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"Uma vez deflagrada a rebelião na Cisplatina, a ação do imperador foi de intervir militarmente para evitar a perda da província. A rebelião foi iniciada em abril de 1825, e as ações tomadas pelo imperador a partir desse momento foram entendidas pelos historiadores como precipitadas. Chico Castro sugere dois erros capitais cometidos entre o início da rebelião e a declaração formal de guerra|2|: Decreto de dezembro de 1825 que impedia a circulação de navios nos portos da região platina; Anúncio de D. Pedro I oferecendo recompensas pela captura de Lavalleja e Frutuoso Rivera (militar aliado da rebelião). As ações de D. Pedro I serviram apenas para agravar os ânimos na Cisplatina. Além disso, os altos gastos e a truculência de Lecor contra a população local não foram de serventia alguma para o Brasil. A guerra foi oficialmente declarada em 10 de dezembro de 1825, mas os historiadores apontam que antes disso já haviam acontecido batalhas entre as tropas brasileiras e as tropas republicanas (rebeldes da Cisplatina). Para piorar a situação do Brasil, a economia estava em frangalhos, e o Império mal tinha condições de pagar o funcionalismo. Mesmo assim, D. Pedro I optou por declarar a guerra contra as Províncias Unidas na data mencionada. Durante o conflito, algumas batalhas foram travadas, sendo a maioria delas conflitos de pequena escala. Algumas das batalhas da Guerra da Cisplatina foram: Batalha do Rincão das Galinhas: foi travada em setembro de 1825, e as tropas brasileiras foram derrotadas. Batalha de Juncal: batalha naval de fevereiro de 1827 em que a Marinha brasileira foi derrotada. Batalha de Ituzaingó: batalha travada em 20 de fevereiro de 1827 em que, novamente, as tropas brasileiras foram derrotadas." Veja mais sobre "Guerra da Cisplatina" em: https://brasilescola.uol.com.br/guerras/guerra-cisplatina.htm