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HISTÓRIA E IMAGEM (6818-40_59401_R_E1_20222) · CONTEÚDO Curso HISTÓRIA E IMAGEM Teste ATIVIDADE TELEAULA II · Pergunta 1 0 em 0 pontos A África também já serviu como ponto de partida para comédias bem vulgares, mas de muito sucesso como Um príncipe em Nova York e Ace Ventura: um maluco na África; em ambas, a África parece um lugar cheio de tribos doidas e rituais de desenho animado. A animação O rei Leão da Disney, o mais bem-sucedido filme americano ambientado na África, não chegava a contar com elenco de seres humanos. A produção cinematográfica referida no texto contribui para a constituição de uma memória sobre a África e seus habitantes. Essa memória enfatiza e negligencia, respectivamente, os seguintes aspectos do continente africano: Resposta Selecionada: b. O exotismo e as culturas. Respostas: a. A história e a natureza. b. O exotismo e as culturas. c. A sociedade e a economia. d. O comércio e o ambiente. e. A diversidade e a política. Comentário da resposta: Resposta correta: B · Pergunta 2 0 em 0 pontos A propaganda política do nazismo concretizou-se também na arquitetura, que foi utilizada de forma ideológica. Essa ação: Resposta Selecionada: b. Reforçou o sentimento de unidade e orgulho nacional, construindo monumentos grandiosos. Respostas: a. Valorizou o conhecimento artesanal popular, apoiando obras de ações comunitárias. b. Reforçou o sentimento de unidade e orgulho nacional, construindo monumentos grandiosos. c. Cultivou no povo o amor à arte moderna, patrocinando projetos revolucionários de artistas nacionais. d. Demonstrou a competência e a engenhosidade alemãs, solucionando os problemas das moradias populares. e. Expressou a grandeza do regime e a memória heroica de seu povo, desprezando o passado clássico greco-romano. Comentário da resposta: Resposta correta: B · Pergunta 3 0 em 0 pontos Os olimpianos estão presentes em todos os setores da cultura de massa. Heróis do imaginário cinematográfico são também os heróis da informação fugaz. Estão presentes nos pontos de contato entre a cultura de massa e o público: entrevistas, festas de caridade, exibições publicitárias, programas televisivos ou radiofônicos. Eles fazem universos se comunicarem: o do imaginário, o da informação e o dos conselhos, das incitações e das normas. Concentram neles os poderes mitológicos e os poderes práticos da cultura de massa. Nesse sentido, a sobreindividualidade dos olimpianos é o fermento da individualidade moderna. Morin, E. Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo. 2 ed. São Paulo: Forense, 1969. Considerando o texto e as imagens apresentados, avalie as afirmações a seguir: I - As descrições feitas por Edgar Morin, em relação à cultura do século XX, não são aplicáveis ao atual contexto neste início de século XXI, pois, com o advento da internet, os chamados olimpianos deixaram de exercer tanta influência no público. II - A promoção das chamadas "celebridades" pelos veículos de comunicação serve para impulsionar o mercado de venda de bens culturais, como roupas e músicas, o que se enquadra na interpretação feita pela Teoria Crítica, que analisa os meios de comunicação pela perspectiva de indústria cultural. III - Os meios de comunicação, por meio das novelas e do jornalismo de "celebridade", incentivam a formação de padrões estéticos que influenciam a formação de crianças e jovens, pois os olimpianos se convertem em modelos desejáveis pela sociedade. IV - A leitura sobre a vida das celebridades é um tipo de lazer adequado ao século XXI e tem reduzidas implicações econômicas, pois essa atividade pode ser realizada em qualquer lugar, por intermédio de smartphones, não sendo cara. É correto apenas o que se afirma em: Resposta Selecionada: c. II e III. Respostas: a. I e III. b. I e IV. c. II e III. d. I, II e IV. e. II, III e IV. Comentário da resposta: Resposta correta: C · Pergunta 4 0 em 0 pontos Vivemos em um mundo dominado por imagens e sons obtidos diretamente da realidade, seja pela encenação ficcional, seja pelo registro documental, por meio de aparatos técnicos cada vez mais sofisticados. E tudo pode ser visto pelos meios de comunicações e representado pelo cinema, com um grau de realismo impressionante. Cada vez mais, tudo é dado a ver e a ouvir, fatos importantes e banais, pessoas públicas e influentes ou anônimas e comuns. Esse fenômeno, já secular, não pode passar despercebido pelos historiadores, principalmente, para aqueles especializados em História do século XX. As fontes audiovisuais e musicais ganham crescente espaço na pesquisa histórica. Do ponto de vista metodológico, são vistas pelos historiadores como fontes primárias novas, desafiadoras, mas seu estatuto é paradoxal. Napolitano, M. A História depois do papel. In: PINSKY. C. B. Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. O paradoxo a que se refere o autor fica evidente: Resposta Selecionada: e. No videogame, cujas características tecnológicas, lúdicas e mercadológicas são elementos importantes para a sua classificação como fonte primária. Respostas: a. Na fotografia, cujas características técnicas a transformam em fonte primária neutra. b. No documentário, que ao se basear em pesquisa sobre a realidade configura uma fonte confiável. c. No jornalismo televisivo, cujo controle exercido pela emissora sobre os conteúdos veiculados impedem considerá-lo uma fonte primária. d. No cinema, cujo realismo e o cuidado dispensado às produções históricas o convertem em fonte primária do passado retratado nos filmes. e. No videogame, cujas características tecnológicas, lúdicas e mercadológicas são elementos importantes para a sua classificação como fonte primária. Comentário da resposta: Resposta correta: E