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Instalações Prediais Águas Pluviais
Objetivo da Norma (ABNT NBR 
10844:1989):
✓Recolher e conduzir a Vazão de projeto até
locais permitidos pelos dispositivos legais
✓Nota: quando houver risco de penetração de
gases, deve ser previsto dispositivo de
proteção contra o acesso destes gases ao
interior da instalação.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Fatores meteorológicos
Intensidade pluviométrica “I” (mm/hora ou mm/ minuto)
É a quantidade de chuva por unidade de tempo.
✓ Exemplo: = 1,0 mm/min = 60,0 mm/h.
A Duração (t) é dada em horas ou minutos e representa o intervalo entre
o início e o fim da chuva.
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto,
deve ser feita a partir da fixação de valores adequados para a Duração de
precipitação e o período de retorno. Tomam-se como base dados
pluviométricos locais.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Fatores meteorológicos
Período de retorno (intervalo de recorrência ou tempo de recorrência)
É o intervalo estimado entre ocorrências de igual magnitude da chuvas
P é a probabilidade do evento ser igualado ou superado.
A unidade de T, geralmente em anos, será a mesma utilizada para calcular P.
Assim se uma determinada grandeza hidrológica tem a probabilidade de ser
igualada ou excedida igual a 5% (P = 0,05) seu período de retorno será: T =
1/p = 1/0.05 = 20 anos
𝑻 =
𝟏
𝑷
Período de retorno (ABNT NBR 10844:1989): Número médio de anos em
que, para a mesma Duração de precipitação, uma determinada intensidade
pluviométrica é igualada ou ultrapassada apenas uma vez.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Fatores meteorológicos
Para as obras de engenharia, a segurança e durabilidade frequentemente se
associam a tempo ou período de recorrência, cujo significado se refere ao
espaço de tempo em anos onde provavelmente ocorrerá um fenômeno de
grande magnitude, pelo menos uma vez. No caso dos dispositivos de
drenagem, este tempo diz respeito a enchentes de projeto que orientarão o
dimensionamento, de modo que a estrutura indicada resista a essas
enchentes sem risco de superação, resultando desta forma a designação
usual de descarga de projeto.
Período de retorno (intervalo de recorrência ou tempo de recorrência)
Fonte:
Manual de Hidrologia Básica do DNIT
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-
manuais/manuais/documentos/715_manual_de_hidrologia_basica.pdf
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/manuais/documentos/715_manual_de_hidrologia_basica.pdf
Instalações Prediais Águas Pluviais
Fatores meteorológicos
A escolha do tempo de recorrência para o projeto de uma obra de
engenharia, consequentemente, a vazão de projeto desta obra, depende da
sua importância, o que resulta na adoção de um valor para o qual o risco de
superação seja adequado à segurança da rodovia, no que se inclui a
necessidade eventual da sua reconstrução. Deve ser considerado ainda que,
quanto maior o tempo de recorrência, mais volumoso será o caudal e,
consequentemente, mais onerosa a reconstrução, ou reparação.
Período de retorno (intervalo de recorrência ou tempo de recorrência)
Fonte:
Manual de Hidrologia Básica do DNIT
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-
manuais/manuais/documentos/715_manual_de_hidrologia_basica.pdf
Para a definição teórica do risco de ruptura de uma obra, utiliza-se a
equação abaixo, em que a probabilidade J de ocorrer uma descarga de
projeto com tempo de recorrência TR (em anos) dentro da vida útil da obra,
fixada em n (anos), é dado pela expressão:
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/manuais/documentos/715_manual_de_hidrologia_basica.pdf
Instalações Prediais Águas Pluviais
Fatores meteorológicos
Período de retorno (intervalo de recorrência ou tempo de recorrência)
É o intervalo estimado entre ocorrências de igual magnitude da chuvas
P é a probabilidade do evento ser igualado ou superado.
A unidade de T, geralmente em anos, será a mesma utilizada para calcular P.
Assim se uma determinada grandeza hidrológica tem a probabilidade de ser
igualada ou excedida igual a 5% (P = 0,05) seu período de retorno será: T =
1/p = 1/0.05 = 20 anos
𝑻 =
𝟏
𝑷
Período de retorno (ABNT NBR 10844:1989): Número médio de anos em
que, para a mesma Duração de precipitação, uma determinada intensidade
pluviométrica é igualada ou ultrapassada apenas uma vez.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Objetivo da Norma (ABNT NBR 10844:1989):
✓ Recolher e conduzir a Vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais
✓ Nota: quando houver risco de penetração de gases, deve ser previsto dispositivo de proteção contra o acesso destes
gases ao interior da instalação.
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita a partir da fixação de valores
adequados para a Duração de precipitação e o período de retorno. Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada, obedecendo ao estabelecido a
seguir:
✓ T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
✓ T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
✓ T = 25 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa ser tolerado.
A duração de precipitação deve ser fixada em t = 5min.
Para construção até 100m2 de área de projeção horizontal, salvo casos especiais, pode-se adotar: I = 150mm/h.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP DCTA 2013 54. A determinação da intensidade pluviométrica, para fins de projeto de drenagem de águas pluviais,
deve ser feita a partir da fixação de valores adequados para a duração de precipitação e o período de retorno. Para coberturas
e áreas, o período de retorno a se considerar no projeto é:
(A) 1 ano.
(B) 5 anos.
(C) 10 anos.
(D) 25 anos.
(E) 50 anos.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP DCTA 2013 54. A determinação da intensidade pluviométrica, para fins de projeto de drenagem de águas pluviais,
deve ser feita a partir da fixação de valores adequados para a duração de precipitação e o período de retorno. Para coberturas
e áreas, o período de retorno a se considerar no projeto é:
(A) 1 ano.
(B) 5 anos. C!
(C) 10 anos.
(D) 25 anos.
(E) 50 anos.
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita a
partir da fixação de valores adequados para a Duração de precipitação e o período de
retorno. Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada,
obedecendo ao estabelecido a seguir:
✓ T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
✓ T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
✓ T = 25 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa
ser tolerado.
A duração de precipitação deve ser fixada em t = 5min.
Para construção até 100m2 de área de projeção horizontal, salvo casos especiais,
pode-se adotar: I = 150mm/h.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2018 Prefeitura de Serrana - SP Para garantir o correto escoamento das águas pluviais em áreas prediais
pavimentadas, onde os empoçamentos possam ser tolerados, deve-se prever, no projeto de instalações prediais de águas
pluviais, a intensidade pluviométrica com valores adequados de duração de precipitação e o período de retorno de
A 1 ano.
B 5 anos.
C 10 anos.
D 20 anos.
E 25 anos.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2018 Prefeitura de Serrana - SP Para garantir o correto escoamento das águas pluviais em áreas prediais
pavimentadas, onde os empoçamentos possam ser tolerados, deve-se prever, no projeto de instalações prediais de águas
pluviais, a intensidade pluviométrica com valores adequados de duração de precipitação e o período de retorno de
A 1 ano. C!
B 5 anos.
C 10 anos.
D 20 anos.
E 25 anos.
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita a
partir da fixação devalores adequados para a Duração de precipitação e o período de
retorno. Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada,
obedecendo ao estabelecido a seguir:
✓ T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
✓ T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
✓ T = 25 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa
ser tolerado.
A duração de precipitação deve ser fixada em t = 5min.
Para construção até 100m2 de área de projeção horizontal, salvo casos especiais,
pode-se adotar: I = 150mm/h.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Instituto Excelência 2018 Prefeitura de São Luís do Paraitinga Engenheiro Civil Período de retorno é o número médio de
anos em que, para a mesma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou ultrapassada
apenas uma vez. O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada. Sendo assim, assinale
a alternativa CORRETA.
A Período de retorno de 15 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa ser tolerado.
B Período de retorno de 10 anos, para coberturas e/ou terraços.
C Período de retorno de 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados.
D Nenhuma das alternativas.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Instituto Excelência 2018 Prefeitura de São Luís do Paraitinga Engenheiro Civil Período de retorno é o número médio de
anos em que, para a mesma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou ultrapassada
apenas uma vez. O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada. Sendo assim, assinale
a alternativa CORRETA.
A Período de retorno de 15 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa ser tolerado.
B Período de retorno de 10 anos, para coberturas e/ou terraços.
C Período de retorno de 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados. C!
D Nenhuma das alternativas.
✓ T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
✓ T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
✓ T = 25 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa
ser tolerado.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Fatores meteorológicos
Duração (t) = 5 min
Intensidade pluviométrica (I) = 150mm/h
Período de retorno (intervalo de recorrência ou tempo de
recorrência) - O período de retorno deve ser fixado
segundo as características da área a ser drenada, obedecendo
ao estabelecido a seguir:
T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos
possam ser tolerados;
T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
T = 25 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento
ou extravasamento não possa ser tolerado.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Área de contribuição
No cálculo da área de contribuição, devem-se considerar os incrementos devidos à inclinação da cobertura e às paredes que
interceptem água de chuva que também deva ser drenada pela cobertura.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Área de contribuição
No cálculo da área de contribuição, devem-se considerar os incrementos devidos à inclinação da cobertura e às paredes que
interceptem água de chuva que também deva ser drenada pela cobertura.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Vazão de projeto
A vazão de projeto (Q) deve ser calculada pela fórmula:
Em que:
Q = Vazão de projeto, em L/min
I = intensidade pluviométrica, em mm/h
A = área de contribuição, em m2
𝑄 =
𝐼𝐴
60
Instalações Prediais Águas Pluviais
IADES EBSERH 2014 Em determinado projeto de esgotamento de águas pluviais para uma área de 100 m² de contribuição,
foi verificado que, para a região onde se localiza a edificação, a intensidade pluviométrica em mm/h, para um período de
retorno de 25 anos é de 250. Com base nesses dados, a vazão de projeto, em litros/min, será de:
(A) 10.
(B) 25.
(C) 417.
(D) 1.000.
(E) 25.000.
Instalações Prediais Águas Pluviais
IADES EBSERH 2014 Em determinado projeto de esgotamento de águas pluviais para uma área de 100 m² de contribuição,
foi verificado que, para a região onde se localiza a edificação, a intensidade pluviométrica em mm/h, para um período de
retorno de 25 anos é de 250. Com base nesses dados, a vazão de projeto, em litros/min, será de:
(A) 10.
(B) 25.
(C) 417. C!
(D) 1.000.
(E) 25.000.
A vazão de projeto deve ser calculada pela fórmula:
Onde:
Q = Vazão de projeto, em L/min
I = intensidade pluviométrica, em mm/h
A = área de contribuição, em m2.
𝑄 =
𝐼𝐴
60
𝑄 =
250 100
60
𝑄 = 416,66
Instalações Prediais Águas Pluviais
FCC 2018 ALESE FCC - 2018 - ALESE - Analista Legislativo - Engenharia Civil Para o dimensionamento usual das calhas
de uma residência com área de projeção horizontal de 80 m2, considerados os incrementos devido à inclinação da cobertura
e às paredes que interceptam água de chuva, a vazão de projeto de águas pluviais, em litros por minuto, é
A 320.
B 200.
C 260.
D 180.
E 120.
Instalações Prediais Águas Pluviais
FCC 2018 ALESE FCC - 2018 - ALESE - Analista Legislativo - Engenharia Civil Para o dimensionamento usual das calhas
de uma residência com área de projeção horizontal de 80 m2, considerados os incrementos devido à inclinação da cobertura
e às paredes que interceptam água de chuva, a vazão de projeto de águas pluviais, em litros por minuto, é
A 320.
B 200. C!
C 260.
D 180.
E 120.
Sabemos que a intensidade é de i = 150 mm/h = 150 mm / 60 minutos = 2,5 mm/min
A = 80 m2
Q = I A = 2,5 mm/min * 80 m2 = 200 L/min
Instalações Prediais Águas Pluviais
Condições gerais - Instalações de drenagem de águas pluviais
Estas devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências:
a) recolher e conduzir a Vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais;
b) ser estanques;
c) permitir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação;
d) absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas;
e) quando passivas de choques mecânicos, ser constituídas de materiais resistentes a estes choques;
f) nos componentes expostos, utilizar materiais resistentes às intempéries;
g) nos componentes em contato com outros materiais de construção, utilizar materiais compatíveis;
h) não provocar ruídos excessivos;
i) resistir às pressões a que podem estar sujeitas;
j) ser fixadas de maneira a assegurar resistência e durabilidade.
✓ As águas pluviais não devem ser lançadas em redes de esgoto usadas apenas para águas residuárias (despejos, líquidos
domésticos ou industriais)
✓ A instalação predial de águas pluviais se destina exclusivamente ao recolhimento e condução das águas pluviais, não se
admitindo quaisquer interligações com outras instalações prediais.
✓ Quando houver risco de penetração de gases, deve ser previsto dispositivo de proteção contra o acesso destes gases ao
interior da instalação.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Condições gerais - Instalações de drenagem de águas pluviais
Estas devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências:
a) recolher e conduzir a Vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais;
b) ser estanques;
c) permitir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação;
d) absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas;
e) quando passivas de choques mecânicos, ser constituídas de materiais resistentes a estes choques;
f) nos componentes expostos, utilizar materiais resistentes às intempéries;
g) nos componentes em contato com outros materiais de construção, utilizar materiais compatíveis;
h) não provocar ruídos excessivos;
i) resistir às pressões a que podem estar sujeitas;
j) ser fixadas de maneira a assegurar resistência e durabilidade.
✓ As águas pluviais não devem ser lançadas em redes de esgoto usadas apenas para águas residuárias(despejos, líquidos
domésticos ou industriais)
✓ A instalação predial de águas pluviais se destina exclusivamente ao recolhimento e condução das águas pluviais, não se
admitindo quaisquer interligações com outras instalações prediais.
✓ Quando houver risco de penetração de gases, deve ser previsto dispositivo de proteção contra o acesso destes gases ao
interior da instalação.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CEV-URCA 2019 Prefeitura de Mauriti - CE A NBR 10.884 fixa exigências e critérios necessários aos projetos das
instalações de drenagem de águas pluviais, que devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências, com
exceção de:
A não provocar ruídos excessivos;
B absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas;
C ser estanques;
D impedir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação;
E recolher e reconduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CEV-URCA 2019 Prefeitura de Mauriti - CE A NBR 10.884 fixa exigências e critérios necessários aos projetos das
instalações de drenagem de águas pluviais, que devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências, com
exceção de:
A não provocar ruídos excessivos;
B absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas;
C ser estanques;
D impedir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação; X!
E recolher e reconduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Coberturas horizontais de laje
As coberturas horizontais de laje devem ser projetadas para evitar
empoçamento, exceto aquele tipo de acumulação temporária de água,
durante tempestades, que pode ser permitido onde a cobertura for
especialmente projetada para ser impermeável sob certas condições.
As superfícies horizontais de laje devem ter declividade mínima de 0,5%,
de modo que garanta o escoamento das águas pluviais, até os pontos de
drenagem previstos.
A drenagem deve ser feita por mais de uma saída, exceto nos casos em que não houver risco de obstrução.
Quando necessário, a cobertura deve ser subdividida em áreas menores com caimentos de orientações diferentes, para
evitar grandes percursos de água.
Os trechos da linha perimetral da cobertura e das eventuais aberturas na cobertura (escadas, claraboias etc.) que possam
receber água, em virtude do caimento, devem ser dotados de platibanda ou calha.
Os raios hemisféricos devem ser usados onde os ralos planos possam causar obstruções.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Calhas
As calhas de beiral e platibanda devem, sempre que possível, ser fixadas centralmente sob a extremidade da cobertura e o
mais próximo desta.
A inclinação das calhas de beiral e platibanda deve ser uniforme, com valor mínimo de 0,5%.
As calhas de água-furtada têm inclinação de acordo com o projeto da cobertura.
Quando a saída não estiver colocada em uma das extremidades, a vazão de projeto para o dimensionamento das calhas de
beiral ou platibanda deve ser aquela correspondente à maior das áreas de contribuição.
Quando não se pode tolerar nenhum transbordamento ao longo da calha, extravasores podem ser previstos como medida
adicional de segurança. Nestes casos, eles devem descarregar em locais adequados.
✓ Em calhas de beiral ou platibanda, quando a saída estiver a menos de 4m de uma mudança de direção, a Vazão de projeto
deve ser multiplicada pelos coeficientes da Tabela 1.
Tabela 1 - Coeficientes multiplicativos da 
vazão de projeto
Instalações Prediais Águas Pluviais
Calhas
Assim, o dimensionamento das calhas deve ser feito através da fórmula de Manning-Strickler, indicada a seguir, ou de
qualquer outra fórmula equivalente
Instalações Prediais Águas Pluviais
CESPE - TJ (TJ CE)/Técnico-Administrativa /Edificações/2014 Nos projetos das calhas de beiral, deve-se utilizar uma
inclinação uniforme com o valor mínimo de 0,5 %.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CESPE - TJ (TJ CE)/Técnico-Administrativa /Edificações/2014 Nos projetos das calhas de beiral, deve-se utilizar uma
inclinação uniforme com o valor mínimo de 0,5 %. C!
Instalações Prediais Águas Pluviais
Condutores verticais
Os condutores verticais devem ser projetados, sempre
que possível, em uma só prumada. Quando houver
necessidade de desvio, devem ser usadas curvas de 90º
de raio longo ou curvas de 45º e devem ser previstas
peças de inspeção.
Os condutores verticais podem ser colocados externa e
internamente ao edifício, dependendo de considerações
de projeto, do uso e da ocupação do edifício e do
material dos condutores.
O diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de
seção circular é 70mm.
Diâmetro nominal - Simples número que serve para
classificar, em dimensões, os elementos de tubulações (tubos,
conexões, condutores, calhas, bocais, etc.), e que corresponde
aproximadamente ao diâmetro interno da tubulação em
milímetros. O diâmetro nominal (DN) não deve ser objeto de
medição nem ser utilizado para fins de cálculos.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2014 SAP 10. No projeto de instalações prediais de águas pluviais, o diâmetro interno mínimo dos condutores
verticais de seção circular é:
(A) 60 mm.
(B) 50 mm.
(C) 70 mm.
(D) 45 mm.
(E) 40 mm.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2014 SAP 10. No projeto de instalações prediais de águas pluviais, o diâmetro interno mínimo dos condutores
verticais de seção circular é:
(A) 60 mm.
(B) 50 mm.
(C) 70 mm. C!
(D) 45 mm.
(E) 40 mm.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CESPE 2014 TJ (TJ CE) Técnico-Administrativa Edificações Emprega-se sempre a curva de raio curto para fazer a ligação
entre as tubulações verticais e horizontais.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CESPE 2014 TJ (TJ CE) Técnico-Administrativa Edificações Emprega-se sempre a curva de raio curto para fazer a ligação
entre as tubulações verticais e horizontais. E!
Instalações Prediais Águas Pluviais
CESPE 2014 TJ (TJ CE) Técnico-Administrativa Edificações O diâmetro nominal corresponde exatamente ao diâmetro
interno da tubulação, em milímetros.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CESPE 2014 TJ (TJ CE) Técnico-Administrativa Edificações O diâmetro nominal corresponde exatamente ao diâmetro
interno da tubulação, em milímetros. E!
Instalações Prediais Águas Pluviais
Condutores verticais
Dimensionamento
O dimensionamento dos condutores verticais deve ser
feito a partir dos seguintes dados:
✓ Q = Vazão de projeto, em L/min
✓ H = altura da lâmina de água na calha, em mm
✓ L = comprimento do condutor vertical, em m
Nota: O diâmetro interno (D) do condutor vertical é
obtido através dos ábacos da NBR 10844:1989.
H incógnita: D (mm)
Procedimento: levantar uma vertical por Q até interceptar as curvas de H e L correspondentes. No caso de não haver
curvas dos valores de H e L, interpolar entre as curvas existentes. Transportar a interseção mais alta até o eixo D.
✓ Adotar o diâmetro nominal cujo diâmetro interno seja superior ou igual ao valor encontrado.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Condutores horizontais
Os condutores horizontais devem ser projetados, 
sempre que possível, com declividade uniforme, com 
valor mínimo de 0,5%.
O dimensionamento dos condutores horizontais de
seção circular deve ser feito para escoamento com
lâmina de altura igual a 2/3 do diâmetro interno (D)
do tubo.
Nas tubulações aparentes, devem ser previstas inspeções
sempre que houver conexões com outra tubulação, mudança de
declividade, mudança de direção e ainda a cada trecho de 20m
nos percursos retilíneos.
Nas tubulações enterradas, devem ser previstas caixas de areia
sempre que houver conexões com outra tubulação, mudança de
declividade, mudança de direção e ainda a cada trecho de 20m
nos percursos retilíneos.
A ligação entre os condutores verticais e horizontais é sempre
feita por curva de raio longo, cominspeção ou caixa de
areia, estando o condutor horizontal aparente ou enterrado.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2013 MPES 65 Nas instalações prediais de águas pluviais, o dimensionamento do diâmetro interno dos
condutores horizontais de seção circular depende da altura da lâmina d’água que escoa em seu interior. Se a altura da lâmina
d’água prevista é de 100 mm, então o diâmetro interno desse tubo é:
(A) 125 mm.
(B) 150 mm.
(C) 175 mm.
(D) 200 mm
(E) 225 mm.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2013 MPES 65 Nas instalações prediais de águas pluviais, o dimensionamento do diâmetro interno dos
condutores horizontais de seção circular depende da altura da lâmina d’água que escoa em seu interior. Se a altura da lâmina
d’água prevista é de 100 mm, então o diâmetro interno desse tubo é:
(A) 125 mm.
(B) 150 mm. C!
(C) 175 mm.
(D) 200 mm
(E) 225 mm.
d = 2/3D
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2018 Prefeitura de Ribeirão Preto SP Prova - Engenheiro Civil No projeto das tubulações horizontais de águas
pluviais com diâmetro interno DN 300 mm, o dimensionamento deve ser feito para escoamento com lâmina d’água de altura
igual a
A 30 mm.
B 100 mm.
C 150 mm.
D 200 mm.
E 250 mm.
Instalações Prediais Águas Pluviais
VUNESP 2018 Prefeitura de Ribeirão Preto SP Prova - Engenheiro Civil No projeto das tubulações horizontais de águas
pluviais com diâmetro interno DN 300 mm, o dimensionamento deve ser feito para escoamento com lâmina d’água de altura
igual a
A 30 mm.
B 100 mm.
C 150 mm.
D 200 mm. C!
E 250 mm.
d = 2/3D
O dimensionamento dos condutores horizontais de seção
circular deve ser feito para escoamento com lâmina de altura
igual a 2/3 do diâmetro interno (D) do tubo. Logo: Sendo 2/3 x
300 = 200mm.
Instalações Prediais Águas Pluviais
FEPESE 2015 SCPar Porto de Imbituba - SC Prova Com relação às instalações prediais de águas pluviais, é correto afirmar:
A O vento deve ser considerado na direção que ocasionar menor quantidade de chuva interceptada pelas superfícies
consideradas.
B Em calhas de beiral ou platibanda, quando a saída estiver a menos de quatro metros de uma mudança de direção, a vazão
de projeto deve ser multiplicada por um.
C Para determinar a intensidade pluviométrica, para fins de projeto, deve ser fixada a duração da precipitação e o período de
retorno adequado, com base nos dados pluviométricos locais.
D Os condutores verticais deverão ser instalados em, no mínimo, duas prumadas, sempre com peças de inspeção.
E Somente serão previstas caixas de areia nas tubulações com diâmetro superior a 200 milímetros.
Instalações Prediais Águas Pluviais
FEPESE 2015 SCPar Porto de Imbituba - SC Prova Com relação às instalações
prediais de águas pluviais, é correto afirmar:
A O vento deve ser considerado na direção que ocasionar menor quantidade de
chuva interceptada pelas superfícies consideradas. E! O vento deve ser
considerado na direção que ocasionar MAIOR quantidade de chuva interceptada
pelas superfícies consideradas.
B Em calhas de beiral ou platibanda, quando a saída estiver a menos de quatro
metros de uma mudança de direção, a vazão de projeto deve ser multiplicada por
um. E! O fator é maior do que 1!
C Para determinar a intensidade pluviométrica, para fins de projeto, deve ser
fixada a duração da precipitação e o período de retorno adequado, com base nos
dados pluviométricos locais. C!
D Os condutores verticais deverão ser instalados em, no mínimo, duas prumadas,
sempre com peças de inspeção. E! Em somente uma prumada!
E Somente serão previstas caixas de areia nas tubulações com diâmetro superior a
200 milímetros. E! A cada 20 m ou mudança de direção!
Instalações Prediais Águas Pluviais
CEBRASPE CESPE 2019 Ministério Público de Contas As figuras A e B a seguir mostram, respectivamente, a planta baixa
e a planta de corte de um telhado de águas I e II.
A tabela seguinte mostra a correspondência entre inclinação em porcentagem
(%) e em graus, além dos valores do cosseno e da secante dos ângulos de
inclinação em graus. Com relação a essas informações e às áreas reais do telhado
relativas às águas I e II, é correto afirmar que a área real do telhado
A relativa à água I é superior a 210 m2 e inferior a 250 m2.
B relativa à água I é superior a 250 m2.
C relativa à água II é superior a 105 m2 e inferior a 130 m2.
D relativa à água II é superior a 130 m2.
E relativa à água I somada com a área real referente à água II é superior a 320
m2.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CEBRASPE CESPE 2019 Ministério Público de Contas As figuras A e B a seguir mostram, respectivamente, a planta baixa
e a planta de corte de um telhado de águas I e II.
A tabela seguinte mostra a correspondência entre inclinação em porcentagem
(%) e em graus, além dos valores do cosseno e da secante dos ângulos de
inclinação em graus. Com relação a essas informações e às áreas reais do telhado
relativas às águas I e II, é correto afirmar que a área real do telhado
A relativa à água I é superior a 210 m2 e inferior a 250 m2.
B relativa à água I é superior a 250 m2.
C relativa à água II é superior a 105 m2 e inferior a 130 m2. C!
D relativa à água II é superior a 130 m2.
E relativa à água I somada com a área real referente à água II é superior a 320
m2.
Para a água I, temos a altura do telhado = 20*30% = 6 m.
A área real da água I é igual a: ((202+62))1/2*10 = 209 m2
(aproximadamente).
Para a água II, temos a altura do telhado = 10*40% = 4 m.
A área real da água II é igual a: ((102+42))1/2*10 = 107 m2
(aproximadamente). Dessa forma, a alternativa correta é a letra C.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CEBRASPE CESPE 2019 Ministério Público de Contas As figuras A e B a
seguir mostram, respectivamente, a planta baixa e a planta de corte de um
telhado de águas I e II.
A tabela seguinte mostra a correspondência entre inclinação em porcentagem
(%) e em graus, além dos valores do cosseno e da secante dos ângulos de
inclinação em graus. Com relação a essas informações e às áreas reais do
telhado relativas às águas I e II, é correto afirmar que a área real do telhado
C relativa à água II é superior a 105 m2 e inferior a 130 m2. C!
E se fosse cobrado a área de contribuição do telhado de acordo com a NBR
10844?
Assim, a área de contribuição de cada água seria igual a:
Água I = (20+(6/2))*10 = 230 m2.
Água II = (10+(4/2))*10 = 120 m2.
✓ Conclusão: de 316 m2 (letra C) -> teríamos uma área de contribuição de
350 m2 ,pouco mais de 10% de contribuição.
✓ Para a água I, h = 6 m.
✓ Para a água II, h= 4 m.
Instalações Prediais Águas Pluviais
CEBRASPE CESPE 2019 Ministério Público de Contas As figuras A e B a seguir mostram, respectivamente, a planta baixa
e a planta de corte de um telhado de águas I e II.
A tabela seguinte mostra a correspondência entre inclinação em porcentagem
(%) e em graus, além dos valores do cosseno e da secante dos ângulos de
inclinação em graus. Com relação a essas informações e às áreas reais do telhado
relativas às águas I e II, é correto afirmar que a área real do telhado
A relativa à água I é superior a 210 m2 e inferior a 250 m2.
B relativa à água I é superior a 250 m2.
C relativa à água II é superior a 105 m2 e inferior a 130 m2. C!
D relativa à água II é superior a 130 m2.
E relativa à água I somada com a área real referente à água II é superior a 320
m2.
Para a água I, temos a altura do telhado = 20*30% = 6 m.
A área real da água I é igual a: ((202+62))1/2*10 = 209 m2
(aproximadamente).
Para a água II, temos a altura do telhado = 10*40% = 4 m.
A área real da água II é igual a: ((102+42))1/2*10 = 107 m2
(aproximadamente). Dessa forma, a alternativa correta é a letra C.
Instalações Prediais Águas Pluviais
Bibliografia:
ABNT NBR 10844:1989 Instalações Prediais Águas Pluviais

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