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COLUNA VERTEBRAL - 2 - Coluna V ertebral É um conjunto de vértebras que garante uma coluna de sustentação do tronco e a cabeça. transmite o peso da parte superior do corpo para os membros inferiores, e está localizado na parte posterior do tronco. A coluna vertebral está dividida em cinco segmentos ou regiões, que são os seguintes: cervicais, dorsais ou torácicas, lombares, sacras e cóccix, e em cada um destes seguimentos as vértebras têm suas próprias características. Vértebras cervicais são as sete primeiras vértebras da coluna, sendo que as duas primeiras vértebras são conhecidas como Atlas e Áxis, as doze seguintes são chamadas de coluna dorsal ou torácica .Cada uma dessas vértebras está conectada com um par de costelas. Hoje em dia o termo mais usado é coluna torácica, mas não podemos deixar de conhecer o outro termo. Logo em seguida vem as vértebras lombar. Estas são em número de cinco e são as maiores e mais fortes da coluna vertebral, pois o peso do corpo aumenta em direção a parte inferior da coluna. Em seguida está o sacro e o cóccix, este é desenvolvido em múltiplos ossos, separados e se fundem em dois ossos distintos, tanto que no recém nascido tem cinco seguimentos sacrais e de três a cinco (média de quatro) segmentos coccigeano, com isso uma criança pequena tem uma média de trinta e três ossos na coluna vertebral, enquanto no adulto é composta de vinte e seis ossos separados. MARCOS TOPOGRÁFICOS O marco topográfico é muito importante no posicionamento radiográfico, pois é por esses pontos que vai se saber por onde o raio central vai incidir ,além de dizer onde devemos posicionar o chassi sem que corte a estrutura importante na realização do exame. Esses pontos ou marcos são sempre de fácil apalpação, e tem seus pontos específicos, mesmo assim existe uma pequena variação entre determinado paciente devido suas posturas, mas isso vale para a grande maioria dos pacientes. - 3 - Coluna V ertebral MARCOS CERVICAIS A correlação entre a anatomia e os pontos de reparo são evidentes, então vamos ver esta correlação, como é mostrada nas figuras abaixo. A mastóide está ao nível da C1. Outra forma de localização desta vértebra é medir 2,5cm abaixo do MAE, (meato acústico externo), a cabeça estando na posição neutra ou anatômica, o ângulo da mandíbula ou gônio está ao nível da C3, na parte mais proeminente da tireóide também chamado de pomo de adão. Esse marco varia entre a C4 a C6, e por último está o processo espinhoso, que é a última vértebra cervical, que é chamado de proeminência vertebral e está na C7, que está no mesmo nível da primeira vértebra torácica (T1), para ficar bem visível. Esse marco é só colocar a cabeça do paciente para frente, e com essa manobra fica fácil a localização da C7, T1, o que é comum ser usado é a altura dos ombros, mas é errado, pois há uma variação devido o biofísico das pessoas, por isso a vértebra proeminente é um ponto muito importante, pois não irá perder a C7 no exame, além do mais os ombros devem está abaixados o Máximo possível no lateral da coluna cervical, para poder ser visualizada a C7, T1. AP DA COLUNA CERVICAL - Esta incidência pode ser realizada em decúbito dorsal e sentada, ou em ortostática. O mais comum é fazer em ortostática. Filme 18 X 24 usar sempre o BUCK. Écran normal e longitudinal AP supina, angulada 15º a 20º em Sentido Cefálico. (A foto mostra RC 20º paralelo aos espaços dos discos intervertebrais, centralizado em C4) - 4 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO Paciente em decúbito ou ortostática, centralizar o plano sagital com a LM, se necessário levantar um pouco a ponta do mento para que o mesmo superponha-se a base do crânio, para evitar a superposição da mandíbula com a C-1, C-2 dar uma angulação do RC de 15 a 20º cefálico e por fim centralizar o chassi em relação a projeção do RC. RAIO CENTRAL: O RC incidira 15 a 20º cefálico, entrando na região inferior da tireóide. DFoFi: 1 metro COLIMAR os quatro lados da região cervical, mandar parar de respirar. INCIDÊNCIA LATERAL DA COLUNA CERVICAL OBS: Nos exames de coluna devemos realizar de forma que vejamos tanto a parte óssea quanto as partes moles, ou seja, os tecidos musculares. Filme: 18 x 24 com grade. Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO: Esta incidência alinha-se o plano coronal do paciente com a LC da mesa ou estativa, neste exame é mais pratico faz-lo com paciente em ortostática lateralmente fazendo com que a coluna cervical esteja no meio da LCE e o raio central entre horizontal na região cervical. Paciente em decúbito lateral sob a LCM, elevar os MS para a parte anterior fazer com que o paciente fique em lateral rigoroso e colocar um suporte sob o crânio fazendo com que não se superponha à região a ser radiografada RAIO CENTRAL: Incide perpendicular ao filme fazendo um ângulo de 90º, com o raio horizontal incidindo na vértebra C4, (ao nível superior da cartilagem tireóide). DFoFi: Nesta incidência devemos colocar uma distancia maior para diminuir a distorção podendo colocar a distância de 1,30 a 1,50 cm. COLIMAR os quatro lados do filme fazendo com que fique bem visualizada a estrutura radiografada. POSIÇÃO LATERAL COM RAIO HORIZONTAL (COM COLETE CERVICAL) OBS: Quando o paciente estiver com o colete cervical não podemos removê-lo de maneira nenhuma, pois podemos deixá-lo paraplégicos. Lateral em posição ortostática( Esquerda) - 5 - Coluna V ertebral Filme 18x24 este exame será realizado sem a grade só se o serviço tiver a grade fixa. Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO: Nestes caso não podemos manipular muito o paciente, pois podemos fazer lesão muito grave. Na própria maca em que o paciente estiver coloque o chassi verticalmente contra o ombro gire a ampola para que faça um ângulo de 90º com o filme, fazendo com que esteja posicionada toda a região cervical. RAIO CENTRAL: Incide perpendicular ao filme e que penetre na lateral da 4ª vértebra cervical. DFoFi: Colimar os quatro lados do filme. Colimar a área de interesse fazendo com que inclua ao Máximo as regiões vertebrais, proximal e distal. POSIÇÕES LATERAIS- HIPERFLEXÃO HIPEREXTENSÃO COLUNA CERVICAL OBS: Não devemos tentar este exame antes de nos certificar que não haja fraturas na coluna cervical. Filme: 18X24 com grade Écrans longitudinalmente Lateral E - Feixe Horizontal HIPERFLEXÃO HIPEREXTENSÃO - 6 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO: Alinhe o RC com a LCE, posicione o paciente no plano coronal a LCE, faça com os ombros estejam abaixados e relaxados garanta que o lateral seja verdadeiro. Na hipeflexão devemos fazer com que o queixo (mento) do paciente fique o mais próximo do tórax possível e não permita que se mova para frente, já hiperextenção devemos fazer o contrário . Tentar com que a cabeça fique para trás o Máximo possível e não permitir que o paciente mova- se para trás. RAIO CENTRAL: o RC deve estar perpendicularmente ao filme incidindo na vértebra C4 na posição neutra DFoFi: é de 1,30 a 1,40 cm COLIMAÇÃO Tem que garantir que a vértebra tanto superior quanto inferior esteja incluída no exame, e mandar parar de respirar. POSIÇÃO LATERAL CERVICOTORÁCICA (NADADOR) COL. CERVICAL (MÉTODO de TWINING) Este exame é mais comum quando não conseguimos visualizar as estruturas das vértebras C7, T1 nas radiografias que fazemos de rotina então temos que fazer esta incidência, que é muito eficiente para visualizar estas vértebras. Filme 18X24 com grade Écran normal longitudinalPOSICIONAMENTO: Primeiro procedimento é alinhar o plano coronal a LCE paciente em ortostática, levantar o braço e o ombro que estiver perto da estativa e fletir o cotovelo deixando o antebraço apoiado sobre o crânio, em quanto o ombro e o antebraço que estiver eqüidistante deve ficar estendido para baixos e puxados ligeiramente para a parte anterior para não superpor a cabeça do úmero com as vértebras que devem ser visualizadas, e fazer que o paciente fique em lateral rigoroso RAIO CENTRAL: Perpendicular ao filme, centralizado ao nível da C7, T1 que está localizada ao nível da vértebra proeminente e incisura jugular. LATERAL DO NADADOR - 7 - Coluna V ertebral OBS: Há casos de ter que se dar uma angulação discreta de 3 a 5º caudal. DFoFi: Faça a colimação fechada na área de interesse. Colimar bem a área de interesse. MÉTODO ALTERNATIVO DE VISUALIZAÇÃO DE C7, T1 (Nadador Modificado) Este método é semelhante ao método de Twining exceto que a posição dos braços ficam mais anteriores. Filme 18X24 com grade Écran longitudinalmente POSICIONAMENTO: Paciente deve está em ortostática, alinhar a o RC a LCE e o plano coronal do paciente, colocar o mesmo na posição de lateral rigoroso fazendo com que o braço mais próximo do filme fique abdução com o cotovelo fletido e a mão sobre a cabeça e o membro mais eqüidistante fique em abdução ,sendo que mais baixo e segurando na estativa puxando o ombro para frente , mas mantendo o lateral rigoroso. RAIO CENTRAL: Incidindo entre a C7, T1 perpendicular ao filme. DFoFi: a 1,30 a 1,40 cm COLIMAR bem a região da C7, T1 e mandar parar de respirar. OBLIQUAS TANTO ANTERIOR COMO POSTERIOR DA COL. CERVICAL ADVERTÊNCIA: Em caso de trauma na cervical não devemos mexer a região antes de fazer os exames para mostrarmos ao médico radiologista, para então podermos realizar estas incidências. Filme: 18x24 com grade Nadador Modificado - 8 - Coluna V ertebral Posição Ereta AOD-RC em Sentido Caudal de 15º a 20º(menor dose para tireóide) AP Obliquas opcionais,POE - RC em sentido cefálico de 15º a 20º Écran normal e longitudinal. POSICIONAMENTO: Centralizasse o paciente a LC da mesa ou a LC da estativa,o paciente estiver em ortostática rodar o paciente para fazer um ângulo de 45º com o filme (isto tanto para a parte anterior como para parte posterior) caso esteja em decúbito ventral devemos colocar um braço ao lado do corpo e o outro ao lado da cabeça colocando um apoio sob a cabeça para alinhar a região cervical mantendo o ângulo de 45º com o filme. RAIO CENTRAL: Nas obliquas anterior devemos angular 15 a 20º caudal e para fazer as obliquas posterior devemos obliqua também 15 a 20º mais no sentido cefálico. DFoFi : 1 metro COLIMAR nos quatro lados da região cervical fazendo com que seja visto a área dos tecidos musculares e a região vertebral proximal e distal. INCIDÊNCIA AP DE MASTIGAÇÃO OU MANDÍBULA OSCILANTE DA COL. CERVICAL Esta incidência consiste em observa a 1ª e 2ª vértebra cervical Filme 18 X 24 com grade Écran longitudinal. Posição para AP “Movimentando a Mandíbula” Posição para AP “Movimentando a Mandíbula” - 9 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO: Este exame deve alinhar a LCM ou LCE com o RC e o plano sagital, paciente em decúbito dorsal ou ortostática, braços ao lado do corpo, centralizar o crânio de forma que a linha que se estende da margem superior dos incisivos superores ate a base do crânio esteja perpendicular ao filme e assegurar que não haja rotação do crânio nem do tórax , mandar que mexa a mandíbula durante a exposição e assegurar que não mexa o resto do órgão, fazer de tal forma que os dentes não pode se tocar. RAIO CENTRAL: o RC deve incidir perpendicularmente nos dentes incisivos ou acima da cartilagem tireóide. DFoFi 1 metro COLIMAR os quatro lados da coluna cervical OBS: pratique este exame antes de fazer a radiografia para ter certeza que o paciente não vai mexer durante a exposição AP OU PA PARA C-1, 2 (dente) P/ COL. CERVICAL (Método de Fuch ou Judd) Advertência: Não tente esta incidência caso haja suspeita de fratura pois podemos deixar o paciente quadraplégico, antes de realizar este exame devemos nos certificar com o médico que tenha avaliado as radiografias anteriores ou seja o perfil. Filme 18 x 24 no Buck. Écran: normal e longitudinal POSICIONAMENTO: Método de FUCH- Paciente em decúbito dorsal ou ortostática, alinhar o PMS A LCM sem que haja rotação, elevar o queixo do paciente ate que a LMM (linha mento meatal (Waters)) esteja quase perpendicular ao filme, caso não haja uma angulação perfeita por falta de movimento na região cervical podemos angular o RC um pouco no sentido cefálico. Método de Judd: Neste método o paciente em decúbito ventral com a ponta do mento na linha da mesa (incidência de Waters) o RC incide perpendicular a C-1,2 ou seja na base do crânio, OBS: esta incidência também pode ser feita em ortostática só que é muito mais difícil de ser realizada: RAIO CENTRAL: Para o método de FUCH o RC deve ser ajustado de acordo com a necessidade da angulação pois o raio deve incidir paralelo a (LMM) AP – Método de Fuch PA – Método de Judd (menor dose para tireóide) - 10 - Coluna V ertebral Método de JUDD: o RC incide na parte posterior do crânio Paralelo a (LMM) sendo direcionado a ponta do mento (seja aponta inferior da mandíbula) DFoFi: 1 metro. COLIMAR bem nos quatros lados da região C1-2. E mandar prender a respiração. AP PARA C-1 –2 (ATLAS E AXIS) OBS.: Esta incidência pode ser realizada com o paciente em pé, deitado ou sentada. Filme 18 X 24 com a grade ou BUCK Écran normal e longitudinal POSICIONAMENTO: Se o paciente estiver em decúbito dorsal alinha ou centralizar com a LCM sua cabeça sem abrir a boca, a extremidade dos incisivos superior alinhado com a base do crânio (extremidade das mastóides), centralizar o chassi com o RC, para finalizar o posicionamento devemos mandar o paciente abrir bem a boca e verificar o alinhamento do exame ou seja ,da cabeça para certificar-se de que o posicionamento está correto (não está rodado). (OBS.: Se o paciente estiver sentado ou em ortostática o procedimento é o mesmo só que vamos utilizar o buck vertical neste posicionamento dar mais trabalho) RAIO CENTRAL: O RC incide nos incisivos superior e o paciente de boca aberta. DFoFi: 1 metro COLIMAÇÃO rigorosa na região de C1-2 e mandar parar de respirar. AP Transoral – C1 a C2. file://buck - 11 - Coluna V ertebral INCIDÊNCIA AP AXIAL - ARCO VERTEBRAL (PILARES) COLUNA CERVICAL OBS.: Esta incidência não é para ser tentada antes de consultar o medico para realização do exame. Filme 18 x 24 com grade Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO: Alinhar o plano sagital a LCM e o RC, fazer uma hiperextenção da região cervical se o paciente suportar e assegurar que não haja rotação tanto na cervical como no tórax. RAIO CENTRAL: O RC com uma angulação de 20 a 30º caudal incidindo na margem inferior da cartilagem tireóide e atravessando a C5 e centralizar o filme de acordo com o RC. DFoFi: 1 metro COLIMAR os quatro lados do filme, mandar o paciente prender a respiração. MARCO DA COLUNA TORÁCICA O esterno está anatomicamente relacionada ao ponto de reparo ou marco, ao nível da coluna torácica como vai se ver nas figuras abaixo, o esterno está dividido em três partes básica, a parte superior chama-se de manúbrio que é de fácil localização por esta na parte superior do esterno (incisura jugular) com uma forma de U, e está ao nívelda T2, T3 a T1 está a cerca de 4cm acima da incisura jugular, a primeira vértebra pode ser localizada pelo processo espinhoso da coluna cervical onde esta localizado a C7, T1. a porção central do esterno que é chamada de corpo, o manúbrio e o corpo está formando um pequeno ângulo que facilmente é localizado chamado de ângulo esternal que fica localizado a 4 cm da incisura do manúbrio, posteriormente a este ponto esta localizado a T4, T5. um marco que é usado com muita freqüência nos exames da coluna torácica, anteriormente é localizado de 8 a 10 cm abaixo da incisura jugular, em um ponto médio entre a incisura jugular e o apêndice xifóide, já ma parte posterior o marco de reparo está localizado abaixo do processo espinhoso ou vértebra proeminente de 18 a 20 cm, que fica ao nível da T 9, T 10 pois se AP axial (pilares),ângulo caudal de 20º a 30º - 12 - Coluna V ertebral sabe que as vértebras torácica ou dorsal inferiores são maiores que as superiores, a porção terminal do esterno que chamado de processo xifóide ou extremidade xifóide onde esta localizada a T 10. AP DA COLUNA TORÁCICA OBS: a coluna torácica tem poucas incidências. Filme 30X40 com grade. Écran normal longitudinalmente AP da Coluna T. - 13 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO: Paciente em decúbito dorsal, alinhar o plano sagital e o RC com a LCM fletir um pouco o joelho para apoiar toda a coluna sobre a mesa, e assegurar que não haja rotação da pelve e do tórax. RAIO CENTRAL: o RC deve incidir perpendicular ao filme incidindo na T7 que fica localizada a 8 a 10 cm abaixo a da incisura jugular ou a 3 a 5 cm abaixo vão ângulo external. DFoFi: 1 metro COLIMAR nas margens laterais do filme, e mandar o paciente prender a respiração POSIÇÃO LATERAL COLUNA TORÁCICA Para visualizar patologia da coluna torácica com fratura compressiva, subluxação ou cifose. Filme 30 X 40 com grade Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO: O paciente deve esta em decúbito dorsal e centrado com o plano sagital a LCM e o RC, elevar os MMSS do paciente e procura coloca-lo um em baixo e o outro sobre a cabeça, colocar um suporte de cintura para fazer com que a coluna fique em lateral rigoroso, flexione o joelho fazendo um ângulo de 90º, e assegurar que não haja rotação do quadril e ombro. RAIO CENTRAL: o RC deve incidir perpendicular ao filme incidindo na T7 que fica localizada a 8 a 10 cm abaixo a da incisura jugular ou a 3 a 5 cm abaixo vão ângulo external COLIMAR a área da coluna torácica e mandar o paciente perder a respiração Coluna T lateral esquerda,com suporte adequado para cintura - 14 - Coluna V ertebral OBLIQUAS DA COLUNA TORÁCICA Para demonstra as patologias das articulações zigapofisárias, que são demonstradas nas obliquas que deverão ser feitas bilaterais. Filme 30 X 40 com grade Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO. Esta incidência pode ser feita em decúbito ou em ortostática, as obliquas podem ser tanto anterior como posterior, gire o corpo a 20º da posição lateral verdadeiro para formar um ângulo de aproximadamente de 70º com o plano da mesa, assegurar que a rotação seja igual do ombro e da pelve, temos também de flexionar quadril, joelho e braço para estabiliza ao Maximo a coluna torácica. Obliqua posterior: (decúbito) OPD, OPE, o braço mais próximo da mesa deve esta levantado e o mais próximo do tubo deve esta abaixado Obliqua anterior: (decúbito) OAE, OAD o braço mais próximo da mesa deve está abaixado e o mais próximo do tubo levantado. Ortostática: (em pé) devemos girar o paciente a aproximadamente 20º da lateral, flexione o cotovelo e coloque a mão que estiver mais próximo do filme no quadril, e eleve o braço que estiver mais próximo ao tubo a cabeça. RAIO CENTRAL: Raio central: o RC deve incidir perpendicular ao filme incidindo na T7 que fica localizada a 8 a 10 cm abaixo a da incisura jugular ou a 3 a 5 cm abaixo vão ângulo external DFoFi: 1 metro COLIMAR a área da coluna torácica e mandar o paciente perder a respiração Anatomia do corpo vertebral (Incidência súpero-inferior) Certas partes nesta radiografia de uma vértebra lombar individual feita de um esqueleto desarticulado são identificados como: A) PROCESSO ESPINHOSO B) LÂMINA C) PEDÍCULO D) FORAME INTERVERTEBRAL E) CORPO F) PROCESSO TRANSVERSO - 15 - Coluna V ertebral POSIÇÃO LATERAL A- CORPO B- INCISURA VERTICAL INFERIOR, FORMANDO A PORÇÃO SUPERIOR DO FORAME INTERVERTEBRAL CIRCULAR C- ÁREA DA FACETA DO PROCESSO ARTICULAR INFERIOR; D- PROCESSO ESPINHOSO E- PROCESSO ARTICULAR SUPERIOR F- PEDÍCULO INCIDÊNCIA AP OU PA DA COLUNA LOMBAR Os raios-X da coluna lombar são para ver fraturas, escoliose, processo neoplásicos, e outra patologia. Filme 24 X 30 ou 30 X40 com grade Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO: Neste exame o paciente esta em decúbito dorsal, alinhar o RC plano sagital com LCM, joelho fletido a 45º para que haja um alinhamento perfeito do paciente e a mesa, colocar um suporte sob a cabeça. Na incidência PA o paciente fica em decúbito ventral com os MMII estendidos sobre a mesa, colocar um travesseiro sob o tórax e a cabeça para poder deixar a coluna ereta. Na posição ortostática o paciente fica em pé com o dorso encostado na estativa ereto, esta incidência serve para demonstra a postura da coluna com carga. RAIO CENTRAL: o RC incide perpendicular ao filme, incidindo ao nível da L4, L5 a altura da crista ilíaca (cintura ilíaca). DFoFi 1 metro - 16 - Coluna V ertebral COLIMAR os quatro lados do filme OBS: este exame pode ser realizado com o filme 24 X 30 sendo assim devemos incidir com RC na L3. POSIÇÃO LATERAL DA COLUNA LOMBAR. Esta incidência é para observa patologia interarticular (espondilólise) Filme 24X30 ou 30X40 com grade Écran longitudinal POSICIONAMENTO: Neste exame o paciente em decúbito lateral, joelho fletido,braço ou travesseiro sob a cabeça para manter o lateral verdadeiro, alinha o plano coronal, o RC a LCM, fazendo com que o eixo longitudinal da coluna fique alinhado o melhor possível nesta incidência deve se ter o cuidado para ser bem visualizada a vértebra de transição L5, S1 pois é onde se tem o maio índice de patologia. RAIO CENTRAL: Incidi perpendicular no eixo longitudinal da coluna, no caso do filme 30X40 o RC incidirá ao nível da crista ilíaca (cintura pélvica) já se estiver realizando o exame no filme 24X30 o RC incidirá na L3. DFoFi 1 metro. COLIMAR na área de interesse. OBLIQUAS DA COLUNA LOMBAR (ANTERIOR E POSTERIOR) Esta incidência é para observar patologia interarticular (espondilólise) Filme 24X30 ou 30X40 com grade Écran longitudinal POSICIONAMENTO: Paciente deve estar no ângulo de 45º em ralação a mesa, sendo que a coluna deve estar alinhada a LCM e o RC. Na posição ventral a parte do corpo do paciente que estiver mais próximo do filme (braço) deve ficar paralelo ao corpo, com o outro braço e joelho fletido para maior estabilidade ao exame. - 17 - Coluna V ertebral Na posição dorsal- o paciente vai fazer uma angulação de 45ª com o dorso e a mesa sendo que o braço ira apoiar um ao outro e o joelho ira fazer um angulo de 90º para traz ou seja com a parte dorsal da perna. RAIO CENTRAL: o RC incidirá perpendicular a altura da vértebra L3. DFoFi 1 metro. COLIMAR a área de interesse . INCIDÊNCIA AP DA L5, S1 (SPOT FILME) OBS: este incidência é localizada para se ver as duas vértebras L5, S1 Filme 18X24 com grade Écran normal. POSICIONAMENTO: Opaciente tem que estar em decúbito dorsal, alinhar rigorosamente o plano sagital o RC e a LCM, usar o cone de extensão, medir rigorosamente as EIAs para que fiquem eqüidistantes e paralelos ao tampo da mesa, joelhos fletido para alinhar a coluna para não haver erro no espaço intervertebral. RAIO CENTRAL Incidindo perpendicularmente na linha imaginaria entre as EIAs DFoFi de acordo com o tamanho do cone de extensão COLIMAÇÃO este exame quem determina a colimação e o cone OBS: nesse exame nos técnicos temos que pedir licença ao paciente pois devemos riscá-lo, se não fizer os riscos às chances de perder o exame aumenta. POSIÇÃO LATERAL L5, S1 DA COLUNA VERTEBRAL Esta é a incidência localizada da L5 S1 Filme 18 x 24 com grade Écran normal longitudinal. - 18 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO: Paciente em decúbito lateral, com travesseiro sob a cabeça,joelho fletido,um suporte sob a região lombar para alinhar a coluna e manter um lateral rigoroso, alinhar o plano sagital o RC e a LCM, então verifica-se se o quadril e o tórax estão em lateral verdadeiro. (Não estão rodados) RAIO CENTRAL: Neste exame nos podemos centralizar o RC de duas maneiras se o paciente não tiver muita curva no quadril este RC incide perpendicularmente; mais se tiver um quadril muito grande o RC vai incidir de 5 a 10º, caudal. DFoFi 1 metro COLIMAR se possível entre a L5, S1 INCIDÊNCIA AXIAL L5, S1 COLUNA LOMBAR Filme 18 x 24 realizar o exame com a grade Écran na longitudinal. POSICIONAMENTO O paciente deve esta em decúbito dorsal, apoiar a cabeça, as pernas um pouco fletida com um apoio sob os joelhos certificar-se que não haja rotação no quadril, colocar os braços ao lado do paciente ou sobre o tórax, alinhar o plano sagital ao RC e a LCM. RAIO CENTRAL: o RC incide ao nível das EIAs com angulação para o homem de 30º e para as mulheres de 35º ambos cefálico. DFoFi 1 metro Colimar na área de interesse. OBS: a incidência AP angulada “abre” a articulação L5, S1, a vista lateral de L5, S1, é geralmente mais informativa, por conseqüente a mais solicitada. INCIDÊNCIA PA OU AP ROTINA PARA ESCOLIOSE Esta incidência é para ver o grau de gravidade da escoliose nos exame de rotina, deve ser feitas duas incidências para ser comparada uma em ortostática e a outra em decúbito dorsal. Filme 35 x 43 fazer com a grade Écran normal longitudinal - 19 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO: A posição deste exame é ortostática e em decúbito dorsal, quando em pé procura distribuir o peso sobre as pernas, quando deitada tem que ser bem rigoroso no alinhamento do paciente com a LCM, PMS, e o RC, prestar muita atenção para que não haja rotação na pelve ou tórax, mas quando a escoliose for muito acentuada não vamos poder fazer muita coisa quanto a rotação. (obs o ponto de reparo principal para este exame é a crista ilíaca) RAIO CENTRAL: Neste exame o RC vai incidir perpendicularmente no meio do filme DFoFi 1 metro. Colimar na área de interesse mandar prender a respiração. ROTINA LATERAL ORTOSTÁTICA: ESCOLIOSE Esta incidência é para ser observado o grau de lordose, ou cifose. Filme 35 X 43 com grade Écran normal longitudinal POSICIONAMENTO: Paciente fica em ortostática lateral, braços para cima e sobre a cabeça ou com o braço estendido segurando um suporte à sua frente, o lado convexo para o lado do filme, observar que o quadril e o tórax fiquem em lateral verdadeiro (se possível) e alinhar o PMS, RC (obs o ponto de reparo principal para este exame é a crista ilíaca) RAIO CENTRAL: Neste exame devemos centralizar o RC com o meio do filme e incide perpendicularmente. COLIMAR os quatro lados de interesse. AP OU PA MÉTODO DE FERGUSON P/ ESCOLIOSE Este método nos ajuda a diferenciar a curva normal e a compensatória que a coluna faz com a ajuda de um calço do lado da curvatura. Filme 35 x 43 com a grade Écran normal longitudinal. - 20 - Coluna V ertebral POSICIONAMENTO: Paciente em ortostática com o braço ao longo do corpo, a seguir colocar um calço de 8 a 10 cm no pé do lado convexo, com esse dispositivo o paciente não vai ter um bom equilíbrio então devemos ter mais cuidado tanto com ele e o exame em se, e o alinhamento do PMS, RC, LCE. (obs o ponto de reparo principal para este exame é a crista ilíaca) RAIO CENTRAL: Neste exame devemos centralizar o RC com o meio do filme e incide perpendicularmente. COLIMAR os quatro lados de interesse.