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GESTÃO EM 
ENFERMAGEM NA 
ATENÇÃO BÁSICA
Bruna Becker
Principais indicadores de 
saúde para a gestão da 
atenção básica à saúde
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Descrever os principais indicadores para a gestão da atenção básica 
à saúde.
 � Comparar os indicadores de gestão da atenção básica à saúde.
 � Identificar os sistemas associados ao registro de indicadores de saúde 
na atenção básica à saúde.
Introdução
Para que os dados da saúde sejam quantificados e as diversas popula-
ções sejam comparadas em determinado parâmetro, é necessário que 
existam indicadores de saúde. Esses indicadores devem ser fidedignos 
e representar obrigatoriamente o panorama de saúde populacional.
Neste capítulo, você vai identificar os principais indicadores utiliza-
dos na gestão dos serviços de saúde na ABS (atenção básica à saúde), 
comparar as suas funcionalidades e conhecer os sistemas de registro 
desses indicadores.
Principais indicadores para gestão da ABS
A atenção primária à saúde (APS) é o primeiro nível de acesso ao sistema 
de saúde do país. Esse âmbito de assistência é caracterizado pelo conjunto 
de ações que abrangem a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de 
agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a 
manutenção da saúde (BRASIL, 2012). 
Para que exista o correto planejamento de ações que se concretizam no 
cuidado e na manutenção da saúde da população, a qualidade da assistência 
deve ser uma temática relevante nas questões norteadoras durante a tomada 
de decisão dos gestores. Os indicadores de saúde são, portanto, ferramentas 
que permitem analisar e quantificar a situação de saúde das populações de 
diferentes regiões.
O desenvolvimento de intervenções e estratégias direcionadas à melhoria 
dos indicadores de qualidade da APS se apresenta como uma importante 
ferramenta para o alcance de resultados positivos relacionados às condições 
de saúde, à gestão dos recursos e aos níveis de satisfação, tanto dos profis-
sionais de saúde quanto dos usuários do sistema (FERREIRA et al., 2017, 
documento on-line).
A estrutura física e organizacional dos serviços de saúde tem impacto direto 
na qualidade do processo, que, por sua vez, reflete-se na melhora dos resul-
tados obtidos no cuidado em saúde (BRASIL, 2007). Dessa forma, a correta 
gestão das informações relacionadas aos indicadores de saúde é fundamental 
para garantir a qualidade dos serviços prestados em todo o território. Cabe 
salientar que, apesar de serem chamados de indicadores de saúde, uns medem 
a ocorrência de doenças, agravos de saúde e mortalidade, o que demonstra que 
alguns dados medem panoramas de doenças e não a de saúde em si.
Alguns dos principais indicadores de saúde utilizados na gestão da ABS 
são (BRASIL, 2012):
 � indicadores demográficos;
 � indicadores socioeconômicos;
 � indicadores de mortalidade;
 � indicadores de morbidade;
 � indicadores de fatores de risco e proteção;
 � indicadores de recursos;
 � indicadores de cobertura.
Veja a seguir as informações sobre alguns desses indicadores.
Mortalidade: trata-se de um indicador tradicional dentro da Epidemiologia 
que mede o coeficiente de mortalidade a partir de determinada condição 
ou grupo. Altas taxas de mortalidade infantil, por exemplo, podem refletir 
condições ambientais ou socioeconômicas muito precárias.
Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde2
Morbidade: um dos mais importantes indicadores de saúde. Morbidade é o 
nome dado ao conjunto de casos de uma dada doença ou à soma de agravos 
à saúde que atingem uma população. Para medir o indicador de morbidade, 
são utilizadas as medidas de incidência e prevalência.
 � Incidência — frequência com que surge uma determinada doença ou 
novos casos em um período de tempo.
 � Prevalência — proporção de indivíduos de uma população que é aco-
metida por uma doença ou agravo de saúde.
Aspectos demográficos: esse indicador pode dar uma série de informações 
relacionadas a uma população ou comunidade. Algumas das variações demo-
gráficas são a natalidade, a fecundidade, as migrações, a esperança de vida ao 
nascer, a estrutura etária e a distribuição por sexo da população.
Condições socioeconômicas: são características que indicam estados sociais 
da população, como escolaridade, renda per capita, taxa de analfabetismo, 
entre outras. Esses indicadores, aliados aos indicadores de saúde, permitem 
que os gestores tenham conhecimento sobre a situação de vulnerabilidade de 
uma determinada população.
Saúde ambiental: é muito utilizado para medir questões de moradia e como 
indicador de saúde para verificar a proporção da população que dispõe de um 
sistema adequado de água, esgoto e lixo.
Indicadores de gestão da atenção básica à 
saúde
Segundo Pereira e Tomasi (2016), os indicadores de saúde, quando gerados de 
forma regular por meio de um sistema de controle e monitoramento dinâmico, 
são um valioso instrumento para a gestão dos serviços de saúde em todos os 
níveis de atenção. Por essa razão, reforça-se a importância de criar indicadores 
de monitoramento e avaliação que sejam aplicados de acordo com a realidade de 
saúde da população e para que os gestores tenham as ferramentas necessárias 
para cumprir com a sua responsabilidade.
3Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde
Conforme uma pesquisa realizada com gestores de diversas regiões, estes 
afirmaram, em sua maioria, que os indicadores de saúde são de fácil interpre-
tação e seguros e que utilizam esse recurso em suas ações gerenciais. Segundo 
eles, o monitoramento dos indicadores por um determinado tempo proporciona 
uma comparação sistemática de informações e permite a melhora organiza-
cional (BITTAR, 2001). Os gestores informaram ainda que os indicadores 
são utilizados como forma de comparar unidades de saúde entre si, visando a 
melhorar os serviços prestados na região (LIMA; ANTUNES; SILVA, 2015).
O conjunto de indicadores existentes tem como objetivo produzir evidências 
sobre a situação sanitária e seus desdobramentos em determinada região, 
tendo uma base empírica para identificar maiores prevalências e incidências 
e possibilitando estratificar grupos de risco. Esse processo faz com que sejam 
estabelecidas políticas e prioridades de saúde que são sempre ajustadas às 
necessidades da população (BRASIL, 2008).
Conforme a matriz de indicadores da Ripsa, que é uma Rede Interagencial 
de Informações para a Saúde, como o IDB (Indicadores e Dados Básicos), 
por exemplo, realizada anualmente, esses indicadores estão classificados em 
seis subconjuntos temáticos: demográficos, socioeconômicos, mortalidade, 
morbidade e fatores de risco, recursos e cobertura. Cada indicador é carac-
terizado na matriz pela sua denominação, conceituação, método de cálculo, 
categorias de análise e fontes de dados. 
Subconjuntos de indicadores conforme Ripsa: IDB
a) Demográficos
 � População total;
 � Razão de sexos;
 � Taxa de crescimento da população;
 � Grau de urbanização;
 � Proporção de menores de cinco anos de idade na população;
 � Proporção de idosos na população;
 � Índice de envelhecimento;
 � Razão de dependência;
 � Taxa de fecundidade total;
 � Taxa específica de fecundidade;
 � Taxa bruta de natalidade;
 � Mortalidade proporcional por idade;
 � Mortalidade proporcional por idade em menores de um ano de idade;
Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde4
 � Taxa bruta de mortalidade;
 � Esperança de vida ao nascer;
 � Esperança de vida aos 60 anos de idade.
b) Socioeconômicos
 � Taxa de analfabetismo;
 � Níveis de escolaridade;
 � Produto Interno Bruto (PIB) per capita;
 � Razão de renda;
 � Proporção de pobres;
 � Taxa de desemprego;
 � Taxa de trabalho infantil.
c) Mortalidade
 � Taxa de mortalidade infantil;
 � Taxa de mortalidade neonatal precoce;
 � Taxa de mortalidade neonatal tardia;
 � Taxa de mortalidade pós-neonatal;
 � Taxade mortalidade perinatal;
 � Taxa de mortalidade em menores de cinco anos;
 � Razão de mortalidade materna;
 � Mortalidade proporcional por grupos de causas;
 � Mortalidade proporcional por causas mal definidas;
 � Mortalidade proporcional por doença diarreica aguda em menores de 
cinco anos de idade;
 � Mortalidade proporcional por infecção respiratória aguda em menores 
de cinco anos de idade;
 � Taxa de mortalidade específica por doenças do aparelho circulatório;
 � Taxa de mortalidade específica por causas externas;
 � Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas;
 � Taxa de mortalidade específica por acidentes do trabalho;
 � Taxa de mortalidade específica por diabetes melito;
 � Taxa de mortalidade específica por Aids (síndrome da imunodeficiência 
humana adquirida, do inglês acquired immunodeficiency syndrome);
 � Taxa de mortalidade específica por afecções originadas no período 
perinatal;
 � Taxa de mortalidade específica por doenças transmissíveis.
5Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde
d) Morbidade e fatores de risco
 � Incidência de sarampo; 
 � Incidência de difteria; 
 � Incidência de coqueluche; 
 � Incidência de tétano neonatal; 
 � Incidência de tétano (exceto o neonatal); 
 � Incidência de febre amarela;
 � Incidência de raiva humana; 
 � Incidência de hepatite B; 
 � Incidência de hepatite; 
 � Incidência de cólera; 
 � Incidência de febre hemorrágica da dengue; 
 � Incidência de sífilis congênita; 
 � Incidência de rubéola;
 � Incidência de síndrome da rubéola congênita; 
 � Incidência de doença meningocócica; 
 � Taxa de incidência de Aids;
 � Taxa de incidência de tuberculose; 
 � Taxa de incidência de dengue; 
 � Taxa de incidência de leishmaniose tegumentar americana; 
 � Taxa de incidência de leishmaniose visceral; 
 � Taxa de detecção de hanseníase;
 � Índice parasitário anual de malária; 
 � Taxa de incidência de neoplasias malignas; 
 � Taxa de incidência de doenças relacionadas ao trabalho; 
 � Taxa de incidência de acidentes de trabalho típicos; 
 � Taxa de incidência de acidentes de trabalho de trajeto; 
 � Taxa de prevalência de hanseníase; 
 � Taxa de prevalência de diabetes melito; 
 � Índice CPO-D (dentes cariados, perdidos e obturados); 
 � Proporção de crianças de 5 a 6 anos de idade com índice CPO-D = 0; 
 � Proporção de internações hospitalares no SUS (Sistema Único de Saúde) 
por grupos de causas; 
 � Proporção de internações hospitalares no SUS por causas externas; 
 � Proporção de internações hospitalares no SUS por afecções originadas 
no período perinatal; 
 � Taxa de prevalência de pacientes em diálise no SUS; 
 � Proporção de nascidos vivos por idade materna; 
Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde6
 � Proporção de nascidos vivos com baixo peso ao nascer; 
 � Taxa de prevalência de déficit ponderal para a idade em crianças menores 
de cinco anos de idade; 
 � Taxa de prevalência de aleitamento materno; 
 � Taxa de prevalência de aleitamento materno exclusivo;
 � Taxa de prevalência de fumantes regulares de cigarros; 
 � Taxa de prevalência de excesso de peso; 
 � Taxa de prevalência de consumo excessivo de álcool; 
 � Taxa de prevalência de atividade física insuficiente;
 � Taxa de prevalência de hipertensão arterial. 
e) Recursos
 � Número de profissionais de saúde por habitante; 
 � Número de leitos hospitalares por habitante; 
 � Número de leitos hospitalares no SUS por habitante; 
 � Gasto público com saúde como proporção do PIB; 
 � Gasto público com saúde per capita; 
 � Gasto federal com saúde como proporção do PIB; 
 � Gasto federal com saúde como proporção do gasto federal total; 
 � Despesa familiar com saúde como proporção da renda familiar; 
 � Gasto médio do SUS com atendimento ambulatorial; 
 � Valor médio pago por internação hospitalar no SUS; 
 � Gasto público com saneamento como proporção do PIB; 
 � Gasto federal com saneamento como proporção do PIB; 
 � Gasto federal com saneamento como proporção do gasto federal total; 
 � Número de concluintes de cursos de graduação em saúde; 
 � Distribuição dos postos de trabalho de nível superior em estabeleci-
mentos de saúde; 
 � Número de enfermeiros por leito hospitalar.
f) Cobertura
 � Número de consultas médicas no SUS por habitante; 
 � Número de procedimentos diagnósticos por consulta médica no SUS; 
 � Número de internações hospitalares no (SUS por habitante; 
 � Proporção de internações hospitalares no SUS por especialidade; 
 � Cobertura de consultas de pré-natal; 
 � Proporção de partos hospitalares;
7Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde
 � Proporção de partos cesáreos; 
 � Razão entre nascidos vivos informados e estimados;
 � Razão entre óbitos informados e estimados; 
 � Cobertura vacinal; 
 � Proporção da população feminina em uso de métodos anticonceptivos; 
 � Cobertura de planos de saúde; 
 � Cobertura de planos privados de saúde; 
 � Cobertura de redes de abastecimento de água; 
 � Cobertura do esgotamento sanitário; 
 � Cobertura da coleta de lixo.
Sistemas associados ao registro de indicadores 
de saúde na atenção básica à saúde
Existem diversos sistemas de informações que estão disponíveis para os 
gestores e as equipes de saúde, sejam eles voltados para a operação de estabe-
lecimentos assistenciais, a gerência de serviços, a investigação ou o controle de 
diversas doenças. Sua utilização se destina ao planejamento de intervenções 
sobre a realidade sanitária de uma população, entretanto, algumas regiões 
têm escassez de registro e uso de informações sobre saúde, as quais, muitas 
vezes, contam com dados duplicados e dificuldades de acesso e análise. Por 
essa razão, cabe aos atores envolvidos na prestação de serviços de saúde e na 
gestão das três esferas governamentais realizar a coleta de dados fidedigna para 
que seja possível planejar ações de saúde focadas nas reais necessidades locais.
Você sabe o que é o TABNET?
O TABNET é um aplicativo desenvolvido pelo DATASUS para produzir informações 
das bases de dados do SUS. Esse tabulador genérico, é de domínio público e permite 
organizar dados de forma rápida conforme a consulta que se deseja tabular. 
Para saber mais informações sobre o TABNET, você pode acessar o link a seguir.
https://qrgo.page.link/v6HSS
Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde8
É preciso, portanto, considerar todos os desafios epidemiológicos existentes 
em cada região do país, além das questões sociodemográficas e econômicas 
de cada município, que, por vezes, impedem a correta coleta de dados e a 
construção de um sistema de saúde efetivo. Além disso, alguns autores sugerem 
a necessidade de rever métodos de cálculo de determinados indicadores para 
que se consiga apresentar as especificidades e a validade das informações 
(PEREIRA; TOMASI, 2016).
A qualidade de um indicador depende das propriedades dos componentes 
utilizados em sua formulação (freqüência de casos, tamanho da população em 
risco) e da precisão dos sistemas de informação empregados (registro, coleta, 
transmissão dos dados). O grau de excelência de um indicador deve ser definido 
por sua validade (capacidade de medir o que se pretende) e confiabilidade 
(reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares). 
Em geral, a validade de um indicador é determinada por sua sensibilidade 
(capacidade de detectar o fenômeno analisado) e especificidade (capacidade 
de detectar somente o fenômeno analisado). Outros atributos de um indicador 
são: mensurabilidade (basear-se em dados disponíveis ou fáceis de conse-
guir), relevância (responder a prioridades de saúde) e custo-efetividade (os 
resultados justificam o investimento de tempo e recursos). Espera-se que 
os indicadores possam ser analisados e interpretados com facilidade, e que 
sejam compreensíveis pelos usuários da informação, especialmente gerentes, 
gestores e os que atuam no controle social do sistema de saúde (BRASIL, 
2008, documentoon-line).
O principal conceito de um sistema de informações de saúde é contribuir 
para a melhoria da qualidade da saúde da população. Esse sistema deve sub-
sidiar os profissionais da área da saúde com as informações relevantes para 
executar suas funções com eficiência e eficácia. Existem diversos sistemas 
de informação que contêm indicadores de saúde e indicadores utilizados na 
gestão dos serviços de saúde da ABS. Exemplos: 
 � DATASUS;
 � IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística);
 � Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM);
 � Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc);
 � Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/
SUS);
 � Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde 
(SIA/SUS);
 � Sistema de Informação de Orçamento Público em Saúde (Siops);
9Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde
 � Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES);
 � Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI);
 � Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
Acesse o site do DATASUS para complementar seus estu-
dos e navegue para conhecer mais dados dos indicadores 
de saúde da atenção básica.
https://qrgo.page.link/Vucc
BITTAR, O. J. N. V. Indicadores de qualidade e quantidade em saúde. Revista de Administra-
ção em Saúde, São Paulo, v. 3, n. 12, p. 21-28, jul./set. 2001. Disponível em: http://sistema4.
saude.sp.gov.br/sahe/documento/indicadorQualidadeI.pdf. Acesso em: 28 jun. 2019.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. PNASS: Programa Nacional de Ava-
liação de Serviços de Saúde: resultado do processo avaliativo 2004-2006. Brasília: 
Anvisa, 2007. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/pnass.
pdf. Acesso em: 24 jun. 2019.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Dispo-
nível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf. Acesso em: 24 
jun. 2019.
BRASIL. Rede Interagencial de Informação para a Saúde. Indicadores e dados básicos: 
Brasil – 2012. Brasília, DF, 2012. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2012/
matriz.htm#recur. Acesso em: 24 jun. 2019.
BRASIL. Rede Interagencial de Informação para a Saúde. Indicadores básicos para a saúde 
no Brasil: conceitos e aplicações. 2. ed. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 
2008. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/tabdata/livroidb/2ed/indicadores.
pdf. Acesso em: 24 jun. 2019. 
FERREIRA, J. M. et al. Indicadores de qualidade na atenção primária à saúde no brasil: 
uma revisão integrativa. Revista Ciência Plural, v. 3, n. 3, p. 45−68, 2017. Disponível em: 
https://periodicos.ufrn.br/rcp/article/view/13152/9352. Acesso em: 24 jun. 2019.
Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde10
LIMA, K. W. S. de; ANTUNES, J. L. F.; SILVA, Z. P. da. Percepção dos gestores sobre o uso 
de indicadores nos serviços de saúde. Saúde & Sociedade, v. 24, n. 1, p. 61−71, 2015. 
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v24n1/0104-1290-sausoc-24-1-0061.
pdf. Acesso em: 24 jun. 2019.
PEREIRA, B. dos S.; TOMASI, E. Instrumento de apoio à gestão regional de saúde para 
monitoramento de indicadores de saúde. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 25, n. 
2, p. 411−418, 2016. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ress/v25n2/2237-9622-
ress-25-02-00411.pdf. Acesso em: 24 jun. 2019.
Leituras recomendadas
BRASIL. DATASUS. SIAB: Sistema de Informação de Atenção Básica. Brasília, 2019. Dis-
ponível em: http://datasus.saude.gov.br/sistemas-e-aplicativos/epidemiologicos/siab. 
Acesso em: 24 jun. 2019.
INDICADORES de saúde. [Brasil], [201-?]. Disponível em: http://www.saude.am.gov.br/
planeja/doc/curso_indicadores.pdf. Acesso em: 24 jun. 2019.
PINHO, J. R. O. (org.). Conceitos e ferramentas da epidemiologia. São Luís: EDUFMA, 2015.
11Principais indicadores de saúde para a gestão da atenção básica à saúde

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