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Enovelamento proteico ↪ → ○ ↓ ↑ Conformação ↪ É o arranjo espacial de todos os átomos que compõem uma proteína, incluindo todos os estados estruturais que podem ser alcançados sem que as ligações covalentes sejam rompidas . Enovelamento ↪ Termodinamicamente, as proteínas nativas são apenas marginalmente estáveis em condições fisiológicas para uma proteína de 100 resíduos estado enovelado 21Kj.mol estado desenovelado 63 Kj.mol ( maior grau de desordem ) ↪ Mudanças nas conformações das proteínas são necessárias para elas interagirem com outras moléculas e realizarem suas funções metabólicas ↪O processo de enovelamento começa co- traducionalmente, então, a porção N-terminal de uma proteína começa a se enovelar mesmo antes da proteína estar completamente traduzida, ou seja, a porção C-terminal ainda pode estar seno sintetizada no ribossomo. Desnaturação de proteínas ↪ A estrutura proteica permite o funcionamento das proteínas em ambientes celulares particulares. -↪Mudanças destas condições – perda de estrutura = perda de função ↪ A desnaturação ocorre quando a perda de estrutura tridimensional é suficiente para causar uma perda de função. ↪Baixa estabilidade conformacional – maior suscetibilidade à desnaturação ( alteração no balanço das forças que mantêm a estrutura nativa. ↪ O estado desnaturado de uma proteína não necessariamente corresponde a um desenovelamento completo, por exemplo, a desnaturação de um domínio da proteína ( função da proteína ) mesmo que o restante da proteína esteja enovelado naturalmente. ↪ A desnaturação de algumas proteínas é reversível, a isto chama-se Renaturação O que ocorre quando desnaturamos uma proteína ? ↪Estrutura quaternária – a subunidades são dissociadas ↪Estrutura terciária - rompimento das ligações de encofre e das forças de van der Waals ↪Estrutura secundária – desfaz a conformação em alga- hélice e folhas beta rompendo ligações de hidrogênio ↪Estrutura primaria – não é afetada pela desnaturação ↪ Como desnaturamos proteínas ? 1) aquecimento 2) pH 3) Detergentes 4) Agentes caotrópicos (guanidina e uréia ) 5) Alta pressão 6) Agendes desnaturantes ( quebra de ligações de disulfeto) como Beta mercaptoetanol Aquecimento: ↪ Desfaz – ligações de hidrogênio e interações Hidrofóbicas . ↪ Porque o calor inserido aumenta a energia cinética fazendo com que haja uma rápida e violenta vibração das moléculas = rompimento de ligações ↪ Se a temperatura for vigorosamente aumentada, a conformação da proteína permanece a mesma até que há uma abrupta perda da estrutura em na pequena faixa de temperatura ↪ A desnaturação é um processo cooperativo , ou , seja , a perda de estrutura em uma parte da proteína desestabiliza outras partes da proteína. Ex: desnaturação da Albumina ( a desnaturação do ovo é irreversível ,entretando, muitras proteínas são capazes de se reenovelar após as perturbações ↪ Baixas temperaturas também desnaturam as proteínas ↪ Afeta principalmente as interações hidrofóbicas ; ↪Menor temperatura = maior hidratação dos resíduos apolares ↪Agregação ↪Perda de solubilidade pH ↪ Desfaz: ligações de hidrogênio, interações eletrostática porque altera o estado iônico das cadeias dos aminoácidos, alterando a distribuição de cargas Detergentes ↪Desfaz interações hidrofóbicas ↪ Porque faz associação da porção hidrofóbicas da proteínas com a porção hidrofóbica do detergente – as porções hidrofóbicas não se associam-se mais entre sim Agentes caotrópicas ( ureia e guanidina) ↪ Desfaz: ligações de hidrogênio, interações de van de Waals e interações hidrofóbicas. Ureia- rompe grande número de interações fracas G↪ ndHCL – as únicas ligações intramoleculares que permanecem intactas são as ligações de dissulfeto Alta pressão ↪ Desfaz: ligações de hidrogênio, interações hidrofóbicas e interações eletrostática ↪ Qualquer aumento na pressão dos sistema vai forçar o sistema ao menor volume possível, levando à compressão limitada das cavidades da proteína e forçando a água a penetrar nessa atividade B mercaptoetanol ↪ Desfaz pontes de enxofre ↪ A desnaturação das proteínas 1 – diminuição da solubilidade das proteínas 2 – alterações da capacidade de ligações de molécula de água 3- diminuição ou perda da atividade biológica Proteínas extremófilas ↪ Halófilos – ( Grandes concentrações de Sal ) – acumulam íons orgânicos para contrabalancearem a pressão osmótica externa. As proteínas destes organismos contêm um excesso considerável de resíduos carregados negativamente ↪ Acidófilas e Basófilas – Embora sobrevivam em valores de PH extremos; o pH intracelular varia muito pouco. Assim os componentes celulares não precisam de estratégias de adaptação ↪ Termófilas – Alta densidade de resíduos de aminoácidos carregados na superfície e interior altamente hidrofóbico, formando pares iônicos, o que propicia uma maior rigidez da estrutura Por que entender o enovelamento ? ↪As proteínas desempenham papéis importantes; ↪Algumas dessas proteínas estão profundamente relacionadas com as doenças, e as informações estruturais de uma proteína são necessárias tanto para explicar e prever a função dos genes, como para desenhar moléculas capazes de se ligar à proteína, tendo ação como fármaco . Enovelamento ↪ Toda informação necessária para que uma proteína seja capaz de atingir sua estrutura nativa (funcional) ,está contida em sua sequência primária . ↪ Uma vez que o refolding é espontâneo, então o estado nativo é o estado mais estável, isto é, de mais baixa energia ↪A proteína enovela até a estrutura nativa, porque corresponde ao estado mais estável ↪O estado nativo de cada proteína é único porque é determinado por uma sequencias de aminoácidos específica ↪ O enovelamento é um processo espontâneo de estruturação a partir do qual uma cadeia polipeptídica origina uma estrutura nativa tridimensional em condições fisiológicas Hipótese termodinâmica do enovelamento proteico ↪ As proteínas se dobram nas suas conformações nativas via rotas diretas, e não por encontra-las ocasionalmente na procura da melhor conformação ↪ A proteína percorre um caminho de folding bem definido, composto por vários estados intermediários e no fim se encontrar no estado nativo Rotas do enovelamento ↪ Hierárquica – na qual elementos de estrutura secundária como a-hélice, fitas b, loops e voltas se formam e , em seguida se encaixam para formar a estrutura terciária ↪Nucleação – onde um elemento local de estrutura secundaria se forma a partir dele há um crescimento rápido sem a formação de intermediários de enovelamento ↪Colapso hidrofóbico – em que um glóbulo fundido (molten globule) é produzido a partir das interações hidrofóbicas terciárias e estas favorecem a formação da estrutura secundaria Enovelamento hierárquico ↪ Processo na qual o enovelamento se dá através da formação de estruturas secundárias locais marginalmente estáveis. – rota mais comum - ↪ Estas estruturas locais interagem entre si produzindo intermediários de enovelamento de complexidade crescente que levam à conformação nativa. ↪ Neste processo, coexistem múltiplas rotas de enovelamento e a estabilidade de intermediários formados, assim como suas combinações, determinam a rota de enovelamento dominante ↪ Via de enovelamento hierárquico , exemplo computacional Nucleação ↪ Enovelamento desencadeado pela formação de um núcleo de estrutura secundária, que cresce rapidamente formando a estrutura nativa de uma proteína. As estruturas secundárias e terciárias são formadas paralelamente e os intermediários de enovelamento não são detectáveis Colápso hidrofóbico ↪ A formação de estruturasecundária não é a força que dirige o enovelamento já que os resíduos polares de uma proteína desenovelada fazem ligações H com a água e no estado nativo fazem pontes de H entre si ↪ Os resíduos apolares precisam se proteger da água e isso limita o número de possíveis conformações acessíveis ,iniciando o enovelamento Estado intermediário ↪ A força que dirige o dobramento é proveniente de cerne hidrofóbico, gerando intermediários de montagem conhecidos como glóbulos fundidos ( molten globule ). Os glóbulos fundidos contém muito da estrutura secundaria da proteína, mas pouco de sua estrutura terciária Funil de enovelamento ↪ Elementos pequenos de estrutura aceleram a formação de estruturas adicionais ↪ A proteína passa de um estado de alta energia e entropia para um estado de baixa energia e entropia ↪ Um funil simples, mas relativamente largo e liso representa uma proteína que tem múltiplas vias de dobramento. Tipos de funis ↪Um simples, mas relativamente largo e liso representa uma proteína que tem múltiplas vias de dobramento ↪ A ordem em que diferentes partes da dobra da proteína é um tanto aleatória, mas assume sua estrutura tridimensional sem intermediários de dobramento que têm estabilidade significativa ↪ Funil representa uma proteína mais típica ↪ Tem vários intermediários de dobramento possíveis com estabilidade significativa nas múltiplas vias que levam à estrutura nativa ↪ Uma proteína com estrutura nativa estável – que já parte da estrutura nativa que a rota de enovelamento acontece muito rápido ↪ Essencialmente sem outros intermediários dobrados com estabilidade significativa ↪ Apenas uma ou muito poucas vias de dobramento produtiva é mostrada com um funil com pouco depressão estreita levando à forma nativa leose Realce leose Realce leose Realce leose Realce ↪ Uma proteína com intermediários de dobramento de estabilidade substancial em virtude todas as vias que levam ao estado nativo ↪ Uma proteína em que um determinado motivo ou domínio sempre dobra rapidamente, mas outras partes da proteína se dobram mais lentamente e de forma aleatória ↪ É presentada por um funil com uma grande depressão em torno da depressão levando á forma nativa ↪ Ela começa a se enovelar mas ela precisa passar por um segundo estado de alta energia para se enovelar novamente O Enovelamento da proteína ↪ Embora a forma desnaturada apresente uma entropia mais elevada, o estado nativo prevalece sobre o estado desnaturado ↪ Ambas as formas nativas e desnaturada estão rodeadas por moléculas de água organizadas em camadas de hidratação, onde a quantidade de energia livre envolvida é proporcional ao tamanho da camada Chaperonas ↪ As chaperonas são proteínas que ajudam outras proteínas na sua rota de enovelamento Por que isso acontece ? ↪Problemas que dificultam a passagem do estado desenovelado para enovelado ↪Agregação devido a superfícies hidorfóbicas expostas ↪Formação de pontes de enxofres incorretas ↪ Interconverção dos isômeros cis e trans das ligações peptídicas enovelando a prolina ↪Algumas proteínas se comportam como a ribonuclease A e se enovelam sozinhas ↪ Entretanto, algumas proteínas não são capazes de se enovelar sozinhas ( ou de forma lenta ) Chaperoinas ↪ Proteínas dissulfeto isomerase ↪ Cis trans prolil isomerases ↪ As proteínas constituem uma família de muitas proteínas diferentes com funções semelhantes. Elas usam energia da hidrólise do ATP para possibilitar ou auxiliar enovelamento correto ↪ As chaperonas são proteínas essenciais que se ligam a proteínas não dobradas ou a cadeias polipeptídicas dobradas para evitar a associação imprópria de segmentos hidrofóbicos expostos, os quais poderiam levar a um dobramento não nativo, à agregação de polipetideos e à precipitação leose Realce leose Realce ↪ Essas proteínas têm sua atividade aumentada em temperaturas elevadas cerca de 42ºCpara células que vivem a 37ºC ↪ Em temperaturas mais altas, a quantidade total de proteínas era maior do que na temperatura normal. Existem duas classes de chaperonas Hsp70 e Hsp40 Chaperonas: hsp 60 e as hsp 10 Heat Shock protein ↪ As hsp 70 se ligam ao polipetideo recém sintetizado provavelmente assim que a polimerização de seus primeiros 30 resíduos de aminoácido ,evitando dobramentos prematuros. ↪ Atuam em proteínas citoplasmáticas e naquelas translocadas ao RE ↪ Algumas chaperonas bloqueiam o dobramento de algumas proteínas que devem se manter desenoveladas até um determinado momento para que possam ser translocads através de membranas ( TOM70) Chaperoninas ↪ Proteínas que não são completamente enoveladas ↪ As Chaperonas podem fazer a desagregação de proteínas ↪Proteínas dissulfeto isomerase (PDI) ↪Corrige ligações dissulfeto ↪Ruptura e formação de novas pontes ↪Atingir a conformação nativa ↪Eliminar intermediários com ligações inadequadas Peptídeo prolil cis-trans isomerase (PPI) Os resíduos de prolina que estão na fomra cis não favorecem a formação da estrutura terciária da proteína e precisam ser convertidos na forma trans Dinâmica das proteínas ↪ A estrutura nativa de uma proteína é a constituídas por uma grande coleção de conformações rapidamente interconversíveis ↪ A flexibilidade conformacional ou breathing com deslocamentos de até 2ª,permite a difusão de pequenas moléculas para dentro e para fora do interior de determinadas proteínas Doenças de Enovelamento ↪O maior problema do enovelamento incorreto das proteínas é a agregação, que ocorre devido à exposição de resíduos hidrofóbicos, e a consequente formação de fibras. Ambas, as formas agregadas e fibrilares apresentam perda de função e podem se tornarem tóxicas ↪ Algumas proteínas apresentam uma propensão a assumir essas conformações patológicas e que muitas vezes e torna evidente com o avanço da idade ou quando estas proteínas apresentam altas concentrações no organismo ↪O problema de enovelamento pode ser decorrente de mutações pontuais ou resultar da exposição a toxinas, ou modificações pós traducionais, aumento da degradação, impedimento do tráfego ou dano oxidativo ↪ As doenças causadas por proteínas incorretamente enoveladas pode afetar apenas um órgão ,mas também pode se espalhar por diversos tecidos ↪ Elas podem causar desordens neurodegenerativas e amiloidoses ( quando a proteína passa de sua forma globular nativa a uma forma filamentosa agregada conhecida como fibra amilóide ) ↪Nos dois estados patológicos proteínas solúveis passam a um estado agregado de forma fibrilar insolúvel que se deposita em órgão levando ao desenvolvimento da patologia ↪ As fibras amilóides são constituidas de folhas B dispostas perpendicularmente ao eixo da fibra ↪ As fibras amilóides são coradas utilizando corantes específicos – vermelho congo e tioflavina T 1) Mutação pontual Ex: anemia falciforme – os agregados não são tóxicos mas tornam a célula alongada e dificultam o transporte de o2 . Ocasionado pela mutação do ácido glutâmico poara valina na cadeia Beta ( sexto aminoácido ) - formação da hemoglobina S ( gera caráter falciforme) e as interações das moléculas de hemoglobina formando fitas e por fim formação de uma fibra – justamente por causa dessa agregação há uma redção do transporte de o2 dos pulmões para os tecidos 2) Mudança conformacional Ex : Doença de Prion – a proteína PrPC passa assumir uma conformação diferente que apresenta grande propensão em sofrer agregação ↪ Os príons são proteínas responsáveis pelo amadurecimento e prolongamento de neurônios e modulação de respostas imunes. Sua conversão estrutural é causador de doenças crônicase degenerativas do sistema nervoso central . Mal da vaca louca ( encefolopatia espongiforme bovina) ↪ EEB ataca o gado provocado a morte de células de sues sitema nervoso central. Devido a degeneração cerebral formam-se buracos no cérebro. 3) Formação de intermediário amiloidogênico Ex – polineuropatia amilóide familiar- transtirretina – atrofia das células do sistema nervoso ↪A transtirretina (TTR) é uma proteína tetramétrica, que está presente no plasma e no líquido céfalo raquidiano. A TTR participa do transporte do hormônio tiroxina e também n auxílio do transporte do retinol ↪A mutação responsável pela PAF tipo 1 que acomete portugueses e brasileiros, é a Val30Met ( AA valina da posição 30 é substituída pelo AA metionina ) ↪Essas mutações acarretam mudanças na estabilidade do tetrâmero da TRR , facilitando sua dissociação e consequentemente agregação in vivo . ↪Quando os monômeros se enovelam podem fazer isso de forma errada formando oligômeros que se organizam formando as fibras amilóides. ↪A progressão da TTR pode ser produzidas nos primeiros anos da nossa vida (assintomáticos mas os depósitos da proteínas acontecem em torno de 30 anos e os sintomas podem aparecer próximo à 50 anos ↪Acometimento motor, do sistema nervoso autônomo e do sistema cardiovascular. ↪Formação das fibras – atrofia das células de shivan (células presentes no sistema nervoso ) ↪Formação de intermediários amiloidgênico e depósito dessas fitas amilóides. = acometimento, do sistema nervoso autônomo e do sistema cardiovascular . Doença de Parkson - formação de intermediário amiloidogênico ↪E uma doença neurodegenerativa, progressiva irreversível associada a um déficit da função motora ↪Formas esporádicas desta doença afetam aproximadamente 2% da população mundial acima de 65 anos ↪Perda de neurônios dopaminérgicos – tem sido associada à disfunção mitocondrial, aumento do estresse oxidativo e alterações na conformação das proteínas ↪Pacientes saudável – neurônios dopaminérgicos ativos secretando bem a dopamina para chegar aos receptores na outra célula neuronal ↪Paciente com Parkson – devido a disfunções nas proteínas e no aumento do estresse oxidativo há uma redução na síntese de dopamina, que é ocorrente na perda desses neurônios dopaminérgicos. ↪ Doença de Parkson e afla sinucleina ↪ Proteínas muito dinâmica, cuja a estrutura secundária depende do ambiente ao seu redor. ↪ Sua agregação é facilitada por mutações , clivagem da proteína , interação com íons metálicos , modificações pós traducionais .Doença de Alzheimer - formação de intermediário amiloidogênico ↪A doença de Alzheimer atinge cerca de 10% da população acima de 65 anos, chegando a afetar 50% da população acima de 85 anos ↪3 estados da doença Leve Moderado e Avançado ↪ Proteína precursora amilóide é clivada por três tipos de enzimas , se ela for clivada por enzimas corretas liberação da proteína , clivada por proteínas erradas formação do peptídeo beta amiloide e o desencadeamento da doença. ↪ Três enzimas – se houver clivase pela beta secretase e pela gama secretase há a liberação do peptido A Beta que forma então as placas cenis - Fase inicial – pessoa fica teimosa , não fixa novas informações , mudança de comportamento. - Fase intermediária – perda da memória mais tenso, repetição, maior agressividade, estranhamento - Grave – dependência , não anda não fala , não reconhece ninguém ↪ Duas proteínas estão relacionadas a doença de Parkson – proteína precursora amilóide – se elas forem clivadas pelas proteínas erradas vai haver a formação do peptídeo a B amilóide e a formação do agregados desses peptídeos e o encadeamento dessa doença ↪ A proteína Tau também está envolvida na doença de Alzheimer – o aumento da fosforilização desestabiliza as proteínas e desestabiliza os microtúbulos. Levando a formação de agregados e de intermediários amiloidogênico ↪ Doenças amiloidogênicas causadas por erros no enovelamento. ↪As proteínas se dobram nas suas conformações nativas vias rotas diretas ↪Durante o enovelamento, a cadeia polipeptídica é capaz de encontrar a estrutura de menor energia possível apenas um pequeno número de conformação possíveis ↪Ao dobrar-se , a estabilidade conformacional aumenta ( queda da energia livre e entropia) ↪O dobramento inicia-se com a formação de segmentos locais de estruturas secundárias, evoluindo para elementos estruturas maiores (estado intermediário), até a estrutura terciária ↪Os aminoácidos hidrofóbicos dirigem o dobramento ↪O mal enovelamento pode causar doenças