia.
Capítulo 7
“Jamie? Amor?”
Jamie acordou lentamente com a mão de Alex acariciando seu cabelo. Abrindo os olhos, ela
olhou para cima para encontrá-lo inclinado sobre a cama, completamente vestido com terno e
gravata.
“Alex? O quê...?”
“Preciso ir trabalhar um pouco, querida. Sinto muito. Sei que disse que estaria por perto para
ajudá-la a organizar tudo para hoje à noite, mas houve um erro com uma das grandes contas e
Paul precisa de mim para ajudar a inspecionar. Não é algo que ele já lidou antes sozinho.”
“Não poderia esperar até depois do Natal?”
Alex balançou a cabeça. “Eu gostaria que pudesse, mas se for deixado como está poderíamos
perder muito dinheiro ao longo dos próximos dias e se vamos agora não preciso interromper
nossas férias.”
Por mais que ela quisesse que ele ficasse em casa Jamie conseguia ver a lógica no que Alex
estava dizendo. Ela suspirou e levantou-se no colchão. “Dirija com segurança então e volte para
casa logo.”
“Estarei de volta o mais rápido que puder, eu prometo.” Alex inclinou-se para roubar um beijo
rápido e Jamie passou a mão ao redor da parte de trás do seu pescoço, atraindo-o para outro.
“Não se esqueça de dar aos funcionários seus bônus de Natal também.” Ela o puxou para ela
mais uma vez para outro beijo.
“Ok,” Alex disse, rindo. “Chega.” Ele lhe deu um sorriso que fez o calor enrodilhar-se no seu
centro. “Contudo, mais tarde, vou cobrar esta promessa.”
Jamie esticou os braços acima da cabeça, arqueando as costas e relaxando a tensão dos
músculos tensos pelo sono. Os olhos de Alex acompanharam as curvas do seu corpo. “Estou
contando com isto,” ela disse de maneira sedutora.
Alex inclinou-se e pegou sua pasta. “Em algum lugar, ficar assim quando não posso tocá-la se
qualifica como cruel e punição incomum. Especialmente coberta com mistura de biscoito. Você é a
minha sobremesa de Natal pessoal.”
“Então você apenas terá de voltar rápido se quiser me provar.”
Ela sorriu quando Alex fez um som frustrado no fundo da garganta e deixou o quarto às
pressas. Três crianças e um negócio depois, ela ainda tinha isto.
Jamie olhou para o relógio. Seis horas da manhã. Não era sono suficiente, mas já que estava
acordada ela rastejou de maneira relutante para fora da sua cama quente e foi se preparar
para o dia. Banho primeiro.
A coisa boa, ela imaginou, era que não havia muito para fazer antes que todo mundo
chegasse. Toda a decoração já tinha sido colocada e a maior parte da comida estava feita. Mas,
eles ainda tinham os biscoitos para decorar e provavelmente isto iria requerer uma limpeza da
cozinha depois. Os gêmeos teriam de ser convencidos a usar suas roupas bonitas. E havia muitos
pequenos detalhes para cuidar.
Pelo menos eles não estavam acordados ainda, embora Jamie não duvidasse que eles estariam
em breve. Ela aproveitou a calmaria enquanto ela a tinha, tomando banho primeiro e depois
limpando os banheiros e arrumando os brinquedos que ficaram soltos da noite anterior. No
momento em que eles se agitaram um pouco mais tarde, ela sentia que tinha realizado algo.
Ela tirou Markie do berço primeiro, os gêmeos pulando para fora da cama para cumprimentá-
la com exigências para o café da manhã assim que ela entrou no quarto deles.
“E bom dia para vocês também,” Jamie riu. “Vamos lá. Vamos tomar o café da manhã então.”
Na cozinha Jamie deixou Jake sair pela porta dos fundos e colocou as crianças nas suas
cadeiras altas assim ela poderia preparar a sua comida.
“Depois do café da manhã, vamos decorar os biscoitos. Que tal isto parece?”
“Biscoitos!” Benton gritou.
“Sim,” Jamie concordou. “Biscoitos. Vamos deixá-los muito bonitos. Muitas cores. E granulados.
Parece divertido?”
Lilli acenou com a cabeça vigorosamente. Markie, é claro, não se importava. Ele estava
alegremente amassandofatias de banana na sua bandeja.
“Ok. Então tomem o seu café da manhã e iremos fazer os biscoitos.”
Os gêmeos terminaram em tempo recorde e Jamie limpou seus pratos e colocou-os com itens
para a decoração dos biscoitos. Ela estava razoavelmente segura que iria se arrepender de dar-
lhes acesso a tanto glacê, mas a alegria nos seus rostos valia a pena.
Havia biscoito no formato de Papai Noel, boneco de neve, flocos de neve e árvores. Jamie
colocou os glacês de cores diferentes em tigelas rasas e distribuiu os granulados.
Isto teria sido muito mais fácil com Alex por perto para ajudar, Jamie refletiu quando Benton foi
imediatamente mergulhar a mão inteira na tigela mais próxima de glacê.
“Que tipo de biscoito vocês querem fazer primeiro?” Jamie perguntou, aproximando-se para
limpar a mão de Benton.
“Aquele!” Lilli disse, apontando para um biscoito no formato de árvore.
“E Benton? Biscoito?”
Ele franziu o rosto pensativo, considerando as opções e em seguida apontou para um biscoito
no formato de um boneco de neve.
“Ok. Árvore para Lilli. Boneco de neve para Benton.”
“Mamãe? E Markie?”
“Markie é muito jovem para decorar biscoitos,” Jamie explicou para sua filha. “Mas no próximo
ano, quando ele estiver maior, você pode mostrar-lhe como, ok?”
“Sim,” Lilli disse de maneira decisiva.
“Bom. Tenho certeza que ele ficará muito animado. Agora, você tem de ser cuidadosa quando
está decorando, ok? Tente não fazer uma bagunça.”
Benton escolheu decorar o seu boneco de neve com glacê azul e Jamie ajudou a espalhá-lo
sem conseguir mais da metade disto sobre o balcão, uma tarefa mais fácil de dizer do que fazer.
Em seguida ajudou Lilli com sua árvore rosa.
Era realmente uma vergonha, ela pensou enquanto eles começavam um segundo conjunto de
biscoitos, que Alex não estivesse aqui com eles. Ele teria apreciado ajudar as crianças a decorar.
Ela se posicionou para tirar fotos com seu telefone e enviá-las para ele.
Enquanto os gêmeos decoravam e Markie brincava com blocos na bandeja da sua cadeira
alta, Jamie terminou de colocar o glacê no resto dos biscoitos para a festa.
“Olhe, Mamãe!” Benton apontou para o floco de neve que ele tinha acabado de fazer, verde e
coberto com granulado. “Neve.”
Jamie sorriu. “Isto parece muito bom, querido. Deveríamos deixar este para o Papai Noel.”
Benton estufou o peito com orgulho.
“Mamãe?”
“Sim, Lilli?”
“Os meus também?” Lilli empurrou seu prato com seus dois biscoitos decorados para Jamie.
“Sim,” Jamie disse. “Os seus também.”
Quando os gêmeos tinham decorado quatro biscoitos e o resto da fornada estava pronta,
Jamie tirou um dos pratos bonitos do armário para os biscoitos do Papai Noel e eles colocaram
duas de cada uma das criações dos gêmeos.
“Papai Noel vai adorá-los,” Jamie disse para os gêmeos enquanto os colocavam na mesa na
sala de estar.
“Leite?” Benton perguntou quando eles tinham colocado o prato no lugar.
“Iremos colocar um pouco mais tarde,” Jamie disse. “O leite tem de permanecer frio. Agora,
que tal ajudar a Mamãe a limpar a cozinha, ok?”
Jamie engoliu a risada com a expressão nos seus rostos.
“Isto é parte de decorar os biscoitos,” ela disse. “Você tem de limpar depois.”
Os gêmeos tiveram muito pouco entusiasmo para a limpeza, mas Jamie transformou isto em um
jogo, ensinando-lhes como limpar os balcões enquanto a esponja continuava deslizando das suas
mãos minúsculas. Isto pareceu deliciá-los sem fim.
Enquanto eles limpavam, Jamie pegou o controle remoto e ligou a televisão para verificar o
clima.
“... Estamos olhando para uma queda muito acentuada nas temperaturas esta tarde,” o
meteorologista estava dizendo quando ela encontrou o canal certo. “E com isto virá uma forte
nevasca e ventos fortes. Se você ainda não estiver dentro de casa, vai querer estar quando esta
tempestade atingir. As autoridades estão avisando às pessoas para não dirigirem depois das
dezoito horas e para permanecerem em algum lugar seguro e quente.”
Uma tempestade de inverno. O estômago de Jamie caiu. Alex estava lá fora e ele ainda tinha
de voltar para casa. Sem mencionar todas as pessoas deixando a Reid Enterprises hoje e depois
todo mundo que estava vindo para o jantar da véspera de Natal hoje à noite. Não seria um
grande problema adiantar a festa em uma hora para que todo mundo chegasse no momento em
que o tempo ficasse ruim. Talvez Alex estaria em casa até lá.
Só para ter certeza, Jamie pegou o telefone e ligou para ele. Foi direto para o correio de voz.
Isto estava bem, ela disse para si mesma. Não havia nada sobre o que entrar em pânico. Era
somente dez horas. Havia muito tempo para ele voltar para casa do trabalho antes que ela
precisasse se preocupar.
Quando ela ligou para Christine, sua irmã atendeu no segundo toque. “Jamie, você viu o tempo?
Eles estão dizendo...”
“Na verdade, é por isto que eu liguei.” Jamie observava Benton e Lilli terminando de limpar o
resto do glacê do balcão. “Estava pensando que poderíamos adiantar a festa, se isto funcionar
para você? Assim todo mundo pode chegar aqui antes que o tempo esteja ruim.”
“Mas você acha que isto é uma boa ideia? As pessoas serão capazes de voltar para casa em
segurança?”
“Elas podem ficar aqui se precisarem,” Jamie comentou. “Temos mais quartos de hospedes do
que alguém algum dia poderia precisar.”
Sua irmã riu. “Sim. Ok. Isto é verdade. Tenho certeza que ninguém se importaria em passar a
noite em uma mansão luxuosa.”
“Todas as despesas pagas!” Jamie brincou.
“Paul ainda está no trabalho,” Christine disse, séria de novo. “Irei ligar para ele e me certificar
que ele vai sair a tempo de vencer o tempo.”
“Eu sei. Alex está lá com ele.” Jamie olhou para o relógio de novo. Nenhum tempo tinha
realmente passado. “Espero que ambos terão terminado de lidar com seja o que for que os
arrastou para lá logo, assim eles podem voltar em segurança.”
“Tenho certeza que eles terão.”
Jamie não tinha tanta certeza, já que ela tinha visto quanto tempo as emergências de trabalho
levavam na Reid Enterprises, mas com certeza Alex e Paul poderiam verificar a reportagem ao
mesmo tempo que Jamie e Christine tinham e ver que precisavam chegar em casa antes da
tempestade.
“Tenho de dar alguns outros telefonemas, Christine. Mas me avise se você tiver notícias de Paul
e eu avisarei se Alex telefonar;”
“Parece bom. Vejo você antes das dezoito?”
“Antes das dezoito,” Jamie concordou.
Ela desligou e ligou para o seu pai para garantir que ele e sua namorada pudessem chegar
cedo. Depois para Mark e Erica. Ambos responderam que ficariam felizes em aparecer cedo e
que estavam levando comida. Jamie não tinha certeza se todo um exército seria capaz de comer a
quantidade de comida que haveria na festa, mas ter sobras para a manhã de Natal
provavelmente seria útil se todo mundo fosse ficar para passar a noite.
Agora ela só tinha de esperar por Alex.
Capítulo 8
O dia prosseguiu, embora um pouco devagar, com ela verificando o relógio constantemente e o
tempo lá fora.
Jamie arrumou a cozinha para a festa, deixando os gêmeos ajudarem com qualquer coisa que
não fosse quebrável, depois colocou-os na mesa com livros de colorir enquanto verificava seu e-
mail. Alex ainda não tinha ligado, embora ele tinha de ter visto que ela tinha deixado uma
mensagem para ele.
Por volta das três horas, Jamie ligou para ele de novo.
“Ei, querida,” ele respondeu, a voz cansada. “O que foi?”
“Alex. Estou feliz que peguei você. Vai haver uma tempestade. Você precisa vir para casa antes
que ela aconteça.”
“Estou fazendo o meu melhor para chegar em casa,” Alex suspirou. “Esta coisa se transformou
em um desastre total.”
“Isto vai ter de esperar.” Jamie segurou o telefone com um pouco mais de força. “Estive
assistindo o noticiário o dia inteiro. Não quero você dirigindo durante a tempestade e sei que
Christine não quer Paul lá fora nela também. Você pode lidar com o problema depois do Natal.”
“Realmente não posso, Jamie. Não a esta altura. É lidar com isto ou perder a conta.”
“Certamente eles compreenderão que você precisava chegar em casa para a sua famíliana
véspera do Natal, especialmente com uma tempestade chegando.”
No outro lado da linha, Alex suspirou. “Não é uma questão de compreensão ou não. Temos
algum tipo de problema no servidor. Se eles saírem do registro, não perdemos apenas esta conta,
vamos ter de reconstruir uma seção inteira do banco de dados.” Sua voz suavizou. “Estarei em
casa logo, Jamie. Eu prometo. Eu ficarei bem.”
“Promete?”
“Eu sempre não volto para casa para você?”
Jamie suspirou. Isto teria de ser o suficiente. “Te amo.”
“Te amo também, querida. Vejo você em breve.”
***
Erica e Mark chegaram logo antes do pôr do sol. Jamie abriu a porta e foi cumprimentada com um
abraço e o aroma quente do perfume de baunilha de Erica. Ela teria de perguntar para Erica
onde ela o comprou porque ele tinha um cheiro celestial.
“O lugar está incrível, Jamie!”
Jamie sorriu. “Obrigada. Foi preciso uma pequena disputa com as crianças, mas conseguimos
fazer isto.”
As luzes de Natal estavam penduradas ao longo da linha do teto e pelas molduras das portas,
enchendo a casa com uma iluminação colorida mais suave do que a luz branca das luminárias. A
comida que Murray tinha congelado para eles foi aquecida e colocada no balcão no estilo buffet.
Ela tinha, após uma pequena contemplação, pendurado visco em todas as portas. Galhos de
pinheiro e azevinho decoravam as cornijas das lareiras e o alto dos armários.
A árvore de Natal estava onde eles a tinham colocado na noite em que Alex a trouxe,
alcançando o teto alto da sala de estar e decorada com luzes, ouropel e enfeites.
“Honestamente,” Erica disse, “contratamos decoradores profissionais para vir decorar o clube
porquê de maneira nenhuma eu seria capaz de fazer tudo isto sozinha.”
Jamie riu. “Depois da terceira fileira de luzes queimadas, eu pensei sobre isto. Também
consegui pisar em uma tachinha, o que não foi tão divertido quanto achei que seria.” Ela inclinou-se
para frente e acrescentou, “Especialmente quando você não pode xingar na frente das crianças.”
Erica estremeceu e depois riu. “Ai. Espero que seu pé esteja bem.”
“Está bem. Percebi rapidamente em que estava colocando meu peso. Acho que a vez que eu
pisei em uma das criações de LEGO dos gêmeos foi muito pior.”
“Não estou aguardando ansiosamente por isto,” Erica riu e depois olhou por cima do ombro de
Jamie. “Mas estou ansiosa por um pouco daquela comida porque ela parece incrível e estou
morrendo de fome. Juro que estou comendo por cinco ao invés de dois.”
“Vá em frente e faça um prato. Não sei que horas Alex estará aqui, portanto não faz sentido
esperar.”
A menção de Alex fez a preocupação subir no estômago de Jamie de novo, ácida e revirando.
Estava começando a ficar escuro e ela tinha visto as nuvens se reunindo. Ele era um bom motorista,
mas ela se sentiria muito mais segura com ele em casa. E Paul também.
Esta preocupação só foi reforçada quando ela abriu a porta para Christine, que tentou forçar
um sorriso além da ansiedade óbvia.
“Você teve notícias de Paul?” Jamie perguntou enquanto conduzia Christine para dentro da
casa com um braço ao redor do seu ombro.
Christine balançou a cabeça. “Não desde uma hora atrás. Ele ligou para dizer que estão
tentando lidar com um problema de servidor ou algo assim e que não poderiam deixar isto, mas
que ele me encontraria aqui assim que pudesse.”
O estômago de Jamie contraiu. “Encontrá-la aqui? Isto não parece que eles estarão saindo
antes da tempestade.”
“Foi o que eu pensei,” Christine disse, os lábios pressionados em uma linha fina. “Eu disse que
ele deveria simplesmente vir para casa, mas ele disse que não era algo que eles poderiam parar
no meio. Se é uma questão de servidor, não sei por que eles não deixaram isto para os rapazes
da TI ou por que eles precisam estar no escritório para lidar com isto.”
Jamie encolheu os ombros. “Não faço ideia também. Por que você não se acomoda. Tome uma
bebida e um pouco de comida ou qualquer coisa e eu verei se consigo ligar para Alex.”
Christine assentiu. “Sim. Ok.”
Ela não parecia muito relaxada à medida que entrava na cozinha para pegar uma caneca de
chocolate quente, mas Jamie viu Erica interceptá-la e decidiu deixá-las com isto. A melhor coisa que
ela poderia fazer pelo bem de Christine era entrar em contato com Alex e Paul e descobrir se eles
já tinham deixado o escritório.
Quando ela passou pela janela a caminho de pegar o telefone na sala de estar, ela parou
para olhar para fora de novo. Era difícil ver qualquer coisa através da escuridão, apenas
fracamente iluminado pelo brilho dos postes distantes sobre a neve, mas Jamie poderia dizer que a
neve tinha começado a cair. As silhuetas dos flocos eram pretas contra a pouca luz que havia. Eles
começaram a cair mais grossos e ela se afastou e moveu-se rapidamente na direção do telefone.
Alex atendeu no segundo toque. “Ei,” ele disse. “Faça isto rápido, querida. Estamos prestes a
terminar com isto e gostaria de ter isto concluído para que possamos ir embora.”
“Vocês ainda não saíram? Alex, a tempestade já começou. O que acontece se você ficar preso
na neve?”
“Não vai acumular tanto imediatamente,” Alex acalmou. “E Paul e eu sabemos como dirigir na
neve. Tudo ficará bem.”
“Você continua dizendo isto, mas eu realmente apenas quero que você esteja em casa. Temos
pessoas aparecendo e não é uma reunião de família sem você e Paul.”
“Nós estaremos lá, querida.” Alguém disso algo que Jamie não conseguiu distinguir e Alex deve
ter coberto o bocal do telefone para responder, sua voz abafada. “Lamento, Jamie. Realmente
tenho de ir.”
“Por favor, ligue para mim quando você sair, pelo menos, assim eu sei quando deveria esperá-
lo.”
“Eu irei,” Alex prometeu. “E verei você em breve, Jamie. Apenas aprecie estar com a família.
Relaxe. Vai ser uma ótima véspera de Natal.”
Ele desligou e Jamie ficou parada por um momento com o telefone ainda pressionado na sua
orelha como se ela esperasse que ele poderia dizer que tinha mudado de ideia e decidido vir
para casa cedo, foda-se o problema com o servidor. Mas, é claro, isto não aconteceu. Ela colocou o
telefone de volta no bolso com um suspiro.
“Então,” ela disse quando voltou para Christine e Erica. “Conversei com Alex e ele disse que ele
e Paul estão praticamente concluindo o que eles estão trabalhando e estarão vindo para cá em
breve.”
“Em breve não é o suficiente,” Christine disse, a velha mordida na sua voz.
“Eu sei,” Jamie disse. “Mas apenas temos de confiar neles e que eles ficarão bem.”
“Não são neles que eu não confio,” Erica comentou.
“Exatamente,” Christine disse. “Sei que eles são bons motoristas, mas até mesmo o melhor
motorista pode perder o controle em uma tempestade de neve. Tudo que precisa é um segundo.”
“Eles ficarão bem,” Jamie disse com firmeza, encerrando qualquer discussão mais negativa
sobre o que poderia acontecer.
Christine fechou os olhos e respirou fundo, deixando isto sair lentamente através do nariz.
Jamie se perguntou se era um dos mecanismos de enfrentamento que eles tinham ensinado para
ela. Se era, parecia estar funcionando porque um pouco da ansiedade nervosa saiu da sua
linguagem corporal e ela assentiu.
“Sim,” ela disse, como se dizer isto poderia torná-lo verdade. “Sei que eles ficarão.”
A campainha tocou então e Jamie desculpou-se para deixar seu pai e Laurel entrar.
“Ei, Jamie,” seu pai disse quando eles entraram. “Estou feliz que vocês decidiram ter a festa
mais cedo porque o clima está ficando muito feio lá fora.”
“Eu sei.” Jamie tentou no pensar sobre o fato que Alex estaria lá fora em breve. “Estamos
felizes que vocês chegaram em segurança.”
“Onde você quer que eu coloque este prato?” Laurel perguntou. “Feliz véspera de Natal,
Jamie. Obrigada por nos receber.”
“Não teríamos isto de outra maneira.” Jamie sorriu para Laurel. “Por que você não o coloca na
cozinha com o resto?”
Laurel sorriu para ela e foi acrescentar a comida ao buffet.
“Você está bem?” seu pai perguntou. “Você parece um pouco indisposta.”
“Estou preocupada sobre Alex,” Jamie admitiu. “Ele teve de ir trabalhar em uma emergênciahoje mais cedo e ainda não está em casa. Aparentemente não é algo que eles poderiam esperar e
estão prestes a concluir, mas a tempestade já atingiu.”
“Não estava tão ruim que não poderíamos dirigir,” seu pai disse, colocando uma mão no seu
ombro e apertando gentilmente. “Alex irá conseguir. Enquanto isto, por que você não aprecia a sua
festa? Você colocou muito esforço nela.”
Apesar de si mesma, Jamie riu. “Sabe, isto foi praticamente o que Alex me disse.”
“Seu marido é um homem inteligente,” seu pai disse. “Ele sabe sobre o que está falando. Você
deveria ouvi-lo.”
“Tudo bem,” Jamie riu, balançando a cabeça. “Você fez o seu ponto. Irei apreciar a minha
festa.”
“Bom. Agora. Onde estão os meus netos?”
“Aqui sendo mimados pelo Tio Mark, eu acho,” Jamie disse, conduzindo seu pai na direção da
sala de estar. “Mas tenho certeza que eles ficarão felizes em vê-lo.”
Ela olhou mais uma vez na direção da janela escura. Lá fora, ela não conseguia ver os postes
de luz no final da rua e até mesmo a luz pálida da neve tinham cedido a escuridão. A tempestade
tinha começado a sério.
Alex e Paul ficariam bem, Jamie disse para si mesma, voltando os olhos para a sala à frente e
as pessoas que a preenchiam. Mark estava jogando algum tipo de jogo com os gêmeos que
envolviam um punhado das suas almofadas sendo arremessadas ao redor e todo mundo estava
rindo. Jamie permitiu que o som disto a preenchesse e aliviasse um pouco da tensão dos seus
músculos. Respirando fundo, ela colocou um sorriso no rosto e entrou no grupo.
Capítulo 9
Jamie estava pegando um prato de comida quando seu telefone tocou. Ela moveu-se rapidamente
para tirá-lo do bolso. “Alex?”
“Jamie.” Sua respiração escapou dela em uma onda de alívio. “Ei, querida.”
“Alex. Onde você está?”
“Acabei no trabalho, finalmente.” Ele parecia cansado com a coisa toda. “Estamos saindo pela
porta enquanto falamos. Paul vai comigo assim não precisamos levar mais de um carro na
tempestade.”
Jamie olhou pele janela, mas havia somente escuridão além dela. “Não que eu seja realmente
uma grande fã da ideia, mas você considerou pernoitar no escritório e vir para casa de manhã?”
“Sério?”
Jamie pegou o controle remoto, aumentando o volume da reportagem meteorológica que ela
tinha passando no pano de fundo pelas últimas duas horas.
“O meteorologista diz que sair sem um veículo adaptado para o inverno é uma ideia ruim. Ele
está se referindo ao limpa-neves. Não sei se gosto da ideia de você dirigindo através dela se há
uma maneira que você não precisa.”
“Sei que você está nervosa, Jamie, mas não vou passar a véspera de Natal sentado em um
escritório frio com o meu cunhado.”
Jamie respirou fundo e soltou de novo. “Eu apenas...” Ela balançou a cabeça e pressionou o
botão de desligar da televisão, desligando-a. Se ele estaria dirigindo através da tempestade, ela
não queria estar assistindo a cobertura minuto a minuto disto. “Apenas fique em segurança, Alex.
Por favor.”
“Faremos o nosso melhor,” Alex disse.
“O seu melhor não é bom o suficiente se isto termina com você voltando para casa em nada
menos do que em perfeitas condições,” Jamie disse severamente.
“Sim, senhora,” Alex riu. Jamie podia praticamente vê-lo fazendo uma saudação zombeteira
pelo telefone. Sua voz baixou. “Sabe, eu meio que gosto quando você fica mandona.”
“E eu gosto quando você chega em casa em segurança,” Jamie disse. “Faça isto e podemos
discutir o que você gosta mais tarde.”
“Irei cobrar esta promessa.”
Jamie riu, tentando ignorar a maneira que seu estômago ainda estava se amarrando em nós.
“Bom. Então venha para casa e alimentaremos vocês e então quando estiver tranquilo, talvez, você
e eu podemos ver sobre fazer algumas lembranças de Natal.”
“Gosto do som disto. Te vejo quando chegarmos. Não irá demorar muito.”
A ligação encerrou e Jamie enfiou o telefone de volta no bolso, suspirando. “Paul e Alex estão
a caminho,” ela anunciou.
“Oh, graças a Deus,” Christine disse.
Todo mundo na mesa aplaudiu. Os gêmeos, vendo que as outras pessoas estavam gritando,
começaram um grito próprio, batendo as mãos nas suas bandejas.
“Você lhes disse para ter cuidado, certo?” Christine perguntou quando o barulho tinha morrido.
“É claro que eu disse,” Jamie respondeu. “Várias vezes.”
Jamie podia ver no rosto da sua irmã que ela não estava muito convencida. Mas, pensando
sobre isto, Jamie também não estava muito convencida. Ela se perguntou se deveria ligar para seja
quem fosse que não estivesse dirigindo e pedir que eles ficassem no telefone. Isto poderia fazer
com que ela se sentisse melhor. Mas provavelmente não deixaria Alex muito feliz.
Mesmo assim, à medida que os minutos passavam, Jamie começou a desejar que ela tivesse
insistido que eles ficassem no escritório ou pelo menos telefonasse para eles assim ela saberia como
estava indo o seu progresso. Mas, ela não queria ligar e distrair Alex da direção.
“Tenho certeza que eles estão bem,” Erica disse, como se soubesse exatamente o que Jamie
estava pensando. Provavelmente não era difícil de adivinhar. Jamie tinha certeza que sua
preocupação estava escrita nitidamente pelo seu rosto.
“Também tenho certeza que eles estão,” ela disse, pelo que parecia a vigésima vez naquela
noite. “Obrigada, Erica.”
Mark estava limpando Benton e Lilli, que tinham comido seu jantar e estavam rapidamente se
aproximando da sua hora de ir dormir. Jamie esperava que Alex chegasse antes que eles tivessem
de ir dormir; eles queriam vê-lo antes de ir para a cama.
“Você é extremamente bom nisto,” ela disse, observando-os ficarem parados para permitir que
ele lavasse suas mãos, ao invés de se debaterem por todo o lugar e fazerem um jogo de não
permitir a toalha chegar perto.
“É porque eles amam seu Tio Mark,” Mark disse, olhando para as crianças e não para Jamie
enquanto falava. “Não é, pequenos?”
“Oh, e eles não amam sua mãe?” Jamie retrucou.
“É claro que amam,” Mark riu. “Eles a amam muito. Mas a mãe deles não é tão divertida
quanto o Tio Mark.”
“Agora isto é apenas rude. Espere até o seu bebê nascer, você terá um gosto do seu próprio
remédio.”
Mark encolheu os ombros. “É apenas ciência que as crianças se divertem mais com seus tios e
tias do que com os seus pais.”
“Não acho que isto seja ciência,” Erica disse ao lado, balançando a cabeça.
“É definitivamente ciência,” Mark retrucou.
Jamie riu e deixou Erica tentar colocar um pouco de juízo nele. Este não era o seu trabalho.
“Você está bem?” ela perguntou para a sua irmã, aproximando-se dela e colocando uma mão
no seu ombro.
Christine assentiu de maneira firme. “Estou bem. Acho que estou apenas preocupada.”
“É razoável se preocupar.” Jamie tirou uma garrafa de vinho do balcão e serviu uma taça
para cada uma, passando uma para a sua irmã. “Tome uma bebida. Provavelmente fará você se
sentir melhor.”
“Já tomei uma bebida,” Christine disse, mas pegou o vinho mesmo assim, tomando um longo
gole.
O telefone de Christine tocou no mesmo momento que o de Jamie. Elas trocaram olhares e
Jamie tinha certeza que seus olhos estavam tão arregalados e preocupados quanto os da sua irmã
e cada uma pegou seus telefones. O coração de Jamie parecia que estava caindo para o seu
estômago. Algo tinha dado errado.
Por favor, permita que ele esteja bem, ela rezou em silêncio. Por favor, apenas permita que Alex
esteja bem.
“Alex. O que é?”
“Então...” Alex disse. “Você vai rir disto mais tarde.”
“O que aconteceu?”
Houve um momento de silêncio no outro lado da linha. Jamie olhou para a sua irmã e encontrou
seu rosto pálido e agarrou o telefone como se sua vida dependesse disto, as sobrancelhas
franzidas em uma careta.
“Podemos ter ficado presos. Não estamos machucados. O carro está até mesmo ótimo. Mas
realmente saímos da estrada em uma vala.”
“Você saiu da estrada em uma vala,” Jamie disse lentamente, para garantir que ela tinha
realmente ouvido as palavras que ele disse.
“Sim. Mas estamos bem. Ninguém está ferido. Apenas precisamos de alguma ajuda para sair.
Vou chamar um reboque, mas queria ligar para você primeiro e avisar o queestá acontecendo
assim você não se preocupava quando não aparecêssemos na hora que você estava nos
esperando.”
Jamie não sabia se não se preocupar era sequer uma opção quando seu marido estava lá
fora na tempestade em algum lugar sem nenhuma maneira de chegar em casa, mas ela engoliu o
desejo de gritar com ele. “Quanto tempo você acredita que levará?”
“Para conseguir um reboque até aqui com este tempo? Depende de quantas pessoas saíram da
estrada hoje à noite.”
Houve um movimento no canto do seu olho e uma mão no seu braço e Jamie virou-se para
encontrar seu pai parado ao seu lado, a expressão preocupada. Christine tinha se afastado para
um dos cantos, uma mão cobrindo a orelha que não estava pressionada no telefone.
“O que é?” seu pai perguntou baixinho.
“É Alex e Paul. Eles estão presos em uma vala. Alex diz que eles vão chamar um reboque, mas
não sabe quanto tempo irá levar para um chegar até eles.”
“Quem está aí?” Alex perguntou no outro lado da linha.
“É meu pai,” Jamie disse. “Ele quer saber o que está acontecendo.”
“Eu trouxe minha caminhonete, sabe,” seu pai disse. “Tração nas quatro rodas e tudo. Não sei
se conseguiríamos tirar o carro de Alex da vala, mas poderíamos pelo menos pegar Alex e Paul e
trazê-los para casa.”
“Só um segundo,” Jamie disse no telefone.
Ela colocou a mão sobre o bocal e virou-se para olhar para o seu pai.
“Tem certeza, Pai? Não preciso de mais ninguém preso na tempestade hoje à noite.”
“A caminhonete não vai ficar presa em um pouco de neve,” seu pai riu. “Não se preocupe
sobre isto, Jamie. Não vou deixar meus genros na tempestade.”
“Pai disse que trouxe a caminhonete e poder ir buscá-los,” Jamie disse no telefone, alívio
tomando conta dela.
Alex disse algo abafado, provavelmente para Paul, antes de voltar ao telefone para
responder Jamie. “Aceitaremos isto.”
“Fiquem em segurança até chegarmos aí,” Jamie disse.
“Ficaremos. Te amo.”
“E eu te amo. Até logo.” Jamie desligou o telefone e virou-se para o seu pai. “Vou com você
buscá-los.”
“Eu também,” Christine disse do outro lado de Jamie.
“Não sei se está é a melhor ideia, garotas. Poderia ser melhor para vocês duas ficarem aqui.”
“Você disse que a caminhonete não vai ficar presa na neve,” Jamie comentou. “E não vou ficar
sentada aqui enquanto meu marido está lá fora na tempestade. Não quando posso ir buscá-lo.”
Seu pai olhou de Jamie para Christine e obviamente viu nas suas expressões que elas não iriam
recuar.
“Tudo bem. Vocês podem vir comigo. Certifiquem-se de usar roupas quentes.”
“Dê-me cinco minutos então,” Jamie disse. “Tenho de garantir que Mark pode cuidar de colocar
os gêmeos na cama no horário.”
Mark tinha, obviamente, entreouvido pelo menos parte da discussão porque de repente ele
estava no seu pequeno grupo. “Erica e eu colocaremos os gêmeos na cama para você,” ele
ofereceu.
“Isto seria incrível,” Jamie disse, virando-se imediatamente para o seu cunhado. “Vocês não se
importam?”
“Em absoluto,” Erica disse, sorrindo. “Ficamos felizes em fazer isto.” Ela descansou uma mão
esguia sobre a saliência da sua barriga. “É uma boa prática para quando o nosso pequeno
nascer.”
“Mantenham um olho na babá eletrônica para Markie também, por favor?”
Ele já estava há uma hora na cama e dormindo profundamente, mas não havia nenhuma
garantia que ele não acordaria.
“É claro,” Erica prometeu.
“Muito obrigada. Alex e eu pagaremos um jantar para vocês ou algo assim.”
“Você não precisa nos pagar para cuidar dos nossos sobrinhos,” Mark disse. “Sério, Jamie. Vá.
Vá buscar Alex e Paul. Tudo ficará bem aqui.”
Jamie não esperou por outra rodada de agradecimentos e promessas. Ela confiava em Mark e
Erica para cuidar dos gêmeos no momento em que ela saísse. Ela correu até as crianças. Ela os
beijou e abraçou com força. “Logo estarei em casa. Vou apenas buscar o Papai.”
Eles a abraçaram de volta e em seguida correram até Mark, Benton já pedindo por chocolate.
Jamie balançou a cabeça, esperando que as crianças não veriam. Ela correu até a porta onde
todos os seus equipamentos de inverno estavam e começou a se vestir. Christine já estava lá,
envolvendo-se em um cachecol para combinar com seu casaco e botas.
“Prontas?” seu pai perguntou quando Jamie e Christine estavam agasalhadas.
“Prontas,” Jamie disse e Christine concordou com a cabeça.
“Vamos sair então.”
Lá fora, o vento soprava a neve ferroando e fria nos seus rostos e Jamie se agasalhou mais no
seu casaco. Christine, à sua direita, estava se escondendo no seu cachecol, a cabeça baixa contra
o frio. Jamie ficou grata quando eles entraram na caminhonete e o vendaval parou.
“Ok,” o pai delas disse, ligando a caminhonete. “Vocês pegaram a localização?”
Christine a leu e o pai delas colocou a caminhonete em movimento enquanto a cabine enchia
com o calor do aquecedor.
“Não iremos demorar muito para chegar lá. Ao que parece eles estavam quase em casa.”
Jamie, que conhecia o endereço, assentiu. Ela inclinou-se um pouco para frente no seu assento,
observando a neve passar rápido pela caminhonete como algo saído de um filme de ficção
cientifica, pontos brancos contra o pano de fundo escuro do céu cheio de nuvens. Christine estava
batendo os dedos nervosamente no joelho.
“Eles estarão bem,” Jamie disse com gentileza. “Nós vamos buscá-los.”
Christine riu e forçou seus dedos a ficarem parados. “Sei que eles irão,” ela disse. “Apenas não
consigo realmente ficar parada. Sinto muito.”
“Você não precisar se desculpar. Sei exatamente como você se sente.”
À frente, a luz atravessou a escuridão e dissolveu-se em um carro conhecido. A tensão que
tinha se instalado nos ossos de Jamie finalmente relaxou.
O pai delas desacelerou a caminhonete e parou no acostamento da estrada. Jamie estava fora
do carro quase antes que ele tivesse parado, Christine logo atrás dela. Através do véu de neve,
Jamie viu Alex e Paul saindo do carro. Ela acelerou seu passo, avançando apressada para
envolver seu marido nos seus braços. Com o canto do olho, ela viu Christine se jogar no abraço de
Paul.
“Estou tão feliz que você está bem,” Jamie disse no ombro de Alex. “Eu disse para você dirigir
com cuidado.”
Seus braços fortes a abraçavam. “Para o registro, eu estava dirigindo com cuidado.”
“E você apenas saiu com cuidado da estrada para uma vala?”
“Este carro realmente não é para dirigir em neve profunda.”
“Sabem, esta reunião poderia ser muito melhor em casa,” o pai de Jamie comentou,
atravessando a tempestade ao lado deles.
Provavelmente isto era verdade. De maneira relutante Jamie afastou-se dos braços de Alex e
uniu suas mãos começando a voltar para a caminhonete.
A caminhonete estava quente e Jamie aconchegou-se feliz no banco de trás com Alex, Christine
e Paul dividindo o outro lado. Não era tecnicamente correto, mas isto não importava. Jamie deitou
a cabeça no ombro do seu marido com um suspiro.
“Conte-me o que aconteceu.”
“Estávamos indo muito bem,” Paul disse. “Eu estava dirigindo. A neve estava caindo com força,
mas não era o suficiente que eu não pudesse ver, eu estava indo devagar.”
Jamie olhou para Alex, surpresa que ele deixou Paul dirigir.
Christine estava de braço dado com Paul e estava aconchegada perto dele. “Obviamente não
lento o suficiente,” ela disse secamente.
“Isto não teve nada a ver com a velocidade,” Alex disse, passando o braço com mais força ao
redor de Jamie. “Nós atingimos uma área de gelo preto e o carro girou fora de controle. Se Paul
não estivesse dirigindo com tanto cuidado, poderíamos realmente ter nos machucado.”
“Bem, estamos todos felizes que vocês não se machucaram,” o pai de Jamie disse do banco da
frente. “E estou contente que eu trouxe a caminhonete hoje à noite assim poderíamos levá-los para
casa.”
“Não tão contente quanto eu estou, eu acho,” Paul riu. “Você nos salvou de uma noite longa e
fria. Eu não queria ter de me aconchegar com Alex na véspera de Natal.”
Todos eles riram enquanto o pai de Jamie acrescentava, “É para isto que servem os sogros.”
A caminhonete ficou em silêncio então, só com o barulho dos pneus na estrada. Jamie respirouo
cheiro de Alex, deleitando-se com a sua proximidade e o calor do seu corpo contra o dela. Ele
estava em segurança e nos seus braços de novo. Este era todo o presente de Natal que ela
poderia querer.
Capítulo 10
A caminhonete finalmente estacionou na casa e Jamie e o resto deles empilhou-se na neve e no
vento. A partir de lá felizmente foi um trajeto relativamente curto até a porta, abrindo para a luz e
o calor da casa.
“Vocês chegaram bem a tempo,” Mark disse quando abriu a porta, cumprimentando todos eles
com um sorriso. “As crianças estão na cama e a festa pode começar oficialmente.”
“Sei que eu poderia precisar de uma bebida,” Paul disse enquanto todos eles entravam e
começavam a tirar seus trajes externos cobertos de neve.
“Faça disto duas bebidas,” Alex acrescentou.
“Duas bebidas saindo imediatamente.”
Mark caminhou até o balcão para preparar as bebidas e Jamie e Alex sentaram-se à mesa ao
lado de Paul e Christine. Jamie notou com um sorriso Laurel puxando seu pai para um beijo, as
mãos movendo sobre os seus ombros como se ela estivesse verificando para garantir que ele ainda
estava inteiro. Não era algo que sua mãe teria feito exceto pelo efeito e deixou Jamie feliz ao ver.
Ver alguém se preocupando genuinamente sobre o seu pai. Laurel era exatamente o que ele
precisava e estava nitidamente óbvio o quanto ele se preocupava com ela em troca.
No brilho das luzes de Natal, Jamie olhou ao redor da sala repleta com a sua família. Mark
estava colocando as bebidas na frente deles enquanto Erica e Christine riam com Paul sobre algo
que Jamie tinha deixado de ouvir. Jamie apoiou-se no ombro de Alex e sentiu seu peito expandir
com amor por todos eles.
Era isto que eles tinham trabalhado tão arduamente para construir. Através de toda luta e
mágoa, isto era o que eles tinham criado. E valeu completamente a pena, Jamie pensou enquanto
observava sua família reunida ao redor da mesa enquanto o vento uivava lá fora.
Valeu tudo.
***
A cama chegou tarde, ou tecnicamente cedo, já que Alex e Jamie tropeçaram tontos e exaustos
para o seu quarto depois que o relógio tinha marcado três horas e completamente cientes que
muito provavelmente eles seriam acordados por crianças animadas em pouquíssimo tempo.
Foi um palpite que provou ser muito verdadeiro quando gritos de “Natal! Natal!” saudaram o
sol nascente.
Jamie acordou primeiro, rolando para encontrar dois rostinhos animados olhando para ela por
cima colchão. Cansada como estava, ela não conseguiu deixar de rir das suas expressões ansiosas.
“Vamos lá, Alex. Acorde.”
Alex resmungou algo que sequer poderia ter sido em inglês e abriu os olhos.
“Papai!” os gêmeos gritaram alegres, subindo na cama e pulando ao redor de Alex.
“Ei, bebês!” Ele riu, conseguindo soar quase dormindo. “Vocês estão animados?”
“Sim!” Lilli disse alto.
“Papai Noel!” Benton acrescentou.
“Vocês querem ver se Papai Noel veio?” Alex perguntou.
Os gêmeos assentiram, os olhos iluminando-se.
“Bem, então, vamos acordar seus tios e tias e ver o que podemos descobrir.”
“Tia Chris?” Benton perguntou.
“Sim,” Jamie disse. “Tia Chris. E Tio Paul. E Tia Erica e Tio Mark.”
Lilli bateu palmas com prazer e ela e Benton desceram da cama, Alex e Jamie acompanhando
mais lentamente.
“Você sabe que todos eles vão nos odiar por isto, certo?” Jamie comentou.
“É parte do Natal com crianças,” Alex disse, sorrindo para ela. “Eles precisarão se acostumar a
isto.”
Ou miséria apenas gostava de companhia, mas Jamie não comentou. Ela balançou a cabeça e
seguiu as crianças pelo corredor até o quarto de Mark e Erica, onde Alex abriu a porta e apontou.
“Vão,” ele encorajou. “Pegue-os.”
Os gêmeos deram uma risadinha e atravessaram correndo o carpete até a cama o mais rápido
que as suas perninhas poderiam levá-los, subindo no colchão e chamando animados Mark e Erica.
“Tia Era! Tio Mark! Natal!”
Jamie escondeu uma risada atrás da mão enquanto seu irmão e cunhada acordavam grogues.
Alex estava parecendo muito satisfeito consigo mesmo. Mark levantou a cabeça e os viu e deixou a
cabeça cair sobre o travesseiro de novo.
“Isto não é engraçado, Alex.”
Erica riu, sentando-se para abraçar os gêmeos. “É Natal, querido. E você tem sobrinhos muito
entusiasmados.”
Mark grunhiu, resmungou algo sobre irmãos e levantou-se. “É mesmo?” ele perguntou aos
gêmeos. “Natal? Papai Noel já veio?”
“Sim!” eles gritaram juntos.
“Bem, então, imagino que é melhor levantar e ver o que ele trouxe.”
Os gêmeos já estavam nisto e logo eles tinham tirado Christine e Paul da cama também. Ambos,
Jamie notou, estavam muito mais animados sobre isto do que Mark. Paul parecia achar a coisa
toda terna. O pai de Jamie apenas riu quando eles o acordaram, puxando os gêmeos para um
abraço apertado. Laurel tinha círculos sob seus olhos que Jamie tinha certeza combinavam com os
dela, mas ela sorriu e saiu da cama, pegando o roupão da cadeira no canto e declarando-se
pronta para ir abrir os presentes.
“Mamãe?” Benton perguntou e Jamie inclinou-se para ele. “Onde está Markie?”
“Markie ainda está dormindo,” Jamie explicou. “Mas ele descerá quando acordar.”
“De maneira nenhuma!” Alex disse. “Meu menininho não vai perder seus presentes.” Ele pegou
as mãos de Lilli e Benton. Alguns minutos depois eles vieram correndo pelo corredor, com Alex
carregando um menininho de aparência cansada. Seus olhos iluminaram-se imediatamente quando
ele viu todo mundo e a árvore com os presentes na sala de estar.
A sala rapidamente se tornou uma cena de caos feliz. Os gêmeos, em busca dos presentes,
espalharam papéis de presente por todos os lados, gritando animados com cada novo brinquedo
revelado.
“Jamie,” Alex disse, quando eles tinham desembrulhado todos os seus presentes e estavam
brincando felizes com a pilha de novos brinquedos de Natal. “Tenho algo para você.”
Jamie ergueu os olhos de Markie, que estava acomodado no seu colo, abraçado ao filhote de
pelúcia que eles tinham comprado para ele. Com cuidado, ela o entregou para sua irmã e Alex
entregou-lhe uma caixa comprida e plana. Ele parecia, ela pensou, quase ansioso, como se
realmente quisesse que ela gostasse do que estava dentro. Ela queria dizer que tinha certeza que
iria, mas isto pareceu um pouco bobo. Então, em vez disto, ela apenas abriu a caixa.
Dentro, havia um colar em um veludo azul. A corrente delicada era de ouro e havia três
corações no pingente, cada um deles de um metal diferente, com diamantes nos seus centros. Sua
respiração ficou presa no peito.
“Oh. Alex. É lindo.”
“Olhe na parte de trás,” ele disse, inclinando-se para frente com um sorriso no rosto.
Jamie o pegou com cuidado, virando para encontrar uma gravação no verso de todos os três,
em um texto minúsculo: Para a mulher que me ensinou que sucesso não significa nada se você não tem
alguém com quem compartilhá-lo. Você é o meu coração.
Lágrimas atormentaram seus olhos e ela colocou a caixa de lado para passar os braços ao
redor do pescoço de Alex e abraçá-lo apertado. “Eu amei,” ela sussurrou no seu ombro.
“Obrigada, Alex.”
“Fico feliz que você gostou,” ele disse, parecendo um pouco engasgado. “Tudo que ele diz é
verdade. Você significa o mundo para mim, querida.”
Jamie se segurou nele um pouco mais e em seguida recuou e ele pegou o colar com cuidado,
prendendo-o ao redor do seu pescoço. Ela colocou uma mão sobre o metal frio na sua clavícula.
Havia um sorriso no seu rosto que se recusava a ir embora.
“Como eu tive tanta sorte para conseguir um homem tão perfeito?” ela perguntou, apoiando-se
no seu ombro.
Alex riu e passou um braço ao redor dela, atraindo-a mais para perto. “Apenas resume-se a
você sendo absolutamente incrível, Jamie. Nenhuma sorte envolvida.”
“Aqui,” Christine estava dizendo quando Jamie desviou sua atenção dos olhos de Alex. “Este é
para você.”
Ela entregou um pacote para Erica e em seguida havia presentes para todo mundo circulando.
A sala encheu-se com risada e conversa e o som de papel de presente rasgando. Na lareira, um
fogo estava queimando e música de Natal tocava levemente no fundo. Jamie sorriue pegou o
presente que Mark estava passando.
***
A manhã transformou-se em tarde, que se transformou-se em noite no momento em que todo mundo
foi embora. Jamie teve de admitir que estava um pouco aliviada ao vê-los irem embora. Era bom
ter a família por perto, mas o silêncio que se instalou na casa quando ficou vazia de todos exceto
ela, Alex e as crianças foi bom. Ela respirou fundo e demorado e deixou sair de novo.
Havia pratos que deveriam ser limpos, mas Jamie decidiu que, as louças de uma noite
empilhadas ao lado da pia, não machucariam ninguém. Afinal de contas, ainda era o dia de Natal.
Braços a envolveram por trás e ela apoiou-se no calor quente do peito de Alex.
“Acho que as crianças deveriam ir para a cama cedo hoje à noite,” ele disse, o hálito roçando
calor na curva da sua orelha, fazendo com que ela estremecesse um pouco.
“Oh, você acha, não é?”
“Tenho tentado ficar sozinho com você por quase uma semana,” Alex rosnou. Os braços
apertaram ao redor dela. “Hoje à noite, faça sol ou faça chuva, vou levá-la para a cama.”
Rindo, Jamie virou-se para olhar para ele. “Isto é uma promessa?”
“É melhor você acreditar nisto.”
“Bem,” ela disse lentamente. “Eles acordaram muito cedo e houve muita atividade. Eles não
conseguiram cochilar muito. Tenho certeza que ir para a cama cedo pode ser arranjado.”
“Bom,” Alex disse. “Cuide disto, então.”
Jamie balançou a cabeça e soltou-se dos seus braços, virando-se para subir as escadas. A
palmada no seu bumbum a fez pular e virar-se para olhar para ele. Alex olhava para ela como se
não tivesse acabado de dar uma palmada no seu bumbum.
“Não demore muito,” ele disse, a voz abaixando em um ronronar. “Não sei se estou me sentindo
tão paciente.”
Aliás, nem Jamie estava.
Capítulo 11
Quando Jamie desceu novamente, Alex estava na pia, lavando os pratos. Por um momento, ela
ficou parada na porta da cozinha, observando a ondulação dos músculos sob a sua camisa
quando seus braços se moviam e então ela ficou cansada de olhar e atravessou o espaço entre
eles para envolver-se ao redor dele.
“Lavar louça sem encorajamento? Que homem.”
Rindo, Alex virou-se e beijou seu rosto. “Você estava demorando muito. Fiquei inquieto.”
“Talvez eu deveria deixá-lo inquieto com mais frequência,” Jamie disse. Ela observou o
movimento das suas mãos sobre o prato que ele estava limpando. “Você teve um bom Natal?”
“Não foi ruim.” Alex não estava olhando para ela, seus olhos estavam no prato, mas havia um
sorriso na sua voz. “Mas há algo que poderia torná-lo melhor.”
Jamie tinha bastante certeza que ela sabia o que era, mas perguntou mesmo assim, ficando na
ponta dos pés para colocar o queixo no seu ombro e sussurrar a pergunta no seu ouvido. “E o que
é?”
“Você usando muito menos roupa.”
Ela inclinou-se e mordiscou o lóbulo da sua orelha, só para que ele se virasse e a puxasse para
um beijo que a fez derreter nos seus braços. Quando ele a soltou, ela não teve outra escolha a
não ser apagar o sorriso do seu rosto com outro beijo e em seguida outro. Foi neste momento que
ela percebeu que as mãos dele ainda estavam molhadas de lavar os pratos e que a água estava
encharcando a sua camisa, deixando uma área úmida que a fez estremecer quando o ar roçou
nela.
“Ei!” ela acusou. “Esta é a minha camisa boa.”
Alex somente cantarolou e arrastou os lábios pelo seu pescoço até que ela o empurrou com
uma risada. A camisa poderia ser lavada, ela imaginou. Não era como se um pouco de água
causaria muito estrago.
“Então,” ela disse. “Eu com menos roupa.”
“Mmm. Sim.” Alex enxugou as mãos em um pano de prato e passou os dedos ao redor dos seus
quadris, arrastando-os lentamente pela curva da sua cintura até a caixa torácica.
O que, é claro, foi quando seu telefone tocou. Ambos viraram para olhar para ele vibrando no
balcão.
“Você tem de estar brincando comigo,” Alex murmurou.
Estendendo a mão, ele o pegou e virou para verificar o identificador de chamadas. Pelo
suspiro que escapou dele, Jamie presumiu que era alguém importante. Ele pressionou o botão para
aceitar a ligação e caminhou para a sala de estar para se jogar no sofá, sua expressão frustrada.
Jamie acompanhou um pouco mais lentamente.
“Olá. Aqui é Alex. Sim, tenho os papéis aqui. Por quê?” Ele abriu o laptop que estava na mesa
de centro e começou a digitar, o telefone preso entre a orelha e o ombro. “Qual é o sobrenome?
Witfield? Parece um pouco familiar. Dê-me um minuto e irei puxá-lo.”
“Quem é?” Jamie sussurrou.
Alex balançou a cabeça, colocando um dedo nos lábios. Ele estava nitidamente ouvindo algo
que a pessoa no outro lado da linha estava dizendo. Outro minuto se passou e Jamie observou
suas sobrancelhas franzindo, sua expressão ficando sombria.
“Bem, não sei por que eles estariam dizendo isto. Considerando que passei toda a véspera de
Natal lidando com o problema do servidor. Destruí meu carro na tempestade voltando para casa
por causa disto.”
Jamie podia ver que ele estava começando a ficar mais do que um pouco frustrado. Ela se
aproximou mais do encosto do sofá, inclinando-se para a frente um pouco para ver se ela
conseguia ver o que ele tinha trazido na tela do computador. Não parecia diferente das planilhas
e relatórios que eles mantinham regularmente para os clientes. Ele debruçou-se sobre a tela do
computador e digitou de novo, examinando os arquivos.
“Estou dizendo que não deveria haver nenhum tipo de problema com os registros sobre eles e
não vejo uma perda desta quantia.”
Quando voltou a se sentar, ele passou uma mão pelo cabelo, despenteando-o. Jamie realmente
gostaria que ele desligasse o telefone. Ela queria passar as mãos por ele. Queria arrastá-lo para
um beijo. A camisa de botões que ele ainda estava usando desde o início do dia ficava bem nele,
ela pensou com uma pequena onda de desejo. Ficava particularmente bem com as mangas
enroladas nos cotovelos, expondo os músculos dos seus antebraços.
Sentindo-se um pouco desonesta, Jamie se aproximou. Alex sequer olhou para ela. Certa que
ele estava completamente distraído, ela aproveitou para soltar o cabelo do coque que ela tinha
feito para o dia. Depois tirou sua camisa, colocando-a na beirada da mesa que ficava no lado do
arco que se abria para a cozinha. Por um momento ela contemplou tirar mais algumas coisas, mas
decidiu que provavelmente a camisa era o suficiente para conseguir sua atenção.
Finalmente ficando casualmente à vista, ela sorriu quando seus olhos permaneceram fixos no
laptop na sua frente. Eles permaneceram, isto é, até que ela parou diretamente entre as suas
pernas e então ele quase deixou o telefone cair, seu rosto ficando muito surpreso com a visão dela
usando apenas um sutiã de renda preta e a calça leve que ela usava.
Jamie piscou e ajoelhou-se. Suas mãos traçaram círculos leves sobre os seus joelhos antes de
arrastá-las mais para cima pelas suas coxas. Alex soltou um som estrangulado e tossiu
apressadamente para disfarçar o som.
“Sinto muito. Não ouvi esta última parte. Pode repeti-la para mim?” Sua voz hesitou apenas
ligeiramente, dificilmente o suficiente para que seja quem fosse que estivesse no outro lado da linha
percebesse.
Sorrindo, Jamie empurrou de propósito seus seios juntos enquanto se inclinava para cima para
morder rapidamente o seu queixo, mordiscando ao longo da linha da sua mandíbula. Então ela
abriu o primeiro botão da sua calça e estava ansiosamente estendendo a mão para acariciar a
sua extensão por cima da cueca. Sua boca endureceu, uma mão sobre o ombro dela e a outra
agarrando o telefone, os nós dos dedos quase brancos.
“Sim. Absolutamente. Eu posso ir e examiná-lo amanhã,” ele engasgou.
Jamie abafou uma risadinha, se perguntando se ele sequer sabia para o que ele tinha
acabado de dizer sim.
Uma mão rastejou por baixo da sua camisa, as unhas arrastando sobre o seu abdômen até
que ele estava quase se contorcendo no lugar. Os dedos de Alex deslizaram pelo seu pescoço,
serpenteando pelo seu cabelo. Dispensando a provocação, ela libertou seu pênis da cueca,
suspirando baixinho com quão quente e firme eleestava na sua mão. Ela passou a ponta do dedo
ao longo da parte inferior por todo o caminho até a cabeça. Desesperada, a mão no seu cabelo
desistiu de todo o controle e fechou ao redor da dela, conduzindo-a para envolver o seu pênis. Ela
sorriu. Alguns movimentos rápidos e ela podia senti-lo ficar mais duro. Quando, distraidamente,
lambeu os lábios, Alex sussurrou um palavrão, a cabeça caindo para trás.
Ela deu uma risadinha baixinha, fazendo com que ele abrisse os olhos para encontrar os dela
de novo. Ela podia ouvir, seja quem fosse com quem ele estava falando, ainda tagarelando no
telefone, mas não parecia que Alex estava ouvindo. Ou se ele sequer se lembrava que o telefone
estava ligado.
Ela balançou as sobrancelhas, em seguida inclinou-se para frente para dar uma lambida longa
pela sua extensão. Um gemido suave alcançou seus ouvidos, a mão dele emaranhando-se mais no
cabelo dela mais uma vez. Cantarolando em concordância, ela repetiu o movimento algumas vezes.
Uma espiada rápida mostrou sua cabeça descansando no encosto do sofá de novo, os olhos
fechados em felicidade. Sorrindo, ela fechou a boca ao redor da ponta, lambendo o líquido que
acumulado antes de chupar gentilmente.
“Merda...” Seus quadris empurraram desenfreadamente. A mão no seu cabelo apertou apenas,
estimulando-a a continuar enquanto ela olhava para ele. A respiração de Alex saia entrecortada,
o rosto corado e os olhos arregalados. Apoiando-se nos seus joelhos, Jamie girou a língua ao
redor da cabeça do seu pênis, tomando mais dele na sua boca. Ela amava o gosto dele, sal e
almíscar com a trilha sonora dos seus suspiros tocando como um loop no pano de fundo.
Alex engoliu em seco e em seguida tossiu de novo, falando no telefone. “Ei, ouça. Algo surgiu e
vou ter de ligar de volta para você sobre isto. Ainda é o dia de Natal. Lidaremos com isto
amanhã.” Ele interrompeu a ligação sem esperar pela resposta gemendo alto imediatamente.
“Porra, querida.”
Sorrindo, ela continuou a balançar a cabeça para cima e para baixo, deleitando-se com os
palavrões entrecortados que alcançaram os seus ouvidos. Ele estava tão perto de perder o
controle, ela podia senti-lo. Ele sempre foi tão rápido em fazê-la se sentir bem; sua coisa favorita
era ser capaz de retribuir o favor. O pensamento fez suas coxas apertarem, o calor no seu centro
somente aumentando.
“Jamie...” Alex ofegou e puxou um pouco o seu cabelo e ela olhou para cima em uma
interrogação, arrastando a boca até a cabeça e deixando que ele escorregasse livre. Sem aviso,
ele passou os braços por baixo dos dela e a levantou, puxando sua calça e calcinha para baixo
de uma vez e inclinando-se para frente para enterrar o rosto entre as suas pernas. Prazer
crepitou em uma faixa quente pela sua coluna.
“Porra. Alex.” Até mesmo a sua voz cedeu, os dedos automaticamente enroscaram no cabelo
grosso dele, segurando seu rosto no centro dela. Ela sentiu sua boca curvar para cima, convencida
e muito satisfeita consigo mesma, mas qualquer repreensão simplesmente morreu nos seus lábios
quando a língua dele mergulhou quente entre as suas dobras. Um lamento alto deslizou dos seus
lábios, definitivamente na forma do seu nome. Alex gemeu com apreço e seus joelhos quase
cederam, exceto pelo braço forte que ele tinha ao redor da sua cintura. Implacável, sua língua
varreu através do seu calor em carícias largas até que os dedos dos seus pés dobraram e seus
quadris começaram a inclinar freneticamente. Quando seus lábios fecharam sobre o seu clitóris, um
nó familiar começou a desfiar baixo na sua barriga. Ela enterrou as unhas nos seus ombros.
“Alex, eu... Porra. Espere, eu quero você, por favor...”
Após dar uma longa lambida final que a fez estremecer, Alex levantou-se. Imediatamente Jamie
puxou sua boca para a dela em um beijo faminto, suspirando quando ele a puxou para ele. Ele
segurou o inchaço das suas nádegas, sorrindo com o seu lamento baixo, em seguida apoiou as
mãos por baixo das suas coxas, pegando-a com facilidade. Ambos gemeram assim que seu centro
aquecido entrou em contato com o seu pênis. Ela passou os braços ao redor do seu pescoço,
voltando sua atenção para o ponto ao longo do seu pescoço que ela sabia que era
particularmente sensível. Instantes depois, seu palavrão baixinho soou na sua orelha. Seu sorriso só
foi interrompido por um arrepio quando suas costas nuas bateram na parede. Alex chupou duro
seu pulso, posicionando-se na sua entrada e as mãos dela vagaram sobre os seus ombros por
apoio quando ele a provocou por um tempo muito maior.
“Alex.” Em retaliação, ela mordeu um feixe de músculos no seu pescoço, com cuidado para não
marcá-lo acima da gola do seu terno. Por mais que ela teria apreciado deixar completamente
claro para o mundo a quem seu homem pertencia, eles realmente tinham uma decência profissional
sobre a qual pensar.
Ele grunhiu e cedeu, lentamente empurrando para dentro dela. A cabeça de Jamie inclinou
para trás. As pernas fecharam-se com força ao redor dele, seu calor escorregadio dando boas-
vindas ao seu pênis com facilidade.
“Maldição, mulher.” O suspiro de Alex soou duramente na sua orelha e então ele sorriu de
maneira tão doce que seu coração quase explodiu. “Você é perfeita, sabe disto?”
Em resposta, ela levantou a cabeça para um beijo bagunçado. Alex não perdeu mais tempo,
batendo para dentro dela várias vezes, o tapa de carne ecoado somente pelos seus gemidos
crescentes. Ela agarrou seus ombros, as unhas arranhando sua pele à medida que seu corpo
começava a endurecer, os músculos ficando tensos.
“É isto, vamos lá, querida,” Alex murmurou. Ele sabia muito bem como sua voz baixa a afetava.
Ela lutava para respirar, em vez disso, deixou escapar um gemido engasgado. “Eu sei, eu sei...
vamos lá, Jamie, querida, goze para mim. Dê-me isto. Eu quero ver,” ele sussurrou.
Sua mão esgueirou-se entre eles para esfregar seu clitóris e ela gritou contra os seus lábios,
chamando o seu nome. Alex a agarrou com força enquanto ele desmoronava segundos depois, com
ela logo atrás dele. Ofegando, ela descansou o rosto no seu ombro. O peito dele subindo e
descendo de maneira semelhante contra o dela, seus ofegos ásperos o único outro som na sala.
Então ele sacudiu um pouco, sua pegada relaxando. “Sinto muito,” ele murmurou, “não consegui
nos manter por mais tempo.”
“Está tudo bem,” ela sussurrou, ainda mole.
Eles caíram no chão com ela ainda no seu colo, os braços e pernas passados frouxamente ao
redor dele.
“Porra, Jamie,” ele disse com a voz rouca.
Seu sorriso era em partes iguais atordoado e convencido. “Eu concordo.”
Ela mordiscou sua mandíbula enquanto ele descansava a testa na sua, ofegante, os ombros
sacudindo com uma risada. Sorrindo feliz, ela esgueirou as mãos para dentro da sua camisa para
traçar o corte dos seus peitorais enquanto eles ficavam sentados enroscados juntos no chão. Após
alguns minutos, ela olhou na direção da cozinha. “Ainda há pratos que precisam ser lavados.”
Ela não tinha absolutamente nenhuma intenção de lavá-los.
“Foda-se os pratos,” Alex murmurou. “Chega de pratos. Não quero fazer nada além de você.”
“Esta é uma cantada terrível,” Jamie informou-lhe de maneira empertigada.
Se o sorriso feroz no seu rosto fosse algo para se basear, ele realmente não se importava. Ela
levantou-se, dando um passo para trás, mas Alex foi mais rápido. Ele a seguiu, pegando-a nos
braços e carregando-a.
“Não tive você por uma semana inteira,” ele rosnou, começando a subir as escadas. “Tenho
direito a uma segunda rodada.”
A risada muito feliz de Jamie os seguiu pelo corredor.
Capítulo 12
No quarto, Alex a largou sobre a cama e a seguiu para baixo. Eles não perderam mais tempo
conversando. Ambos sabiam exatamente o que queriam e isto estava bem ali na frente deles.
Jamie entrelaçou os dedos no seu cabelo e puxou-o para ela. Ela sentiu seu peito retumbar com
uma risada satisfeita.
Ele deixou suas mãos moverem-se para cima, sobre a sua cintura e depois para baixo de novo
enquanto o resto do seu corpo acompanhava. Seus lábios roçaram na barriga dela eem seguida
ele estava lambendo uma linha lenta ao redor do seu umbigo, fazendo com que ela ofegasse. Sua
boca foi mais cada vez mais para baixo até que ela estava mordendo o lábio para não implorar.
Isto era nitidamente algum tipo de vingança pela cena que ela tinha feito com ele no telefone.
Quando ele finalmente passou uma mão pela sua coxa e ergueu seu joelho sobre o ombro, ela
deixou a cabeça inclinar para trás no travesseiro e seus olhos fecharam, cantarolando em
antecipação do prazer.
Suas mãos apertaram ao redor do bumbum dela enquanto ele começava a lambê-la leve e
delicadamente, tão gentil e suave que era quase provocador mesmo quando sua língua dançava
diretamente pelo seu clitóris. Jamie abaixou a mão para passar os dedos pelo seu cabelo e
segurá-lo mais perto e a outra mão moveu-se para o seu seio, apertando, massageando e
puxando seu mamilo. Ele gemeu contra ela e ela gritou com a vibração repentina. Isto lhe valeu
uma lambida longa e demorada que fez os dedos dos seus pés dobrarem antes que ele deslizasse
um dedo para dentro dela e depois outro. As investidas eram combinadas com a sua língua
fazendo círculos preguiçosos para cima e para baixo e de derreter a coluna. Todas as vezes que
ele cruzava com seu clitóris ele parava para lambê-lo, apenas o suficiente para fazê-la se
contorcer querendo mais. Ela iria fazer com que ele pagasse por provocá-la assim. Em algum
momento. Mais tarde. Quando ela não o desejasse tão desesperadamente. A primeira rodada, ao
que parece, não tinha diminuído o desejo.
Ele era muito bom nisto. Sempre tinha sido. Jamie choramingou baixo na sua garganta, a coluna
arqueando e balançou na pressão da sua boca sobre ela. Alex sempre tinha sido capaz de fazê-
la gozar como mais ninguém. Se ele quisesse, ele poderia tê-la à beira do orgasmo em minutos,
mas parecia que ele gostava de prolongá-lo.
“Alex. Por favor. Apenas me dê isto agora. Eu o desejo tanto.”
Ele levantou a cabeça deixando-a desprovida e até mesmo o deslizar dos seus dedos dentro
dela diminuiu e parou. Jamie rosnou.
“Diga-me o que você quer, querida.”
“Você,” ela ofegou. “Apenas você. Dentro de mim. Ao meu redor. Alex.”
Isto, ao que parece, foi demais para ele suportar porque ele estava deslizando os dedos para
fora dela no instante seguinte, rastejando pela extensão do seu corpo. Seu pênis roçou no seu sexo
onde ela estava dolorosamente pronta para ele novamente e ele girou os quadris para baixo,
fazendo ambos gemerem. Jamie o arrastou para baixo de novo para um beijo, saboreando a
maneira como ele gemeu na sua boca quando ela abaixou a mão para envolver a sua extensão.
Seus beijos continuaram enquanto ela o acariciava lentamente e com firmeza, desejando-o, mas
disposta a arrastá-lo um pouco, vingar-se em espécie a sua provocação. Quando ela interrompeu o
beijo, foi para observá-lo. Ele realmente era quase insuportavelmente quente quando estava tão
excitado ou talvez fosse apenas o fato que ela sabia que tinha feito isto com ele. De qualquer
maneira, o olhar de concentração, prazer e desejo no seu rosto era bonito. Jamie suspirou com
desejo. Ela deixou os dedos da sua outra mão acariciarem levemente as suas bolas e apreciou a
ingestão aguda de ar.
“Você quer isto, querido? Quer tanto quanto eu?”
Alex conseguiu uma risada estrangulada. “Isto é uma pergunta que você precisa fazer? Desejei
você a semana toda, Jamie. Não consigo acreditar que finalmente conseguimos.”
Ele pegou seus lábios de novo em um beijo lento e carinhoso e ela pegou a dica; falar não era
o que ele queria. Ela poderia trabalhar com isto. Passando uma perna sobre a sua coxa para
segurá-lo mais perto dela, ela deixou os dedos se moverem em sincronia com as suas línguas,
amando cada gemido e a sensação dele na sua mão e desejando-a tão nitidamente.
Quando eles emergiram de novo, ele estava ofegando e abaixou a mão para imobilizar as
mãos delas sobre o seu pênis. “Quero...” Ele parou por um momento, a respiração presa. “Quero
estar em você, Jamie. Quero senti-la.”
“Mmmm. Isto me agrada.” Ela estava quase relutante em soltá-lo, só que ela se lembrou de qual
era a sensação dele dentro dela e ela estava doendo para tê-lo preenchendo-a de novo. Ela não
conseguiu resistir a uma última carícia ao longo da sua extensão, gemendo em resposta ao seu
gemido baixo e retumbante e a maneira como sua boca relaxou e os olhos semicerraram.
Ele levou um segundo para se recuperar. “Você é perigosa, mulher. Juro que um dia destes você
vai ser a minha morte com estas suas mãos.”
Ela riu, sentindo-se muito convencida. “Eu achava que foi por isto que você me escolheu.”
Ele sorriu, passando os braços ao redor dela e ela agarrou seus ombros enquanto ele
acomodava seu peso sobre os cotovelos. “Escolhi você por muitos motivos, querida.” Ele moveu-se
lentamente contra ela, deixando sua ereção deslizar sobre ela e ela não conseguiu impedir o
gemido. “O fato que você poderia distrair um homem com um toque é apenas um deles.”
“Ok, Jamie?” ele murmurou no seu ouvido. Ele estava sorrindo agora, ela conseguia ouvi-lo na
sua voz e imaginou que deveria estar agradecida que esta experiência única fosse tudo sobre
quem poderia agradar melhor ao outro.
“Por favor apenas...” Ela gritou enquanto ele esfregava sobre seu clitóris. “Oh, por favor, Alex,
apenas por favor, eu preciso...”
Ele riu. “Acho que gosto quando você está desesperada.”
Ela estava pronta para protestar de novo, mas então ele estava abrindo suas pernas com os
dedos e depois era seu pênis e ela quase soluçou aliviada. Ele deslizou para dentro dela
requintadamente lento e foi ainda melhor na segunda vez. Maldição, ela amava a maneira como
ele a preenchia.
Ele gemeu quando deslizou para dentro dela e ela viu suas pálpebras vibrarem, a mão
fechando em um punho no ombro dela. “Você se sente tão bem, querida.”
Jamie acenou com a cabeça a sua concordância. “Você também. Tão bem.”
Ele começou a fodê-la então, lenta e deliberadamente, e ela ficou tensa ao redor dele, rindo
quando ele ofegou e seus dedos enterraram no braço dela. Ela sustentou o contato visual pelo
maior tempo possível, incrivelmente excitada pelo calor e desejo no seu rosto.
À medida que ele continuava a se mover, o estímulo tornou-se avassalador e seus olhos
fecharam contra a sua vontade. Ela deixou a cabeça cair para trás no travesseiro, sorrindo
quando ele aceitou o convite tácito e começou a lamber, mordiscar e beijar seu pescoço. Ela passou
as pernas ao redor dele, pressionou os calcanhares no seu bumbum e gemeu quando, com cada
investida profunda, ele girava os quadris nela. Ainda um pouco supersensível do seu último
orgasmo, ela sentia como se cada terminação nervosa que ela possuía estivesse zumbindo. Como se
ele estivesse tocando todas. Ele mudou de posição para segurá-la com um braço e quando sua
mão livre beliscou seu mamilo, o choque de prazer foi quase doloroso na sua intensidade.
Ele encontrou um ponto sensível no seu pescoço, chupou e mordeu e sua mão estava
massageando o seio dela ela estava implorando, gemendo e implorando de novo, os dedos
arranhando seus ombros e deixando as marcas das suas unhas para trás.
Alex riu de maneira irregular. “Precisa gozar de novo, querida?”
Ele poderia soar convencido, se também não soasse tão sem fôlego, mas Jamie não conseguia
pensar em nada naquele momento. “Sim, preciso... por favor... quero gozar, por favor, Alex...”
Ele gemeu. “Desespero realmente combina com você, Jamie. Tenho de admitir.” Ele estendeu a
mão entre eles para circular seu clitóris, uma vez, duas vezes e então a terceira vez foi isto e ela
agarrou-se nele desesperadamente; o mundo explodiu em uma luz branca enquanto outro orgasmo
a dominava. Ele balançava os quadris, movendo-se com gentileza dentro dela, mas sem puxar
para fora e ela passou as pernas com mais firmeza ao redor dele, desejando manter o contato
íntimo pelo maior tempo possível, admirada com como era bom sentir quando seu corpo contraia e
apertava sobre ele.
“Porra, Jamie. Você é tão...” Sua voz morreu em um gemido baixo e por alguns instanteseles
ficaram em silêncio, agarrados em meio ao seu prazer.
“Você sente?” ela sussurrou com urgência quando conseguiu respirar de novo. “Isto é o que
você faz comigo, é tão bom. É tão bom ter você dentro de mim. Você consegue senti-lo?”
Ele assentiu de maneira convulsiva, a respiração na orelha dela um som estridente e tenso e
começou a se mover de novo, mais rápido, mais selvagem e mais duro agora que ele sabia que ela
estava completamente satisfeita.
“Vamos lá, querido. É isto.” Ela movia-se para encontrá-lo em cada investida, deixando que o
ritmo tomasse conta dela. “Sim, é isto!” Ele estremeceu quando Jamie chupou de leve o lóbulo da
sua orelha e ela podia senti-lo se aproximando da borda. “Deixe ir. É isto. Goze para mim,
querido. Quero senti-lo gozar em mim. Goze para mim, Alex.”
Toda sua concentração se encontrava em alcançar o orgasmo agora, ele investiu nela uma
última vez, um som incoerente de prazer escapando dele enquanto ele gozava. Ele gemeu no seu
ouvido e deixou seu corpo afundar no dela, prendendo-a entre o seu peito e o colchão e quando
Jamie mordeu o lado do seu pescoço, ele gemeu. Ela passou uma mão pelo seu cabelo.
“Maldição,” ele murmurou, abafado no seu ombro. “Sabe, eles dizem que o sexo piora quando
você está casado há algum tempo, mas eles estão completamente enganados. Como você é tão
perfeita todas as vezes?”
Jamie riu. “Apenas sorte, eu acho.”
Lentamente, Alex os girou de modo que ela estava enroscada ao seu lado e seu braço estava
ao redor dela. Ele inclinou-se e pressionou um beijo no alto da sua cabeça. Jamie ouviu o som da
respiração do seu marido, desacelerando da onda do orgasmo.
“Feliz Natal, Alex,” ela disse, inclinando a cabeça para trás para olhar para ele.
Ele sorriu e inclinou-se para roubar um beijo rápido e suave.
“Feliz Natal, querida.” O sorriso alargou. “Você é o melhor presente que eu poderia ter
pedido.”
“Isto é realmente brega.”
“Mas é verdade.”
Jamie riu e Alex puxou as cobertas ao redor deles, envolvendo-os no calor compartilhado. Lá
fora, a neve estava caindo de novo e o mundo estava tranquilo, abrandado em branco, iluminado
com o brilho das luzes de Natal. Juntos, eles dormiram, o seu felizes para sempre o tipo de coisa
que os contos de fadas eram feitos.
O FIM
Que as festas de fim de ano sejam abençoadas, Pessoal!!
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	Natal com o Chefe - Série Lidando com os Chefes - Parte 11
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