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Arte e Estética Belo e o Feio-convertido

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GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MULLER
Rua João Ferreira Borges N.º 151 – Bairro Piravevê – Fone/Fax: 3442-1183 E-Mail: eesfmi@sed.ms.gov.br
CEP 79.740-000	-	IVINHEMA	-	MATO GROSSO DO SUL
ATIVIDADES PEDAGÓGICAS COMPLEMENTARES
	DISCIPLINA
	CARGA HORÁRIA
	TURMA
	PROFESSORA
	PERÍODO
	
Arte
	
4 aulas
	
9º Ano
	Dagmar Herculano
da Silva
	
16/08 a 20/08
	ESTUDANTE
	
	N°
 (
HABILIDADES: 
EF69AR26P9
OBJETO DE CONHECIMENTO: Arte e Estética 
– 
Belo e o Feio RECURSOS: 
Material impresso, Internet, computador, celular,
 
notebook.
AVALIAÇÃO: 
A avaliação é processual, formativa e somativa e supõe o desenvolvimento de todas as etapas desta atividade de aprendizagem. O produto final desta atividade resulta no desenvolvimento das habilidades citadas acima, com critérios bem definidos pelo docente com a finalidade de aferir a evolução de aprendizagem dos discentes através da entrega das atividades na data pré- estabelecida com foco nas competências socioemocionais.
)
Arte e Estética – Belo e o Feio
A sensibilidade de quem admira um objeto (qualquer ser ou paisagem) Quem é bonito? Quem É feio? O que é bonito? O que é feio? Qual expressão artística pode ser considerada bonita, feia, boa ou ruim? Difícil de responder né!? A resposta para tais perguntas parece dizer respeito à questão de gosto de cada pessoa. Será? O certo é que todas as vezes que observamos algo, sentimos e escutamos qualquer coisa, os nossos órgãos sensoriais produzem informações para o nosso cérebro que rapidamente processa e nos proporciona uma interpretação sobre o que nos cerca.
Geralmente esta interpretação pode nos levar a um sentimento de prazer, aprovação, reprovação, nojo, beleza, feiúra, etc. E isso tudo ainda depende de como a nossa sociedade percebe as coisas e de como nós absorvemos da sociedade esses significados. Assim, as ideias de belo, feio, bom, ruim estão intimamente ligadas à cultura à qual pertencemos.
Mas, como identificamos ou como escolhemos o nosso estilo musical, o estilo de pintura, o tipo de filme ou peça de teatro que gostamos de assistir? Qual o melhor ou pior estilo?
A subjetividade (a partir da consciência de cada indivíduo) em relação ao objeto estético precisa estar mais interessada em conhecer, entregando-se às particularidades de cada objeto, do que em preferir. Nesse sentido, ter gosto é ter capacidade de julgamento sem preconceitos.
É a própria presença da arte que forma o gosto: torna-nos disponíveis, reprime as particularidades da subjetividade, converte o particular em universal. A obra de arte nos convida a um olhar puro, livre abertura para o objeto, e o conteúdo particular a se pôr a serviço da compreensão em lugar de ofuscá-la fazendo prevalecer as suas inclinações.
A história da Humanidade já passou por vários momentos de ruptura sobre o que era considerado “Belo”
e o que era considerado “Feio”.
Do latim, ars, artis significa: o “ato de fazer”. Para os Gregos Antigos, a arte significava o domínio do ser humano de uma ou mais técnicas. Deriva daí a ideia de que saber fazer algo muito bem feito é uma arte, por exemplo: a arte da guerra, a arte da política, a arte de fazer parto, da medicina, do direito, etc.
Deste modo, arte é o ato de fazer a obra que será admirada, seja ela uma canção, uma escultura, uma poesia, uma dança, uma arquitetura. A estética será, portanto, a disciplina (Ciência) que irá estudar, analisar a relação existente entre a arte e o homem, o belo e o feio. Mas o que determinaria o ato de fazer uma obra de arte? A resposta mais aceita é a personalidade do artista e o contexto histórico-cultural do qual o artista faz parte e todas as influências que ele possa receber. Para Gallo (1997), o próprio artista é quem
determina a funcionalidade de sua obra.
Os Padrões de Beleza
Há um campo político na discussão do que é feio e do que é belo. Na política, por exemplo, o artista pode retratar uma injustiça, um problema social, uma ideologia. E, o resultado estético da obra de arte pode reunir “beleza estética”, mesmo retratando um quadro que não reúne nada de “belo” na perspectiva social. A obra “Os retirantes”, de Cândido Portinari (1903-1962), representa a vida difícil dos milhares de brasileiros que migram de cidades do interior para os grandes centros em busca de melhores condições de vida. A imagem retrata a magreza, a fome, a miséria e o sofrimento das pessoas que se encontram nesta situação. No entanto, a obra tem um impacto profundo em função de sua qualidade estética.
Figura 1 - Os Retirantes, Candido Portinari, 1944
Na religião, a arte serve para a representação do sagrado e está a serviço das instituições religiosas e de suas crenças. A arte está presente nas pinturas, esculturas, hinos e arquitetura dos templos religiosos.
A maior representação de arte sacra está relacionada à Igreja Católica na forma das imagens e esculturas que representam todas as divindades, na educação, a arte assume o compromisso com o lúdico, ou seja, busca, a partir da perspectiva pedagógica, ensinar as pessoas a compreender o mundo a partir da criação de obras artísticas.
ESTÉTICA
Foi o filósofo Alexander Gottlieb Baumgarten (1714 -1831), que utilizou a palavra “estética”, no conceito moderno, pela primeira vez. Ele tinha o intuito de estabelecer uma disciplina da Filosofia que se encarregaria de estudar todas as manifestações artísticas.
Assim, já na Grécia Antiga, outros filósofos já faziam o uso da palavra “estética” que deriva da palavra grega aesthesis e que significa sensibilidade. Deste modo, no sentido mais estreito do significado, a palavra “estética” significa: “sensibilidade”. Atualmente, seu significado moderno corresponde a: “doutrina do conhecimento sensível”. Baumgarten definiu a estética como sendo uma disciplina que deveria refletir sobre as emoções produzidas pelos objetos que são admirados pelos seres humanos.
O autor ainda afirmava que a estética deveria ser abordada de forma subjetiva, ou seja, a partir da consciência de cada indivíduo.
Este filósofo da arte entende que a única forma de se apreciar uma obra de arte se dá pela sensibilidade do observador. Ela, a sensibilidade, só é possível quando o observador se permite contemplar a arte a partir da sua própria subjetividade (seu eu).
 (
ATIVIDADE
)
Observe as imagens abaixo escreve se vocês as consideram “Belas” ou “Feias”:
	
 (
ATIVIDADE DE PRODUÇÃO ARTISTICA
)
Agora que você já conheceu um pouco mais sobre “Arte e Estética – Belo e o Feio” é hora de soltar sua imaginação e criatividade, desenhando e colorindo em seu caderno dois desenhos, onde irá classificá-los em “belo” ou “feio”. Você pode utilizar o verso da folha para realizar essa atividade.

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