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Questões resolvidas

Para Francisco Alcides do Nascimento (2007), o processo modernizador, não foi recebido sem conflito, uma vez que o idealizado embelezamento urbano - preconizado por urbanistas e intelectuais - tropeçaram numa realidade configurada por ruas onde se enfileiravam casebres de pau-a-pique cobertos com palha de coco babaçu. Nesse sentido, é incorreto afirmar:
Que não houve resistência ao progresso e a população aceitou pacificamente as mudanças estruturais no espaço urbano.
Facilmente perceptível que a elite intelectual e política, por meio de seus representantes e com base em saberes divulgados por médicos sanitaristas e urbanistas, responsabiliza os pobres pelas mazelas da capital do Piauí, acusando-os de agirem de forma incivilizada.
O aumento da população e a expansão da cidade provocaram o colapso dos sistemas de abastecimento de água e energia elétrica.
Foi preciso que os moradores adquirissem hábitos e práticas dos habitantes dos centros urbanos civilizados, que respeitassem as leis municipais. Esse discurso se apoiou em saberes da engenharia e da medicina, os quais, além de ajudar na formatação das leis locais, têm a pretensão de educar os corpos.


Assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso nas sentenças abaixo.

( ) De acordo com as premissas do documento oficial da BNCC, nessa fase de ensino, os estudantes precisam começar a aprender a investigar a si próprio e ao mundo que o cerca, partindo dos espaços familiares e seguindo para os espaços sociais mais amplos que vivenciam, como a escola, o bairro e a cidade.
( ) Essa compreensão apresentada na BNCC elucida o processo das discussões curriculares, considerando a necessária dependência da autonomia intelectual por parte das instituições de ensino, professores e alunos.
( ) Para que sejam atendidas as competências e habilidades colocadas pela BNCC, e para que possamos trabalhar a história local, destaca-se como ponto nodal a mediação didática realizada pelo professor de história e os instrumentos de proposições político-educacionais.
( ) A BNCC indica que os estudantes devem fazer essas descobertas do saber a partir do ensino de procedimentos de investigação próprios das ciências humanas, a citar: realização de pesquisas utilizando diferentes tipos de fontes, observação e registro de fatos, paisagens e depoimentos.


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Para André Fabrício Silva (2021), no seu artigo, “Pandemia, museu e virtualidade: a experiência museológica no “novo normal” e a ressignificação museal no ambiente virtual”, é correto afirmar:
Que as redes mundiais de internet não nos auxiliam no ensino-aprendizagem;
Que a pandemia no Covid-19 não foi lesiva e não causou óbitos para a população brasileira.
Que museu e o ambiente virtual não são instrumentos para contextualizar as práticas historiográficas
Durante a pandemia do Covid-19, a comunicação virtual se ressignificou dentro das instituições museológicas. Com o uso do meio virtual como única forma de os museus se comunicarem com seu público, sejam alunos de educação básica ou simples visitantes


Podemos afirmar que
As sentenças I, II e III estão incorretas.
Apenas a sentença I está correta
As sentenças I e II estão corretas
Apenas a sentença II está incorreta


As sentenças I, II e III estão incorretas.
Apenas a sentença I está correta
As sentenças I e II estão corretas
Apenas a sentença II está incorreta

De acordo com a autora, a área de estudo em História e Cidade se ampliou vertiginosamente: “Mas como chegar às cidades visíveis do passado, ou às cidades invisíveis, quando o passado sonhava o seu futuro, senão a partir das marcas de historicidade deixadas, que funcionam como pegadas ou rastros para o historiador do presente?” (PESAVENTO, 2007, p. 18). Diante dessa citação, podemos deduzir que o historiador pode chegar as “marcas de historicidade” que são os resquícios deixados por homens/mulheres. Dessa forma, podemos afirmar que a autora está se referindo:


Da influência dos marxistas ingleses
As fontes historiográficas (impressas, imagéticas, orais, etc.)
Os estudos medievalistas e a influência de Jacques Le Goff.
As condições sanitárias do império do Brasil.

Podemos afirmar que
As sentenças I, II e III estão corretas.
Apenas a sentença I está correta.
As sentenças I e III estão incorretas.
Apenas a sentença III está incorreta.


As sentenças I, II e III estão corretas.
Apenas a sentença I está correta.
As sentenças I e III estão incorretas.
Apenas a sentença III está incorreta.

Assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso nas sentenças abaixo.
( ) A história das cidades se ampliam com a fundação do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico do Brasil.
( ) A história das cidades se ampliam com o debate das novas fontes histórias que se articularam com os novos objetos da história.
( ) A história das cidades se transforma como linha pesquisa a partir do movimento artístico intitulado “Artes Modernas”.
( ) A história das cidades surge com o movimento hip-hop da década de 1960 e tem como foco os estudos dos comportamentos da população urbana.


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É incorreto afirmar:


A história das cidades se ampliam com a fundação do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico do Brasil.
A história das cidades se ampliam com o debate das novas fontes histórias que se articularam com os novos objetos da história.
A história das cidades se transforma como linha pesquisa a partir do movimento artístico intitulado “Artes Modernas”.
A história das cidades surge com o movimento hip-hop da década de 1960 e tem como foco os estudos dos comportamentos da população urbana.

De acordo com o historiador Francisco Alcides do Nascimento, no artigo “Cajuína e cristalina: as transformações espaciais vistas pelos cronistas que atuaram nos jornais de Teresina entre 1950 e 1970”. Dialogando com os cronistas este identifica que a cidade cresce vertiginosamente, é uma cidade geograficamente linda e está cortada por dois rios:


a) Rios Poti e Uruguai.
b) Rios Poti e Tupinabá.
c) Rios Poti e Parnaíba.
d) Rios Parnaíba e Uruguai.

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Questões resolvidas

Para Francisco Alcides do Nascimento (2007), o processo modernizador, não foi recebido sem conflito, uma vez que o idealizado embelezamento urbano - preconizado por urbanistas e intelectuais - tropeçaram numa realidade configurada por ruas onde se enfileiravam casebres de pau-a-pique cobertos com palha de coco babaçu. Nesse sentido, é incorreto afirmar:
Que não houve resistência ao progresso e a população aceitou pacificamente as mudanças estruturais no espaço urbano.
Facilmente perceptível que a elite intelectual e política, por meio de seus representantes e com base em saberes divulgados por médicos sanitaristas e urbanistas, responsabiliza os pobres pelas mazelas da capital do Piauí, acusando-os de agirem de forma incivilizada.
O aumento da população e a expansão da cidade provocaram o colapso dos sistemas de abastecimento de água e energia elétrica.
Foi preciso que os moradores adquirissem hábitos e práticas dos habitantes dos centros urbanos civilizados, que respeitassem as leis municipais. Esse discurso se apoiou em saberes da engenharia e da medicina, os quais, além de ajudar na formatação das leis locais, têm a pretensão de educar os corpos.


Assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso nas sentenças abaixo.

( ) De acordo com as premissas do documento oficial da BNCC, nessa fase de ensino, os estudantes precisam começar a aprender a investigar a si próprio e ao mundo que o cerca, partindo dos espaços familiares e seguindo para os espaços sociais mais amplos que vivenciam, como a escola, o bairro e a cidade.
( ) Essa compreensão apresentada na BNCC elucida o processo das discussões curriculares, considerando a necessária dependência da autonomia intelectual por parte das instituições de ensino, professores e alunos.
( ) Para que sejam atendidas as competências e habilidades colocadas pela BNCC, e para que possamos trabalhar a história local, destaca-se como ponto nodal a mediação didática realizada pelo professor de história e os instrumentos de proposições político-educacionais.
( ) A BNCC indica que os estudantes devem fazer essas descobertas do saber a partir do ensino de procedimentos de investigação próprios das ciências humanas, a citar: realização de pesquisas utilizando diferentes tipos de fontes, observação e registro de fatos, paisagens e depoimentos.


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Para André Fabrício Silva (2021), no seu artigo, “Pandemia, museu e virtualidade: a experiência museológica no “novo normal” e a ressignificação museal no ambiente virtual”, é correto afirmar:
Que as redes mundiais de internet não nos auxiliam no ensino-aprendizagem;
Que a pandemia no Covid-19 não foi lesiva e não causou óbitos para a população brasileira.
Que museu e o ambiente virtual não são instrumentos para contextualizar as práticas historiográficas
Durante a pandemia do Covid-19, a comunicação virtual se ressignificou dentro das instituições museológicas. Com o uso do meio virtual como única forma de os museus se comunicarem com seu público, sejam alunos de educação básica ou simples visitantes


Podemos afirmar que
As sentenças I, II e III estão incorretas.
Apenas a sentença I está correta
As sentenças I e II estão corretas
Apenas a sentença II está incorreta


As sentenças I, II e III estão incorretas.
Apenas a sentença I está correta
As sentenças I e II estão corretas
Apenas a sentença II está incorreta

De acordo com a autora, a área de estudo em História e Cidade se ampliou vertiginosamente: “Mas como chegar às cidades visíveis do passado, ou às cidades invisíveis, quando o passado sonhava o seu futuro, senão a partir das marcas de historicidade deixadas, que funcionam como pegadas ou rastros para o historiador do presente?” (PESAVENTO, 2007, p. 18). Diante dessa citação, podemos deduzir que o historiador pode chegar as “marcas de historicidade” que são os resquícios deixados por homens/mulheres. Dessa forma, podemos afirmar que a autora está se referindo:


Da influência dos marxistas ingleses
As fontes historiográficas (impressas, imagéticas, orais, etc.)
Os estudos medievalistas e a influência de Jacques Le Goff.
As condições sanitárias do império do Brasil.

Podemos afirmar que
As sentenças I, II e III estão corretas.
Apenas a sentença I está correta.
As sentenças I e III estão incorretas.
Apenas a sentença III está incorreta.


As sentenças I, II e III estão corretas.
Apenas a sentença I está correta.
As sentenças I e III estão incorretas.
Apenas a sentença III está incorreta.

Assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso nas sentenças abaixo.
( ) A história das cidades se ampliam com a fundação do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico do Brasil.
( ) A história das cidades se ampliam com o debate das novas fontes histórias que se articularam com os novos objetos da história.
( ) A história das cidades se transforma como linha pesquisa a partir do movimento artístico intitulado “Artes Modernas”.
( ) A história das cidades surge com o movimento hip-hop da década de 1960 e tem como foco os estudos dos comportamentos da população urbana.


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É incorreto afirmar:


A história das cidades se ampliam com a fundação do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico do Brasil.
A história das cidades se ampliam com o debate das novas fontes histórias que se articularam com os novos objetos da história.
A história das cidades se transforma como linha pesquisa a partir do movimento artístico intitulado “Artes Modernas”.
A história das cidades surge com o movimento hip-hop da década de 1960 e tem como foco os estudos dos comportamentos da população urbana.

De acordo com o historiador Francisco Alcides do Nascimento, no artigo “Cajuína e cristalina: as transformações espaciais vistas pelos cronistas que atuaram nos jornais de Teresina entre 1950 e 1970”. Dialogando com os cronistas este identifica que a cidade cresce vertiginosamente, é uma cidade geograficamente linda e está cortada por dois rios:


a) Rios Poti e Uruguai.
b) Rios Poti e Tupinabá.
c) Rios Poti e Parnaíba.
d) Rios Parnaíba e Uruguai.

Prévia do material em texto

27/08/2023, 15:04 SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
https://sigaa.ufpi.br/sigaa/ava/QuestionarioTurma/formResponderQuestionario.jsf 1/4
Suas respostas foram enviadas com sucesso!
(x) fechar mensagens
AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
A avaliação da disciplina de HISTÓRIA DAS CIDADES E DAS SOCIABILIDADES URBANAS ficará disponível
para respondê-la até o dia 31/08 (quinta – feira ), 23:59h.
 
Poderão ser realizadas até 3 tentativas de 60 minutos cada, e a melhor tentativa será registrada pelo
SIGAA. Além disso, haverá um feedback das respostas ao finalizarem o questionário.
 
Desejamos boa avaliação!
Acerto: 100%
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1. QUESTÃO
Para Francisco Alcides do Nascimento (2007), o processo modernizador, não foi recebido sem conflito, uma vez que o idealizado
embelezamento urbano - preconizado por urbanistas e intelectuais - tropeçaram numa realidade configurada por ruas onde se
enfileiravam casebres de pau-a-pique cobertos com palha de coco babaçu. Nesse sentido, é incorreto afirmar:
Que não houve resistência ao progresso e a população aceitou pacificamente as mudanças estruturais no espaço urbano.
 Facilmente perceptível que a elite intelectual e política, por meio de seus representantes e com base em saberes divulgados por
médicos sanitaristas e urbanistas, responsabiliza os pobres pelas mazelas da capital do Piauí, acusando-os de agirem de forma
incivilizada.
O aumento da população e a expansão da cidade provocaram o colapso dos sistemas de abastecimento de água e energia elétrica.
Foi preciso que os moradores adquirissem hábitos e práticas dos habitantes dos centros urbanos civilizados, que respeitassem as leis
municipais. Esse discurso se apoiou em saberes da engenharia e da medicina, os quais, além de ajudar na formatação das leis locais,
têm a pretensão de educar os corpos.
 
2. QUESTÃO
Assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso nas sentenças abaixo.
 
( ) De acordo com as premissas do documento oficial da BNCC, nessa fase de ensino, os estudantes
precisam começar a aprender a investigar a si próprio e ao mundo que o cerca, partindo dos
espaços familiares e seguindo para os espaços sociais mais amplos que vivenciam, como a escola,
o bairro e a cidade.
( ) Essa compreensão apresentada na BNCC elucida o processo das discussões curriculares,
considerando a necessária dependência da autonomia intelectual por parte das instituições de
ensino, professores e alunos.
( ) Para que sejam atendidas as competências e habilidades colocadas pela BNCC, e para que
possamos trabalhar a história local, destaca-se como ponto nodal a mediação didática realizada
pelo professor de história e os instrumentos de proposições político-educacionais.
( ) A BNCC indica que os estudantes devem fazer essas descobertas do saber a partir do ensino de
procedimentos de investigação próprios das ciências humanas, a citar: realização de pesquisas
utilizando diferentes tipos de fontes, observação e registro de fatos, paisagens e depoimentos.
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27/08/2023, 15:04 SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
https://sigaa.ufpi.br/sigaa/ava/QuestionarioTurma/formResponderQuestionario.jsf 2/4
Respostas enviadas
3. QUESTÃO
Para André Fabrício Silva (2021), no seu artigo, “Pandemia, museu e virtualidade: a experiência museológica no “novo normal” e a
ressignificação museal no ambiente virtual”, é correto afirmar:
Que as redes mundiais de internet não nos auxiliam no ensino-aprendizagem;
Que a pandemia no Covid-19 não foi lesiva e não causou óbitos para a população brasileira.
Que museu e o ambiente virtual não são instrumentos para contextualizar as práticas historiográficas
Durante a pandemia do Covid-19, a comunicação virtual se ressignificou dentro das instituições museológicas. Com o uso do meio
virtual como única forma de os museus se comunicarem com seu público, sejam alunos de educação básica ou simples visitantes
4. QUESTÃO
De acordo com a BNCC - Base Nacional Comum Curricular, da Área de Humanidade - História, os alunos devem aprender a noção de
lugar em que se vive e as dinâmicas em torno da cidade, com ênfase nas diferenciações entre a vida privada e a vida pública, a urbana
e a rural. Dessa forma, leia as sentenças abaixo:
 
I - Podemos vivenciar e historicizar as experiências humanas visitando os museus da cidade.
II - As aulas de campo (visitas a Casa de Engenho, Praças Públicas, etc), guiadas por um roteiro didático problematizador também
podem nos ajudar a interpretar o cotidiano das cidades.
III - De acordo com a proposta da BNCC não é tarefa do professor de história propor atividades contextualizadas.
 
 Podemos afirmar que
As sentenças I, II e III estão incorretas.
Apenas a sentença I está correta
As sentenças I e II estão corretas
Apenas a sentença II está incorreta
5. QUESTÃO
De acordo com a autora, a área de estudo em História e Cidade se ampliou vertiginosamente: “Mas como chegar às cidades visíveis do
passado, ou às cidades invisíveis, quando o passado sonhava o seu futuro, senão a partir das marcas de historicidade deixadas, que
funcionam como pegadas ou rastros para o historiador do presente?” (PESAVENTO, 2007, p. 18). Diante dessa citação, podemos
deduzir que o historiador pode chegar as “marcas de historicidade” que são os resquícios deixados por homens/mulheres. Dessa forma,
podemos afirmar que a autora está se referindo:
Da influência dos marxistas ingleses
As fontes historiográficas (impressas, imagéticas, orais, etc.)
Os estudos medievalistas e a influência de Jacques Le Goff.
As condições sanitárias do império do Brasil.
6. QUESTÃO
27/08/2023, 15:04 SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
https://sigaa.ufpi.br/sigaa/ava/QuestionarioTurma/formResponderQuestionario.jsf 3/4
Respostas enviadas
De acordo com Raquel Rolnik (1998), Na cidade escravocrata, que perdura até épocas tardias do século XIX, mais precisamente até
1888, os limites e fronteiras entre os grupos sociais são clara e rigidamente definidos; na vida cio senhor e escravo não há qualquer
momento em que não esteja expressa... a relação de dominação... Marque um X na afirmativa correta:
Uma condição amigável e fraterna.
Afirma que senhor e escravo dividiam as produções dos excedentes das fazendas
Que a relação entre senhor e escravo era de dominação.
Afirma que a realidade a cidade escravocrata era harmônica para a classe pobre.
7. QUESTÃO
Leia com atenção as sentenças abaixo.
 
 I. A cidade de Teresina, no período compreendido entre 1950 e 1970, viveu um processo de transformações econômicas e sociais
ligadas diretamente ao modelo econômico proposto pelos governos populistas e militares.
 II. A expansão demográfica nas grandes capitais brasileiras provocou um crescimento dos problemas sociais, especialmente aqueles
relacionados com a moradia ou com a falta dela.
 III. Nas últimas décadas, as mudanças nos modos de vida, às novas exigências de conforto, as inovações de consumo e lazer
engendraram uma expansão do território da cidade por condomínios fechados, em detrimento do centro antigo, que perde habitantes e
com prédios em ruínas e sem nenhuma preocupação por parte da gestão pública de preservá-las.
 
 Podemos afirmar que
As sentenças I, II e III estão corretas.
Apenas a sentença I está correta.
 As sentenças I e III estão incorretas.
Apenas a sentença III está incorreta.
8. QUESTÃO
 Assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso nas sentenças abaixo.
( ) A história das cidades se ampliam com a fundação do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico do Brasil.
( ) A história das cidades se ampliam com o debate das novas fontes histórias que se articularam com os novos
objetos da história.
( ) A história das cidades se transforma como linha pesquisa a partir do movimento artístico intitulado “Artes
Modernas”.
( ) A história das cidades surge com o movimento hip-hop da década de 1960 e tem como foco os estudos dos
comportamentosda população urbana.
VFVV
VFFV
FVFF
FFVV
9. QUESTÃO
É incorreto afirmar:
27/08/2023, 15:04 SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
https://sigaa.ufpi.br/sigaa/ava/QuestionarioTurma/formResponderQuestionario.jsf 4/4
 
Respostas enviadas
A cidade que tão bem conhecíamos mudou. Essa constatação se repete, no decorrer de gerações, sempre nova, sempre imperiosa. É
comum a lembrança de avós, pais, tias, tios recordando saudosos outra cidade, a mesma, que de tão transformada lhes escapa
Esses registros repetitivos sugeriam que a concepção de cidade – uma imagem de cidade, ainda que pouco nítida, inscrita em nosso
subconsciente – não mais encontrava correspondência na imagem da cidade que se tem diante dos olhos, na qual se vivia e na qual
hoje estamos.
Que os constantes engarrafamentos não atormentam de tal modo a vida urbana, de modo que a engenharia de trânsito não deverá
realizar tão cedo um planejamento urbano nos idos do século XXI.
O interesse intelectual pelo estudo da (s) cidade (s) procede com certeza de questões colocadas no presente, ainda quando nos fazem
retroceder para um momento no qual consideramos poder captar um elo significativo que elucide as pouco acolhedoras condições de
vida nas cidades contemporâneas.
10. QUESTÃO
De acordo com o historiador Francisco Alcides do Nascimento, no artigo “Cajuína e cristalina: as transformações espaciais vistas pelos
cronistas que atuaram nos jornais de Teresina entre 1950 e 1970”. Dialogando com os cronistas este identifica que a cidade cres
vertiginosamente, é uma cidade geograficamente linda e está cortada por dois rios: 
Rios Poti e Uruguai.
Rios Poti e Tupinabá.
Rios Poti e Parnaíba.
Rios Parnaíba e Uruguai.
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