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Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Instituto de Química - Departamento de Química Analítica Química Inorgânica Experimental I - IQG350 SÍNTESES DE PERCLORATOS DE COBRE E DE FERRO III A PARTIR DA TÉCNICA DO CARBONATO Grupo: Beatriz Henrique da Rocha (DRE: 118022091) Lorraine Beatriz de Oliveira Teixeira (DRE: 118045374) 2022.1 I- Introdução Este trabalho apresenta dois experimentos de síntese de diferentes percloratos, de cobre e de ferro, a partir de precursores semelhantes, explicando as reações envolvidas para a formação do produto formado e caracterização deste usando análise no IV. I.1. Objetivo • Sintetizar perclorato de cobre usando o método carbonato. • Sintetizar perclorato de ferro usando o método carbonato. I.2. Sínteses de percloratos Na química inorgânica, é possível usar duas rotas para sínteses, a do hidróxido e do carbonato, sabendo-se que todos os carbonatos são solúveis, exceto os alcalinos, e os hidróxidos são insolúveis ou pouco solúveis, exceto os alcalinos que são solúveis. O método por hidróxido é recomendado quando o produto final deve ser formado a partir de um ácido fraco, considerando o pka do ácido, este tem por principal desvantagem a possível formação de coloides. Já o método por carbonato é melhor para ácidos fortes, como é o caso do ácido perclórico que é usado na síntese de percloratos, e apresenta grau de ionização de 97%, mas tem como desvantagem a provável não formação do produto puro devido a reação acido forte/base frase que não desloca tanto para a direita. Para a formação de um carbonato do cátion escolhido, usa se um sal do cátion, como por exemplo sulfato, e uma fonte de carbonato, como o carbonato de sódio que apresenta baixo custo e é bem solúvel, assim como o hidróxido de sódio. Como há presença de sulfato no meio, o produto deve ser lavado e testado com BaCl2, já que em presença de sulfato há formação de precipitado branco de sulfeto de bário insolúvel. O ácido perclórico é o principal precursor para a síntese de percloratos, este é um oxiácido de cloro forte líquido incolor e oleoso, é considerado um superácido e é solúvel em água, é oxidante e corrosivo. O perclorato de cobre formado é um sólido azul cristalino, extremamente higroscópico, encontrado na forma de hexaidrato de perclorato de cobre, que pode ser usado para fazer complexos com atividade catalítica para processos de branqueamento, como é o caso da aplicação do produto em questão. O perclorato de ferro se encontra na forma hidratada, sendo oxidante e irritante, como o Fe2+ se oxida facilmente a Fe3+ é facilmente encontrado a presença de ambos. A absorção no infravermelho é um processo quantizado, que ocorre na faixa de 4000 a 400 cm-1, em número de onda e 2,5 a 25 µm em comprimento de onda. As moléculas são excitadas para atingir um estado de energia maior, onde no infravermelho são consideradas as frequências vibracionais de estiramento e desdobramento das ligações químicas das moléculas, e a energia absorvida se dá para aumento da amplitude dos movimentos vibracionais destas ligações [1]. Entretanto, nem todas as ligações em moléculas são capazes de absorver energia no infravermelho, apenas as ligações que apresentam momento dipolo, ou seja, deve ter dipolo elétrico que mude na frequência da radiação em questão. Os modos mais simples ativos no IV são estiramento e dobramento, mas também há outros que podem ser ativos [1]. A análise de sólidos no IV pode ser feita usando pastilha de KBr, onde a amostra é moída com o brometo de potássio em pó e comprimida sob alta pressão, já que nessas condições o KBr funde e inclui o composto em uma matriz. A pastilha pode ser inserida em um suporte do equipamento e sua principal desvantagem é que o KBr absorve água, podendo interferir [1]. II- Materiais e Métodos Os materiais utilizados para as sínteses dos percloratos estão listados abaixo: • Béqueres; • Bastões de vidro; • Placa de agitação e aquecimento; • Agitador magnético; • Provetas; • Tubos de ensaio; • Pipetas Pasteur; • Kitazato; • Funil de Büchner; • Papel de filtro; • Espátula; • Luva de borracha; • Fita de teflon; • Estufa; • Balança; II.1. Síntese do Perclorato de cobre – Cu(ClO4)2.6H2O – a partir da técnica do carbonato • Primeira parte: preparação do precursor CuCO3 (PRADYOT, [2]): A reação abaixo representa a obtenção do carbonato de cobre a partir dos seguintes precursores: sulfato de cobre e carbonato de sódio aquosos. 2 CuSO4 (aq) + 2 Na2CO3 (aq) → Cu2(OH)2CO3 (s) + 2 Na2SO4 (aq) + CO2 (g) A partir dos cálculos estequiométricos para obter 20 g do produto final: 1. Preparo de uma solução de Na2CO3: pesou-se 6,05 g do sólido em um béquer de 150 mL; em seguida, adicionou-se 25 mL de água destilada e com auxílio de um bastão de vidro agitou-se até a solubilização completa. 2. Preparo de um solução de CuSO4.5H2O: pesou-se 14,04 g do sólido em um béquer de 150 mL; adicionou-se 55 mL de água destilada e com auxílio de um bastão de vidro agitou-se até a solubilização completa. 3. Adicionou-se lentamente a solução de Cu (II) à solução de carbonato, sob agitação moderada, observando-se a formação de um sólido azul, juntamente da liberação de gás (CO2). 4. Após 20 minutos de agitação, filtrou-se o sólido à vácuo, bem como lavou-se com água destilada até o teste negativo para sulfato (sendo positivo: se houver formação de um precipitado branco na água de lavagem com solução de BaCl2). Observações: O reagente CuSO4 é tóxico ao homem e ao meio ambiente e é irritante, e o Na2CO3 também é irritante. O produto formado, Cu2(OH)2CO3, também é tóxico e irritante. Então, esta etapa foi realizada tomando-se os devidos cuidados, fazendo uso de óculos de proteção, assim como luvas de borracha. • Segunda parte: preparação do Cu(ClO4)2.6H2O, (adaptado de PRADYOT, [2]): A reação abaixo representa a obtenção do perclorato de cobre a partir dos seguintes precursores: carbonato de cobre e ácido perclórico. Cu2(OH)2CO3 (s) + 4 HClO4 (aq) → 2 Cu(ClO4)2 (aq) + 3 H2O (l) + CO2 (g) ↓ Δ Cu(ClO4)2.6H2O 1. Calculou-se a quantidade ácido perclórico a ser usada, de acordo com o rótulo, de modo que haja uma excesso de 20% de carbonato relativo ao ácido. 2. Colocou-se 7,43 mL de ácido em um béquer de 200 mL, tendo o diluído com o mesmo volume de água destilada. 3. Sob agitação, adicionou-se o carbonato à solução ácida em pequenas porções até que não se fosse mais observada a liberação de CO2, além de observar-se carbonato de cobre como corpo de fundo, obtendo-se uma solução de coloração verde. 4. Em seguida, filtrou-se o sistema à vácuo e transferiu-se a solução azul resultante no kitazato para um béquer de 400 mL. 5. Evaporou-se a solução em uma placa de aquecimento, sob agitação, até quase secura, então, colocou-se o béquer em água gelada para resfriamento, observando-se a formação dos cristais azuis. 6. Colocou-se o béquer em um dessecador na presença de outro béquer com pastilhas de KOH. 7. Aguardou-se uma semana para obtenção dos cristais e pesagem. 8. Após a pesagem, retirou-se uma pequena quantidade de amostra para caracterização por infravermelho. Observações: O ácido perclórico é oxidante e corrosivo, sendo necessário utilizar a capela para sua manipulação, além das luvas de borracha e os óculos de proteção. Já o produto formado, perclorato de cobre, é oxidante e irritante, além de ser higroscópico, de forma que o mesmo tem que ser manipulado rapidamente e ser guardado em recipiente hermeticamente fechado. II.2. Síntese do Perclorato de ferro III – Fe(ClO4)2.7H2O –a partir da técnica do carbonato • Primeira parte: preparação do precursor FeCO3 (PRADYOT, [2]): A reação abaixo representa a obtenção do carbonato de cobre a partir dos seguintes precursores: sulfato de cobre e carbonato de sódio aquosos. FeSO4 (aq) + Na2CO3 (aq) → FeCO3 (s) + Na2SO4 (aq) A partir dos cálculos estequiométricos para obter 20 g do produto final: 1. Preparo de uma solução de Na2CO3: pesou-se 8,32 g do sólido em um béquer de 500 mL; em seguida, adicionou-se 30 mL de água destilada e com auxílio de um bastão de vidro agitou-se até a solubilização completa. 2. Preparo de um solução de FeSO4.7H2O: pesou-se 21,83 g do sólido em um béquer de 200 mL; adicionou-se 60 mL de água destilada e com auxílio de um bastão de vidro agitou-se até a solubilização completa. 3. Adicionou-se lentamente a solução de Fe (II) à solução de carbonato, sob agitação moderada, observando-se a formação de um sólido verde escuro com resquícios esbranquiçados. 4. Após 20 minutos de agitação, filtrou-se o sólido à vácuo, bem como lavou-se com água destilada até o teste negativo para sulfato (sendo positivo: se houver formação de um precipitado branco na água de lavagem com solução de BaCl2). 5. Após a filtração, obteve-se um sólido com cor de ferrugem, indicando a oxidação do Fe (II) para Fe(III). Observações: O reagente FeSO4 é irritante, assim como o Na2CO3, devendo-se tomar os devidos cuidados, como o uso de óculos de segurança e as luvas de borracha, nesta etapa. Além disso, a água destilada utilizada em todas as etapas do procedimento foi aquecida anteriormente com intuito de evitar a fácil oxidação do ferro. • Segunda parte: preparação do Fe(ClO4)3.6H2O, (adaptado de PRADYOT, [2]): A reação abaixo representa a obtenção do perclorato de cobre a partir dos seguintes precursores: carbonato de ferro (III) e ácido perclórico. Vale ressaltar que dado a oxidação do ferro, utilizou-se a reação a partir do carbonato de ferro (III) para realizar novamente os cálculos. Fe2(CO3)3 (s) + 6 HClO4 (aq) → 2 Fe(ClO4)3 (aq) + 3 H2O (l) + 3 CO2 (g) ↓ Δ Fe(ClO4)3.XH2O 1. Calculou-se a quantidade ácido perclórico a ser usada, de acordo com o rótulo, de modo que haja uma excesso de 20% de carbonato relativo ao ácido. 2. Colocou-se 116,5 mL de ácido em um béquer de 500 mL, tendo o diluído com o mesmo volume de água destilada. 3. Sob agitação, adicionou-se o carbonato à solução ácida em pequenas porções até que não se fosse mais observada a liberação de CO2, além de observar-se carbonato de ferro (III) como corpo de fundo, obtendo-se uma solução de coloração alaranjada. 4. Em seguida, filtrou-se o sistema à vácuo e transferiu-se a solução alaranjada resultante no kitazato para um béquer de 1000 mL. 5. Deixou-se a solução em repouso por uma semana para decantar o corpo de fundo; após este tempo, observou-se que a solução alaranjada ficou em tom de verde praticamente incolor. 6. Evaporou-se a solução em uma placa de aquecimento, sob agitação, observando-se a coloração da solução mudar novamente, tornando-se uma solução com tom amarelo cada vez mais concentrado, indicando que o Fe (III) reduziu a Fe (II). 7. Após o aparecimento de fumaças brancas e o aparecimento de uma coloração amarela bem concentrada, transferiu-se a solução para um béquer menor (250 mL), observando-se a solução fumegar. 8. Resfriou-se o béquer, que, posteriormente, foi colocado em um dessecador na presença de outro béquer com pastilhas de KOH. Observações: O ácido perclórico é oxidante e corrosivo, sendo necessário utilizar a capela para sua manipulação, além das luvas de borracha e os óculos de proteção. Já o produto formado, perclorato de ferro, é oxidante e irritante, além de ser higroscópico, de forma que o mesmo tem que ser manipulado rapidamente e ser guardado em recipiente hermeticamente fechado. • Teste de Caracterização para o Fe (II): 1. Preparo de uma solução de ferricianeto de potássio (K3Fe(CN)6): pesou-se 0,33 g do sólido e diluiu-se em 10 de água destilada. 2. Em seguida, diluiu-se a amostra de perclorato de ferro e adicionou-se 1 mL da solução de K3Fe(CN)6, observou-se a solução ficar com uma cor verde escuro. 3. Para o teste positivo: utilizou-se uma ponta de espátula de sulfato de ferro (II) com uma pequena quantidade de água para solubilização; ao adicionar 1 mL da solução de K3Fe(CN)6, observou-se a solução ficar com uma cor azul escuro. • Teste de Caracterização para o Fe (III): 1. Preparo de uma solução de tiocianato de potássio (KSCN): pesou-se 0,20 g do sólido e dilui-se em 10 mL de água destilada. 2. Em seguida, dilui-se a amostra de perclorato de ferro e adicionou-se 1 mL da solução de KSCN, observou-se a solução ficar com a cor de vermelho sangue. 3. Para o teste positivo: utilizou-se uma ponta de espátula de sulfato férrico com uma pequena quantidade de água para solubilização; ao adicionar 1 mL da solução de KSCN, observou- se a solução ficar com a cor de vermelho sangue. • Teste de Caracterização para o perclorato de ferro: 1. Em um vidro de relógio, colocou-se uma pequena quantidade da amostra de modo a formar uma película de líquido sobre o vidro. 2. Logo após, colocou-se o vidro de relógio em uma estufa à 90°C e aguardou-se, aproximadamente, 30 minutos. 3. Após este tempo, observou-se fumaças brancas sendo formadas dentro da estufa. 4. Ao ver que a solução parou de fumegar, retirou-se o vidro de relógio e observou-se que um sólido branco amarelado havia se formado. 5. Raspou-se o sólido e colocou-se em um eppendorf para realizar a caracterização por infravermelho. III- Resultados e Discussão III.1. Síntese do Perclorato de cobre – Cu(ClO4)2.6H2O – Cálculos: 1ª reação: 2 CuSO4 (aq) + 2 Na2CO3 (aq) → Cu2(OH)2CO3 (s) + 2 Na2SO4 (aq) + CO2 (g) 2ª reação: Cu2(OH)2CO3 (s) + 4 HClO4 (aq) → 2 Cu(ClO4)2 (aq) + 3 H2O (l) + CO2 (g) ↓ Δ Cu(ClO4)2.6H2O Para obter 20 g de perclorato de cobre, realizou-se os seguintes cálculos estequiométricos: 370,52 𝑔 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 = 𝟕𝟒𝟏, 𝟎𝟒 𝒈 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 741,04 𝑔 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 20 𝑔 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 − − − 𝒙 = 𝟎, 𝟎𝟓𝟒𝟎 𝒎𝒐𝒍 Para determinar a massa de sulfato de cobre que seria utilizada para preparar a solução aquosa: 2 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢𝑆𝑂4. 5𝐻2𝑂 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 0,0540 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢𝑆𝑂4. 5𝐻2𝑂 − − − 0,0540 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 249,68 𝑔 𝐶𝑢𝑆𝑂4. 5𝐻2𝑂 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 ≅ 𝟏𝟒 𝒈 𝐶𝑢𝑆𝑂4. 5𝐻2𝑂 − − − 0,0540 𝑚𝑜𝑙 A partir da solubilidade do sulfato de cobre, determinou-se a quantidade mínima de água para solubilização do sólido: 317 𝑔 − − − 1000 𝑚𝐿 14 𝑔 − − − 𝒙 ≅ 𝟒𝟓 𝒎𝑳 Para determinar a massa de carbonato de sódio que seria utilizada para preparar a solução aquosa: 2 𝑚𝑜𝑙 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 0,0540 𝑚𝑜𝑙 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 0,0540 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 105,99 𝑔 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 ≅ 𝟔 𝒈 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 0,0540 𝑚𝑜𝑙 A partir da solubilidade do carbonato de sódio, determinou-se a quantidade mínima de água para solubilização do sólido: 30 𝑔 − − − 100 𝑚𝐿 6 𝑔 − − − 𝒙 ≅ 𝟐𝟎 𝒎𝑳 Sabendo que se deve ter um excesso de 20% de carbonato relativo ao ácido, visto que há uma certa dificuldade para se evaporar ácido, o qual pode contaminar a amostra se estiver em excesso ou muito concentrado, então, diminuiu-se 20% da quantidade de ácido: 4 𝑚𝑜𝑙 𝐻𝐶𝑙𝑂4− − − 2 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 0,1080 𝑚𝑜𝑙 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 0,0540 𝑚𝑜𝑙 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 20 100 × 0,1080 = 0,0216 𝑚𝑜𝑙 → 0,1080 − 0,0216 = 𝟎, 𝟎𝟖𝟔𝟒 𝒎𝒐𝒍 𝐻𝐶𝑙𝑂4 100,46 𝑔 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 = 𝟖, 𝟔𝟖 𝒈 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 0,0864 𝑚𝑜𝑙 A partir da solubilidade do ácido perclórico, determinou-se, em mL, a quantidade de ácido referente a 100% de pureza: 1,67 𝑔 − − − 1 𝑚𝐿 8,68 𝑔 − − − 𝒙 ≅ 𝟓, 𝟐𝟎 𝒎𝑳 Como a pureza do ácido perclórico é de 70%, calculou-se quanto seria utilizado na reação a partir desta regra de três inversamente proporcional: 5,20 𝑚𝐿 − − − 100% 𝒙 = 𝟕, 𝟒𝟑 𝒎𝑳 − − − 70% A Figura 1 mostra o sólido azul, Cu2(OH)2CO3, obtido na primeira etapa. Figura 1: Carbonato de cobre básico, obtido na primeira etapa. Após a adição do carbonato de cobre básico na solução aquosa de ácido perclórico, a solução ficou esverdeada, Figura 2, devido a presença de uma pequena quantidade de carbonato como corpo de fundo. Figura 2: Solução de HClO4 com Cu2(OH)2CO3 para formar Cu(ClO4)2. Em seguida, realizou-se a filtração a vácuo, obtendo-se a solução de perclorato de cobre, Figura 3, a qual foi evaporada até o aparecimento dos cristais, Figura 4. Figura 3: Solução de Cu(ClO4)2. Figura 4: Cristais de Cu(ClO4)2.6H2O. • Rendimento do Cu(ClO4)2.6H2O: Ao final da síntese, pesou-se a massa dos cristais, obtendo-se um valor igual a 11,17 g. Dessa forma, é possível calcular o rendimento desta síntese como nos cálculos a seguir: 20 𝑔 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 − − − 100% 11,17 𝑔 𝐶𝑢(𝐶𝑙𝑂4)2. 6𝐻2𝑂 − − − 𝒙 = 𝟓𝟓, 𝟖𝟓% A síntese do perclorato de cobre teve um rendimento de 55,85%, sendo um rendimento razoável. Este rendimento relativamente baixo pode ter sido obtido devido alguns possíveis motivos, são eles: os reagentes estarem impuros e terem carreado para o produto final; o surgimento de impurezas ao longo da síntese; erros sistemáticos; e, inevitavelmente, haverá uma perda inerente ao procedimento, visto que é quase impossível remover totalmente as substâncias, obtidas de cada reação, das vidrarias para serem utilizadas nas etapas seguintes. Vale ressaltar ainda que o rendimento obtido foi 20,2% abaixo do rendimento descrito na literatura [3], igual a 70%. Abaixo encontra-se o cálculo do erro relativo: % 𝑒𝑟𝑟𝑜 𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜 = |𝑣𝑒𝑥𝑝𝑒𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑙 − 𝑣𝑙𝑖𝑡𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎| 𝑣𝑙𝑖𝑡𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 × 100 = |55,85 − 70| 70 × 100 % 𝑒𝑟𝑟𝑜 𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜 = 20,2 • Caracterização através do espectro de infravermelho do perclorato de cobre: Figura 5: Espectro na região do infravermelho do Cu(ClO4)2.6H2O. O espectro no infravermelho para a amostra de perclorato de cobre, Figura 5, foi feita usando pastilha de KBr, que ao ser usada no sólido de perclorato de cobre apresentou coloração marrom, este espectro revelou bandas em: 3429,58 (O-H da água); 2020,52; 1614,49; 1145,77; 1112,01; 1085,01; 940,34; e, 629,79 cm-1. O estiramento assimétrico Cl-O do íon perclorato é representado pela banda mais intensa, sendo bem característica e representada na região 1085,01 a 1145,77 cm-1, possuindo um desdobramento em 940,34 cm-1. Por ser uma banda muito larga, é possível afirmar que bandas menores estão sobrepostas. A outra banda intensa em 629,79 cm-1 representa o estiramento Cu-O [4,5]. A banda em 2020,52 cm-1 indica a ligação O-H no composto de perclorato de cobre, provinda das ligações das moléculas de água de cristalização com o composto. Esta banda possui um desdobramento em 1614,49 cm-1. Figura 6: Espectro na região do infravermelho do KClO4. O espectro no infravermelho para a amostra de perclorato de KClO4, Figura 6, sendo um padrão comparativo, revelou bandas em: 3447,91 (O-H da água); 2026,31; 1087,90; 938,41; 730,09; e, 625,93 cm-1. O estiramento assimétrico Cl-O do íon perclorato é representado pela banda mais intensa, sendo bem característica e representada na região 1087,90 cm-1, possuindo desdobramento em 938,41 cm-1. Por ser uma banda muito larga, é possível afirmar que bandas menores estão sobrepostas. A outra banda intensa em 625,93 cm-1 representa o estiramento K-O e se desdobra em 730,09 cm-1. Dessa forma, foi possível comparar os dois espectros, observando-se que o espectro da amostra está muito parecido com o espectro do padrão utilizado, onde as principais bandas obtiveram valores muito próximos. III.2. Síntese do Perclorato de ferro III – Fe(ClO4)2.XH2O – Cálculos: FeSO4 (aq) + Na2CO3 (aq) → FeCO3 (s) + Na2SO4 (aq) FeCO3 (s) + 2 HClO4 → Fe(ClO4)2 + H2O + CO2 Para obter 20 g de perclorato de ferro (II), realizou-se os seguintes cálculos estequiométricos: 254,74 𝑔 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)2 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 20 𝑔 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)2 − − − 𝒙 = 𝟎, 𝟎𝟕𝟖𝟓 𝒎𝒐𝒍 Para determinar a massa de sulfato de ferro (II) que seria utilizada para preparar a solução aquosa: 278,01 𝑔 𝐹𝑒𝑆𝑂4. 7𝐻2𝑂 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 ≅ 𝟐𝟏, 𝟖𝟑 𝒈 𝐹𝑒𝑆𝑂4. 7𝐻2𝑂 − − − 0,0785 𝑚𝑜𝑙 A partir da solubilidade do sulfato de ferro (II), determinou-se a quantidade mínima de água para solubilização do sólido: 1 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒𝑆𝑂4. 7𝐻2𝑂 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)2 0,0785 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒𝑆𝑂4. 7𝐻2𝑂 − − − 0,0785 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)2 400 𝑔 − − − 1000 𝑚𝐿 21,83 𝑔 − − − 𝒙 ≅ 𝟓𝟒, 𝟔 𝒎𝑳 Para determinar a massa de carbonato de sódio que seria utilizada para preparar a solução aquosa: 1 𝑚𝑜𝑙 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒𝑆𝑂4. 7𝐻2𝑂 0,0785 𝑚𝑜𝑙 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 0,0785 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒𝑆𝑂4. 7𝐻2𝑂 105,99 𝑔 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 ≅ 𝟖, 𝟑𝟐 𝒈 𝑁𝑎2𝐶𝑂3 − − − 0,0785 𝑚𝑜𝑙 A partir da solubilidade do carbonato de sódio, determinou-se a quantidade mínima de água para solubilização do sólido: 30 𝑔 − − − 100 𝑚𝐿 8,32 𝑔 − − − 𝒙 ≅ 𝟐𝟕, 𝟖 𝒎𝑳 Sabendo que se deve ter um excesso de 20% de carbonato relativo ao ácido, visto que há uma certa dificuldade para se evaporar ácido, o qual pode contaminar a amostra se estiver em excesso ou muito concentrado, então, diminuiu-se 20% da quantidade de ácido. No entanto, ao realizar a primeira etapa do procedimento, observou-se que o Fe (II) oxidou à Fe (III), constatou- se isto pela cor do sólido formado. O carbonato de ferro (II) é marrom-esverdeado, mas o sólido formado apresentava uma coloração vermelho enferrujado que é a cor do carbonato de ferro (III). Dessa forma, o cálculo para determinar a quantidade de ácido perclórico a ser utilizado foi realizado a partir da seguinte reação: Fe2(CO3)3 (s) + 6 HClO4 (aq) → 2 Fe(ClO4)3 (aq) + 3 H2O (l) + 3 CO2 (g) 354,2 𝑔 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)3. 𝑋𝐻2𝑂 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 = 𝟕𝟎𝟖, 𝟒 𝒈 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)3. 𝑋𝐻2𝑂 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 708,4 𝑔 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)3. 𝑋𝐻2𝑂 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 20 𝑔 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)3. 𝑋𝐻2𝑂 − − − 𝒙 = 𝟎, 𝟎𝟓𝟔𝟒𝟕 𝒎𝒐𝒍 6 𝑚𝑜𝑙 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 2 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)3. 𝑋𝐻2𝑂 𝒙 ≅ 𝟏, 𝟔𝟗𝟒𝟏 𝒎𝒐𝒍 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 0,05647 𝑚𝑜𝑙 𝐹𝑒(𝐶𝑙𝑂4)3. 𝑋𝐻2𝑂 20 100 × 1,6941 = 0,3388 𝑚𝑜𝑙 → 1,6941 − 0,3388 = 𝟏, 𝟑𝟓𝟓𝟑 𝒎𝒐𝒍 𝐻𝐶𝑙𝑂4 100,46 𝑔 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 1 𝑚𝑜𝑙 𝒙 = 𝟏𝟑𝟔, 𝟏𝟓 𝒈 𝐻𝐶𝑙𝑂4 − − − 1,3553 𝑚𝑜𝑙 A partir da solubilidade do ácido perclórico, determinou-se, em mL, a quantidade de ácido referente a 100% de pureza: 1,67 𝑔 − − − 1 𝑚𝐿 136,15 𝑔 − − − 𝒙 ≅ 𝟖𝟏, 𝟓𝟑 𝒎𝑳 Como a pureza do ácido perclórico é de 70%, calculou-se quanto seria utilizado na reação a partir desta regra de três inversamente proporcional: 81,53 𝑚𝐿 − − − 100% 𝒙 ≅ 𝟏𝟏𝟔, 𝟓 𝒎𝑳 − − − 70% A Figura 7 mostra o sólido vermelho enferrujado, Fe2(CO3)3, obtido na primeira etapa. Figura 7: Carbonato de ferro (III), obtido na primeira etapa. Após a adição do carbonato de ferro (III) na solução aquosa de ácido perclórico, a solução ficou alaranjada, devido a presença de uma pequena quantidadede carbonato como corpo de fundo. Em seguida, realizou-se a filtração a vácuo, obtendo-se a solução de perclorato de ferro (III), Figura 8. Esta solução ficou em repouso por, aproximadamente, uma semana. Após esse tempo, a solução foi de uma cor alaranjada para uma cor verde clara quase incolor, Figura 9. Isto é um indicativo de que a reação entre o carbonato de ferro (III) com o ácido perclórico formou compostos que provocaram a redução do Fe (III) a Fe (II). Figura 8: Solução de Fe(ClO4)3. Figura 9: Solução de Fe(ClO4)2. Ao realizar a evaporação, observou-se a solução adquirir uma coloração amarela, cada vez mais concentrada, Figura 10. Dessa forma, deduz-se que seja uma mistura de percloratos de Fe(II) e Fe(III), visto que o perclorato de ferro (II) (Fe(ClO4)2) possui uma cor de verde claro a verde, enquanto o perclorato de ferro (III) (Fe(ClO4)3) possui uma cor amarela. Figura 10: Solução de Fe(ClO4)2, após a evaporação. Vale ressaltar que não foi possível obter os cristais a tempo, logo não se sabe o rendimento da síntese. Seria necessário um evaporador rotativo para evaporar a solução e obter os cristais, mas não havia este equipamento no laboratório. Então, a solução foi deixada em um dessecador com pastilhas de KOH para que as mesmas absorvam a água da solução. Apesar disso, foram realizados 3 testes de caracterização na amostra. • Teste de Caracterização para o Fe (II): Preparou-se 10 mL de uma solução de ferricianeto de potássio (K3Fe(CN)6) a 0,1 mol/L. O cálculo abaixo foi realizado para determinar a massa necessária de ferricianeto. 𝐶 = 𝑚 𝑀𝑀 × 𝑉 → 𝑚 = 𝐶 × 𝑀𝑀 × 𝑉 → 𝑚 = 0,1 ( 𝑚𝑜𝑙 𝐿 ) × 329,24 ( 𝑔 𝑚𝑜𝑙 ) × 0,01(𝐿) 𝑚 = 0,33 𝑔 O positivo, o qual foi testado com sulfato de ferro II, apresentou uma coloração azul escura, enquanto a amostra de perclorato apresentou uma coloração intensa verde, Figura 11. Com isso, pode-se concluir que a amostra é composta por uma mistura de Fe (II) com Fe (III), visto que a combinação de azul com amarelo (Fe3+) resulta em verde. Figura 11: Tubo esquerdo (POSITIVO) e Tubo direito (AMOSTRA). • Teste de Caracterização para o Fe (III): Preparou-se 10 mL de uma solução de tiocianato de potássio (KSCN) a 0,1 mol/L. O cálculo abaixo foi realizado para determinar a massa necessária de tiocianato. 𝐶 = 𝑚 𝑀𝑀 × 𝑉 → 𝑚 = 𝐶 × 𝑀𝑀 × 𝑉 → 𝑚 = 0,1 ( 𝑚𝑜𝑙 𝐿 ) × 97,18 ( 𝑔 𝑚𝑜𝑙 ) × 0,01(𝐿) 𝑚 = 0,10 𝑔 O positivo, o qual foi testado com sulfato férrico, apresentou uma coloração vermelha intensa, assim como a amostra de perclorato, Figura 12. A partir deste teste, constata-se a presença de Fe (III) na amostra. Figura 12: Tubo esquerdo (AMOSTRA) e Tubo direito (POSITIVO). • Caracterização através do espectro de infravermelho do perclorato de ferro: Figura 13 : Espectro de infravermelho da mistura de Fe(ClO4)2 e de Fe(ClO4)3. O espectro no infravermelho para amostra de perclorato de ferro, Figura 13, foi feita usando pastilha de KBr, que ao ser macerada com a amostra de perclorato apresentou coloração vermelho tijolo, este espectro revelou bandas em: 3569,43; 3397,76; 1627,03; 1,605,81; 1146,73; 1108,15; 1087,90; 940,34; 637,50; e, 626,89 cm-1. O estiramento assimétrico Cl-O do íon perclorato é representado pela banda mais intensa, sendo bem característica e representada na região 1087,90 a 1146,73 cm-1, possuindo um desdobramento em 940,34 cm-1. Por ser uma banda muito larga, é possível afirmar que bandas menores estão sobrepostas. Há outra banda intensa em 626,89 cm-1 com um desdobramento em 637,50 cm-1, representando o estiramento Fe-O. Este desdobramento, possivelmente, é devido a presença de dois cátions metálicos, Fe2+ e Fe3+. Vale destacar que, de acordo com a literatura, a ligação de Fe- O apresenta bandas características na região de 500 a 780 cm-1 [6]. A banda em 1605,81 cm-1 possui um desdobramento em 1627,03 cm-1. Isto, possivelmente, indica a ligação O-H no composto perclorato de ferro, advinda das ligações das moléculas de água de cristalização com o composto. Dessa forma, foi possível comparar este espectro com o espectro do padrão utilizado, KClO4, Figura 6, observando-se que o espectro da amostra está muito parecido com o espectro do padrão utilizado, onde as principais bandas obtiveram valores muito próximos. Neste caso, a diferença foi a presença de mais desdobramentos no espectro do perclorato de ferro, provavelmente devido a mistura dos íons Fe2+ e Fe3+. IV- Conclusão A partir dos resultados apresentados no presente projeto, conclui-se que a síntese de perclorato de cobre atingiu o objetivo, considerando que houve formação dos cristais azuis esperado e que o rendimento foi de 55,85%, o que provavelmente se deu devido a erros sistemáticos da prática, e impurezas presentes. Entretanto comparando o espectro de IR obtido e o do padrão de perclorato de potássio, e considerando os picos semelhantes referentes as ligações presentes no perclorato, foi possível determinar que realmente houve a formação do perclorato. Já a síntese de perclorato de ferro, não podemos afirmar que a prática foi satisfatória, já que mesmo sob condições de alta temperatura, ocorreu a oxidação de Fe2+ a Fe3+, e não conseguimos formar os cristais de perclorato de ferro, já que não pudemos usar o equipamento adequado, evaporador rotativo, para evaporar a solução e formar os sólidos. Entretanto, usando uma pequena parte da solução e usando a estufa, foi possível obter cristais suficientes para realizar a análise no IR, e comparando o espectro obtido com o de referência, verificou-se que o perclorato realmente foi formado, apesar de não ter sido possível obter os cristais. V- Referências Bibliográficas [1] Pavia, D.L. Lapman, G.M.; Kriz, G.S. Introducão a espectroscopia. Traducão da 4ª edição norte-americana. Cengage Learning, 2010. [2] PRADYOT, Patnaik. Handbook of inorganic chemicals. 2002. [3] PROTASIEWYCK, Gisele Marina. Síntese e caracterização espectroscópica de complexos macrocíclicos iminooxímicos de cobre (II), ferro (II) e vanádio (II/III/IV). Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Paraná. 2005. [4] HOTTES, Sumaia. Novos complexos de platina (II) e cobre (II) derivados de oximas 1,2,3- triazólicas como potenciais agentes antitumorais e protótipos de pró-drogas biorredutíveis. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. 2013. [5] HALLAM, H.E. et al. Infrared and raman spectra of inorganic compounds. Department of chemistry, University College of Swansea. 1968. [6] AZEVEDO, Camila Kauany da Silva et al. NOVOS HÍBRIDOS BASEADOS EM OXIHIDRÓXIDO DE FERRO(III) E NANOPARTÍCULAS DE OURO (aunps/ feooh) COMO CATALISADORES PARA A REDUÇÃO DE POLUENTES ORGÂNICOS AMBIENTAIS. Química Nova , v. 40, p. 534-540, 2017.