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UNIVERSIDADE PAULISTA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
ADICE DA SILVA RODRIGUES
ADRIELMA DA CONCEIÇÃO ASSUNÇÃO
ANA CLEA MENDES ROCHA
CAMILA MORAES NASCIMENTO
CAMILA REIS TRINDADE RODRIGUES
CARINA LOBATO NUNES
DEVISON MACHADO SATIRO
ELIS BETÂNIA DE SOUZA FERREIRA
ELIZETE OTONI LADISLAU
ELOUISE DE SOUZA RAMOS
FABIOLA DA SILVA FERREIRA
GESIELE PASSOS DA SILVA
GLAUCILENE NASCIMENTO DA COSTA
GLICIA REBECA LOPES DA SILVA
JHEYZEANE DE ABREU DA SILVA
KATIANA OLIVEIRA SILVA
KELTON EMANUEL REPOLHO PANTOJA
LAURA LUANA COSTA CAMPOS
LOREN LUINY DA SILVA ALFAIA
MARGARETE SANTOS DE SOUZA
MAYARA THAYNARA LIMA DE SOUZA
ROGERIO MONTEIRO GURJÃO JUNIOR 
ROSANA VITORIA SOUZA BARROS
SHEILA CRISTINA AZEVEDO DE OLIVEIRA
WESLEY DA GAMA MOURÃO
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO: NEUROPATIAS DISFUNCIONAL DA BEXIGA E DIABETES MELLITUS.
Macapá 
2023
ADICE DA SILVA RODRIGUES
ADRIELMA DA CONCEIÇÃO ASSUNÇÃO
ANA CLEA MENDES ROCHA
CAMILA MORAES NASCIMENTO
CAMILA REIS TRINDADE RODRIGUES
CARINA LOBATO NUNES
DEVISON MACHADO SATIRO
ELIS BETÂNIA DE SOUZA FERREIRA
ELIZETE OTONI LADISLAU
ELOUISE DE SOUZA RAMOS
FABIOLA DA SILVA FERREIRA
GESIELE PASSOS DA SILVA
GLAUCILENE NASCIMENTO DA COSTA
GLICIA REBECA LOPES DA SILVA
JHEYZEANE DE ABREU DA SILVA
KATIANA OLIVEIRA SILVA
KELTON EMANUEL REPOLHO PANTOJA
LAURA LUANA COSTA CAMPOS
LOREN LUINY DA SILVA ALFAIA
MARGARETE SANTOS DE SOUZA
MAYARA THAYNARA LIMA DE SOUZA
ROGERIO MONTEIRO GURJÃO JUNIOR 
ROSANA VITORIA SOUZA BARROS
SHEILA CRISTINA AZEVEDO DE OLIVEIRA
WESLEY DA GAMA MOURÃO
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO: NEUROPATIAS DISFUNCIONAL DA BEXIGA E DIABETES MELLITUS.
Artigo apresentado como pré-requisito para obtenção de nota da disciplina Fisiologia do Sistema Regulador, Prof.Me Mesias Soares, do Colegia de Saude do Curso de Enfermagem,da Univesidade Paulista Unip/Macapa/Ap.
Macapá 
2023
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO: NEUROPATIAS DISFUNCIONAL DA BEXIGA E DIABETES MELLITUS.
RESUMO 
Este estudo tem como objetivo principal fazer uma revisão bibliográfica sobre o Sistema Nervoso Autônomo, onde é a parte do sistema nervoso que alimenta os órgãos internos. A Metodologia utilizada foi a pesquisa ibliográfica que foi desenvolvida a partir de material já elaborado, constituindo principalmente artigos, sites da internet, revistas eletrônicas. Foram analisadas duas patologia relacionadas ao SNA, que foram a BEXIGA NEUROGÊNICA e diabetes mellitus, onde analisou-se os sintomas, as causas, o diagnóstico, o tratamento e a interversão de enfermagem. 
Palavras-chaves: enfermagem, sistema nervoso, intervenção 
INTRODUÇÃO 
 
Neste estudo serão abordadas questões relevantes sobre o sistema nervoso autônomo, onde é a parte do sistema nervoso que alimenta os órgãos internos, incluindo os vasos sanguíneos, estômago, intestino, fígado, rins, bexiga, órgãos genitais, pulmões, pupilas, coração e as glândulas digestivas, salivares e sudoríparas.
Sendo o organismo um conjunto de órgãos e tecidos de funções e estruturas diversas, para que haja harmonia de trabalho torna-se necessária a existência dos chamados sistemas de integração, os quais são representados pelo sangue, glândulas endócrinas e sistema nervoso. Cabe a estes sistemas ativar, coordenar, sincronizar e controlar o organismo. através das influências sanguíneas, hormonais e nervosas, fazendo do mesmo uma unidade funcional.
O sistema nervoso, além de prover a integração dos órgãos entre si controla as funções do organismo em relação ao meio. Funcionalmente o sistema nervoso subdivide-se em: sistema nervoso somático, cerebroespinhal ou voluntário e em sistema autônomo, visceral, vegetativo ou involuntário.
Neste sentido, para a elaboração deste, optou-se pela pesquisa bibliográfica que foi desenvolvida a partir de material já elaborado, constituindo principalmente artigos, sites da internet, revistas eletrônicas. Embora e quase todos os estudos sejam exigidos algum tipo de trabalho, desta natureza, há pesquisas desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes bibliográficas.
OBJETIVOS 
Este estudo tem como objetivo principal fazer um levantamento bibliográfico sobre o Sistema Nervoso Autônomo e analisar duas patologias que são decorrentes de comorbidades relacionadas ao SNA. 
METODOLOGIA 
Este estudo iniciou-se em primeiro momento, com pesquisas bibliográficas, os quais abordam o tema da pesquisa, necessário para dar o suporte inicial ao trabalho. Entende-se por pesquisa bibliográfica a revisão da literatura sobre as principais teorias que norteiam o trabalho científico. Essa revisão é o que chamamos de levantamento bibliográfico ou revisão bibliográfica, a qual pode ser realizada em livros, artigos, sites da Internet entre outras fontes. (PIZZANI, 2012).
Neste sentido, a pesquisa bibliográfica busca a resolução de um problema (hipótese) por meio de referenciais teóricos publicados, analisando e discutindo as várias contribuições científicas. Esse tipo de pesquisa trará subsídios para o conhecimento sobre o que foi pesquisado, como e sob que enfoque e/ou perspectivas foi tratado o assunto apresentado na literatura científica. 
Para tanto, é de suma importância que o pesquisador realize um planejamento sistemático do processo de pesquisa, compreendendo desde a definição temática, passando pela construção lógica do trabalho até a decisão da sua forma de comunicação e divulgação [...] (BOCCATO, 2006, p. 266). 
A busca literária foi realizada no ano de 2023 por meio da base de dados como, livros, artigos, monografias, revistas eletrônicas, periódicos. Teve como critérios para seleção dos dados alguns parâmetros, tais como, o período de publicação mais recentes por conta da atualidade da discussão sobre a temática.
A análise dos dados levantados foi realizada de maneira analítica, crítica e sistematizada, utilizando métodos fundamentais como a documentação das fontes através de fichamentos e análise textual com leitura minuciosa, análise crítica e a interpretação das literaturas selecionadas na pesquisa, que teve como meta o alcance dos objetivos, obtendo o desenvolvimento dos resultados, discussões e conclusão da pesquisa, contribuindo cientificamente para os profissionais de enfermagem , sendo que estudo não traz riscos por se tratar de um estudo de revisão bibliográfica.
RESULTADOS 
PATOLOGIAS E INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM 
ESTUDO DE CASO 1 - BEXIGA NEUROGÊNICA
De acordo com Shenot (2021), a bexiga neurogênica consiste na perda do funcionamento normal da bexiga provocada por lesões de uma parte do sistema nervoso. Pode ter origem numa doença, num trauma ou num defeito de nascença que afete o cérebro, a espinal medula ou os nervos que se dirigem para a bexiga, para o seu esfíncter ou para ambos. Existem diversos tipos de bexiga neurogênica: de baixa atividade, quando é incapaz de se contrair e de esvaziar bem, ou hiperativa, quando se esvazia por reflexos incontrolados.
Sintomas 
O sintoma principal é a incontinência urinária. As pessoas continuamente liberam pequenas quantidades de urina. Os homens tendem a ter disfunção erétil. Algumas pessoas com bexiga neurogênica espástica também precisam urinar frequentemente, muitas vezes com uma necessidade urgente e a necessidade de levantar durante a noite para urinar. 
As pessoas com a bexiga neurogênica espástica podem ter lesão para outros nervos que causam fraqueza, espasmos musculares e/ou perda da sensação nas pernas.
Diagnóstico
O exame médico pode permitir detectar uma bexiga aumentada de volume, através do exame da parte inferior do abdómen. Os estudos radiológicos nos quais se injeta uma substância radiopaca através de uma veia (urografia endovenosa), ou através de uma sonda que se insere na bexiga (cistografia) ou na uretra (uretrografia), proporcionam mais informação.
Os raios X podem mostrar o calibre dos ureteres e as dimensões da bexiga e, possivelmente, a presença de cálculos e de lesão renal, o que proporciona ao médico uma valiosa informação acerca do funcionamento dos rins. A ecografia proporciona uma informação semelhante.
A cistoscopia é um procedimento que permite a observação dointerior da bexiga através de um endoscópio flexível que se introduz dentro da uretra, geralmente sem causar dor.
A quantidade de urina que fica na bexiga depois de urinar pode ser medida introduzindo uma sonda através da uretra para esvaziar a bexiga. A pressão interna da bexiga e a da uretra podem ser medidas ligando a sonda a um medidor (cistometrografia). O estudo do cérebro e da espinal medula por métodos de imagem como a ressonância magnética complementa esta informação. (SHENOT, 2021)
Tratamento 
O tratamento para bexiga neurogênica dependerá da sua causa e pode demandar desde medicamentos, toxina botulínica, passagem de sondas e fisioterapia até cirurgia para desvio da urina a uma abertura externa ou para seccionar um esfíncter hipertônico. 
O tratamento visa corrigir a causa do problema, mas quando isto não é possível, ele deve manter o foco em melhorar a qualidade de vida do paciente, evitar infecções e o comprometimento renal.
O tratamento medicamentoso pode levar a alguma melhora nos casos de bexiga hiperativa, mas não com uma bexiga hipoativa. De qualquer forma, é difícil melhorar o desempenho de uma bexiga neurogênica com medicamentos. Alguns casos exigirão a introdução permanente de sondas, de maneira contínua ou intermitente, a qual deve ser introduzida o mais cedo possível depois da lesão, para evitar que o músculo da bexiga seja lesado por um estiramento excessivo. (ROCHA E GOMES, 2014)
Intervenção de enfermagem 
Os cuidados principais da assistência de enfermagem a indivíduos portadores de bexiga neurogênica são: prevenção de infecções e cálculos vesicais; reeducação da função vesical; manutenção das roupas secas; manutenção da integridade da pele. Além dos cuidados de enfermagem é imprescindível integrar os familiares para adaptação e modificação do dia a dia do paciente no intuito de melhor sua autoestima, incentivar o autocuidado e fornecer informações que facilite a adaptação. (ALÉM, ET AL, 2021)
ESTUDO DE CASO 2 – DIABETES MELLITUS
Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente. A insulina é produzida pelo pâncreas, sendo responsável pela manutenção do metabolismo (quebra da glicose) para permitir que tenhamos energia para manter o organismo em funcionamento.
O diabetes mellitus pode se apresentar de diversas formas e possui diversos tipos diferentes, os mais comuns são: Tipo 1, que em, via de regra, é uma doença crônica não transmissível, hereditária, que concentra entre 5% e 10% do total de diabéticos no Brasil. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. E a Tipo 02 corre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. (BRASIL, 2022).
São muitas as evidências de que o sistema nervoso autônomo desempenha um papel-chave na fisiopatologia das complicações do diabetes mellitus, tanto em humanos como em modelos animais. Entre as diferentes formas de neuropatia, a disfunção autonômica cardiovascular, associada com mau prognóstico, incluindo aumento da morbi-mortalidade cardiovascular, tem sido uma das entidades clínicas muito estudadas. (ANGELIS, et al. 2007)
Sintomas
 Os principais sintomas do diabete mellitus variam de acordo com o tipo, sendo assim temos: 
Tipo: 1
· Fome frequente;
· Sede constante;
· Vontade de urinar diversas vezes ao dia;
· Perda de peso;
· Fraqueza;
· Fadiga;
· Mudanças de humor;
· Náusea e vômito.
Tipo: 2
· Fome frequente;
· Sede constante;
· Formigamento nos pés e mãos;
· Vontade de urinar diversas vezes;
· Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele;
· Feridas que demoram para cicatrizar;
· Visão embaçada.
Diagnóstico
O diagnóstico de diabetes mellitus (DM) deve ser estabelecido pela identificação de hiperglicemia. Para isto, podem ser usados a glicemia plasmática de jejum, o teste de tolerância oral à glicose (TOTG) e a hemoglobina glicada (A1c). Em algumas situações, é recomendado rastreamento em pacientes assintomáticos. (COBAS, ET AL, 2021)
Tratamento 
A diabetes não pode ser dissociada de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas adrenais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo 1 é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo 2 não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal. (BRUNA, 2020)
Intervenção de enfermagem 
Os cuidados em enfermagem são de fundamental importância para uma boa reabilitação do paciente com diabetes, sendo assim selecionamos os principais cuidados que o enfermeiro deve desenvolver. De acordo com Neves (2019) são:
· Orientar o paciente portador do diabetes a mudar ou manter os hábitos de vida saudáveis a fim de diminuir a ocorrência de complicações vindas de um tratamento diabético ineficaz;
· Orientar o paciente diabético tipo 2 quanto à realização de vacinação contra a influenza, uma vez que o índice de mortalidade cresce com a presença desse vírus nos portadores de diabetes;
· Monitorar o paciente e educar quanto ao tratamento farmacológico prescrito pelo médico;
· Orientar o paciente a realizar a automonitorização e ensiná-lo a manusear o material e equipamento utilizado para tal. Nos casos em que o paciente não tem condições de realizar o procedimento em sua residência, o mesmo deve ser orientado a comparecer ao posto de saúde.
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 Este trabalho tinha por objetivo fazer uma revisão de literatura sobre o Sistema Nervoso Autonomo, na fisiopatologia das doenças,bexiga neurogênica e diabetes Mellitus 
 Foram expostos ao longo deste estudo diversos fatores que influenciam os de cada patologia, tentando demonstrar a importância do SNA nos mesmos. Foram discutidos tambem os mecanismos como a ligação entre ambos poderá ser feita e fatores, que desencadeiem disfunção do SNA com relevância nos das patologias. 
 Ainda assim apesar do conhecimento atual nos permitir que o SNA desempenha um papel importante na ativação e manifestação desses sintomas, a sua importância hoje em dia ainda não é devidamente considerada, o que vem evidenciar a necessidade de um maior número de investigação nesta área da saúde. 
REFERÊNCIAS 
ANGELIS, Katia de, et al. Disfunção autonômica cardiovascular no diabetes mellitus experimental. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S000427302007 000200007. Acesso em 22/04/2023
BOCCATO, V. R. C. Metodologia da pesquisa bibliográfica e o artigo científico como forma de comunicação. Rev. Odontol. Univ. São Paulo, São Paulo, SP, v. 18, n. 3, p. 265-274, 2006.
BRASIL. Ministério da Saúde. Diabetes. Disponível em: https://www.gov.br/sal de/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes. Acesso em 20/04/2023
BRUNA. Maria Helena Varella. Diabetes. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com .br /doe nc as-e-sntomas/diabetes. Acesso em 20/04/2023
COBAS, Roberta et al. Diagnóstico do diabetes e rastreamento do diabetes tipo 2. Disponível em: https://diretriz.diabetes.org.br/diagnostico-e-rastreamen todia betes2/xt=O%20diagn%C3%B3stico%20de%20diabetes%20me,recom%20em%20pacientes%20assintom%C3%A1. Acesso em: 01/05/2023
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
NEVES, Úrsula. Assistência de enfermagemao paciente diabético: como fazer. Disponível em: https://pebmed.com.br/assistencia-de-enfermagem-ao-paciente-dia betico-como-fazer/?utm_source=artigoportal&utm_medium=copytext. Acesso em: 01/05/2023
PIZZANI, L. et al. A arte da pesquisa bibliográfica na busca do conhecimento. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, SP, v. 10, n. 2, p. 53–66, jul./dez, 2012.
ROCHA, Flávio Eduardo Trigo. GOMES, Cristiano Mendes. Bexiga neurogênica. Disponível em: /https://www.saudedireta.com.br/docsupload/13314139 64Urologia_ cap27.pdf. Acesso em 20/04/2023
SHENOT, Patrick J. Bexiga neurogênica. Disponível em: https://www.msdmanuals .com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-renais-e-urin%C3%A1rios/dist%C3%BArbios-da-mic%C3%A7%C3%A3o/bexiga-neurog%C3%AAnica. Acesso em: 01/05/2023