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Redes de Computadores para Leigos
 
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 Como são as redes de computadores? 
Neste eBook você vai aprender: 
1. O que é uma rede de computadores 
2. Os tipos de rede quanto a geografia, hierarquia e topologia 
3. Protocolos 
4. O Modelo OSI 
 
1 - Quem precisa das redes? 
O mundo não funciona mais sem as redes. Redes telefônicas, redes de rádio, redes 
de televisão, redes de computadores, redes de satélite, redes sociais. Todas estão 
convergindo para uma grande rede única, que ainda não possui nome próprio, mas 
que dela farão parte sua geladeira, aparelho de TV, telefone celular, automóvel e até 
microondas. Várias tecnologias têm tornado isto possível, como a Bluetooth, WiMAX, 
BPL (broadband over power lines) e outras tecnologias emergentes que estão por aí. 
O futuro é das redes. 
O incrível é que até uns dez anos atrás, apenas médias e grandes empresas 
possuíam computadores ligados em rede. Atualmente, empresas de todos os portes e 
até residências com apenas dois computadores possuem micros ligados em rede. Os 
aparelhos celulares mais sofisticados já são entregues com algum tipo de 
conectividade, como cabo de dados USB ou Bluetooth™. 
O que aconteceu de lá pra cá? Quais fatores levaram a esta necessidade vital de 
conectar tudo que for possível em rede? 
Para entender estas mudanças será interessante relembrar os motivos desde o 
surgimento das primeiras redes. Naquela época os computadores eram caros e 
imensos - os mainframes. Não havia como disponibilizar um computador para cada 
funcionário. A solução encontrada foi o compartilhamento de tempo (time-sharing). 
Terminais sem poder de processamento ou armazenamento (terminais burro) eram 
interligados ao computador central (mainframe). O usuário tinha a impressão de ser o 
único a utilizar o computador, quando na verdade, dezenas, centenas e até milhares 
de usuários poderiam estar conectados ao mesmo tempo. Alguns destes usuários 
poderiam inclusive, acessar o mainframe de outras cidades usando o modem. 
 
Cadernos do Curso de Hacker – Prof. Marco Aurélio Thompson 
 
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Figura 1 - Time-sharing 
 “terminais burro”, que são terminais sem capacidade de processamento e memória, 
compartilham o mainframe 
 
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As primeiras redes surgiram devido à impossibilidade de se disponibilizar um 
computador para cada filial, departamento, setor ou funcionário. Computadores eram 
caros e ocupavam muito espaço. Era a época em que reinavam os mainframes e 
minicomputadores. 
A segunda fase da popularização das redes foi quando houve a popularização dos 
microcomputadores na década de 80. Já era possível cada filial, departamento, setor 
ou funcionário, possuir um micro exclusivo. Porém, alguns periféricos eram 
extremamente caros, como unidades de disco rígido, CD-Rom e impressora. Nesta 
fase, as redes eram necessárias para o compartilhamento de periféricos e 
centralização do armazenamento em disco rígido. 
Figura 2 - Uma única impressora, cd-rom e disco rígido de alta capacidade de 
armazenamento são compartilhados por todos. 
Atualmente as redes continuam destinadas ao compartilhamento de periféricos, 
principalmente o compartilhamento de impressora e conexão com a Internet. Mas a 
principal função das redes neste início do século XXI é o compartilhamento de 
informação, quando se troca de MP3s, vídeos e eBooks a todo o tipo de pensamento, 
incluindo ofensas. E é por este motivo que a proteção a informação ganha 
importância a cada dia. Um curso como este que oferecemos deveria ser obrigatório 
em todas as escolas e empresas. 
O objetivo das pessoas no mundo é a socialização. Sem a socialização a espécie não 
se perpetuaria. 
"O homem é um animal social" - Aristóteles 
As redes têm sido solução para os mais diferentes perfis de consumidor. Desde a 
empresa que precisa disponibilizar informações de clientes para todos os seus 
funcionários, aonde quer que estejam, ao jovem que procura apenas diversão, como 
os jogos em rede e metaversos, que parece ser a coqueluche deste início de século. 
E já não é mais privilégio do computador a ligação em rede. Aparelhos dos mais 
diversos tipos têm sido projetados visando a interconectividade. 
Cadernos do Curso de Hacker – Prof. Marco Aurélio Thompson 
 
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Figura 3 - As redes atuais conectam todo tipo de dispositivo, até próteses humanas 
Em resumo, a expansão e popularização das redes se tornou possível graças aos 
seguintes fatores: 
• Barateamento do hardware - computadores, periféricos e componentes 
eram raros e caros. Um 486 (o melhor micro por volta de 1993) custava dois 
mil e quinhentos dólares e precisava ser contrabandeado para entrar no país. 
Atualmente, um computador cinqüenta vezes melhor, custa cinco vezes 
menos. 
• Sistemas operacionais de rede amigáveis - os primeiros sistemas 
operacionais de rede eram difíceis de configurar. A escassa documentação era 
em inglês. Atualmente temos sistemas traduzidos para o português, farta 
literatura traduzida ou produzida por autores nacionais e a tecnologia plug-
and-play, que reconhece os periféricos dos principais fabricantes. 
• Globalização - pela primeira vez na história da economia, empresas passam 
a ter como concorrente não só as empresas locais. Empresas distantes, 
sediadas em outros países, conseguem concorrer com as empresas locais. As 
facilidades de comunicação, transporte e transferência de dinheiro no mundo 
globalizado, faz com que um fornecedor da China possa atender clientes no 
Brasil sem grandes dificuldades e pouca burocracia. O empresário que só se 
preocupava com o concorrente ao lado, precisa urgentemente aumentar sua 
vantagem competitiva. A rede é uma das formas de se conseguir isso. 
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• Expansão da Internet - a Internet, a rede das redes, está se consolidando 
como a nova forma de se fazer negócios. Algumas empresas só disponibilizam 
seus produtos ou serviços pela Internet. Muitos dos serviços públicos federais 
e estaduais, principalmente os destinados à pessoas jurídicas (empresas), só 
estão disponíveis na Internet. 
• Banda larga - se a tarifação e escassez de linhas telefônicas impedia as 
empresas de ligarem suas redes locais à Internet, isto é coisa do passado. 
Com o surgimento, expansão e barateamento da banda larga, possuir um link 
de 1MB e até mais que isso está ao alcance de qualquer pessoa. Na região 
dos Jardins em São Paulo uma empresa do setor testa a conexão de 39MB 
com alguns de seus clientes VIP. Em alguns países da Europa a conexão 
acima de 10MB é o mínimo que as empresas têm a oferecer. 
• Redes Sociais – as pessoas já sabem usar a tecnologia. Agora começam a 
experimentar o que fazer com ela. Acessar a Internet não é mais 
exclusividade do PC. Celulares em breve deixaram de existir e só haverá 
oferta de smartphones. Na onda do laptop a 100 dólares, já temos no Brasil 
notebooks a R$ 1.200,00 e baixando. A Tv digital, entre outros recursos, 
possui a navegação pela Internet usando um teclado sem fio e até mesmo o 
controle remoto. A previsão é que dentro de meio século todo o 
conhecimento que o mundo produziu, atual e futuro, estará disponível a 
qualquer pessoa. 
Podemos observar que não foi um fator isolado que contribuiu para a evolução, 
expansão e popularização das redes. Cada etapa desta evolução foi seguida por uma 
nova geração de usuários, que ditaram as novas regras para o uso da tecnologia. Se 
hoje você pode comprar músicas pela Internet, é por que antes disso as pessoas 
fizeram isso. Se hoje você encontra celulares desbloqueados, é por que antes as 
pessoas fizeram isso. O próximo passo é trazer a programação da TV para a Internet 
comercialmente. Por que as pessoas já estão fazendo isso. 
Lembre-se que mesmo tendo apenas um micro em casa a conexão com a Internet é 
umtipo de rede, neste caso, a rede mãe de todas as redes. 
Se a sua intenção em nosso curso é apenas se proteger ou se é trabalhar na área de 
segurança da informação, não importa. Você precisa saber o que são redes e como 
elas funcionam. As informações que precisamos proteger estão, estarão ou passarão 
pelas redes. E como não dá prá saber com exatidão qual o grau de conhecimento de 
redes que cada aluno possui, optei por incluir estes conceitos logo no início do curso. 
Se você já é expert no assunto, sinta-se à vontade para pular esta parte do 
treinamento. E se você deseja se tornar um expert em redes, vai precisar de mais do 
que estou oferecendo aqui, pois este eBook é apenas uma introdução. 
 
Cadernos do Curso de Hacker – Prof. Marco Aurélio Thompson 
 
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2 - O que é uma rede? 
Rede é um conjunto de hardware e software que permite que computadores 
individuais estabeleçam comunicação entre si. Esta comunicação permite, não só a 
troca de informações, mas também o compartilhamento de recursos. Mas não é por 
estar em rede que todos os arquivos e recursos de seu micro pessoal estarão 
disponíveis aos demais usuários, indiscriminadamente. Isto só ocorre quando não são 
adotados procedimentos de segurança para controle do acesso físico e lógico ao 
micro em questão. 
A lista abaixo é um resumo dos objetivos e benefícios de uma rede: 
• Compartilhamento de recursos 
• Compartilhamento de informações 
• Redução de custos 
• Segurança 
 
3 - Como classificamos as redes? 
As redes possuem classificação quanto à distância entre os hosts (pontos da rede), 
quanto à forma de gerenciamento (hierarquia) e quanto à forma de ligação dos hosts 
(topologia). 
Classificação das redes quanto à distância entre os hosts 
LAN (Local Area Network/Rede de Área Local) - são as redes cuja área de 
abrangência é limitada a um prédio. Uma rede em uma residência, escritório ou 
empresa é uma LAN. Veja a figura 4: 
Figura 4 - Uma LAN formada por cinco micros. Todos compartilhando a conexão com 
a Internet e uma impressora laser 
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MAN (Metropolitan Area Network/Rede de Área Metropolitana) - são redes 
que abrangem o perímetro de uma cidade. São mais rápidas e permitem que 
empresas com filiais em bairros diferentes se conectem entre si. Este termo é pouco 
usado e às vezes é usado o termo WAN (veja a seguir). A figura 5 exibe um exemplo 
de MAN: 
 
 
 
 
Figura 5 - Três filiais se conectam através de uma MAN (Rede de Área Metropolitana) 
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WAN (Wide Area Network/Rede de Área Global ou de Área Ampliada) - são 
redes que abrangem todo um estado, região, país ou até mesmo um continente. O 
exemplo mais comum de uma WAN é a Internet (figura 6): 
 
 
Figura 6 - A Internet é um exemplo de WAN (Rede de Área Global) 
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Classificação das redes quanto à hierarquia 
Uma rede pode ser hierarquizada ou não. Redes não hierarquizadas são conhecidas 
também como redes ponto a ponto. Veja a figura 7: 
 
Figura 7 - Rede não hierarquizada (ponto a ponto) 
 
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Uma rede ponto a ponto não precisa de sistemas operacionais servidores de rede, 
como por exemplo, o Windows Server ou as versões server do Linux. Os sistemas 
operacionais destinados a servidores são usados preferencialmente nas redes 
hierarquizadas, conhecidas também como redes cliente servidor. Veja a figura 8: 
 
Figura 8 - Uma rede hierarquizada (cliente x servidor) 
 
Nas redes cliente servidor, um ou mais computadores são configurados como 
servidores de rede. Estas máquinas não são destinadas ao uso. São mantidas em 
local seguro e com acesso restrito. Podemos ter um único computador 
desempenhando o papel de vários servidores, como visto na figura 8. 
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Mas também podemos usar computadores separados (figura 9): 
 
Figura 9 - A mesma rede da figura 8, só que usando mais de um servidor. 
Computadores destinados a atuar como servidores devem ser dimensionados 
adequadamente. É um desperdício usar um Pentium IV de 3 GHz e 2 GB de memória 
RAM apenas como servidor de autenticação em uma pequena ou média empresa. Da 
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mesma forma é inadmissível usar um Duron 1.2 e 128 MB de RAM para hospedar 
sites de empresa com comércio eletrônico. 
Cada caso é um caso e deve ser analisado dentro do contexto, além de prever as 
necessidades futuras de expansão da rede. Às vezes é difícil convencer a diretoria da 
empresa a investir em um servidor de maior capacidade. Mesmo com o argumento 
de que o tempo em que o servidor fica fora do ar custa dinheiro. Mas este problema 
só será seu se você optar por se profissionalizar nesta área. Nosso curso é flexível. 
Serve para quem deseja apenas conhecer o assunto, usar o conhecimento para si, 
mas também pode ser o início de jornada para uma carreira bem sucedida. 
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Classificação das redes quanto à topologia 
De forma simplificada, topologia é a forma como os computadores da rede são 
conectados entre si. Os dois tipos mais comuns são a de BARRAMENTO e em 
ESTRELA. 
TOPOLOGIA DE BARRAMENTO - cada um dos dispositivos da rede é conectado a 
um cabo principal conhecido por backbone (espinha dorsal). Este tipo de topologia 
tem sido descontinuado, pois apesar da simplicidade de sua instalação, possui sérias 
limitações de desempenho e, caso haja interrupção em algum ponto, toda a rede se 
torna inoperante. Isto torna a manutenção cara e demorada. A figura 10 ilustra este 
tipo de barramento: 
Figura 10 - Topologia de barramento 
TOPOLOGIA EM ESTRELA - cada um dos dispositivos da rede é conectado a um 
ponto central. Este dispositivo, geralmente um hub ou switch, se encarrega de 
distribuir os sinais entre os demais micros. A manutenção deste tipo de rede é rápida 
e bastante simplificada. Havendo problema em um dos segmentos, somente este 
segmento ficará inoperante. Se toda a rede ficar inoperante, muito provavelmente o 
concentrador (hub ou switch) é o componente problemático. A figura 11 ilustra uma 
rede deste tipo: 
Figura 11 - Topologia em Estrela 
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4 Como é formada uma rede? 
Uma rede típica é formada por: 
• computadores; 
• placas de rede; 
• cabos; 
• conectores; 
• concentradores (hubs) e 
• softwares. 
 
COMPUTADORES EM REDE - um micro conectado a uma rede também é 
conhecido por host, nó ou workstation (estação de trabalho). Para que um micro 
possa se conectar a uma rede ele necessita de uma placa de rede. Impressoras 
podem ser adquiridas com a placa de rede embutida. Assim não precisarão de um 
computador para se conectar a rede. Os aparelhos telefônicos celulares estão 
incorporando as funções dos PDAs (assistentes digitais portáteis) e já se conectam a 
rede empresarial através da Internet. 
PLACA DE REDE - a placa de rede ou NIC (Network Interface Card) é a responsável 
pela comunicação entre os nós da rede. Atualmente todos os micros populares já 
saem de fábrica com uma placa de rede. Os modelos atuais de placas de rede só 
dispõe de conectores do tipo RJ-45. Modelos mais antigos possuíam dois ou mais 
conectores diferentes. Veja as figura 12 a 14: 
 
Figura 12 - Placa de rede antiga com conectores BNC, AUI e RJ-45 
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Figura 13 - Placa de rede atual: somente conector RJ-45 
 
Figura 14 - Placa de rede sem fio: não há conectores.Figura 15 – Adaptadores USB para Wi-fi e Bluetooth. 
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CABOS - os tipos mais comuns de cabos de rede são: o coaxial, o de par trançado e 
o de fibra óptica. O coaxial está sendo descontinuado. O mais usado é o de par 
trançado. O de fibra óptica é mais caro e só costuma ser usado em redes 
corporativas. É o que oferece maior qualidade, porém, com o maior custo. Temos 
também as redes sem fio em que os sinais trafegam por ondas de rádio. 
 
Figura 16 – Da esquerda para a direita: coaxial grosso, coaxial fino e par trançado. 
CONECTORES - conectores servem para fazer a ligação da placa de rede ao 
concentrador. É óbvio que o tipo de conector adotado deve ser o mesmo que estiver 
disponível na placa de rede e, caso a placa de rede seja de um modelo antigo, com 
vários conectores diferentes, apenas um tipo de conector poderá ser usado por vez. A 
escolha do cabo segue o mesmo critério. As redes atuais utilizam conectores RJ-45, 
fibra óptica ou ondas de rádio (sem fio). 
 
Figura 17 - conector RJ-45 usado em redes com cabos de par trançado (figura 16) 
 
 
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Uma rede formada por apenas dois micros não necessita de concentrador (hub) para 
funcionar. Basta um cabo do tipo cross-over, montado conforme as especificações 
abaixo: 
Figura 18 - Um cabo cross-over para interligar apenas dois micros em rede, sem a 
necessidade do hub 
Para três ou mais computadores precisamos de um dispositivo concentrador. Aí o 
cabo deve ser montador com a seguinte especificação: 
Figura 19 - Cabo de rede para interligar computadores através de hub ou switch 
Embora qualquer ordem de cores permita o funcionamento da rede com mais de dois 
micros, o ideal é que o padrão T568B mostrado na 19 seja mantido ou então o T568A 
(tabela abaixo), cuja diferença é a posição dos fios dos pinos 1, 2, 3 e 6: 
 
PINO COR 
1 Branco mesclado com verde ou verde claro 
2 Verde 
3 Branco mesclado com laranja ou laranja claro 
4 Azul 
5 Branco mesclado com azul ou azul calro 
6 Laranja 
7 Branco mesclado com marrom ou marrom claro 
8 Marrom 
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Organizações e associações internacionais de industrias e profissionais, estabelecem 
padrões para a construção e funcionamento de dispositivos dos mais diversos tipos. 
Já pensou se cada fabricante de lâmpada adotasse seu próprio diâmetro e formato de 
rosca ? E era exatamente isto o que acontecia antes que os fabricantes e profissionais 
criassem os comitês de regulamentação. Cada fabricante seguia suas próprias 
normas. 
Atualmente, os dois órgãos responsáveis pela maioria das normas e especificações da 
informática são o IEEE (Institute Electrical and Electronics Engineers/Instituto de 
Engenharia Elétrica e Eletrônica) americano e a européia ISO (International 
Standards Organization/Organização Internacional de Padrões). 
CONCENTRADORES - o concentrador, também conhecido como hub, é o 
dispositivo responsável pela ligação dos micros a uma rede. Hubs podem ser passivos 
ou ativos, que incluem funções de filtragem, reforço de sinais e direcionamento de 
tráfego. A figura 20 ilustra o funcionamento de um hub: 
 
Figura 20 - Um HUB interligando todos os micros da rede 
Hubs são mais do que suficiente para pequenas redes e mesmo redes de médio 
porte. Hubs podem ser ligados entre si (cascateamento). Porém, quando as redes se 
tornam maiores ou à distância entre as estações é grande, elas passam a necessitar 
de outros componentes, que oferecem melhor desempenho e mais recursos para o 
controle do tráfego na rede: 
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SWITCH - switchs funcionam de forma similar ao hub e costumam ser um pouco 
mais caros. Em alguns casos substituem os hubs com vantagens, ao distribuir o sinal 
mais uniformemente. Tornam-se um desperdício em redes domésticas e em 
pequenos escritórios. São uma necessidade em redes empresariais de médio e 
grande porte, bem como nos laboratórios de informática. Também são utilizados para 
agrupar redes menores, como podemos ver no exemplo da figura 21: 
 
Figura 21 - exemplo de uso do switch em uma LAN 
REPETIDOR - repetidores realizam a ligação de duas de forma direta, usando a 
camada física do modelo OSI. Não realizam qualquer tipo de tratamento no sinal. 
PONTE ou BRIDGE - uma ponte é um dispositivo que permite interligar duas redes 
idênticas, mas separadas por uma distância considerável, como entre prédios, bairros 
ou cidades. Pontes também são usadas para reduzir o fluxo de tráfego entre redes. 
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ROTEADOR ou ROUTER - o roteador funciona de forma muito semelhante à ponte, 
porém com mais recursos. Nos últimos meses tem se tornado cada vez mais 
populares, devido à expansão da banda larga e dos números IPs fixos cada vez mais 
baratos e acessíveis. A lista abaixo descreve o uso mais comum dos roteadores: 
• interligar duas ou mais LANs distantes, formando uma WAN. 
• Interligar uma LAN a uma WAN, como por exemplo à rede local da empresa à 
Internet. 
• Interligar diferentes redes a uma rede principal. 
• Em substituição as pontes (bridges). 
• Controle de fluxo de tráfego entre redes. 
Roteadores são como computadores sem teclado, mouse e monitor. São acessados 
via Telnet (um protocolo de acesso remoto) de qualquer terminal da rede. Um Hacker 
que consiga acesso ao programa de configuração do roteador, pode ter acesso a todo 
o tráfego de dados da empresa. A figura 22 ilustra uma das formas de ligar a rede 
empresarial à Internet. No exemplo a empresa possui número IP próprio e com isto 
pode hospedar sites, gerenciar E-Mail e FTP: 
Figura 22 - Exemplo de uso do roteador 
 
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Roteador em casa: Já se popularizou o uso do modem roteável entre os usuários 
com conexão por banda larga, para compartilhar a conexão em casa mesmo ou entre 
vizinhos próximos. Este dispositivo é um agrupamento de modem + hub ou switch + 
firmware (software gravado em memória interna), dando-lhe a função de roteador. 
Vamos encontrar redes com diferentes tipos de roteador: 
- Computador configurado como roteador, que acessa a Internet usando modem e 
conexão discada ou modem de banda larga não roteável 
- Computador configurado como roteador, que acessa a Internet usando modem de 
banda larga não roteável 
- Modem roteável com hub ou switch embutido. Basta conectar o cabo de rede para 
acessar a Internet. O acesso ao firmware é feito via browser. É o sistema mais 
adotado atualmente em residências e pequenas empresas: 
 
 
Existem modelo híbridos, usando conexão com fio e também wireless. O modelo 
abaixo tem conexão com e sem fio, mas depende do modem para a conexão a 
Internet. Faz apenas o papel do hub/switch e roteador, modem a parte: 
 
 
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- Roteador dedicado, usado em empresas: 
 
 
SOFTWARES - todas as versões atuais do Windows funcionam em rede. Este 
cenário é muito diferente do que encontrei quando o Windows chegou ao Brasil. 
Conectar a rede um micro rodando Windows naquela época, exigia bons 
conhecimentos de hardware e programação. Só a partir do Windows for Workgroups 
ou 3.11 é que as coisas melhoraram. 
Uma falha de interpretação muito comum é a de pensar que qualquer programa, ao 
ser instalado na rede, poderá rodar em qualquer um dos micros que estiverem 
conectados. Para que isso ocorra é necessário que o software tenha sido 
desenvolvido com este recurso. O mais comum em rede não é o compartilhamento 
de software e sim o compartilhamento de arquivos e mais recentemente, de 
informações.As novas tecnologias de computação distribuída tem permitido aos fabricantes 
desenvolverem softwares totalmente compartilhados. Já podemos encontrar no 
mercado empresas que oferecem aplicativos como processadores de texto, planilhas 
e banco de dados, tudo on-line. Em breve talvez possamos entrar em um cybercafé e 
continuar a digitação de um texto que se encontra armazenado em um disco virtual. 
E o processador de textos não precisará estar instalado, já que pode ser 
disponibilizado on-line pelo fabricante. 
Não foi nossa intenção o aprofundamento nos conceitos acima sobre hardware e 
instalação física das redes. Esta abordagem se destina aos que tem pouco ou 
nenhum conhecimento sobre redes (parte física) e também como uma rápida revisão 
Redes de Computadores para Leigos
 
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para os que já estão a mais tempo na estrada. Isto fará com que todos, sem 
exceção, possam compreender os demais capítulos. 
Não é função do administrador se envolver com a parte física da rede. Mas na prática 
as pequenas e médias empresas esperam que ele se encarregue de todos estes 
pormenores, ainda que como supervisor. 
 
5 - O que são protocolos ? 
Protocolos são como idiomas e os responsáveis pela comunicação entre máquinas 
diferentes entre si. Um computador rodando Linux por exemplo, pode se comunicar 
com outro rodando Windows, graças aos protocolos. Inclua nesta rede um Macintosh 
e a comunicação continuará possível. A função do protocolo é tornar possível esta 
comunicação entre redes e computadores diferentes. 
Uma definição mais completa de protocolos é a de que são um conjunto de regras 
que permitem a conexão, roteamento, transferência e alguns serviços nas redes. 
PACOTES 
Uma das funções do protocolo é a divisão do arquivo a ser transmitido em pedaços 
menores, chamados de pacotes. Um pacote possui, além do fragmento da 
informação original, outras características, conforme podemos observar na figura 
abaixo: 
CRC 
COMPRIMENTO 
DO 
PACOTE 
ENDEREÇO DO 
EMISSOR 
ENDEREÇO DO 
RECEPTOR DADOS 
Figura 23 - diagrama de um pacote típico 
Dividir os dados em pacotes foi a solução que os projetistas encontraram para 
otimizar o uso da rede. Se não houvesse esta divisão em pacotes, toda a rede teria 
seu funcionamento comprometido, a cada vez que um arquivo maior fosse 
transmitido. Cada máquina só poderia enviar seus dados após a primeira ter 
concluído a transmissão. 
Conforme podemos observar na figura 23, cada pacote possui, além do fragmento da 
informação principal, os endereços do emissor e do receptor do pacote, seu 
comprimento e controle de erro, como o checksum e o CRC (Cyclical Redundancy 
Check). 
 
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PROTOCOLOS 
O principais protocolos de rede usados atualmente são: 
IPX/SPX - os pacotes de dados IPX e SPX foram desenvolvidos para redes Netware 
(Novell®). Se você precisa se comunicar com redes Novell, habilite este protocolo. 
NetBEUI/NetBIOS - NetBEUI é um protocolo simples e eficaz usado principalmente 
em pequenas redes. Por não suportar o roteamento, não serve para uso em redes de 
grande porte, como a Internet por exemplo. Nos últimos anos, tem sido alvo de vírus 
e outros tipos de pragas virtuais. O NetBIOS é uma interface que faz parte do 
protocolo NertBEUI. Já foi o protocolo mais usado nas redes Microsoft. 
TCP/IP - é o protocolo adequado a redes de médio e grande porte. Devido as suas 
características e robustez é o protocolo ideal para uso na Internet. É o que oferece a 
maior compatibilidade quando precisamos conectar dispositivos diferentes entre si. 
Na verdade trata-se de um conjunto de protocolos que formam atualmente, a base 
das conexões em rede. A figura 1.24 abaixo nos ajuda a conhecer melhor o conjunto 
de protocolos TCP/IP: 
 
1) .Telnet 
 . FTP 
 . SNMP 
 . SMTP 
5) NFS 
2) TCP 4) UDP 
3) IP 
Figura 24 - diagrama do conjunto de protocolos que formam o TCP/IP 
 
1) 
a. Telnet - permite a conexão e controle de computadores a 
distância. 
b. FTP (File Transfer Protocol/Protocolo de Transferência de 
Arquivos) - permite a troca de arquivos entre computadores. 
c. SNMP (Simple Network Managemente Protocol/Protocolo de 
Gerenciamento de Rede Simples) - permite o gerenciamento de 
dispositivos de rede, coleta de informações de diagnóstico e o 
controle da configuração dos dispositivos da rede. 
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d. SMTP (Simple Mail Transfer Protocol/Protocolo de Transferência 
de Correio Eletrônico Simples) - permite que os programas enviem 
e recebam mensagens de E-Mail. 
2) TCP (Transmission Control Protocol/Protocolo de Controle de 
Transmissão) - estabelece a comunicação confiável entre dois 
computadores. 
3) IP (Internet Protocol/Protocolo Internet) - é o responsável pelo 
endereçamento e roteamento dos pacotes que irão trafegar pela rede. 
Trabalha em parceria com o TCP: um estabelece a conexão segura e o 
outro providencia a distribuição dos pacotes aos seus destinatários. 
4) UDP (User Datagram Protocol/Protocolo de Datagrama do Usuário) - 
recebe informações do IP e as repassa a protocolos de nível superior, 
como o NFS. 
5) NFS (Network File System/Sistema de Arquivos de Rede) - permite o uso 
de discos remotos e arquivos, como se estivessem no computador local. 
Aumentam a segurança e confiabilidade no acesso aos dados gravados 
em disco. 
O TCP/IP permite ligações entre sistemas operacionais (MacOS, Windows 9.x, NT, 
Me, 2000, 2003, XP, Vista, 2008, OS/2, BSD, Linux, Unix, Netware, etc...) e 
arquiteturas diferentes (micros, mainframes, dispositivos portáteis com e sem fio, 
eletrodomésticos, etc...). 
O TCP/IP é um conjunto de protocolos diferentes, mas relacionados entre si e que 
continua a mudar e a ser definido quase que diariamente. 
Conhecimentos de programação e do conjunto de protocolos TCP/IP é o que torna 
um hacker potencialmente perigoso. 
Um de nossos cadernos de aula é sobre TCP/IP. No decorrer do curso você irá 
recebê-lo. 
 
Cadernos do Curso de Hacker – Prof. Marco Aurélio Thompson 
 
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6 - O que é o modelo OSI ? 
Na década de 70 a ISO formou um comitê para desenvolver uma arquitetura mundial 
de comunicação de dados que permitisse a comunicação entre computadores de 
diferentes fabricantes. 
O modelo OSI (Open System Interconnection/Sistema Aberto de Interconectividade) 
foi concluído em 1980 e aprovado em 1983, tanto pela ISSO como pelo IEEE. 
Atualmente o modelo OSI é a base para quase todos os protocolos de dados atuais, 
apesar das críticas que vem recebendo. Consiste em um modelo de sete camadas, 
cada uma representando um conjunto de regras específicas. Cabe a cada fabricante 
implementá-las em seus produtos e é o quem têm sido feito. Com isto se garante a 
compatibilidade entre sistemas, independente do fabricante. Veja a figura 25: 
 
 
Figura 25 - As sete camadas do modelo OSI 
7. CAMADA DE APLICAÇÃO 
6. CAMADA DE APRESENTAÇÃO 
5. CAMADA DE SESSÃO 
4. CAMADA DE TRANSPORTE 
3. CAMADA DE REDE 
2. CAMADA DE LIGAÇÃO ou ENLACE DE DADOS 
1. CAMADA FÍSICA 
Redes de Computadores para Leigos
 
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Cada uma das camadas do modelo OSI, apesar de se comunicar com a camada 
adjacente, possui funcionamento e características próprias. 
1. Camada Física - trata do hardware e demais dispositivos de rede, incluindo 
cabos, conectores, hubs, etc... 
2. Camada de Ligação ou Enlace de Dados - é a responsável pelo 
recebimento dos dados da camada física e sua entrega à camada seguinte. 
Não sem antes serem devidamente identificados e passarem por um processo 
básico de correção de erros. De forma simplificada, podemos dizer que esta 
camada recebe os dados em seu estado bruto, identifica-os, corrigi erros e 
envia para a próxima camada, após inserir alguns caracteres de controle, 
necessários para queo sinal prossiga até seu destino final. 
3. Camada de Rede - esta é a camada responsável pelo controle, distribuição e 
colocação das informações na rede. O protocolo IP faz parte desta camada. 
Nota: as três camadas que acabamos de conhecer são as responsáveis pela 
remessa de pacotes através da rede. Elas controlam a remessa física de dados e 
normalmente estão reunidas no conjunto placa e driver de rede. 
4. Camada de Transporte - esta camada é a fronteira entre os dois grupos de 
camadas. Realiza o com trole de fluxo entre a origem e o destino do pacote. A 
camada de transporte também é a responsável pela identificação de cada 
computador da rede como único e pela divisão sas mensagens em partes 
menores, que são enviadas em seqüência e remontadas no destino. O TCP é 
um protocolo desta camada. 
5. Camada de Sessão - esta camada é a responsável pelo estabelecimento das 
sessões entre os micros da rede. Uma sessão deve existir antes que os dados 
sejam transmitidos. Podemos comparar uma sessão a uma conexão 
telefônica. Os interlocutores só podem estabelecer conversação após a ligação 
ter se completado. A camada de sessão também identifica alguns problemas 
que podem ocorrer, como ausência de papel na impressora ou falta de espaço 
no disco rígido. 
6. Camada de Apresentação - esta camada é a responsável pela conversão 
de um tipo de representação de dados para outro. Um exemplo seria a 
compressão de dados ou criptografia. 
7. Camada de Aplicação - esta é a camada que representa a interface com o 
usuário. Não são programas como o Word e o Excel que usam esta camada e 
sim o próprio sistema operacional. Outras aplicações que usam esta camada 
Cadernos do Curso de Hacker – Prof. Marco Aurélio Thompson 
 
www.cursodehacker.com.br  Página 28 
 
são: correio eletrônico, transferência de arquivos, login remoto, emulação de 
terminal, banco de dados distribuídos, etc... 
 
Na figura 27, a comparação do modelo OSI com um diagrama simplificado: 
 
 MODELO 
OSI 
 MODELO 
SIMPLIFICADO 
 
 
 APLICAÇÕES APLICAÇÕES 
 
 APRESENTAÇÃO 
SISTEMA 
OPERACIONAL 
 
 
 
 
SESSÃO 
 
 
 
PROTOCOLOS 
 
 
 TRANSPORTE 
 
 REDE 
 
 LIGAÇÃO 
DE 
DADOS 
 
 
PLACA DE 
REDE, 
DRIVERS 
 
 
FÍSICA 
 
 
 CABOS 
 
Figura 27 - DIAGRAMA OSI x MODELO SIMPIFICADO 
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Resumo 
Agora você já sabe que... 
• uma rede é formada por dois ou mais computadores. 
• a finalidade das redes atuais é a interação entre diversos dispositivos, 
incluindo o telefone e alguns eletrodomésticos, tudo isto para permitir as 
pessoas trocar informações de todos os tipos. 
• as redes podem ser classificadas quanto à geografia, a hierarquia e a 
topologia. 
• a Internet também é conhecida como “a rede das redes”. 
• placas de rede, cabos, conectores e hubs são alguns dos componentes de 
uma rede. 
• existem normas técnicas que orientam sobre a forma correta de implantar 
uma rede. 
• o hub só é necessário a partir de dois micros. 
• o switch substitui o hub com vantagens, principalmente nas redes de médio e 
grande porte. 
• o usuário doméstico já encontra dispositivos que integram hub/switch, 
modem, roteador e conexão wireless. 
• que os protocolos é que permitem computadores usando diferentes sistemas 
operacionais se comunicarem entre si. 
• que o TCP/IP foi o protocolo que possibilitou o surgimento da Internet. 
• que OSI é um modelo de padronização de redes adotado mundialmente. 
 
Tarefa Proposta 
A tarefa que eu proponho neste capítulo é a seguinte: manuseie os componentes de 
rede citados neste capítulo. Principalmente se você nunca teve contato com placas de 
rede, cabos, conectores e hubs. Aproveite para verificar se o seu computador possui 
uma placa de rede. Todos os micros populares atuais contam com uma placa de 
rede. Basta verificar na traseira de seu micro se existe um conector RJ-45 fêmea. 
Atenção para não confundi-lo com os conectores do modem que são semelhantes, 
mas um pouco menores. São do tipo RJ-11 e ficam lado a lado na placa de modem 
(LINE e PHONE). 
Você deve estar se perguntando como vai fazer para ter contato com este material, 
sem precisar comprá-lo só para esta finalidade!? Eu sugiro visitas a lojas que vendam 
Cadernos do Curso de Hacker – Prof. Marco Aurélio Thompson 
 
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material de informática. Pergunte ao vendedor o que é cada peça. Solicite catálogos. 
Mostre-se interessado, mesmo que não vá comprar nada. Um lojista de visão terá o 
maior interesse em ajudá-lo. Afinal, você é um cliente em potencial. 
Outra forma de realizar a tarefa do capítulo é pedir a alguém que você conheça e 
trabalhe com redes, para mostrar-lhe cada um dos componentes citados. 
Agora que você já fez uma revisão em seu conhecimento sobre redes, está pronto 
para os próximos cadernos, onde vamos tratar dos servidores de rede e TCP/IP. 
Até lá! 
 
 
Prof. Marco Aurélio Thompson 
e-Mail e MSN: professor@marcoaurelio.net 
Tel: +55 (71) 8108-7930 
 
	CADERNOS_REDESA5.JPG
	Capitulo 001 - Prefacio e Redes [031] com figuras 1.12 a 1.1.pdf
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