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AUTOESTIMA E AUTO CONFIANCA

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AUTOESTIM A E AUTO C ONFIANÇ A
04:03
ADVANCED SUCCESS MINDSET - ASM503 - 2.1
https://mustedu.com/
https://vimeo.com/537343531
Conteúdo organizado por Claudia Samartin do livro The Miracle Equation:
The Two Decisions That Move Your Biggest Goals From Possible, to
Probable, to Inevitable, publicado em 2019 por Harmony.
AUTOESTIMA E AUTO CONFIANÇA
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Entender o a conexão entre autoestima e sucesso nos seus objetivos
Apresentar como ela pode ser construída
Elencar os fatores de atenção na construção da autoestima e auto
confiança
Ilustrar a autoestima no contexto dos negócios
"Ninguém pode fazer com que você se sinta inferior sem o seu
consentimento”.
                                                                                                            
                                                                                                         Eleanor
Roosevelt, This is My Story,1937.
Ter uma autoestima saudável é apreciar as possibilidades e os aspectos
positivos percebidos, assim como aceitar os próprios aspectos negativos e
limitações, e ainda assim se sentir bem consigo mesmo. É conhecer suas forças
e fraquezas, e gostar de si mesmo com todos os defeitos. Este componente
está relacionado com a maneira com que lidamos com o nosso sucesso e
aprendizado. 
A conquista dos nosso objetivos, como falamos anteriormente, tem como
alicerce uma série de pré-requisitos como segurança, força interior,
autoconfiança e autossuficiência. Se estamos em um ponto do nosso
projeto ou objetivo em que não temos a convicção de que podemos alcançá-
lo, quem terá por nós? 
As pessoas com uma autoestima sadia não têm problemas ao reconhecer
abertamente e apropriadamente quando cometem erros, quando estão
errados ou quando não sabem das respostas, pois sabem de suas fraquezas e
forças e se sentem bem consigo mesmas. E isso pode acontecer com bastante
frequência. Sempre encontraremos obstáculos no caminho, mas a nossa
capacidade de enfrenta-los está em justamente reconhecer o quanto temos
de valor. 
Posso sentir alguma dificuldade em algum passo em direção ao meu sonho,
mas a capacidade de reconhecer que eu tenho um outro lado que pode se
sair bem, vai fazer com que eu continue na minha jornada. Isso é o que
chamamos de apreciação e respeito próprios, os quais são baseados em um
senso de identidade bem desenvolvido. Quando não temos esse senso de
identidade desenvolvido eu me deparo com sentimentos de inadequação
pessoal e inferioridade. Partindo desse princípio, como seremos capazes de
dar passos em relação à realização dos nossos objetivos se nos enxergamos
nesse contexto? Qual o grau de autoconfiança que tenho para acreditar que
os meus projetos darão certo?
Vamos aos exemplos para poder ilustrar com mais clareza o impacto da
autoestima.
Joana era extremamente preocupada em causar uma boa impressão das
reuniões que participava e frequentemente se saia insatisfeita e desapontada
delas: “não acho que me vesti bem” ou “talvez tenha falado demais e
monopolizei a conversa”. Esse era o sentimento com que saia de todas as
reuniões. Uma pessoa isenta e mais objetiva poderia discordar dessa
percepção, mas Joana colocava as suas interações sociais diárias em um
patamar tão alto, que agora não consegue alcançar sua própria expectativa.
Ela era incapaz de reconhecer suas forças – de que estava bem
apresentável, tinha uma postura engajada nas interações, para dar mais luz o
que na concepção dela não estava bom. 
Marcelo, por outro lado, não conseguia se perdoar por qualquer erro que
cometia: “ Tirei 85 na prova, deveria ter tirado 95. O que há de errado
comigo? Perdi 10 pontos em razão de erros bobos. Como eu sou burro!”. A
conversa interna de Marcelo reflete a crítica severa que faz de si mesmo
por não ser perfeito e da sua falta de tolerância ao cometer erros. Ele não
consegue assumir seus defeitos.
Essa equação não é tão fácil de solucionar muitas vezes, justamente porque
precisamos colocar equilíbrio nas nossas competências. Geralmente o que
transita nos extremos pode não ser saudável, e com as nossas características
as polaridades também podem se tornar um ponto de atenção. Não ter
paciência não é bom, assim como ter muita paciência pode também não ser.
Ser muito ou pouco detalhista, ser muito ou pouco objetivo, ter altíssima
autoestima ou baixíssima também pode não estar na medida certa.
Na verdade, quando falamos nessas características em geral precisamos
atentar a um fato. Cada situação demanda um determinado grau de cada uma
das nossas competências. O momento que tivermos dominado essa
“mecânica”, podemos já ser transportados para uma outra esfera, uma vez
que isso não é uma tarefa simples para ser feita. 
A baixa autoestima pode ser de fato disfuncional, mas a autoestima artificial
pode ser tão problemática quanto. A criança que aprende o mantra do “Eu
sou especial” sem construir, simultaneamente, habilidades necessárias para a
vida está prestando um tremendo desserviço. Elogiar demais, sem ter a
certeza de que está ajudando a criança a realmente conquistar algo que seja
digno de aprovação, pode levar a devastação quando o mundo falhar em
dar aquele tapinha nas costas dessa criança por um sucesso que não foi
merecido. A autoestima verdadeira é construída gradativamente, camada por
camada, através do orgulho justificado em conquistas reais, não por outra
pessoa tecendo um casulo de falsa positividade.
Já que a ideia de autoestima necessariamente amortece a agressividade e
outras desordens, destacamos que o Dr. Robert Hare, o maior expert em
psicopatas, avaliou um grande número de assassinos em série, entre outros
criminosos que estão em prisões em todo o mundo. Muitos deles acreditam
ter uma autoestima extremamente alta (um exemplo do que Hare diz como
sendo o comportamento “grandioso”), se enquadrando como pessoas
absolutamente maravilhosas. Suas mães os amam, suas namoradas os adoram.
Claramente, algo bom demais pra ser verdade.
É claro que você não quer fixar apenas em suas fraquezas, em que cada
pedaço seja tão desequilibrado quanto negar as deficiências (por medo de
que elas, de algum modo, anulem suas forças, não importando o quanto elas
sejam demonstráveis). E nem quer soprar suas habilidades
desproporcionalmente ou cair na armadilha de entrar com receio de que
suas habilidades não sejam tão boas assim. A ideia é gostar de si mesmo como
um todo, ainda que isto seja contraditório.
A autoestima significa você se sentir confortável consigo mesmo bastante
para que não tenha a necessidade de tentar (e geralmente falhar) demolir as
pessoas com títulos extravagantes ou outras armadilhas de egos inflados. Se
você realmente tem autoestima, não precisa de ostentação.
COM DEFEITOS, EU GOSTO DE MIM MESMO
ASSIM
https://vimeo.com/537343961
Pense nos milhares de aspirantes a empresários que traçaram metas
irrealistas, declarando que seriam “os novos Bill Gates” ou “os novos Steve
Jobs”. Com isso, eles não querem dizer apenas que farão do seu jeito, mas
que farão do seu jeito e por conta própria. Eles falham, inevitavelmente, por
não reconhecerem suas fraquezas e erros em áreas onde poderiam pedir
ajuda. Caso consigam tocar um negócio, eles com frequência não irão delegar
ou colaborar de modo eficaz, pois são, essencialmente, inseguros. Esse ponto
da complementariedade é essencial para a sucesso do nosso objetivo.
Acreditar que você tem todas as competências pode ser um pouco
arrogante ou no mínimo demonstrar que tem um baixo grau de
autoconhecimento, aliás, ponto igualmente importante, que antecede a sua
percepção de autoestima. Para você gostar das suas características, sejam elas
positivas ou negativas, você precisa primariamente conhecê-las.
Certamente, alguém tão inteligente e talentoso como Gates deve ser
extremamente egocêntrico, vaidoso e dono de si mesmo. Qualquer pessoa
que conseguisse ganhar tanto dinheiro em um espaço de tempo tão curto
teriatotais justificativas para se achar uma pessoa excepcional. O ego de
Gates deve ser ilimitado, tão grande quanto a Lua.
Pelo contrário. Entrevistas com pessoas próximas à Bill Gates revelam que ele
sempre anda de classe econômica, no lugar de primeira classe ou executiva –
em parte por conta de que não sente a necessidade de fazer propaganda de
si mesmo e outra porque ele não enxerga essa necessidade, consegue se
acomodar perfeitamente em um assento comum. Ele também é capaz de
reconhecer que há pessoas que sabem de determinados assuntos melhor do
que ele. Ele é esperto o bastante para se cercar de pessoas que conhecem
tecnologia, negócios e marketing.
03:29
VÁ COM CALMA
https://vimeo.com/537343961
Muita importância – talvez até demais – é dada à necessidade de projetar um
ar de total confiança no local de trabalho. Mas há uma linha tênue nessa
questão. As pessoas que agem como “sabe-tudo” estão mais propensos a
uma aterrissagem difícil. Ao pensar que podem lidar com qualquer situação,
elas extrapolam. Quanto mais se aventuram em áreas desconhecidas, mais
vulneráveis se tornam. É o “ter ciência” de que não sabe, descobrir quem
sabe e capitalizar em cima daquele conhecimento que separa o “sucesso” do
“poderia ter sido”, do “deveria ter sido” e do “quase”.
No mundo dos negócios, vemos, com frequência, muitos líderes que falham
por conta da sua dificuldade com a autoestima, a qual é tumultuada – ou
seja, não consegue tolerar defeitos e certamente não consegue tolerá-los
publicamente. Como consequência disso também são incapazes de tolerar o
erro de outras pessoas. Eles encobertam sua autoestima frágil ao nunca
admitirem que estão errados, culpando os outros pelos próprios erros, e
enfatizando suas “habilidades” excessivamente, para que os outros não
percebam seus defeitos. 
NA PONTA DA LÍNGUA
SAIBA
MAIS
“Autoestima ”O TED mostra como Gisele Cohrane Rao, uma
publicitária, encara a eutoestima. Português. Disponível em:
<https://youtu.be/KQeTRSgZxHE>.
https://youtu.be/KQeTRSgZxHE
https://vimeo.com/537344312
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ELROD, H. The Miracle Equation: The Two Decisions That Move Your Biggest
Goals from Possible, to Probable, to Inevitable, 1a. Edição, Ed. Harmony, 2019
STEIN, S. e BOOK, H. The EQ EDGE: Emotional Intelligence and your success,
3a Edição, Ed. Jossey-Bass (Wiley), 2011.
ATIVIDADE 01
1. Conforme o texto apresentado, a conquista do nosso
objetivo tem como base vários componentes. Quais são
eles?
a) Determinação e Foco 
b) Inteligência e clareza 
c) Força interior e auto confiança 
01:25
Atividades
https://vimeo.com/537344312
d) Perfeccionismo e talento
ATIVIDADE 02
2. É correto afirmar sobre a autoestima:
a) Significa você se sentir confortável consigo.
b) Habilidade de se respeitar e de se aceitar do jeito que você é.
c) Requer uma alta dose de autoconhecimento.
d) Todas as anteriores.
ATIVIDADE 03
3. O que a falta de autoestima pode causar em um
indivíduo?
a) Dificuldade em reconhecer e assumir os seus erros
b) Desafio em tolerar os erros dos outros
c) Visão distorcida das suas habilidades e fraquezas
d) Todas as anteriores
M US T Un iv e r s i ty ® : l i c e ns e d b y F lo r id a Co mmis s io n fo r Ind e p e nd e nt Ed uc a t io n ,
L i c e ns e : 5 5 9 3 .
AUTOESTI MA E AUTO CON FI AN ÇA 
I M A G E N S : S H U T T E R S TO C K
LIVRO DE REFERÊNCIA:
Rapid Instructional Design:
Learning ID Fast and Right,
Second Edition
George M. Piskurich
Harmony © 2019
ADVANCED SUCCESS MINDSET - ASM503 - 2.1
http://mustuniversity.s3-sa-east-1.amazonaws.com/DISCIPLINAS/EDU621_Principals_of_Instructional_Design/MATERIAL_DIDATICO/PDF_DOWNLOAD/PORTUGUES/EDU621_2_1.pdf
https://mustedu.com/
https://www.facebook.com/musteducation
https://www.instagram.com/must.education/

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