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pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== FUNDAÇÃO AJURI PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - ÁREA DA SAÚDE EDITAL N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista 1. Você recebeu do fiscal uma folha de respostas e um caderno de prova contendo 40 (quarenta) questões. Verifique se os seus dados estão corretos; em caso de erro, solicite ao fiscal a correção na Ata de Prova. 2. É da sua responsabilidade se certificar de que o nome do cargo informado nesta capa de prova corresponde ao nome do cargo informado na sua folha de respostas. 3. Assine no local indicado na folha de respostas. 4. A folha de respostas só pode ser preenchida com caneta esferográfica de tinta preta ou azul (Edital no 0001/2012, subitem 9.3.22). 5. A folha de respostas NÃO pode ser dobrada, amassada, rasurada, manchada ou conter qualquer registro fora dos locais destinados às respostas, sob pena de sua eliminação do presente concurso público. 6. Em nenhuma hipótese ocorrerá substituição da folha de respostas por erro do candidato (Edital no 0001/2012, subitem 9.3.23). 7. Você dispõe de 4 (quatro) horas para a realização da prova, incluindo o preenchimento da folha de respostas. 8. Ao marcar a sua folha de respeite o espaço destinado às respostas. 9. Ao ser autorizado o início da prova, verifique, no caderno de prova, se a numeração das questões e a paginação estão corretas. 10. Não será permitida a saída de candidatos antes de decorrida 1 (uma) hora do início da prova (Edital no 0001/2012, subitem 9.3.19). 11. Leia atentamente cada questão e assinale, na folha de respostas, a alternativa que julgar correta. 12. A maneira correta de assinalar a alternativa, na folha de respostas, é cobrindo, completamente, todo o espaço correspondente, conforme o exemplo a seguir: ATENÇÃO: Formas de marcação diferentes da que foi determinada, implicarão a rejeição da folha de respostas pela leitora ótica. 13. Após o término da sua prova entregue obrigatoriamente, ao fiscal, a sua folha de respostas. 14. Os candidatos somente poderão levar o caderno de prova após decorridas 3 (três) horas do início da prova (Edital no 0001/2012, subitem 9.3.20). 15. Os dois últimos candidatos de cada sala só poderão ser liberados juntos. 16. Se você precisar de algum esclarecimento, fale com fiscal ou solicite a presença do responsável pelo local. 17. É terminantemente vedado copiar as respostas. A B C E I n s t r u ç õ e s Código: NS-15 www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 3 de 13 TEXTO I Crack, questão de saúde pública Droga gera nível alto de dependência, mas reversão do quadro é possível com ações intersetoriais, que vejam consumo como consequência, não como causa de problemas Em fevereiro deste ano, a Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife) — órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU) — divulgou seu relatório anual sobre o perfil de consumo e tráfico de drogas em 2009. O abuso de drogas ilícitas na América do Sul vem aumentando, enquanto na Europa e na América do Norte a tendência é de queda (em 2008 foram apreendidas 19,5 toneladas de cocaína e, em 2009, 21,5 toneladas, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, superando inclusive o México, com 19,3 toneladas) neste tipo de flagrante. Ainda segundo a Jife, o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de maior consumidor mundial dessa droga e tem a principal rota de tráfico internacional no Cone Sul. O relatório também apontou preocupação quanto à mudança do perfil do consumo no país. Há cada vez menos uso de drogas injetáveis e mais da cocaína fumada, conhecida como crack (nome devido ao som que é produzido quando a substância é consumida nos cachimbos). Essa tendência já era percebida na década de 1990, de acordo com artigo publicado na Revista da Associação Médica Brasileira (volume 43, nº 1, jan/mar de 1997) que revelava que a porcentagem de pacientes que relataram uso do crack havia aumentado de 17%, em 1990, para 64%, em 1993, em dois ambulatórios na cidade de São Paulo. De acordo com o coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado, o crack é menos utilizado que a maconha e a cocaína aspirada, mas o problema, diz, não reside na magnitude do número total de casos, e sim na gravidade dos quadros de consumo da droga. O uso no mês — resposta à pergunta “nos últimos 30 dias você usou a substância tal?” — é de 0,4% para a cocaína e 0,1% para o crack, na população de 12 a 65 anos, em 2005, revelam dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Unifesp. Pedro Gabriel explica que o consumo do crack — resultado de uma mistura de cristal de cocaína ou pasta base ou cocaína em pó (cloridrato de cocaína e adulterantes), água e bicarbonato de sódio — tem pelo menos dois fatores de risco: a dependência e a vulnerabilidade dela decorrente, que fazem dessa droga grave problema de saúde pública e enorme desafio para o governo brasileiro. Crack tem cura A dependência caracteriza-se não só pela incapacidade de se interromper o uso no momento desejado e a necessidade de se usarem doses cada vez maiores para obter os mesmos resultados, como pelos efeitos físicos e psíquicos causados pela abstinência. “Sabe-se que o crack causa dependência muito rápida e intensa e, por ser droga ilícita, distribuída em um cenário de marginalidade e violência, geralmente se associa a um contexto de extrema vulnerabilidade social”, analisa Pedro Gabriel. A gravidade e a intensidade dos problemas gerados pelo consumo da droga não devem ser vistos, no entanto, como sinônimos de uma situação irreversível para os usuários. A dependência do crack não é algo incurável, afirma Pedro Gabriel. Ao contrário, há resultados extremamente positivos entre os que se submetem a tratamento. “O importante é que a intervenção não tenha olhos apenas para o uso da droga, mas para a vida dos sujeitos afetados, sua marginalização e vulnerabilidade”, orienta. O uso do crack, em geral, está associado ao consumo de álcool e à exposição ao ambiente insalubre e inóspito das ruas e dos locais clandestinos de consumo. Em geral, a droga é consumida por jovens que vivem na rua, onde há ausência de suporte social eficaz. Eles praticam delitos para adquirir o que desejam, têm relação estreita com a violência sexual e policial e convivem com a debilidade física causada pela alimentação escassa e irregular. “Predominam usuários jovens, do sexo masculino. O uso pelo grupo que vive em situação de rua é até 12 vezes maior que pelo restante da população. Em alguns contextos mais graves, crianças muito jovens, de até 8 anos, podem ser induzidas ao consumo que, por sua vez, avança para a classe média, como mostram alguns dados, mas ainda de forma incipiente”, informa Pedro Gabriel. É um problema do mundo todo, que veio despontando a partir dos anos 90. Mas é especialmente mais grave na América Latina, onde a vulnerabilidade social a que estão submetidos os usuários, especialmente crianças e jovens consumidores urbanos, é extrema. Para o médico e psicanalista Tarcísio Andrade, coordenador do Serviço de Extensão Permanente Aliança de Redução de Danos Fátima Cavalcanti, da Faculdade deMedicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o uso do crack é como o de outras drogas. O problema é que se trata de uma forma de consumo mais intenso, passível de maior dependência, e que atinge principalmente pessoas com desvios sociais, populações menos favorecidas socialmente, com menor nível institucional e menor capacidade técnica de inserção social. “Só que o que se tenta mostrar é que o crack é o gerador de todos os problemas sociais, não o contrário”, critica. “O usuário não é uma pessoa à parte”. Tarcísio defende o tratamento da dependência tanto do crack quanto de outras drogas, sob a ótica da redução de danos. “Significa adequar os serviços à realidade da comunidade”, esclarece. “É focar no sujeito, e não na Língua Portuguesa www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 4 de 13 substância”, acrescenta Marco Manso, que atua como redutor de danos da Aliança. O serviço volta-se às comunidades pobres de Salvador, indo ao encontro das pessoas usuárias de crack, e presta capacitação aos profissionais de saúde da atenção básica. Além disso, dispõe de ambulatório clínico para os casos mais complexos. Segundo Tarcísio, os usuários de crack vão pouco aos serviços de saúde, pois não os têm como referência. “Por isso, o tratamento precisa ser realizado onde está o usuário”. Não é simples, conforme já constatou. Para ele, a Estratégia de Saúde da Família é o que se tem de melhor para alcançar o usuário da droga. “Mas é preciso capacitar o profissional de saúde e acabar com a crença de que o tratamento somente pode ser feito em clínica especializada. No Brasil, os modelos tradicionais de tratamento, com longas internações, conduzidos por instituições religiosas ou comunidades terapêuticas, são os mais usados pela sociedade. “Em geral, são práticas verticalizadas e distanciadas e, por isso, muitos tratamentos não dão certo”, explica Tarcísio. Ele não descarta os modelos tradicionais, mas acha que não resolvem o problema totalmente. “Não há como colocar todos os usuários do crack numa instituição”, afirma. Para Tarcísio, esses locais de tratamento deveriam servir de retaguarda. “Precisamos de vários modelos e saber onde cada usuário se adapta melhor”, aponta. “O desafio é tão amplo e espinhoso, que precisamos unir os esforços de todos”, diz Pedro Gabriel. ( ... ) Extraído de http://www.ensp.fiocruz.br/radis/revista- radis/92/reportagens/crack-questao-de-saude-publica 01. O texto I é parte de um artigo publicado numa revista destinada à divulgação científica, logo estrutura- se como um texto narrativo, porque traz relato de fatos e depoimentos, mas que apresenta teses, premissas ou argumentos a serem respaldados ou debatidos por estudiosos do tema. Assinale a sentença que corresponde à tese central nele defendida. (A) Os usuários de crack são curados somente quando obtêm referência nos serviços de saúde pública. (B) A dependência do crack é restrita a crianças e jovens latinos em situação de vulnerabilidade social. (C) O crack é atualmente o maior gerador de problemas na América Latina por produzir exclusão social. (D) A cura do vício de crack demanda política intersetorial de saúde voltada para sujeitos vulneráveis. (E) Ações de combate ao crack dependem exclusivamente de clínicas especializadas dotadas de profissionais qualificados. 02. O termo em destaque em “Há cada vez menos uso de drogas injetáveis e mais da cocaína fumada, conhecida como crack” (§ 1°) tem o mesmo valor do seguinte termo: (A) que fazem dessa droga grave problema (§ 2°, linhas 17 e 18 ). (B) que o crack causa dependência muito rápida e intensa ( § 3°, linhas 6 e 7 ). (C) que a intervenção não tenha olhos apenas para o uso da droga ( § 4°, linhas 7 a 9). (D) que o tratamento somente pode ser feito em clínica especializada ( § 8°, linhas 8 e 9). (E) que precisamos unir os esforços de todos( § 9°, linha 8 ). 03. No trecho mas o problema, diz, não reside na magnitude do número total de casos, e sim na gravidade dos quadros de consumo da droga (§ 2°, linhas 4 a 6), os elementos coesivos estabelecem sentido de: (A) adição. (B) oposição. (C) conclusão. (D) explicação. (E) alternância. 04. Em “há cada vez menos uso de drogas injetáveis” (§ 1°), o verbo destacado apresenta quanto à concordância as mesmas peculiaridades da forma verbal destacada na seguinte sentença: (A) A maioria dos participantes do congresso apoiou a proposta apresentada. (B) Duas décadas é tempo suficiente para a solução desse problema coletivo. (C) Ainda existe grande população usuária de drogas nas ruas sem tratamento. (D) Faz muitas centenas de anos que ocorre esse problema de saúde pública. (E) Os governos têm feito muitos planos para amenizar problemas de saúde. 05. Assinale a alternativa que define, respectivamente, os processos de formação das palavras intersetoriais, crack, ranking e Unifesp, encontradas no texto I: (A) composição - estrangeirismo - estrangeirismo - acronímia. (B) composição - estrangeirismo - estrangeirismo - composição. (C) derivação prefixal e sufixal - onomatopeia - estrangeirismo - acronímia. (D) derivação parassintética - onomatopeia - estrangeirismo - acronímia. (E) derivação prefixal e sufixal - onomatopeia - estrangeirismo - composição. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 5 de 13 TEXTO 2 — De sua formosura/ já venho dizer:/ é um menino magro,/ de muito peso não é,/ mas tem o peso de homem,/ de obra de ventre de mulher. — De sua formosura/ deixai-me que diga:/ é uma criança pálida,/ é uma criança franzina,/ mas tem a marca de homem,/ marca de humana oficina. — Sua formosura/ deixai-me que cante:/ é um menino guenzo 1 / como todos os desses mangues,/ mas a máquina de homem/ já bate nele, incessante. — Sua formosura/ eis aqui descrita:/ é uma criança pequena,/ enclenque 2 e setemesinha 3 ,/ mas as mãos que criam coisas/ nas suas já se adivinha. [Trecho do poema Morte e vida Severina (auto de natal pernambucano). João Cabral de Melo Neto] 1. guenzo: muito magro, adoentado e fraco. 2. enclenque: que se encontra adoentado, enfraquecido. 3. setemesinha: diz-se de criança que nasce de sete meses TEXTO 3 (...) “Uma flor nasceu na rua!/ Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego./ Uma flor ainda desbotada/ ilude a polícia, rompe o asfalto./ Façam completo silêncio, paralisem os negócios,/ garanto que uma flor nasceu. Sua cor não se percebe./ Suas pétalas não se abrem./ Seu nome não está nos livros./ É feia. Mas é realmente uma flor. Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde/ e lentamente passo a mão nessa forma insegura./ Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se./ Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico./ É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio. [Trecho do poema A flor e náusea. Carlos Drummond de Andrade.] 06. Após a leitura dos dois trechos acima, pode-se afirmar que: (A) o que se destaca nos dois trechos é o recurso da ironia empregado pelos poetas para atenuar a dramaticidade do tema. (B) da comparação entre os dois trechos, sobressai, principalmente,o contraste entre o ambiente rural e nordestino e o mundo urbano do sudeste. (C) a principal ideia comum aos dois trechos poéticos é que tanto o menino, de João Cabral, quanto a flor, de Carlos Drummond, são feios, frágeis e precários. (D) prevalece nos dois trechos de poemas a ingenuidade dos autores, uma vez que superestimam a capacidade dos fracos para vencerem as forças avassaladoras da violência social e do progresso desumanizador. (E) os dois poetas referem-se à ideia de esperança, da melhor força imanente ao homem que, mesmo sob enorme fragilidade, resiste, insiste e segue adiante, enfrentando as condições hostis das desigualdades, da exploração, da brutalidade. 07. Leia o trecho a seguir, adaptado da notícia publicada no portal eletrônico da Prefeitura Municipal de Boa Vista em 17 de outubro último, e responda a questão proposta: Unidades de saúde do município realizam exame preventivo A Coordenação Municipal de Atenção Integral a Saúde da Mulher do município de Boa Vista disponibiliza em todas as Unidades Básicas de Saúde a coleta para o exame Citopatológico Preventivo do Câncer de Colo Uterino, também conhecido como Preventivo ou Papanicolau. Indique a alternativa em que o uso da crase obedece à norma gramatical: (A) A Coordenação Municipal de Atenção Integral a Saúde da Mulher do município de Boa Vista disponibiliza em todas às Unidades Básicas de Saúde a coleta para o exame Citopatológico Preventivo do Câncer de Colo Uterino, também conhecido como Preventivo ou Papanicolau. (B) A Coordenação Municipal de Atenção Integral à Saúde da Mulher do município de Boa Vista disponibiliza em todas as Unidades Básicas de Saúde a coleta para o exame Citopatológico Preventivo do Câncer de Colo Uterino, também conhecido como Preventivo ou Papanicolau. (C) À Coordenação Municipal de Atenção Integral a Saúde da Mulher do município de Boa Vista disponibiliza em todas as Unidades Básicas de Saúde a coleta para o exame Citopatológico Preventivo do Câncer de Colo Uterino, também conhecido como Preventivo ou Papanicolau. (D) A Coordenação Municipal de Atenção Integral a Saúde da Mulher do município de Boa Vista disponibiliza em todas as Unidades Básicas de Saúde à coleta para o exame Citopatológico Preventivo do Câncer de Colo Uterino, também conhecido como Preventivo ou Papanicolau. (E) À Coordenação Municipal de Atenção Integral a Saúde da Mulher do município de Boa Vista disponibiliza em todas às Unidades Básicas de Saúde à coleta para o exame Citopatológico Preventivo do Câncer de Colo Uterino, também conhecido como Preventivo ou Papanicolau. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 6 de 13 08. UFRR lança calendário de mesa para divulgar a cultura indígena. Leia, abaixo, trecho do comentário do Coordenador de Comunicação da universidade sobre a iniciativa da instituição e responda a questão proposta: “Este não é um simples calendário de mesa. É um registro in loco da enorme riqueza cultural dos povos indígenas do extremo norte da Amazônia brasileira.” A palavra ou expressão que une os dois períodos desse trecho, sem que haja alteração de sentido é: (A) sequer. (B) tampouco. (C) ao contrário. (D) a menos que. (E) uma vez que. 09. O médico oncologista e escritor Drauzio Varella, autor do best-seller Estação Carandiru, costumava viajar para a região do Rio Negro, onde coordenava pesquisas com plantas medicinais. Na floresta, foi picado pelo mosquito transmissor da febre amarela; o que o deixou entre a vida e a morte. Em entrevista concedida ao jornalista Armando Antenore, o Dr. Drauzio comenta a frase “Morrer é fácil”, publicada em seu livro O Médico Doente. “Realmente, naquela ocasião tive a certeza de que morreria em pouco tempo. Mais 24 ou 48 horas e pronto... Os exames indicavam que meu fígado caminhava para o colapso. Havia perda de proteína pelos rins, os pulmões trabalhavam com dificuldade, o coração acusava uma arritmia. Era o que chamamos de ‘falência de múltiplos órgãos’. (...) Como sou oncologista desde 1972, assisti à morte de várias pessoas. E notei que, quando a doença aperta o cerco devagar, acaba preparando a vítima para o fim. (...) Por incrível que pareça, morrer vai se tornando fácil. Foi justamente o que ocorreu comigo. Pude comprovar na carne que a perspectiva da morte nos angustia e apavora bem mais do que a iminência dela.” [Entrevista concedida a Armando Antenore. Revista Bravo! Ano 11, n° 126.] Pode-se afirmar que no trecho do comentário de Drauzio Varella, acima, predomina o gênero de texto: (A) narrativo. (B) descritivo. (C) argumentativo. (D) descritivo-argumentativo. (E) argumentativo-descritivo. 10. “Desde o início (1) da colonização da América (2), o território amazônico foi objeto de disputa entre as grandes potências europeias. Com a descoberta do “grande rio”, batizado (3) depois rio Marañon, mais tarde Orellana e finalmente Amazonas, a denominação atual, os conquistadores espanhóis iniciaram suas (4) buscas, por caminhos fluviais (5), ao reino mítico (6) das mulheres (7) guerreiras e às reservas de metais preciosos (8) que diziam guardar.” [Raminelli, Ronald. A incrível conquista da Amazônia. Revista Nossa História, Ano 1, n° 2, dezembro, 2003] Quanto à classe morfológica, as palavras sublinhadas e numeradas no texto acima são respectivamente: (A) (1) adjetivo; (2) substantivo; (3) substantivo; (4) adjetivo; (5) pronome; (6) verbo; (7) adjetivo; (8) verbo. (B) (1) verbo; (2) substantivo; (3) adjetivo; (4) adjetivo; (5) substantivo; (6) verbo; (7) substantivo; (8) adjetivo. (C) (1) substantivo; (2) substantivo; (3) verbo; (4) pronome; (5) adjetivo; (6) adjetivo; (7) substantivo; (8) adjetivo. (D) (1) pronome; (2) substantivo; (3) verbo; (4) adjetivo; (5) substantivo; (6) verbo; (7) adjetivo; (8) substantivo. (E) (1) pronome; (2) substantivo; (3) substantivo; (4) adjetivo; (5) substantivo; (6) verbo; (7) substantivo; (8) substantivo. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 7 de 13 11. Entre os princípios preconizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está a integralidade. A implementação da integralidade pressupõe: (A) a efetivação do acesso universal à saúde a partir dos consórcios de saúde inter-regionais. (B) a ênfase na garantia do acesso universal ao estabelecer a supremacia das ações de recuperação da saúde. (C) a integração entre os diferentes níveis de complexidade do sistema de saúde com a priorização da atenção terciária. (D) a superação da dicotomia entre ações preventivas e curativas que prevaleceram historicamente no sistema de saúde brasileiro. (E) a centralidade do investimento governamental nas redes integradas de assistência de alta complexidade visando à promoção da saúde. 12. A Lei n o 8080/90, que regulamenta o SUS, prevê como um dos critérios para o estabelecimento dos valores a serem repassados a Estados, Distrito Federal e Municípios: (A) o número de habitantes da área descontando-se os segurados do setor privado. (B) os níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais. (C) o desempenho técnico e financeiro no períodoanterior conjugado à capacidade fiscal de cada ente. (D) o perfil epidemiológico da população coberta a partir da avaliação do sistema de saúde local. (E) as características da rede de saúde local e a receita própria das instituições executoras. 13. Como órgãos deliberativos do SUS, os conselhos de saúde têm como uma de suas funções: (A) elaborar e executar os planos de saúde em cada nível correspondente. (B) atuar na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde. (C) fiscalizar o uso de recursos financeiros respeitando a capacidade instalada em cada nível do SUS. (D) definir em seu regimento a participação de cada um dos segmentos que o compõe. (E) propor diretrizes para política de saúde no âmbito das conferências de saúde, as quais se realizam a cada 3 anos. 14. O fortalecimento da atenção básica figura entre as prioridades definidas nos Pactos pela Vida e em Defesa do SUS aprovados pelo Conselho Nacional de Saúde em 2006. No tocante à qualificação dos profissionais da atenção básica, este documento preconiza: (A) as estratégias de educação permanente. (B) os programas de residência profissionais. (C) a oferta de cursos de especialização médica. (D) a promoção de cursos de formação em serviço. (E) o incentivo à cooperação nacional e internacional de experiências. 15. A descentralização político-administrativa figura como um dos princípios do SUS. Descentralização significa: (A) compartilhamento da gestão entre os diferentes entes da federação sob a coordenação federal. (B) desconcentração de poderes, fragmentação da responsabilidade sanitária e ênfase na gestão local. (C) coordenação do sistema de referência e contra- referência pelo ente municipal com financiamento estadual. (D) fortalecimento dos níveis locais no que tange à prestação do serviço e do nível regional no que tange à gestão. (E) transferência de poder decisório e de recursos do nível central de governo em direção ao níveis regionais e locais. 16. Segundo o Caderno de Informações de Saúde (2010), o município de Boa Vista (RR) apresentou como primeira causa de mortalidade, por grupo de causas, as doenças do aparelho circulatório, seguida pelas causas externas e pelas neoplasias. Mudanças nos padrões de causas de morbidade e mortalidade são características do comportamento: (A) expectativa de vida. (B) transição demográfica. (C) transição epidemiológica. (D) anos potenciais de vida perdidos. (E) mortalidade por causas mal definidas. 17. A Política Nacional de Atenção Básica tem na Saúde da Família sua estratégia prioritária para expansão e consolidação da atenção básica. Com base nessa afirmação, assinale a alternativa INCORRETA. (A) A Equipe de Saúde da Família deve ser composta por, no mínimo, médico generalista ou especialista em saúde da família ou médico de família e comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. (B) A responsabilização sobre a população adscrita, mantendo a coordenação do cuidado mesmo quando esta necessita de atenção em outros pontos de atenção do sistema de saúde é uma das atribuições comuns a todos os membros das equipes de Atenção Básica. (C) Às Secretarias Municipais de Saúde compete desenvolver ações e articular instituições para formação e garantia de educação permanente aos Sistema Único de Saúde - SUS / Saúde Pública www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 8 de 13 profissionais de saúde das equipes de Atenção Básica e das equipes de saúde da família. (D) Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF são constituídos por equipes compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, que devem atuar de maneira integrada e apoiando os profissionais das Equipes de Saúde da Família, realizando atendimento individual ou coletivo. (E) Uma das características do processo de trabalho das equipes de Atenção Básica é o desenvolvimento de ações educativas que possam interferir no processo de saúde-doença da população, no desenvolvimento de autonomia, individual e coletiva, e na busca por qualidade de vida pelos usuários. 18. Em relação ao calendário básico de vacinação da criança, assinale a alternativa correta. (A) A vacina tríplice viral protege a criança contra pneumonia, otite e meningite. (B) Nos prematuros com menos de 36 semanas, a vacina BCG deve ser administrada logo após o nascimento. (C) Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após o recebimento da vacina oral rotavírus humano a dose deve ser repetida. (D) A vacina contra febre amarela deve ser administrada aos 9 meses, nas áreas do país com recomendação para tal. (E) Todos os recém-nascidos devem ser vacinados contra hepatite B com administração em quatro doses: 0, 1, 2 e 6 meses. 19. De acordo com a Portaria n o 204/GM de 29 de janeiro de 2007, os recursos federais destinados às ações e aos serviços de saúde passam a ser organizados e transferidos na forma de blocos de financiamento, quais sejam: (A) Assistência Farmacêutica, Gestão do SUS e Vigilância em Saúde. (B) Atenção Básica, Gestão do SUS e Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. (C) Saúde da Família, Centro de Referência em Saúde do Trabalhador e Compensação de Especificidades Regionais. (D) Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, Vigilância em Saúde e Saúde Bucal. (E) Atenção Básica, Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar e Compensação de Especificidades Regionais. 20. Considerando que as informações originadas nos atendimentos ambulatoriais são imprescindíveis para o planejamento em saúde em prol da população, assinale a alternativa que apresenta um sistema voltado para a gestão de informações sobre o atendimento ambulatorial do SUS: (A) Sistema de Informação de Mortalidade. (B) Gerenciamento de Informações Locais. (C) Sistema de Informações Hospitalares do SUS. (D) Sistema de Informação sobre Agravos de Notificação. (E) Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos. 21. Analise as proposições a seguir e assinale a alternativa correta. I. O Líbano, atualmente, vivencia um conturbado período em que a paz interna é ameaçada. Paz esta que se fragilizou, ainda mais, com a explosão de um carro-bomba no dia 19 de outubro de 2012, em Beirute. Morreram, na explosão, Wissam al Hassanh, chefe de inteligência das forças de segurança internas e mais sete pessoas. II. As tensões libanesas se alimentam da guerra civil na vizinha Síria. III. Apesar de nenhum grupo ter assumido a autoria do ataque, há suspeitas de envolvimento de forças Sírias e seus aliados no Líbano, em especial o Hizbollah. (A) I e III são falsas. (B) Somente a II é falsa. (C) I, II e III são verdadeiras. (D) Somente a I é verdadeira. (E) Somente II e III são verdadeiras. 22. No que concerne à meta de criação de uma união bancária na zona do euro, assinale a alternativa correta. (A) O governo alemão defende o fim do euro como moeda. (B) Grécia e Espanha se recusam a contrair dívidas para enfrentar a crise financeira que abalam suas economias. (C) Angela Merkel se preocupa com o desenvolvimento da união bancária porque teme as eleições alemãs, em dezembro de 2012. (D) A ideia dos “eurobônus” se relaciona à perspectiva de transações financeiras e emissão de títulos de dívidas em conjunto e sem taxações. (E) Há um desacerto entre o governo francês, do presidente FrançoisHollande, e o governo alemão, da chanceler Angela Merkel. O governo francês entende como urgente a criação da supervisão bancária; os alemães, por sua vez, anseiam por maiores poderes centrais para intervir em orçamentos nacionais que descumpram limites de dívida pública e déficits acertados pela UE. Atualidades www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 9 de 13 23. Os atuais presidentes, de dois países da América do Sul, foram guerrilheiros que combateram, pelas armas, as ditaduras que, no passado, se instauraram em seus países. Assinale a alternativa que apresenta os nomes desses presidentes. (A) José Mujica e Dilma Rousseff. (B) Hugo Chaves e Dilma Rousseff. (C) Cristina Kirchner e Hugo Chávez. (D) Dilma Rousseff e Fernando Lugo. (E) Frederico Franco e Fernando Lugo. 24. Analise as proposições a seguir: I. A Comissão Nacional da Verdade, CNV, tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos, praticadas por agentes públicos, ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988. II. A Comissão Nacional da Verdade, CNV, não tem caráter punitivo. III. A Comissão Nacional da Verdade, CNV, pode identificar circunstâncias, instituições e locais relacionados à prática de violação dos Direitos Humanos. IV. A Comissão Nacional da Verdade, CNV, é formada por parlamentares das duas casas do Congresso. V. Os membros da Comissão Nacional da Verdade, CNV, assumem cargos com caráter vitalício. O número de proposições corretas é: (A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4 (E) 5 25. No que concerne ao julgamento da ação penal 470, cujo objeto é o esquema conhecido como “mensalão”, assinale a alternativa correta: (A) A "Mensalão" provocou a ruptura, do então vice- presidente, José Alencar com o presidente Lula. (B) O “Mensalão” foi denunciado, primeiramente, pelo Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB, através do Senador pelo Amazonas, Arthur Virgílio, que não logrou sucesso na eleição posterior. (C) A crise política gerada pelo "Mensalão" levou partidos da base aliada a se separarem do governo, como foi o caso do Partido Comunista do Brasil - PCdoB. (D) A partir da crise política gerada pelo "Mensalão", explica-se o apoio do Senador maranhense José Sarney ao PSDB de José Serra, na eleição que reconduziu Lula à presidência. (E) “Mensalão” foi o nome dado à maior crise política do governo Lula (2003-2010). O nome se refere à compra de votos de parlamentares em votações que favoreceram o governo. A crise derrubou alguns dos principais líderes do Partido dos Trabalhadores - PT, a exemplo do Chefe da Casa Civil, o então Deputado Federal por São Paulo, José Dirceu. 26. Um homem de 25 anos, previamente assinto- mático, apresentou um episódio de síncope enquanto jogava futebol, sem pródromos ou dor torácica. Houve recuperação da consciência após menos de 1 minuto, sem liberação esfincteriana ou outros sintomas associados. Em seguida, procurou assistência médica no pronto-socorro mais próximo. Negava qualquer doença conhecida ou uso de medicamentos e desconhecia sua história familiar porque havia sido adotado na infância. Seu exame físico era completamente normal, sem alterações à ausculta cardíaca mesmo após realização da manobra de Valsalva. Também não apresentava alterações no hemograma ou elevação de enzimas cardíacas. Foi realizado um eletrocardiograma e as derivações precordiais encontram-se a seguir. O diagnóstico mais provável é: (A) Miocardite. (B) Síndrome de Brugada. (C) Miocardiopatia hipertrófica. (D) Bloqueio atrioventriuclar total intermitente. (E) Displasia arritmogênica do ventrículo direito. 27. Paciente de 53 anos, masculino, portador de pancreatite aguda evoluindo com episódios de hipoxemia, broncoespasmo e sinais de hipertensão pulmonar grave ao ecocardiograma (pressão sistólica da artéria pulmonar estimada entre 65 e 70 mmHg). A cintilografia pulmonar revelou áreas de hipoperfusão difusas, tipo "queijo suíço", e a tomografia helicoidal do tórax não evidenciou a presença de imagens sugestivas de trombos nos segmentos arteriais proximais. A profilaxia da trombose venosa profunda (TVP) era adequada. Nesse contexto, assinale a afirmativa correta. (A) Podemos corroborar o diagnóstico de tromboem- bolismo pulmonar e iniciar a infusão de trombo- líticos. Conhecimento Específico www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 10 de 13 (B) O diagnóstico de tromboembolismo pulmonar não pode ser descartado, pois os tromboêmbolos podem ser periféricos e múltiplos. (C) A heparinização sistêmica deve ser iniciada imediatamente e mantida enquanto se aguarda a realização da arteriografia pulmonar para confirmação diagnóstica. (D) A cintilografia pulmonar não apresenta critérios de alta probabilidade para o diagnóstico de trombo- embolismo pulmonar. As múltiplas áreas de hipo- perfusão tipo "queijo suíço" sugerem ação de mediadores vasoconstritores locais, agravando a hipoxemia e a hipertensão pulmonar. Além disso, um segundo exame diagnóstico também não confirmou tal hipótese. (E) Em razão de riscos de sangramento associados à heparinização sistêmica, está indicada a colocação do filtro da veia cava inferior e de meias elásticas de compressão graduada. 28. Das alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO é encontrada no ecocardiograma após episódio de cardite reumática. (A) Fusão das cordas de valvas atrioventriculares. (B) Fusão de comissuras das valvas atrioventriculares. (C) Alongamento de cordas de valvas atrioventricu- lares. (D) Redução da mobilidade da cúspide mural da valva mitral. (E) Espessamento de cúspides e de válvulas semilunares. 29. A coarctação da aorta está associada com maior frequência a: (A) atresia tricúspide. (B) tetralogia de Fallot. (C) tronco arterial comum persistente. (D) síndrome da hipoplasia do coração esquerdo. (E) comunicação interventricular com atresia pulmonar. 30. Síndrome cardiorrenal (SCR) refere-se a um estado em que um rim relativamente normal está disfuncionante devido a uma patologia cardíaca e esse órgão voltaria a funcionar normalmente caso fosse possível corrigir a patologia cardíaca. Sobre essa síndrome é correto afirmar que: (A) a SCR tipo 1 caracteriza-se por uma disfunção cardíaca aguda que leva a uma lesão renal aguda. (B) a SCR tipo 2 caracteriza-se por uma disfunção cardíaca aguda que leva a uma lesão renal aguda. (C) a hipertensão venosa renal secundária à congestão sistêmica grave não parece contribuir para a etiopatogenia dessa síndrome. (D) a SCR tipo 5, ou síndrome renocárdica crônica, foi definida pela presença combinada de disfunção cardíaca e renal devido a doenças sistêmicas agudas ou crônicas. (E) a piora da função renal durante um episódio de descompensação da insuficiência cardíaca tem emergido como um preditor de mortalidade hospitalar, porém está presente em menos de 10% dos pacientes internados com insuficiência cardíaca. 31. Em relação à ressuscitação cerebral, podemos afirmar, corretamente, que: (A) em fases precoces, a hiperglicemia ou hipotermia não pioram o dano cerebral. (B) deve-se hiperventilar ospacientes para manter hipocapnia e a PaO2 em torno de 100 mmHg. (C) durante a parada cardiorrespiratória há completa depleção das reservas de O2 e glicose em cerca de cinco minutos. (D) estudos realizados com hipotermia acentuada (28°C a 32°C) têm demonstrado efeitos benéficos na prevenção do dano cerebral. (E) as novas diretrizes para a ressuscitação cerebral propõe a hiperventilação para prevenção de edema cerebral pós parada cardiorrespiratória. 32. A insuficiência cardíaca é uma das condições clínicas mais frequentemente encontradas na prática médica, independentemente da especialidade. Apesar de diversos exames complementares serem capazes de analisar e quantificar a função ventricular, a insuficiência cardíaca é um diagnóstico clínico, realizado através da combinação de diversos sinais e sintomas. Segundo os critérios de Framingham, dos pacientes a seguir, aquele que pode ser diagnosticado com insuficiência cardíaca é: (A) um homem de 60 anos, diabético, tabagista com história de 2 infartos do miocárdio prévios, referindo ortopnéia e apresentando turgência jugular patológica e terceira bulha ao exame físico. (B) um homem de 70 anos, tabagista de longa data, com queixa de dispnéia aos esforços e ausculta pulmonar revelando sibilos difusos. (C) um homem de 32 anos referindo 2 episódios de síncope enquanto jogava futebol, com um sopro sistólico em borda esternal esquerda que aumenta com a manobra de Valsalva. (D) uma mulher de 64 anos, com diabetes, hipertensão arterial e obesidade referindo cansaço aos esforços com presença de quarta bulha e edema simétrico de membros inferiores ao exame físico. (E) uma mulher de 52 anos, com hipertensão arterial em tratamento irregular há 10 anos e história de edema agudo de pulmão hipertensivo, apresentando ictus do ventrículo esquerdo tópico, propulsivo, com onda pré-sistólica palpável, sem ruídos adventícios pulmonares, porém com edema simétrico de membros inferiores. 33. Uma mulher de 40 anos é atendida durante uma consulta de rotina. Ela nega qualquer doença, assim como uso de medicamentos, tabagismo ou etilismo. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 11 de 13 Alega que durante sua infância teve muitas faringites, além de ter tido um episódio de “reumatismo” com cerca de 15 anos de idade. Nunca procurou atendimento médico e no momento está assintomática, afirmando gostar de andar de bicicleta na praia. O exame físico cardiovascular revelou: Ictus de VE e VD impalpáveis, choque valvar de primeira bulha palpável, RCR, 2T, BNF, B1 hiperfonética, ruflar diastólico em FM 2+/6+ com estalido de abertura mitral audível e afastado da segunda bulha. Ausência de TJP. A ausculta pulmonar estava normal e não havia edema periférico. De acordo com o quadro descrito, assinale a alternativa que descreveria os achados ecocardio- gráficos mais prováveis para o caso. (A) Insuficiência mitral leve com função ventricular esquerda preservada. (B) Estenose mitral grave sem calcificação valvar, com hipertensão arterial pulmonar. (C) Estenose mitral grave com calcificação valvar, sem hipertensão arterial pulmonar. (D) Estenose mitral leve com calcificação valvar e hipertensão arterial pulmonar. (E) Estenose mitral leve sem calcificação valvar ou hipertensão arterial pulmonar. 34. Devemos sempre lembrar que quando administramos um medicamento ele não irá agir somente da forma desejada, e muitas vezes os efeitos desconhecidos da droga traduzem-se em eventos adversos clinicamente relevantes. No contexto de intervenções utilizadas no controle de fatores de risco cardiovasculares, demonstram uma associação entre o medicamento e o potencial efeito adverso, EXCETO: (A) aspirina e câncer gástrico. (B) hidroclorotiazida e pancreatite. (C) rosuvastatina e diabetes mellitus. (D) rosiglitazona e infarto agudo do miocárdio. (E) dexfenfluramina e hipertensão arterial pulmonar. 35. Uma mulher de 65 anos com hipertensão arterial controlada com hidroclorotiazida 25mg/d comparece à emergência referindo dor torácica retroesternal em aperto de início há 90 minutos, associada à dispnéia. Ela refere que era previamente assintomática, e que a dor começou após ser informada do falecimento de seu irmão. Ao exame: Lúcida, orientada, taquidispnéica em ar ambiente, corada, acianótica, anictérica, afebril. FC: 106 bpm; PA: 140x90 mmHg. AR: MVUA com crepitação até os 2/3 superiores bilateralmente. ACV: Ictus de VE e VD impalpáveis, RCR 3T (B3), BNF, sem sopros. O restante do exame físico foi normal. Neste momento foi imediatamente realizado um ECG que mostrou supradesnível de 2mm do segmento ST de V1-V4. A paciente foi então transferida ao serviço de hemodinâmica, 3 horas após o início da dor e com os sintomas ainda presentes. Durante o exame não foram evidenciadas lesões coronarianas obstrutivas. Em seguida foi feito um ecocardiograma transtorácico que mostrou disfunção sistólica moderada do ventrículo esquerdo, com acinesia apical e hipercinesia das porções basais. As medidas de CK-massa e troponina I após 8 horas de evolução revelaram pequenas elevações acima do limite superior. A paciente foi tratada clinicamente com as medidas terapêuticas adequadas para o controle da congestão pulmonar e dor torácica, permanecendo assintomática após o evento. Duas semanas depois, o ecocardiograma foi repetido e as alterações descritas anteriormente não estavam presentes. A paciente então recebeu alta hospitalar assintomática e com a recuperação total da função cardíaca. De acordo com a evolução clínica descrita o diagnóstico mais provável é: (A) síndrome X. (B) miocardite viral. (C) angina de Prinzmetal. (D) miocardiopatia adrenérgica. (E) síndrome coronariana aguda com supra de ST. 36. Uma mulher de 42 anos sem comorbidades conhecidas comparece ao consultório de cardiologia com queixa de palpitações. Ela refere que nos últimos três meses vem apresentando cerca de 2 episódios semanais de palpitação, acompanhados de pré- síncope, sem dor torácica, e com duração de quase 1 minuto. Nas últimas duas semanas, relata que em duas ocasiões perdeu completamente a consciência: a primeira ocorreu enquanto estava urinando no banheiro e a segunda enquanto estava almoçando. Nos dois episódios acordou no chão sem se recordar da queda. Nega qualquer sintoma premonitório como náuseas, sudorese ou sensação de calor. Nega também uso de qualquer medicamento ou droga ilícita. Relata ganho de peso nos últimos meses, não quantificado. Ao exame: Lúcida, orientada, fácies mixedematosa, pele seca, cabelos quebradiços, madarose, acianótica, anictérica, hipocorada (+/4+). Equimoses nos membros superiores, devido ao trauma das síncopes. FC: 50 bpm; PA: 130x92 mmHg. Tireóide de consistência fibroelástica, com aumento difuso, indolor, sem sopros. Presença de edema perimaleolar bilateral +/4+ e lentificação da fase de relaxamento do reflexo aquileu bilateralmente. Restante do exame físico normal. Um eletrocardiograma realizado no momento da consulta revelou bradicardia sinusal, baixa voltagem e prolongamento do intervalo QT (QTc 520ms). Das alternativas a seguir, o diagnóstico mais provável do quadro acima e o tratamento definitivo mais indicado, respectivamente é: (A) Síncope neurocardiogênica / beta-bloqueadores. (B) Bloqueio atrioventricular total / marcapasso defini- tivo. (C) Taquicardia ventricular fascicular / bloqueadores de canais de cálcio. (D) Síndrome de QT longo congênito / cardiodesfibri- lador implantável. (E) Taquicardia ventricular polimórfica associada aohipotireoidismo / reposição de hormônio tireoidiano. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 12 de 13 37. Um paciente de 50 anos com hipertensão arterial sistêmica, diabetes, insuficiência renal crônica em tratamento conservador, obesidade e dislipidemia apresenta queixa de dor torácica retroesternal aos esforços há cerca de 3 meses, sem dispnéia. Foi então estratificado com uma cintilografia miocárdica que acusou isquemia septo-apical, apical e ínfero-apical, com função ventricular normal. Posteriormente foi submetido a uma coronariografia que mostrou uma lesão única de 80% no terço proximal de artéria descendente anterior. No mesmo procedimento foi realizada uma angioplastia da lesão com implante de um stent farmacológico, com sucesso angiográfico final. Após o procedimento houve alívio completo dos sintomas e o paciente permaneceu em uso de AAS, clopidogrel, sinvastatina, atenolol, captopril e insulina NPH. Cerca de 3 meses após a intervenção o paciente apresentou um quadro febril agudo com mialgia, petéquias e prostração intensa. Após ser diagnosticado com dengue, o paciente foi orientado a cessar o uso do clopidogrel e AAS, mas permanecer utilizando as outras medicações. Uma semana após tal orientação, o mesmo evoluiu com uma dor torácica súbita enquanto assistia televisão, de forte intensidade, associada à dispnéia, sudorese fria e lipotímia. Foi imediatamente levado por seus familiares ao pronto-socorro, onde chegou com sinais clínicos de choque, evoluindo ao óbito após poucas horas de atendimento. A causa mais provável do quadro apresentando é: (A) reestenose de stent. (B) trombose tardia de stent. (C) tromboembolismo pulmonar. (D) choque hipovolêmico devido à dengue. (E) instabilização de uma nova placa em outro vaso coronariano. 38. São tipos de lesões em paciente com endocardite infecciosa mostradas nas figuras "A" e "B", respectivamente: FIGURA A FIGURA B (A) A – petéquia, B- nódulo de Osler. (B) A – “splinter”, B – nódulo de Osler. (C) A – “splinter”, B – lesão de Janeway. (D) A – petéquia, B – lesão de Janeway. (E) A – mancha de Roth, B – nódulo de Osler. 39. Paciente do sexo feminino, 56 anos, portadora de hipercolesterolemia, é admitida na Unidade Coronária com quadro de dor torácica de início agudo, prolongada, intensa, constritiva e acompanhada de sudorese. O ECG registrado na ocasião da internação é a seguir apresentado. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMzowMCAtMDMwMA== PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR CONCURSO PÚBLICO - Edital N o 0001/2012 Cargo: Médico Cardiologista Página 13 de 13 O diagnóstico e a terapêutica a ser empregada para essa paciente, considerando que no momento seu T é de 1 hora, que não há evidências de instabilidade hemodinâmica e que o centro mais próximo para realizar angioplastia primária está a cerca de 1 hora de ambulância, são, respectivamente: (A) infarto anterior e imediata fibrinólise com estreptoquinase. (B) infarto anterior extenso e imediata fibrinólise com TNK-tPA. (C) infarto de ventrículo direito e angioplastia facilitada por infusão de metade da dose de rt-PA. (D) infarto sem onda Q e infusão por período de 12 horas de inibidor do receptor glico-protéico IIb/IIIa. (E) infarto ântero-septal e transferência para centro com laboratório de hemodinâmica para angioplastia primária. 40. GSP, 50 anos, sexo feminino, admitida com infarto agudo do miocárdio em região ínfero-latero-dorsal, submetida à revascularização percutânea primária com sucesso inicial, iniciou no terceiro dia pós-infarto dor precordial com irradiação para pescoço e dorso, com piora à inspiração profunda, sem alterações à ausculta. O eletrocardiograma obtido no momento da dor está representado na Fig. 1. Com relação ao diagnóstico, todas as afirmações estão corretas, EXCETO: (A) pode ser necessário novo cateterismo para definição do quadro. (B) elevação de troponina I exclui o diagnóstico de embolia pulmonar. (C) devemos realizar imediatamente um angiografia do tórax para definição diagnóstica. (D) o diagnóstico deve considerar a possibilidade de reinfarto, embolia pulmonar e pericardite. (E) eletrocardiogramas seriados e ecocardiograma são importantes para a confirmação diagnóstica. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VHVlLCAxNCBTZXAgMjAyMSAwNjozMjo1NyAtMDMwMA== Código Nome 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 # 36 37 38 39 40 NM - 01 Técnico em Enfermagem E B D A D B D A A C D B E E C C E E B C B A C A D E E C E B D A B D A B D C C A NM - 02 Técnico em Laboratório E B D A D B D A A C D B E E C C E E B C B A C A D E A D A D B D C E B C A C E B NM - 03 Técnico em Nutrição e Dietética E B D A D B D A A C D B E E C C E E B C B A C A D E C D E D A B B A C E D C B A NM - 04 Técnico em Patologia E B D A D B D A A C D B E E C C E E B C B A C A D C D D D E A E D B C B A A B E NM - 05 Técnico em Radiologia E B D A D B D A A C D B E E C C E E B C B A C A D A B C D B A E A D C E B E D C NM - 06 Técnico em Saúde Bucal E B D A D B D A A C D B E E C C E E B C B A C A D D C B D D A E D E B E B A B C NS - 01 Assistente Social D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A C B A B E E D D D A E B C C NS - 02 Biólogo D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E (*) B D A (*) A D E C A D C C E E NS - 03 Biomédico D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B C E E D E D A E C B D C B A NS - 04 Bioquímico D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D A D B B A D E B C C E A A C NS - 05 Cirurgião Dentista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B D C A C B B D A A D B E A E NS - 06 Enfermeiro D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B D C A C B B D A C E E D A E NS - 07 Farmacêutico D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D D A A E C D A B B B C E E C NS - 08 Fisoterapeuta D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A B A D B A B A A B B A C C D NS - 09 Fonoaudiólogo D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D A A D A D C B E B E C B E C NS - 10 Médico Veterinário D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D A A B C B C B E B A C E D E NS - 11 Nutricionista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E D D A C B E C E B A D D C B NS - 12 Psicólogo D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E C A C A E B C A E C B B D D E NS - 13 Terapeuta Ocupacional D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B C E E A A C C B B D B D D E NS - 14 Médico Anestesiologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B C A B C D D C D E E A E E A NS - 15 Médico Cardiologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E D C D A C A E A D E B C B B NS - 16 Médico Cirurgião D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A B B D A D C B E B E C E A C NS - 17 Médico Cirurgião Pediátrico D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A A C E B A E C D B D B E A D NS - 18 Médico Cirurgião Plástico D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E C A D D C B A A E C D E B D E NS - 19 Médico Citopatologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E A D C B A B D D E B A C E C NS - 20 Médico Clínico Geral D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E C B E D A B A C D E A E B C D NS - 21 MédicoDermatologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A B D E E C C B C A A E D B D NS - 22 Médico do Trabalho D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A B C B A D E A D C E E C B D NS - 23 Médico Gastroenterologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E C E E C B C D A E D B B D A NS - 24 Médico Gineco/Obstetra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E E A C C A C B B D D A D D E NS - 25 Médico Infectologista / HematologistaD A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B A D B C A B D E E A C D E C NS - 26 Médico Mastologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E C B E C D A C A E D E C C E E NS - 27 Médico Nefrologista Pediatra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B E E D E E D B B A C C A D A NS - 28 Médico Neuro Pediatra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E C D B E B D E C E C D A B A C NS - 29 Médico Neuro Cirurgião D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A C B A E B C B D C A D E E D NS - 30 Médico Neurologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E A D E D B B A E D C C B C E NS - 31 Médico Oftalmologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E C D D E B B A C B C E E B E A NS - 32 Médico Ortopedista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A B B C E C A B D E A C A E D NS - 33 Médico Otorrinolaringologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D D E E B E C A C A B C C D A NS - 34 Médico Pediatra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B C A D B E B B A A C D E E C NS - 35 Médico Pneumologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D C A D B C E B A D E C B E E NS - 36 Médico Pneumopediatra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A C D A B B E A D E E B C C B NS - 37 Médico Psiquiatra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E D C B D A E C A E D C A C B E NS - 38 Médico Radiologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E A B D B C E B A D C A E C D E NS - 39 Médico Urologista D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E B D A E B C A E B A C E C E A NS - 40 Médico Urologista Pediatra D A B D C E B E A C D B B A E C D D A B C E A C E E B C E A D A E C C B A D D E (*) Anuladas Questões Prefeitura Municipal de Boa Vista - RR - Concurso Público da Secretaria Municipal de Saúde - Edital No. 0001/2012 - Gabaritos Cargo www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br www.pciconcursos.com.br