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PÓS GRADUAÇÃO EM PETRÓLEO E GÁS
PARTE III – EQUIPAMENTOS DE PERFURAÇÃO
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EQUIPAMENTOS DA SONDA DE
PERFURAÇÃO
Podemos dividir os equipamentos de uma
sonda de perfuração em sistemas:
Sustentação e movimentação de cargas;
Geração e transmissão de energia;
Rotação;
Sub-superfície;
Circulação;
Segurança de Poço.
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SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA – TORRE DE PERFURAÇÃO
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SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE
CARGA – TORRE DE PERFURAÇÃO
Espaço para o estaleiro das seções.
Espaço para entrada de equipamentos que
serão descidos no poço.
Proporciona a altura para movimentar a
coluna para dentro e para fora do poço.
Comprimento usual de um tubo de
perfuração = 9,3 mts.
Seção de 2 tubos ou 3 tubos.
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BLOCO DE COROAMENTO
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CATARINA
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BRAÇO DE ELEVAÇÃO
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GUINCHO DE PERFURAÇÃO
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GUINCHO DE PERFURAÇÃO
TAMBOR – Armazena o comprimento de
cabo necessário para as manobras.
Transmite o torque requerido para içar e
frear a coluna.
FREIO – Principal (cinta) e auxiliar
(hidrodinâmico ou eletromagnético).
TRANSMISSÃO – Depende da carga
sofrida.
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KELLY
O Kelly é o elemento que transmite a
rotação proveniente da mesa rotativa à
coluna de perfuração.
O Kelly pode ter dois tipos de seção. Em
sondas de terra a mais comum é a
quadrada e em sondas marítimas a seção
hexagonal, pela sua maior resistência à
tração, torção e flexão.
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KELLY
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SWIVEL
É o equipamento que separa os elementos
rotativos daqueles estacionários na sonda
de perfuração. Sendo assim, a parte
superior não gira e sua parte inferior deve
permitir rotação.
Suporta o peso da coluna de perfuração
sob efeito da rotação.
Suporta a pressão de bombeio.
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SWIVEL
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TOP DRIVE
A perfuração com um motor conectado no
topo da coluna (top drive) elimina o uso da
mesa rotativa e do Kelly.
O sistema top drive permite perfurar o
poço de três em três tubos, ao invés de um
a um, quando a mesa rotativa é utilizada.
Este sistema permite também que a
retirada ou descida da coluna seja feita
tanto com rotação como com circulação de
fluido de perfuração pelo seu interior.
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TOP DRIVE
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MESA ROTATIVA
É o equipamento que transmite rotação à
coluna de perfuração e permite o livre
deslizamento do kelly no seu interior. Em
certas operações, a mesa rotativa deve
suportar o peso da coluna de perfuração.
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COLUNAS DE PERFURAÇÃO
Na perfuração temos uma grande quantidade
de energia na broca para cortar as diversas
formações rochosas.
Esta energia, em forma de rotação e peso
aplicados sobre a broca, é transferida às
rochas para promover sua ruptura e
desagregação em forma de pequenas lascas
ou cascalhos, que são carreados até a
superfície pelo fluido de perfuração.
A coluna de perfuração é a responsável direta
por todo este processo e consta dos seguintes
componentes principais: Comandos, Tubos
Pesados e Tubos de Perfuração.
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COMANDOS
São elementos tubulares fabricados em
aço forjado, usinado e que possuem alto
peso linear devido à grande espessura de
parede.
Suas principais funções são fornecer peso
sobre a broca e prover rigidez à coluna,
permitindo melhor controle da trajetória do
poço.
Externamente os comandos podem ser
lisos ou espiralados, sendo normalizados
pelo API.
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COMANDOS
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TUBOS PESADOS
Os tubos pesados são elementos tubulares
de aço forjado e usinados que têm como
função principal promover uma transição
de rigidez entre os comandos e os tubos
de perfuração, diminuindo a possibilidade
de falha por fadiga.
As características principais são: maior
espessura das paredes, uniões mais
resistentes e revestidas de metal duro e
reforço central no corpo do tubo revestido
de metal duro.
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TUBOS PESADOS
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TUBOS DE PERFURAÇÃO
São tubos de aço sem costura, tratados
internamente com aplicação de resinas
para diminuição do desgaste interno e
corrosão.
Tamanho comum = 9,3 mts
Diâmetro (2 3/8 a 6 5/8”).
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ACESSÓRIOS DA COLUNA DE
PERFURAÇÃO
Substitutos (Subs) – Pequenos tubos que
desempenham funções como movimentação de
comando, conectar a broca junto ao elemento de união
e conexão de tubos com tipos diferentes de roscas e
diâmetros.
Estabilizadores – Dão maior rigidez à coluna e ajudam
a manter o diâmetro do poço.
Escareadores – Mesmas funções que o estabilizador,
porém utilizados em rochas duras e abrasivas (roletes
nas lâminas).
Alargadores – Permitem o aumento do diâmetro de
um trecho de poço já perfurado desde a superfície ou a
partir de uma certa profundidade de subsuperfície.
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ACESSÓRIOS DA COLUNA DE
PERFURAÇÃO
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FERRAMENTAS DE MANUSEIO DA
COLUNA DE PERFURAÇÃO
Chaves Flutuantes – Torque necessário
ao aperto e desaperto das uniões cônicas.
Cunhas – Ancorar a coluna na mesa
rotativa, permitindo enroscar/desenroscar.
Colar de Segurança – Evita a queda da
coluna no poço em caso de deslizamento
pelas cunhas.
Chaves Hidráulicas – Enroscamento
rápido de tubos.
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FERRAMENTAS DE MANUSEIO DA
COLUNA DE PERFURAÇÃO
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DIMENSIONAMENTO DA COLUNA DE
PERFURAÇÃO
Para dimensionar uma coluna de perfuração,
devem ser conhecidos:
O peso da lama;
A profundidade total prevista para a coluna;
Fatores de segurança à tração, colapso e pressão
interna;
Peso máximo previsto sobre a broca.
Com estas informações podemos especificar os
tipos de tubos de perfuração, assim como o tipo e
quantidade de comandos.
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DIMENSIONAMENTO DA COLUNA DE
PERFURAÇÃO – SELEÇÃO DOS COMANDOS
Os comandos são os primeiros elementos
da coluna a serem dimensionados. O tipo
e comprimento da seção de comandos vai
afetar a seleção do tipo de tubos de
perfuração a serem usados na coluna.
Pelo critério mais utilizado (linha neutra de
flambagem):
( ) lwFS
PSBn máx
...α
=
FS = fator de segurança (varia de 0,80 a 0,90)
W = peso por pé (no ar) do comando
L = comprimento médio de cada comando
α = fator de flutuação = {1 – (ρlama ρaço)}
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DIMENSIONAMENTO DA COLUNA DE
PERFURAÇÃO – SELEÇÃO DOS TUBOS DE PERFURAÇÃO
A coluna de tubos está sujeita a esforços de
tração, compressão e torção durante as operações
de perfuração.
Em geral, a resistência ao colapso define os tubos
requeridos na porção inferior da coluna.
Por outro lado, a tração define a resistência dos
tubos na extremidade superior da coluna.
Os valores das resistências ao colapso, tração e
pressão interna estão estabelecidos no API RP7G
para cada tipo de tubo de perfuração.
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BROCAS
As brocas são equipamentos que têm a
função de promover a ruptura e
desegregação das rochas ou formações.
O estudo das brocas, considerando seu
desempenho e economicidade, é um dos
fatores importantes na perfuração de
poços de petróleo.
As brocas podem ser classificadas de duas
maneiras: brocas sem partes móveis e
brocas com partes móveis.
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BROCAS
SEM PARTES MÓVEIS
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BROCAS
SEM PARTES MÓVEIS
Ausência de partes móveis e rolamentos
diminui a possibilidade de falhas destas
brocas.
Os principais tipos são: integral de lâminas
de aço, diamantes naturais e diamantes
artificiais (PDC/TSP).
As brocas de lâminas de aço foram as
primeiras a serem usadas, perfura por
cizalhamento.
A vida útil de sua estrutura cortante é muito
curta, mesmo aplicando material mais duronas lâminas. Praticamente não são mais
usadas na indústria do petróleo.
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BROCAS
SEM PARTES MÓVEIS
As brocas de diamantes naturais perfuram
pelo efeito de esmerilhamento. Atualmente
são usadas principalmente em
testemunhagem, ou em formações
extremamente duras e abrasivas.
São constituídas de um grande número de
diamantes industrializados fixados numa
matriz metálica especial.
O tamanho e a quantidade dos diamantes
na broca determinam a sua aplicabilidade.
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BROCAS
SEM PARTES MÓVEIS
No final da década de 70 foram lançadas as
brocas utilizando diamantes sintéticos (PDC –
Polycrystalline Diamond Compact).
A estrutura de corte destas brocas é formada
por pastilhas ou compactos, montadas sobre
bases cilíndricas, instalada no corpo da broca.
O mecanismo de perfuração é pelo
cizalhamento, por promover um efeito de cunha.
As brocas para rochas mais moles possuem
poucos cortadores de maior tamanho, enquanto
que para as rochas mais duras possuem
cortadores menores e em maior quantidade.
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BROCAS DE DIAMANTE NATURAL
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BROCAS PDC
(DIAMANTE SINTÉTICO)
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BROCA DIAMANTE SINTÉTICO –
DESGASTE
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BROCAS SEM PARTES MÓVEIS-
DESGASTES E FRATURAS
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BROCAS
COM PARTES MÓVEIS
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BROCAS
COM PARTES MÓVEIS
As brocas com partes móveis podem ter de
um a quatro cones, sendo as mais utilizadas
as brocas tricônicas pela sua eficiência e
menor custo inicial em relação às demais.
Elas possuem dois elementos principais:
estrutura cortante e rolamentos.
A ação da estrutura cortante das brocas
tricônicas envolve a combinação de ações de
raspagem, lascamento, esmagamento e
erosão por impacto de jatos de lama.
Dependendo das características da broca, um
ou outro mecanismo se sobrepõe aos demais.
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BROCAS
COM PARTES MÓVEIS
A raspagem é conseguida de duas maneiras:
a primeira, devido à excentricidade dos eixos
dos cones em relação ao eixo da broca,
chamada offset do cone, e a segunda, devida
aos cones serem, na realidade, junções de
troncos de cones com ângulos diferentes.
Nas rochas projetadas para rochas moles o
efeito de raspagem é predominante. Em
rochas duras, onde a taxa de penetração é
baixa e os custos de perfuração tendem a ser
altos, o mecanismo de esmagamento provou
ser o mais adequado.
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BROCA TRICÔNICA DE DENTES DE
AÇO
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BROCAS COM PARTES MÓVEIS –
DESGASTES E FRATURAS
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BROCAS DE PERFURAÇÃO
QUADRO COMPARATIVO
D R A G A D IA M A N T E P D C
T R IC O N E
D E N T E S
D E A Ç O
T R IC O N E
IN S E R T O S
P A R T E S
M Ó V E IS N Ã O N Ã O N Ã O S IM S IM
T IP O D E
C O R T E R A S P A E S M E R IL H A R A S P A A R R A N C A E S M A G A
F O R M A Ç Ã O M O L E M É D IA A D U R A
M O L E A
D U R A
M O L E A
M É D IA
M É D IA A
D U R A
DRAGA
DIAMANTE TRICONE
INSERTO PDC
TRICONE
DENTE
DE AÇO
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HORA CORRETA PARA SE RETIRAR
A BROCA DO POÇO
INDICAÇÕES
Baixa taxa de penetração;
Aumento do torque;
Coluna travando;
Perda de pressão na coluna;
Excesso de vibração;
Tempo da broca no fundo;
Término da fase.
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HORA CORRETA PARA SE RETIRAR
A BROCA DO POÇO - CUSTOS
ONDE:
CMP = Custo por Metro Perfurado (U$/m)
CB = Custo da Broca (U$)
CS = Custo da Sonda (U$/Hr)
TP = Tempo Perfurando (Hr)
TM = Tempo Manobrando (Hr)
CP = Comprimento Perfurado (m)
( )( )
CP
TMTPCSCBCMP ++= .
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DESEMPENHO DA BROCA (U$/HR)
PÓS GRADUAÇÃO EM PETRÓLEO E GÁS��PARTE III – EQUIPAMENTOS DE PERFURAÇÃO
EQUIPAMENTOS DA SONDA DE PERFURAÇÃO
SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA – TORRE DE PERFURAÇÃO
SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA – TORRE DE PERFURAÇÃO
BLOCO DE COROAMENTO
CATARINA
BRAÇO DE ELEVAÇÃO
GUINCHO DE PERFURAÇÃO
GUINCHO DE PERFURAÇÃO
KELLY
KELLY
SWIVEL
SWIVEL
TOP DRIVE
TOP DRIVE
MESA ROTATIVA
COLUNAS DE PERFURAÇÃO
COMANDOS
COMANDOS
TUBOS PESADOS
TUBOS PESADOS
TUBOS DE PERFURAÇÃO
ACESSÓRIOS DA COLUNA DE PERFURAÇÃO
ACESSÓRIOS DA COLUNA DE PERFURAÇÃO
FERRAMENTAS DE MANUSEIO DA COLUNA DE PERFURAÇÃO
FERRAMENTAS DE MANUSEIO DA COLUNA DE PERFURAÇÃO
DIMENSIONAMENTO DA COLUNA DE PERFURAÇÃO
DIMENSIONAMENTO DA COLUNA DE PERFURAÇÃO – SELEÇÃO DOS COMANDOS
DIMENSIONAMENTO DA COLUNA DE PERFURAÇÃO – SELEÇÃO DOS TUBOS DE PERFURAÇÃO
BROCAS�
BROCAS�SEM PARTES MÓVEIS
BROCAS�SEM PARTES MÓVEIS
BROCAS�SEM PARTES MÓVEIS
BROCAS�SEM PARTES MÓVEIS
BROCAS DE DIAMANTE NATURAL
BROCAS PDC�(DIAMANTE SINTÉTICO)
BROCA DIAMANTE SINTÉTICO –�DESGASTE
BROCAS SEM PARTES MÓVEIS- DESGASTES E FRATURAS
BROCAS �COM PARTES MÓVEIS
BROCAS �COM PARTES MÓVEIS
BROCAS �COM PARTES MÓVEIS
BROCA TRICÔNICA DE DENTES DE AÇO
BROCAS COM PARTES MÓVEIS – DESGASTES E FRATURAS
BROCAS DE PERFURAÇÃO�QUADRO COMPARATIVO
HORA CORRETA PARA SE RETIRAR A BROCA DO POÇO
HORA CORRETA PARA SE RETIRAR A BROCA DO POÇO - CUSTOS
DESEMPENHO DA BROCA (U$/HR)