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Copyright © 1990,
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
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Impresso no Brasil
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Sede:
Rio de Janeiro
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CEP 20003 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Telex: (021) 34333 ABNT - BR
Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas
Ferramental de fundição
NBR 12797MAIO 1993
SUMÁRIO
1 Objetivo
2 Documentos complementares
3 Definições
4 Condições gerais
5 Condições específicas
6 Inspeção
7 Aceitação e rejeição
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições exigíveis para encomenda,
fabricação e fornecimento de ferramental de fundição pa-
ra obtenção de peças fundidas em moldes de areia.
2 Documentos complementares
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
NBR 6212 - Cores para fundição - Procedimento
NBR 6313 - Peça fundida de aço-carbono para uso
geral - Especificação
NBR 6314 - Peças de ligas de cobre fundidas em
areia - Especificação
NBR 6589 - Peças em ferro fundido cinzento classifi-
cadas conforme a resistência à tração - Especifi-
cação
NBR 6834 - Alumínio e suas ligas - Classificação
NBR 6916 - Ferro fundido nodular ou ferro fundido
com grafita esferoidal - Especificação
NBR 12798 - Ferramental de fundição - Classificação
NBR 12799 - Ferramental de fundição - Terminologia
3 Definições
Os termos técnicos utilizados nesta Norma estão defini-
dos na NBR 12799.
4 Condições gerais
4.1 Classificação
O ferramental de fundição é classificado de acordo com a
NBR 12798.
4.2 Processo de fabricação
O processo de fabricação do ferramental de fundição fica
a critério do produtor, devendo ser descrito, ainda que su-
mariamente, no orçamento apresentado ao comprador, e
o que diferir desta Norma deve ser motivo de acordo pré-
vio entre produtor e comprador.
4.3 Modo de fazer a encomenda e/ou solicitar
orçamento
Dos pedidos de ferramental de fundição, devem constar:
a) número desta Norma;
Palavras-chave: Ferramental de fundição. Fundição
Origem: Projeto 01:203.06-001/1987
CB-01 - Comitê Brasileiro de Mineração e Metalurgia
CE-01:203.06 - Comissão de Estudo de Ferramental de Fundição
NBR 12797- Tools for casting - Specification
Descriptors: Tools. Casting
Válida a partir de 30.06.1993
Especificação
5 páginas
2 NBR 12797/1993
b) processo de moldagem e macharia no qual é uti-
lizado o ferramental;
c) projeto do ferramental;
d) classe de tolerância e vida útil do ferramental de
acordo com a NBR 12798;
e) quantidade pedida em unidades;
f) requisitos adicionais combinados previamente en-
tre produtor e comprador.
4.4 Condições de acabamento
As condições de acabamento de superfície do ferramen-
tal dependem das tolerâncias requeridas, do processo
adotado para obtenção da peça, de configuração geo-
métrica e de outros requisitos previamente estabeleci-
dos na solicitação de orçamento.
4.5 Proteção de superfície
Os ferramentais de fundição metálicos passíveis de oxi-
dação devem receber uma proteção oleosa anticorro-
siva, aplicada pelo produtor.
4.6 Embalagem
O tipo de embalagem deve ser acordado previamente en-
tre produtor e comprador.
4.7 Identificação
As identificações no ferramental devem ser especificadas
no projeto e feitas em alto-relevo ou baixo-relevo.
4.8 Estocagem do ferramental
O ferramental deve ser guardado em ambiente isento de
umidade e protegido das intempéries e exposição direta
ao sol.
4.9 Garantia do ferramental
A garantia só pode ser dada, por acordo prévio entre
produtor e comprador, quando o ferramental for utilizado
de acordo com o processo para o qual foi confeccionado.
5 Condições específicas
5.1 Classes de tolerância
As classes de tolerância devem estar de acordo com a
NBR 12798, sendo divididas em ferramental de molda-
gem e ferramental de fabricação de machos e dependen-
do do tipo de material utilizado.
5.1.1 Ferramental de moldagem - Modelo de madeira
comum (MC)
5.1.1.1 Classes de tolerância 1 e 2
Modelo de madeira macia, colado ou pregado, lixado,
com pino-guia de madeira dura, e pintado conforme a
NBR 6212.
5.1.1.2 Classes de tolerância 3 e 4
Modelo de madeira macia, colado ou pregado, lixado fi-
no, com pino-guia de metal, e pintado conforme a
NBR 6212.
5.1.1.3 Classe de tolerância 5
Modelo de madeira dura, fixado em placa, com placas de
desgaste de metal ou resina, colado ou aparafusado,
com acabamento lixado fino, e pintado conforme a
NBR 6212.
5.1.1.4 Classe de tolerância 6
Modelo de madeira dura, fixado em placa, com placa de
desgaste de metal, colado e aparafusado, com acaba-
mento lixado fino, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.1.5 Classe de tolerância 7
Modelo de madeira dura ou plastificada, colado e apara-
fusado, fixado em placa, com acabamento lixado fino, e
pintado conforme a NBR 6212.
5.1.2 Ferramental de moldagem - Modelo de poliestireno (PO)
Para ferramental em poliestireno, este modelo deve ser
previamente acordado com o comprador, por tratar-se de
modelo para a fabricação de uma única peça, e pintado
conforme a NBR 6212.
5.1.3 Ferramental de moldagem - Modelo de plástico (PL)
5.1.3.1 Classes de tolerância 1 e 2
Modelo em resina, com alma de alumínio, obtido por meio
de um padrão de madeira macia, com acabamento de su-
perfície conforme moldado, com defeitos preenchidos
com o próprio material, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.3.2 Classes de tolerância 3 e 4
Modelo em resina, com alma de alumínio, obtido por meio
de um padrão de madeira dura, com acabamento de su-
perfície conforme moldado, com defeitos preenchidos
com o próprio material, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.3.3 Classes de tolerância 5 e 6
Modelo em resina, reforçado com fibra de vidro e com al-
ma de alumínio, obtido por meio de um padrão de madei-
ra dura ou plastificada, com acabamento de superfície
conforme moldado, com defeitos corrigidos, preenchi-
dos com o material da primeira camada de resina, e pin-
tado conforme a NBR 6212.
5.1.3.4 Classe de tolerância 7
Modelo em resina, composto de uma camada de resina
especial dura e demais camadas para reforço, com alma
de alumínio, contendo nervuras ou enchimentos, obtido
por meio de um padrão de madeira plastificada, com aca-
bamento de superfície conforme moldado e com os defei-
tos corrigidos, preenchidos com o material da primeira
camada de resina, e pintado conforme a NBR 6212.
NBR 12797/1993 3
5.1.4 Ferramental de moldagem - Modelo de alumínio (AL) ou
latão (LA)
5.1.4.1 Classes de tolerância 1 a 4
Modelo de alumínio ou latão fundido e/ou usinado, fixado
em placas ou fundido juntamente com estas, com acaba-
mento de superfície rasqueteado sem maiores defeitos,
podendo apresentar pequena porosidade superficial, de-
sencontro máximo entre modelos de ± 0,3 mm, e pintado
conforme a NBR 6212.
5.1.4.2 Classes de tolerância 5 e 6
Modelo de alumínio ou latão fundido e/ou usinado, fixado
em placas ou fundido juntamente com estas, com acaba-
mento de superfície rasqueteado e lixado fino sem maio-
res defeitos, porosidade corrigida e preenchido com sol-
da ou metal plástico, desencontro máximo entre modelos
de ± 0,15 mm, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.4.3 Classe de tolerância 7
Modelo de alumínio ou latão fundido e/ou usinado, fixado
em placas ou fundido juntamente com estas, com acaba-
mento de superfície fino e remoção de todos os defeitos de
superfície, preenchendo-se a porosidade eventualmente
existente, desencontro entre modelos de ± 0,1 mm, bem
como a marcação e as dimensões críticas do modelo, e
pintado conforme a NBR 6212.
5.1.4.4 Classe de tolerância 8
Modelo de alumínio ou latão fundido e/ou usinado, fixado
em placas ou fundido juntamente com estas, totalmente
usinados, defeitos de superfície e marcas de ferramenta
totalmente removidos, desencontro entre modelos de até
± 0,05 mm, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.5 Ferramental de moldagem - Modelo de ferro (FE) ou
aço (AC)
5.1.5.1 Classes de tolerância 1 a 4
Modelo de ferro ou aço fixado em placa e com acaba-
mento de superfície rasqueteado sem maiores defeitos,podendo apresentar pequenas porosidades na super-
fície, desencontro máximo entre modelos de ± 0,03 mm, e
pintado conforme a NBR 6212.
5.1.5.2 Classes de tolerância 5 e 6
Modelo de ferro e aço, fixado em placas, com acaba-
mento de superfície rasqueteado e lixado fino, sem maio-
res defeitos de superfície e com porosidade corrigida e
preenchida com solda, desencontro máximo entre mo-
delos de ± 0,15 mm, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.5.3 Classe de tolerância 7
Modelo de ferro ou aço, fixado em placas, totalmente usi-
nado e lixado fino, com remoção de todos os defeitos e
porosidade da superfície com solda, desencontro entre
modelos de ± 0,10 mm,e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.5.4 Classe de tolerância 8
Modelo de ferro ou aço, fixado em placas, totalmente usi-
nado, com remoção de todos os defeitos de superfície e
marcas de ferramenta, desencontro entre modelos de até
± 0,05 mm, e pintado conforme a NBR 6212.
5.1.6 Ferramental para confecção de machos - Caixa-de-
macho de madeira comum (CMC)
5.1.6.1 Classes de tolerância 1 e 2
Caixa-de-macho em madeira comum macia, colada e
pregada ou aparafusada, lixada, com pino-guia de ma-
deira dura, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.6.2 Classes de tolerância 3 e 4
Caixa-de-macho em madeira comum macia, colada e
pregada ou aparafusada, lixada com pino-guia de metal, e
pintada conforme a NBR 6212.
5.1.6.3 Classe de tolerância 5
Caixa-de-macho em madeira macia com reforço em ma-
deira dura nos pontos de maior desgaste, colada e
aparafusada, com lixamento fino, com pino-guia de me-
tal, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.6.4 Classe de tolerância 6
Caixa-de-macho em madeira dura com reforço de metal
ou plástico nos pontos de maior desgaste, colada e
aparafusada, com lixamento fino, com pino-guia de me-
tal, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.7 Ferramental para confecção de machos - Caixa-de-
macho de madeira especial (CME)
5.1.7.1 Classes de tolerância 1 a 7
Caixa-de-macho em madeira plastificada, colada e apa-
rafusada, com acabamento de superfície fino, com pino-
guia de metal, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.8 Ferramental para confecção de machos - Caixa-de-
macho de plástico (CPL)
5.1.8.1 Classes de tolerância 1 a 3
Caixa-de-macho em resina, com ou sem estrutura de
madeira ou alumínio, obtida por meio de cópia de um
padrão de madeira, acabamento de superfície conforme
moldada, com defeitos de superfície preenchidos com o
próprio material, com pino-guia de metal, e pintada con-
forme a NBR 6212.
5.1.8.2 Classes de tolerância 4 e 5
Caixa-de-macho em resina, com ou sem estrutura de ma-
deira ou alumínio, obtida por meio de cópia de um padrão
de madeira, acabamento de superfície conforme molda-
da, com defeitos corrigidos e preenchidos com o próprio
material, com pino-guia de metal, e pintada conforme a
NBR 6212.
4 NBR 12797/1993
5.1.8.3 Classe de tolerância 6
Caixa-de-macho em resina reforçada com fibra de vidro e
estrutura de alumínio, obtida por meio de cópia de um
padrão de madeira dura ou plastificada, acabamento de
superfície conforme moldada, com defeitos corrigidos
com o material de primeira camada de resina, com pino-
guia de metal, desencontro das cavidades de, no máxi-
mo, ± 0,15 mm, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.8.4 Classe de tolerância 7
Caixa-de-macho em resina composta de uma camada de
resina especial dura e de mais camadas para reforço, es-
trutura de alumínio, contendo nervuras para reforço em
fibra de vidro ou resina, obtida por meio de cópia de um
padrão de madeira plastificada, acabamento de superfí-
cie conforme moldada, com defeitos corrigidos e preen-
chidos com material da primeira camada, pino-guia de
metal, desencontro máximo das cavidades de ± 0,10 mm,
e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.9 Ferramental para confecção de machos - Caixa-de-
macho de alumínio (CAL) ou latão (CLA)
5.1.9.1 Classes de tolerância 1 a 4
Caixa-de-macho em alumínio ou latão, com acabamento
rasqueteado, sem maiores defeitos de superfície, poden-
do apresentar pequena porosidade, com junções acaba-
das e ajustadas, pino-guia, buchas de alinhamento de
aço, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.9.2 Classes de tolerância 5 e 6
Caixa-de-macho em alumínio ou latão, com acabamento
de superfície rasqueteado e lixado, defeitos corrigidos e
preenchidos com solda ou metal plástico, junções acaba-
das e ajustadas, pino-guia, buchas de alinhamento de
aço, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.9.3 Classe de tolerância 7
Caixa-de-macho em alumínio ou latão, sem defeitos de
superfície e com marcas de ferramenta removidas, jun-
ções acabadas e ajustadas, pino-guia e buchas de ali-
nhamento de aço, desencontro máximo das cavidades de
± 0,10 mm, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.9.4 Classe de tolerância 8
Caixa-de-macho de alumínio ou latão, sem defeitos de
superfície e com marcas de ferramenta removidas, jun-
ções acabadas e ajustadas, pino-guia e buchas de ali-
nhamento de aço, desencontro máximo das cavidades de
± 0,10 mm, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.10 Ferramental para confecção de machos - Caixa-de-
macho de ferro (CFE) ou aço (CAC)
5.1.10.1 Classes de tolerância 1 a 4
Caixa-de-macho em ferro ou aço, acabamento de superfície
rasqueteado sem maiores defeitos, podendo apresentar
pequena prosidade, pino-guia e buchas de alinhamento
de aço, desencontro máximo das cavidades de ± 0,30 mm,
e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.10.2 Classes de tolerância 5 e 6
Caixa-de-macho em ferro ou aço, com acabamento de su-
perfície, rasqueteado e lixado, com defeitos de superfície
corrigidos e preenchidos com solda, pino-guia e buchas
de alinhamento de aço, desencontro máximo das cavida-
des de ± 0,15 mm, e pintada conforme a NBR 6212.
5.1.10.3 Classe de tolerância 7
Caixa-de-macho em ferro ou aço, acabamento de super-
fície fino com defeitos corrigidos e preenchidos com sol-
da, pino-guia e buchas de alinhamento de aço, desen-
contro máximo das cavidades de ± 0,10 mm, e pintada
conforme a NBR 6212.
5.1.10.4 Classe de tolerância 8
Caixa-de-macho em ferro ou aço, acabamento de su-
perfície fino, com defeitos corrigidos e preenchidos com
solda, pino-guia e buchas de alinhamento de aço, desen-
contro máximo das cavidades de ± 0,10 mm, e pintada
conforme a NBR 6212.
Nota: Os ferramentais fundidos, de moldagem ou para confecção
de machos, devem sofrer um tratamento de alívio de ten-
sões ou outro tratamento de beneficiamento antes do
acabamento.
5.2 Materiais-padrões para obtenção dos ferramentais
Os materiais-padrões apresentam uma vida útil conforme
a NBR 12798. Materiais diferentes dos indicados apre-
sentam vida útil superior ou inferior à indicada, depen-
dendo de sua qualidade e/ou classe.
5.2.1 Madeira comum
Em madeira simples, considera-se como madeira macia
o cedro e como madeira dura a canela ou compensado
naval.
5.2.2 Madeira especial
Considera-se como madeira especial a madeira plasti-
ficada.
5.2.3 Resina ou plástico
O tipo de resina ou plástico a ser usado na construção de
ferramentais deve ser acordado entre comprador e pro-
dutor.
5.2.4 Limite de composição química - Alumínio
Considerar como padrão a liga 4045, da NBR 6834.
5.2.5 Limite de composição química - Latão
Considerar como padrão a liga C 85700, da NBR 6314.
Nota: É recomendada a utilização de ferramentais de latão onde
há necessidade de condutibilidade térmica.
NBR 12797/1993 5
5.2.6 Ferro e aço
Consideram-se como padrões os seguintes materiais:
a) ferro fundido cinzento com características físicas
mínimas, conforme a NBR 6589, classe FC-20;
b) ferro fundido nodular com características físicas
mínimas, conforme a NBR 6916, classe FE-42012;
c) aço com características físicas mínimas, confor-
me a NBR 6313.
6 Inspeção
6.1 Inspeção visual
O comprador deve fazer uma inspeção visual completa
para comprovar a presença de todos os componentes
do ferramental, conforme indicado no projeto.
6.2 Análise dimensional
O comprador deve fazer uma análise dimensional do fer-
ramental ou do produto (peça) obtido por meio de ferra-
mental.
6.3 Inspeção domaterial
Em casos de confecção de ferramentais com materiais
especiais, o comprador deve executar ensaios para com-
provar as características do material.
6.4 Ensaios
6.4.1 Os ensaios químicos, destinados a comprovar os re-
quisitos desta Norma, a serem atendidos são realizados
por métodos a serem estabelecidos por acordo prévio en-
tre produtor e comprador.
6.4.2 Outros ensaios podem ser realizados para a con-
firmação das características do material, tais como en-
saios de tração, escoamento, alongamento, dureza e en-
saio para a determinação do coeficiente de dilatação e
condutibilidade térmica. Estes ensaios devem ser reali-
zados por métodos estabelecidos entre produtor e com-
prador.
7 Aceitação e rejeição
7.1 Os ferramentais que não satisfizerem aos requisitos
especificados nesta Norma podem ser rejeitados, a crité-
rio do comprador.
7.2 A rejeição do ferramental pelo comprador deve ser
comunicada ao produtor em um prazo previamente es-
tabelecido e devidamente documentado.
7.3 O ferramental deve ser colocado à disposição do pro-
dutor, a fim de que seja comprovada a procedência da
reclamação.
7.4 As correções dos defeitos do ferramental ficam a car-
go do produtor, e o seu transporte deve ser combinado
previamente entre produtor e comprador.
	licenca: Cópia não autorizada

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