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Número de referência 
61 páginas
© ABNT 2022
ABNT NBR 17505-2:2022
ABNT NBR
17505-2
Quinta edição
25.10.2022
Armazenamento de líquidos inflamáveis e 
combustíveis 
Parte 2: Armazenamento em tanques, vasos e 
recipientes portáteis
Storage of flammable and combustible liquids 
Part 2: Tanks, vessel and portable storage
NORMA
BRASILEIRA
ICS 75.200 ISBN 978-85-07-09363-3
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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© ABNT 2022 - Todos os direitos reservados
© ABNT 2022
Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser 
reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por 
escrito da ABNT.
ABNT
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
20031-901 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: + 55 21 3974-2300
Fax: + 55 21 3974-2346
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Sumário Página
Prefácio ...............................................................................................................................................vi
Introdução .........................................................................................................................................viii
1 Escopo ................................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
3 Termos e definições ...........................................................................................................3
4 Requisitos para todos os tanques de armazenamento .................................................4
4.1 Geral ..................................................................................................................................4
4.2 Projeto e construção de tanques de armazenamento ...................................................5
4.2.1 Materiais de construção ....................................................................................................5
4.2.2 Projeto para tanques de armazenamento ........................................................................5
4.2.3 Respiro nas condições normais de operação de tanques de armazenamento ..........7
4.2.4 Tubos de enchimento ........................................................................................................8
4.2.5 Proteção contra corrosão ..................................................................................................8
4.3 Requisitos para ensaios de tanques ...............................................................................9
4.3.1 Geral ....................................................................................................................................9
4.3.2 Ensaios de estanqueidade ................................................................................................9
4.3.3 Ensaios e inspeções periódicas .....................................................................................10
4.4 Prevenção e controle de incêndio ................................................................................10
4.4.1 Requisitos gerais .............................................................................................................10
4.4.2 Controle de fontes de ignição ......................................................................................... 11
4.4.3 Gerenciamento de riscos de incêndio e explosão ....................................................... 11
4.4.4 Controle de incêndios ......................................................................................................11
4.4.5 Planejamento e treinamento de emergência ................................................................ 11
4.4.6 Inspeção e manutenção dos equipamentos de proteção contra incêndio e equipamentos 
de resposta a emergências .............................................................................................12
4.5 Operações de tanques de armazenamento ..................................................................13
4.5.1 Prevenção de transbordamento de tanques de armazenamento ................................13
4.5.2 Identificação e segurança patrimonial ...........................................................................15
4.5.3 Tanques de armazenamento em áreas sujeitas a inundações ....................................15
4.5.4 Remoção de serviço de tanques de armazenamento ...................................................16
4.6 Inspeção e manutenção em tanques de armazenamento e seus acessórios ...........18
4.7 Troca do líquido armazenado ........................................................................................19
5 Tanques de armazenamento de superfície ...................................................................19
5.1 Requisitos gerais ............................................................................................................19
5.2 Localização de tanques de armazenamento de superfície .........................................19
5.2.2 Distância (entre costados) entre dois tanques de superfície adjacentes ..................28
5.3 Instalação de tanques de armazenamento de superfície ............................................30
5.4 Tubulações para respiros de tanques de armazenamento de superfície ..................31
5.5 Alívio de emergência em tanques de armazenamento de superfície quando expostos 
ao fogo .............................................................................................................................31
5.5.1 Geral ..................................................................................................................................31
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.6 Proteção contra incêndio para tanques de armazenamento de superfície ................36
5.7 Requisitos adicionais para tanques de armazenamento de superfície resistentes 
ao fogo ..............................................................................................................................36
5.8 Requisitos adicionais para tanques de armazenamento de superfície protegidos ...36
5.9 Controle de derramamentos de tanques de armazenamento de superfície ..............37
5.9.1 Bacia de contenção à distância .....................................................................................37
5.9.2 Contenção por diques de topo aberto em torno de tanques ......................................38
5.9.3 Contenção secundária para tanques de superfície .....................................................41
5.10 Equipamentos, tubulações e sistemas de proteção contra incêndio em bacias 
de contenção à distância e em bacias de contenção por diques em torno de tanques ..42
5.10.1 Localização de tubulações ..............................................................................................42
5.10.2 Drenagem ..........................................................................................................................42
5.10.3 Localização de equipamentos........................................................................................43
5.10.4 Sistemas de proteção contra incêndio .........................................................................43
5.10.5 Materiais não combustíveis ............................................................................................43
5.11 Outros bocais, exceto respiros, em tanques de superfície ........................................43
5.12 Requisitos para tanques de superfície localizados em áreas sujeitas a inundações ..44
5.13 Proteção de tanques de superfície contra colisão por veículo ..................................44
5.14 Instruções para instalação de tanques de superfície ..................................................44
5.15 Inspeção e manutenção de tanques de superfície ......................................................44
6 Tanques subterrâneos .....................................................................................................45
6.1 Requisitos gerais ............................................................................................................45
6.1.1 Líquidos de classe II e de classe III em temperaturas elevadas ..................................45
6.1.2 Instalação ..........................................................................................................................45
6.1.3 Escavação .........................................................................................................................45
6.1.4 Cuidados no manuseio dos tanques .............................................................................45
6.1.5 Proteção contra a corrosão externa de tanques subterrâneos ..................................46
6.2 Localização de tanques de armazenamento subterrâneos ..........................................46
6.3 Instalação de tanques de armazenamento subterrâneos ...........................................46
6.3.1 Leito e aterro .....................................................................................................................46
6.3.2 Cobertura para tanques de armazenamento subterrâneos .........................................46
6.3.3 Profundidade máxima de instalação e cobertura ........................................................49
6.4 Tubulação de respiro para tanques subterrâneos .......................................................49
6.5 Outros bocais, exceto respiros, em tanques subterrâneos ........................................50
6.6 Requisitos para tanques subterrâneos localizados em áreas sujeitas à elevação 
do nível de água subterrânea ou inundações ...............................................................50
6.7 Instruções para instalação de tanques subterrâneos .................................................51
6.8 Inspeção e manutenção de tanques subterrâneos .....................................................51
7 Edificações contendo tanques de armazenamento .....................................................51
7.1 Requisitos gerais .............................................................................................................51
7.2 Localização de edificações contendo tanques ............................................................52
7.3 Construção de edificações contendo tanques .............................................................53
7.4 Proteção contra incêndio em edificações contendo tanques ....................................54
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7.4.1 Equipamentos portáteis e móveis de controle de incêndio dentro de edificações 
com tanques .....................................................................................................................54
7.4.2 Equipamento fixo de controle de incêndios dentro de edificações com tanques .....54
7.5 Sistemas elétricos em edificações contendo tanques ................................................55
7.6 Contenção, drenagem e controle de vazamentos em edificações contendo tanques ...55
7.7 Ventilação em edificações contendo tanques ...............................................................55
7.7.8 Respiros para tanques situados no interior de edificações .......................................56
7.8 Outros bocais de tanques, exceto os respiros, em tanques situados no interior 
de edificações ..................................................................................................................57
7.9 Detecção e sistema de alarme para edificações contendo tanques ..........................58
7.10 Inspeção e manutenção em edificações contendo tanques ........................................59
Bibliografia .........................................................................................................................................60
Tabelas
Tabela 1 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos – Pressão 
interna até 17 kPa – Líquidos estáveis (classes I, II e IIIA) (ver NOTA 1) ....................20
Tabela 2 – Tabela de referência para ser utilizada nas Tabelas 1, 3 e 5 (quando citada nelas) .22
Tabela 3 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos – Pressão 
interna que exceda 17 kPa a – Líquidos estáveis classe I, classe II e classe IIIA ......23
Tabela 4 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos sujeitos 
à ebulição turbilhonar (boil over) ...................................................................................24
Tabela 5 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos instáveis ....26
Tabela 6 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos de classe IIIB ...28
Tabela 7 – Espaçamento mínimo entre tanques de superfície para armazenamento de líquidos 
(costado a costado) ........................................................................................................29
Tabela 8 – Ventilação requerida para alívio de emergência – Área molhada versus vazão de ar 
livre por hora ...................................................................................................................32
Tabela 9 – Ventilação requerida para alívio de emergência para tanques com área molhada 
acima de 260 m² e pressões manométricas acima de 6,9 kPa – Área molhada versus 
vazão de ar livre por hora ................................................................................................33
Tabela 10 – Diâmetros nominais de linhas de respiro ..................................................................49
Tabela 11 – Localização de edificações com tanques de armazenamento em relação aos limites 
de propriedade, desde que na área adjacente haja ou possa haver construção, 
vias de circulação interna e a edificação próxima mais importante na mesma 
propriedadea .....................................................................................................................52
Figuras
Figura 1 – Bacia de contenção à distância .....................................................................................37
Figura 2 – Exemplos de cobertura adequada de tanques subterrâneos .....................................48
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ABNT NBR 17505-2:2022
© ABNT 2022 - Todos os direitos reservados
Prefácio
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas 
Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos 
de NormalizaçãoSetorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são 
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto 
da normalização.
Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da ABNT Diretiva 2.
A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos 
de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT 
a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).
Os Documentos Técnicos ABNT, assim como as Normas Internacionais (ISO e IEC), são voluntários 
e não incluem requisitos contratuais, legais ou estatutários. Os Documentos Técnicos ABNT não 
substituem Leis, Decretos ou Regulamentos, aos quais os usuários devem atender, tendo precedência 
sobre qualquer Documento Técnico ABNT.
Ressalta-se que os Documentos Técnicos ABNT podem ser objeto de citação em Regulamentos 
Técnicos. Nestes casos, os órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar 
as datas para exigência dos requisitos de quaisquer Documentos Técnicos ABNT.
A ABNT NBR 17505-2 foi elaborada no Organismo de Normalização Setorial de Petróleo 
(ABNT/ONS-034), pela Comissão de Estudo de Distribuição e Armazenamento de Combustíveis 
(CE-034:000.004). O Projeto de Revisão circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 03, 
de 04.03.2022 a 04.04.2022. O 2º Projeto de Revisão circulou em Consulta Nacional conforme 
Edital nº 09, de 19.09.2022 a 18.10.2022.
A ABNT NBR 17505-2:2022 cancela e substitui a ABNT NBR 17505-2:2015, a qual foi tecnicamente 
revisada.
A ABNT NBR 17505, sob o título geral “Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis”, 
tem previsão de conter as seguintes partes:
 — Parte 1: Disposições gerais;
 — Parte 2: Armazenamento em tanques, vasos e recipientes portáteis 
 — Parte 3: Sistemas de tubulações;
 — Parte 4: Armazenamento em recipientes e em tanques portáteis até 3 000 L; 
 — Parte 5: Operações;
 — Parte 6: Requisitos para instalações e equipamentos elétricos;
 — Parte 7: Proteção contra incêndio para parques de armazenamento com tanques estacionários.
O Escopo em inglês da ABNT NBR 17505-2 é o seguinte:
Scope
This Part of the ABNT NBR 17505 shall apply to the following:
 a) the storage of flammable and combustible liquids, as defined at ABNT NBR 17505-1, in fixed tanks 
that exceed 230 L capacity and in underground tanks; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 b) the storage of flammable and combustible liquids in portable tanks that exceed 2 500 L capacity;
 c) the storage of flammable and combustible liquids in intermediate bulk containers (IBC) that exceed 
3 000 L capacity;
 d) the design, installation, testing, operation, and maintenance of aboveground and underground 
tanks, portable tanks, and bulk containers.
This Part of ABNT NBR 17505 shall not apply to listed at ABNT NBR 17505-1.
The retroactivity application of ABNT NBR 17505 (all parties) see ABNT NBR 17505-1.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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© ABNT 2022 - Todos os direitos reservados
Introdução
A aplicação desta Norma não dispensa o atendimento à Legislação Nacional aplicável.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis 
Parte 2: Armazenamento em tanques, vasos e recipientes portáteis
1 Escopo
1.1 Esta Parte da ABNT NBR 17505 especifica os requisitos para:
 a) o armazenamento de líquidos combustíveis e inflamáveis, como definidos na ABNT NBR 17505-1, 
em tanques fixos com capacidade superior a 230 L e em tanques subterrâneos;
 b) o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em tanques portáteis, cujas capacidades 
sejam superiores a 2 500 L;
 c) o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em contentores intermediários para 
granel [(Intermediate Bulk Container (IBC)], cujas capacidades sejam superiores a 3 000 L;
 d) o projeto, a instalação, os ensaios, a operação e a manutenção dos tanques de superfície, 
subterrâneos, instalados no interior de edificações, portáteis e dos recipientes para granéis;
1.2 Esta Parte da ABNT NBR 17505 não se aplica às condições mencionadas na ABNT NBR 17505-1.
1.3 Quanto à retroatividade da aplicação da ABNT NBR 17505 (todas as Partes) ver 
a ABNT NBR 17505-1.
2 Referências normativas
Os documentos a seguir são citados no texto de tal forma que seus conteúdos, totais ou parciais, 
constituem requisitos para este Documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições 
citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento 
(incluindo emendas). 
ABNT NBR 7821:1983, Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados 
ABNT NBR 6118, Projeto de estruturas de concreto – Procedimento
ABNT NBR 6120, Cargas para o cálculo de estruturas de edificações
ABNT NBR 6122, Projeto e execução de fundações
ABNT NBR 6123, Forças devidas ao vento em edificações
ABNT NBR 8800, Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios
ABNT NBR 10897, Proteção contra incêndio por chuveiro automático – Requisitos
ABNT NBR 13523, Central de gás liquefeito de petróleo – GLP
ABNT NBR 16820, Sistemas de sinalização de emergência – Projeto, requisitos e métodos de ensaio
ABNT NBR 13714, Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ABNT NBR 13786, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Seleção dos componentes 
do combustível (SASC) e sistema de armazenamento subterrâneo de óleo lubrificante usado 
e contaminado (OLUC)
ABNT NBR 14973, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Desativação, remoção, 
destinação, preparação e adaptação de tanques subterrâneos usados
ABNT NBR 15461, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Construção e instalação 
de tanque aéreo de aço-carbono
ABNT NBR 16161, Tanque metálico jaquetado subterrâneo – Requisitos de fabricação e de modulação
ABNT NBR 16684-2, Tanque de consumo aéreo para grupos geradores alimentados por diesel 
ou biodiesel - Parte 2: Construção de tanques metálicos
ABNT NBR 16764, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Instalação dos 
componentes do sistema de armazenamento subterrâneo de combustíveis (SASC), óleo lubrificante 
usado e contaminado (OLUC) e ARLA 32
ABNT NBR 17505-1, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 1: Disposições 
gerais
ABNT NBR 17505-3, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 3: Sistemas 
de Tubulações
ABNT NBR 17505-5, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 5: Operações
ABNT NBR 17505-6, Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Parte 6: Instalações 
e equipamentos elétricos
ABNT NBR 17505-7, Armazenamento de líquidos inflamáveise combustíveis – Parte 7: Proteção 
contra incêndio para parques de armazenamento com tanques estacionários
ABNT NBR ISO 28300, Indústrias de petróleo, petroquímica e gás natural – Alívio de tanques 
de armazenamento atmosféricos e de baixa pressão
ANSI/UL 2085, Standard for protected aboveground tanks for flammable and combustible liquids
API STD 620, Design and construction of large, welded, low-pressure storage tanks
API STD 650, Welded Tanks for Oil Storage
API STD 653, Tank inspection, repair, alteration, and reconstruction 
API STD 2000, Venting atmospheric and low-pressure storage tanks – Nonrefrigerated and refrigerated
API STD 2350, Overfill protection for storage tanks in petroleum facilities
API RP 1632, Cathodic protection of underground petroleum storage tanks and piping systems
ASME BPVC-I, Boiler and Pressure Vessel Code, Section I: Rules for Construction of Power Boilers
ASME BPVC-VIII, Rules for Construction of Pressure Vessels – Division 1 and 2
NACE RP0169, Standard recommended practice control of external corrosion on underground 
or submerged metallic piping systems
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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NACE RP0285, Recommended practice, control of underground storage tanks systems by cathodic 
protection
NFPA 11, Standard for low, medium, and high expansion foam
NFPA 12, Standard on carbon dioxide extinguishing systems
NFPA 12A, Standard on Halon 1301 fire extinguishing systems
NFPA 13, Standard for the installation of sprinkler systems
NFPA 15, Standard for water spray fixed systems for fire protection
NFPA 16, Standard for the installation of foam-water sprinkler and foam water spray systems
NFPA 17, Standard for dry chemical extinguishing systems
NFPA 25, Standard for the inspection, testing and maintenance of water-based fire protection systems
NFPA 68, Standard on explosion protection by deflagration venting
NFPA 326, Standard for the safeguarding of tanks and containers for entry, cleaning, or repair
NFPA 329, Recommended practice for handling releases of flammable and combustible liquids and 
gases
STI SP 001, Standard for inspection of aboveground storage tanks
STI-P3, Cathodically protected steel tank
STI RP 892, Recommended practice for corrosion protection of underground piping networks 
associated with liquid storage and dispensing systems
UL 58, Standard for steel underground tanks for flammable and combustible liquids
UL 80, Standard for steel tanks for oil-burner fuels and other combustible liquidsUL 1316, Standard for 
Fibre Reinforced Underground Tanks for Flammable and Combustible Liquids 
UL 1746, Standard for external corrosion protection systems for steel underground storage tanks
UL 2080, Standard fo fire resistant tanks for flammable and combustible liquids
ULC-S603.1, Standard for external corrosion protection systems for steel underground tanks for 
flammable and combustible liquids
3 Termos e definições
Para os efeitos desta Parte da ABNT NBR 17505, aplicam-se os termos e definições 
da ABNT NBR 17505-1 e os seguintes.
3.1 
tanque compartimentado 
tanque dividido em dois ou mais compartimentos, com o objetivo de armazenar o líquido ou diferentes 
líquidos inflamáveis e/ou combustíveis
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3.2 
tanque resistente ao fogo
tanque de armazenamento atmosférico, de superfície com isolamento térmico, que tenha sido avaliado 
quanto à sua resistência física e quanto à limitação do calor transferido ao tanque primário, quando 
exposto à chama de um incêndio produzido por um hidrocarboneto, de acordo com a UL 2080
3.3 
tanque de teto flutuante 
tanque de superfície com uma das seguintes características:
 a) teto flutuante tipo pontão ou duplo metálico, em tanque de topo aberto, projetado e construído 
de acordo com a ABNT NBR 7821;
 b) teto fixo metálico com ventilação no topo e beiral no teto, projetado e construído de acordo com 
a ABNT NBR 7821, e dispondo de um teto flutuante do tipo pontão de topo fechado ou duplo 
metálico, em completo atendimento à ABNT NBR 7821; 
 c) teto fixo metálico com ventilação no topo e beiral no teto, projetado e construído de acordo com 
a ABNT NBR 7821, e dispondo de membrana ou selo flutuante suportado por dispositivos 
metálicos herméticos de flutuação, com flutuação suficiente para evitar que a superfície do líquido 
fique exposta, quando ocorrer a perda da metade da flutuação
NOTA O tanque que utiliza um disco metálico interno flutuante, um teto ou uma cobertura que não estejam 
de acordo com a definição mencionada em 3.3, ou que utiliza espuma plástica (exceto para vedação) para 
a flutuação, mesmo quando encapsulada em chapas metálicas ou de fibra de vidro, é considerado tanque 
de teto fixo.
3.4 
tanque de superfície protegido
tanque de armazenamento atmosférico, de superfície com contenção secundária integral e isolamento 
térmico, que tenha sido avaliado quanto à sua resistência física e quanto à limitação do calor transferido 
ao tanque primário, quando exposto a chama de um incêndio produzido por um hidrocarboneto, 
de acordo com a UL 2085
3.5 
tanque com bacia de contenção acoplada
tanque metálico aéreo, horizontal ou vertical construído com bacia de contenção metálica acoplada, 
construído conforme a ABNT NBR 15461
3.6 
via de circulação interna
arruamento trafegável para aproximação ou movimentação de veículos automotores
4 Requisitos para todos os tanques de armazenamento 
4.1 Geral 
4.1.1 O armazenamento de líquidos de classe II e de classe III aquecidos nas temperaturas 
iguais ou superiores aos seus pontos de fulgor deve seguir os requisitos para líquidos de classe I, 
a menos que uma avaliação de engenharia conduzida de acordo com a ABNT NBR 17505-5:2015, 4.9 
e Seção 9, justifique o atendimento aos requisitos para alguma outra classe de líquido.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.1.2 Os tanques projetados para serem utilizados como tanques de superfície não podem ser 
utilizados como tanques subterrâneos 
4.1.3 Os tanques devem ser projetados e construídos de acordo com normas referenciadas 
em 4.2.1.3 e 4.2.2.1.1.
4.2 Projeto e construção de tanques de armazenamento 
4.2.1 Materiais de construção
Os tanques devem ser de aço ou outros materiais, devendo estar de acordo com os requisitos 
aplicáveis mencionados em 4.2.1.1 a 4.2.1.5. 
4.2.1.1 Os materiais utilizados na construção dos tanques e seus acessórios devem ser compatíveis 
com o produto a ser armazenado. Em caso de dúvida sobre as propriedades do líquido a ser 
armazenado, deve ser consultado o fabricante do produto.
4.2.1.2 Os tanques construídos em materiais combustíveis podem ser aplicados, limitados a: 
 a) instalações subterrâneas; 
 b) uso onde as propriedades do líquido armazenado assim o exigirem;
 c) armazenamento em tanque de superfície de líquidos de classe IIIB em áreas não expostas 
ao derramamento ou vazamento de líquidos de classe I ou de classe II;
 d) armazenamento de líquidos de classe IIIB dentro de uma edificação protegida por um sistema 
automático de extinção de incêndio, aprovado pelas autoridades competentes.
Os tanques de concreto,sem revestimento, podem ser utilizados para o armazenamento 
de líquidos com densidade igual ou superior a 40º API. Tanques de concreto com revestimento 
especial para utilização com outros líquidos, devem ser projetados e construídos de acordo com 
as ABNT NBR 6118, ABNT NBR 6120, ABNT NBR 6122, ABNT NBR 6123 e ABNT NBR 8800. 
4.2.1.3 Os tanques podem ter revestimentos combustíveis ou não combustíveis. A seleção, 
a especificação e o tipo do material de revestimento e sua espessura requerida devem ser baseados 
nas propriedades do líquido a ser armazenado. Quando houver mudança nas características do líquido 
a ser armazenado, a compatibilidade do revestimento e do líquido deve ser verificada.
4.2.1.4 Devem ser adotados critérios adequados de projeto quando a densidade do líquido 
armazenado exceder a da água ou se o tanque for projetado para conter líquidos a uma temperatura 
abaixo de -18 ºC.
4.2.2 Projeto para tanques de armazenamento
4.2.2.1 Projeto para tanques atmosféricos 
4.2.2.1.1 Os tanques atmosféricos, inclusive os que disponham de contenção secundária ou que 
sejam compartimentados, devem ser projetados, construídos, instalados, ensaiados de acordo com 
as normas referenciadas em 4.2.2.1.2 a 4.2.2.1.4. 
4.2.2.1.2 Exceto como previsto em 4.2.2.1.3 e 4.2.2.1.4, os tanques atmosféricos projetados 
e construídos de acordo com a ABNT NBR 7821:1983, Anexo F, devem operar na pressão variando 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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desde a pressão atmosférica até aquela determinada em F.4; se projetados e construídos pela API 
STD 650:2020, Anexo F, eles devem operar desde a pressão atmosférica até 17 kPa. Todos os demais 
tanques devem, respectivamente, ter sua pressão de operação limitada desde a atmosférica até 
0,35 kPa (ver NOTA) para a ABNT NBR 7821 e 3,5 kPa para a API STD 650. 
NOTA 0,35 kPa é igual a 0,0035 kg/cm², que é o valor indicado na ABNT NBR 7821:1983, 1.2. 
4.2.2.1.3 Os tanques atmosféricos que não tenham sido projetados e construídos de acordo com 
a ABNT NBR 7821:1983, Anexo F, ou API STD 650:2020, Anexo F, somente podem operar nas 
pressões máximas estabelecidas em 4.2.2.1.2, se for realizada uma avaliação de engenharia, 
para determinar se o tanque resiste a uma pressão superior a 0,35 kPa para a ABNT NBR 7821 
ou a 3,5 kPa para a API STD 650, limitada a 6,9 kPa.
4.2.2.1.4 Os tanques cilíndricos horizontais e os retangulares construídos de acordo com 
as ABNT NBR 15461, ABNT NBR 16684-2, UL 58, UL 80, UL 1316, UL 2080 ou UL 2085, podem 
operar sob pressão variando da atmosféricas a 6,9 kPa e devem ser limitados à pressão de 17 kPa 
nas condições de ventilação de emergência.
4.2.2.1.5 Os tanques de baixa pressão e os vasos de pressão podem ser utilizados como tanques 
atmosféricos.
4.2.2.1.6 Os tanques atmosféricos não podem ser utilizados para o armazenamento de líquidos 
a temperaturas iguais ou superiores ao seu ponto de ebulição. 
4.2.2.2 Projeto para tanques de baixa pressão 
4.2.2.2.1 Os tanques de baixa pressão devem ser projetados e construídos de acordo com a API 
STD 620 ou a ASME Code, ou outras normas internacionalmente aceitas. 
4.2.2.2.2 Os tanques de baixa pressão não podem operar acima de suas pressões de projeto, pois 
são tanques de armazenamento projetados para operar com pressão interna superior a 6,9 kPa, mas 
não superior a 103,4 kPa, medida no topo do tanque.
4.2.2.2.3 Os vasos de pressão podem ser utilizados como tanques de baixa pressão. 
4.2.2.3 Projeto para vasos de pressão
4.2.2.3.1 Os vasos (reservatórios) com pressão de armazenamento acima de 103,4 kPa devem ser 
projetados e construídos de acordo com ASME Code ou outras normas internacionalmente aceitas. 
 a) os vasos de pressão sujeitos a chama devem ser projetados e construídos de acordo com 
a (ASME BPVC-I), Seção I (Caldeiras) ou (ASME BPVC-VIII) Seção VIII, Divisão 1 ou Divisão 2 
(Vasos de Pressão), como aplicável, do ASME Code; 
 b) os vasos de pressão não sujeitos a chama devem ser projetados e construídos de acordo com 
a (ASME BPVC-VIII), Seção VIII, Divisão 1 ou Divisão 2 do ASME Code.
4.2.2.3.2 Os vasos de pressão que não atendam aos requisitos de 4.2.2.3.1-a) ou b) só podem ser 
utilizados se forem aprovados por meio de uma avaliação adequada de engenharia.
NOTA Estes vasos de pressão são geralmente denominados “vasos especiais”.
4.2.2.3.3 Os vasos de pressão não podem ser operados com pressões acima de suas pressões 
de projeto. A pressão normal de operação não pode exceder a pressão de projeto do vaso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.2.3 Respiro nas condições normais de operação de tanques de armazenamento 
4.2.3.1 Os tanques de armazenamento devem ser ventilados, para prevenir o desenvolvimento 
de vácuo ou pressão, que podem deformar o tanque ou exceder a pressão de projeto do tanque, quando 
o tanque estiver sendo cheio ou esvaziado ou por causa de alterações na temperatura atmosférica. 
Respiros normais devem ser localizados acima do nível máximo de líquido. 
4.2.3.2 Respiros normais devem ser previstos para os tanques primários e para cada compartimento 
primário de um tanque compartimentado. 
NOTA Não é requerido um alívio normal para os espaços intersticiais de tanques com contenção 
secundária.
4.2.3.3 Os respiros normais devem ser dimensionados de acordo com a ABNT NBR ISO 28300 
ou a API STD 2000. Alternativamente, o respiro normal deve ser no mínimo maior ou igual ao diâmetro 
de entrada ou saída do produto, não podendo, em caso algum, ser inferior a 32 mm de diâmetro 
interno. 
4.2.3.4 Tanques de armazenamento atmosféricos devem ter um dispositivo adequado, para prevenir 
uma pressão superior à pressão máxima de projeto e um respiro que previna um vácuo superior 
à condição de projeto.
NOTA Tanques de armazenamento que operem a pressões manométricas acima de 6,9 kPa são projetados 
conforme 4.2.2.2. A ocorrência de um pequeno vácuo é necessária para a operação de um dispositivo 
de proteção. 
4.2.3.5 Os tanques de baixa pressão e os vasos de pressão devem ter um dispositivo adequado 
para prevenir o desenvolvimento de pressão ou vácuo que exceda a pressão de projeto do tanque 
ou do vaso. Também devem ser previstos meios para prevenir sobrepressões oriundas de alguma 
descarga de bomba operando no carregamento do tanque ou vaso, quando a pressão de descarga 
da bomba puder exceder a pressão de projeto do tanque ou do vaso. 
4.2.3.6 Se um tanque ou um vaso de pressão tiver mais de uma conexão de enchimento 
ou de esvaziamento em que possam ocorrer carregamentos ou descarregamentos simultâneos, 
a dimensão da conexão de respiro deve ser calculada para a vazão simultânea máxima. 
4.2.3.7 Os tanques equipados com respiros, que operem com pressões superiores a 17 kPa, 
os tanques de baixa pressão e os vasos de pressão devem ser projetados de modo a permitir que 
as descargas dos respiros e os drenos sejam dispostos de forma que se previna o superaquecimento 
localizado ou o contato de chama em qualquer parte do tanque ou vaso, no caso da ignição dos 
vapores expelidos. 
4.2.3.8 Os tanques e os vasos de pressão que armazenem líquidos da classe IA devem ser equipados 
com dispositivos de ventilação que se mantenham fechados, exceto na condição de sobrepressão 
ou vácuo
4.2.3.9 Os tanques e os vasos de pressão que armazenem líquidos da Classe IB e IC devem ser 
equipados com corta-chamas ou dispositivos de ventilaçãocombinados ou não com corta-chamas. 
Estes dispositivos se mantêm fechados, exceto na condição de sobre-pressão ou vácuo.
NOTA Para informações complementares sobre corta-chamas, consultar a ABNT NBR ISO 16852.
4.2.3.10 Em áreas de produção de petróleo com armazenamento, os tanques, com capacidade igual 
ou inferior a 475 000 L, que armazenem petróleo cru, e os tanques atmosféricos aéreos externos com 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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capacidade inferior a 3 800 L, que armazenem líquidos diferentes dos de classe IA, podem dispor 
de respiros abertos. 
4.2.3.11 Corta-chamas ou dispositivos de alívio requeridos em 4.2.3.8 e 4.2.3.9 podem ser omitidos 
em tanques que armazenem líquidos de classe IB e de classe IC, em condições em que o seu uso, 
em caso de obstrução, possa resultar em danos para o tanque. 
NOTA As propriedades do líquido que justifiquem a omissão destes dispositivos incluem, mas não 
se limitam a, condensação, corrosividade, cristalização, polimerização, congelamento ou bloqueio. Quando 
qualquer destas condições estiver presente, recomenda-se que sejam feitas considerações quanto 
ao aquecimento, ao uso de dispositivos que empreguem materiais especiais de construção, ao uso de líquidos 
de selagem ou à inertização. Ver NFPA 69.
4.2.3.12 As tubulações para os respiros normais devem ser projetadas conforme a ABNT NBR 17505-3.
4.2.4 Tubos de enchimento
Tubos de enchimento que entrem no tanque pelo topo ou anel superior devem prolongar-se até 
150 mm do fundo do tanque. Os tubos de enchimento devem ser instalados ou posicionados de forma 
a minimizar vibrações. 
Exceção 1: Tubos de enchimento em tanques cujo espaço de vapor, sob condições normais 
de operação, não se situem na faixa de inflamabilidade ou que sejam inertizados não necessitam 
atender a este requisito.
Exceção 2: Tubos de enchimento em tanques manuseando líquidos com um potencial mínimo 
de acumulação de carga estática não necessitam atender a este requisito, desde que o tubo 
de enchimento seja projetado e o sistema seja operado de forma a prevenir tal geração de carga 
e desde que o tempo de residência depois dos filtros ou telas seja suficiente para dissipar a eletricidade 
estática gerada.
NOTA Para Exceção 2 – Exemplos de líquidos com potencial mínimo para acumulação de eletricidade 
estática incluem óleo cru, asfalto e líquidos miscíveis em água. Para informações adicionais, 
ver a ABNT NBR 17505-5.
4.2.5 Proteção contra corrosão
A proteção contra corrosão deve atender aos requisitos de 4.2.5.1 ou 4.2.5.2, como aplicável. 
NOTA Outros meios de proteção contra corrosão interna incluem pinturas, revestimentos de proteção 
e proteção catódica.
4.2.5.1 Proteção contra corrosão interna para tanques de armazenamento metálicos 
Quando os tanques metálicos não forem projetados de acordo com a ABNT NBR 7821 ou ABNT NBR 15461, 
ou de acordo com normas internacionalmente aceitas, ou se a corrosão prevista for além daquela 
considerada nos cálculos de projeto ou dos padrões utilizados, uma espessura adicional de metal 
ou um revestimento interno adequado deve ser inserido, a fim de compensar a perda esperada por 
corrosão durante a vida útil do tanque.
4.2.5.2 Proteção contra corrosão interna para tanques de armazenamento não metálicos 
Quando os tanques não metálicos não forem projetados de acordo com as normas em 4.2.1.3 
e 4.2.2.1.4 ou se a corrosão estiver prevista para além daquela obtida por meio das normas utilizadas 
no projeto, uma espessura adicional de material, a aplicação de pinturas ou de um revestimento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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aprovado deve ser previsto para compensar a perda de espessura pela corrosão durante a vida 
projetada para o tanque, determinado por uma análise de engenharia.
4.3 Requisitos para ensaios de tanques 
4.3.1 Geral
Todos os tanques, independentemente de terem sido montados em fábrica ou em campo, devem ser 
ensaiados de acordo com os requisitos das normas referenciadas em 4.2.2.1.2 a 4.2.2.1.4 sob a qual 
foram projetados e fabricados ou montados antes de serem colocados em operação.
4.3.1.1 Uma plaqueta de identificação adequada e aprovada, fixada no tanque, deve ser considerada 
como evidência do atendimento a 4.3.1. Os tanques que não possuírem plaquetas de identificação 
devem ser ensaiados antes de serem colocados em operação, de acordo com a sua norma de projeto, 
conforme documentação do tanque ou de acordo com os requisitos para ensaios de 4.2.2.1.4, 4.2.2.2.1 
ou 4.2.2.3.1. 
4.3.1.2 Onde as porções verticais das tubulações de enchimento e dos respiros forem tais que, 
quando estas tubulações estiverem cheias de líquidos, a pressão hidrostática imposta ao fundo 
do tanque exceda 70 kPa, o tanque e as tubulações em questão devem ser ensaiados hidrostaticamente 
a uma pressão igual à pressão estática imposta, utilizando a norma de projeto do tanque , conforme 
documentação do tanque.
4.3.1.3 Antes dos tanques serem colocados pela primeira vez em serviço, todas as falhas (trincas, 
fissuras ou deformações) devem ser corrigidas de maneira aceitável. Não pode ser permitida 
a calafetação mecânica para corrigir falhas em tanques soldados, exceto microporosidade nos tetos. 
4.3.1.4 Os tanques que serão operados a uma pressão inferior à pressão de projeto devem ser 
ensaiados pelos dispositivos aplicáveis, constantes em 4.3.1.1 ou 4.3.1.2, baseados na pressão 
desenvolvida sob alívio total de emergência do tanque. 
4.3.2 Ensaios de estanqueidade
Além dos ensaios mencionados em 4.3.1, todos os tanques e conexões devem ser ensaiados quanto 
às suas estanqueidades depois de instalados e antes de serem colocados em operação, de acordo 
com 4.3.2.2 a 4.3.2.8, conforme aplicável. Exceto em tanques subterrâneos, este ensaio deve ser 
feito à pressão de operação, utilizando-se como fluido o ar, um gás inerte ou a água.
NOTA Recomendações adicionais na execução de ensaios de tanques com contenção secundária, 
podem ser consultadas a PEI RP200 e a STI R 931.
4.3.2.1 Os ensaios de 4.3.2 não são requeridos para um tanque primário ou para um espaço 
intersticial que continue a manter o vácuo aplicado na fábrica de acordo com as instruções do fabricante 
do equipamento. Estes componentes devem ser considerados estanques até o momento em que 
o vácuo seja quebrado. O ensaio final de estanqueidade de um espaço intersticial não é requerido 
se o vácuo aplicado na fábrica for mantido até que as seguintes condições sejam alcançadas: 
 a) para tanques de superfície, o tanque esteja colocado em campo no local onde se pretende 
instalá-lo;
 b) para tanques subterrâneos, o aterro tenha sido completado sobre o topo do tanque. 
4.3.2.2 No ensaio de tanques que contenham líquidos inflamáveis ou combustíveis, não pode 
ser utilizado o ar comprimido como fluido de ensaio.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.3.2.3 No caso de tanques montados no campo, o ensaio requerido em 4.3.1.1 ou 4.3.1.2 pode 
ser considerado ensaio de estanqueidade do tanque.
4.3.2.4 Os tanques horizontais, fabricados e montados em fábricas, devem ser ensaiados quanto 
à estanqueidade,hidrostática ou pneumaticamente, a uma pressão mínima de 21 kPa e máxima 
de 35 kPa acima da pressão atmosférica.
4.3.2.5 Tanques verticais de superfície, fabricados e montados em fábricas, devem ser ensaiados 
quanto à estanqueidade, hidrostática ou pneumaticamente, a uma pressão mínima de 10 kPa 
e máxima de 17 kPa acima da pressão atmosférica. 
4.3.2.6 Tanques subterrâneos de paredes simples e as tubulações, antes de serem cobertos, 
fechados ou colocados em operação, devem ser ensaiados quanto à estanqueidade, hidrostática 
ou pneumaticamente, a uma pressão mínima de 21 kPa e máxima de 35 kPa acima da pressão 
atmosférica. 
4.3.2.7 Tanques horizontais, subterrâneos ou aéreos com contenção secundária devem ter 
os tanques primários (internos) ensaiados quanto às suas estanqueidades, hidrostaticamente 
ou pneumaticamente, a uma pressão mínima de 21 kPa e máxima de 35 kPa acima da pressão 
atmosférica. 
NOTA Tanques subterrâneos de parede dupla podem ser considerados um tipo de contenção secundária. 
Os termos “tanque de parede dupla” e “tanque jaquetado” são algumas vezes usados para descrever tanques 
subterrâneos com contenção secundária. 
4.3.2.7.1 O espaço intersticial (anular) destes tanques deve ser ensaiado hidrostática 
ou pneumaticamente a uma pressão manométrica variando de 21 kPa a 35 kPa, com um vácuo 
de 18 kPa, ou de acordo com as instruções do fabricante. 
4.3.2.7.2 A pressão ou o vácuo deve ser mantido no mínimo por 1 h ou pelo tempo de duração 
especificado nos manuais fornecidos pelo fabricante, adotando-se a duração mais restritiva. 
4.3.2.8 Tanques verticais de superfície com contenção secundária devem ter o tanque primário 
(interno) ensaiado quanto à sua estanqueidade, hidrostática ou pneumaticamente, com pressão 
variando entre 10 kPa e 17 kPa
4.3.2.8.1 O espaço intersticial (anular) destes tanques deve ser ensaiado hidrostática 
ou pneumaticamente, com pressão variando entre 10 kPa e 17 kPa ou com vácuo de 18 kPa, 
ou de acordo com a plaqueta e as instruções do fabricante do tanque.
4.3.2.8.2 A pressão ou o vácuo deve ser mantido por 1 h ou pela duração especificada nas instruções 
do fabricante do tanque, adotando-se a duração mais restritiva.
4.3.3 Ensaios e inspeções periódicas
Cada tanque deve ser inspecionado e ensaiado conforme as instruções do fabricante, STI SP 001 
ou API 653, a fim de assegurar a integridade do equipamento.
4.4 Prevenção e controle de incêndio 
4.4.1 Requisitos gerais
4.4.1.1 Esta subseção apresenta as técnicas de gerenciamento reconhecidas quanto aos métodos 
de controle de incêndio utilizadas para prevenir ou minimizar as perdas por incêndio ou explosão 
em instalações de tanques de armazenamento. A grande variedade de dimensões, tipos, localização 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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e leiaute das instalações de tancagem de armazenamento impede a inclusão de métodos detalhados 
de prevenção e controle de incêndio aplicáveis a todas essas instalações de uma forma geral.
4.4.1.2 As instalações de armazenamento devem estabelecer e implementar os métodos 
de prevenção e controle de incêndio para assegurar a segurança das pessoas, para minimizar 
as perdas de patrimônio e para reduzir a exposição ao fogo das propriedades adjacentes resultantes 
de incêndio e explosão. O atendimento aos requisitos estabelecidos em 4.4.2 a 4.4.6 deve ser 
considerado como em conformidade com os requisitos de 4.4.1.
4.4.2 Controle de fontes de ignição
De modo a prevenir a ignição de vapores inflamáveis em instalações com tanques de armazenamento, 
as fontes de ignição devem ser controladas de acordo com a ABNT NBR 17505-5.
4.4.3 Gerenciamento de riscos de incêndio e explosão 
A extensão dos procedimentos para prevenção e controle de incêndios e explosões e as medidas 
previstas para instalações de armazenamento com tanques deve ser determinada por meio de uma 
avaliação de engenharia das instalações e das operações, seguida pela aplicação de princípios 
de engenharia de processo reconhecidos para proteção contra incêndios e explosões. A avaliação 
deve incluir no mínimo: 
 a) análise dos riscos para incêndio e explosão das instalações;
 b) análise das condições locais como exposição para as propriedades adjacentes, potencial para 
inundações, potencial para abalos sísmicos ou descargas atmosféricas; 
 c) tempo de resposta da Corporação de Bombeiros ou do plano de auxílio mútuo.
4.4.4 Controle de incêndios
4.4.4.1 As instalações com tanques de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis 
devem estar adequadas para assegurar que os riscos de incêndio e explosão resultantes de uma 
liberação dos líquidos estejam de acordo com os correspondentes planos de prevenção e de ação 
de emergência contra incêndio.
4.4.4.2 O gerenciamento e a metodologia devem ser adequados para identificar, avaliar e controlar 
os riscos envolvidos no processamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis. Estes 
riscos incluem, mas não se limitam a preparação, separação, purificação, mudança de estado, energia 
envolvida ou composição.
NOTA Na avaliação para o gerenciamento dos riscos de incêndio, considerar a probabilidade de uma 
mistura inflamável, a presença de uma fonte de ignição e as consequências de uma ignição. Onde o risco 
for inaceitável pela autoridade competente, recomenda-se uma proteção contra explosão de acordo com 
a NFPA 69, ou uma ventilação de deflagração de acordo com a NFPA 68, ou considerar uma combinação das 
duas. Consultar a ABNT NBR 31000, que define as diretrizes para gerenciar os riscos.
4.4.5 Planejamento e treinamento de emergência 
4.4.5.1 Um Plano de Ação de Emergência (PAE), consistente com os equipamentos, pessoal 
e recursos disponíveis, deve ser estabelecido e implementado para atender a incêndios, explosões 
e outras emergências. Este plano deve incluir no mínimo o seguinte: 
 a) procedimentos a serem utilizados em caso de incêndios, explosões ou vazamentos acidentais 
de líquidos ou vapores, incluindo, mas não se limitando a, acionamento de alarme sonoro e/ou 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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visual, acionamento da Corporação de Bombeiros, do Plano de Auxílio Mútuo, quando existente, 
evacuação do pessoal e controle, mitigação, combate e extinção de incêndios e explosões;
 b) planejamento e execução de treinamento do pessoal para executar as atividades de resposta 
a emergências;
 c) treinamento prático dos exercícios de combate a emergências;
 d) manutenção dos equipamentos de proteção contra incêndios, de contenção de vazamentos 
e derrames e outros equipamentos de resposta a emergências; 
 e) desligamento ou isolamento de equipamentos para controlar liberações não intencionais; 
 f) adoção de medidas alternativas para assegurar a segurança do pessoal enquanto qualquer 
equipamento de proteção contra fogo estiver desligado ou inoperante.
NOTA Os recursos incluem, mas não se limitam aos seguintes: auxílio mútuo, suprimento de água 
e de agentes de extinção.
4.4.5.2 O pessoal responsável pela utilização e operação dos equipamentos de proteção 
contra incêndio deve ser treinado no uso destes equipamentos e evidenciar o conhecimento dos 
equipamentos e sua operação. Treinamentos de atualização (reciclagem) devem ser realizados pelo 
menos anualmente e evidenciados. 
4.4.5.3 O planejamento de medidas efetivas para o controle de incêndios deve ser cientificado 
à Corporação de Bombeiroslocal para avaliação de emergências. Isto deve incluir, mas não se limitar 
a, a identificação de todos os tanques pelas suas localizações, pelos seus conteúdos, pelas suas 
dimensões (capacidades) e a identificação adequada do risco, como requerido em 4.5.2.1.
NOTA Consultar a ABNT NBR 16799 para desenvolvimento de uma gestão de prevenção e combate 
ao incêndio em tanques de armazenamento atmosféricos não aquecidos. 
4.4.5.4 Devem ser implantados treinamentos periódicos do pessoal e o planejamento de inspeções 
e ensaios de alarmes, intertravamentos e controles. Procedimentos devem ser estabelecidos para 
prever paradas seguras de instalações de armazenamento com tanques sob condições de emergência 
e para seu retorno seguro ao serviço. Estes procedimentos devem prover requisitos para treinamentos 
associados.
4.4.5.5 Os procedimentos de emergência devem permanecer disponíveis nas áreas operacionais. 
Os procedimentos devem ser revisados e atualizados sempre que as condições forem alteradas.
4.4.5.6 Onde existir a possibilidade de locais ficarem sem supervisão durante um considerável 
período de tempo ou desativadas, um resumo do Plano de Ação de Emergência (PAE) deve ser 
colocado à disposição e localizado em pontos estratégicos, facilmente acessíveis pelos membros 
da Brigada.
4.4.6 Inspeção e manutenção dos equipamentos de proteção contra incêndio e equipamentos 
de resposta a emergências
4.4.6.1 Todos os equipamentos de proteção contra incêndio e de resposta a emergências devem 
ser submetidos a uma manutenção correta e devem passar por ensaios periódicos, de acordo com 
os requisitos mínimos estabelecidos na ABNT NBR 17505-7, na ABNT NBR 13714, pelos fabricantes, 
sem prejuízo a eventuais exigências legais.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.4.6.2 As práticas e os procedimentos de manutenção e operação de instalações de armazenamento 
devem ser estabelecidos e implementados para controlar e prevenir vazamentos e derrames 
de líquidos. 
4.4.6.3 As áreas ao redor das instalações de tanques de armazenamento devem ser conservadas 
e livres de ervas daninhas, lixo e outros materiais combustíveis desnecessários. 
4.4.6.4 Passarelas e acessos destinados à movimentação do pessoal devem ser mantidas livres 
de obstruções, a fim de permitir a evacuação ordenada e o pronto acesso para o combate manual 
de incêndios e de resposta a emergências, de acordo com a legislação e o PAE.
4.4.6.5 Os resíduos de materiais combustíveis e os resíduos nas áreas de operação devem ser 
limitados ao mínimo e devem ser depositados diariamente em recipientes adequados e identificados, 
dotados de tampas, sendo descartados periodicamente. 
4.4.6.6 O pessoal responsável pela inspeção e manutenção dos equipamentos de proteção 
contra incêndio e de resposta a emergências deve ser capacitado e deve demonstrar conhecimento 
de inspeção e manutenção dos equipamentos. Reciclagens dos treinamentos devem ser desenvolvidas 
para manter a atualização e eficiência do pessoal. 
4.5 Operações de tanques de armazenamento 
4.5.1 Prevenção de transbordamento de tanques de armazenamento
As instalações com tanques de superfície ou elevado, com capacidade superior a 5 000 L, armazenando 
líquidos de classe I ou classe II, devem ter procedimentos, equipamentos ou ambos para prevenir 
o transbordamento de tanques.
NOTA Mais informações podem ser obtidas na API STD 2350.
4.5.1.1 As instalações com tanques de superfície ou elevado localizados em parques 
de armazenamento, que operem com líquidos de classe I, a partir de dutos ou de embarcações, 
devem seguir procedimentos escritos para evitar o transbordamento dos tanques, utilizando um dos 
seguintes métodos de proteção: 
 a) os volumes dos tanques devem ser frequentemente medidos no campo, conforme procedimentos 
previamente definidos, por pessoal capacitado, durante o descarregamento de produto. Além 
disso, deve ser mantida uma comunicação contínua com a origem do bombeio, de modo que 
o fluxo possa ser prontamente interrompido ou desviado, de acordo com o estabelecido nos 
procedimentos operacionais;
 b) os tanques devem ser equipados com dispositivos para alarme de nível alto, independentemente 
da existência de qualquer equipamento de medição de nível. Em sistemas de medição e alarme 
incorporados, deve-se incluir um dispositivo eletrônico de autoavaliação para indicar falhas. 
Os alarmes devem ser localizados de forma que o pessoal de operação possa atuar prontamente 
durante toda a transferência do produto, providenciando a interrupção ou o desvio do fluxo, 
de acordo com o estabelecido nos procedimentos operacionais;
 c) os tanques devem ser equipados com um sistema independente de detecção de nível alto que 
feche ou desvie automaticamente o fluxo, de acordo com o estabelecido nos procedimentos 
operacionais.
4.5.1.2 Alternativas às instrumentações descritas em 4.5.1.1-b) e 4.5.1.1-c) são aceitáveis quando 
fornecerem proteções equivalentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.5.1.3 Os sistemas de instrumentação descritos em 4.5.1.1-b) e 4.5.1.1-c) devem dispor de 
cabeamento com sistema de falha segura, de forma que as condições de alarme validas ou falhas do 
sistema criem uma condição de alarme que notifique o pessoal e promova um fechamento automático 
ou o desvio do fluxo. 
4.5.1.3.1 Os procedimentos escritos de desempenho da instrumentação devem ser estabelecidos, 
para definir as condições de validação dos sensores e dos sistemas de detecção de falhas de acordo 
com a API STD 2350. 
4.5.1.3.2 O sistema de detecção de falhas deve incluir, mas não se limitar a, o seguinte: 
 a) perda da alimentação elétrica principal;
 b) interrupção elétrica, curto-circuito ou falha no aterramento do circuito do sistema de detecção 
de nível ou nos circuitos de alarme e sinalização;
 c) falha ou mau funcionamento do equipamento de controle do sistema de detecção de nível 
ou do dispositivo de sinalização.
4.5.1.4 Os procedimentos escritos, requeridos em 4.5.1.1, devem incluir o seguinte: 
 a) instruções cobrindo métodos para checar o alinhamento e recebimento do bombeio inicial para 
o tanque selecionado para receber o produto;
 b) requisitos para o treinamento e monitoração de desempenho do pessoal de operação pela 
supervisão do parque de armazenamento;
 c) plano e procedimentos para inspeção e os registros da calibração dos equipamentos de medição 
e alarme de nível alto ou dos sistemas correlacionados. Os intervalos de inspeção e ensaio 
aceitáveis não podem exceder um ano, ou os requisitos dos fabricantes, caso em periodicidade 
menor.
4.5.1.5 Um tanque subterrâneo deve ser equipado com um equipamento de prevenção 
de transbordamento que pare automaticamente o fluxo de líquido para o tanque quando o nível atingir 
no máximo 95 % da capacidade do tanque para as instalações em empreendimento não previstas 
na ABNT NBR 13786, opcionalmente pode ser adotado dispositivo que alerte o operador 
de transferência quando o tanque atingir 90 % de sua capacidade, pelo acionamento de um alarme 
de nível alto audível e visual. 
4.5.1.6 Tanques de armazenamento atmosféricos montados em fábrica de superfície ou elevados 
construídos de acordo com as normas mencionadas em 4.2.2.1.1, devem atender aos requisitos 
de 4.5.1.6.1 a 4.5.1.6.4 sempre que os seguintes comprimentos verticais excederem 3,7 m:
 a) do fundo do tanque ao nível máximo de enchimento;ou
 b) do fundo do tanque ao respiro normal; ou
 c) do fundo do tanque ao alívio de emergência.
4.5.1.6.1 Um dispositivo adequado deve ser instalado no tanque de forma a alertar o operador 
de que o seu completo enchimento está próximo do seu nível máximo de enchimento. 
4.5.1.6.2 Um dispositivo adequado deve ser instalado no tanque para prover a paralisação 
da transferência do líquido para o tanque, antes de ser atingido o nível máximo de enchimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.5.1.6.3 Em nenhum caso esses dispositivos podem restringir ou interferir no funcionamento 
do respiro normal ou alívio de emergência. 
4.5.1.6.4 Definida a instalação de instrumentos de nível, o fabricante do tanque deve ser consultado, 
para determinar se é requerido um reforço no tanque. Se o reforço for realmente necessário, deve ser 
realizado.
4.5.2 Identificação e segurança patrimonial
4.5.2.1 Identificação para ação de emergência 
Uma sinalização ou marcação que atenda à Norma Brasileira aplicável ou outra internacionalmente 
aceita deve ser aplicada aos tanques de armazenamento que contenham líquidos inflamáveis 
ou combustíveis. A sinalização não precisa ser aplicada diretamente ao tanque, mas deve situar-se 
em local onde possa ser prontamente visualizada, como na lateral de uma via de acesso, em passarelas 
para os tanques, ou na tubulação fora da bacia de contenção. Havendo mais de um tanque na bacia 
de contenção, a sinalização deve estar localizada de modo que cada tanque possa ser prontamente 
identificado.
4.5.2.2 Segurança patrimonial para tanques de armazenamento em áreas não supervisionadas
Tanques de armazenamento de superfícies isoladas ou em áreas não supervisionadas também 
devem ser protegidos e marcados para identificar o risco de incêndio do tanque e o seu conteúdo para 
o público em geral. Se necessário, para proteger o tanque de vandalismo ou violação, a área onde 
o tanque estiver localizado deve ser protegida.
4.5.2.3 Sinalização de alerta
Tanques de armazenamento devem ser protegidos e sinalizados de forma a identificar no mínimo 
o conteúdo, os riscos do produto (inflamabilidade, toxicidade, corrosividade e/ou riscos específicos) 
e informações para proteção das instalações (por exemplo: “não fumar”, “não portar dispositivo gerador 
de ignição” “não portar aparelho celular” etc.). A área de localização dos tanques deve ser protegida 
de violação ou invasão.
A ABNT NBR 16820 deve ser utilizada para sinalização de segurança contra incêndio e pânico 
em edificações. 
4.5.3 Tanques de armazenamento em áreas sujeitas a inundações
4.5.3.1 Enchimento com água
4.5.3.1.1 O enchimento de um tanque com água para protegê-lo contra inundações deve ser iniciado 
assim que for previsto nível perigoso de inundação.
4.5.3.1.2 Onde forem disponíveis bombas, com acionamento por motor à explosão, para enchimento 
do tanque com água, deve ser previsto um estoque de combustível adequado, para permitir uma 
operação contínua das bombas até o enchimento total do tanque. 
4.5.3.1.3 As válvulas do tanque devem ser travadas na posição fechada quando o enchimento com 
água estiver concluído. 
4.5.3.2 Instruções para operação
Instruções ou procedimentos operacionais a serem seguidos em uma emergência que envolva 
inundações devem ser estabelecidos e implementados pelo pessoal identificado em 4.5.3.3.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.5.3.3 Treinamento do pessoal
O pessoal responsável por ativar e operar os procedimentos de emergência, nos casos de inundações, 
deve ser treinado na sua implementação e deve ser informado sobre a localização e operação 
de válvulas e outros controles e equipamentos necessários para efetivar os objetivos destes 
procedimentos requeridos, para colocar as instalações em serviço durante uma emergência devido 
a inundações.
4.5.4 Remoção de serviço de tanques de armazenamento
4.5.4.1 Desativação de tanques de armazenamento de superfície e elevado
Tanques de superfície colocados fora de serviço ou desativados requerem seu total esgotamento 
de líquidos, total remoção de vapores e devem ser protegidos contra violações de acordo com 
os requisitos estabelecidos na ABNT NBR 17505-5.
NOTA Mais informações podem ser obtidas nas API STD 2015 e API RP 2016.
4.5.4.2 Reutilização ou reativação de tanques de armazenamento de superfície e elevado
Tanques podem ser reutilizados ou reativados no armazenamento de líquidos inflamáveis 
ou combustíveis, desde que atendam a todos os requisitos da ABNT NBR 17505.
4.5.4.3 Desativação de tanques de armazenamento subterrâneos
4.5.4.3.1 Geral 
Tanques subterrâneos colocados fora de serviço ou desativados requerem seu total esgotamento 
de líquidos e total remoção de vapores e devem ser protegidos contra violações, de acordo com 
os requisitos estabelecidos no NFPA 326 ou na ABNT NBR 14973, onde aplicável e de acordo com 
os requerimentos legais. Os procedimentos descritos devem ser seguidos quando tanques subterrâneos 
forem colocados fora de serviço no local ou removidos.
4.5.4.3.2 Desativação temporária
Tanques são considerados temporariamente fora de serviço, somente quando se planeja devolvê-los 
ao serviço ativo, dentro da sua vida útil, sendo obrigatória antes deste retorno a sua requalificação. 
Os seguintes requisitos devem ser atendidos:
 a) os sistemas de proteção contra corrosão e detecção de vazamentos devem ser mantidos 
em operação;
 b) a tubulação de respiro deve ser deixada aberta e em funcionamento;
 c) o tanque deve ser protegido contra invasões e violações;
 d) todas as outras tubulações devem ser capeadas ou plugadas.
Tanques que ficarem fora de serviço por tempo que supere sua vida útil devem ser permanentemente 
desativados no local ou removidos, de acordo com 4.5.4.3.3 ou 4.5.4.3.4, como aplicável.
4.5.4.3.3 Desativação permanente no local 
Os tanques subterrâneos podem ser desativados permanentemente no local, mediante aprovação 
da autoridade competente. Todos os requisitos a seguir devem ser atendidos:
 a) todas as autoridades competentes devem ser notificadas, como aplicável;
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 b) deve ser mantida a segurança do local de trabalho durante as atividades descritas;
NOTA Um treinamento específico, atendendo a legislação brasileira, quando aplicável, será desenvolvido 
para assegurar a segurança durante os trabalhos.
 c) todos os líquidos e resíduos inflamáveis e combustíveis devem ser retirados dos tanques, dos 
acessórios e das tubulações, e apropriadamente descartados, de acordo com as práticas usuais 
e procedimentos escritos;
 d) para tornar o tanque seguro, este deve ser desvaporizado ou a atmosfera potencialmente explosiva 
inertizada no seu interior. Para confirmação de que a atmosfera no tanque esteja segura, deve-se 
ensaiá-la periodicamente, utilizando-se explosímetros, no caso do tanque desvaporizado, 
ou um oxímetro, no caso de tanque inertizado, de acordo com procedimentos escritos;
 e) o acesso ao tanque deve ser feito mediante cuidadosa escavação até o topo do tanque;
 f) toda a tubulação exposta, instrumentação e acessóriosdo tanque, bem como outros dispositivos, 
exceto respiro, devem ser desconectados e removidos;
 g) o tanque deve ser completamente preenchido com material sólido e inerte;
 h) as tubulações de respiro e demais tubulações subterrâneas remanescentes devem ser plugadas 
ou removidas;
 i) todo o local escavado deve ser reaterrado adequadamente.
4.5.4.3.4 Remoção e descarte
Tanques subterrâneos e suas tubulações devem ser removidos de acordo com os seguintes requisitos:
 a) os passos descritos em 4.5.3.7.3-a) a e) devem ser seguidos;
 b) toda a tubulação exposta, a instrumentação, as conexões e os outros acessórios, incluindo 
o respiro, devem ser desconectados e removidos;
 c) todos os bocais devem ser plugados, deixando-se um orifício de no mínimo 6 mm para evitar 
a pressurização no tanque;
 d) o tanque deve ser removido do local escavado e deve ser fixado contra movimentos;
 e) se possível, os furos produzidos por corrosão devem ser tampados;
 f) o tanque deve ser rotulado, informando o conteúdo anterior, o estado do vapor presente, o método 
de limpeza interna e uma advertência quanto à reutilização;
 g) o tanque deve ser removido do local com autorização da autoridade competente, de acordo com 
os procedimentos ambientais vigentes.
4.5.4.3.5 Armazenamento temporário de tanques removidos 
Se for necessário armazenar temporariamente um tanque subterrâneo removido, este deve ser 
colocado em uma área segura, onde o acesso ao público seja restrito. Um orifício de no mínimo 6 mm 
deve ser aberto para evitar que se forme pressão dentro do tanque.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.5.4.3.6 Descarte de tanques 
O descarte de tanques subterrâneos deve ser realizado conforme os seguintes requisitos:
 a) antes que um tanque seja cortado como sucata ou preenchido com material sólido inerte, 
a atmosfera interna do tanque deve ser ensaiada de acordo com 4.5.3.7.3-d), para assegurar que 
permaneça seguro e devem ser descartados obedecendo a legislação ambiental;
 b) o tanque deve ser inutilizado para evitar futura utilização, abrindo-se furos em seu teto e costado.
4.5.4.3.7 Documentação 
Toda documentação necessária deve ser preparada e guardada de acordo com as regras 
e os regulamentos estabelecidos pelas autoridades competentes.
4.5.4.3.8 Reutilização de tanques de armazenamento subterrâneos
Tanque subterrâneo pode ser utilizado como tanque aéreo ou subterrâneo, exceto aquele instalado 
em empreendimento previsto na ABNT NBR 13786, desde que seja aprovado em uma avaliação 
de engenharia e atenda aos requisitos da ABNT NBR 17505, nas partes aplicáveis e também 
na legislação vigente.
4.5.4.3.9 Detecção de vazamento e registro de inventário em tanques de armazenamento 
subterrâneo 
Devem ser mantidos registros precisos do inventário ou um programa de detecção de vazamentos 
em tanques de armazenamento, para todos os líquidos de classe I, II e III, a fim de indicar possíveis 
vazamentos dos tanques ou das tubulações a eles ligados, de acordo com as regras e regulamentos 
estabelecidos pelas autoridades competentes.
NOTA Para informações sobre métodos de ensaios, ver a NFPA 329.
4.6 Inspeção e manutenção em tanques de armazenamento e seus acessórios 
4.6.1 Cada tanque construído em aço deve ser inspecionado e mantido de forma a assegurar 
o completo atendimento aos requisitos desta Parte da ABNT NBR 17505. Os requisitos de ensaios 
para os tanques devem ser de acordo com 4.3.3.
NOTA Inspeções regulares de tanques de armazenamento de superfície, incluindo os tanques produzidos 
em fábrica, executados de acordo com a norma adequada, fornecem meios para assegurar um bom sistema 
de manutenção. Normas recomendáveis são as seguintes: API 653; STI SP001; API 12R1 e API STD 2350.
4.6.2 Cada tanque construído com outros materiais deve ser inspecionado e mantido conforme 
as instruções dos fabricantes, normas e padrões aplicáveis, para assegurar o atendimento aos 
requisitos da ABNT NBR 17505, nas partes aplicáveis. 
4.6.3 Os requisitos de ensaios para os tanques devem ser de acordo com 4.3.
4.6.4 Todo tanque deve ser mantido estanque. Todo tanque aéreo que apresentar vazamentos deve 
ser esvaziado do líquido armazenado e reparado de acordo com procedimentos aceitáveis, bem como 
dispor de um laudo técnico, elaborado por profissional habilitado, os tanques subterrâneos não podem 
ser reparados e devem ser desativados no caso de vazamentos. 
4.6.5 Tanques que tenham sofrido danos estruturais, que tenham sido reparados, reconstruídos, 
relocados, jaquetados, danificados por impacto, inundação ou outros traumas ou por suspeita 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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de vazamentos, devem ser ensaiados de acordo com 4.3, conforme procedimentos aceitáveis, bem 
como deve dispor de laudo técnico elaborado por profissional habilitado. 
4.6.6 Os tanques de armazenamento e seus acessórios, incluindo os respiros normais, respiros 
de emergência, dispositivos de prevenção de transbordamento e outros dispositivos, devem ser 
inspecionados e mantidos, para assegurar que funcionem conforme projetados de acordo com 
procedimentos escritos. 
NOTA Para informações adicionais, ver as API 653, API STD 2350 e PEI RP 600.
4.6.7 Os bocais para medição nos tanques que armazenem líquidos de classe I devem ser providos 
por tampas herméticas ao vapor. Estes bocais devem permanecer fechados, quando não estiverem 
sendo feitas medições. 
4.6.8 Instalações com tanques de armazenamento de superfície devem estabelecer e implementar 
um procedimento para checagem e remoção de água do fundo dos tanques de armazenamento, que 
contenham líquidos não miscíveis com a água. 
NOTA A acumulação de água no fundo de tanques favorece a atividade microbiana que dificulta 
as operações e aumenta o risco de vazamentos de produtos. É recomendado que os proprietários 
e operadores de tanques monitorem rotineiramente o acúmulo de água no fundo do tanque e estabeleçam 
procedimentos para a forma e a periodicidade para que a água seja removida. Informações adicionais podem 
ser encontradas nas API 1501, API RP 1621, API 2610 e ASTM D6469. 
4.7 Troca do líquido armazenado 
Tanques de armazenamento que tenham múltiplo uso de diversos líquidos armazenados devem ser 
reavaliados para verificar o atendimento aos requisitos contidos nesta Parte da ABNT NBR 17505. 
5 Tanques de armazenamento de superfície 
5.1 Requisitos gerais 
Quando o armazenamento de líquidos da classe II ou classe III for na temperatura acima dos respectivos 
pontos de fulgor seguir os requisitos estabelecidos em 4.1.1. 
5.2 Localização de tanques de armazenamento de superfície 
NOTA Para informações adicionais, ver PEI RP200. 
5.2.1 Localização em relação aos limites de propriedade, vias de circulação interna 
e edificações importantes
5.2.1.1 Todos os tanques destinados ao armazenamento de líquidos estáveis de classe I, classe II 
ou classe IIIA e operando com pressões manométricas que não excedam 17 kPa devem ser localizados 
de acordo com as Tabelas 1 e 2. Onde o espaçamento do tanque for baseado em um projeto que 
adote a solda fragilizada entre o teto e o costado, o usuário deve apresentar evidências da adoção 
deste método construtivo.
5.2.1.2 Os tanques verticais que disponham de solda fragilizada entre o teto e o costado (ver 5.5.2) 
e que armazenem líquidos de classe IIIA podem ser localizados na metade das distâncias especificadasna Tabela 1, desde que não estejam dentro de uma bacia de contenção com tanques que armazenem 
líquidos de classe I e classe II ou não estejam no curso do canal de drenagem para a bacia 
de contenção à distância de tanques que armazenem líquidos de classe I ou classe II.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 1 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos – Pressão 
interna até 17 kPa – Líquidos estáveis (classes I, II e IIIA) (ver NOTA 1) (continua)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança contra 
exposição (ver NOTA 6) 
Distância mínima 
até o limite de 
propriedade, desde 
que na área adjacente 
haja ou possa haver 
construção, inclusive 
no lado oposto da 
via pública, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 4)
Distância mínima ao 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 4 e 7)
1) Tanque 
vertical com 
teto flutuante, 
conforme 
estabelecido em 
3.3 
1.1) Atendimento por Corporação 
de Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a Brigada da 
Empresa vizinha a instalação de 
armazenagem do líquido inflamável 
e/ou combustível (ver NOTA 2 e 8)
Metade do diâmetro do 
tanque
1/6 do diâmetro do 
tanque
1.2) Não Atendimento por 
Corporação de Bombeiros local, 
regional, Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou combustível 
(ver NOTA 2 e 8)
Diâmetro do tanque, 
limitado a 53,00 m
1/6 do diâmetro do 
tanque
2) Tanque vertical 
com teto fixo, 
com ligação frágil 
entre o teto e o 
costado, conforme 
estabelecido em 
5.5.2.
2.1) Tanque com sistema de 
espuma ou sistema de inertização 
(ver NOTA 3). Atendimento por 
Corporação de Bombeiros local, 
regional, Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou combustível 
(ver NOTA 2 e 8), para tanques 
com diâmetro menor ou igual a 45 m
Metade do diâmetro do 
tanque
1/6 do diâmetro do 
tanque
2.2) Tanque com sistema de 
espuma ou sistema de inertização 
(ver NOTA 3). Atendimento por 
Corporação de Bombeiros local, 
regional, Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou combustível 
(ver NOTA 2 e 8), para tanques 
com diâmetro maior que 45 m
Diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do 
tanque
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 1 (continuação)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança contra 
exposição (ver NOTA 6) 
Distância mínima 
até o limite de 
propriedade, desde 
que na área adjacente 
haja ou possa haver 
construção, inclusive 
no lado oposto da 
via pública, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 4)
Distância mínima ao 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 4 e 7)
2) Tanque vertical 
com teto fixo, 
com ligação frágil 
entre o teto e o 
costado, conforme 
estabelecido 
no item 5.5.2. 
(continuação)
2.3) Atendimento por Corporação 
de Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a Brigada da 
Empresa vizinha a instalação de 
armazenagem do líquido inflamável 
e/ou combustível (ver NOTA 2 e 8)
Diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do 
tanque
2.4) Atendimento por Corporação 
de Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a Brigada da 
Empresa vizinha a instalação de 
armazenagem do líquido inflamável 
e/ou combustível (ver NOTA 2 e 8)
Dobro do diâmetro do 
tanque, limitado a 
105 m 
1/3 do diâmetro do 
tanque
3. Tanque 
horizontal e 
vertical, sem 
ligação frágil solda 
fragilizada entre 
teto e costado, 
com dispositivo 
de alívio de 
emergência 
limitado a pressão 
de 17,2 kPa 
3.1) usando um sistema de 
inertização (ver NOTA 3), nos 
tanques ou um sistema de 
espuma nos tanques verticais 
e atendimento por Corporação 
de Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a Brigada da 
Empresa vizinha a instalação de 
armazenagem do líquido inflamável 
e/ou combustível (ver NOTA 2 e 8)
50 % do valor 
estabelecido na Tabela 2 
50 % do valor 
estabelecido na Tabela 2 
3.2) Atendimento por Corporação 
de Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a Brigada da 
Empresa vizinha a instalação de 
armazenagem do líquido inflamável 
e/ou combustível (ver NOTA 2 e 8)
Valor estabelecido na 
Tabela 2 
O valor estabelecido 
na Tabela 2 
3.3) Não Atendimento por 
Corporação de Bombeiros local, 
regional, Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou combustível 
(ver NOTA 2 e 8)
Duas vezes o valor 
estabelecido na Tabela 2 
O valor estabelecido 
na Tabela 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 1 (conclusão)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança contra 
exposição (ver NOTA 6) 
Distância mínima 
até o limite de 
propriedade, desde 
que na área adjacente 
haja ou possa haver 
construção, inclusive 
no lado oposto da 
via pública, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 4)
Distância mínima ao 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 4 e 7)
Tanque protegido, 
conforme 
estabelecido em 3.4
Nenhuma Metade do valor 
estabelecido na Tabela 2
Metade do valor 
estabelecido na Tabela 2
NOTA 1 Pressão de operação de 17 kPa ou menor.
NOTA 2 Ver definição “proteção da vizinhança ou proteção para exposição” (ver a ABNT NBR 17505-1).
NOTA 3 Conforme a NFPA 69.
NOTA 4 Para outras distâncias e considerações, ver a ABNT NBR 17505-5.
NOTA 5 Conforme a API STD 2000.
NOTA 6 Independentemente do tipo de tanque apresentado, as instalações devem atender a NBR 17505-7 no que 
se refere aos requisitos do seu próprio Sistema de Combate a incêndio. 
NOTA 7 Ver definição de “edificação importante” na ABNT NBR 17505-1.
NOTA 8 Para os efeitos desta Parte da ABNT NBR 17505, devem ser considerados: “local” = município; 
“regional” = quando for atendido por Corporação de Bombeiros localizado em outro município; “Brigada Externa” = quando 
a empresa vizinha ao armazenamento de líquido inflamável e/ou combustível mantiver com outras empresas uma brigada 
externa; e “Brigada da Empresa” = Brigada privada da própria empresa que possa proteger suas próprias instalações 
de eventuais radiações térmicas de um incêndio.
Tabela 2 – Tabela de referência para ser utilizada nas Tabelas 1, 3 e 5 (quando citada nelas)
Capacidade do tanque 
m³
Distância mínima até o limite da 
propriedade, desde que na área 
adjacente haja ou possa haver 
construção, inclusive no lado 
oposto da via pública 
m
Distância mínima do lado mais 
próximo de qualquer via de circulação 
interna ou qualquer edificação 
importante na mesma propriedade 
(NOTA 1) 
m
≤ 1 1,5 1,5
> 1 a 3,0 3,0 1,5
> 3,0 a 45,0 4,5 1,5
> 45,0 a 113,0 6,0 1,5
> 113,0 a 189,0 9,0 3,0
> 189,0 a 378,0 15,0 4,5
> 378,0 a 1 893,0 24,0 7,5
> 1 893,0 a 3 785,0 30,0 10,5
> 3 785,04 a 7 571,0 40,5 13,5
> 7 571,0 a 11 356,0 49,5 16,5
> 11 356,0 52,5 18,0
NOTA 1 Ver definição de “edificaçãoimportante” na ABNT NBR 17505-1.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.2.1.3 Todos os tanques destinados ao armazenamento de líquidos estáveis de classe I, classe II 
ou classe IIIA e operando com pressões manométricas superiores a 17 kPa, ou que sejam equipados 
com dispositivos de ventilação de emergência que operem com pressões manométricas superiores 
a 17 kPa, devem ser localizados de acordo com as Tabelas 2 e 3.
Tabela 3 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos – Pressão 
interna que exceda 17 kPa a – Líquidos estáveis classe I, classe II e classe IIIA
Tipo de tanque Proteção da 
vizinhança contra 
exposição 
Distância mínima até o limite 
da propriedade, desde que 
na área adjacente haja ou 
possa haver construção, 
inclusive no lado oposto da 
via pública (ver NOTA 2)
Distância mínima do 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade 
(ver NOTA 2)
1) Qualquer tipo 1.1) Atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, 
regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha 
a instalação de 
armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 4)
1 ½ vez o valor da Tabela 2, 
mas não inferior a 7,5 m
1 ½ vez o valor da 
Tabela 2, mas não 
inferior a 7,5 m
1.2) Não atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, 
regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha 
a instalação de 
armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 4)
3 vezes o valor da Tabela 2, 
mas não inferior a 15 m 
1 ½ vez o valor da 
Tabela 2, mas não 
inferior a 7,5 m 
a Pressão de operação interna manométrica superior a 17kPa.
NOTA 1 Ver definição “proteção da vizinhança ou proteção para exposição” (ver a ABNT NBR 17505-1).
NOTA 2 Para outras distâncias e considerações, ver a ABNT NBR 17505-5.
NOTA 3 Independentemente do tipo de tanque apresentado, as instalações devem atender à ABNT NBR 17505-7 
no que se refere aos requisitos do seu próprio Sistema de Combate a incêndio 
NOTA 4 Para os efeitos desta Parte da ABNT NBR 17505, devem ser considerados: “local” = município; “regional” = 
quando for atendido por Corporação de Bombeiros localizado em outro município; “Brigada Externa” = quando a empresa 
vizinha ao armazenamento de líquido inflamável e/ou combustível mantiver com outras empresas uma brigada externa; 
e “Brigada da Empresa” = Brigada privada da própria empresa que possa proteger suas próprias instalações de eventuais 
radiações térmicas de um incêndio.
5.2.1.4 Todos os tanques destinados ao armazenamento de líquidos com características de ebulição 
turbilhonar devem ser localizados de acordo com a Tabela 4. Os líquidos com características 
de ebulição turbilhonar não podem ser armazenados em tanques de teto fixo, com diâmetro superior 
a 45 m, exceto quando um sistema adequado e aprovado de inertização for instalado no tanque. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 4 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos sujeitos 
à ebulição turbilhonar (boil over) (continua)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança 
contra exposição 
Distância mínima 
até o limite da 
propriedade, desde 
que na área adjacente 
haja ou possa haver 
construção, inclusive 
no lado oposto da via 
pública, nunca inferior 
a 1,5 m 
(ver NOTA 3)
Distância mínima ao 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 3)
1. Tanque vertical com 
teto flutuante, conforme 
estabelecido em 3.3.
1.1) Atendimento por 
Corporação de Bombeiros 
local, regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem 
do líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
Metade do diâmetro do 
tanque
1/6 do diâmetro do 
tanque
1.2) Não atendimento por 
Corporação de Bombeiros 
local, regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem 
do líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
O diâmetro do tanque 1/6 do diâmetro do 
tanque
2. Tanque vertical com 
teto fixo
2.1) Com sistema de 
espuma ou sistema de 
inertização (ver NOTA 
2) e atendimento por 
Corporação de Bombeiros 
local, regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem 
do líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
O diâmetro do tanque 1/3 do diâmetro do 
tanque
2.2) atendimento por 
Corporação de Bombeiros 
local, regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha a 
instalação de armazenagem 
do líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
2 vezes o diâmetro do 
tanque
2/3 do diâmetro do 
tanque
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 4 (conclusão)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança 
contra exposição 
Distância mínima 
até o limite da 
propriedade, desde 
que na área adjacente 
haja ou possa haver 
construção, inclusive 
no lado oposto da via 
pública, nunca inferior 
a 1,5 m 
(ver NOTA 3)
Distância mínima ao 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade, nunca 
inferior a 1,5 m 
(ver NOTA 3)
2. Tanque vertical com 
teto fixo
2.3 Não atendimento por 
Corporação de Bombeiros 
local, regional, Brigada 
Externa ou a Brigada 
da Empresa vizinha à 
instalação de armazenagem 
do líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
4 vezes o diâmetro 
do tanque, mas sem 
exceder 105 m
2/3 do diâmetro do 
tanque
NOTA 1 Ver a definição “proteção da vizinhança ou proteção para exposição” (ver da ABNT NBR 17505-1.
NOTA 2 Conforme a NFPA 69.
NOTA 3 Para outras distâncias e considerações, ver a ABNT NBR 17505-5.
NOTA 4 Independentemente do tipo de tanque apresentado as instalações devem atender à ABNT NBR 17505-7 no 
que se refere aos requisitos do seu próprio Sistema de Combate a incêndio. 
NOTA 5 Para efeito desta Parte da ABNT NBR 17505, devem ser considerados: “local” = município; “regional” = quando 
for atendido por Corporação de Bombeiros localizado em outro município; “Brigada Externa” = quando a empresa vizinha 
ao armazenamento de líquido inflamável e/ou combustível mantiver com outras empresas uma brigada externa; e “Brigada 
da Empresa” = Brigada privada da própria empresa que possa proteger suas próprias instalações de eventuais radiações 
térmicas de um incêndio.
5.2.1.5 Todos os tanques destinados ao armazenamento de líquidos instáveis devem ser localizados 
de acordo com as Tabelas 2 e 5.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 5 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos instáveis 
(continua)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança 
contra exposição
Distância mínima até o 
limite da propriedade,desde que na área 
adjacente haja ou possa 
haver construção, 
inclusive no lado oposto 
da via pública 
(ver NOTA 3)
Distância mínima do 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade 
(ver NOTA 3)
1) Tanques 
horizontais e 
verticais com 
ventilação de alívio 
de emergência para 
limitar a pressão 
manométrica 
máxima a 17 kPa
1.1) sistemas aspersores 
de água ou inertização 
(ver NOTA 2) ou proteção 
passiva ou isolamento, 
refrigeração e/ou barreiras 
aprovadas e atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa 
vizinha à instalação 
de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
O valor estabelecido na 
Tabela 2, mas não inferior 
a 7,5 m 
Valor não inferior a 7,5 m 
1.2) atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa 
vizinha a instalação 
de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
2 ½ vezes o valor 
estabelecido pela Tabela 2, 
mas não inferior a 15 m 
Valor não inferior a 15 m 
1) Tanques 
horizontais e 
verticais com 
ventilação de alívio 
de emergência para 
limitar a pressão 
manométrica 
máxima a 17 kPa
1.3) Não atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa 
vizinha à instalação 
de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
5 vezes o valor 
estabelecido pela Tabela 2, 
mas não inferior a 30 m 
Valor não inferior a 30 m 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 5 (conclusão)
Tipo de tanque Proteção da vizinhança 
contra exposição
Distância mínima até o 
limite da propriedade, 
desde que na área 
adjacente haja ou possa 
haver construção, 
inclusive no lado oposto 
da via pública 
(ver NOTA 3)
Distância mínima do 
lado mais próximo 
de qualquer via de 
circulação interna ou 
qualquer edificação 
importante na mesma 
propriedade 
(ver NOTA 3)
2) Tanques 
horizontais e 
verticais com 
ventilação de alívio 
de emergência para 
permitir a pressão 
manométrica 
máxima acima de 
17 kPa 
(2,5 psig)
2.1) sistemas aspersores 
de água ou inertização 
(ver NOTA 2) ou proteção 
passiva ou isolamento, 
refrigeração e/ou barreiras 
aprovadas e atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa 
vizinha à instalação 
de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
2 vezes o valor 
estabelecido pela Tabela 2, 
mas não inferior a 15 m 
Valor não inferior a 15m 
2.2) atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa 
vizinha a instalação 
de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
4 vezes o valor 
estabelecido pela Tabela 2, 
mas não inferior a 30 m 
Valor não inferior a 30 m 
2.3) Não atendimento 
por Corporação de 
Bombeiros local, regional, 
Brigada Externa ou a 
Brigada da Empresa 
vizinha à instalação 
de armazenagem do 
líquido inflamável e/ou 
combustível 
(ver NOTAS 1 e 5)
8 vezes o valor 
estabelecido pela Tabela 2, 
mas não inferior a 45 m 
Valor não inferior a 45 m 
NOTA 1 Ver definição “proteção da vizinhança ou proteção para exposição “ (ver ABNT NBR 17505-1).
NOTA 2 Ver a NFPA 69.
NOTA 3 Para outras distâncias e considerações, ver a ABNT NBR 17505-5.
NOTA 4 Independentemente do tipo de tanque apresentado, as instalações devem atender à ABNT NBR 17505-7 no 
que se refere aos requisitos do seu próprio Sistema de Combate a incêndio 
NOTA 5 Para os efeitos desta Parte ABNT NBR 17505, devem ser considerados: “local” = município; “regional” = 
quando for atendido por Corporação de Bombeiros localizado em outro município; “Brigada Externa” = quando a empresa 
vizinha ao armazenamento de líquido inflamável e/ou combustível mantiver com outras empresas uma brigada externa; e 
“Brigada da Empresa” = Brigada privada da própria empresa que possa proteger suas próprias instalações de eventuais 
radiações térmicas de um incêndio.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.2.1.6 Todos os tanques destinados ao armazenamento de líquidos estáveis de classe IIIB devem 
ser localizados de acordo com a Tabela 6.
EXCEÇÃO Os tanques de armazenamento de líquidos de classe IIIB devem ser localizados 
conforme determinado em 5.2.1.1, se localizados na mesma bacia de contenção ou no curso do canal 
de drenagem para a bacia de contenção à distância de tanques que armazenem líquidos de classe I 
ou classe II.
Tabela 6 – Localização de tanques de superfície para armazenamento de líquidos de classe IIIB
Capacidade 
do tanque 
m³
Distância mínima até o limite da 
propriedade, desde que na área 
adjacente haja ou possa haver 
construção, inclusive no lado 
oposto da via pública 
m
Distância mínima do lado mais 
próximo de qualquer via de 
circulação interna ou qualquer 
edificação importante na mesma 
propriedade 
m
≤ 46 1,5 1,5
> 46 a 114 3,0 1,5
> 114 a 190 3,0 3,0
> 190 a 380 4,5 3,0
> 380 4,5 4,5
5.2.1.7 No caso de a propriedade adjacente ser uma instalação similar, os parâmetros de distâncias 
podem, com o consentimento por escrito dos dois proprietários, e em conformidade com a legislação 
vigente, adotar as distâncias mínimas estabelecidas em 5.2.2, em vez daquelas recomendadas 
em 5.2.1, ou seja, que os tanques sejam considerados como dentro de uma mesma propriedade.
5.2.1.8 Quando o rompimento das extremidades de um vaso de pressão ou tanque horizontal 
pressurizado expuser a risco as propriedades adjacentes e/ou edificações internas, este vaso 
de pressão ou tanque horizontal pressurizado deve ter seu eixo longitudinal paralelo a estas 
propriedades e/ou instalações mais próximas e mais importantes. 
5.2.2 Distância (entre costados) entre dois tanques de superfície adjacentes 
5.2.2.1 Os tanques de armazenamento de líquidos estáveis de classe I, classe II ou classe IIIA 
devem ter um espaçamento de acordo com a Tabela 7, tomando sempre cada tanque e o seu adjacente, 
isto é, dois a dois.
NOTA Onde houver o envolvimento de mais de dois tanques, a soma dos diâmetros é calculada para cada 
par de tanques possível. Por exemplo, assumindo quatro tanques no interior de uma bacia de contenção, 
numerados de 1 a 4, posicionados no sentido dos ponteiros do relógio, a partir do tanque # 1. Os diâmetros 
de cada par de tanques são somados, conforme a seguir: 1 e 2, 1 e 3, 1 e 4, 2 e 3, 2 e 4 e 3 e 4.
5.2.2.1.1 Em instalações de produção, situadas em regiões isoladas, nos tanques de petróleo cru 
com capacidades individuais de no máximo 480 000 L, o espaçamento deve ser de no mínimo 1,0 m, 
não requerendo a aplicação da Tabela 7. 
5.2.2.1.2 A distância entre os tanques de armazenamento de líquidos de classe IIIB deve ser 
no mínimo 1,0 m, desde que eles não estejam localizados na mesma bacia de contenção que armazene 
líquidos de classe I ou classe II ou próximos ao curso do seu canal de drenagem para uma bacia 
de contenção à distância de tanques. Caso contrário, devem ser aplicadas as distâncias recomendadas 
na Tabela 7 para líquidos de classe IIIA.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 7 – Espaçamento mínimo entre tanques de superfície para armazenamento de líquidos 
(costado a costado) 
Diâmetro do 
tanque
Tanques com teto 
flutuante, conforme 
determinado em 3.3
Tanques verticais com teto fixo ou horizontais
Líquidos classe I ou II Líquidos classe IIIA
Todos os tanques 
com diâmetro ≤ 45 m
1/6 da soma dos 
diâmetros do tanque 
principal e do seu 
adjacente, mas não 
inferior a 1,0 m
1/6 da soma dos 
diâmetros do tanque 
principal e do seu 
adjacente, mas não 
inferior a 1,0 m 
1/6 da soma dos 
diâmetros do tanque 
principal e do seu 
adjacente, mas não 
inferior a 1,0 m
Tanques com 
diâmetro > 45 m, 
se for prevista bacia 
de contenção à 
distância, de acordo 
com 5.9.1
1/6 da soma dos 
diâmetros dos tanques 
adjacentes
1/4 da soma dos 
diâmetros dos tanques 
adjacentes
1/6 da soma dos 
diâmetros dos tanques 
adjacentes
Tanques com 
diâmetro > 45 m, se 
for previsto dique, 
de acordo com 5.9.2
1/4 da soma dos 
diâmetros dos tanques 
adjacentes
1/3 da soma dos 
diâmetros dos tanques 
adjacentes
1/4 da soma dos 
diâmetros dos tanques 
adjacentes
NOTA 1 A “soma dos diâmetros dos tanques adjacentes” significa a soma dos diâmetros de cada par 
de tanques que são adjacentes um ao outro.
NOTA 2 O critério de distância entre pares de tanques deve considerar o mais restritivo entre tipos 
de tanques e classe de produto. Por exemplo: A distância entre 2 tanques, sendo: 1 Tanque com diâmetro 
> 45m , teto fixo e produto Classe I e com dique e o outro Tanque com diâmetro < 45 m, teto flutuante e liquido 
Classe IIIA a distância entre seus costados deve ser de “1/3 da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes”.
5.2.2.2 A distância entre um tanque que armazene líquido instável e outros tanques que armazenem 
líquidos instáveis ou líquidos de classe I, II ou III não pode ser inferior à metade da soma de seus 
diâmetros. 
5.2.2.3 Quando tanques forem localizados em bacias de contenção, armazenando líquidos 
de classe I ou II, ou próximo ao curso do canal de drenagem para a bacia de contenção à distância 
de tanques que armazenem líquidos de classe I ou classe II, e estejam agrupados em três ou mais 
fileiras, ou quando se encontrarem em uma disposição irregular, deve ser previsto maior espaçamento 
ou outros meios para fazer com que os tanques com esta disposição possam ficar acessíveis para 
situações de combate a incêndios, conforme requerido e aprovado pela Corporação de Bombeiros. 
5.2.2.4 A distância mínima entre um vaso ou recipiente de gás liquefeito de petróleo (GLP) 
e um tanque de armazenamento de líquidos de classe I, classe II ou classe IIIA deve ser de 6 m. 
5.2.2.4.1 Devem ser previstos diques, canais de drenagem para a bacia de contenção à distância 
e desníveis, de modo a não ser possível o acúmulo de líquidos de classe I, classe II ou classe IIIA 
sob um vaso contendo GLP, adjacente à tancagem. 
5.2.2.4.2 Onde tanques de armazenamento de líquidos inflamáveis ou combustíveis estiverem 
em uma bacia de contenção, os vasos de armazenamento de GLP devem ficar fora da bacia 
e no mínimo a uma distância de 3 m da linha de centro da base externa da parede do dique. 
5.2.2.4.3 Devem ser atendidos os requisitos da ABNT NBR 13523 quando estes forem mais 
restritivos do que os estabelecidos em 5.2.2.4, 5.2.2.4.1 e 5.2.2.4.2. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.2.2.5 Se os tanques de armazenamento de líquidos de classe I, classe II ou classe IIIA estiverem 
operando com pressões manométricas que excedam 17 kPa, ou equipados com dispositivos 
de ventilação de emergência que trabalhem a pressões superiores a 17 kPa, estes devem ser 
separados dos vasos contendo GLP, conforme distâncias determinadas na Tabela 7.
5.2.2.6 As disposições contidas em 5.4.2.4, 5.4.2.4.1 e 5.4.2.4.2 não se aplicam onde forem instalados 
recipientes contendo GLP com capacidade máxima de 475 L, próximos a tanques de suprimento 
de óleo combustível, com capacidade igual ou inferior a 2 500 L.
5.3 Instalação de tanques de armazenamento de superfície 
5.3.1 Suportes de tanques
5.3.1.1 Os suportes de tanques devem ser projetados e construídos de forma a suportar a cargas 
geradas e atendendo aos requisitos legais.
5.3.1.2 Os tanques devem ser suportados de forma a prevenir a concentração de esforços na porção 
apoiada de seu costado. 
5.3.1.3 Em áreas sujeitas a terremotos ou abalos sísmicos, os suportes dos tanques e suas conexões 
devem ser projetados para resistir a danos resultantes destes choques. 
5.3.2 Fundações e ancoragem de tanques de armazenamento de superfície
5.3.2.1 Os tanques devem ser apoiados no solo ou sobre fundações feitas de concreto, alvenaria, 
estacas ou aço.
NOTA A ABNT NBR 7821, a API STD 650 e a API STD 620 fornecem informações para fundações 
de tanques.
5.3.2.2 As fundações devem ser projetadas para minimizar a possibilidade de um recalque irregular 
e para minimizar a corrosão em qualquer parte do tanque apoiada sobre as fundações. 
5.3.2.3 As fundações e os suportes de tanques, armazenando líquidos de classe I, de classe II 
ou de classe IIIA, devem ser de concreto, alvenaria ou aço protegido contra intempéries e fogo. 
EXCEÇÃO Apoios de madeira, suportando horizontalmente tanques de superfície, instalados 
ao tempo, são permitidos, desde que suas alturas, no ponto mais baixo, não ultrapassem 0,3 m.
5.3.2.4 Os suportes de aço ou as estacas expostas dos tanques de armazenamento para líquidos de 
classe I, de classe II ou de classe IIIA devem ser protegidos por materiais que tenham uma resistência 
ao fogo de no mínimo 2 h. 
EXCEÇÃO 1 Selas (berços) de aço não precisam ser protegidas, se tiverem menos de 0,3 m 
de altura em seu ponto mais baixo.
EXCEÇÃO 2 A critério da Corporação de Bombeiros, pode ser requerida a utilização de proteção 
por aspersores de água, de acordo com a ABNT NBR 10897 e NFPA 15.
NOTA Para mais informações, ver as ASTM E119 e UL 1709.
5.3.2.5 Onde um tanque estiver localizado em áreas sujeitas a inundação, devem ser tomadas 
as devidas providências para evitar que o tanque cheio ou vazio flutue durante uma elevação do nível 
da água até o nível máximo de inundação registrado (ver 4.5.3)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.4 Tubulações para respiros de tanques de armazenamento de superfície 
Tubulações para respiros de alívio normal e de emergência devem ser projetadas e instaladas 
de acordo com a ABNT NBR 17505-3.
5.5 Alívio de emergência em tanques de armazenamento de superfície quando 
expostos ao fogo 
5.5.1 Geral
5.5.1.1 Todo tanque de armazenamento de superfície deve ter uma forma construtiva ou possuir 
um ou mais dispositivos de emergência que promovam o alívio da pressão interna excessiva, causada 
pela exposição ao fogo.
5.5.1.1.1 Este requisito também se aplica a cada um dos compartimentos de um tanque 
compartimentado e ao espaço intersticial (anular) de um tanque com contenção secundária e o espaço 
fechado dos tanques de dique de topo fechado. 
5.5.1.1.2 Os espaços confinados, como os limitados pelo isolamento, por membranas ou por 
proteção contra intempéries, que possam reter líquidos decorrentes de vazamento do vaso primário 
e impedir o alívio de pressão durante uma exposição ao fogo, também devem atender às prescrições 
mencionadas em 5.5. O isolamento, a membranae a proteção contra as intempéries não podem 
interferir no alívio de pressão adequado. 
5.5.1.1.3 Os tanques com capacidade acima de 45 000 L que armazenem líquidos de classe IIIB 
e que estejam localizados fora da bacia de contenção ou do canal da drenagem de líquidos de classe I 
ou de classe II não necessitam atender ao descrito em 5.5.1.1.
5.5.1.2 Para os tanques verticais, o sistema de alívio de emergência referido em 5.5.1.1 pode 
ser suprido pela adoção de teto flutuante, solda fragilizada entre o teto e o costado ou outro tipo 
de dispositivo aprovado, que promova o alívio de pressão.
5.5.1.3 Se forem armazenados líquidos instáveis, devem ser considerados os efeitos do calor ou dos 
gases resultantes da polimerização, decomposição, condensação ou autorreatividade. 
5.5.1.4 Se for previsto um escoamento bifásico durante um alívio de emergência, é necessária uma 
avaliação de engenharia, a fim de dimensionar os dispositivos de alívio de pressão. 
5.5.2 Execução de solda fragilizada entre o teto e o costado 
A solda fragilizada entre o teto e o costado deve ser tal que a ruptura se dê, preferencialmente, 
nesta solda em relação a qualquer outra, e deve ser dimensionada e executada de acordo com 
a ABNT NBR 7821 ou API STD 650.
5.5.3 Dispositivos de alívio de pressão
5.5.3.1 Onde a ventilação de alívio de emergência depender exclusivamente de dispositivos 
de alívio de pressão, a capacidade total de ventilação normal e de emergência deve ser suficiente 
para evitar o rompimento do costado ou do fundo do tanque, se for do tipo vertical, ou do costado 
e das extremidades, se for do tipo horizontal.
NOTA Recomenda-se uma avaliação adequada de engenharia quando for previsto um escoamento 
em duas fases. O objetivo da avaliação de engenharia é determinar os requisitos da ventilação de emergência 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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e o projeto do sistema de alívio, para proteger contra riscos inaceitáveis às pessoas e às instalações. Fatores 
para avaliação abrangem os seguintes: 
 a) propriedades dos materiais, incluindo a avaliação da influência do fluxo em duas fases 
e a instabilidade térmica induzida;
 b) taxa de calor introduzido no tanque e em seu conteúdo;
 c) tempo de duração do incêndio.
5.5.3.2 Exceto como previsto em 5.5.3.5 a 5.5.3.7, a capacidade total de ventilação normal 
e de emergência não pode ser inferior aos valores constantes na Tabela 8.
Tabela 8 – Ventilação requerida para alívio de emergência – Área molhada versus vazão 
de ar livre por hora 
Área 
molhada 
m²
Vazão 
m³/h
Área 
molhada 
m²
Vazão 
m³/h
Área 
molhada 
m²
Vazão 
m³/h
1,9 597 14,9 4 757 83,6 13 960
2,8 895 16,7 5 380 92,9 14 838
3,7 1 192 18,6 5 975 111,5 15 772
4,6 1 492 23,2 6 768 130,1 16 622
5,6 1 790 27,9 7 504 148,6 17 387
6,5 2 087 32,5 8 155 167,2 18 094
7,4 2 384 37,2 8 835 185,8 17 746
8,4 2 684 46,5 10 024 223,0 19 935
9,3 2 973 55,7 11 100 260,1 21 010
11,1 3 568 65,0 12 120 E acima
13,0 4 163 74,3 13 082
NOTA 1 Dados para pressão atmosférica de 101,3 kPa e temperatura de 15,6 ºC.
NOTA 2 Interpolar para a obtenção de valores intermediários.
5.5.3.2.1 Dispositivos de ventilação de alívio de emergência devem ser herméticos ao vapor e podem 
possuir uma das seguintes características:
 a) tampas com dimensão mínima de bocas de visita, com autofechamento;
 b) tampas com dimensão mínima de bocas de visita, que utilizem pinos-guia com limitadores que 
permitam que a abertura da tampa se faça por elevação dela, quando sob pressão interna;
 c) válvula de alívio adicional, uma válvula maior ou várias válvulas. 
5.5.3.2.2 A área molhada do tanque deve ser calculada como a seguir: 
 a) 55 % da área total de exposição de uma esfera ou esferoide;
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 b) 75 % da área total exposta de um tanque horizontal;
 c) 100 % da área exposta do costado e piso de um tanque retangular, mas excluindo a superfície 
do topo do tanque;
 d) os primeiros 9 m acima do piso do costado de um tanque vertical.
5.5.3.3 A capacidade total da ventilação de alívio de emergência para tanques e vasos projetados 
para operar a pressões acima de 6,9 kPa deve ser como a seguir: 
 a) quando a área exposta molhada do tanque for menor ou igual a 260 m², a capacidade total 
de ventilação de emergência não pode ser menor do que aquela determinada na Tabela 8;
 b) para tanques cuja área exposta molhada do tanque for maior que 260 m², não pode ser menor 
do que determinada pela Tabela 9, ou no mínimo aquela calculada pela seguinte equação:
( )0,82219 8VE , A=
onde
VE é a ventilação de emergência requerida, expressa em metros cúbicos por hora (m3/h);
A é a superfície exposta molhada, expressa em metros quadrados (m2).
NOTA A equação é baseada em: 
( )0,82974 18Q , A=
onde
Q é a energia, expressa em quilojoules por hora (kj/h);
A é a área, expressa em metros quadrados (m2).
Tabela 9 – Ventilação requerida para alívio de emergência para tanques com área molhada acima 
de 260 m² e pressões manométricas acima de 6,9 kPa – Área molhada versus vazão de ar livre por hora
Área molhada 
m²
Vazão 
m³/h
Área molhada 
m²
Vazão 
m³ /h
260,1 21 011 836,1 54 652
278,7 22 257 929,0 59 749
325,2 25 259 1 393,5 83 252
371,6 28 175 1 858,1 105 339
418,1 31 149 2 322,6 126 576
464,5 35 396 2 787,1 146 964
557,4 39 360 3 251,6 167 069
650,3 44 457 3 716,1 186 042
743,2 49 838
NOTA 1 Dados para pressão atmosférica de 101,3 kPa e temperatura de 15,6 ºC.
NOTA 2 Interpolar para a obtenção de valores intermediários.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.5.3.4 A capacidade total de ventilação de alívio de emergência, para qualquer líquido estável, 
deve ser determinada pela seguinte equação:
1/2
3109 VVA
L M
×=
×
onde
VA é a ventilação de alívio de emergência, expressa em metros cúbicos por hora (m3/h);
V é a vazão de ar livre, expressa em metros cúbicos por hora (m3/h), obtida da Tabela 8;
L é o calor latente de vaporização de um líquido específico, expresso em quilojoules por 
quilograma (kJ/kg);
M é a massa molecular de um líquido específico.
5.5.3.5 Exceto como previsto em 5.5.3.6 e 5.5.3.7 para tanques contendo líquidos estáveis, 
a capacidade de ventilação de emergência requerida, determinada em 5.5.3.2, 5.5.3.3 ou 5.5.3.4, 
pode ser multiplicada por um dos fatores de redução, desde que a proteção seja de acordo com 
o indicado a seguir. Somente um destes fatores pode ser usado para cada tanque:
 a) um fator de redução de 0,5 pode ser aplicado para tanques com área molhada maior que 19,0 m², 
que disponham de drenagem contra derrames, de acordo com 5.9.1;
 b) um fator de redução de 0,3 pode ser aplicado para tanques com sistema de proteção por neblina 
de água, de acordo com a NFPA 15, desde que disponham de drenagem contra derrames, 
de acordo com 5.9.1;
 c) um fator de redução de 0,3 pode ser aplicado para tanques que disponham de um sistema 
de proteção por neblina de água, com acionamento automático, de acordo com a NFPA 15;
 d) um fator de redução de 0,3 pode ser aplicado para tanques com proteção por isolamento, 
executado de acordo comos requisitos de 5.5.3.8;
 e) um fator de redução de 0,15 para tanques que disponham de sistema de proteção por neblina 
de água, de acordo com a NFPA 15, e com proteção por isolamento de acordo com 5.5.3.8.
5.5.3.6 Onde forem armazenados, processados ou manuseados líquidos miscíveis com água, 
cujos poderes caloríficos sejam iguais ou menores que o do álcool etílico (etanol) e quando não 
houver a possibilidade de exposição ao fogo de líquidos diferentes destes, a capacidade de ventilação 
de emergência pode ser reduzida em 50 %. A drenagem contra derrame não é necessária para 
se obter esta redução. Em nenhum caso, os fatores estabelecidos em 5.5.3.5 a) a 5.5.3.5 e) podem 
ser reduzidos para um fator menor que 0,15. 
NOTA O que está considerado em 5.5.3.6 e 5.5.3.7 é baseado em ensaios reais que demonstram 
que o etanol e os líquidos similares necessitam menos ventilação de emergência. O etanol tem um calor 
de combustão de 26,8 mj e uma taxa de queima de 0,015 kg/m2:seg. A taxa de queima foi baseada 
em um recipiente com diâmetro compreendido entre 0,2 m e 5 m. A chama atuou em um ambiente estável 
e sem vento.
5.5.3.7 Onde forem armazenados, processados ou manuseados líquidos não miscíveis com água 
e cujos poderes caloríficos sejam iguais ou menores que o do álcool etílico (etanol) e quando não 
houver a possibilidade de exposição ao fogo de líquidos diferentes destes, a capacidade de ventilação 
de alívio de emergência determinada em 5.5.3.5-a) ou 5.5.3.5-c) pode ser reduzida com um adicional 
de 50 %. Não é permitida qualquer redução posterior com sistema de proteção por neblina de água. 
A drenagem contra derrame não é necessária para se obter esta redução. Em nenhum caso, 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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os fatores estabelecidos em 5.5.3.5-a) a 5.5.3.5-e) podem ser reduzidos para um fator menor 
que 0,15. 
NOTA Ver 5.5.3.6, NOTA.
5.5.3.8 Os sistemas de isolamento aprovados, mencionados em 5.5.3.5-d) e 5.5.3.5-e), devem estar 
em conformidade com os seguintes critérios de desempenho:
 a) o isolamento deve permanecer no lugar sob condições de exposição ao fogo;
 b) o isolamento deve resistir ao deslocamento quando submetidos ao choque do jato de água 
de mangueira, durante a exposição e/ou combate ao fogo;
EXCEÇÃO Este requisito não se aplica quando o uso de jatos de água de mangueiras não for 
previsto ou não for praticado.
 c) o isolamento deve manter um valor de condutividade térmica máximo de 2,3 W/m2/ ºC, quando 
a jaqueta do isolamento externo ou revestimento estiver a uma temperatura de 904 ºC e quando 
a temperatura média deste isolamento estiver em 538 ºC.
5.5.3.9 A saída de todos os respiros e drenos de ventilação em tanques equipados com ventilação 
de emergência, para permitir pressões acima de 17,0 kPa, deve ser projetada para descarregar 
de uma forma que evite um superaquecimento localizado ou um contato de chamas com qualquer 
parte do tanque, caso os vapores destes respiros sofram ignição. 
5.5.3.10 Cada dispositivo de respiro de tanque deve ter as seguintes informações estampadas 
no corpo do dispositivo ou incluídas em uma plaqueta metálica permanentemente afixada no dispositivo: 
 a) pressão de abertura;
 b) pressão de abertura no ponto de máxima vazão;
 c) vazão de alívio em metros cúbicos por hora (m3/h) a 16,0 ºC e a 100,0 kPa.
5.5.3.10.1 Se a pressão de abertura for menor que 17,0 kPa e a pressão de abertura no ponto 
de máxima vazão for maior que 17,0 kPa, a vazão de alívio na pressão de 17,0 kPa também deve 
estar impressa na plaqueta do dispositivo de ventilação.
5.5.3.10.2 A vazão de alívio deve ser expressa em metros cúbicos por hora de ar, a 16,0 ºC 
e na pressão absoluta de 100,0 kPa.
5.5.3.10.3 A vazão de alívio dos dispositivos de ventilação com tubulação de diâmetro nominal 
menor do que 200 mm deve ser determinada por meio de ensaio. Estes ensaios de vazão devem ser 
executados por empresa qualificada ou pelo fabricante do dispositivo de alívio.
5.5.3.10.4 A vazão de alívio dos dispositivos de ventilação com tubulação de diâmetro nominal maior 
ou igual a 200 mm, incluindo bocas-de-visita como dispositivo de alívio através de deslocamento 
ao longo de pinos-guia ou equivalentes, pode ser determinado por ensaio ou cálculo. Se a vazão 
de alívio for determinada por cálculo, a pressão de abertura deve ser obtida por meio de ensaio. 
O cálculo deve ser baseado no coeficiente de vazão 0,5 para determinar a área nominal do orifício, 
a pressão de abertura e a área livre da placa de orifício correspondente, e o termo “calculada” deve 
estar impresso na plaqueta de identificação. 
NOTA A equação seguinte é adequada para este cálculo:
( )1/2f i a4636MCH C A P P= −
onde
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MCH é a ventilação requerida, expressa em metros cúbicos de ar por hora (m3/h);
Cf é o coeficiente de vazão de 0,5;
A é a área do orifício, expressa em metros cúbicos (m2);
Pi é a pressão absoluta no interior do tanque, expressa em Pascals (Pa);
Pa é a pressão absoluta atmosférica fora do tanque, expressa em Pascals (Pa).
5.5.4 Extensão da tubulação de ventilação de emergência 
O comprimento da tubulação do dispositivo de alívio de emergência para tanques atmosféricos 
ou de baixa pressão deve ser dimensionado para assegurar o fluxo do alívio de emergência, 
de forma a limitar a contrapressão em um nível inferior à pressão de projeto do tanque. A tubulação 
do dispositivo de alívio de emergência de vasos de pressão deve ser dimensionada de acordo com 
o ASME BPVC-I Boiler and Pressure Vessel Code .
NOTA 1 As equações para o dimensionamento do respiro e as dimensões de respiro prescritas, como 
aquelas estabelecidas na UL 142, são tipicamente baseadas na instalação direta de um dispositivo de respiro 
no tanque, com um niple com comprimento inferior a 0,3 m. Quando a saída do respiro for estendida para 
uma posição remota, como no caso de tanques locados no interior de edificações, que requerem descargas 
dos respiros em um local fora das instalações, uma redução significativa na vazão do respiro pode ocorrer, 
a não ser que a dimensão do respiro e a tubulação conectada sejam aumentadas.
NOTA 2 Nestes casos, a dimensão dos respiros e as tubulações de extensão serão calculadas para 
assegurar que o tanque não sofrerá sobrepressão durante uma exposição ao fogo. 
5.6 Proteção contra incêndio para tanques de armazenamento de superfície
Um sistema de combate a incêndio deve estar de acordo com a ABNT NBR 17505-7 
5.7 Requisitos adicionais para tanques de armazenamento de superfície resistentes ao fogo
5.7.1 Tanques resistentes ao fogo devem ser projetados e ensaiados de acordo com a UL 2080. 
5.7.2 Tanques resistentes ao fogo devem também atender aos seguintes requisitos: 
 a) uma construção que forneça a resistência ao fogo requerida deve reduzir o calor transferido 
ao tanque primário de forma a limitar a temperatura do tanque primário a uma elevação 
da temperatura média máxima de 430 ºC e em um determinado ponto a uma temperatura 
máxima de 540 ºC; e deve prevenir a liberação de líquido, a falha do tanque primário, a falha 
da estrutura-suporte e o funcionamento da ventilação, por um período de no mínimo 2 h, quando 
ensaiada utilizando a exposição ao fogo especificada na UL 2080.
 b) não são permitidas reduções no dimensionamento dos respiros de emergência, como previsto 
em 5.5.3.5.
5.8 Requisitosadicionais para tanques de armazenamento de superfície protegidos
5.8.1 Tanques de superfície protegidos devem ser projetados e ensaiados de acordo com 
a ANSI/UL 2085.
5.8.2 Tanques de superfície protegidos devem também atender aos seguintes requisitos: 
 a) uma construção que forneça a proteção ao fogo requerida, deve reduzir o calor transferido 
ao tanque primário de forma a limitar a temperatura do tanque primário a uma elevação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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da temperatura média máxima de 144 ºC e em um determinado ponto a uma temperatura máxima 
de 204 ºC; e deve prevenir a liberação de líquido, a falha do tanque primário, a falha da estrutura 
suporte e o funcionamento da ventilação por um período de no mínimo 2 h quando ensaiada 
utilizando a exposição ao fogo especificada na ANSI/UL 2085.
 b) não são permitidas reduções no dimensionamento dos respiros de emergência, como previsto 
em 5.5.3.5.
5.9 Controle de derramamentos de tanques de armazenamento de superfície 
Todos os tanques que armazenem líquidos de classe I, classe II ou classe III devem ser dotados 
de meios que impeçam que a ocorrência acidental de derramamento de líquidos venha a colocar 
em risco instalações importantes ou propriedades adjacentes, ou alcancem cursos d’água. Estes 
meios devem atender, quando aplicáveis, a um ou mais dos requisitos contidos em 5.9.1 a 5.9.3. 
NOTA Vazamentos acidentais incluem vazamento do costado de um tanque, transbordamento 
e vazamentos de tubulações conectadas a tanques.
5.9.1 Bacia de contenção à distância 
Onde o controle de derramamento for feito por meio de drenagem para uma bacia de contenção 
à distância, de forma que o líquido contido não seja mantido junto aos tanques, os requisitos de 5.9.1.1 
a 5.9.1.6 são aplicáveis (ver Figura 1).
Figura 1 – Bacia de contenção à distância
5.9.1.1 Deve-se assegurar uma declividade no piso para o canal de fuga de no mínimo 1 % nos 
primeiros 15 m a partir do tanque, na direção da área de contenção.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.9.1.2 A capacidade da bacia de contenção à distância deve ser no mínimo igual à capacidade 
do maior tanque que possa ser drenado para ela. 
NOTA O termo “capacidade do maior tanque” é a capacidade volumétrica de um cilindro com o diâmetro 
e altura física do tanque, contudo em havendo aberturas no costado em tanques de teto flutuante interno, 
a altura a ser considerada é aquela até a borda inferior destas aberturas.
5.9.1.2.1 A altura calculada para as paredes do dique, para conter o volume da bacia de contenção, 
deve ser acrescida de 0,20 m. 
NOTA A sobrealtura mínima de 0,2 m é para conter águas pluviais ou água de combate a incêndio. 
A sobrealtura está incluída no valor da altura máxima do dique.
5.9.1.2.2 As paredes do dique da bacia de contenção à distância podem ser feitas de terra, aço, 
concreto ou alvenaria sólida, projetadas para serem estanques e para resistirem à coluna hidrostática 
total. As juntas de dilatação, quando necessárias, devem ser feitas em material compatível com 
os fluidos armazenados e ter resistência mecânica compatível com o projeto da bacia
Onde o estabelecido em 5.9.1.2 não for possível, em face da indisponibilidade de área livre ao redor 
dos tanques, deve ser permitida a utilização de bacia de contenção à distância parcial, para uma 
porcentagem da capacidade de contenção remota requerida pelo volume do maior tanque. O volume 
requerido, excedente à capacidade da bacia de contenção à distância, deve ser suprido por bacias 
que atendam aos requisitos em 5.9.2.
5.9.1.2.3 O encaminhamento do sistema de drenagem deve ser localizado de forma que, se o líquido 
no sistema de drenagem se inflamar, o fogo não represente sério risco aos tanques ou às propriedades 
adjacentes.
5.9.1.2.4 A bacia de contenção à distância, em seu nível máximo, não pode estar posicionada 
a menos de 15 m do limite de propriedade ou de qualquer outro tanque. 
5.9.1.2.5 Onde for adotada uma bacia de contenção à distância parcial, como previsto em 5.9.1.2.2, 
o líquido na área de contenção remota deve atender aos requisitos estabelecidos nesta subseção. 
O espaçamento entre os tanques deve ser determinado com base nas previsões para tanques 
em bacias de contenção conforme a Tabela 7.
5.9.1.2.6 A bacia de contenção, para qualquer classe de produto, deve ser projetada e construída 
de forma que o fundo, as paredes internas e a seção plana do dique atendam aos requisitos 
de permeabilidade estabelecidos pelos órgãos ambientais. Na ausência de parâmetro para o coeficiente 
de permeabilidade máximo deve ser adotado 10–6 cm/s, referenciado à água a 20 ºC.
5.9.1.2.7 Deve-se prover, na gestão do sistema de armazenamento, que a bacia de contenção 
à distância esteja sempre vazia em sua condição normal de operação, inclusive visando o cuidado 
de não se permitir a contenção de produtos incompatíveis.
NOTA A incompatibilidade da mistura entre produtos é a que gera risco diverso àquele normalmente 
gerado pelos produtos individualmente ao meio ambiente, as pessoas e ao sistema de combate a incêndio 
previsto na ABNT NBR 17505-7. 
5.9.2 Contenção por diques de topo aberto em torno de tanques 
Onde o controle de derramentos for feito por meio de bacia de contenção em torno de tanques, 
dotadas de diques, este sistema deve ser conforme os requisitos em 5.9.2.1 a 5.9.2.14.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.9.2.1 Deve ser assegurada uma declividade no piso da bacia para o canal de drenagem 
de no mínimo 1 % a partir dos tanques. Caso a distância dos tanques até a base do dique seja maior 
do que 15 m, deve ser assegurada a declividade de 1 %, pelo menos nos primeiros 15 m, podendo 
a partir daí ser reduzida conforme o projeto.
5.9.2.2 A altura máxima de qualquer dique, medida na parte interna da bacia, deve ser de 3,0 m.
5.9.2.2.1 A capacidade volumétrica da bacia de contenção, que contenha tanques verticais, deve ser 
no mínimo igual ao volume do maior tanque, mais o volume do deslocamento da base deste tanque, 
mais os volumes equivalentes aos deslocamentos dos demais tanques contidos na bacia, suas bases 
e os volumes dos diques intermediários e de outras estruturas ou tubulações, isto é, a capacidade 
líquida volumétrica da bacia deve ser igual ou maior do que o volume do maior tanque cheio. A altura 
calculada para as paredes do dique, para conter o volume da bacia de contenção, deve ser acrescida 
de uma sobrealtura de 0,20 m.
5.9.2.2.2 A capacidade volumétrica da bacia de contenção que contenha tanques horizontais deve 
ser no mínimo igual ao volume de todos os tanques horizontais contidos, adicionados os deslocamentos 
citados em 5.9.2.2.1 mais uma sobrealtura de 0,2 m.
NOTA A sobrealtura mínima de 0,2 m é para conter águas pluviais ou água de combate a incêndio. 
A sobrealtura está incluída no valor da altura máxima do dique.
5.9.2.3 Um ou mais lados externos do dique pode ter altura superior a 3,0 m, desde que todos 
os tanques sejam adjacentes no mínimo a uma via na qual esta altura nos trechos frontais aos tanques 
não ultrapasse 3,0 m.
5.9.2.4 Parapermitir acesso às instalações com capacidade de armazenamento superior a 60 000 L, 
a distância da parede externa do dique, ao nível do solo, não pode ser inferior a 3,0 m de qualquer 
limite de propriedade. 
Para instalações com capacidade de armazenamento até 60 000 L a distância da parede externa 
do dique, ao nível do solo, não pode ser inferior a 1,5 m de qualquer limite de propriedade.
5.9.2.5 As paredes do dique podem ser feitas de terra, aço, concreto ou alvenaria sólida, projetadas 
para serem estanques e para resistirem à coluna hidrostática total. As juntas de dilatação, quando 
necessárias devem ser feitas em material compatível com os fluidos armazenados e ter resistência 
mecânica compatível com o projeto da bacia.
Diques de terra com 1,0 m ou mais de altura devem ter uma seção plana no topo com largura mínima 
de 0,6 m. A inclinação de um dique de terra deve ser compatível com o ângulo de repouso do material 
de construção usado na execução da parede.
5.9.2.6 A bacia deve ser provida de meios de acesso normal ou acesso de emergência. 
5.9.2.7 O sistema de drenagem da bacia deve ser dotado de válvulas de bloqueio posicionadas 
no lado externo e mantidas permanentemente fechadas. 
NOTA Adicionalmente, a drenagem da bacia pode ser realizada por sistema sifão ou outro dispositivo 
equivalente sempre acionado pelo lado externo da bacia de contenção. 
5.9.2.8 Para os casos em que a altura média interna do dique tiver até 1,80 m, a distância mínima 
entre os costados dos tanques e a base interna do dique deve ser no mínimo de 1,0 m.
5.9.2.8.1 Os tanques com bacia metálica acoplada ao distanciamento entre o tanque e a bacia 
devem atender aos critérios da ABNT NBR 15461.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.9.2.9 Na(s) bacia(s) com um único tanque, com volume nominal de até 30 m³, a distância entre 
o costado do tanque e a base interna do dique pode ser reduzida, não podendo ser inferior a 0,60 m.
5.9.2.10 Para instalações onde sejam armazenados apenas líquidos de classe IIIB, a distância 
mínima entre os costados dos tanques e a base interna do dique deve ser no mínimo de 0,90 m.
5.9.2.11 Para instalações onde existam apenas tanques horizontais, a distância entre o costado 
ou o tampo do tanque até a base do dique pode ser reduzida, não podendo ser inferior a 1,00 m, 
exceto em situações previstas em 5.9.2.12.
5.9.2.12 Onde a altura média das paredes do dique no interior da bacia exceder 1,80 m, devem 
ser previstos meios para acesso normal e acesso de emergência aos tanques, válvulas, outros 
equipamentos e saídas do interior da bacia em condições seguras. Os seguintes requisitos devem ser 
observados:
 a) bacias que contenham um ou mais tanques armazenando líquidos da classe I onde a distância 
entre qualquer tanque, de qualquer classe, e a parede do dique for inferior à altura do dique 
(medida do piso da bacia ao topo do dique pelo lado interno da bacia), devem ser previstos meios 
para operar válvulas ou para acessar o topo do tanque sem que o operador circule pelo piso 
da bacia. Estes meios podem ser a utilização de válvulas de acionamento remoto, passarelas 
elevadas ou outros arranjos que assegurem a segurança.
 b) as tubulações que atravessem as paredes dos diques devem ser projetadas de forma a evitar 
tensões excessivas resultantes de recalque (do solo) ou exposição a calor;
 c) a distância mínima entre os costados dos tanques e a base interna do dique deve ser no mínimo 
de 1,5 m.
5.9.2.13 A altura do dique deve ser o somatório da altura que atenda à capacidade volumétrica 
da bacia de contenção, como estabelecido em 5.9.2.2, e, no caso do dique de terra, mais 0,2 m para 
compensar a redução originada pela acomodação do terreno. 
5.9.2.14 Cada bacia de contenção com dois ou mais tanques deve ser subdividida preferencialmente 
por canais de drenagem ou no mínimo por diques intermediários, de forma a evitar que derramamentos 
menores em um tanque coloque em risco os demais tanques no interior da bacia de contenção.
5.9.2.14.1 Os canais de drenagem ou diques intermediários devem ser localizados entre os tanques, 
de forma a obter o melhor aproveitamento, conforme as capacidades individuais dos tanques. 
5.9.2.14.2 A altura do dique intermediário deve ser no mínimo 0,45 m, contudo nunca de altura superior 
ao dique principal quando este for inferior a 0,45 m. 
5.9.2.14.3 As subdivisões devem estar de acordo com os requisitos de 5.9.2.14.3.1 a 5.9.2.14.3.6, 
quando aplicáveis. 
5.9.2.14.3.1 Onde forem armazenados líquidos estáveis em tanques verticais de tetos cônicos, 
construídos com junta fragilizada entre o teto e o costado, de teto flutuante, deve ser previsto 
um dique intermediário para cada tanque com capacidade superior a 1 600 m³. Adicionalmente, deve 
ser prevista uma subdivisão para cada grupo de tanques (onde nenhum tanque exceda 1 600 m3), 
com capacidade total não superior a 2 400 m³.
5.9.2.14.3.2 Onde for armazenado petróleo cru em áreas de produção, em qualquer tipo de tanque, 
deve ser previsto um dique intermediário para cada tanque com capacidade superior a 1 600 m³. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Adicionalmente, deve prevista uma subdivisão para cada grupo de tanques (onde nenhum tanque 
exceda 1 600 m3), com capacidade total não superior a 2 400 m³.
5.9.2.14.3.3 Onde forem armazenados líquidos estáveis em tanques não cobertos pelo descrito 
em 5.9.2.14.3.1, deve ser previsto um dique intermediário para cada tanque, com capacidade superior 
a 380 m³. Além disto, deve-se prever uma subdivisão para cada grupo de tanques possuindo uma 
capacidade inferior a 570 m³, não podendo cada tanque individual exceder a capacidade de 380 m³.
5.9.2.14.3.4 Onde forem armazenados líquidos instáveis, em qualquer tipo de tanque, deve ser 
prevista uma subdivisão isolando cada tanque. 
NOTA 1 Uma vez que líquidos instáveis reagem mais rapidamente quando aquecidos do que à temperatura 
ambiente, é recomendável que se adote preferencialmente o método de subdivisão da bacia de contenção 
por canais de drenagem.
NOTA 2 Tanques armazenando líquidos instáveis e que sejam dotados de um sistema fixo de resfriamento 
por aspersores e de drenagem que atenda aos requisitos da NFPA 15 , não precisam atender a este requisito. 
5.9.2.14.3.5 Quando dois ou mais tanques armazenando líquidos de classe I, um deles possuindo 
diâmetro superior a 45 m, estiverem localizados em uma mesma bacia de contenção, devem ser 
previstos diques intermediários entre os tanques adjacentes, de forma a conter pelo menos 10 % da 
capacidade individual de cada tanque, não incluindo o volume deslocado pelo tanque. 
5.9.2.14.3.6 Não é permitido em uma mesma bacia de contenção a instalação de tanques que 
contenham produtos aquecidos, produtos sujeitos a ebulição turbilhonar, “slop-over” ou “froth-over”, 
com tanques que armazenem produtos das classes I, II e IIIA.
5.9.2.15 Onde forem feitas provisões para o escoamento de águas das bacias de contenção, este 
escoamento deve ser controlado para evitar que líquidos inflamáveis e combustíveis entrem em cursos 
d’água natural, em esgotos públicos e drenagem pluvial. 
O controle do escoamento deve ser acessível de fora da bacia de contenção, em situações de incêndio.
5.9.2.16 A bacia de contenção deve ser utilizada exclusivamente para conter líquidos em casos 
de vazamentos, não podendo ser usada para armazenamento, provisórioou permanente, de qualquer 
produto ou material. Salvo em situação de manutenção das instalações, é permitida a guarda temporária 
de materiais e/ou equipamentos no interior das bacias. 
5.9.2.17 A bacia de contenção, para qualquer classe de produto, deve ser projetada e construída 
de forma que o fundo, as paredes internas e a seção plana do dique atendam aos requisitos 
de permeabilidade estabelecidos pelos órgãos ambientais. Na ausência de parâmetro para o coeficiente 
de permeabilidade máximo, deve ser adotado 10-6 cm/s, referenciado à água a 20 ºC.
5.9.3 Contenção secundária para tanques de superfície 
Contenção secundária se refere a um tanque com duas paredes e espaço intersticial (anular) entre 
as paredes, com o objetivo de controlar vazamentos, dispensando a bacia de contenção desde que 
sejam atendidos os requisitos estabelecidos e em 5.9.3.1 a 5.9.3.10.
5.9.3.1 A capacidade do tanque primário não pode exceder 189 000 L, quando armazenando líquidos 
classe I, II e IIIA.
5.9.3.2 As aberturas de penetração do tanque devem ser colocadas no topo do tanque. Os tanques 
cilíndricos horizontais devem centrar essas aberturas ao longo da parte superior do tanque
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.9.3.3 Devem ser providos recursos para prevenir a liberação de líquido do tanque devido 
ao efeito sifão.
5.9.3.4 Devem ser providos meios para se determinar o nível do líquido no tanque. Estes recursos 
devem estar acessíveis ao operador durante as operações do tanque.
5.9.3.5 Devem ser providos meios para se prevenir do enchimento excessivo, soando um alarme 
quando o nível do líquido no tanque atingir 90 % de sua capacidade e paralisando automaticamente 
o carregamento do líquido quando o nível do tanque atingir 95 % da capacidade. 
5.9.3.6 Estes recursos não podem restringir ou interferir de qualquer forma com o funcionamento 
adequado dos respiros normais ou de emergência.
5.9.3.7 O espaçamento entre tanques adjacentes deve ser conforme a Tabela 7.
5.9.3.8 O tanque deve suportar o dano de uma colisão por veículo a motor, ou devem ser 
providenciadas barreiras apropriadas contra colisão.
5.9.3.9 Onde o recurso de contenção secundária adotado for o encapsulamento, este deve ser 
provido de recursos de alívio de emergência, de acordo com 5.5.
5.9.3.10 Devem ser providos recursos para estabelecer a integridade da contenção secundária, 
de acordo com a Seção 4. 
5.9.3.11 A contenção secundária deve ser projetada de forma a suportar a coluna hidrostática 
resultante de um vazamento do tanque primário, considerando a quantidade máxima de líquido que 
possa ser nele armazenada. 
5.10 Equipamentos, tubulações e sistemas de proteção contra incêndio em bacias 
de contenção à distância e em bacias de contenção por diques em torno de tanques 
5.10.1 Localização de tubulações
Somente tubulações para produtos, utilidades ou com finalidade de combate a incêndios, diretamente 
ligadas ao(s) tanque(s), podem ter encaminhamento por meio de sua bacia de contenção, da bacia 
de contenção a distância ou sobre a próxima ao sistema de drenagem. Tubulações para outras 
finalidades não podem ser situadas dentro da bacia de contenção à distância.
NOTA Como observado na exceção, projetos de engenharia que visam a reduzir a exposição a riscos 
incluem o uso de tubulações encamisadas e tubulações com contenção secundária, para prevenir vazamentos 
e o uso de válvulas de bloqueio remotamente controladas em linhas de produto, a fim de paralisar o fluxo 
de líquidos quando a tubulação estiver sujeita à exposição ao fogo.
EXCEÇÃO A travessia de tubulações de outros produtos e de/para outros tanques adjacentes por meio 
das áreas citadas nesta subseção é permitida, desde que provida de recursos de engenharia que previnam 
a ocorrência de situações de risco criadas para estas tubulações.
5.10.2 Drenagem
5.10.2.1 Deve ser prevista uma drenagem para prevenir a acumulação de qualquer líquido sob 
as tubulações pela adoção de uma declividade mínima de 1 % a uma distância mínima da tubulação 
de 15 m, a partir desta distância a inclinação pode ser menor.
5.10.2.2 Tubulações resistentes à corrosão e tubulações que sejam protegidas contra a corrosão 
podem ser enterradas onde for impraticável prover uma drenagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.10.3 Localização de equipamentos
Equipamentos de processo, instrumentação e equipamentos, que tenham alimentação elétrica, 
se localizados em uma bacia de contenção à distância, em uma bacia de contenção no entorno 
de tanques ou em uma canaleta de drenagem de derramamentos para uma área de contenção 
à distância, devem ser posicionados ou protegidos de forma que um incêndio envolvendo estes 
equipamentos não se constitua em uma situação de risco para o tanque ou tanques da mesma 
área, por um período de tempo consistente com a capacidade de resposta e extinção de fogo 
pelas operações de combate a incêndio disponíveis no local. Para classificação de áreas elétricas, 
ver a ABNT NBR 17505-6, onde também deve ser contemplada a àrea não classificada.
NOTA Métodos de prevenção quanto a uma exposição a riscos incluem a introdução de diques 
intermediários, drenagem ou dispositivos de proteção contra o fogo, como sistemas de chuveiros automáticos 
de água, canhões monitores ou pinturas resistentes ao fogo. Bombas ou equipamentos de alta integridade 
também constituem um método de limitação de exposição aos riscos.
5.10.4 Sistemas de proteção contra incêndio 
Sistemas para conexão de mangueiras, controles e válvulas de controle de aplicação de espuma 
ou água de proteção contra incêndio em tanques devem ser posicionados fora das bacias de contenção 
à distância, das bacias de contenção por diques no entorno de tanques e distantes das canaletas 
de drenagem de derramamentos para uma bacia de contenção à distância. Para definição 
de parâmetros de projeto de sistemas de proteção contra incêndio, ver a ABNT NBR 17505-7.
5.10.5 Materiais não combustíveis
Estruturas como escadas, passadiços, abrigos para instrumentação, suportes para tubulações 
e equipamentos que estejam localizados em áreas da bacia de contenção à distância, da bacia 
de contenção por diques no entorno de tanques ou de canaleta de drenagem de derramamentos 
para uma bacia de contenção à distância devem ser construídas em materiais não combustíveis.
5.11 Outros bocais, exceto respiros, em tanques de superfície 
5.11.1 Cada conexão em um tanque de superfície (vertical, horizontal, com bacia metálica acoplada 
etc.), pela qual possa haver fluxo normal de líquido, deve ser equipada com uma válvula, localizada 
o mais próximo possível do costado do tanque. 
5.11.2 As válvulas de entrada e saída devem atender aos requisitos da ABNT NBR 17505-3. 
5.11.3 Cada conexão, situada abaixo do nível do líquido, através da qual não haja, normalmente, 
fluxo e se ela não for utilizada para instalação de instrumentos, deve ser provida de um fechamento 
estanque tal como o obtido por uma válvula, um tampão, um flange cego, ou uma combinação destes. 
5.11.4 Bocais para medição manual em tanques que armazenem líquidos de classe I devem ser 
equipados com uma cobertura ou tampão, herméticos a vapores. 
5.11.5 Conexões para enchimento e esvaziamento de líquidos de classe I, classe II e classe IIIA 
que possam ser conectadas e desconectadas devem ficar localizadas no exterior de edificações 
e em locaislivres de qualquer fonte de ignição. 
5.11.5.1 Estas conexões devem ser localizadas a uma distância mínima de 1,5 m de qualquer 
abertura da edificação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.11.5.2 Estas conexões para qualquer classe de líquido devem permanecer fechadas e estanques 
quando não estiverem em uso e devem ser adequadamente identificadas. 
5.12 Requisitos para tanques de superfície localizados em áreas sujeitas a inundações
5.12.1 Tanques verticais devem ser localizados de forma que permaneçam acima do nível máximo 
de inundação, ficando submersos no máximo em 70 % da altura útil do costado. 
5.12.2 Tanques horizontais que estejam localizados onde mais de 70 % de sua capacidade 
de armazenamento permaneça submersa no nível máximo de inundação registrado e previsto devem 
atender a um dos seguintes requisitos: 
 a) ancoragem para resistir ao movimento;
 b) fixação a uma fundação de concreto armado ou de concreto ciclópico, com peso suficiente para 
suprir carga adequada para resistir ao empuxo gerado pelo tanque vazio e submerso por água 
de inundação, no nível máximo registrado e previsto;
 c) proteção adequada contra flutuação por outros meios.
5.12.3 Os respiros dos tanques e outras aberturas que não sejam estanques devem ser estendidos 
acima do nível máximo registrado e previsto de inundação. 
5.12.4 Um suprimento permanente e seguro de água deve estar disponível para o enchimento 
de um tanque vazio ou parcialmente cheio. 
NOTA Quando o enchimento do tanque com água for impraticável ou perigoso, devido ao conteúdo 
do tanque, recomenda-se que o tanque seja protegido por outros meios contra movimentos ou colapso.
5.12.5 Tanques esféricos ou esferoides devem ser protegidos por qualquer um dos métodos 
especificados em 5.12.
5.13 Proteção de tanques de superfície contra colisão por veículo 
Deve ser prevista uma proteção contra danos aos tanques e seus equipamentos sujeitos a impactos 
por veículos.
5.14 Instruções para instalação de tanques de superfície 
Os fornecedores dos tanques montados em fábrica devem fornecer instruções de instalação, 
de ensaios e dos respiros normal e de emergência. 
No caso de aproveitamento de tanques e seus acessórios em novo projeto, estes devem ser verificados 
para as novas condições de operação, devendo o responsável pelo projeto apresentar prontuários 
relativos aos equipamentos e seus ensaios. Deve-se considerar o estabelecido em 4.5.4.3.8 para 
reutilização de tanques de armazenamento subterrâneos.
5.15 Inspeção e manutenção de tanques de superfície 
5.15.1 A inspeção e a manutenção de tanques de superfície devem atender aos requisitos de 4.6. 
5.15.2 Cada tanque de superfície deve ser inspecionado e mantido de acordo com o API STD 653 
ou com o STI SP 001, como aplicável. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.15.3 Cada tanque de superfície construído com outros materiais, que não o aço, deve ser 
inspecionado e mantido de acordo com as instruções dos fabricantes. 
5.15.4 Tanques com teto flutuante externo, tipo pontão, devem ser inspecionados, em intervalos 
que não excedam cinco anos, pelos métodos de testes visuais e atmosféricos, para assegurar que 
o tubo-guia e os flutuadores estejam mecanicamente seguros, a fim de garantir a flutuabilidade 
do teto e para assegurar que o tubo-guia e os flutuadores não contenham líquidos ou vapores resultantes 
de vazamentos ou furos por corrosão nas peças. Se forem detectados líquidos ou vapores inflamáveis 
em concentração igual ou superior a 25 % do Limite Inferior de Inflamabilidade (LII), os líquidos 
ou vapores devem ser removidos de forma segura e a fonte do vazamento deve ser reparada. 
A detecção de vapores em níveis abaixo de 25 % do LII deve resultar na implementação 
de monitoramento do tubo-guia do tanque no mínimo anualmente para assegurar que vapores 
na faixa de inflamabilidade não sejam detectados, antes que ações corretivas sejam tomadas 
ou se retire o tanque de serviço. Respiros, se existentes, devem também ser inspecionados para 
assegurar que eles não estejam obstruídos. 
NOTA Um risco de explosão pode existir devido à possibilidade de existência de líquidos ou vapores 
no interior do tubo-guia. A ignição pode ser causada por queda de raios ou pelas atividades de manutenção 
em geral. Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas SPDA) e outros meios de aterramento 
do tanque podem não prevenir o faiscamento causado pela queda de raios em espaços não protegidos, 
como aquele entre o teto do tanque e o tubo-guia, entre a parede do tanque e o teto ou algum acessório. 
Estas faíscas podem servir de fonte de ignição causando um incêndio ou explosão que podem resultar 
em uma sobrepressão suficiente para deslocar completamente porções do sistema de flutuadores do corpo 
do tanque com a subsequente perda parcial ou total do tanque devido ao incêndio. É aconselhável tomar 
muito cuidado se os locais onde forem instalados tanques que contenham vapores nos flutuadores forem 
propensos a queda de raios.
6 Tanques subterrâneos
6.1 Requisitos gerais 
6.1.1 Líquidos de classe II e de classe III em temperaturas elevadas
Quando do armazenamento de líquidos da classe II ou classe III for na temperatura acima dos 
respectivos pontos de fulgor, seguir os requisitos estabelecidos em 4.1.1. 
6.1.2 Instalação
Todos os tanques subterrâneos devem ser instalados de acordo com a ABNT NBR 16764, quando 
aplicável e as instruções do fabricante.
6.1.3 Escavação
As escavações para instalação de tanques subterrâneos não podem ser executadas próximas ou sob 
fundações de estruturas ou tubulações existentes.
6.1.4 Cuidados no manuseio dos tanques 
Os tanques não podem ser danificados durante a entrega, o descarregamento e a colocação 
no interior da escavação.
NOTA A colocação ou o rolamento do tanque dentro da cava pode causar rompimento de soldas, 
perfurações no casco ou danos ao tanque ou estragos no revestimento de proteção dos tanques revestidos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6.1.5 Proteção contra a corrosão externa de tanques subterrâneos 
Tanques subterrâneos e suas tubulações devem ser protegidos por um dos seguintes dispositivos:
 a) sistema de proteção catódica projetado, instalado e mantido de acordo com as ABNT NBR 16161, 
API RP 1632, ULC-S603.1, STI-P3, NACE RP0169, NACE RP0285, UL 1746 e STI RP 892; 
 b) sistema ou material resistente à corrosão aprovados ou recomendado pelos fornecedores. 
NOTA Para mais informações, ver as ABNT NBR 16161, UL 1316, UL 1746 e STI ACT-100.
6.1.5.1 A seleção do tipo de proteção a ser empregada deve ser baseada no histórico de corrosão 
da área e sob a orientação de um engenheiro ou técnico qualificado. 
NOTA Para mais informações, ver a API RP 1615.
6.1.5.2 As autoridades competentes podem liberar os requisitos de proteção contra corrosão onde 
uma avaliação técnica adequada demonstrar que esta proteção não é necessária.
6.2 Localização de tanques de armazenamento subterrâneos
6.2.1 Os tanques subterrâneos, bem como os tanques sob edificações, devem ser localizados 
respeitando-se as fundações ecolunas das edificações, para que as cargas sustentadas por estas 
não sejam transferidas para o tanque. 
6.2.2 A distância de qualquer parte do tanque subterrâneo, em relação à parede mais próxima 
de qualquer construção abaixo do solo ou poço, não pode ser inferior a 0,6 m, e a distância a qualquer 
limite de propriedade onde haja ou possa haver construção não pode ser inferior a 1 m. 
6.3 Instalação de tanques de armazenamento subterrâneos 
6.3.1 Leito e aterro
6.3.1.1 O leito e o aterro devem ser de material inerte não corrosivo de um tipo recomendado pelo 
fabricante do tanque, como areia limpa compactada ou outro material inerte e com granulometria 
compatível à da areia. 
6.3.1.2 Tanques subterrâneos devem ser assentados sobre solo estável ou fundações, e devem 
ser instalados sobre um leito com espessura mínima recomendada pelas normas específicas e, 
na ausência destas, de acordo com instruções do fabricante. O leito deve se estender por pelo 
menos 0,3 m em todas as direções, além do perímetro do tanque. 
6.3.1.3 Tanques subterrâneos devem ser circundados com aterro com uma espessura de no mínimo 
0,3 m ou mais conforme especificado nas orientações das normas específicas e, na ausência destas, 
de acordo com instruções do fabricante. O aterro deve ser distribuído igualmente em camadas verticais 
de 0,3 m a 0,45 m, e deve ser compactado conforme recomendação do fabricante.
6.3.2 Cobertura para tanques de armazenamento subterrâneos
6.3.2.1 Tanques subterrâneos devem ser cobertos por uma das seguintes formas: 
 a) por no mínimo 0,3 m de aterro compactado, coberto por no mínimo 0,3 m de aterro limpo 
compactado; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 b) por no mínimo 0,3 m de aterro compactado, sobre o qual seja colocada uma laje de concreto 
reforçado, com no mínimo 0,1 m de espessura.
6.3.2.2 Onde os tanques estiverem sujeitos ao tráfego, eles devem ser protegidos contra danos 
causados por veículos que circulem sobre os tanques por uma das seguintes soluções (ver Figura 2): 
 a) por no mínimo 0,9 m de aterro compactado;
 b) por no mínimo 0,45 m de aterro compactado conforme orientações das normas específicas 
e na ausência destas, de acordo com instruções do fabricante do tanque e no mínimo 0,15 m 
de concreto armado;
 c) por no mínimo 0,45 m de aterro compactado conforme orientações das normas específicas 
e na ausência destas, de acordo com instruções do fabricante do tanque e no mínimo 0,2 m 
de pavimentação asfáltica.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Dimensões em milímentros
Figura 2 – Exemplos de cobertura adequada de tanques subterrâneos
6.3.2.3 Quando for usada uma pavimentação asfáltica ou de concreto reforçado como parte 
da proteção, esta deve se estender no mínimo por 300 mm horizontalmente, além dos contornos 
do tanque em todas as direções.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6.3.3 Profundidade máxima de instalação e cobertura 
6.3.3.1 A profundidade máxima de instalação deve ser especificada nas normas pertinentes 
e na ausência destas, de acordo com instruções do fabricante do tanque e marcada claramente 
no costado.
NOTA Para tanques subterrâneos, a altura máxima de cobertura de terra ou aterro, medida a partir 
da geratriz superior do tanque, é estabelecida pelo fabricante do tanque ou por laboratórios de ensaios 
independentes. 
6.3.3.2 Quando a espessura da cobertura for maior que o diâmetro do tanque ou se a pressão 
no fundo do tanque puder ultrapassar 69 kPa, o fabricante do tanque deve ser consultado para 
determinar se é necessário um reforço no costado do tanque. A densidade do líquido a ser estocado 
deve ser um fator de projeto. 
6.3.3.3 Para instalações de sistemas para armazenamento de combustíveis automotivos, devem 
ser seguidos os requisitos da ABNT NBR 16764. 
6.4 Tubulação de respiro para tanques subterrâneos 
6.4.1 Tubulações de respiro para tanques subterrâneos devem ser instaladas de acordo com 
a ABNT NBR 17505-3.
NOTA A vazão requerida de respiro depende, sobretudo, das vazões de enchimento ou de esvaziamento, 
adotando-se a maior, e do comprimento da tubulação de respiro. Uma tubulação sem restrições, dimensionada 
de acordo com a Tabela 3, previne o desenvolvimento de contrapressão em tanques, além de 17 kPa.
6.4.2 Os sistemas de respiro de tanques subterrâneos devem ser suficientes para evitar o retorno 
de vapores ou de líquidos no bocal de enchimento enquanto o tanque estiver sendo carregado. 
6.4.3 As tubulações de respiro devem ser dimensionadas de acordo com a Tabela 10, mas não 
podem ter diâmetro interno nominal inferior a 32 mm. 
Tabela 10 – Diâmetros nominais de linhas de respiro 
Fluxo máximo
L/min
Comprimento da tubulaçãoa
15 
m
30 
 m
60 
 m
Diâmetro da tubulação 
mm (pol)
380 31,75 (1 ¼”) 31,75 (1 ¼”) 31,75 (1 ¼”)
760 31,75 (1 ¼”) 31,75 (1 ¼”) 31,75 (1 ¼”)
1 140 31,75 (1 ¼”) 31,75 (1 ¼”) 38,1 (1 ½”)
1 520 31,75 (1 ¼”) 38,1 (1 ½”) 50,8 (2”)
1 900 38,1 (1 ½”) 38,1 (1 ½”) 50,8 (2”)
2 280 38,1 (1 ½”) 50,8 (2”) 50,8 (2”)
2 660 50,8 (2”) 50,8 (2”) 50,8 (2”)
3 040 50,8 (2”) 50,8 (2”) 76,2 (3”)
3 420 50,8 (2”) 50,8 (2”) 76,2 (3”)
3 800 50,8 (2”) 50,8 (2”) 76,2 (3”)
a Linhas de respiro de até 15 m, 30 m ou 60 m mais sete curvas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6.4.4 Onde forem instalados dispositivos de ventilação do tanque nas tubulações de respiro, 
as vazões devem ser determinadas de acordo com a ABNT NBR 17505-3. 
6.5 Outros bocais, exceto respiros, em tanques subterrâneos 
6.5.1 As conexões para todos os bocais de tanque não podem permitir vazamentos de líquidos 
e vapores. 
6.5.2 Os bocais para medição manual, se forem independentes do tubo de enchimento, devem 
possuir tampões ou tampas herméticas. As tampas devem ser mantidas abertas somente durante 
a medição. 
Dentro de edificação, cada abertura deve ser protegida contra o transbordamento de líquido e possível 
escapamento de vapores, através de válvula de retenção de mola ou de outro dispositivo aprovado.
6.5.3 As linhas de enchimento e esvaziamento devem entrar no tanque apenas pela parte superior.
6.5.4 As linhas de descarga devem ter um declive em direção ao tanque.
6.5.5 Os tanques subterrâneos para líquidos de classe I, com capacidade superior a 3 800 L, devem 
ser equipados com um dispositivo de descarga selado para conectar a mangueira ao tanque. 
6.5.6 As conexões de enchimento e esvaziamento e do sistema de recuperação de vapor de líquidos 
de classe I, classe II ou classe IIIA que possam ser conectadas e desconectadas devem ser localizadas 
fora das edificações, em local livre de qualquer fonte de ignição e a uma distância maior que 1,5 m 
de qualquer abertura da edificação ou de tomada de ar. 
6.5.6.1 Estas conexões devem ser fechadas e estanques quando não estiverem em uso. 
6.5.6.2 Estas conexõesdevem ser adequadamente identificadas. 
6.5.7 Bocais existentes nos tanques com o propósito de recuperação de vapores devem ser 
protegidos contra o escapamento de vapor por meio da instalação de válvulas de mola, válvulas 
de retenção ou outros dispositivos adequados, a não ser que os bocais estejam conectados ao sistema 
de processamento de vapores. 
6.5.7.1 Bocais projetados para combinar o enchimento e a recuperação de vapor devem também ser 
protegidos contra o escapamento de vapor, a não ser que a tubulação de descarga esteja conectada 
simultaneamente com as tubulações de enchimento e com a de recuperação de vapor. 
6.5.7.2 Todas as tubulações devem ser herméticas ao vazamento de vapor. 
6.6 Requisitos para tanques subterrâneos localizados em áreas sujeitas à elevação 
do nível de água subterrânea ou inundações
6.6.1 Tanques subterrâneos devem ser ancorados ou devem ser fixados por meios aprovados para 
resistir ao movimento quando sujeito às forças hidrostáticas associadas à elevação do nível da água 
subterrânea ou de inundações.
NOTA 1 A ancoragem pode ser acompanhada do uso de tirantes não metálicos que isolados da parede 
do tanque por material de isolamento inerte e dielétrico. Recomenda-se que os tirantes sejam conectados 
a pesos colocados no fundo para servirem de peso morto. Para informações adicionais ver referências nas 
API RP 1615, PEI RP100 e STI RP R011.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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NOTA 2 Edições anteriores desta Parte da ABNT NBR 17505 incluíam provisões para o uso de água 
de lastreamento como um meio de introduzir peso no tanque para prevenir a movimentação e, durante 
um evento de inundação, a água podia ser usada para encher o tanque para reduzir a flutuação. Por enquanto, 
este procedimento permanece tecnicamente viável para tanques existentes que não são apropriadamente 
fixados para prevenir movimentos, e o uso de água como um meio de prover o lastreamento não é mais 
considerado um meio aceitável de projeto para novas Instalações de tanques.
NOTA 3 Não é propósito desta Parte da ABNT NBR 17505 proibir o uso de água como lastro em tanques 
subterrâneos durante a instalação e antes do início das operações com o líquido a ser armazenado. 
6.6.1.1 O projeto do método de ancoragem ou de fixação deve ser baseado na flutuabilidade 
de um tanque vazio que se encontre totalmente submerso. 
6.6.1.2 Os respiros e outros bocais dos tanques que não forem herméticos devem ser situados 
acima do nível máximo de inundação. 
6.6.1.3 Cada tanque deve ser construído e instalado de forma a resistir com total segurança 
à pressão externa, quando submerso. 
6.7 Instruções para instalação de tanques subterrâneos 
Tanques subterrâneos montados em fábricas devem ser fornecidos com instruções do fabricante 
para ensaios e para instalação dos respiros normais.
6.8 Inspeção e manutenção de tanques subterrâneos 
6.8.1 A inspeção e a manutenção de tanques subterrâneos devem atender aos requisitos de 4.6, 
ou às orientações das normas específicas e, na ausência destas, devem atender às instruções 
do fabricante do tanque. 
6.8.2 Dispositivo ou sistema de proteção contra transbordamento deve ser inspecionado e ensaiado 
anualmente.
7 Edificações contendo tanques de armazenamento 
7.1 Requisitos gerais
7.1.1 A Seção 7 deve ser aplicada na instalação de tanques que armazenem líquidos de classe I, 
classe II e classe IIIA e que estejam situados no interior de edificações. 
7.1.2 A Seção 7 também se aplica a instalações contendo tanques de superfície armazenando 
líquidos de classe II, classe III A ou classe IIIB no interior de edificações onde os líquidos estejam 
aquecidos a temperaturas iguais ou superiores aos seus pontos de fulgor. Nestes casos, o líquido 
deve ser tratado como sendo um líquido de classe I a não ser que uma avaliação de engenharia 
desenvolvida de acordo com a ABNT NBR 17505-5 justifique seguir os requisitos para qualquer outra 
classe de líquido. 
7.1.3 A Seção 7 não se aplica ao seguinte:
 a) tanques cobertos pela ABNT NBR 17505-5.
 b) tanques com apenas uma cobertura ou teto que não obstrua a dissipação de calor ou a dispersão 
de vapores inflamáveis e que não restrinja o acesso e o controle ao combate a incêndio. Estes 
tanques devem atender aos requisitos da Seção 5.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7.2 Localização de edificações contendo tanques 
7.2.1 Os tanques e seus equipamentos situados no interior de edificações devem ser localizados 
de forma que um incêndio nestes não coloque em risco os tanques ou as edificações adjacentes, 
por todo o tempo que durar a operação de combate ao incêndio. O atendimento aos requisitos de 7.2.2 
a 7.2.8 deve ser considerado como conformidade a esta subseção.
7.2.2 A distância mínima entre os limites de propriedade expostas e as edificações que contenham 
tanques em seu interior, com parede corta-fogo que resista a até 2 h de exposição, deve estar 
de acordo com a Tabela 11. 
Tabela 11 – Localização de edificações com tanques de armazenamento em relação aos 
limites de propriedade, desde que na área adjacente haja ou possa haver construção, vias 
de circulação interna e a edificação próxima mais importante na mesma propriedadea
Tanque de maior 
capacidade, em 
operação com 
líquidos 
m³
Distância mínima até o limite de 
propriedade, desde que na área adjacente 
haja ou possa haver construção ou possa 
haver construção, inclusive no lado oposto 
da via pública 
m
Distância mínima do lado mais próximo 
de qualquer via de circulação interna ou 
qualquer edificação importante na mesma 
propriedade 
m
Líquidos estáveis
Alívio de emergência
Líquidos instáveis
Alívio de emergência
Líquidos estáveis
Alívio de emergência
Líquidos instáveis
Alívio de emergência
≤17 kPa >17 kPa ≤17 kPa >17 kPa ≤17 kPa >17 kPa ≤17 kPa >17 kPa
Até 46 4,5 7,5 12,0 18,0 1,5 3,0 4,5 6,0
46 a 114 6,0 9,0 15,0 24,0 1,5 3,0 4,5 6,0
114 a 190 9,0 13,5 22,5 36,0 3,0 4,5 7,5 12,0
190 a 380 15,0 22,5 37,5 60,0 4,5 7,5 12,0 18,0
a Dobrar todas as distâncias indicadas se não existir “proteção da vizinhança ou proteção para exposição” 
(ver ABNT NBR 17505-1). As distâncias não precisam superar os 90 m.
7.2.3 A capacidade individual de qualquer tanque no interior de uma edificação não pode ser superior 
a 380 m³, a menos que haja aprovação da Corporação de Bombeiros local.
7.2.4 Quando não houver proteção da vizinhança contra exposição, as distâncias constantes 
na Tabela 11 devem ser duplicadas até o limite de 90 m. 
7.2.5 Se a edificação que contiver o tanque de armazenamento tiver uma parede externa voltada 
para a exposição ao risco, as distâncias da Tabela 11 podem ser alteradas conforme a seguir: 
 a) onde a parede tiver uma resistência ao fogo maior que 2 h, a distância pode ser limitada a 7,5 m;
 b) onde a parede corta-fogo da edificação contendo tanque de armazenamento tiver uma resistência 
maior que 4 h, as distâncias contidas na Tabela 11 não se aplicam;
 c) quando forem armazenados líquidos de classe IA ou líquidos instáveis, a parede exposta ao risco 
deve ter resistência comprovada à explosão e uma ventilação de deflagração adequada deve ser 
prevista nas paredes não expostas e no teto, projetadas de acordo com a NFPA 68. 
7.2.6 Outros equipamentos ligados aos tanques, como bombas, aquecedores, filtros, trocadores 
etc., devem ficar localizados a uma distância mínima de 7,5 m dos limitesda propriedade adjacente 
onde haja ou possa haver construção ou próximo a uma edificação importante na mesma 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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propriedade, que não seja parte integrante da edificação contendo o tanque de armazenamento. Estes 
requisitos de espaçamento não se aplicam quando as partes expostas estiverem adequadamente 
protegidas, conforme consta na Tabela 11. 
7.2.7 Os tanques que armazenem líquidos instáveis devem ser situados afastados de um risco 
de exposição potencial a incêndio por um espaçamento livre de no mínimo 7,5 m ou por uma parede 
corta-fogo que resista a um incêndio pelo tempo mínimo de 2 h. 
7.2.8 Cada edificação com tanques de armazenamento e cada tanque instalado dentro de edificação 
deve ser acessível pelo menos por dois lados, visando o combate e o controle de incêndios. 
7.2.9 Líquidos de classe I e classe II não podem ser armazenados em porões. Líquidos da classe IIIA 
quando aquecidos acima de seus pontos de fulgor também não podem ser armazenados em porões. 
NOTA Para aplicação desta subseção, considera-se que o porão de uma edificação é um espaço 
com metade ou mais de sua altura abaixo do nível do solo, desde que a laje de cobertura acima esteja 
no mínimo 1,20 m do perfil do terreno, e que possua ventilação natural para o exterior, com área total 
superior a 0,006 m² para cada metro cúbico de ar do compartimento e ao qual o acesso para fins de combate 
a incêndio ou para saída de emergência atenda à ABNT NBR 9077.
7.3 Construção de edificações contendo tanques 
7.3.1 As edificações contendo tanques de armazenamento devem ser construídas de forma que 
permitam manter a integridade estrutural por 2 h em condições de exposição ao incêndio e devem, 
ainda, prever acesso e saída adequados para permitir a passagem livre para todo o pessoal e para 
os equipamentos de proteção contra incêndio. O atendimento aos requisitos de 7.3.2 a 7.3.7 deve ser 
considerado como conformidade às prescrições desta subseção. 
7.3.2 As edificações ou as estruturas devem apresentar um grau de resistência ao fogo de 2 h 
no mínimo.
7.3.3 Onde os líquidos de classe I forem armazenados acima do piso no interior de edificações 
com porões ou com outras áreas subterrâneas, nas quais vapores inflamáveis possam penetrar, 
estas áreas subterrâneas devem ser providas com ventilação mecânica projetada para prevenir 
acumulação de vapores inflamáveis. Uma depressão no terreno ao redor de um tanque (contenção) 
não é considerada área subterrânea. 
NOTA Ver 7.2.9, NOTA.
7.3.4 As edificações contendo tanques de armazenamento de líquidos da classe IA devem ser 
projetados para direcionar chamas, gases de combustão e pressão resultantes de uma deflagração 
para longe de edifícios importantes ou áreas ocupadas por meio do uso de métodos construtivos 
limitadoras de danos. O projeto de uma construção com limitação de danos deve ser de acordo com 
a NFPA 68.
NOTA Para mais informações, ver a NFPA 68.
7.3.5 As edificações contendo tanques de armazenamento de líquidos instáveis devem ser projetadas 
usando um método de construção aprovado, de forma a limitar os danos causados por uma explosão 
(deflagração ou detonação) dependendo do líquido.
7.3.6 Corredores de acesso desde o exterior da edificação até o interior e ao redor dos tanques, 
com no mínimo 1 m de largura, devem ser mantidos livres para a movimentação da brigada de incêndio 
e dos equipamentos de combate a incêndio.
NOTA O propósito de corredores de acesso é prover um fácil acesso durante a manutenção 
e a emergência.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7.3.7 Um espaço livre de no mínimo 1 m deve ser mantido entre o topo de cada tanque e a estrutura 
da edificação, para proteger edificação de acordo com 7.4.2.3. Para edificações sem sistemas fixos 
de combate a incêndio, deve ser previsto um espaço livre adequado para operações de resfriamento 
do topo (teto) dos tanques por mangueiras. 
7.4 Proteção contra incêndio em edificações contendo tanques 
7.4.1 Equipamentos portáteis e móveis de controle de incêndio dentro de edificações 
com tanques
7.4.1.1 Extintores portáteis certificados e inspecionados devem ser supridos para instalação 
em quantidade, tipos e dimensões que possam ser úteis nos casos dos riscos específicos envolvidos 
nas armazenagens, de acordo com 7.4.1.2.
NOTA As ABNT NBR 12693 e ABNT NBR 12962 fornecem informações sobre adequabilidade e inspeção 
dos extintores.
7.4.1.2 Onde as necessidades indicarem, de acordo com a análise de risco prevista em 4.4.3, deve 
ser utilizada a água do reservatório elevado e a rede de incêndio dotada de conexões e mangueiras, 
ou de sistemas de aspersão que disponham da combinação de bocais em jato aspersores e sólido.
NOTA Para mais informações, ver as ABNT NBR 10897 e ABNT NBR 13714.
7.4.1.3 Onde as necessidades indicarem, de acordo com a análise de risco prevista em 4.4.3, devem 
ser previstos equipamentos móveis lançadores de espuma. 
7.4.2 Equipamento fixo de controle de incêndios dentro de edificações com tanques
7.4.2.1 Um suprimento confiável de água, ou outro agente de controle adequado de incêndios, deve 
estar disponível em quantidade e pressão para suprir a demanda indicada para os riscos específicos 
envolvidos nas armazenagens ou exposições, de acordo com a Análise de Risco prevista em 4.4.3.
7.4.2.2 Hidrantes, com ou sem canhões monitores fixos, devem ser providenciados de acordo com 
as práticas e recomendações usuais. O número e a localização dos hidrantes dependem do risco 
representado pelo armazenamento ou exposição, de acordo com a análise de risco prevista em 4.4.3.
7.4.2.3 Onde for indicado, por necessidade advinda dos riscos do armazenamento ou exposição, 
de acordo com a análise de risco prevista em 4.4.3, deve ser requerida uma proteção fixa, utilizando 
sistemas de chuveiros de espuma ou de água-espuma, sistemas de chuveiros automáticos, sistemas 
com aspersores de água, sistemas de dilúvio, sistemas de extinção gasosa, sistemas de extinção por 
pó químico seco, materiais resistentes ao fogo, ou uma combinação destes dispositivos.
7.4.2.3.1 Quando forem providos sistemas de proteção por espuma, as taxas de aplicação 
de espuma devem ser determinadas com base em critérios técnicos para seleção dos dispositivos 
de lançamento da espuma, tipo de espuma e líquido inflamável ou combustível a ser protegido.
NOTA Para mais informações, ver as NFPA 13, NFPA 15 e NFPA 16.
7.4.2.3.2 Para certos tipos de produtos, como acetonas, éteres e álcoois, as densidades mínimas 
requeridas estabelecidas nos critérios aprovados para dispositivos de descarga de espuma são 
frequentemente maiores que as densidades gerais especificadas para proteção de líquidos inflamáveis 
e combustíveis. Quando determinando os critérios de projeto para sistemas de extinção usando 
espuma, é importante assegurar que os critérios aprovados, que são tipicamente baseados em 
dados empíricos a partir de ensaios com fogo, não são superdimensionados. Por outro lado, o projeto 
do sistema de proteção contra incêndio pode ser inadequado para uma proteção apropriada
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7.4.2.4 Quando previsto, o sistema de combate a incêndio deve ser projetado, instalado e mantido 
de acordo com a NFPA 11, NFPA 12, NFPA 12A, NFPA 13, NFPA 15, NFPA 16, NFPA 17 e NFPA 25. 
7.5 Sistemas elétricos em edificações contendo tanques 
7.5.1 A instalação de equipamentos elétricos, eletrônicos, de instrumentação, automação 
e telecomunicações e todo o sistema de cabos devem atender aos requisitos da ABNT NBR 17505-6. 
7.5.2 A ABNT NBR 17505-6 deve ser utilizada para determinar a extensão dos locais classificados, 
com o propósito de instalação de equipamentos elétricos. Na definição da extensão dos locais 
classificados, somente se deve estender além do piso, parede, teto ou outras divisórias dos recintos 
classificados, quando existirem aberturas, sem proteção, para locais adjacentes à área classificada.
7.6 Contenção, drenagem e controle de vazamentos em edificações contendo tanques 
7.6.1 Os sistemas de drenagem devem ser projetados para minimizar a exposição ao fogo de outros 
tanques, das propriedades adjacentes e dos cursos d’água. O atendimento aos requisitos prescritos 
em 7.6.2 a 7.6.6 deve ser considerado como conformidade às prescrições desta subseção. 
7.6.2 A instalação deve ser projetada e operada visando não descarregar líquidos inflamáveis 
ou combustíveis em cursos de água, esgotos públicos ou em propriedades adjacentes, em condições 
normais de operação. 
7.6.3 Com exceção dos drenos, os pisos sólidos devem ser herméticos e a junção das paredes com 
os pisos também deve ser vedada até uma altura de pelo menos 0,10 m acima do piso. 
7.6.4 As aberturas em paredes internas, separando compartimentos adjacentes ou separando 
outras edificações, devem ser providas de soleiras ou rampas de material não combustível, com pelo 
menos 0,10 m de altura, ou devem ser projetadas de forma a evitar o fluxo de líquidos para as áreas 
adjacentes.
7.6.4.1 Uma alternativa possível para a soleira ou a rampa é uma canaleta com grade aberta que 
garanta a drenagem do líquido para local seguro. 
7.6.5 Devem ser previstos meios que evitem vazamentos de líquidos que alcancem os porões. 
7.6.6 O volume da contenção deve ser tal que possa conter o volume de líquido do maior tanque.
7.6.7 Devem ser previstos sistemas de drenagem de emergência para direcionar o vazamento dos 
líquidos combustíveis ou inflamáveis e a água de combate a incêndio para um local seguro. 
7.6.8 Para controlar e evitar o alastramento do fogo, é permitida adoção de soleiras, guias 
ou meios-fios, aberturas para dreno ou sistemas especiais de drenagem. 
7.6.9 Os sistemas de drenagem de emergência, quando conectados a esgotos públicos, 
ou descarregados em galerias de águas pluviais, devem ser equipados com sifões ou separadores.
7.7 Ventilação em edificações contendo tanques
7.7.1 As edificações contendo tanques de armazenamento de líquidos de classe I, classe II 
ou classe III, com temperaturas iguais ou acima de seus pontos de fulgor, devem ser ventiladas a uma 
taxa suficiente para manter a concentração de vapores dentro da edificação no máximo a 25 % 
do limite inferior de inflamabilidade. O atendimento a 7.7.2 a 7.7.7 significa contemplar completamente 
os requisitos desta subseção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7.7.2 Os requisitos de ventilação devem ser projetados por um dos seguintes procedimentos: 
 a) cálculos baseados nas emissões fugitivas estimadas (ver apêndices da NFPA 30, para os métodos 
de cálculo);
 b) amostragem de concentração real do vapor sob condições normais de operação;
 c) ventilação a uma taxa mínima de 0,3 m³/min/m² da área do piso.
7.7.2.1 Se a concentração de vapor for confirmada por amostragem, outra amostragem deve ser 
realizada em um raio de 1,5 m de distância, a partir de cada fonte potencial de vapor, estendendo-se 
até ou em direção ao fundo e ao topo da área fechada de armazenamento. 
7.7.2.2 A concentração de vapor utilizada para determinar a taxa de ventilação exigida deve ser 
a maior concentração medida durante o procedimento de amostragem.
NOTA Equipamentos instalados em áreas de armazenamento podem se deteriorar com o tempo, e uma 
avaliação periódica deve ser efetuada para assegurar que as taxas de vazamento não tenham aumentado 
ou que as taxas de ventilação permaneçam adequadas para qualquer aumento das taxas de vazamento.
7.7.3 A ventilação deve ser feita por meios naturais ou mecânicos, com descarga ou exaustão para 
um local seguro, fora da edificação, sem recirculação do ar de exaustão. 
A recirculação somente é permitida, se for monitorada continuamente, utilizando um sistema à prova 
de falhas, projetado para fazer soar automaticamente um alarme, parar a recirculação e prover uma 
exaustão total para o exterior, no caso de terem sido detectadas concentrações de misturas de vapor 
mais ar acima de 25 % do limite inferior de inflamabilidade.
7.7.4 Devem ser tomadas as providências necessárias para introduzir o ar externo, de forma 
a permitir a renovação do ar em todo o ambiente, evitando um fluxo preferencial na ventilação. 
NOTA Uma ventilação local ou esporádica pode ser necessária para o controle de riscos específicos 
de incêndio ou à saúde. As NFPA 91 e NFPA 90A fornecem informações sobre este assunto.
7.7.5 A ventilação deve ser feita de forma a incluir todas as áreas do piso, entre pisos, pontos baixos, 
entre forros e áreas onde os gases inflamáveis possam se acumular. 
7.7.6 Onde a ventilação natural for inadequada, deve ser provida a ventilação mecânica, enquanto 
houver operação com líquidos inflamáveis. 
Uma ventilação mecânica localizada contínua ou eventual, se necessária, deve corresponder 
no mínimo a 75 % da ventilação requerida. 
7.7.7 Para as edificações contendo tanques de armazenamento, cuja cota do piso interno seja maior 
que 0,30 m abaixo do nível do piso externo médio, deve ser provido um dos seguintes sistemas:
 a) ventilação mecânica contínua de acordo com 7.7.2-c);
 b) um sistema de detecção de gases, ajustado para fazer soar o alarme de advertência quando 
este tiver atingido 25 % do limite inferior de inflamabilidade e acionar automaticamente 
o sistema mecânico de ventilação. O alarme deve soar no local a ser protegido e repetido em local 
constantemente assistido pelo pessoal de operação.
7.7.8 Respiros para tanques situados no interior de edificações 
7.7.8.1 Os respiros de tanques situados dentro de edificações devem ser projetados de forma 
a garantir que os gases inflamáveis não sejam liberados no interior destas. O atendimento aos requisitos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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prescritos em 7.7.8.2 a 7.7.8.6 deve ser considerado como em conformidade com as prescrições 
desta subseção. 
7.7.8.2 Os respiros de tanques situados dentro de edificações devem estar em conformidade com 
4.2.3 e ABNT NBR 17505-3.
7.7.8.3 Não é permitida ligação frágil entre o teto e o costado de um tanque situado no interior 
de uma edificação. 
7.7.8.4 Um sistema de chuveiro automático, projetado de acordo com os requisitos 
da ABNT NBR 10897 ou NFPA 13, pode ser aceito como equivalente a sistemas de chuveiros 
automáticos de água, para fins de cálculo das vazões de ar requeridas para os respiros de 
emergência, conforme 5.5.3.5, desde que atendam aos requisitos de taxa de aplicação e cobertura 
estabelecidas na NFPA 15. Os respiros devem se estender para fora das edificaçõesde acordo com 
a ABNT NBR 17505-3.
7.7.8.5 As tubulações de respiro normal e de emergência devem ser executadas de acordo com 
os requisitos da ABNT NBR 17505-3. 
As aberturas de alívio de emergência em tanques de superfície protegidos, em conformidade com UL 
2085, contendo líquidos de Classe II e Classe III, podem descarregar dentro do edifício.
7.7.8.6 As tubulações de respiro normal e de emergência devem ser executadas de acordo com 
os requisitos da ABNT NBR 17505-3. 
7.8 Outros bocais de tanques, exceto os respiros, em tanques situados no interior 
de edificações 
7.8.1 Outros bocais, além dos respiros de tanques, devem ser projetados para garantir que os líquidos 
e os vapores inflamáveis sejam liberados para fora das edificações. O atendimento aos requisitos 
prescritos em 7.8.2 a 7.8.9 deve ser considerado como conformidade às prescrições desta subseção. 
7.8.2 Todos os bocais de tanque que sejam locados abaixo ou no nível máximo devem ser herméticos 
ao escapamento de líquidos; aqueles que sejam locados acima do nível máximo de líquido devem ser 
normalmente fechados e devem ter um dispositivo mecânico para evitar o escapamento de vapores.
7.8.3 Cada conexão de transferência de líquido do tanque situado dentro da edificação, que armazene 
líquidos de classe I ou classe II, deve ser equipada com um dos seguintes dispositivos:
 a) válvula de acionamento remoto, normalmente fechada;
 b) válvula de fechamento automático, acionada por elemento térmico;
 c) outros dispositivos com desempenho equivalente.
7.8.4 As válvulas ou outros dispositivos utilizados para descarga de emergência ou para realizar 
um corte rápido no fluxo de líquido, no caso de fogo no entorno do tanque, não requerem estar 
em conformidade com 7.8.3.
7.8.5 Cada conexão de um tanque situado dentro de edificação, através da qual o líquido escoe 
por gravidade, deve possuir válvula externa ou interna à edificação, situada o mais próximo possível 
do costado do tanque e atender ao especificado em 7.8.3. Se for previsto duplo bloqueio, as válvulas 
devem ser instaladas justapostas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7.8.6 Os bocais de medição manual para líquidos de classe I ou classe II, se independentes 
da tubulação de enchimento, devem ser providos de tampas herméticas, protegidos contra 
transbordamento e escapamento de vapores, quando não estiverem em uso.
Cada bocal ou abertura deve ser protegido contra transbordamento ou um possível escapamento 
de vapor, por meio de válvula de retenção de mola ou outro dispositivo adequado. 
NOTA Substitutos de medições manuais incluem, mas não se limitam, a dispositivos magnéticos, 
hidráulicos ou hidrostáticos para leitura remota e medidores de boias seladas.
7.8.7 As conexões das extremidades das tubulações para carga e descarga de caminhões ou vagões 
tanques e das tubulações de recuperação de vapor devem atender cumulativamente ao seguinte: 
 a) estar localizadas fora da edificação em um local livre de qualquer fonte de ignição;
 b) estar localizadas no centro de um círculo cujo raio deve ser de no mínimo 1,5 m de qualquer 
abertura da edificação;
 c) ser bem vedadas e protegidas contra impactos quando fora de uso;
 d) estar identificadas. 
7.8.8 Os tanques que armazenem líquidos de classe I, classe II ou classe III que estejam situados 
dentro de edificações, devem ser equipados com um sistema para evitar o transbordamento dos 
líquidos dentro das edificações. 
NOTA Dispositivos adequados incluem, mas não se limitam, a válvula antitransbordamento; medidor 
pré-ajustado na linha de enchimento; bomba de baixa altura manométrica total incapaz de produzir uma 
supervazão; ou uma tubulação de extravazão hermética, dimensionada no mínimo como uma tubulação 
com dimensão maior que a tubulação de enchimento, que descarregue por gravidade para a fonte do líquido 
ou para um local aprovado e adequado. 
7.8.9 As aberturas em tanques com a finalidade de recuperação de vapor devem ser protegidas 
contra possíveis escapamentos de vapores por meio de uma válvula de retorno por mola, uma conexão 
seca (dry-break) ou outro dispositivo adequado, a não ser que a abertura esteja conectada a uma 
tubulação do sistema de processamento de vapor. 
7.8.9.1 Aberturas projetadas para a tubulação de enchimento de produto, combinadas com 
a tubulação de recuperação de vapor, devem ser também protegidas contra vazamentos de vapor, 
a menos que as conexões da tubulação de descarga com a tubulação de enchimento se conectem 
simultaneamente com a tubulação de recuperação de vapor. 
7.8.9.2 Todas as conexões devem ser herméticas ao vazamento de vapor.
7.9 Detecção e sistema de alarme para edificações contendo tanques 
7.9.1 Deve ser previsto um meio seguro para alertar, prontamente, as pessoas dentro da unidade, 
e se aplicável a Corporação de Bombeiros e o Plano de Auxílio Mútuo (se existente), sobre a ocorrência 
de incêndio ou de qualquer outra emergência.
7.9.2 Aquelas áreas (inclusive as edificações) onde exista o potencial de vazamento de líquido 
inflamável devem ser monitoradas de forma apropriada. Estes métodos devem incluir: 
 a) observação pessoal ou inspeção rotineira; e
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 b) equipamento de monitoração que indique que um derramamento ou vazamento esteja ocorrendo 
em uma determinada área desassistida.
7.10 Inspeção e manutenção em edificações contendo tanques
7.10.1 Os resíduos de materiais combustíveis e outros resíduos na área de operação devem ser 
limitados ao mínimo e devem ser depositados em recipientes metálicos adequados, dotados 
de tampas, sendo descartados diariamente.
7.10.2 O armazenamento de materiais combustíveis e de tambores ou bombonas vazios ou cheios 
não pode ser permitido dentro de edificações que contenham tanques de armazenamento.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Bibliografia
[1] ABNT NBR 9077, Saídas de emergência em edifícios
[2] ABNT NBR 12693, Sistemas de proteção por extintores de incêndio
[3] ABNT NBR 12962, Extintores de incêndio – Inspeção e manutenção
[4] ABNT NBR16799 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Gestão de incêndios 
em tanques de armazenamento atmosférico
[5] ABNT NBR ISO 16852 – Corta-chamas – Requisitos de desempenho, métodos de ensaio e 
limites de aplicação
[6] ABNT NBR 31000, Gestão de Risco – Diretrizes
[7] API RP 12 R1, Recommended Practice for Setting, Maintenance, Inspection, Operation, and 
Repair of Tanks in Production Service
[8] API 1501, Filtration and Dehydration of Aviation Fuels
[9] API RP 1615, Installation of Underground Hazardous Substances or Petroleum Storage Systems
[10] API RP 1621, Bulk Liquid Stock Control at Retail Outlets
[11] API STD 2015, Requirements for Safe Entry and Cleaning of Petroleum Storage Tanks
[12] API RP 2016, Guidelines and Procedures for Entering and Cleaning Petroleum Storage Tanks
[13] API STD 2350, Overfill protection for storage tanks in petroleum facilities
[14] API STD 2610, Design, Construction, Operation, Maintenance, and Inspection of Terminal and 
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[15] ASME Boilerand pressure vesel code, Section VIII, Div. 1
[16] ASTM E-119, Standard Test Methods For Fire Tests Of Building Construction And Materials
[17] ASTM D6469, Standard Guide for Microbial Contamination in Fuels and Fuel Systems
[18] NFPA 13, Standard for the installation of sprinkler systems
[19] NFPA 15, Water spray fixed systems for fire protection
[20] NFPA 16, Standard for the installation of foam-water sprinkler and foam water spray systems
[21] NFPA 30, Flammable and combustible liquids code
[22] NFPA 69, Standard on explosion prevention systems
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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[23] NFPA 90A, Standard for the installation of air-conditioning and ventilating systems
[24] NFPA 91, Standard for exhaust systems for air conveying of vapors, gases, mists, and 
noncombustible particulate solids
[25] PEI RP 100, Installation of Underground Liquid Storage Systems
[26] PEI RP200, Installation of Aboveground Storage System
[27] PEI RP600, Overfill Prevention for ASTs
[28] STI ACT-100 - Steel/FRP composite tank
[29] STI R 931, Double Wall AST (Installation and Test Instruction)
[30] STI RP R011, Generator base tank aboveground storage tanks (Installations Instructions)
[31] UL 1316, Glass-fiber-reinforced plastic underground storage tanks for petroleum products, 
alcohols, and alcohol-gasoline mixtures
[32] UL 142, Steel aboveground tanks for flammable and combustible liquids
[33] UL 1709, Standard for Rapid Rise Fire Tests of Protection Materials for Structural Steel
[34] UL 1746, External corrosion protection systems for steel underground storage tanks
[35] UL 2085, Protected aboveground tanks for flammable and combustible liquids
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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