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Prova CRFSP - VUNESP - 2009 - para Consultor Contábil.pdf

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Questões resolvidas

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
De acordo com o autor do texto, as dificuldades de comunicação que vivenciou na Alemanha
(A) são facilmente transpostas quando se trata de explicar a variação climática no Brasil, mas emperram quando se trata do sentido das palavras.
(B) dizem respeito à explicação da variação climática no Brasil e também à de sutilezas de sentido de palavras que, em português, têm a mesma origem.
(C) limitam-se às questões linguísticas, uma vez que a língua portuguesa não contempla as nuances de sentido tão frequentes na língua alemã.
(D) revelam que o Brasil é um país de grandes contradições internas, seja quanto ao seu clima, seja quanto ao uso da língua portuguesa.
(E) deixam de ser um problema cultural quando se percebe que, na língua alemã, as palavras têm o mesmo significado que na portuguesa.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
Segundo o texto,
(A) as variações de sentido de uma palavra mostram a falta de recursos da língua para expressar afetividade.
(B) a conotação que a palavra povão recebe quando remete à ideia de força e de independência é positiva.
(C) termos como Volk e povão normalmente são empregados em sentido pejorativo, longe do conceito de caráter nacional.
(D) na palavra povinho, o diminutivo inho agrega uma conotação positiva, ligada à ideia de carinho e afeto.
(E) há uma surpreendente simetria na relação entre povo e povinho, quando se comparam o português e o alemão.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
De acordo com o texto, o diminutivo “inho”, para o estrangeiro, assim como para nós, é quase sempre associado a carinho e afeto. Esse emprego se comprova em:
(A) Ao entrar no apartamento, sentiu que aquilo era um ovinho de tão pequeno e apertado. Por fim, o negócio não saiu.
(B) Se você pensa que me caso e vou morar naquela casinha longe do centro e de tudo, está completamente enganado.
(C) Seu sonho era ter uma Ferrari. Nada desses carrinhos de motor de 1000 cilindradas, que quase nem andam.
(D) O advogado de Tanaka era um homenzinho mal encarado, sem muito pudor para expressar seus pontos de vista.
(E) Meu pai era um velhinho engraçado, que passava horas ao meu lado contando as histórias de sua juventude.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
Com base na oração – há cidades onde faz frio, geia e até pode nevar no inverno – analise as afirmacoes.
I. O verbo haver é impessoal, por isso está na 3.ª pessoa do singular. Se fosse substituído por existir, este ficaria na 3.ª pessoa do plural.
II. O verbo fazer está na 3.ª pessoa do singular, concordando com frio. Substituindo frio por dias frios, o verbo assumiria a forma fazem.
III. Assim como o verbo gear, o verbo passear tem a mesma flexão na 3.ª pessoa do singular: passeia.
(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) I e III, apenas.
(E) I, II e III.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
Os termos aliás e pois, destacados no segundo parágrafo do texto, expressam, respectivamente, sentido de
(A) retificação e explicação.
(B) inclusão e conclusão.
(C) adversidade e concessão.
(D) inclusão e explicação.
(E) síntese e correção.

Leia a tirinha para responder às questões de números 06 e 07.
Os espaços no segundo quadrinho devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com
(A) castigá-los ... devolvendo-lhes
(B) castigar-lhes ... devolvendo-os
(C) castigar eles ... devolvendo-nos
(D) castigá-los ... devolvendo-os
(E) castigar-lhes ... devolvendo-lhes

Leia a tirinha para responder às questões de números 06 e 07.
Em – tolices dos evolucionistas – e – tudo de novo – a preposição “de” forma expressões cujos sentidos são, respectivamente, de
(A) modo e intensidade.
(B) causa e consequência.
(C) posse e tempo.
(D) modo e causa.
(E) posse e intensidade.

As questões de números 08 e 09 baseiam-se em trechos do texto Novas Formalidades, de Marcos Nobre, publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 13.01.2009.
É comum ouvir que celulares são instrumentos da nova barbárie. Que a vida privada das pessoas em público, que incomodam quem está em volta, que ninguém mais respeita ninguém e por aí vai. Com internet e e-mail, a mesma coisa. Pessoas escrevem o que pela cabeça, querem resposta para ontem, ou, ao contrário, demoram demais para responder.
(A) expõem ... se passam
(B) expõe ... passam-lhes
(C) expõem ... lhes passam
(D) expõe ... passa-se
(E) expõem ... lhes passa

As questões de números 08 e 09 baseiam-se em trechos do texto Novas Formalidades, de Marcos Nobre, publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 13.01.2009.
A impressão que dá é que muita gente gostaria de voltar velhas formas de sociabilidade. Como a da falecida formalidade da carta postal, que permitia um distanciamento, uma proteção tanto para remetente como para destinatário. Esse saudosismo supõe que o contato humano padrão ainda seja o do encontro face face, quando ele se tornou apenas um entre vários tipos de contato . Já não tem primazia.
(A) às ... à ... possível
(B) a ... a ... possíveis
(C) à ... à ... possível
(D) as ... a ... possíveis
(E) a ... à ... possível

Na sequência do texto de Marcos Nobre, lê-se: A cultura virtual acirrou um elemento que já vem de longe, pelo menos desde a década de 1960: o da necessidade de expressar um “eu” verdadeiro e autêntico. Ainda bem que muitas pessoas no fundo não se convencem de que suas expressões individuais sejam assim tão sensacionais como nos filmes e na propaganda.
O sinônimo de acirrou e o antônimo de autêntico são, respectivamente,
(A) priorizou e cindido.
(B) incitou e fidedigno.
(C) provocou e conturbado.
(D) estimulou e insincero.
(E) autorizou e genuíno.

Leia as Demonstrações Contábeis a seguir para resolver às questões de números 18 a 22.
O retorno sobre o investimento total para 2008 é
(A) 14,87%
(B) 16,16%
(C) 17,79%
(D) 18,01%
(E) 18,83%

Assim, uma VPM desfavorável ocorrerá quando
(A) (PR x QR) > ( PP x QR).
(B) (QR x PR) > ( QP x PP).
(C) (PR x QP) > ( QP x PP).
(D) (PP x QR) > ( PP x QP).
(E) (PR - PP)QR < zero.

Assim, uma VEMO favorável ocorrerá quando
(A) (HR – HP)TP > zero.
(B) (HR x TR) > (HR x TP).
(C) (HR x TR) > (HP x TP).
(D) (HP x TP) > (HR x TR).
(E) (HR x TP) < (HP x TP).

Segundo os princípios fundamentais de contabilidade, o reconhecimento das despesas de juros de um CDB emitido deve se dar
(A) apenas no vencimento do CDB.
(B) parte na emissão e parte no vencimento do CDB.
(C) nos balancetes periódicos, conforme a ocorrência.
(D) apenas na emissão do CDB.
(E) apenas no resgate do CDB.

Você acabou de ganhar uma questão na justiça em que o governo de seu Estado promete pagar com certeza o valor de R$ 10 milhões, daqui a dez anos. Sabendo que no mercado pode-se negociar o título a uma taxa de desconto de 12% a. a. (fator 0,322), composta, você receberá agora, se negociar, o valor de R$
(A) 2.576.000.
(B) 3.220.000.
(C) 4.670.000.
(D) 6.780.000.
(E) 9.678.000.

Você pretende acumular uma quantia para comprar seu carro novo, a resgatar, daqui a dez anos, em uma cooperativa de crédito, que remunera a taxa de juros anual de 12% (fator 17,549), composta. Você deve depositar por ano o valor de R$ 500 e terá ao final do período o montante de R$
(A) 10.134,50.
(B) 9.877,45.
(C) 9.438,50.
(D) 8.774,50.
(E) 7.834,50.

Foi oferecido a você um pagamento de R$ 5.000 para daqui a 4 anos, mediante um depósito feito agora. Se seu custo de oportunidade for de 10% a.a.(fator 0,683), composto, o valor que você deve atribuir a essa oportunidade é de R$
(A) 2.545.
(B) 2.895.
(C) 3.415.
(D) 3.935.
(E) 4.135.

O método de custeio em que se sustenta o cálculo do Valor Econômico Adicionado (EVA) é o
(A) Total.
(B) Direto.
(C) Variável.
(D) Padrão.
(E) Retrocedido.

O método de custeio em que se sustenta o cálculo do lucro econômico da abordagem GECON é o
(A) Padrão.
(B) Direto Padrão.
(C) Pleno.
(D) Absorção.
(E) ABC.

As normas de auditoria geralmente aceitas, relativas à pessoa do auditor, referem-se à
(A) competência profissional, planejamento e supervisão.
(B) avaliação do controle interno, execução do trabalho e sigilo.
(C) zelo profissional, execução do trabalho e supervisão.
(D) competência, treinamento e zelo profissional.
(E) demonstrações contábeis, controle interno e sigilo.

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Questões resolvidas

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
De acordo com o autor do texto, as dificuldades de comunicação que vivenciou na Alemanha
(A) são facilmente transpostas quando se trata de explicar a variação climática no Brasil, mas emperram quando se trata do sentido das palavras.
(B) dizem respeito à explicação da variação climática no Brasil e também à de sutilezas de sentido de palavras que, em português, têm a mesma origem.
(C) limitam-se às questões linguísticas, uma vez que a língua portuguesa não contempla as nuances de sentido tão frequentes na língua alemã.
(D) revelam que o Brasil é um país de grandes contradições internas, seja quanto ao seu clima, seja quanto ao uso da língua portuguesa.
(E) deixam de ser um problema cultural quando se percebe que, na língua alemã, as palavras têm o mesmo significado que na portuguesa.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
Segundo o texto,
(A) as variações de sentido de uma palavra mostram a falta de recursos da língua para expressar afetividade.
(B) a conotação que a palavra povão recebe quando remete à ideia de força e de independência é positiva.
(C) termos como Volk e povão normalmente são empregados em sentido pejorativo, longe do conceito de caráter nacional.
(D) na palavra povinho, o diminutivo inho agrega uma conotação positiva, ligada à ideia de carinho e afeto.
(E) há uma surpreendente simetria na relação entre povo e povinho, quando se comparam o português e o alemão.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
De acordo com o texto, o diminutivo “inho”, para o estrangeiro, assim como para nós, é quase sempre associado a carinho e afeto. Esse emprego se comprova em:
(A) Ao entrar no apartamento, sentiu que aquilo era um ovinho de tão pequeno e apertado. Por fim, o negócio não saiu.
(B) Se você pensa que me caso e vou morar naquela casinha longe do centro e de tudo, está completamente enganado.
(C) Seu sonho era ter uma Ferrari. Nada desses carrinhos de motor de 1000 cilindradas, que quase nem andam.
(D) O advogado de Tanaka era um homenzinho mal encarado, sem muito pudor para expressar seus pontos de vista.
(E) Meu pai era um velhinho engraçado, que passava horas ao meu lado contando as histórias de sua juventude.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
Com base na oração – há cidades onde faz frio, geia e até pode nevar no inverno – analise as afirmacoes.
I. O verbo haver é impessoal, por isso está na 3.ª pessoa do singular. Se fosse substituído por existir, este ficaria na 3.ª pessoa do plural.
II. O verbo fazer está na 3.ª pessoa do singular, concordando com frio. Substituindo frio por dias frios, o verbo assumiria a forma fazem.
III. Assim como o verbo gear, o verbo passear tem a mesma flexão na 3.ª pessoa do singular: passeia.
(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) I e III, apenas.
(E) I, II e III.

Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de números 01 a 05.
Os termos aliás e pois, destacados no segundo parágrafo do texto, expressam, respectivamente, sentido de
(A) retificação e explicação.
(B) inclusão e conclusão.
(C) adversidade e concessão.
(D) inclusão e explicação.
(E) síntese e correção.

Leia a tirinha para responder às questões de números 06 e 07.
Os espaços no segundo quadrinho devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com
(A) castigá-los ... devolvendo-lhes
(B) castigar-lhes ... devolvendo-os
(C) castigar eles ... devolvendo-nos
(D) castigá-los ... devolvendo-os
(E) castigar-lhes ... devolvendo-lhes

Leia a tirinha para responder às questões de números 06 e 07.
Em – tolices dos evolucionistas – e – tudo de novo – a preposição “de” forma expressões cujos sentidos são, respectivamente, de
(A) modo e intensidade.
(B) causa e consequência.
(C) posse e tempo.
(D) modo e causa.
(E) posse e intensidade.

As questões de números 08 e 09 baseiam-se em trechos do texto Novas Formalidades, de Marcos Nobre, publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 13.01.2009.
É comum ouvir que celulares são instrumentos da nova barbárie. Que a vida privada das pessoas em público, que incomodam quem está em volta, que ninguém mais respeita ninguém e por aí vai. Com internet e e-mail, a mesma coisa. Pessoas escrevem o que pela cabeça, querem resposta para ontem, ou, ao contrário, demoram demais para responder.
(A) expõem ... se passam
(B) expõe ... passam-lhes
(C) expõem ... lhes passam
(D) expõe ... passa-se
(E) expõem ... lhes passa

As questões de números 08 e 09 baseiam-se em trechos do texto Novas Formalidades, de Marcos Nobre, publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 13.01.2009.
A impressão que dá é que muita gente gostaria de voltar velhas formas de sociabilidade. Como a da falecida formalidade da carta postal, que permitia um distanciamento, uma proteção tanto para remetente como para destinatário. Esse saudosismo supõe que o contato humano padrão ainda seja o do encontro face face, quando ele se tornou apenas um entre vários tipos de contato . Já não tem primazia.
(A) às ... à ... possível
(B) a ... a ... possíveis
(C) à ... à ... possível
(D) as ... a ... possíveis
(E) a ... à ... possível

Na sequência do texto de Marcos Nobre, lê-se: A cultura virtual acirrou um elemento que já vem de longe, pelo menos desde a década de 1960: o da necessidade de expressar um “eu” verdadeiro e autêntico. Ainda bem que muitas pessoas no fundo não se convencem de que suas expressões individuais sejam assim tão sensacionais como nos filmes e na propaganda.
O sinônimo de acirrou e o antônimo de autêntico são, respectivamente,
(A) priorizou e cindido.
(B) incitou e fidedigno.
(C) provocou e conturbado.
(D) estimulou e insincero.
(E) autorizou e genuíno.

Leia as Demonstrações Contábeis a seguir para resolver às questões de números 18 a 22.
O retorno sobre o investimento total para 2008 é
(A) 14,87%
(B) 16,16%
(C) 17,79%
(D) 18,01%
(E) 18,83%

Assim, uma VPM desfavorável ocorrerá quando
(A) (PR x QR) > ( PP x QR).
(B) (QR x PR) > ( QP x PP).
(C) (PR x QP) > ( QP x PP).
(D) (PP x QR) > ( PP x QP).
(E) (PR - PP)QR < zero.

Assim, uma VEMO favorável ocorrerá quando
(A) (HR – HP)TP > zero.
(B) (HR x TR) > (HR x TP).
(C) (HR x TR) > (HP x TP).
(D) (HP x TP) > (HR x TR).
(E) (HR x TP) < (HP x TP).

Segundo os princípios fundamentais de contabilidade, o reconhecimento das despesas de juros de um CDB emitido deve se dar
(A) apenas no vencimento do CDB.
(B) parte na emissão e parte no vencimento do CDB.
(C) nos balancetes periódicos, conforme a ocorrência.
(D) apenas na emissão do CDB.
(E) apenas no resgate do CDB.

Você acabou de ganhar uma questão na justiça em que o governo de seu Estado promete pagar com certeza o valor de R$ 10 milhões, daqui a dez anos. Sabendo que no mercado pode-se negociar o título a uma taxa de desconto de 12% a. a. (fator 0,322), composta, você receberá agora, se negociar, o valor de R$
(A) 2.576.000.
(B) 3.220.000.
(C) 4.670.000.
(D) 6.780.000.
(E) 9.678.000.

Você pretende acumular uma quantia para comprar seu carro novo, a resgatar, daqui a dez anos, em uma cooperativa de crédito, que remunera a taxa de juros anual de 12% (fator 17,549), composta. Você deve depositar por ano o valor de R$ 500 e terá ao final do período o montante de R$
(A) 10.134,50.
(B) 9.877,45.
(C) 9.438,50.
(D) 8.774,50.
(E) 7.834,50.

Foi oferecido a você um pagamento de R$ 5.000 para daqui a 4 anos, mediante um depósito feito agora. Se seu custo de oportunidade for de 10% a.a.(fator 0,683), composto, o valor que você deve atribuir a essa oportunidade é de R$
(A) 2.545.
(B) 2.895.
(C) 3.415.
(D) 3.935.
(E) 4.135.

O método de custeio em que se sustenta o cálculo do Valor Econômico Adicionado (EVA) é o
(A) Total.
(B) Direto.
(C) Variável.
(D) Padrão.
(E) Retrocedido.

O método de custeio em que se sustenta o cálculo do lucro econômico da abordagem GECON é o
(A) Padrão.
(B) Direto Padrão.
(C) Pleno.
(D) Absorção.
(E) ABC.

As normas de auditoria geralmente aceitas, relativas à pessoa do auditor, referem-se à
(A) competência profissional, planejamento e supervisão.
(B) avaliação do controle interno, execução do trabalho e sigilo.
(C) zelo profissional, execução do trabalho e supervisão.
(D) competência, treinamento e zelo profissional.
(E) demonstrações contábeis, controle interno e sigilo.

Prévia do material em texto

pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VGh1LCAxNiBTZXAgMjAyMSAxMzoxMjozMyAtMDMwMA==
SELEÇÃO PÚBLICA
7. PROVA OBJETIVA
CONSULTOR CONTÁBIL
INSTRUÇÕES
VOCÊ RECEBEU SUA FOLHA DE RESPOSTAS E ESTE CADERNO CONTENDO 50 QUESTÕES OBJETIVAS.
CONFIRA SEU NOME E NÚMERO DE INSCRIÇÃO IMPRESSOS NA CAPA DESTE CADERNO.
LEIA CUIDADOSAMENTE AS QUESTÕES E ESCOLHA A RESPOSTA QUE VOCÊ CONSIDERA CORRETA.
RESPONDA A TODAS AS QUESTÕES.
ASSINALE NA FOLHA DE RESPOSTAS, COM CANETA DE TINTA AZUL OU PRETA, A ALTERNATIVA QUE JULGAR CERTA.
A DURAÇÃO DA PROVA É DE 3 HORAS.
A SAÍDA DO CANDIDATO DO PRÉDIO SERÁ PERMITIDA APÓS TRANSCORRIDA A METADE DO TEMPO DE DURAÇÃO DA PROVA OBJETIVA.
AO TERMINAR A PROVA, VOCÊ ENTREGARÁ AO FISCAL A FOLHA DE RESPOSTAS E LEVARÁ ESTE CADERNO.
AGUARDE A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR ESTE CADERNO DE QUESTÕES.
29.03.2009
tarde
pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VGh1LCAxNiBTZXAgMjAyMSAxMzoxMjozMyAtMDMwMA==
2CRFA0801/07-ConsultorContábil
pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VGh1LCAxNiBTZXAgMjAyMSAxMzoxMjozMyAtMDMwMA==
3 CRFA0801/07-ConsultorContábil
LÍNGUA PORTUGUESA
Leia o texto de Flávio Aguiar para responder às questões de 
números 01 a 05.
O povo, o povão e o povinho
Mais difícil do que explicar aqui na Alemanha que no Brasil 
há cidades onde faz frio, geia e até pode nevar no inverno, é ex-
plicar o sentido da palavra “povão”. O impasse se deu numa aula 
na universidade. Começa que a palavra “Volk”, em alemão, tem 
um sentido muito diferente da nossa palavra “povo” no Brasil. 
Aquela está muito mais próxima de conotar algo referente ao 
conceito romântico de “caráter nacional” do que a nossa, que 
tem uma aproximação maior com uma idéia de “todo mundo”. 
“Povão” então nem se fala.
Conversa daqui, conversa dali, chegou-se à palavra alemã 
“Pöbel”, que quer dizer “plebe”. Daí a discussão ganhou um 
novo rumo: “plebe” tem uma conotação pejorativa muito forte, 
tanto em alemão quanto em português, palavra que remonta a um 
mundo controlado ou da forma como é visto por uma aristocracia, 
seja de linhagem, grana ou espírito. “Povão” não, nem sempre é 
pejorativo, aliás, na maioria das vezes não é, conota força, pre-
sença, independência, pressão. Daí a dificuldade é explicar que a 
palavra “povinho” é que em geral é pejorativa, pois o diminutivo 
“inho”, para o estrangeiro, assim como para nós, é quase sempre 
associado a carinho e afeto.
(www.cartamaior.com.br. 29.01.2008. Adaptado)
01. De acordo com o autor do texto, as dificuldades de comuni-
cação que vivenciou na Alemanha
(A) são facilmente transpostas quando se trata de explicar a 
variação climática no Brasil, mas emperram quando se 
trata do sentido das palavras.
(B) dizem respeito à explicação da variação climática no 
Brasil e também à de sutilezas de sentido de palavras 
que, em português, têm a mesma origem.
(C) limitam-se às questões linguísticas, uma vez que a língua 
portuguesa não contempla as nuances de sentido tão 
frequentes na língua alemã.
(D) revelam que o Brasil é um país de grandes contradições 
internas, seja quanto ao seu clima, seja quanto ao uso da 
língua portuguesa.
(E) deixam de ser um problema cultural quando se percebe 
que, na língua alemã, as palavras têm o mesmo signifi-
cado que na portuguesa.
02. Segundo o texto,
(A) as variações de sentido de uma palavra mostram a falta 
de recursos da língua para expressar afetividade.
(B) a conotação que a palavra povão recebe quando remete 
à ideia de força e de independência é positiva.
(C) termos como Volk e povão normalmente são empregados em 
sentido pejorativo, longe do conceito de caráter nacional.
(D) na palavra povinho, o diminutivo inho agrega uma co-
notação positiva, ligada à ideia de carinho e afeto.
(E) há uma surpreendente simetria na relação entre povo e 
povinho, quando se comparam o português e o alemão.
03. De acordo com o texto, o diminutivo “inho”, para o estran-
geiro, assim como para nós, é quase sempre associado a 
carinho e afeto. Esse emprego se comprova em:
(A) Ao entrar no apartamento, sentiu que aquilo era um ovinho 
de tão pequeno e apertado. Por fim, o negócio não saiu.
(B) Se você pensa que me caso e vou morar naquela casinha 
longe do centro e de tudo, está completamente enganado.
(C) Seu sonho era ter uma Ferrari. Nada desses carrinhos de 
motor de 1000 cilindradas, que quase nem andam.
(D) O advogado de Tanaka era um homenzinho mal encarado, 
sem muito pudor para expressar seus pontos de vista.
(E) Meu pai era um velhinho engraçado, que passava horas 
ao meu lado contando as histórias de sua juventude.
04. Com base na oração – há cidades onde faz frio, geia e até 
pode nevar no inverno – analise as afirmações.
I. O verbo haver é impessoal, por isso está na 3.ª pessoa do 
singular. Se fosse substituído por existir, este ficaria na 
3.ª pessoa do plural.
II. O verbo fazer está na 3.ª pessoa do singular, concordando 
com frio. Substituindo frio por dias frios, o verbo assu-
miria a forma fazem.
III. Assim como o verbo gear, o verbo passear tem a mesma 
flexão na 3.ª pessoa do singular: passeia.
Está correto o que se afirma em
(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) I e III, apenas.
(E) I, II e III.
05. Os termos aliás e pois, destacados no segundo parágrafo do 
texto, expressam, respectivamente, sentido de
(A) retificação e explicação.
(B) inclusão e conclusão.
(C) adversidade e concessão.
(D) inclusão e explicação.
(E) síntese e correção.
Leia a tirinha para responder às questões de números 06 e 07.
(Folha de S.Paulo, 11.12.2008)
06. Os espaços no segundo quadrinho devem ser preenchidos, 
correta e respectivamente, com
(A) castigá-los ... devolvendo-lhes
(B) castigar-lhes ... devolvendo-os
(C) castigar eles ... devolvendo-nos
(D) castigá-los ... devolvendo-os
(E) castigar-lhes ... devolvendo-lhes
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07. Em – tolices dos evolucionistas – e – tudo de novo – a pre-
posição “de” forma expressões cujos sentidos são, respecti-
vamente, de
(A) modo e intensidade.
(B) causa e consequência.
(C) posse e tempo.
(D) modo e causa.
(E) posse e intensidade.
As questões de números 08 e 09 baseiam-se em trechos do texto 
Novas Formalidades, de Marcos Nobre, publicado no jornal Folha 
de S.Paulo, em 13.01.2009. Para cada uma, indique a alternativa 
que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
08. É comum ouvir que celulares são instrumentos da nova bar-
bárie. Que a vida privada das pessoas em público, 
que incomodam quem está em volta, que ninguém mais respeita 
ninguém e por aí vai. Com internet e e-mail, a mesma coisa. 
Pessoas escrevem o que pela cabeça, querem 
resposta para ontem, ou, ao contrário, demoram demais para 
responder.
(A) expõem ... se passam
(B) expõe ... passam-lhes
(C) expõem ... lhes passam
(D) expõe ... passa-se
(E) expõem ... lhes passa
09. A impressão que dá é que muita gente gostaria de voltar 
 velhas formas de sociabilidade. Como a da 
falecida formalidade da carta postal, que permitia um dis-
tanciamento, uma proteção tanto para remetente como para 
destinatário. Esse saudosismo supõe que o contato humano 
padrão ainda seja o do encontro face face, quan-
do ele se tornou apenas um entre vários tipos de contato 
 . Já não tem primazia.
(A) às ... à ... possível
(B) a ... a ... possíveis
(C) à ... à ... possível
(D) as ... a ... possíveis
(E) a ... à ... possível
10. Na sequência do texto de Marcos Nobre, lê-se: A cultura virtual 
acirrou um elemento que já vem de longe, pelo menos desde 
a década de 1960: o da necessidade de expressar um “eu” 
verdadeiro e autêntico. Ainda bem que muitas pessoas no fundo 
não se convencem de que suas expressões individuais sejam 
assim tão sensacionais como nos filmes e na propaganda.
O sinônimo de acirrou e o antônimo de autêntico são, res-
pectivamente,
(A) priorizou e cindido.
(B) incitoue fidedigno.
(C) provocou e conturbado.
(D) estimulou e insincero.
(E) autorizou e genuíno.
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
11. “Os componentes do patrimônio devem ser registrados pe-
los valores originais das transações com o mundo exterior, 
expressos em valor presente na moeda do país”. A citação 
refere-se ao princípio fundamental da contabilidade
(A) da entidade.
(B) da continuidade.
(C) do custo como base de valor.
(D) do registro pelo valor original.
(E) da atualização monetária.
12. A reavaliação de ativo imobilizado, conforme a legislação 
brasileira, é contabilmente reconhecida e contabilizada. Já 
segundo os USGAAP, essa reavaliação
(A) não é permitida.
(B) deve ser registrada ao custo histórico.
(C) é creditada em uma conta de reserva de reavaliação 
quando superavitária.
(D) é reconhecida apenas quando deficitária.
(E) é reconhecida como lucros acumulados.
13. As contas que registram os atos administrativos relevantes, 
obrigatórias para entidades governamentais e instituições 
financeiras, referem-se às contas
(A) patrimoniais.
(B) de resultado.
(C) de compensação.
(D) monistas.
(E) sintéticas.
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14. Considerando a sistemática legal vigente após a Lei Federal 
n.º 10.303/01, a empresa que apresentasse em sua contabili-
dade os valores de: Lucro Líquido do exercício R$ 150.000; 
Resultado positivo na Equivalência Patrimonial R$ 110.000; 
Acréscimo da Reserva Legal no exercício R$ 7.500; Reversão 
da Reserva para Contingência R$ 5.000 e Acréscimo da Reser-
va Estatutária R$ 17.500, mas era omissa em seus estatutos em 
relação à distribuição dos dividendos mínimos obrigatórios, 
poderia constituir Reserva de Lucros a Realizar no valor de R$
(A) 33.750
(B) 39.150
(C) 41.500
(D) 42.250
(E) 43.750
15. O dividendo mínimo obrigatório, quando não especificado 
em estatuto da sociedade anônima, segundo a Lei Federal 
n.º 10.303/01, deve ser de
(A) 25%.
(B) 30%.
(C) 35%.
(D) 45%.
(E) 50%.
16. No método de avaliação de investimentos permanentes exi-
gido para as companhias abertas, os investimentos em que a 
empresa participa com 20% ou mais do capital da investida, 
esta é considerada
(A) controladora.
(B) controlada.
(C) coligada.
(D) equiparada à coligada.
(E) credora.
17. Os recebimentos de dividendos dos investimentos avaliados 
pelo método da equivalência patrimonial devem ser contabi-
lizados a
(A) crédito de receitas não-operacionais.
(B) débito de investimentos.
(C) crédito de receita de vendas.
(D) débito de outras receitas operacionais.
(E) crédito de investimentos.
Utilize as Demonstrações Contábeis a seguir para resolver às 
questões de números 18 a 22.
Balanço Patrimonial da ABC (em R$ milhões)
Ativo 2007 2008
Caixa e Equivalentes 14.564 24.000
Investimentos a Curto Prazo 105.000
Contas a Receber de Clientes 1.264.320 1.760.000
Estoques 2.574.720 2.340.000
Ativo Circulante Total 3.853.604 4.229.000
Ativo Permanente
Instalações e Equipamentos 2.113.500 2.337.420
(–) Depreciações Acumuladas –233.920 –653.920
Ativo Permanente Líquido 1.879.580 1.683.500
Total de Ativos 5.733.184 5.912.500
Passivos e Patrimônio Líquido
Contas a Pagar a fornecedores 1.048.320 1.211.330
Títulos a Pagar Onerosos 1.440.000 1.560.000
Provisões 979.200 572.672
Passivo Circulante Total 3.467.520 3.344.002
Exigível a Longo Prazo 2.000.000 1.400.000
Patrimônio Líquido
Ações Ordinárias 920.000 920.000
Lucros Acumulados –654.336 248.498
Patrimônio Líquido Total 265.664 1.168.498
Passivo e Patrimônio Líquido 
Total 5.733.184 5.912.500
Demonstração do Resultado do 
Exercício “ABC” 2007 2008
Vendas Líquidas 11.668.800 17.905.120
Custo dos Produtos Vendidos –11.456.000 –14.100.000
Lucro Bruto 212.800 3.805.120
Despesas Operacionais –1.360.000 –1.400.000
Depreciações –233.920 –420.000
Total de Gastos Operacionais –1.593.920 –1.820.000
Lucro Operacional Antes de Juros 
e IR (LAJIR) –1.381.120 1.985.120
Despesas Financeiras (juros) –352.000 –232.000
Lucro Antes de Imposto de Renda –1.733.120 1.753.120
Imposto de Renda e CSLL 693.248 –701.248
Lucro Líquido –1.039.872 1.051.872
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18. O índice de solvência geral para 2008 é de
(A) 1,1132
(B) 1,2463
(C) 1,3642
(D) 1,5118
(E) 1,6040
19. O índice de Giro do Ativo Operacional para 2008 é de
(A) 1,5642
(B) 2,1123
(C) 2,8416
(D) 3,0283
(E) 3,5423
20. O retorno sobre o investimento total para 2008 é
(A) 14,87%
(B) 16,16%
(C) 17,79%
(D) 18,01%
(E) 18,83%
21. O capital de giro operacional líquido para 2008 monta, 
em R$,
(A) 4.124.000
(B) 4.100.000
(C) 2.340.000
(D) 2.339.998
(E) 1.784.002
22. O valor do Lucro Antes de Juros, Depreciação e Amortização 
(EBITDA) de 2008 monta, em R$,
(A) 1.985.120
(B) 2.405.120
(C) 2.616.340
(D) 3.140.018
(E) 3.538.612
Use as Demonstrações Contábeis a seguir para responder às 
questões de números 23 a 26.
Balanços Patrimoniais da FARMA em R$ mil
Ativo 2007 2008
Circulante
Caixa 1.200 1.960
Clientes 1.200
Estoques 6.800 5.600
Despesas Antecipadas 400
Realizável a Longo Prazo
Depósitos Compulsórios 1.000
Permanente
Investimentos 1.600
Imobilizado 4.000 10.000
Depreciação Acumulada –560
Total 12.000 21.200
Passivo + Patrimônio Líquido 2007 2008
Circulante
Fornecedores 4.000 2.400
Contas a Pagar 160
CSLL a Recolher 280
I.R. a Recolher 600
Exigível a Longo Prazo
Empréstimos a Longo Prazo 5.040
Patrimônio Líquido
Capital 8.000 10.000
Lucros Acumulados 2.720
Total 12.000 21.200
Demonstração de Resultado do Exercício 2008
Vendas 12.000
CMV –6.000
Lucro Bruto 6.000
Despesas Operacionais –1.600
Despesa Depreciação –560
Despesa Seguros –400
Desp. Financ.(V.Monetária ELP) –240
Ganho na Equivalência 400
Lucro Operacional 3.600
CSLL –280
Imposto de Renda –600
Lucro Líquido 2.720
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DOAR 2008
Das Operações
Lucro Líquido do Exercício 2.720
Despesas Depreciação 560
Variação Monetária ELP 240
Ganho na Equivalência
Origens das Operações
Dos Proprietários
Integralização de Capital 2.000
De Terceiros
Empréstimos a Longo Prazo 4.800
Total das Origens
Aplicações
Aquisição de Imobilizado 6.000
Aquisição de Investimentos 1.200
Aplicação e Dep. Compulsório 1.000
Total de Aplicações
Variações no CCL
23. O valor das origens de recursos das operações monta, em R$,
(A) 2.720
(B) 2.960
(C) 3.120
(D) 3.520
(E) 3.920
24. O valor total das origens de recursos monta, em R$,
(A) 4.420
(B) 5.560
(C) 7.760
(D) 8.120
(E) 9.920
25. O valor total das aplicações de recursos monta, em R$,
(A) 3.120
(B) 4.420
(C) 7.240
(D) 8.200
(E) 9.920
26. A variação no Capital Circulante Líquido monta, em R$,
(A) 1.720
(B) 1.600
(C) 1.160
(D) 1.020
(E) 980
Utilize a demonstração a seguir para responder às questões de 
números 27 a 32.
Empresa FARMAECO
Demonstração de Resultado do Exercício 2008
Receita Bruta de Vendas 5.800
Devoluções e Abatimentos –200
Impostos sobre Vendas –1.200
Receita Líquida de Vendas 4.400
Custos das Mercadorias Vendidas –1.400
Lucro Operacional Bruto 3.000
Despesas Operacionais:
Ordenados e Salários 400
Encargos Sociais 120
Serviços de Terceiros 80
Materiais de consumo 40
Propaganda e Publicidade 160
Imposto Predial 60
Luz, Água e Telefone 60
Depreciação 80 –1.000
Despesas Financeiras –80
Receitas Financeiras 160
Lucro Operacional Líquido 2.080
Resultado Não-Operacional:
Venda de Imobilizado 200
Custo do Imobilizado Vendido 80 120
Lucro Antes da CSLL 2.200
CSLL –200
Lucro Antes do Imposto de Renda 2.000
Provisão para Imposto de Renda –280
Lucro Depois do Imposto de Renda 1.720
Participações nos Lucros
Debêntures 172
Empregados 148 –320
Lucro Líquidodo Exercício 1.400
27. O valor adicionado bruto monta, em R$,
(A) 3.980
(B) 3.900
(C) 3.060
(D) 2.890
(E) 2.660
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28. O valor adicionado líquido monta, em R$,
(A) 4.060
(B) 3.980
(C) 3.900
(D) 2.600
(E) 2.200
29. O valor adicionado à disposição da assembléia monta, em R$,
(A) 2.200
(B) 2.600
(C) 3.860
(D) 3.980
(E) 4.060
30. O valor adicionado distribuído como remuneração do trabalho 
monta, em R$,
(A) 500
(B) 548
(C) 668
(D) 920
(E) 1.400
31. O valor adicionado distribuído ao governo monta, em R$,
(A) 1.200
(B) 1.260
(C) 1.460
(D) 1.740
(E) 1.820
32. O total de valor adicionado distribuído monta, em R$,
(A) 2.600
(B) 3.060
(C) 3.860
(D) 3.980
(E) 4.060
33. Considere PR = Preço Real por unidade; QP = Quantidade 
Padrão por unidade; QR = Quantidade Real de material con-
sumido; PP = Preço Padrão por unidade; VPM = Variação 
de Preço dos Materiais e VCM = Variação de Consumo de 
Material. Assim, uma VPM desfavorável ocorrerá quando
(A) (PR x QR) > ( PP x QR).
(B) (QR x PR) > ( QP x PP).
(C) (PR x QP) > ( QP x PP).
(D) (PP x QR) > ( PP x QP).
(E) (PR - PP)QR < zero.
34. Considere HR = Horas Reais consumidas; HP = Horas Padrão; 
TR = Taxa Real salarial por hora; TP = Taxa Padrão sala-
rial por hora; VTMO = Variação da Taxa de Mão de obra e 
VEMO = Variação da Eficiência da Mão de obra. Assim, uma 
VEMO favorável ocorrerá quando
(A) (HR – HP)TP > zero.
(B) (HR x TR) > (HR x TP).
(C) (HR x TR) > (HP x TP).
(D) (HP x TP) > (HR x TR).
(E) (HR x TP) < (HP x TP).
35. Segundo os princípios fundamentais de contabilidade, o 
reconhecimento das despesas de juros de um CDB emitido 
deve se dar
(A) apenas no vencimento do CDB.
(B) parte na emissão e parte no vencimento do CDB.
(C) nos balancetes periódicos, conforme a ocorrência.
(D) apenas na emissão do CDB.
(E) apenas no resgate do CDB.
36. Você acabou de ganhar uma questão na justiça em que o 
governo de seu Estado promete pagar com certeza o valor de 
R$ 10 milhões, daqui a dez anos. Sabendo que no mercado 
pode-se negociar o título a uma taxa de desconto de 12% a. a.
(fator 0,322), composta, você receberá agora, se negociar, o 
valor de R$
(A) 2.576.000.
(B) 3.220.000.
(C) 4.670.000.
(D) 6.780.000.
(E) 9.678.000.
37. Você pretende acumular uma quantia para comprar seu carro 
novo, a resgatar, daqui a dez anos, em uma cooperativa de 
crédito, que remunera a taxa de juros anual de 12% (fator 
17,549), composta. Você deve depositar por ano o valor de 
R$ 500 e terá ao final do período o montante de R$
(A) 10.134,50.
(B) 9.877,45.
(C) 9.438,50.
(D) 8.774,50.
(E) 7.834,50.
38. Foi oferecido a você um pagamento de R$ 5.000 para daqui 
a 4 anos, mediante um depósito feito agora. Se seu custo de 
oportunidade for de 10% a.a.(fator 0,683), composto, o valor 
que você deve atribuir a essa oportunidade é de R$
(A) 2.545.
(B) 2.895.
(C) 3.415.
(D) 3.935.
(E) 4.135.
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9 CRFA0801/07-ConsultorContábil
39. O método de custeio em que se sustenta o cálculo do Valor 
Econômico Adicionado (EVA) é o
(A) Total.
(B) Direto.
(C) Variável.
(D) Padrão.
(E) Retrocedido.
40. O método de custeio em que se sustenta o cálculo do lucro 
econômico da abordagem GECON é o
(A) Padrão.
(B) Direto Padrão.
(C) Pleno.
(D) Absorção.
(E) ABC.
41. As normas de auditoria geralmente aceitas, relativas à pessoa 
do auditor, referem-se à
(A) competência profissional, planejamento e supervisão.
(B) avaliação do controle interno, execução do trabalho e 
sigilo.
(C) zelo profissional, execução do trabalho e supervisão.
(D) competência, treinamento e zelo profissional.
(E) demonstrações contábeis, controle interno e sigilo.
42. As normas de auditoria relativas à execução do trabalho, 
que representam o conjunto de técnicas de investigação, que 
permitem a formação de opinião sobre as demonstrações 
contábeis examinadas, fornecendo base para emitirem parecer 
fundamentado são
(A) procedimentos de auditoria.
(B) planejamentos.
(C) papéis de trabalho.
(D) avaliações de controle interno.
(E) revisões analíticas.
43. As receitas e despesas dos poderes do Estado, as dotações 
relativas aos investimentos das empresas estatais, bem como 
o orçamento das entidades e órgãos do sistema de seguridade 
social devem fazer parte da
(A) LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias.
(B) PPA – Lei do Plano Plurianual.
(C) LOA – Lei do Orçamento Anual.
(D) LRF – Lei da Responsabilidade Fiscal.
(E) LIF – Lei de Incentivos Fiscais.
44. Aos municípios com população inferior a 50 mil habitantes 
é facultativa a apresentação do Relatório de Gestão Fiscal a 
cada
(A) bimestre.
(B) trimestre.
(C) quadrimestre.
(D) semestre.
(E) ano.
45. A receita orçamentária pertence ao exercício em que for
(A) lançada.
(B) estimada.
(C) cobrada.
(D) alocada em dívida ativa.
(E) arrecadada.
46. Considere PB = payback; VPL = valora presente líquido; 
TIR = taxa interna de retorno. Entre esses critérios de ava-
liação de projetos de investimentos, aquele que assegura o 
aumento do valor de mercado para a empresa mais aceito 
pelos empresários, mesmo com deficiências teóricas, elege 
projetos quando
(A) O PB for menor que 3 anos.
(B) O VPL for maior que zero.
(C) A TIR for menor que 15%.
(D) A TIR for maior que o custo de capital.
(E) O VPL for igual a zero.
47. O documento que registra as decisões de gestão antecipada-
mente e guia as ações necessárias para a realização dos obje-
tivos planejados pela organização, traduzidas em expressão 
física e financeira, bem como atende ao processo de avaliação 
de desempenho, é conhecido como
(A) Balanço Patrimonial.
(B) Fluxo de Caixa.
(C) Demonstração de Valor Adicionado.
(D) Orçamento Estático.
(E) Orçamento Flexível.
48. Instituições de educação e assistência social, instituições de 
caráter filantrópico, recreativo, cultural, científico e associa-
ções, sem fins lucrativos, são contribuintes do PIS sobre
(A) Receita Bruta – regime cumulativo.
(B) Receita Bruta – regime não-cumulativo.
(C) Receita Líquida ajustada.
(D) Folha de Pagamento.
(E) Estimativa da Receita Líquida.
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Utilize os dados a seguir para responder às questões de números 
49 e 50.
Os dados relativos ao mês de maio/20X8: Faturamento 
Operacional Bruto (IPI incluso) R$ 6.336,0; Descontos In-
condicionais Concedidos R$ 144,0; Devoluções de Vendas 
R$ 288,0; IPI Incluso no Faturamento R$ 547,2; Variações 
Monetárias Ativas R$ 72,0; Receita de aluguel de Bens do 
Imobilizado R$ 144,0; Receita de Juros R$ 43,2; Ganhos de 
Capital na Venda de Bens $ 216,0 e Resultado Positivo na 
Equivalência Patrimonial R$ 288,0. Considere PIS a 0,65% 
e COFINS a 3,0%.
49. O valor da COFINS a recolher monta, em R$,
(A) 148,16.
(B) 168,48.
(C) 183,60.
(D) 197,36.
(E) 204,15.
50. O valor do PIS a recolher monta, em R$,
(A) 36,50.
(B) 39,78.
(C) 41,26.
(D) 48,14.
(E) 51,16.
pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VGh1LCAxNiBTZXAgMjAyMSAxMzoxMjoyOSAtMDMwMA==
 1
CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO 
 
EDITAL DE DIVULGAÇÃO DO GABARITO 
(REF.: EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA Nº 01/2008) 
 
A Diretoria do CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO – CRF-SP DIVULGA o 
gabarito das provas objetivas da Seleção Pública nº 01/2008, realizada em 29 de março de 2009. 
 
GABARITO 
 
AGENTE DE MANUTENÇÃO 
1 - E // 2 - A // 3 - B // 4 - D // 5 - C // 6 - E // 7 - B // 8 - A // 9 - D // 10 - C // 11 - D // 12 - E // 13 - B // 14 - A // 15 - C // 
16 - E // 17 - B // 18 - A // 19 - C // 20 - D // 21 - C // 22 - B // 23 - E // 24 - A // 25 - C // 26 - A // 27 - B // 28 - A // 29 - B 
// 30 - B // 31 - A //32 - C // 33 - E // 34 - D // 35 - E // 36 - D // 37 - E // 38 - D // 39 - E // 40 - D. 
 
AGENTE ADMINISTRATIVO (Administração, Apoio Executivo, Atendimento, Cobrança, Contabilidade/Financeiro, 
Departamento de Trâmite de Documentos, Ética, Eventos, Fiscalização, Gestão de Pessoas, Jurídico, Licitações e 
Contratos, Processo Fiscal, Secretaria das Comissões Assessoras) 
1 - D // 2 - D // 3 - C // 4 - C // 5 - B // 6 - D // 7 - E // 8 - B // 9 - E // 10 - C // 11 - B // 12 - A // 13 - E // 14 - D // 15 - C // 
16 - B // 17 - A // 18 - D // 19 - D // 20 - C // 21 - E // 22 - D // 23 - C // 24 - B // 25 - A // 26 - E // 27 - B // 28 - C // 29 - D 
// 30 - A // 31 - D // 32 - B // 33 - A // 34 - C // 35 - D // 36 - E // 37 - A // 38 - C // 39 - B // 40 - E // 41 - E // 42 - B // 43 - 
A // 44 - C // 45 - D // 46 - B // 47 - E // 48 - D // 49 - C // 50 - A. 
 
MOTORISTA 
1 - D // 2 - D // 3 - C // 4 - D // 5 - B // 6 - C // 7 - B // 8 - E // 9 - D // 10 - C // 11 - B // 12 - A // 13 - D // 14 - D // 15 - C // 
16 - E // 17 - D // 18 - C // 19 - B // 20 - A // 21 - E // 22 - B // 23 - C // 24 - D // 25 - A // 26 - B // 27 - C // 28 - B // 29 - D 
// 30 - D // 31 - D // 32 - B // 33 - A // 34 - B // 35 - C // 36 - E // 37 - C // 38 - C // 39 - A // 40 - A // 41 - D // 42 - D // 43 - 
E // 44 - A // 45 - E // 46 - B // 47 - D // 48 - A // 49 - D // 50 - B. 
 
ADVOGADO 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - E // 12 - B // 13 - C // 14 - A // 15 - D // 
16 - B // 17 - C // 18 - E // 19 - A // 20 - C // 21 - B // 22 - D // 23 - E // 24 - C // 25 - B // 26 - A // 27 - C // 28 - A // 29 - E 
// 30 - D // 31 - A // 32 - C // 33 - E // 34 - E // 35 - B // 36 - B // 37 - D // 38 - A // 39 - B // 40 - D // 41 - E // 42 - A // 43 - 
A // 44 - B // 45 - A // 46 - E // 47 - C // 48 - A // 49 - B // 50 - B // 51 - C // 52 - D // 53 - D // 54 - A // 55 - E // 56 - C // 
57 - C // 58 - B // 59 - A // 60 - C // 61 - E // 62 - B // 63 - D // 64 - A // 65 - C // 66 - C // 67 - E // 68 - C // 69 - D // 70 - D 
// 71 - C // 72 - C // 73 - D // 74 - E // 75 - E // 76 - A // 77 - E // 78 - B // 79 - B // 80 - A. 
 
ANALISTA DE SISTEMAS 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - E // 12 - C // 13 - D // 14 - D // 15 - B // 
16 - A // 17 - C // 18 - D // 19 - A // 20 - E // 21 - C // 22 - E // 23 - A // 24 - C // 25 - E // 26 - D // 27 - A // 28 - B // 29 - A 
// 30 - D // 31 - B // 32 - B // 33 - C // 34 - E // 35 - B // 36 - C // 37 - A // 38 - E // 39 - D // 40 - D // 41 - C // 42 - B // 43 - 
A // 44 - B // 45 - A // 46 - E // 47 - D // 48 - E // 49 - B // 50 - C. 
 
ANALISTA DE SUPORTE 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - B // 12 - E // 13 - A // 14 - D // 15 - C // 
16 - A // 17 - B // 18 - C // 19 - E // 20 - A // 21 - A // 22 - B // 23 - B // 24 - C // 25 - A // 26 - B // 27 - E // 28 - D // 29 - D 
// 30 - A // 31 - E // 32 - B // 33 - D // 34 - B // 35 - D // 36 - C // 37 - C // 38 - E // 39 - D // 40 - D // 41 - A // 42 - E // 43 - 
D // 44 - E // 45 - C // 46 - E // 47 - C // 48 - B // 49 - A // 50 - C. 
 
CONSULTOR CONTÁBIL 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - D // 12 - A // 13 - C // 14 - A // 15 - E // 
16 - D // 17 - E // 18 - B // 19 - D // 20 - C // 21 - D // 22 - B // 23 - C // 24 - E // 25 - D // 26 - A // 27 - A // 28 - C // 29 - E 
// 30 - B // 31 - D // 32 - E // 33 - A // 34 - E // 35 - C // 36 - B // 37 - D // 38 - C // 39 - A // 40 - B // 41 - D // 42 - A // 43 - 
C // 44 - D // 45 - E // 46 - D // 47 - E // 48 - D // 49 - B // 50 - A. 
 
CONSULTOR FARMACÊUTICO 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - C // 12 - E // 13 - B // 14 - C // 15 - D // 
16 - A // 17 - C // 18 - B // 19 - A // 20 - D // 21 - B // 22 - C // 23 - E // 24 - E // 25 - B // 26 - C // 27 - D // 28 - B // 29 - A 
// 30 - B // 31 - E // 32 - C // 33 - A // 34 - D // 35 - B // 36 - C // 37 - A // 38 - B // 39 - E // 40 - D // 41 - A // 42 - C // 43 - 
B // 44 - E // 45 - D // 46 - D // 47 - A // 48 - D // 49 - A // 50 - C. 
 
DESIGNER GRÁFICO 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - B // 12 - D // 13 - C // 14 - E // 15 - C // 
16 - B // 17 - E // 18 - C // 19 - D // 20 - E // 21 - D // 22 - C // 23 - D // 24 - E // 25 - A // 26 - B // 27 - E // 28 - D // 29 - A 
// 30 - C // 31 - E // 32 - A // 33 - B // 34 - D // 35 - A // 36 - B // 37 - A // 38 - E // 39 - A // 40 - B // 41 - A // 42 - D // 43 - 
C // 44 - B // 45 - C // 46 - B // 47 - E // 48 - A // 49 - C // 50 - D. 
pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:VGh1LCAxNiBTZXAgMjAyMSAxMzoxMjoyOSAtMDMwMA==
 2
 
FARMACÊUTICO FISCAL 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - C // 12 - A // 13 - E // 14 - E // 15 - B // 
16 - D // 17 - B // 18 - C // 19 - E // 20 - B // 21 - D // 22 - A // 23 - D // 24 - D // 25 - B // 26 - B // 27 - D // 28 - A // 29 - 
B // 30 - A // 31 - A // 32 - B // 33 - D // 34 - C // 35 - A // 36 - B // 37 - E // 38 - C // 39 - B // 40 - C // 41 - E // 42 - B // 
43 - A // 44 - C // 45 - C // 46 - B // 47 - E // 48 - D // 49 - D // 50 - D. 
 
JORNALISTA 
1 - B // 2 - B // 3 - E // 4 - D // 5 - A // 6 - A // 7 - C // 8 - E // 9 - B // 10 - D // 11 - C // 12 - E // 13 - D // 14 - A // 15 - B // 
16 - A // 17 - D // 18 - B // 19 - C // 20 - A // 21 - C // 22 - E // 23 - D // 24 - A // 25 - E // 26 - B // 27 - A // 28 - D // 29 - 
B // 30 - C // 31 - E // 32 - A // 33 - D // 34 - A // 35 - C // 36 - B // 37 - E // 38 - C // 39 - E // 40 - B // 41 - D // 42 - B // 
43 - A // 44 - E // 45 - C // 46 - D // 47 - C // 48 - D // 49 - B // 50 - A. 
 
DOS RECURSOS 
1. O período para interposição de recurso será 1 e 2 de abril de 2009. 
2. Para recorrer, o candidato deverá utilizar o endereço eletrônico www.vunesp.com.br, na página da Seleção Pública, 
seguindo as instruções ali contidas. 
2.1. Será indeferido o recurso interposto fora da forma e dos prazos estipulados neste Edital, aquele que não apresentar 
fundamentação e embasamento ou aquele que não atender às instruções constantes do "link" Recursos na página 
específica da Seleção Pública. 
2.2. O recurso interposto fora do prazo não será conhecido, sendo considerada, para tanto, a data da interposição no 
endereço eletrônico acima indicado. 
3. Os recursos recebidos serão analisados pela Fundação VUNESP e a manifestação, a propósito do argüido, serão 
enviadas ao Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, para decisão final. 
4. A resposta ao recurso interposto será objeto de divulgação no DOE. 
5. A pontuação relativa à(s) questão(ões) eventualmente anulada(s) será atribuída a todos os candidatos presentes na 
prova objetiva. 
 
E, para que chegue ao conhecimento de todos, é expedido o presente Edital. 
 
São Paulo, 30 de março de 2009. 
 
Presidente da Comissão da Seleção Pública 
Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo - CRF

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