Prévia do material em texto
IDENTIFICAÇÃO DE FRAUDES VEÍCULARES RENYSON CASTANHEIRA – 1º TENENTE PM castanheira.oficial@pm.go.gov.br Objetivo da instrução: I – Conhecer a legislação relacionada a Identificação de veículos; II – Aprimorar a busca e identificação de veículos (carro, motos, caminhões, ônibus); III – Aprimorar as técnicas empregadas na execução dos exames de IDV; IV – Aprimorar o exame em documentos de porte obrigatório. Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSPAP), até quarta-feira (2/11), 14.835 veículos foram roubados em Goiás no ano de 2016, o que correspondem a uma média de 48 por dia. BREVE HISTÓRICO DA IDENTIFICAÇÃO VEICULAR O objetivo da NBR 3 n° 6066, de julho de 1980, foi estabelecer um sistema de numeração para identificação dos veículos rodoviários, uniformizando as informações sobre a estrutura, o conteúdo, a localização e a fixação do número de identificação do veículo - VIN. Esta norma foi estruturada com 17 caracteres, onde a 10ª posição representa o ano/modelo do veiculo. As grandes montadoras de veículos de passeio se adequaram a esta norma durante a década de 1987: FIAT - Em 1981, foi a primeira a gravar o VIN com 17 caracteres, ainda sem identificar o ano na 10a posição. Isto foi corrigido a partir de 1987; Volkswagen - Em 1983 passou a gravar de acordo com a NBR 6066/80; GM - Se adequou a norma em 1984; FORD - Em 1984 passou a utilizar a marcação do NIV com 17 caracteres, mas com o ano na 11a posição. Somente em 1987 isto foi corrigido. BREVE HISTÓRICO DA IDENTIFICAÇÃO VEICULAR PROCESSOS DE ADULTERAÇÕES: Nível I – Substituição das placas + CRLV adulterado; Nível II - Substituição das placas + CRLV adulterado + remarcação dos numerais do VIN nos vidros; Nível III - Substituição das placas + CRLV adulterado + remarcação dos numerais do VIN nos vidros + adulteração dos sinais identificadores de chassi; Nível IV - Substituição das placas + CRLV adulterado + remarcação dos numerais do VIN nos vidros + adulteração dos sinais identificadores de chassi + mais supressão ou remarcação dos numerais do motor. Legislação acerca da IDV NBR 3 n° 6066/80 da ABNT foi instituída para padronizar essas informações. A partir desta norma, as principais montadoras de veículos de passeio passaram a gravar o Número de Identificação do Veículo - VIN, de acordo com a nova nomenclatura. O NIV também é conhecido como VIN - Vehicle Identification Number, sigla em inglês. O VIN ou NIV é uma combinação estruturada de 17 caracteres, designada a um veículo pelo fabricante para sua identificação. Critérios da IDV 1ª SEÇÃO: WMI – Identifica o Fabricante Critérios da IDV 2ª SEÇÃO: VDS – Seção Descritiva Critérios da IDV 3ª SEÇÃO: VIS – Seção Indicadora Critérios da IDV Critérios da IDV ANO/MODELO 10ª POSIÇÃO ANO/MODELO 10ª POSIÇÃO 1980 A 2001 1 1981 B 2002 2 1982 C 2003 3 1983 D 2004 4 1984 E 2005 5 1985 F 2006 6 1986 G 2007 7 1987 H 2008 8 1988 J 2009 9 1989 K 2010 A 1990 L 2011 B 1991 M 2012 C 1992 N 2013 D 1993 P 2014 E 1994 R 2015 F 1995 S 2016 G 1996 T 2017 H 1997 V 2018 J 1998 W 2019 K 1999 X 2020 L 2000 Y 2021 M Critérios da IDV 10ª Posição – Ano/modelo Critérios da IDV RESOLUÇÃO Nº 24, DE 21 DE MAIO DE 1998 Art. 1º - Os veículos produzidos ou importados a partir de 1º de janeiro de 1999, para obterem registro e licenciamento, deverão estar identificados na forma desta Resolução. Parágrafo único. Excetuam-se do disposto neste artigo os tratores, os veículos protótipos utilizados exclusivamente para competições esportivas e as viaturas militares operacionais das Forças Armadas. Art. 2º - A gravação do número de identificação veicular (VIN) no chassi ou monobloco, deverá ser feita, no mínimo, em um ponto de localização, de acordo com as especificações vigentes e formatos estabelecidos pela NBR 3 nº 6066 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, em profundidade mínima de 0,2 mm. Estabelece o critério de identificação de veículos, a que se refere o art. 114 do Código de Trânsito Brasileiro. RESOLUÇÃO Nº 24, DE 21 DE MAIO DE 1998 § 1° Além da gravação no chassi ou monobloco, os veículos serão identificados, no mínimo, com os caracteres VIS (número sequencial de produção) previsto na NBR 3 n° 6066, podendo ser, a critério do fabricante, por gravação, na profundidade mínima de 0,2mm, quando em chapas ou plaqueta colada, soldada ou rebitada, destrutível quando de sua remoção, ou ainda por etiqueta autocolante e também destrutível no caso de tentativa de sua remoção, nos seguintes compartimentos e componentes: Na coluna da porta dianteira lateral direita; No compartimento do motor; Em um dos para-brisas e em um dos vidros traseiros, quando existentes; e Em, pelo menos, dois vidros de cada lado do veículo, quando existentes, excetuados os quebra-ventos. § 1° Além da gravação no chassi ou monobloco, os veículos serão identificados, no mínimo, com os caracteres VIS (número sequencial de produção) previsto na NBR 3 n° 6066, podendo ser, a critério do fabricante, por gravação, na profundidade mínima de 0,2mm, quando em chapas ou plaqueta colada, soldada ou rebitada, destrutível quando de sua remoção, ou ainda por etiqueta autocolante e também destrutível no caso de tentativa de sua remoção, nos seguintes compartimentos e componentes: Na coluna da porta dianteira lateral direita; No compartimento do motor; Em um dos para-brisas e em um dos vidros traseiros, quando existentes; e Em, pelo menos, dois vidros de cada lado do veículo, quando existentes, excetuados os quebra-ventos. Critérios de IDV Outras modificações: A Resolução n° 24/98 do CONTRAN também: Eliminou a obrigatoriedade da colocação da etiqueta no assoalho. Modificou o teor do caractere da 10ª posição do NIV, que deixou de representar o ano de fabricação do veículo e passou a indicar o modelo. Instituiu uma plaqueta ou etiqueta destrutível quando de sua remoção com a inscrição do ano de fabricação do veículo. No período de vigência da Resolução n° 691/88, ou seja, de 1988 a 1998, era obrigatório inserir, na 10ª posição do NIV, o caractere representativo do ano de fabricação do veículo. Portanto, quem examinar veículos fabricados nessa época, deverá estar atento à codificação respectiva. Principais Formas de Adulteração Com relação aos veículos: Remoção da codificação original e posterior gravação de uma nova codificação (regravação ilegal); Regravação parcial ou total sobre a codificação original (adulteração); Colocação de chapa metálica sobre a superfície onde se encontra a codificação original e, sobre esta chapa, gravação de outra codificação (enxerto ou implante); Em regra, os modelos de gravação do CHASSI obedecem às mesmas medidas, com um espaçamento entre os dígitos de 4mm e profundidade de 2mm. Isso significa que a numeração do chassi é perfeitamente alinhada entre os dígitos. Durante a verificação, deve ser observada a presença de pintura sobre a marcação do chassi, sinais de lixa ao seu redor, bem como sinais de soldas nas proximidades da peça suporte. Observar também se não existem duas peças sobrepostas ou ondulações na marcação do chassi. Estes são indícios dos principais métodos de adulterações que são utilizados por meliantes, dentre os quais: a) Sobreposição; b) Transplante; c) Implante ou Enxerto; d) Remonte; e) Ocultação da numeração original e regravação próxima ao local. Principais Formas de Adulteração Gravação feita sobre a anterior Regravação parcial Principais Formas de Adulteração Transplante chapa metálica RECOBRIMENTO Principais formas de adulteração Troca de peça suporte de codificação (transplante) Principais Formas de Adulteração Principais Formas de Adulteração Principais Formas de Adulteração OcorrênciasHilux Ocorrências: Vídeos IDV/Video limpeza de NIV adulterado.MPG Etiquetas autodestrutivas São duas e estão localizadas na coluna da porta do lado direito e no compartimento interno do motor. Algumas montadoras inserem a numeração completa do chassi, mas a maioria mantém apenas a numeração da 10ª à 17ª posição. A etiqueta contém uma imagem holográfica, vista com uso de lanterna específica. Deve-se observar se a etiqueta foi afixada no local com aderente diferente do original, o que causa ondulações na superfície da etiqueta. Etiquetas autodestrutivas Etiquetas adulteradas por sobreposição parcial Principais Formas de Adulteração Gravação nos vidros Gravação painel corta fogo VIN do painel corta fogo Principais Formas de Adulteração Gravação no vidro adulterada por remarcação Principais Formas de Adulteração Remarcação do sequencial de motor Motor Principais Formas de Adulteração Remarcação do sequencial de motor Ocorrências Fusion Locais de Gravações dos Elementos Identificadores Placas de identificação e lacre Lacre: Os veículos, depois de identificados, deverão ter suas placas lacradas à estrutura, com lacres de uso exclusivo, em material sintético virgem (polietileno) ou metálico (chumbo). Estes deverão possuir características de inviolabilidade e identificação do Órgão Executivo de Trânsito dos Estados e do DF em sua face externa, permitindo a passagem do arame por seu interior. Placas Placas de identificação padrão MERCOSUL Distribuição das placas por UF Combinação alfanumérica Unidade da federação Utilizada desde AAA 0001 a BEZ 9999 Paraná (PR) fev/90 BFA 0001 a GKI 9999 São Paulo (SP) out/91 GKJ 0001 a HOK 9999 Minas Gerais (MG) set/91 HOL 0001 a HQE 9999 Maranhão (MA) jan/92 HQF 0001 a HTW 9999 Mato Grosso do Sul (MS) mar/92 HTX 0001 a HZA 9999 Ceará (CE) out/92 HZB 0001 a IAP 9999 Sergipe (SE) set/93 IAQ 0001 a JDO 9999 Rio Grande do Sul (RS) mar/92 JDP 0001 a JKR 9999 Distrito Federal (DF) abr/94 JKS 0001 a JSZ 9999 Bahia (BA) ago/93 JTA 0001 a JWE 9999 Pará (PA) jul/93 JWF 0001 a JXY 9999 Amazonas (AM) set/93 JXZ 0001 a KAU 9999 Mato Grosso (MT) set/93 KAV 0001 a KFC 9999 Goiás (GO) mai/94 KFD 0001 a KME 9999 Pernambuco (PE) ago/94 KMF 0001 a LVE 9999 Rio de Janeiro (RJ) mai/94 LVF 0001 a LWQ 9999 Piauí (PI) abr/96 LWR 0001 a MMM 9999 Santa Catarina (SC) jun/96 MMN 0001 a MOW 9999 Paraíba (PB) jul/96 MOX 0001 a MTZ 9999 Espírito Santo (ES) dez/95 MUA 0001 a MVK 9999 Alagoas (AL) ago/96 MVL 0001 a MXG 9999 Tocantins (TO) nov/96 Distribuição das placas por UF Combinação alfanumérica Unidade da federação Utilizada desde MXH 0001 a MZM 9999 Rio Grande do Norte (RN) jun/98 MZN 0001 a NAG 9999 Acre (AC) jun/98 NAH 0001 a NBA 9999 Roraima (RR) jul/98 NBB 0001 a NEH 9999 Rondônia (RO) jul/98 NEI 0001 a NFB 9999 Amapá (AP) set/98 NFC 0001 a NGZ 9999 Goiás (GO) 2ª sequência ago/03 NHA 0001 a NHT 9999 Maranhão (MA) 2ª sequência dez/06 NHU 0001 a NIX 9999 Piauí (PI) 2ª sequência mai/07 NIY 0001 a NJW 9999 Mato Grosso (MT) 2ª sequência out/07 NJX 0001 a NLU 9999 Goiás (GO) 3ª sequência nov/07 NLV 0001 a NMO 9999 Alagoas (AL) 2ª sequência jan/08 NMP 0001 a NNI 9999 Maranhão (MA) 3ª sequência mai/08 NNJ 0001 a NOH 9999 Rio Grande do Norte (RN) 2ª sequência jul/08 NOI 0001 a NPB 9999 Amazonas (AM) 2ª sequência jul/08 NPC 0001 a NPQ 9999 Mato Grosso (MT) 3ª sequência set/08 NPR 0001 a NQK 9999 Paraíba (PB) 2ª sequência nov/08 NQL 0001 a NRE 9999 Ceará (CE) 2ª sequência dez/08 NRF 0001 a NSD 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 2ª sequência nov/09 NSE 0001 a NTC 9999 Pará (PA) 2ª sequência nov/09 NTD 0001 a NTW 9999 Bahia (BA) 2ª sequência fev/10 NTX 0001 a NUG 9999 Mato Grosso (MT) 4ª sequência mar/10 NUH 0001 a NUL 9999 Roraima (RR) 2ª sequência jun/10 Distribuição das placas por UF Combinação alfanumérica Unidade da federação Utilizada desde NUM 0001 a NVF 9999 Ceará (CE) 3ª sequência jun/10 NVG 0001 a NVN 9999 Sergipe (SE) 2ª sequência mar/10 NVO 0001 a NWR 9999 Goiás (GO) 4ª sequência mar/10 NWS 0001 a NXQ 9999 Maranhão (MA) 4ª sequência jul/10 NXR 0001 a NXT 9999 Acre (AC) 2ª sequência mai/11 NXU 0001 a NXW 9999 Pernambuco (PE) 2ª sequência jul/10 NXX 0001 a NYG 9999 Minas Gerais (MG) 2ª sequência out/11 NYH 0001 a NZZ 9999 Bahia (BA) 3ª sequência out/10 OAA 0001 a OAO 9999 Amazonas (AM) 3ª sequência dez/10 OAP 0001 a OBS 9999 Mato Grosso (MT) 5ª sequência mai/11 OBT 0001 a OCA 9999 Pará (PA) 3ª sequência jul/11 OCB 0001 a OCU 9999 Ceará (CE) 4ª sequência fev/11 OCV 0001 a ODT 9999 Espírito Santo (ES) 2ª sequência mai/11 ODU 0001 a OEI 9999 Piauí (PI) 3ª sequência set/11 OEJ 0001 a OES 9999 Sergipe (SE) 3ª sequência ago/11 OET 0001 a OFH 9999 Paraíba (PB) 3ª sequência abr/11 OFI 0001 a OFW 9999 Pará (PA) 4ª sequência mar/11 OFX 0001 a OGG 9999 Paraíba (PB) 4ª sequência jun/11 OGH 0001 a OHA 9999 Goiás (GO) 5ª sequência abr/11 OHB 0001 a OHK 9999 Alagoas (AL) 3ª sequência set/11 OHL 0001 a OHW 9999 Rondônia (RO) 2ª sequência nov/11 OHX 0001 a OIQ 9999 Ceará (CE) 5ª sequência dez/11 Distribuição das placas por UF Combinação alfanumérica Unidade da federação Utilizada desde OIR 0001 a OJQ 9999 Maranhão (MA) 5ª sequência jan/12 OJR 0001 a OKC 9999 Rio Grande do Norte (RN) 3ª sequência abr/12 OKD 0001 a OKH 9999 Santa Catarina (SC) 2ª sequência fev/14 OKI 0001 a OLG 9999 Bahia (BA) 4ª sequência out/11 OLH 0001 a OLN 9999 Tocantins (TO) 2ª sequência fev/12 OLO 0001 a OMH 9999 Minas Gerais (MG) 3ª sequência mar/12 OMI 0001 a OOF 9999 Goiás (GO) 6ª sequência abr/12 OOG 0001 a OOU 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 3ª sequência fev/12 OOV 0001 a ORC 9999 Minas Gerais (MG) 4ª sequência jun/12 ORD 0001 a ORM 9999 Alagoas (AL) 4ªsequência jan/12 ORN 0001 a OSV 9999 Ceará (CE) 6ª sequência jul/12 OSW 0001 a OTZ 9999 Pará (PA) 5ª sequência ago/12 OUA 0001 a OUE 9999 Piauí (PI) 4ª sequência nov/12 OUF 0001 a OVD 9999 Bahia (BA) 5ª sequência dez/12 OVE 0001 a OVF 9999 Espírito Santo (ES) 3ª sequência dez/12 OVG 0001 a OVG 9999 Acre (AC) 3ª sequência mai/13 OVH 0001 a OVL 9999 Espírito Santo (ES) 4ª sequência jul/13 OVM 0001 a OVV 9999 Distrito Federal (DF) 2ª sequência nov/13 OVW 0001 a OVY 9999 Piauí (PI) 5ª sequência out/13 OVZ 0001 a OWG 9999 Rio Grande do Norte (RN) 4ª sequência jun/13 OWH 0001 a OXK 9999 Minas Gerais (MG) 5ª sequência out/13 OXL 0001 a OXL 9999 Rondônia (RO) 3ª sequência nov/13 OXM 0001 a OXM 9999 Amazonas (AM) 4ª sequência nov/13 Distribuição das placas por UF Combinação alfanumérica Unidade da federação Utilizada desde OXN 0001 a OXN 9999 Alagoas (AL) 5ª sequência nov/13 OXO 0001 a OXO 9999 Paraíba (PB) 5ª sequência nov/13 OXP 0001 a OXP 9999 Acre (AC) 4ª sequência dez/13 OXQ 0001 a OXZ 9999 Maranhão (MA) 6ª sequência abr/14 OYA 0001 a OYC 9999 Tocantins (TO) 3ª sequência nov/13 OYD 0001 a OYK 9999 Espírito Santo (ES) 5ª sequência dez/13 OYL 0001 a OYZ 9999 Pernambuco (PE) 6ª sequência fev/14 OZA 0001 a OZA 9999 Ceará (CE) 7ª sequência jan/14 OZB 0001 a OZB 9999 Sergipe (SE) 4ª sequência jan/14 OZC 0001 a OZV 9999 Bahia (BA) 6ª sequência mar/14 OZW 0001 a PBZ 9999 Distrito Federal (DF) 3ª sequência mai/14 PCA 0001 a PED 9999 Pernambuco (PE) 7ª sequência dez/14 PEE 0001 a PFQ 9999 Pernambuco (PE) 3ª sequência set/10 PFR 0001 a PGK 9999 Pernambuco (PE) 4ª sequência jul/12 PGL 0001 a PGU 9999 Pernambuco (PE) 5ª sequência out/13 PGV 0001 a PGZ 9999 Pernambuco (PE) 7ª sequência dez/14 PHA 0001 a PHZ 9999 Amazonas (AM) 5ª sequência jun/14 PIA 0001 a PIZ 9999 Piauí (PI) 6ª sequência jun/14 PJA 0001 a PLZ 9999 Bahia (BA) 7ª sequência out/14 PMA 0001 a POZ 9999 Ceará (CE) 8ª sequência jun/14 PPA 0001 a PPZ 9999 Espírito Santo (ES) 6ª sequência ago/14 Distribuição das placas por UF Combinação alfanumérica Unidade da federação Utilizada desde PQA 0001 a PRZ 9999 Goiás (GO) 7ª sequência mar/15 PSA 0001 a PTZ 9999 Maranhão (MA) 7ª sequência dez/14 PUA 0001 a PZZ 9999 Minas Gerais (MG) 6ª sequênciamai/14 QAA 0001 a QAZ 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 4ª sequência dez/14 QBA 0001 a QCZ 9999 Mato Grosso (MT) 6ª sequência mai/14 QDA 0001 a QEZ 9999 Pará (PA) 6ª sequência out/14 QFA 0001 a QFZ 9999 Paraíba (PB) 6ª sequência mai/14 QGA 0001 a QGZ 9999 Rio Grande do Norte (RN) 5ª sequência set/14 QHA 0001 a QJZ 9999 Santa Catarina (SC) 3ª sequência mai/14 QKA 0001 a QKM 9999 Tocantins (TO) 4ª sequência nov/14 QKN 0001 a QKZ 9999 Sergipe (SE) 5ª sequência jun/14 QLA 0001 a QLM 9999 Alagoas (AL) 6ª sequência set/15 QLN 0001 a QLT 9999 Amapá (AP) 2ª sequência jan/15 QLU 0001 a QLZ 9999 Acre (AC) 5ª sequência ago/14 QMA 0001 a RIN 9999 Sequências ainda não definidas RIO 0001 a RKZ 9999 Rio de Janeiro (RJ) 2ª sequência RLA 0001 a SAU 9999 Sequências ainda não definidas SAV 0001 a SAV 1000 São Paulo (SP) 2ª sequência set/09 SAV 1001 a ZZZ 9999 Sequências ainda não definidas Documentos de Porte Obrigatório O que é necessário para realizar um exame em documentos? Um olhar treinado; Conhecimento dos elementos de segurança (manuseio do documento); Equipamentos de mão (Lupa e Lanterna com UV). Acesso aos sistemas de consultas. Documentos de Porte Obrigatório Fraudes em Documentos: Falsificação: - quando o documento passa a existir como resultado do trabalho do falsário; - é imitar, criando ou formando um documento como se fosse o verdadeiro. Alteração: - preexistindo o documento, insere-se modificações, subtraindo ou adicionando dados dando um sentido diverso do primitivo. Sistemas de Consultas MPORTAL DETRAN INFOSEG SINESP CRLV CRLV 000000000001 000000000001 CRLV Ocorrência CRLV Ocorrência CRLV Ocorrências CRLV Outras ocorrências: Hilux (fotos); Azera (fotos); HB 20 (fotos); Chassis (fotos); Motores (fotos); Hilux Branca Azera HB20 Chassis Motor Documentos de Porte Obrigatório CNH CNH On-board Diagnostics (OBD) On-board Diagnostics (OBD) OBRIGADO!!! Renyson Castanheira Silva – 1º Ten. QOPM Comando de Operações de Divisas castanheira.oficial@pm.go.gov.br mailto:castanheira.oficial@pm.go.gov.br BUSCA VEÍCULAR RENYSON CASTANHEIRA – 1º TENENTE PM castanheira.oficial@pm.go.gov.br Busca veícular Dividir o veículo nas seguintes partes: 1º Porta dianteira direita; 2º Porta ou lateral traseira direita, nunca colocando todo o corpo dentro do veículo; 3º Porta dianteira esquerda; 4º Porta ou lateral traseira esquerda, nunca colocando todo o corpo dentro do veículo; 5º Porta malas; 6º Capô. Métodos e Técnicas de Busca Veicular Os veículos automotores são bens móveis que auxiliam as pessoas em seus deslocamentos, mas podem ser usados por marginais como camuflagem para o transporte de materiais, substâncias, mercadorias e instrumentos para o cometimento de crimes, isto pode estar acondicionado nas partes normais ou em fundos previamente preparados “mocós”. Métodos e Técnicas de Busca Veicular O veículo fala: Pela sua aparência; Pelo seu odor; Pelos seus vestígios; Através da reação do condutor e passageiros; Métodos e Técnicas de Busca Veicular TETO PAINEL BANCOS TANQUE CHASSIS LATERAIS BATERIAS ASSOALHO PARALAMAS PNEU ESTEPE CAIXAS DE AR PARACHOQUES CAIXAS DE SOM ENTRADAS DE AR CILINDROS DE GNV FUNDOS PREPRADOS CAMINHÃO OBJETOS TRANSPORTADOS OUTROS Métodos e Técnicas de Busca Veicular Detalhes: ESPESSURA; CONSISTÊNCIA; CHEIRO DE COLA; FORRAÇÃO NOVA; VESTÍGIOS DE REMOÇÃO. Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Painel Painel Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Métodos e Técnicas de Busca Veicular Motocicleta Motocicleta Motocicleta Pneus Pneus Bancos dianteiros e traseiros Bomba de combustível Filtro de ar Portas Portas Buscas com apoio do CANIL Pára-choques Métodos e Técnicas de Busca Veicular Lembre-se: TUDO QUE FOI ABERTO, MODIFICADO E ALTERADO DEIXAM VESTÍGIOS; O POLICIAL PREPARADO, NÃO DEIXA DE OBSERVAR TODOS OS DETALHES; POR ISSO NÃO TENHA PRESSA EM FISCALIZAR; TENHA ACESSO AOS SISTEMAS DE CONSULTA. OBRIGADO!!! Renyson Castanheira Silva – 1º Ten. QOPM Comando de Operações de Divisas castanheira.oficial@pm.go.gov.br mailto:castanheira.oficial@pm.go.gov.br