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UNOPAR
PEDAGOGIA
Marília Aragão de Souza Oliveira Galvão 
UMA GESTÃO PARTICIPATIVA EM AMBIENTES DIGITAIS
Campo Grande/MS
2021
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO	5
2 UMA GESTÃO PARTICIPATIVA EM AMBIENTES DIGITAIS	6
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS	11
4 REFERÊNCIAS 	12
	
Marília Aragão Souza de Oliveira Galvão 
Trabalho apresentado ao Curso Pedagogia da Unopar, para a disciplina de ATIVIDADES INTERDISCIPLINAR .
Professor da disciplina: Alessandra Muzzi 
Campo Grande
2021
 1 INTRODUÇÃO
A nossa sociedade tem influências de uma revolução industrial que eliminou aspectos de sistema feudal, criou novas classes sociais, proporcionou modificações no comportamento social e na estrutura econômica, criando tecnologias de Informação e comunicação a agir nas relações sociais, inclusive nos setores educacionais. A instituição escola passou a ter como objetivo, formar cidadãos ao conhecimento e aprendizagem, capazes de solucionarem dificuldades através das competência dos gestores escolares frente ao novo paradigma de educação configurado em função do crescente uso das TICs no meio escolar. Neste contexto, perguntamos sobre as contribuições que tais tecnologias trazem ao processo de democratização escolar. 
Atualmente, a sociedade encontra-se marcada por inúmeras transformações, principalmente em relação aos meios tecnológicos virtuais e científicos, neste sentido, o processo de ensino-aprendizagem também se depara com essas transformações tecnológicas. O uso das tecnologias digitais, no processo educativo pode ser compreendido como uma inovação no campo do conhecimento, proporcionando novas formas de interação, socialização e aprendizagem. Estes instrumentos ampliam o intercâmbio educacional e cultural, quebram fronteiras e barreiras e promovem a autonomia à medida que respeitam o ritmo de cada educando. Por isso, o caráter coletivo e democrático da educação é reivindicado em sua plenitude, exigindo que a gestão escolar se delineie em um ambiente de coparticipação, estimulador do conhecimento e em concomitância aos processos de produção e significação culturais. 
Sobre essa ótica, podemos destacar que as TICs, podem expandir o processo de gestão democrática. Isto acontece à medida que proporcionam maior interação entre os sujeitos que compõem a comunidade escolar, pais, alunos, professores, gestores, por exemplo. Além disso, promovem novos espaços para circulação de conhecimentos, explorando os diversos significados da ação coletiva. Configurando, assim, um ambiente motivador, repleto de trocas dialógicas, em que as TICs passam a ser uma ferramenta de intervenção no processo de articulação do conhecimento e de outras relações que permeiam o ambiente escolar. 
Dentro dessas discussões contemporâneas, este trabalho visa refletir sobre à medida que as TICs são capazes de subsidiar o processo de gestão escolar numa perspectiva de aprendizagens coletivas e de dinâmicas organizacionais. Sob esse viés, temos a intenção de realizar alguns apontamentos sobre a forma de melhor utilizar os instrumentos tecnológicos para a promoção de vivências culturais mais ricas e inclusivas, num processo de democratização que considera igualmente a dimensão social e dimensão política da educação.
2 UMA GESTÃO PARTICIPATIVA EM AMBIENTES DIGITAIS
Toda interação midiática e tecnológica é definido como um processo multimidiado e não linear e ocorrem diversas construções e reconstruções de mensagens originais. A recepção supõe interação e conhecimento em uma experiência e sociedade com cenários sociais e culturais específicos.
Considerando as constantes mudanças e inovações que ocorrem em relação aos meios tecnológicos podemos constatar que essas alterações criam novas possibilidades no ambiente escolar, uma vez que geram novas formas de aprender e intervir com o mundo. Segundo Belloni (2001, p. 26), as características principais das TICs são a simulação, a virtualidade, a acessibilidade, a superabundância e a extrema diversidade de informações. Essas, por sua vez, demandam concepções metodológicas diferenciadas, provocando a urgência de mudanças radicais na didática e no ensino, possibilitando a criação de novas formas de midiatização. Formas que contemplem uma educação mais dinâmica e democrática, que favoreça o acesso e o diálogo.
Dentro dessa perspectiva Prata afirma que: 
É necessário possibilitar a comunidade escolar vivenciar esse processo de inclusão digital, por intermédio de situações potencialmente pedagógicas e catalisadoras, que garantam a apropriação e a sustentabilidade dessas tecnologias, e principalmente, que permitam a autonomia da escola na gestão desse processo (PRATA, 2002, p. 77).
A inserção das tecnologias no ambiente escolar vem ocorrendo com mais intensidade, por estas fazerem parte da realidade dos alunos, e das necessidades impostas pela sociedade. Desta forma, o papel da gestão vai além de gerir a escola e o seu funcionamento, é um papel que deve abordar esta demanda tecnológica favorecendo o processo de ensino aprendizagem, no qual o foco não está apenas centrado na forma de ensinar, mas também está centrada na forma de aprender dos alunos.
O gestor deve favorecer a democratização das tecnologias a comunidade escolar, “tornar utilizáveis os recursos tecnológicos” (ALMEIDA, 2009, s/p). Assim, usufruir destes recursos possibilitando a utilização destas ferramentas de forma significativa, através de articulações que possibilitem a comunicação e a interação.
Através da inserção das TICs à escola estas permitem um novo paradigma de educação, intensificando a comunicação compartilhada e a troca de conhecimentos em diferentes espaços. Provocando alterações no processo de ensino, aprendizagem, gestão participativa e democrática, e nos setores externos e internos da comunidade escolar.
As parcerias estabelecidas envolvem a comunidade escolar, proporcionando novas formas de socialização, aprendizagem, administração. As ações que envolvem as TICs devem ser articuladas favorecendo o acesso e dinamizando o processo de ensino.
O grande desafio dos docentes é aliar as tecnologias as suas metodologias em sala de aula, favorecendo um ensino significativo e abordando a realidade da sociedade, promovendo aos alunos o acesso a informações que possibilita desta forma a construção do conhecimento.
As ferramentas tecnológicas existentes oferecem uma gama de oportunidades de utilização no processo de ensino, inclusive para os próprios docentes e gestores, o acesso assíncrono a informação e a comunicação que colaboram na construção do conhecimento e na oportunidade de uma formação contínua.
Outro aspecto das TICs é que ela ocorre de forma colaborativa o que promove um ensino de qualidade e que ocorre de forma democrática.
A gestão escolar democrática está assegurada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Brasil de 1996) de acordo com a LDB 1996:
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:[...] VIIIgestão democrática do ensino público na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino[...] Artigo 14 - Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II – participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes;[...] Art. 15- Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais do direito financeiro público (BRASIL, 1996).
A gestão democrática está definida na forma de lei para que favoreça o trabalho em equipe, o acesso da comunidade ao ambiente escolar, favorecendo o diálogo e a participação.O gestor escolar age na esfera de articulação dos docentes, dos alunos e da comunidade para que participem e atuem de maneira efetiva, democratizando o acesso as tecnologias. Dentro desta perspectiva temos as tecnologias como uma nova ferramenta de acesso à informação, que age como uma possibilidade de transmissão e de comunicação, favorecendo o diálogo entre a comunidade escolar.
Um ponto abordado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação é a autonomia que possuem os gestores, de modo que a comunidade escolar deve ser representada de acordo com aspectos que a caracterizam como sociais, cultuais e pedagógicos. A gestão escolar deve abordar as estratégias de incentivar e organizar a busca por novas aprendizagens dos docentes e dos alunos. Assim, o acesso as informações e a interação proporcionada pelas TICs dinamizam o processo de ensino.
A gestão democrática tem como possibilidade, estimulado pelo gestor, ações que favoreçam o acesso as TICs como uma forma de potencializar o processo de ensino aprendizagem dos alunos. A atuação do gestor escolar deve ser articulada em todas as esferas pedagógica, administrativa, financeira, estimulando a formação continuada. E deve levar em consideração a especificidade de cada escola a sua constituição histórica, cultural, social.
 Nesse contexto vemos a importância da coletividade na gestão democrática, da atuação dos gestores escolares sob novas perspectivas, é que possibilitem a participação de toda comunidade escolar de forma a compreender o processo de ensino possibilitando a atuação em equipe. As ações da gestão democrática estão baseadas em princípios de acesso e transparência de todas as ações, colaboração e diálogo, na busca por objetivos comuns.
A gestão democrática busca a formação de uma equipe de trabalho engajada em que o gestor não apenas articule a formação de professores, mas passe a perceber as contribuições da formação para o ensino.
Dentro destas novas perspectivas insere-se a importância da utilização das TICs como ferramentas que colaboram para um ensino significativo, que estimule a criticidade e a criatividade dos alunos. A inserção de mudanças no ambiente escolar, mudanças que são exigidas pela era tecnológica e que a gestão escolar articula ações para a sua utilização, são necessidades que dinamizam o processo de ensino e favorecem a construção do conhecimento.
 A atuação do gestor de forma engajada em todos os processos da comunidade escolar envolve processos colaborativos em que a comunidade participa. Esta participação do gestor em todos os segmentos e não apenas nos burocráticos e administrativos, dinamizam o processo de ensino e colaboram por aliar as tecnologias as metodologias em sala de aula, democratizando o acesso a informação.
As novas formas de ensino e de aprendizagem, aliadas as TICs evidenciam a importância de uma formação específica na área. O que possibilita qualificar as ações e favorecer a interação e a criatividade dos alunos. Assim as TICs tornam-se instrumentos que potencializam o processo de ensino e aprendizagem.
As TICs se disseminam a partir da qualificação dos profissionais da área, que desfrutam as potencialidades e a utilização destas nos processos educativos, favorecendo uma educação continuada e de qualidade. Na prática isso ocorre na educação a distância. Kalinke:
Os avanços tecnológicos estão sendo utilizados praticamente por todos os ramos do conhecimento. As descobertas são extremamente rápidas e estão a nossa disposição com uma velocidade nunca antes imaginada. A internet, os canais de televisão à cabo e aberta, os recursos de multimídia estão presentes e disponíveis na sociedade. Em contrapartida, a realidade mundial faz com que nossos alunos estejam cada vez mais informados, atualizados, e participantes deste mundo globalizado (KALINKE, 1999, p. 15).
A tecnologia está tornando-se parte da vida do ser humano. Uma das vantagens da tecnologia está no acesso à informação e a comunicação. Este acesso estimula a busca por novas formas de aprendizagem, dinamizando o processo de ensino. Como a gestão escolar vai acompanhar estas mudanças é o grande desafio da atualidade.
 É através das ações dos gestores escolares, que lideram e articulam a participação da comunidade escolar na busca por objetivos comuns, ou seja, o ensino significativo, que favoreça o processo de aprendizagem do educando e não apenas o ensino, que enfrenta-se as mudanças no âmbito escolar.
Assim, a importância da utilização das TCIs vai além das oportunidades, é indispensável o seu conhecimento e utilização no processo de ensino aprendizagem, pois favorece a interdisciplinaridade e a informação transforma-se em conhecimento.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A gestão escolar passa a ser uma administração com a finalidade de concretizar 
princípios e diretrizes em educação e orientar a prática de ações, considerando as diferenciações do contexto social.
No entanto para o fechamento dos objetivos propostos inicialmente podemos identificar que este trabalho nos proporcionou refletir e compreender que as inserções das TICs na escola implicam desafios de discutir a utilização destas de forma colaborativa e significativa. Os docentes podem usufruir das Tecnologias na elaboração do seu trabalho buscando alternativas metodológicas que favoreçam processos dinâmicos, que despertem o interesse dos alunos.
Desta forma com base nos autores e nas reflexões a atuação dos gestores escolares passam a ter novas perspectivas de atuação. Estamos enfrentando a era tecnológica, do acesso à informação, o que implica mudanças no âmbito escolar.
A escola necessita de gestores e professores mais dinâmicos e participativos. As ações do gestor articulam o acesso e a participação da comunidade escolar. A gestão escolar deve socializar e incentivar o uso das tecnologias como aliadas nas metodologias de sala de aula.
As tecnologias não facilitam o processo para os docentes, pois a tecnologia está se atualizando constantemente, o que exige do docente uma formação que possibilite a utilização destes recursos e que acompanhe a realidade do educando. 
As tecnologias não são indispensáveis ao processo de aprendizagem, mas elas são ferramentas que favorecem o processo, a base da aprendizagem e do uso das tecnologias depende da formação do docente que utiliza a tecnologia na sua metodologia. Os gestores não articulam apenas a formação continuada da sua equipe, mas também percebem a contribuição das tecnologias para a aprendizagem.
As tecnologias favorecem a construção do conhecimento, estimulam a busca por novas aprendizagens, desta forma colabora para a formação de alunos conscientes e críticos que transformam informação em conhecimento.
A inserção das tecnologias na escola é um processo lento que demanda interesse e uma gestão articulada para que a sua utilização aconteça de forma a promover um ensino de qualidade que ocorra de forma democrática com uma escola.
4 REFERÊNCIAS
ALMEIDA, M. E. B. de. Gestão de Tecnologias na Escola: possibilidades de uma prática democrática. 2009. Disponível em https://www.escolabrasil.com.br 
Acesso em: 20 ago 2021.
ALMEIDA, M.; e RUBIM, L. O Papel do Gestor Escolar na Incorporação das TIC’s na Escola: experiências em construção e redes colaborativas de aprendizagem. São Paulo: PUC – SP, 2004. 
ALONSO, M. Formação de Gestores Escolares: Um Campo de Pesquisa a Ser Explorado. In: ALMEIDA, M. E. B. de & ALONSO, M. (Orgs.). Tecnologias na formação e na gestão escolar, São Paulo: Avercamp, 2007.
BELLONI, M. L. O que é Mídia e Educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
BRASIL. Lei n. 9394, de 20/12/96, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, Diário Oficial da União, n. 248, 1996.
CUNHA, Maria Isabel da. A pesquisa qualitativa e a didática. In Didática:Ruptura, compromisso e pesquisa. Oliveira, Maria Rita. N. S. (Org.) Campinas, SP, Papirus, 1993.
DEMO, P. Participação é conquista. São Paulo: Cortez – Autores Associados, 1988.
KALINKE, M. A. Para não ser um Professor do Século Passado. Curitiba: Gráfica Expoente, 1999.LÜCK, H. Concepções e Processos Democráticos de Gestão
Educacional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. Paulo: PUC-SP, 2004.
PRATA, C. L. Gestão escolar e as novas tecnologias. In: ALONSO, M. et al. Formação de gestores escolares: para a utilização de tecnologias de informação e comunicação. São Paulo,2002.
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