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1 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA MULTIVIX 3a Edição 0202 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix DIRETOR EXECUTIVO Prof. Tadeu Antônio de Oliveira Penina DIRETORA ACADÊMICA Profª. Eliene Maria Gava Ferrão Penina BIBLIOTECÁRIA Alexandra Barbosa de Oliveira TEXTO E REVISÃO TÉCNICA Elen Karla Trés Eliene Maria Gava Ferrão Penina Kessya Pinitente Fabiano Costalonga REVISÃO DE TEXTO DA 1ª EDIÇÃO Michelle Teixeira TEXTO E REVISÃO PARA A 2ª EDIÇÃO Vinícius Santana Nunes TEXTO E REVISÃO PARA A 3ª EDIÇÃO Josete Pertel Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP) (Biblioteca do Centro Universitário Multivix Vitória, ES, Brasil) Centro Universitário Multivix Vitória F143 Manual de normalização de trabalhos acadêmicos e científicos da MULTIVIX/Centro Universitário Multivix Vitória, ES : MULTIVIX, 2022 72 p. : il. Bibliografia: p. 53-54. ISBN: 1. Normalização técnica. 2. Trabalhos acadêmicos – Normas. 3. Redação técnica. I.Título. CDD: 001.42 03 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APRESENTAÇÃO 06 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS 07 2.1 CAPA 08 2.2 LOMBADA 09 2.3 FOLHA DE ROSTO 09 2.4 FOLHA DE APROVAÇÃO 10 2.5 PÁGINAS PRELIMINARES OPCIONAIS 11 2.6 RESUMOS: INDICATIVO E INFORMATIVO 12 2.7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES, DE TABELAS, DE ABREVIATURAS, DE SIGLAS E/OU DE SÍMBOLOS 14 2.8 SUMÁRIO 20 2.9 ELEMENTOS TEXTUAIS 21 2.9.1 INTRODUÇÃO 22 2.9.2 DESENVOLVIMENTO 23 2.9.2.1 MATERIAL E MÉTODOS/METODOLOGIA 24 2.9.2.2 DELINEAMENTO DA PROPOSTA DE PESQUISA 25 2.9.2.3 RESULTADOS 26 2.9.2.4 DISCUSSÃO 26 2.9.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 27 2.10 REFERÊNCIAS 28 2.11 GLOSSÁRIO 28 2.12 APÊNDICE 29 2.13 ANEXO 30 2.14 ÍNDICE 31 FORMAS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA 32 3.1 FORMATO 32 3.2 FONTE 32 3.3 MARGEM 33 3.4 ESPAÇAMENTO 33 3.5 PARÁGRAFO 33 3.6 NOTAS DE RODAPÉ 33 3.7 INDICATIVOS DE SEÇÃO 34 3.8 TÍTULOS SEM INDICATIVO NUMÉRICO 37 3.9 PAGINAÇÃO 37 3.10 ENCADERNAÇÃO 38 3.11 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA 38 3.11.1 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS SEÇÕES 38 2 1 SUMÁRIO 3 0404 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3.11.2 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS ALÍNEAS 39 3.12 SIGLAS 39 3.13 EQUAÇÕES E FÓRMULAS 39 3.14 ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS 40 USO DE CITAÇÕES 48 4.1 CITAÇÃO 51 4.1.1 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL 51 4.1.2 CITAÇÃO INDIRETA 54 4.1.3 CITAÇÃO DA CITAÇÃO 56 4.2 SISTEMAS DE CHAMADA NO TEXTO 58 4.2.1 SISTEMA AUTOR-DATA 60 4.2.2 SISTEMA NUMÉRICO 65 4.3 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 69 4.4 ELEMENTOS DA REFERÊNCIA 74 4.5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 75 4.6 EXPRESSÕES LATINAS 79 4.6.1 IBIDEM OU IBID 79 4.6.2 IDEM OU ID 80 4.6.3 OP. CIT. 80 4.6.4 LOC. CIT 81 4.6.5 ET SEQ. 81 4.6.6 PASSIM 81 4.6.7 APUD 82 4.6.8 CF 82 4.6.9 SIC 83 4.6.10 SÍNTESE DAS PRINCIPAIS EXPRESSÕES LATINAS USUAIS 84 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS 85 5.1. AUTORIA 87 5.2 TÍTULO 88 5.3 EDIÇÃO 88 5.4 LOCAL 88 5.5 EDITORA 88 5.6 DATA (ANO DA PUBLICAÇÃO) 89 5.7 PÁGINAS E FOLHAS 89 5.8 EXEMPLO DE REFERÊNCIA (ABNT) 90 5.8.1 DOCUMENTOS IMPRESSOS 90 5.8.1.1 LIVROS 90 5.8.1.2 CAPÍTULO DE LIVRO 90 5.8.1.3 LIVRO AINDA NO PRELO (IN PRESS): 91 5.8.1.4 ARTIGO DE PERIÓDICO 91 4 5 05 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5.8.1.5 ARTIGO DE PERIÓDICO AINDA NO PRELO (NO PRELO) 91 5.8.1.6 ARTIGO DE JORNAL 91 5.8.1.7 TRABALHO ACADÊMICO 92 5.8.1.8 LEGISLAÇÃO 92 5.8.1.9 JURISPRUDÊNCIA (DECISÕES JUDICIAIS) 93 5.8.1.10 TRABALHO PUBLICADO EM EVENTO 93 5.8.2 DOCUMENTOS EM MEIOS ELETRÔNICOS 94 5.8.2.1 CD-ROM E DVD 94 5.8.2.2 IMAGEM EM MOVIMENTO 94 5.8.2.3 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO 95 5.8.2.4 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO 95 5.8.2.5 DOCUMENTO ON-LINE (WEB) 96 5. 8.2.5.1 ARTIGO E/OU MATÉRIA DE JORNAL 97 5.8.2.5.2 LIVROS E RELATÓRIOS 98 5.8.2.5.3 DOCUMENTOS EM ANAIS DE EVENTOS 98 5.8.2.5.4 DOCUMENTO JURÍDICO 98 5.8.2.5.5 MENSAGEM ELETRÔNICA PESSOAL 103 5.8.2.5.6 ENTREVISTA NÃO PUBLICADA 103 5.8.2.5.8 FILME 103 5.8.3 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL 103 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 105 6.1 METODOLOGIA CIENTÍFICA APLICADA AO CURSO: ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA 106 6.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: PRODUÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO 114 6.2.1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO 116 6.2.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO DE REVISAO DE LITERATURA 123 REFERÊNCIAS 129 APÊNDICES 132 6 7 0606 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 1 APRESENTAÇÃO A confecção deste manual teve suporte de uma comissão formada por professores de diversas áreas da instituição – educação, saúde, humana e tecnológica – com a finalidade de criar-se um material cujo conteúdo direcione e oriente a comunidade Multivix na formatação de trabalhos acadêmicos e científicos. É importante ressaltar que este manual contempla a interdisciplinaridade que compõe o quadro de cursos acadêmicos da instituição e a aceitação da primeira edição, tanto pelos docentes quanto pelos discentes, permitiu a produção dessa terceira edição desta normati- zação, a qual foram contempladas principalmente com as novas atualizações das ABNTs NBR14724/2011, NBR6023/2020 e NBR6028/2021. É importante ressaltar que a padronização estrutural dos trabalhos acadêmicos e científicos, através da normalização e apresentação gráfica dos textos e documentos acadêmicos e científicos, possibilita melhor compreensão, visibilidade e utilização e recuperação de informações, serviços de informação, bibliotecas e repositórios, além de contribuir para a qualidade, organização textual e o desenvolvimento lógico do seu conteúdo. Certamente, o Manual de Normatização contribuirá para o alinhamento dos docu- mentos acadêmicos e científicos produzidos na MULTIVIX, favorecendo a socializa- ção do conhecimento produzido nesta instituição, e contribuindo para o acesso aos saberes no decorrer do tempo e do espaço nos seguimentos de Ensino-Pesquisa- -Extensão. 07 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 2 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS Conforme a NBR 14724/2011 trata dos trabalhos acadêmicos desenvolvidos, os quais devem seguir a estrutura indicada e as orientações expressas no decorrer do manu- al. Os trabalhos a serem desenvolvidos internamente e que objetivem a apresenta- ção em outros espaços deverão ser analisados pelos orientadores, os quais indicarão os itens que poderão ser suprimidos ou inseridos durante a formatação. A NBR 14724/2011 recomenda que para a capa, elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, seja empregada fonte tamanho 12, com exceção para citações diretas com mais de 3 linhas, notas de rodapé, paginação, legendas e fontes das ilustrações e das tabelas, que deve ser de tamanho menor (tamanho 10). De acordo com a NBR 14724/2011 a estrutura dos trabalhos acadêmicos compreen- de: parte externa e parte interna. Segue abaixo a estrutura do trabalho acadêmico: PARTE EXTERNA PARTE INTERNA ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ELEMENTOS TEXTUAIS ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimento (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo na língua estrangeira (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução Desenvolvimento Conclusão Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Índice (opcional) ESTRUTURA ELEMENTOS 0808 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Fonte: http://www.bbt.ufv.br/wpcontent/uploads/ManualtrabalhosAcademicos.pdf. 2.1 CAPAElemento obrigatório do trabalho. Não é permitida a utilização de recursos visuais que visem ao embelezamento do trabalho, tais como: cores, letras inclinadas, ima- gens etc. A capa deve conter as seguintes informações na seguinte ordem (Apêndi- ces A1 e A2): a) nome da instituição; b) nome do curso c) nome completo do autor; d) título: deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação; 09 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix e) subtítulo: se houver, deve ser precedido de dois pontos, evidenciando a sua su- bordinação ao título; f) Local (cidade) da instituição; g) Ano da entrega. Observação: Não inserir logo da instituição na capa, folha de rosto e demais ele- mentos textuais. 2.2 LOMBADA A norma NBR 12225/2004 estabelece os requisitos para a apresentação de lombadas e aplica-se exclusivamente a documentos em caracteres latinos, gregos ou cirílicos. A norma tem por finalidade oferecer regras para a apresentação de lombadas para editores, encadernadores, livreiros, bibliotecas e seus clientes. É um elemento opcional, no qual as seguintes informações devem ser impressas de acordo com a Normalização Brasileira de Referência - NBR 12225/2004 (Apêndice A3): a) Nome do autor, impresso longitudinalmente e de forma legível do alto para o pé da lombada e; b) título do trabalho, impresso da mesma forma que o nome do autor. A lombada é utilizada em trabalhos impressos com mais de 40 páginas e que são indicados para o acervo do curso. 2.3 FOLHA DE ROSTO A folha de rosto é elemento obrigatório. Nela deve conter os elementos essenciais à identificação dos trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, trabalhos de conclusão de curso e demais trabalhos do curso). • Anverso (Folha de rosto Frente): Conforme Apêndice A4 Os elementos devem ser apresentados na seguinte ordem: 1010 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix • nome completo do autor, • título do trabalho; subtítulo, se houver; • natureza: tipo de trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso, e demais trabalhos do curso) e objetivo (aprovação em disciplina, grau preten- dido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração – Conforme Apêndice A5. • nome do orientador (professor) • local (cidade) da instituição; • ano da entrega • Verso (Folha de rosto Verso): deve conter os dados de catalogação na publicação. 2.4 FOLHA DE APROVAÇÃO A folha de aprovação é um elemento obrigatório. Deve ser inserida após a folha de rosto, constituída pelo nome do autor do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se houver), natureza (tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração) data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos compo- nentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. A data de aprovação 11 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix e as assinaturas dos membros componentes da banca examinadora devem ser co- locadas após a aprovação do trabalho (Apêndice A6). Caso seja um trabalho acadê- mico que não tenha banca examinadora essa folha pode ser excluída, ou seja, não precisa constar na estrutura. 2.5 PÁGINAS PRELIMINARES OPCIONAIS Elementos opcionais, inseridos após a folha de aprovação, Dedicatória, Agradeci- mentos e Epígrafe, conforme Apêndices A7, A8 e A9, respectivamente. A Dedicatória é um texto que pode ser inserido nos trabalhos acadêmicos ou lite- rários no qual o autor presta uma homenagem a algo ou alguém que tenha tido importância na sua trajetória ou na elaboração do trabalho em questão. De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a Dedicatória deve aparecer em uma página sem título, na parte do rodapé, com recuo de margem a esquerda de 8 cm. O espaçamento é simples. O texto deve ser objetivo e curto. De preferência, uma frase que expresse a homenagem em poucas palavras. Os Agradecimentos é um elemento opcional e devem ser inseridos após a dedica- tória. Nessa página específica dos Agradecimentos consistem em um texto onde o autor do trabalho/estudo tem a oportunidade de mostrar sua gratidão a tudo e a todas as pessoas que o ajudaram, que contribuíram ao longo do seu processo de aprendizado. De acordo com as normas ABNT, o agradecimento, não tem limite de linhas e deve ter a mesma formatação dos elementos textuais. A Epígrafe deve ser elaborada conforme a ABNT NBR 10520. A epígrafe se trata de um pequeno texto a ser escrito, apresentado em prosa ou verso, muito empregado antes de iniciar um livro ou capítulo dele. É um texto bem sucinto, assim o texto da Epígrafe precisa ter alguma relação com o tema estabelecido e, ainda, estar relacio- nado ao que foi escrito fazendo sentido para o trabalho/estudo. Geralmente é um trecho de uma obra literária, poesia ou até letra de música, que é inserida após os agradecimentos. Não faz parte do referencial teórico. Incluir o nome do autor entre parênteses. Podem também constar epígrafes nas folhas ou páginas de abertura das seções primárias. 1212 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 2.6 RESUMOS: INDICATIVO E INFORMATIVO • Resumo O resumo na língua vernácula é um elemento obrigatório. De acordo com a NBR 6028/2021, a norma estabelece os requisitos para a redação e apresentação de resu- mos, resenhas e recensão. Resumo em língua estrangeira, elemento obrigatório em caso de Trabalho de con- clusão de curso (TCC), Dissertação, Tese e artigos científicos. Elaborado conforme a NBR 6028/2021. O resumo em língua estrangeira deve seguir os mesmos critérios do resumo na língua vernácula. É denominado de acordo com o idioma usado: abs- tract em inglês, resumen em espanhol, résumé em francês, riassunto em italiano e zusammenfassung em alemão. Deve ser seguido das palavras-chave (palavras re- presentativas do conteúdo do trabalho) na língua em que for redigido: keywords em inglês, parola chiave em italiano, palabras clave em espanhol, mot-clé em francês, stichwort em alemão, separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. O resumo trata da apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento, deve ressaltar sucintamente o conteúdo de um texto. A ordem e a extensão dos elementos dependem do tipo de resumo e do tipo de tratamento que cada item recebe do documento original. O resumo deve ser composto por uma sequência de frases concisas em parágrafo único, sem enumeração de tópicos. No resumo orien- ta-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. A apresentação gráfica do resumo deve seguir o padrão do documento no qual está inserido, nesse caso a fonte, tamanho e espaçamento será empregada a mesma usada. Deve-se evitar no resumo: a) símbolos, contrações e reduções que não sejam de uso corrente; b) fórmulas, equações, diagramas, entre outros elementos, que não sejam absolu- tamente necessários, quando for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecer; c) uso de citações bibliográficas. 13 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix O resumo, quando não estiver contido no documento, deve ser precedido pela re- ferência (Apêndice A10). Na referência do resumo utiliza-se espaçamento simples. Para o resumo recomenda-se o uso de parágrafo único e espaçamento 1,5 entre as linhas. Um exemplo nesse caso, é quando submetemos resumos de trabalhos de pesquisa para congressos e demais eventos. A referência é opcional quando o resumo estiver contido no próprio documento e deve ficar logo após o título da seção (Resumo). Exemplo trabalhos de conclusão de curso, Tese e Dissertações (Apêndice A11). O resumo é uma síntese dos pontos mais importantes do trabalho, cuja redação deve ser feita em um único parágrafo. É importante que o resumo informe o obje- tivo proposto,o método empregado no estudo, os resultados mais relevantes e as conclusões do estudo. Assim, o objetivo, a metodologia, os resultados e a conclusão são indispensáveis na elaboração do resumo. A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. O padrão da entrelinha no resumo deve ser espaçamento 1,5 entre as linhas, apenas no caso da referência do resumo utiliza- -se espaçamento simples. As palavras-chave devem ficar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão “Palavras-chave:” separadas entre si por ponto e vírgula (;) e finalizadas por ponto. Devem ser grafadas com as iniciais em letra minúscula, com exceção dos substanti- vos próprios e nomes científicos. Podem usar no mínimo de três e máximo de cinco palavras-chave. Exemplo: Palavras-chave: educação; professor; tecnologias ativas. Essa regra é válida para trabalhos acadêmicos, tais como Trabalho de conclusão de curso (TCC), Dissertação, Tese, proposta de projetos científicos, porém, é muito im- portante enfatizar que no caso de artigos científicos, as revistas científicas seguem as próprias regras e a estrutura e/ou número de palavras para compor o resumo po- dem variam e serem diferentes das regras descritas acima. Quanto à sua extensão, convém que os resumos tenham • 150 a 500 palavras nos trabalhos acadêmicos e relatórios técnicos e/ou científicos; • 100 a 250 palavras nos artigos de periódicos; 1414 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix • 50 a 100 palavras nos documentos não contemplados nas alíneas anteriores. De acordo com a norma atual, o resumo pode ser de dois tipos: Resumo indicativo e Resumo informativo. O resumo indicativo trata-se de um trabalho que indica os pontos principais do do- cumento sem apresentar detalhamentos, como dados qualitativos e quantitativos, e que, de modo geral, não dispensa a consulta ao original. Resumo informativo diz respeito a um trabalho que informa finalidades, metodo- logia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que possa, inclusive, dis- pensar a consulta ao original. Em documento técnico ou científico, recomenda-se o resumo informativo. 2.7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES, DE TABELAS, DE ABREVIATURAS, DE SIGLAS E/OU DE SÍMBOLOS A lista de ilustrações (elemento opcional) é a relação de figuras, quadros, gráficos, organogramas, plantas, mapas, desenhos, esquemas, lâminas, retratos, fluxogramas, fotografias, entre outras e deve ser elaborada de acordo com sua ordem de apresen- tação no texto, NBR 14724 (ABNT, 2011), conforme sua tipologia e acompanhados do respectivo número de página. (Apêndices A12, A13, A14). • Lista de ilustrações: Apêndice A12 Elemento opcional. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, travessão, título e respectivo número da folha ou página. Quando necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outras). Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta; b) com o título centralizado, em letras tamanho 12, maiúsculas negritadas; c) com um espaço de 1,5 separando o título da lista propriamente dita; 15 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix d) os itens (título das ilustrações) que compõem a lista de ilustrações devem ter a mesma apresentação tipográfica utilizada no texto (negrito, itálico ou grifo), com letras tamanho 12; e) a lista deve ser alinhada à margem esquerda, contendo o tipo de ilustração, o número que a identifica em algarismos arábicos, traço, o título da ilustração, uma linha pontilhada e o número da folha/página em que está localizada; f) as listas extensas devem ser apresentadas em páginas distintas, caso contrário podem ser apresentadas na mesma página. Pode ser elaborada da seguinte maneira: a) lista única – deve ser identificada como lista de ilustrações, quando são relacio- nados todos os tipos de ilustrações conforme a sequência em que aparecem no texto; b) lista específica – quando necessário, deve ser identificada de acordo com o tipo de ilustração (lista de fotografias, lista de quadros, entre outras). Exemplo: - Lista única: LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 - Distribuição dos macrorganismos coletados do solo nos diferentes tratamentos....................................................................................... 12 QUADRO 1 - Resultados da análise química (teores totais) do lodo de esgoto............................................................................................... 15 QUADRO 2 - Características físicas do solo e degradado antes da implantação da pesquisa.................................................................................... 21 FIGURA 2 - Matéria seca da Brachiaria decumbens e Canavalia ensiformes avaliada em várias épocas................................................................ 28 Exemplo: - Lista específica: LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Médias do consumo absoluto e relativo de alimentos in natura ou minimamente processados, de alimentos processados e de alimentos ultraprocessados na população brasileira com 10 ou mais anos de idade..................................................................................................... 9 TABELA 2 - Distribuição (%) da ingestão total de energia segundo grupos de alimentos e itens de consumo em estratos da população brasileira............................................................................................... 11 TABELA 3 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar da população brasileira com 10 ou mais anos de idade e da fração deste consumo referente aos grupos de alimentos in natura ou minimamente processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados .................................................................................. 21 TABELA 4 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar de estratos da população brasileira, com 10 ou mais anos de idade, consumo de alimentos ultraprocessados.................................................................. 31 1616 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: - Lista única: LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 - Distribuição dos macrorganismos coletados do solo nos diferentes tratamentos....................................................................................... 12 QUADRO 1 - Resultados da análise química (teores totais) do lodo de esgoto............................................................................................... 15 QUADRO 2 - Características físicas do solo e degradado antes da implantação da pesquisa.................................................................................... 21 FIGURA 2 - Matéria seca da Brachiaria decumbens e Canavalia ensiformes avaliada em várias épocas................................................................ 28 Exemplo: - Lista específica: LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Médias do consumo absoluto e relativo de alimentos in natura ou minimamente processados, de alimentos processados e de alimentos ultraprocessados na população brasileira com 10 ou mais anos de idade..................................................................................................... 9 TABELA 2 - Distribuição (%) da ingestão total de energia segundo grupos de alimentos e itens de consumo em estratos da população brasileira............................................................................................... 11 TABELA 3 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar da população brasileiracom 10 ou mais anos de idade e da fração deste consumo referente aos grupos de alimentos in natura ou minimamente processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados .................................................................................. 21 TABELA 4 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar de estratos da população brasileira, com 10 ou mais anos de idade, consumo de alimentos ultraprocessados.................................................................. 31 Exemplo: - Lista específica na mesma página: LISTA DE QUADROS QUADRO 1 - Distribuição dos macrorganismos coletados do solo nos diferentes tratamentos....................................................................................... 12 QUADRO 2 - Resultados da análise química (teores totais) do lodo de esgoto............................................................................................... 15 QUADRO 3 - Características físicas do solo e degradado antes da implantação da pesquisa.................................................................................... 21 QUADRO 4 - Matéria seca da Brachiaria decumbens e Canavalia ensiformes avaliada em várias épocas................................................................ 28 LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Médias do consumo absoluto e relativo de alimentos in natura ou minimamente processados, de alimentos processados e de alimentos ultraprocessados na população brasileira com 10 ou mais anos de idade.......................................................................... 9 TABELA 2 - Distribuição (%) da ingestão total de energia segundo grupos de alimentos e itens de consumo em estratos da população brasileira.......................................................................................... 11 TABELA 3 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar da população brasileira com 10 ou mais anos de idade e da fração deste consumo referente alimentos in natura ou minimamente processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados ............................................................................ 21 TABELA 4 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar de estratos da população brasileira, com 10 ou mais anos de idade consumo de alimentos ultraprocessados......................................... 31 17 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: - Lista específica na mesma página: LISTA DE QUADROS QUADRO 1 - Distribuição dos macrorganismos coletados do solo nos diferentes tratamentos....................................................................................... 12 QUADRO 2 - Resultados da análise química (teores totais) do lodo de esgoto............................................................................................... 15 QUADRO 3 - Características físicas do solo e degradado antes da implantação da pesquisa.................................................................................... 21 QUADRO 4 - Matéria seca da Brachiaria decumbens e Canavalia ensiformes avaliada em várias épocas................................................................ 28 LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Médias do consumo absoluto e relativo de alimentos in natura ou minimamente processados, de alimentos processados e de alimentos ultraprocessados na população brasileira com 10 ou mais anos de idade.......................................................................... 9 TABELA 2 - Distribuição (%) da ingestão total de energia segundo grupos de alimentos e itens de consumo em estratos da população brasileira.......................................................................................... 11 TABELA 3 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar da população brasileira com 10 ou mais anos de idade e da fração deste consumo referente alimentos in natura ou minimamente processados, alimentos processados e alimentos ultraprocessados ............................................................................ 21 TABELA 4 - Médias de indicadores nutricionais do consumo alimentar de estratos da população brasileira, com 10 ou mais anos de idade consumo de alimentos ultraprocessados......................................... 31 • Lista de Tabelas: A lista de tabelas (elemento opcional) deve ser elaborada de acordo com a ordem de apresentação no texto, NBR 14724 (ABNT, 2011). Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta; b) com o título centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas negritadas; c) com um espaço de 1,5 separando o título da lista propriamente dita; d) os itens (títulos das tabelas) que compõem a lista da tabela devem ter a mesma apresentação tipográfica utilizada no texto (negrito, itálico ou grifo), com letras tamanho 12. A lista deve ser alinhada à margem esquerda, contendo a palavra tabela, o número que a identifica em algarismos arábicos, traço, título, linha pontilhada e número da página de localização no texto. Elemento opcional. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo núme- 1818 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix ro da folha ou página. Modelo de Tabela (Apêndice A13) e Modelo de Quadro (Apên- dice A14). Exemplo: Exemplo: LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Empresas no Estado.................................................................12 TABELA 2 - Empresas da área de Metalurgia no Estado do Espírito Santo.........................................................................................15 TABELA 3 - Número de funcionários no período de 2010 à 2020................23 TABELA 4 - Perfis dos funcionários..............................................................32 • Lista de abreviaturas e siglas: Lista de abreviaturas e/ou siglas (elemento opcional) é a relação alfabética de abre- viaturas e siglas utilizadas no trabalho, seguidas das palavras ou expressões corres- pondentes grafadas por extenso, NBR 14724 (ABNT, 2011). A lista de abreviaturas e/ou siglas não substitui a citação por extenso no texto em sua primeira menção. Recomenda-se a elaboração de uma lista própria para as siglas e outra lista para as abreviaturas. Quando pouco extensas, as listas podem figurar sequencialmente na mesma folha, separadas por tipo. Em caso de siglas estrangeiras, adotar o significado correspondente à sigla no seu original, evitando traduções não consagradas na língua portuguesa. Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta; b) com o título centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas negritadas; c) com um espaço de 1,5 separando o título da lista propriamente dita; 19 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: Exemplo: LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Empresas no Estado.................................................................12 TABELA 2 - Empresas da área de Metalurgia no Estado do Espírito Santo.........................................................................................15 TABELA 3 - Número de funcionários no período de 2010 à 2020................23 TABELA 4 - Perfis dos funcionários..............................................................32 d) com as abreviaturas e/ou as siglas (em ordem alfabética) alinhadas à margem esquerda, com letras tamanho 12 e espaçamento 1,5 entre as linhas; e) com o significado por extenso da abreviaturaou sigla. • Lista de símbolos: Lista de símbolos (elemento opcional) é a relação dos símbolos adotados no traba- lho e seus respectivos significados. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, NBR 14724 (ABNT, 2011). Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta; b) com o título centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas negritadas; c) com um espaço de 1,5 separando o título da lista propriamente dita; d) com os símbolos alinhados à margem esquerda, com letras tamanho 12 e espa- çamento 1,5 entre as linhas; e) com o significado por extenso do símbolo, separado por traço; f) em letras maiúsculas/minúsculas. 2020 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: 2.8 SUMÁRIO Elaborado de acordo com a ABNT NBR 6027/2012 a qual especifica os princípios ge- rais para a elaboração de sumários em qualquer tipo de documento. Sumário é um elemento obrigatório. Deve apresentar a relação dos capítulos e as divisões sequen- ciais em que está organizado o trabalho, indicando-se a página correspondente (Apêndice A15). Sumário trata da enumeração das principais divisões de um documento, na mesma ordem em que a matéria nele se sucede; visa a facilitar a visão de conjunto da obra e a localização de suas partes, devendo aparecer no início da publicação e indicar, para cada parte, a paginação. Permite também uma rápida localização de partes do texto. O sumário deverá vir antes da Introdução. Recomenda-se a mesma fonte tanto no sumário quanto em todas as seções do do- cumento. A palavra SUMÁRIO deverá ser centralizada e grafada com o mesmo tipo de fonte utilizada para as seções primárias. Os elementos pré-textuais não podem constar no sumário. 21 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Deve ser apresentado da seguinte maneira: a) como último elemento pré-textual; b) iniciar no anverso da folha e concluído no verso se necessário, quando docu- mento científico impresso; c) sem os elementos pré-textuais (folha de aprovação, dedicatória, agradecimen- to, epígrafe, resumo na língua vernácula, resumo em língua estrangeira, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de abreviatura e/ou siglas, lista de símbolos); d) iniciar com o primeiro elemento textual (introdução); e) com a palavra sumário centralizada, com letras tamanho 12, maiúsculas ne- gritadas; f) com um espaço de 1,5 separando a palavra sumário do título das seções; g) os itens do sumário devem ter a mesma apresentação tipográfica utilizada no texto (negrito, itálico ou grifo), com fonte tamanho 12 e espaçamento 1,5 entre as linhas; h) o indicativo numérico das seções (primária, secundária, terciária, quaternária e quinária), devem ser alinhados à margem esquerda; i) o título e subtítulo das seções (primária, secundária, terciária, quaternária e qui- nária), inclusive título das seções pós-textuais (referência, glossário, apêndice, anexo e índice), devem ser alinhados pela margem do título do indicativo mais extenso; j) o número da página inicial deve ser ligado ao item (título) por uma linha ponti- lhada. k) Não deverão conter outros textos, apenas os títulos das divisões e subdivisões. 2.9 ELEMENTOS TEXTUAIS O texto é composto de uma parte introdutória, que apresenta os objetivos do tra- balho e as razões de sua elaboração; o desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado; e uma parte conclusiva. Assim, é a parte do trabalho em que o assunto é apresentado e desenvolvido, é cons- tituído de três partes fundamentais: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. 2222 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 2.9.1 INTRODUÇÃO A introdução é uma seção que desperta a curiosidade do leitor, nesta parte o as- sunto é apresentado como um todo, sem detalhes. Trata-se de um texto explicativo, em que o autor apresenta a justificativa do trabalho, ou seja, os fatos que levaram à execução dele. A introdução apresenta as razões de sua elaboração. Parte inicial do texto, onde de- vem constar a delimitação e a ideia geral do assunto tratado. Para isso, um levanta- mento bibliográfico é necessário para a confecção dessa introdução, que deve for- necer ao leitor informações embasadas em publicações confiáveis e que garantam nas “entrelinhas” o motivo, a importância e a justificativa para a apresentação do tema proposto ou desenvolvido no trabalho acadêmico. Seguem abaixo algumas orientações na elaboração da introdução: a) estabelecer o assunto, definindo-o sucinta e claramente, sem deixar dúvidas quanto ao campo e ao período abrangidos e incluindo informações sobre a natureza e a importância do problema b) indicar os objetivos e a finalidade, justificando e esclarecendo sob qual ponto de vista é tratado o assunto c) não se recomenda utilizar tabelas e ilustrações na introdução; d) citações bibliográficas importante caso sejam utilizadas para darem suporte a definições e relatos históricos; e) para trabalhos divididos em capítulos, há uma introdução geral e uma introdu- ção específica para cada capítulo; f) para trabalhos em formato de artigo, há uma introdução geral e os artigos deve- rão obedecer às normas do periódico no qual são/serão publicados; g) referir-se aos tópicos principais, dando o roteiro ou a ordem de exposição dos assuntos h) entretanto, na introdução não são mencionados os resultados obtidos, o que acarretaria desinteresse pela leitura integral do texto. 23 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 2.9.2 DESENVOLVIMENTO Parte mais extensa do trabalho acadêmico, o desenvolvimento contém o referencial teórico, os materiais e métodos/Metodologia, os resultados e a discussão do tema abordado. Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do as- sunto, detalha a pesquisa ou estudo realizado, visa expor o assunto e demonstrar as principais ideias. É, em essência, a fundamentação lógica do trabalho. O texto deverá conter os meios de como será desenvolvido e quais as perspectivas no caso de pro- postas de trabalhos, ou como foi desenvolvido e quais as conclusões dos resultados obtidos em caso de trabalhos concluídos. Esta apresentação pode ser dividida em seções e subseções, que variam em função do tema e da abordagem do método. Não existe padrão único para a estrutura do desenvolvimento, que depende essen- cialmente da natureza do estudo (experimental, não experimental, de campo, de revisão bibliográfica ou outro), da lógica e do bom senso do(a) autor(a). Nesse contexto, a organização do texto será determinada pela natureza do trabalho e respeitará a tradição da área em que ele se insere. De acordo com Andrade (2010, p. 80) os seguintes aspectos devem ser abordados: a) exposição – processo por meio do qual são descritos e analisados os fatos ou apresentadas as ideias; b) argumentação – defende-se a validade das ideias por meio dos argumen- tos, ou seja, do raciocínio lógico, da evidência racional dos fatos, de maneira ordenada, classificando-os e hierarquizando-os; c) discussão – consistente na comparação das ideias; refutam-se ou confir- mam-se os argumentos apresentados, mediante um exercício de interpreta- ção dos fatos ou ideias demonstrados Tem por objetivo desenvolver a ideia principal, analisando-a, ressaltando os porme- nores mais importantes, discutindo hipóteses divergentes, expondo a própria hipó- tese e demonstrando-a. Divide-se em capítulos, seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método. 2424 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix • Referencial teórico O referencial teórico ou revisão de literatura oferece suporte para a discussão do assunto tratado no trabalho acadêmico e identifica relações entre o problema em estudo e o conhecimento prévioexistente. A procura de fontes documentais é im- prescindível para que não ocorra duplicação de esforços, “descobertas” de ideias já elaboradas por outros pesquisadores, além de permitir a reafirmação ou refutação de outras linhas de pesquisa (MARCONI; LAKATOS, 2010). É o elemento que faz referência a trabalhos anteriormente publicados, limitando- -se às contribuições mais importantes diretamente ligadas ao assunto; menciona o nome dos autores(as), no texto ou em notas e, obrigatoriamente, nas referências; oferece base para derivação das hipóteses e a explicação de sua fundamentação, quando for o caso. Ao elaborar o referencial teórico é importante: a) analisar a evolução cronológica do assunto nos documentos anteriormente pu- blicados; b) ater-se às contribuições mais relevantes diretamente relacionadas ao assunto e utilizá-las na discussão dos resultados; c) citar os autores que contribuíram na elaboração do texto e referenciar, obriga- toriamente, todos os documentos objeto de estudo. 2.9.2.1 MATERIAL E MÉTODOS/METODOLOGIA Nesta parte devem ser descritos detalhadamente as técnicas e processos utilizados durante a pesquisa (FRANÇA; VASCONCELLOS, 2007), propiciando uma possível re- petição dos experimentos por outros pesquisadores. No caso de um método inédi- to, criado pelo próprio autor, é necessário justificar suas vantagens em relação aos métodos já desenvolvidos. Técnicas e equipamentos novos devem ser descritos em detalhes e, se possível, recomenda-se o uso de ilustrações. A seção de Material e métodos/Metodologia destina-se a expor os meios dos quais o autor se valeu para a execução do trabalho. Pode ser redigida em corpo único ou dividida em subseções. As subseções mais comuns são: Participantes da Pesquisa, 25 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Caracterização do local da pesquisa, Material utilizados, Procedimentos metodológi- cos. Se houver preferência por redigir em corpo único, a cada produto, material ou equipamento citado no texto, corresponderá uma nota de rodapé na qual constará no mínimo o tipo e a origem do meio empregado. É relevante, por exemplo, informar o tipo de pesquisa conforme as classificações (e.g. pesquisa descritiva, teórico-empírica, delineada na forma de estudo de caso em abordagem qualitativa), em seguida identificar os participantes (se existirem) e o contexto em que se deu a investigação (no caso de pesquisas de campo), descrever a forma de obtenção dos dados (instrumentos/procedimentos). É desejável que a tipificação da pesquisa e a forma de obtenção dos dados apre- sentem justificativas teóricas para as escolhas realizadas, respaldadas com citações. Na metodologia são descritas, também, as técnicas e estratégias utilizadas para as análises dos dados que levaram aos resultados e as discussões relacionadas com os objetivos e com o problema de pesquisa. A descrição precisa dos métodos, materiais, técnicas e equipamentos utilizados, que deve permitir a repetição do experimento ou estudo com a mesma exatidão por outros que possam a vir utilizar. As técnicas e aos métodos já conhecidos pode-se fazer apenas referência e não descrições, sendo suficiente a citação do seu autor. Já as técnicas novas podem ser descritas com detalhes e novos equipamentos podem ser ilustrados com fotografias ou desenhos. 2.9.2.2 DELINEAMENTO DA PROPOSTA DE PESQUISA Em casos de propostas, esta seção será composta de um planejamento da pesquisa em uma dimensão mais ampla do que o Material e métodos. Portanto, esta etapa envolve a previsão de análises e principalmente de interpretação dos métodos. O foco passa de teoria e lógica para preocupações de problemas mais práticos e de verificação dos procedimentos, ou seja, exposição de estratégias e plano geral deter- minando as operações necessárias para executar a proposta de pesquisa. 2626 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 2.9.2.3 RESULTADOS No caso de trabalhos concluídos, nesta seção o autor irá expor o obtido em suas observações. Os resultados poderão estar expressos em quadros, gráficos, tabelas, fotografias ou outros meios que demonstrem o que o trabalho permitiu verificar. Os dados expressos não devem ser repetidos em mais de um tipo de ilustração. As pesquisas quantitativas oferecem subsídios para a conclusão por meio da análise dos resultados obtidos durante a pesquisa. Recomenda-se utilizar dados estatísti- cos, tabulações, comparações, figuras, entre outros recursos que permitam a inter- pretação e discussão dos resultados da pesquisa. 2.9.2.4 DISCUSSÃO Nesse item o autor, ao mesmo tempo que justifica os meios que usou para a ob- tenção dos resultados, pode contrastar esses com os constantes da literatura perti- nente. A liberdade dessa seção se expressa na possibilidade de constarem deduções capazes de conduzir o leitor naturalmente às conclusões. Na discussão dos resultados, o autor deve cumprir as seguintes etapas: a) estabelecer relações entre causas e efeitos; b) apontar as generalizações e os princípios básicos, que tenham comprovações nas observações experimentais; c) esclarecer as exceções, modificações e contradições das hipóteses, teorias e princípios diretamente relacionados com o trabalho realizado; d) indicar as aplicações teóricas ou práticas dos resultados obtidos, bem como suas limitações; e) elaborar, quando possível, uma teoria para explicar certas observações ou resul- tados obtidos; f) sugerir, quando for o caso, novas pesquisas, tendo em vista a experiência adqui- rida no desenvolvimento do trabalho e visando a sua complementação. 27 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Nesse momento, o referencial teórico é retomado para relacionar as novas descober- tas com o conhecimento anteriormente levantado na revisão (FRANÇA; VASCON- CELLOS, 2007). São evidenciadas as convergências e divergências entre as hipóteses estabelecidas no delineamento e o aporte teórico apresentado nas seções anteriores do trabalho. É importante destacar que simples comparações entre os resultados obtidos e os de outros relatos documentais devem ser evitados, pois não oferecem contribuições significativas para a área. A análise dos dados, sua interpretação e dis- cussão podem figurar conjugados (Resultados e Discussão) ou separados. Os resul- tados devem ser agrupados e ordenados convenientemente e, se pertinente, acom- panhados de tabelas e figuras. As pesquisas qualitativas oferecem descrição minuciosa das informações resultan- tes da obtenção e análise criteriosa/crítica dos dados obtidos, fundamentada nos procedimentos específicos estabelecidos na Metodologia da pesquisa. São eviden- ciadas convergências e divergências com os referenciais teórico e bibliográfico, além de argumentação que ofereça evidências de validade para as interpretações, cate- gorizações e triangulações elaboradas pelo autor. Oferecem todos os elementos que permitem ao leitor identificar o alcance dos objetivos da pesquisa, bem como res- posta/s para o problema de investigação evidenciado na Introdução. Na discussão poderá ainda indicar as aplicações e as limitações teóricas e práticas dos resultados obtidos, além de poder ressaltar os aspectos que confirmem ou mo- difiquem de modo significativo as teorias estabelecidas, apresentando novas pers- pectivas para a continuidade da pesquisa. 2.9.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Deve constar os principais resultados da pesquisa, suas contribuições e méritos do estudo devem ser destacados. Os relatos devem ser breves, baseando-se apenas nos dados comprovados, evitando-se repetir ou fazer mera transcrição dos resultados obtidos. Citações bibliográficas devem ser evitadas neste item. Deve focar nos ob- jetivos propostos no estudo e no problema para estruturar as considerações finais. A conclusão deve: “[...] evidenciar as conquistas alcançadascom o estudo; indicar as limitações e as reconsiderações; apontar a relação entre fatos verificados e a teoria.” (MARCONI; LAKATOS, 2010, p. 215). 2828 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix É a recapitulação sintética dos resultados obtidos e pode apresentar propostas e sugestões em razão dos dados coletados e discutidos. O autor pode também fazer sugestões para futuros trabalhos. 2.10 REFERÊNCIAS Referência (elemento obrigatório) é o conjunto padronizado de elementos descri- tivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual, NBR 6023 (ABNT, 2018). Para detalhamento vide item 4.3. Documento é qualquer suporte que contenha informação registrada por um meio, seja este gráfico, visual, sonoro, digital ou outro. São exemplos de documentos: livros, periódicos, normas técnicas, materiais cartográficos, gravações sonoras, gravações de vídeo, fotografias, selos, arquivos magnéticos, entre outros. 2.11 GLOSSÁRIO Elemento opcional, elaborado com palavras empregadas no texto e acompanhadas das respectivas definições, dispostas em ordem alfabética. De acordo com a NBR 14724 (ABNT, 2011, p. 3), glossário é a “[...] relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acom- panhadas das respectivas definições”. As palavras do glossário são ordenadas alfabeticamente e o termo glossário é cen- tralizado, em negrito, utilizando letras maiúsculas, conforme as demais seções pri- márias. O glossário deve ser apresentado da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta, após as referências; b) com o título centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas negritadas; c) com um espaço de 1,5 separando a palavra glossário do seu respectivo texto; d) com a disposição dos termos e suas definições na página a critério do autor. 29 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: GLOSSÁRIO Cocriação: uma estratégia de inovação, em que diferentes partes (uma outra empresa, grupo de clientes ou empreendedores, por exemplo) se juntam com o intuito de produzir um produto/serviço inovador. Crowdsourcing: um processo colaborativo, em que um grupo de pessoas se reúne para fomentar ideias, chegar a soluções e agregar seus conhecimentos focando em um objetivo ou na resolução de algum problema da empresa. Datathon: o termo vem da união das palavras em inglês data (dados) e marathon (maratona). Dando a ideia de uma competição, na qual os participantes buscam desenvolver soluções a partir de um grande volume de dados disponíveis. Hackaton: Composta pelas palavras inglesas “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona). Busca atender um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis. Reúnem-se programadores, designers e desenvolvedores de software para criarem soluções inovadoras a fim de resolver algum problema e/ou dor. Kanban: um método usado para auxiliar na gestão de trabalho. O termo tem origem japonesa e significa “sinalização” ou “cartão”, esse método utiliza-se de post-its – ou cartões coloridos – para organizar os fluxos de trabalho de forma visual. Pitch: É uma apresentação breve (de 3 a 5 minutos) para os investidores para convencê-los de que vale a pena o investimento em sua empresa. Geralmente possui sua estrutura definida da seguinte forma: apresentação, problema, implicações geradas pelo problema, ênfase na solução, diferenciais da solução e a chave de ouro. 2.12 APÊNDICE Apêndice (elemento opcional) é um texto ou documento elaborado pelo(a) autor(a) a fim de complementar sua argumentação, como questionário, entrevista, folder, entre outros. Só deve ser incluído quando for imprescindível, NBR 14724 (ABNT, 2011). O Apêndice deve ser apresentado da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta; 3030 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix b) com o título centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas, seguido de nú- mero e/ou letra separado por traço do seu respectivo título; c) a formatação do conteúdo dos apêndices fica a critério do(a) autor(a); d) no sumário devem ser listados todos os apêndices, com seus respectivos títulos e a indicação da página inicial; e) com paginação contínua a do texto. EXEMPLO: Fonte: NBR 6024 (2012) Exemplo: 1 INTRODUÇÃO Exemplo: APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias 2.13 ANEXO Anexo (elemento opcional) é um texto ou documento não elaborado pelo(a) au- tor(a), que serve de fundamentação, comprovação ou ilustração, como lei, decreto, entre outros. Só deve ser incluído quando for imprescindível, NBR 14724 (ABNT, 2011). O Anexo deve ser assim apresentado: a) em folha e/ou página distinta; b) com o título centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas, seguido de nú- mero8 e/ou letra separado por traço do seu respectivo título; c) a formatação do conteúdo dos anexos fica a critério do(a) autor(a); d) no sumário devem ser listados todos os anexos, com seus respectivos títulos e a indicação da página inicial; e) com paginação contínua a do texto. 31 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle I (Temperatura...) Observação: Anexo e Apêndice: • São documentos ou textos utilizados para complementar e/ou comprovar a ar- gumentação do trabalho. • Não são incluídos no texto para não prejudicar a sequência lógica da leitura. • Diferem apenas quanto à autoria: o apêndice é elaborado pelo autor, enquanto o anexo é de autoria diferente. 2.14 ÍNDICE Segundo a NBR 6034 (ABNT, 2004, p. 1), índice é a “relação de palavras ou frases, or- denadas segundo determinado critério, que localiza e remete para as informações contidas num texto”, ou seja, é uma lista ordenada de termos que permite a localiza- ção de um dado no documento. Elemento opcional. Devem-se extrair informações do documento, inclusive material expressivo contido nas notas de rodapé. O título do índice deve definir sua função. Exemplo: índice de assuntos, índice cronológico, índice onomástico etc. Quando as subdivisões do cabeçalho se estenderem para outra página, um cabeçalho deve ser repetido e acrescido da palavra “continuação” entre parênteses ou em itálico. O índice deve ser apresentado da seguinte maneira: a) em folha e/ou página distinta, após os apêndices e os anexos (se houver); b) com o título centralizado, em letras tamanho 12, maiúsculas negritadas; c) com um espaço de 1,5 separando a palavra índice do seu texto; d) com paginação contínua a do texto; e) deve constar no sumário; f) a formatação do conteúdo do índice fica a critério do(a) autor(a). 3232 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3. FORMAS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA A formatação de trabalhos acadêmicos é regida pela NBR 14724/2011. É natural que as pessoas queiram personalizar os trabalhos por elas desenvolvidos, mas a apresentação é um fator que facilita a leitura e entendimento do trabalho em questão. Para tal, destacamos a seguir os elementos essenciais à apresentação grá- fica destes trabalhos. 3.1 FORMATO Os textos devem ser digitados em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações. Se impresso, utilizar papel branco ou reciclado, no formato A4 (21 cm × 29,7 cm), digitados em tinta preta, em apenas um dos lados da folha. Os elementos pré-textuais devem iniciar no anverso da folha, com exceção dos da- dos internacionais de catalogação na publicação que devem vir no verso da folha de rosto. Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados ou datilografados no anverso e verso das folhas. 3.2 FONTEPara a digitação do trabalho, deve-se utilizar fonte Arial, tamanhos: • 12 (doze) para digitação do texto; • 10 (dez) para digitação de citações diretas com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas e • 12 (quatorze) para titulação das seções. 33 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3.3 MARGEM As margens devem ser: para o anverso, esquerda e superior de 3 cm e direita e infe- rior de 2 cm; para o verso, direita e superior de 3 cm e esquerda e inferior de 2 cm. A medida para cabeçalho deve ser de 2 cm. 3.4 ESPAÇAMENTO Todo texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 entre as linhas, excetuando-se as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustra- ções e das tabelas, natureza (tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetido e área de concentração), que devem ser digitados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. Na folha de rosto e na folha de aprovação, o tipo do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e a área de concentração devem ser alinhados do meio da mancha gráfica para a margem direita. 3.5 PARÁGRAFO Devem ser incluídos os espaços de recuo em todo o texto. Os títulos das seções e subseções devem ser separados do texto que os antecede e que os sucede por um espaço de 1,5 entre linhas. Utilizar o parágrafo recuado a 1,25 cm da margem esquerda, sem espaços entre pa- rágrafos. Os parágrafos do texto devem ser justificados 3.6 NOTAS DE RODAPÉ As notas devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entre as linhas e por filete de 5 cm, a partir da margem es- querda. Devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da 3434 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente, sem espaço entre elas e com fonte menor. 3.7 INDICATIVOS DE SEÇÃO O indicativo numérico, em algarismo arábico, de uma seção precede seu título, ali- nhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Os títulos das seções pri- márias devem começar em página ímpar (anverso), na parte superior da mancha gráfica e ser separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Da mesma forma, os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Títulos que ocupem mais de uma linha devem ser, a partir da segunda linha, alinhados abaixo da primei- ra letra da primeira palavra do título. Para melhor organização e compreensão do texto acadêmico, é necessário utilizar a numeração progressiva segundo a NBR 6024 (ABNT, 2012a). A numeração progres- siva das seções de um documento tem por objetivo evidenciar o desenvolvimento claro e coerente do texto apresentando uma estrutura hierárquica. EXEMPLO: Fonte: NBR 6024 (2012) Exemplo: 1 INTRODUÇÃO Exemplo: APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias SEÇÕES – REGRAS GERAIS As seções devem ser conforme as alíneas a seguir: a) devem ser utilizados algarismos arábicos na numeração; b) deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária; c) o título das seções (primárias, secundárias, terciárias, quaternárias e quinárias) deve ser colocado após o indicativo de seção, alinhado à margem esquerda, separado por um espaço. O texto deve iniciar em outra linha; d) ponto, hífen, travessão, parênteses ou qualquer sinal não podem ser utilizados 35 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix EXEMPLO: Fonte: NBR 6024 (2012) Exemplo: 1 INTRODUÇÃO Exemplo: APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias entre o indicativo da seção e seu título; e) todas as seções devem conter um texto relacionado a elas; f) o indicativo das seções primárias deve ser grafado em números inteiros a partir de 1; g) o indicativo de uma seção secundária é constituído pelo número da seção pri- mária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na sequência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções; h) errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário, apêndice, anexo e índice devem ser centralizados e não numerados, com o mesmo des- taque tipográfico das seções primárias; i) títulos com indicação numérica, que ocupem mais de uma linha, devem ser, a partir da segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título; j) os títulos das seções devem ser destacados tipograficamente, de forma hie- rárquica, da primária à quinária. Podem ser utilizados os recursos gráficos de maiúscula, negrito, itálico ou sublinhado e outros. 3636 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Fonte: NBR 6024 (2012) 37 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3.8 TÍTULOS SEM INDICATIVO NUMÉRICO Os títulos, sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista ou ilustrações, lis- ta de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, Abstract, sumário, referên- cias, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados, em letras maiúsculas e em negrito. Os elementos pré e pós-textuais não obrigatórios, por não serem numerados, devem ser centralizados. 3.8 TÍTULOS SEM INDICATIVO NUMÉRICO Os títulos, sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista ou ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, Abstract, sumário, referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados, em letras maiúsculas e em negrito. Os elementos pré e pós-textuais não obrigatórios, por não serem numerados, devem ser centralizados. Exemplo AGRADECIMENTOS 3.9 PAGINAÇÃO As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas. Para trabalhos digitados somente no anverso, todas as folhas, a partir da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, considerando somente o anverso. A numeração deve figurar, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o últi- mo algarismo a 2 cm da borda direita da folha. Quando o trabalho for digitado em anverso e verso, a numeração das páginas deve ser colocada no anverso da folha, no canto superior direito; e no verso, no canto superior esquerdo. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve ser man- tida uma única sequência de numeração das folhas ou páginas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas ou páginas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. A numeração das folhas dos apêndices ou anexos é sequencial à do texto. 3838 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3.10 ENCADERNAÇÃO A encadernação utilizada depende da natureza do trabalho acadêmico. A utilização de encadernações em espiral ou em capa dura seguirá a indicação do curso. Caso a opção seja pela capa dura, a lombada torna-se um item obrigatório. 3.11 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA Elaborada conforme a ABNT NBR 6024/2012. A numeração progressiva deve ser utilizada para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou sublinhado e outros, no sumário e, de forma idêntica, no texto. Aplica-se à redação de todos os tipos de documentos, independentemente do seu suporte, com exceçãodaqueles que possuem sistematização própria, a exemplo de dicionários, vocabulários etc. 3.11.1 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS SEÇÕES a) seção primária: divisão principal do texto, todas maiúsculas em negrito. b) seção secundária: constituída pelas subdivisões da seção a que pertence. To- das as letras maiúsculas e sem negrito; c) seção terciária: constituída pelas partes que subdividem a seção secundária. Primeiras letras das palavras maiúsculas e em negrito; d) seção quaternária: constituída pelas partes que subdividem a seção terciária. Primeiras letras das palavras maiúsculas e sem negrito; e e) seção quinária: constituída pelas partes que subdividem a seção quaternária. 39 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3.11.2 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS ALÍNEAS sublinhado e outros, no sumário e, de forma idêntica, no texto. Aplica-se à redação de todos os tipos de documentos, independentemente do seu suporte, com exceção daqueles que possuem sistematização própria, a exemplo de dicionários, vocabulários, etc. 3.11.1 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS SEÇÕES a) seção primária: divisão principal do texto, todas maiúsculas em negrito. b) seção secundária: constituída pelas subdivisões da seção a que pertence. Todas as letras maiúsculas e sem negrito; c) seção terciária: constituída pelas partes que subdividem a seção secundária. Primeiras letras das palavras maiúsculas e em negrito; d) seção quaternária: constituída pelas partes que subdividem a seção terciária. Primeiras letras das palavras maiúsculas e sem negrito; e e) seção quinária: constituída pelas partes que subdividem a seção quaternária. 3.11.2 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS ALÍNEAS Exemplo 1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 Seção Terciária a) alínea; - subalínea b) alínea; e c) alínea. 1.1.1.1 Seção Quaternária 1.1.1.1.1 Seção Quinária 3.12 SIGLAS Quando aparece pela primeira vez no texto, deve ser indicada a forma completa do nome que precede a sigla, colocada entre parênteses. 3.12 SIGLAS Quando aparece pela primeira vez no texto, deve ser indicada a forma completa do nome que precede a sigla, colocada entre parênteses. 3.13 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto. Aparecem destacadas no texto. Quando destacadas do parágrafo, são centralizadas; quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois do sinal de adição, subtração, multiplicação e divisão. Na necessidade de numerá-las, o indicativo numérico deve ser em algarismos arábicos, entre parênteses, e alinhado na margem direita. 3.14 ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS • Ilustração: De acordo com a NBR 14724/2011 qualquer que seja o tipo e ilustração, sua EXEMPLO x2 + y2 = z2 ... (1) (x2 + y2) . 5 = n ... (2) Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) 3.13 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto. Aparecem destacadas no tex- to. Quando destacadas do parágrafo, são centralizadas; quando fragmentadas em 4040 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois do sinal de adição, subtração, multiplicação e divisão. Na necessidade de numerá-las, o indicativo numérico deve ser em algarismos arábi- cos, entre parênteses, e alinhado na margem direita. 3.12 SIGLAS Quando aparece pela primeira vez no texto, deve ser indicada a forma completa do nome que precede a sigla, colocada entre parênteses. 3.13 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto. Aparecem destacadas no texto. Quando destacadas do parágrafo, são centralizadas; quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois do sinal de adição, subtração, multiplicação e divisão. Na necessidade de numerá-las, o indicativo numérico deve ser em algarismos arábicos, entre parênteses, e alinhado na margem direita. 3.14 ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS • Ilustração: De acordo com a NBR 14724/2011 qualquer que seja o tipo e ilustração, sua EXEMPLO x2 + y2 = z2 ... (1) (x2 + y2) . 5 = n ... (2) Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) 3.14 ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS • Ilustração: De acordo com a NBR 14724/2011 qualquer que seja o tipo e ilustração, sua identifica- ção aparece na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida do seu número de ocorrência no texto, em algaris- mos arábicos, travessão e do respectivo título. O título deve ser redigido em letra tamanho 12 e espaçamento entre linhas simples. O título, quando extenso e ultrapassar uma linha, deve ser alinhado sob a primeira letra de sua primeira palavra e deve ser justificado, como exemplificado na Figura 4.4. Recomenda-se que o título, a fonte e a própria ilustração sejam centralizadas horizontalmente. A legenda é um texto que tem como objetivo explicar a ilustração e deve ser colocada na parte inferior. A legenda deve ser redigida em letra tamanho 11 e espaçamento entre linhas simples. A fonte da ilustração refere-se à autoria dela. Deve ser colocada na parte inferior. A fonte deve ser redigida em letra tamanho 11 e espaçamento entre linhas simples. É um elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor. identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida do seu número de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título. O título deve ser redigido em letra tamanho 12 e espaçamento entre linhas simples. O título, quando extenso e ultrapassar uma linha, deve ser alinhado sob a primeira letra de sua primeira palavra e deve ser justificado, como exemplificado na Figura 4.4. Recomenda-se que o título, a fonte e a própria ilustração sejam centralizadas horizontalmente. A legenda é um texto que tem como objetivo explicar a ilustração e deve ser colocada na parte inferior. A legenda deve ser redigida em letra tamanho 11 e espaçamento entre linhas simples. A fonte da ilustração refere-se à autoria da mesma. Deve ser colocada na parte inferior. A fonte deve ser redigida em letra tamanho 11 e espaçamento entre linhas simples. É um elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. • Tabelas: Tabela é a forma não discursiva de apresentação de informações que tem por finalidade a descrição e/ou o cruzamento de dados numéricos, codificações, especificações técnicas e símbolos. Dessa forma, a apresentação tabular deve Exemplo: Figura 4.1 – Modelo de ilustração com título extenso que ultrapassa uma linha devendo ser alinhado sob a primeira letra de sua primeira palavra.41 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. • Tabelas: Tabela é a forma não discursiva de apresentação de informações que tem por fina- lidade a descrição e/ou o cruzamento de dados numéricos, codificações, especifi- cações técnicas e símbolos. Dessa forma, a apresentação tabular deve sintetizar os dados nas tabelas de modo a facilitar a leitura e propiciar maior rapidez na interpre- tação das informações. As tabelas podem ser de dois tipos: a) Tabela Estatística – apresenta um conjunto de dados numéricos que expres- sam as variações quantitativas e qualitativas associadas a um determinado fe- nômeno, o qual apresenta a informação central da tabela; os outros elementos presentes na tabela têm a função de completá-los ou explicitá-los; b) Tabela Especial ou Técnica – apresenta especificações técnicas a respeito de um determinado produto ou área de interesse, como por exemplo: classificação periódica de elementos químicos; tabela dos valores da distribuição normal. As tabelas devem ser citadas no texto, inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Esta- tística (IBGE, 1993). Exceto quando o texto for redigido em formato de artigo: nesse caso, a localização da tabela deve seguir as normas do periódico científico. Recomenda-se que as tabelas de um documento “apresentem uniformidade gráfi- ca como, por exemplo, nos corpos e tipos de letras e números, no uso de maiúsculas e minúsculas e nos sinais gráficos utilizados” (IBGE, 1993, p. 30). A padronização e apresentação de tabelas são estabelecidas pelo IBGE (1993), o qual disponibiliza na íntegra as normas para consulta. Para a apresentação de tabelas, observar: a) inserir o mais próximo possível do trecho a que se referem: 4242 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix b) não usar linhas laterais para fechar a tabela; c) posicionamento da tabela: • grande: alinhar à margem esquerda do texto; • pequena: centralizar na página do texto. d) na parte superior da tabela deve conter: • o título deve ser constituído da palavra tabela, seguido do número que a identifica em algarismos arábicos, traço e o título (descrição do conteúdo) da tabela, alinhado à margem esquerda da tabela; • para títulos longos, a segunda linha do título deve ser alinhada abaixo da letra inicial do título da primeira linha; • o título deve ser escrito em letras tamanho 10 maiúsculas, com espaçamento simples entre as linhas. d) na parte superior da tabela deve conter: - o título deve ser constituído da palavra tabela, seguido do número que a identifica em algarismos arábicos, traço e o título (descrição do conteúdo) da tabela, alinhado à margem esquerda da tabela; - para títulos longos, a segunda linha do título deve ser alinhada abaixo da letra inicial do título da primeira linha; - o título deve ser escrito em letras tamanho 10 maiúsculas, com espaçamento simples entre as linhas. Exemplo: TABELA 1 – TAXA GEOMÉTRICA DE CRESCIMENTO DE POPULAÇÃO NOS ESTADOS E REGIÕES METROPOLITANAS 1980-1981 e) na parte inferior da tabela deve conter: - a fonte: indicação de onde os dados foram retirados; - usar fonte tamanho 10 - a fonte deve constar na lista de referências; - quando for produção do(a) próprio(a) autor(a), utilizar a expressão O autor seguida do ano entre parênteses; Exemplo: Fonte: O AUTOR (2010) Fonte: MAIA (2020) Indicação da fonte de onde foi retirada a Tabela – Usar fonte tamanho 10 Título da Tabela devo usar fonte tamanho 10 d) na parte superior da tabela deve conter: - o título deve ser constituído da palavra tabela, seguido do número que a identifica em algarismos arábicos, traço e o título (descrição do conteúdo) da tabela, alinhado à margem esquerda da tabela; - para títulos longos, a segunda linha do título deve ser alinhada abaixo da letra inicial do título da primeira linha; - o título deve ser escrito em letras tamanho 10 maiúsculas, com espaçamento simples entre as linhas. Exemplo: TABELA 1 – TAXA GEOMÉTRICA DE CRESCIMENTO DE POPULAÇÃO NOS ESTADOS E REGIÕES METROPOLITANAS 1980-1981 e) na parte inferior da tabela deve conter: - a fonte: indicação de onde os dados foram retirados; - usar fonte tamanho 10 - a fonte deve constar na lista de referências; - quando for produção do(a) próprio(a) autor(a), utilizar a expressão O autor seguida do ano entre parênteses; Exemplo: Fonte: O AUTOR (2010) Fonte: MAIA (2020) Indicação da fonte de onde foi retirada a Tabela – Usar fonte tamanho 10 Título da Tabela devo usar fonte tamanho 10 e) na parte inferior da tabela deve conter: • a fonte: indicação de onde os dados foram retirados; • usar fonte tamanho 10 • a fonte deve constar na lista de referências; • quando for produção do(a) próprio(a) autor(a), utilizar a expressão O autor se- guida do ano entre parênteses; 43 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Sua indicação pode integrar o texto (com apenas a inicial maiúscula) ou localizar-se no final da frase, entre parênteses (com todas as letras maiúsculas). Sua indicação pode integrar o texto (com apenas a inicial maiúscula) ou localizar-se no final da frase, entre parênteses (com todas as letras maiúsculas). - quando a elaboração da tabela for adaptada ou modificada com base em outros autores, utilizar a expressão Adaptada, seguida da data entre parênteses ou Modificada, seguida da data (ano) entre parênteses, e referenciar o documento na lista ao final do trabalho; - a fonte deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas, com espaçamento simples entre as linhas; Exemplo: Fonte: Adaptada de TEIXEIRA (2015). Fonte: Modificada de GOMES (2010). - Notas: esclarecimentos e observações de natureza geral da tabela. Devem ser escritas em letras tamanho 10, maiúsculas e minúsculas com espaçamento simples entre as linhas; - Legenda: descrição das convenções utilizadas na elaboração da Tabela. Deve ser escrita em letras tamanho 10, maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples entre as linhas; Exemplo: Na Tabela 4, observa-se a quantidade de alimentos consumidos na Escola X em 2018...... OU No ano de 2018, a Escola X consumiu 10.000 kg de alimentos (TABELA 4). • quando a elaboração da tabela for adaptada ou modificada com base em outros autores, utilizar a expressão Adaptada, seguida da data entre parênteses ou Mo- dificada, seguida da data (ano) entre parênteses, e referenciar o documento na lista ao final do trabalho; • a fonte deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas, com es- paçamento simples entre as linhas; Sua indicação pode integrar o texto (com apenas a inicial maiúscula) ou localizar-se no final da frase, entre parênteses (com todas as letras maiúsculas). - quando a elaboração da tabela for adaptada ou modificada com base em outros autores, utilizar a expressão Adaptada, seguida da data entre parênteses ou Modificada, seguida da data (ano) entre parênteses, e referenciar o documento na lista ao final do trabalho; - a fonte deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas, com espaçamento simples entre as linhas; Exemplo: Fonte: Adaptada de TEIXEIRA (2015). Fonte: Modificada de GOMES (2010). - Notas: esclarecimentose observações de natureza geral da tabela. Devem ser escritas em letras tamanho 10, maiúsculas e minúsculas com espaçamento simples entre as linhas; - Legenda: descrição das convenções utilizadas na elaboração da Tabela. Deve ser escrita em letras tamanho 10, maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples entre as linhas; Exemplo: Na Tabela 4, observa-se a quantidade de alimentos consumidos na Escola X em 2018...... OU No ano de 2018, a Escola X consumiu 10.000 kg de alimentos (TABELA 4). • Notas: esclarecimentos e observações de natureza geral da tabela. Devem ser escritas em letras tamanho 10, maiúsculas e minúsculas com espaçamento sim- ples entre as linhas; • Legenda: descrição das convenções utilizadas na elaboração da Tabela. Deve ser escrita em letras tamanho 10, maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples entre as linhas; f) no corpo da tabela: são dispostos os dados e informações da tabela. • Não usar linhas nas laterais para fechar a tabela; 4444 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix • Usar letras tamanho 12 com espaçamento simples entre as linhas; g) tabelas que ocupam mais de uma página devem ser continuadas na folha seguinte, observando-se: • Não devem ser delimitadas (fechadas) na sua parte inferior, a não ser na últi- ma página; • o título/cabeçalho da tabela deve ser repetido em todas as páginas, constan- do a palavra continua na primeira página, continuação nas páginas inter- mediárias e conclusão na última página, usar fonte tamanho 12. Exemplo: Organização dos elementos gráficos na tabela f) no corpo da tabela: são dispostos os dados e informações da tabela. - Não usar linhas nas laterais para fechar a tabela; - Usar letras tamanho 12 com espaçamento simples entre as linhas; g) tabelas que ocupam mais de uma página devem ser continuadas na folha seguinte, observando-se: - Não devem ser delimitadas (fechadas) na sua parte inferior, a não ser na última página; - o título/cabeçalho da tabela deve ser repetido em todas as páginas, constando a palavra continua na primeira página, continuação nas páginas intermediárias e conclusão na última página, usar fonte tamanho 12. Exemplo: Organização dos elementos gráficos na tabela Título (tipo de elemento e número de referência; descrição do conteúdo; data) Corpo (dados e conteúdo) Fonte: (informações de onde foram retirados ou baseados os dados) Nota: (informações e observações gerais) Legenda: (explicações das convenções utilizadas) Exemplo: Tabela pequena Exemplo: Tabela pequena https://www.normasabnt.org/tabela-nas-normas-abnt-como-inserir-tabelas/ 45 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: Tabela grande – Empregando a expressão “continua e continuação e con- clusão”. Exemplo: Tabela grande – Empregando a expressão “continua e continuação e conclusão”. • Quadros: A identificação dos quadros aparece na parte inferior, precedida da palavra designa- da, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábi- cos. 4646 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Quadros são arranjos de informações qualitativas e textuais e devem ser inseridos o mais próximo possível do trecho a que se referem. Devem ser apresentados da seguinte maneira: a) dispostos em colunas e linhas fechadas com traços horizontais e verticais; b) posicionamento do quadro: • grande: alinhar à margem esquerda do texto; • pequeno: centralizar na página do texto. c) na parte superior deve conter: • o título deve ser constituído da palavra quadro, seguido do número que o identifica em algarismos arábicos, traço e o título (descrição do conteúdo) do quadro, centralizado; • para títulos longos, a segunda linha do título deve ser alinhada abaixo da letra inicial do título da primeira linha; • o título deve ser escrito em letras tamanho 10 maiúsculas com espaçamento simples entre as linhas. • Quadros: A identificação dos quadros aparece na parte inferior, precedida da palavra designada, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos. Quadros são arranjos de informações qualitativas e textuais e devem ser inseridos o mais próximo possível do trecho a que se referem. Devem ser apresentados da seguinte maneira: a) dispostos em colunas e linhas fechadas com traços horizontais e verticais; b) posicionamento do quadro: - grande: alinhar à margem esquerda do texto; - pequeno: centralizar na página do texto. c) na parte superior deve conter: - o título deve ser constituído da palavra quadro, seguido do número que o identifica em algarismos arábicos, traço e o título (descrição do conteúdo) do quadro, centralizado; - para títulos longos, a segunda linha do título deve ser alinhada abaixo da letra inicial do título da primeira linha; - o título deve ser escrito em letras tamanho 10 maiúsculas com espaçamento simples entre as linhas. Exemplos: QUADRO 1 – Relação de alunos inscritos no concurso QUADRO 2 – Identificação de amostras de Bactérias d) na parte inferior deve conter: • a fonte: indicação de onde os dados foram retirados; • a fonte deve constar na lista de referências; • quando for produção do(a) próprio(a) autor(a), utilizar a expressão O autor seguida da data entre parênteses; 47 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix d) na parte inferior deve conter: - a fonte: indicação de onde os dados foram retirados; - a fonte deve constar na lista de referências; - quando for produção do(a) próprio(a) autor(a), utilizar a expressão O autor seguida da data entre parênteses; Exemplo: FONTE: O autor (2013). - quando a elaboração do quadro for adaptada ou modificada com base em outros autores, utilizar a expressão Adaptado, seguida da data entre parênteses ou Modificado seguida da data entre parênteses e, referenciar o documento na lista ao final do trabalho; - a fonte deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas, com espaçamento simples entre as linhas; - a fonte deve constar na lista de referências; Exemplo: FONTE: Adaptada de TEIXEIRA (2015) FONTE: Modificada de SANTOS (2011) - Notas: esclarecimentos e observações de natureza geral do quadro. Devem ser escritas em letras tamanho 10 maiúscula e minúsculas com espaçamento simples entre as linhas; - Legenda: descrição das convenções utilizadas na elaboração do Quadro. Deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples entre as linhas. e) no corpo do quadro: são dispostos os dados e informações do quadro. d) na parte inferior deve conter: - a fonte: indicação de onde os dados foram retirados; - a fonte deve constar na lista de referências; - quando for produção do(a) próprio(a) autor(a), utilizar a expressão O autor seguida da data entre parênteses; Exemplo: FONTE: O autor (2013). - quando a elaboração do quadro for adaptada ou modificada com base em outros autores, utilizar a expressão Adaptado, seguida da data entre parênteses ou Modificado seguida da data entre parênteses e, referenciar o documento na lista ao final do trabalho; - a fonte deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas, com espaçamento simples entre as linhas; - a fonte deve constar na lista de referências; Exemplo: FONTE: Adaptada de TEIXEIRA (2015) FONTE: Modificada de SANTOS (2011) - Notas: esclarecimentos e observações de natureza geraldo quadro. Devem ser escritas em letras tamanho 10 maiúscula e minúsculas com espaçamento simples entre as linhas; - Legenda: descrição das convenções utilizadas na elaboração do Quadro. Deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples entre as linhas. e) no corpo do quadro: são dispostos os dados e informações do quadro. • quando a elaboração do quadro for adaptada ou modificada com base em outros autores, utilizar a expressão Adaptado, seguida da data entre parên- teses ou Modificado seguida da data entre parênteses e, referenciar o docu- mento na lista ao final do trabalho; • a fonte deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas, com espaçamento simples entre as linhas; • a fonte deve constar na lista de referências; • Notas: esclarecimentos e observações de natureza geral do quadro. Devem ser escritas em letras tamanho 10 maiúscula e minúsculas com espaçamento sim- ples entre as linhas; • egenda: descrição das convenções utilizadas na elaboração do Quadro. Deve ser escrita em letras tamanho 10 maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples entre as linhas. e) no corpo do quadro: são dispostos os dados e informações do quadro. • usar linhas laterais para fechar o quadro, sendo as linhas internas opcionais; • usar letras tamanho 10 com espaçamento simples entre as linhas. f) quadros que ocupam mais de uma página devem ser continuados na folha se- guinte, observando-se: • não devem ser delimitados (fechados) na sua parte inferior, a não ser na últi- ma página; • o título/cabeçalho do quadro deve ser repetido em todas as páginas, constan- do a palavra continua na primeira página, continuação nas páginas interme- diárias e conclusão na última página. 4848 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4. USO DE CITAÇÕES Citação é a menção no texto de uma informação ou de trechos extraídos de outra fonte com a finalidade de esclarecer, ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. A fonte de onde foi extraída a informação deve ser citada obrigatoriamente no texto ou em nota de rodapé, respeitando-se desta forma os direitos autorais. Os dados completos da fonte de onde foram extraídas as citações devem constar na lista de referências ao final do documento. Assim, é importante informar as regras utilizadas para a indicação de fontes em tra- balhos acadêmicos, disciplinadas no Brasil pela ABNT, na normatização sobre apre- sentação de citações conforme a NBR-10520/2002 e na normatização a respeito de referências segundo a NBR– 6023/2020. As argumentações apresentadas devem ser sustentadas na correta apresentação das referências utilizadas, bem como na precisão da citação dos autores ao longo do texto. Caso contrário, se configurará em ato de plágio. Entre as características do plágio, atribui-se também a apresentação de uma obra intelectual sem a menção do nome do autor, assumindo assim a autoria indevida de um determinado pensa- mento ou conteúdo. Faça com cuidado e atenção a devida citação do documento, pois a exatidão e precisão na apresentação das citações são essenciais durante a elaboração do texto. De acordo com Arrabal (2006) e Ventura (2009), nos textos técnicos e científicos, ao relatar os conteúdos de uma pesquisa, também se devem registrar adequadamente os documentos e as fontes utilizadas possibilitando, assim, que outros pesquisado- res possam acessar essas publicações, contribuindo, portanto, para o processo evo- lutivo do conhecimento. É necessário compreender claramente a distinção funcional entre citação, chama- da e referência. As três são recursos metodológicos formais, que apresentam forte vínculo com o conteúdo material de qualquer trabalho acadêmico e científico. Im- precisões terminológicas podem levar a uma consequente dificuldade no emprego adequado desses recursos, prejudicando sobremaneira a credibilidade e a qualida- de do trabalho (ARRABAL, 2006). 49 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Quanto a localização, as citações podem aparecer: a) no texto; b) em notas de rodapé. As citações de rodapé é a citação que será incluída em nota de rodapé. Apresentação da autoria nas citações pode ser feita de duas formas no texto: a) Citação na sentença - Autoria (data, páginas) b) Citação pós-sentença - (AUTORIA, data, páginas) • CITAÇÃO NA SENTENÇA Quando a autoria (sobrenome do(a) autor(a), instituição responsável, nome geográ- fico ou título do documento) for mencionada na sentença, deve-se indicá-la em le- tras maiúsculas e minúsculas e mencionar entre parênteses apenas a data e a(s) página(s), separadas por vírgula. A indicação da(s) página(s) consultada(s) é obrigatória para as citações diretas e op- cional para as citações indiretas. Exemplos: terminológicas podem levar a uma consequente dificuldade no emprego adequado desses recursos, prejudicando sobremaneira a credibilidade e a qualidade do trabalho (ARRABAL, 2006). Quanto a localização, as citações podem aparecer: a) no texto; b) em notas de rodapé. As citações de rodapé é a citação que será incluída em nota de rodapé. Apresentação da autoria nas citações pode ser feita de duas formas no texto: a) Citação na sentença - Autoria (data, páginas) b) Citação pós-sentença - (AUTORIA, data, páginas) Citação na sentença Quando a autoria (sobrenome do(a) autor(a), instituição responsável, nome geográfico ou título do documento) for mencionada na sentença, deve-se indicá-la em letras maiúsculas e minúsculas e mencionar entre parênteses apenas a data e a(s) página(s), separadas por vírgula. A indicação da(s) página(s) consultada(s) é obrigatória para as citações diretas e opcional para as citações indiretas. Exemplos: No texto Pasquali et al. (1981, p. 54) afirmam que outra variável que tem importância especial como característica de personalidade é a autoestima, isto é, a extensão em que o indivíduo se percebe como competente, capaz, e que pode prover a satisfação de suas necessidades. 5050 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Na lista de referências PASQUALI, L. et al. Satisfação na tarefa, autoestima e dificuldade na tarefa: um modelo explicativo. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 53-57, jul./set. 1981. Citação pós-sentença Quando a autoria (sobrenome do(a) autor(a), instituição responsável, nome geográfico ou título do documento) for mencionada após a ideia do autor ou no final da sentença, deve-se indicá-la em letras maiúsculas entre parênteses, seguida da data e da(s) página(s), separadas por vírgula. A indicação da(s) página(s) consultada(s) é obrigatória para as citações diretas e opcional para as citações indiretas. Exemplos: No texto Pesquisas apontam que outra variável que tem importância especial como característica de personalidade é a autoestima, isto é, a extensão em que o indivíduo se percebe como competente, capaz, e que pode prover a satisfação de suas necessidades (PASQUALI et al., 1981, p. 54). Na lista de referências PASQUALI, L. et al. Satisfação na tarefa, autoestima e dificuldade na tarefa: um modelo explicativo. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 53-57, jul./set. 1981. Quanto a indicação de páginas em citações, ressalta-se que na indicação do número de página(s) do documento citado, observar: a) nas citações diretas, a indicação da(s) página(s) é obrigatória; b) nas citações indiretas, a indicação da(s) página(s) é opcional; Na lista de referências PASQUALI, L. et al. Satisfação na tarefa, autoestima e dificuldade na tarefa: um modelo explicativo. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 53-57, jul./set. 1981. Citação pós-sentença Quando a autoria(sobrenome do(a) autor(a), instituição responsável, nome geográfico ou título do documento) for mencionada após a ideia do autor ou no final da sentença, deve-se indicá-la em letras maiúsculas entre parênteses, seguida da data e da(s) página(s), separadas por vírgula. A indicação da(s) página(s) consultada(s) é obrigatória para as citações diretas e opcional para as citações indiretas. Exemplos: No texto Pesquisas apontam que outra variável que tem importância especial como característica de personalidade é a autoestima, isto é, a extensão em que o indivíduo se percebe como competente, capaz, e que pode prover a satisfação de suas necessidades (PASQUALI et al., 1981, p. 54). Na lista de referências PASQUALI, L. et al. Satisfação na tarefa, autoestima e dificuldade na tarefa: um modelo explicativo. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 53-57, jul./set. 1981. Quanto a indicação de páginas em citações, ressalta-se que na indicação do número de página(s) do documento citado, observar: a) nas citações diretas, a indicação da(s) página(s) é obrigatória; b) nas citações indiretas, a indicação da(s) página(s) é opcional; • CITAÇÃO PÓS-SENTENÇA Quando a autoria (sobrenome do(a) autor(a), instituição responsável, nome geográ- fico ou título do documento) for mencionada após a ideia do autor ou no final da sentença, deve-se indicá-la em letras maiúsculas entre parênteses, seguida da data e da(s) página(s), separadas por vírgula. A indicação da(s) página(s) consultada(s) é obrigatória para as citações diretas e op- cional para as citações indiretas. Exemplos: Quanto a indicação de páginas em citações, ressalta-se que na indicação do nú- mero de página(s) do documento citado, observar: a) nas citações diretas, a indicação da(s) página(s) é obrigatória; b) nas citações indiretas, a indicação da(s) página(s) é opcional; 51 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix c) quando forem citadas páginas consecutivas, os números das páginas inicial e final são separados por hífen (Exemplo: p. 10-11) Quando a publicação não for paginada ou tiver paginação irregular, registra-se essa ocorrência da seguinte forma: c) quando forem citadas páginas consecutivas, os números das páginas inicial e final são separados por hífen (Exemplo: p. 10-11) Quando a publicação não for paginada ou tiver paginação irregular, registra-se essa ocorrência da seguinte forma: Situação Como usar Quando não for paginado Não paginado ou não p. Quando a paginação for irregular Paginação irregular ou p. irreg. 4.1 CITAÇÃO É a transcrição, literal ou não, de uma ideia ou informação obtida em uma fonte externa, considerada importante para sustentar, esclarecer ou ilustrar o texto que se escreve. Podem figurar incluídas no texto em notas de rodapé ou remetendo às referências no final do texto. Quanto os tipos de citação, pode ser: a) citação direta; b) citação indireta; c) citação de citação. As citações diretas apresentam-se com até três linhas ou mais de três linhas. Já as citações indiretas apresentam-se em forma de paráfrase ou condensação. 4.1.1 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL É a transcrição literal de um texto, ou de parte dele, conservando-se a grafia, pontuação, uso de maiúsculas e do idioma original da publicação consultada. É usada somente quando um pensamento significativo for particularmente bem expresso, ou quando for absolutamente necessário e essencial transcrever as 4.1 CITAÇÃO É a transcrição, literal ou não, de uma ideia ou informação obtida em uma fonte externa, considerada importante para sustentar, esclarecer ou ilustrar o texto que se escreve. Podem figurar incluídas no texto em notas de rodapé ou remetendo às referências no final do texto. Quanto os tipos de citação, pode ser: a) citação direta; b) citação indireta; c) citação de citação. As citações diretas apresentam-se com até três linhas ou mais de três linhas. Já as citações indiretas apresentam-se em forma de paráfrase ou condensação. 4.1.1 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL É a transcrição literal de um texto, ou de parte dele, conservando-se a grafia, pontu- ação, uso de maiúsculas e do idioma original da publicação consultada. É usada somente quando um pensamento significativo for particularmente bem expresso, ou quando for absolutamente necessário e essencial transcrever as pala- 5252 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix vras de um autor. Transcreve com exatidão as palavras do autor citado. Muito utiliza- da para definições e conceitos As citações diretas podem ser: a) curtas: com até três linhas; b) longas: com mais de três linhas. A) CITAÇÃO DE ATÉ TRÊS LINHAS (CURTAS): A citação direta curta com até três linhas deve ser: a) transcrita entre aspas duplas para delimitar a citação; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no parágrafo do texto no qual está inserida; c) é obrigatório indicação da(s) página(s) Para apresentação citações diretas, com até 3 linhas, observar: a) em citação que apresenta ponto final no original encerrando a frase, as aspas finais são colocadas após o ponto final. palavras de um autor. Transcreve com exatidão as palavras do autor citado. Muito utilizada para definições e conceitos As citações diretas podem ser: a) curtas: com até três linhas; b) longas: com mais de três linhas. a) Citação de até três linhas (curtas): A citação direta curta com até três linhas deve ser: a) transcrita entre aspas duplas para delimitar a citação; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no parágrafo do texto no qual está inserida; c) é obrigatório indicação da(s) página(s) Para apresentação citações diretas, com até 3 linhas, observar: a) em citação que apresenta ponto final no original encerrando a frase, as aspas finais são colocadas após o ponto final. Exemplos: Neste sentido é possível afirmar que “a pesquisa microbiológica pretende distinguir-se, via de regra, pelo seu método e também pelo seu objeto.” (VENTURA, 2007, p. 10). Segundo Chiavenato (1992, p. 125), “treinamento é o ato intencional de fornecer os meios para proporcionar a aprendizagem.” No entanto, quando no texto original da citação não existir ponto final, este deve ser registrado após as aspas, de acordo com a redação do autor. b) se no texto original já existirem palavras com aspas ou frase na citação que já contenha aspas, estas são substituídas por aspas simples. 53 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix No entanto, quando no texto original da citação não existir ponto final, este deve ser registrado após as aspas, de acordo com a redação do autor. b) se no texto original já existirem palavras com aspas ou frase na citação que já contenha aspas, estas são substituídas por aspas simples. b) Citação com mais de três linhas (longas): A citação direta longa com mais de três linhas, deve ser: a) transcrita em parágrafo distinto; b) com recuo de 4 cm da margem esquerda; c) deve ser escrita sem aspas; d) com letras tamanho 10 e espaçamento simples; e) é obrigatório indicação da(s) página(s); f) com uma linha em branco separando a citação dos parágrafos anterior e posterior; g) o ponto final deve ser colocado após a citação e após a autoria. Exemplo: Segundo Bakhtin (1987, p. 388), “a expressão ‘furiosa’ dessa estátua de que fala Rabelais corresponde também à realidade.” B) CITAÇÃO COM MAIS DE TRÊS LINHAS (LONGAS): A citação direta longa com mais de três linhas, deve ser: a) transcrita em parágrafo distinto; b) com recuo de 4 cm da margem esquerda; c) deve ser escrita sem aspas; d) com letras tamanho 10 e espaçamento simples; e) é obrigatório indicação da(s) página(s);f) com uma linha em branco separando a citação dos parágrafos anterior e poste- rior; g) o ponto final deve ser colocado após a citação e após a autoria. 4.1.2 CITAÇÃO INDIRETA É o texto redigido pelo(a) autor(a) do trabalho com base em ideias de outro(s) autor(es) e/ou autora(s), devendo, contudo, reproduzir fielmente o sentido do texto original. A citação indireta pode aparecer sob a forma de paráfrase ou de condensação. É importante destacar que, no registro de uma ideia obtida em qualquer fonte de informação consultada, esta deve ser sempre citada. Na citação indireta utilizamos a paráfrase, que é a expressão da ideia de outro, com as palavras do(a) autor(a) do documento. É o que fazemos ao reescrever um texto com as nossas palavras, mas mantemos o sentido original. Para elaborar uma boa paráfrase, preciso ler bem o texto e identificar alguns aspectos importantes e isso nós fazemos em dois momentos de leitura: leitura inspecional, a Exemplos: Em outras palavras, ensinar a pensar significa não transferir ou transmitir a um outro que recebe de forma passiva, mas o contrário, provocar, desafiar ou ainda promover as condições de construir, refletir, compreender, transformar, sem perder de vista o respeito a autonomia e dignidade deste outro. Esse olhar reflete a postura do professor que se vale de uma abordagem pautada no método ativo (DIESEL; BALDEZ; MARTINS, 2019, p. 278). OU Para Diesel, Baldez e Martins (2019, p. 278) estes autores ressaltam que ensinar a pensar significa não transferir ou transmitir a um outro que recebe de forma passiva, mas o contrário, provocar, desafiar ou ainda promover as condições de construir, refletir, compreender, transformar, sem perder de vista o respeito a autonomia e dignidade deste outro. Esse olhar reflete a postura do professor que se vale de uma abordagem pautada no método ativo. 4 cm Trecho da citação usar espaçamento simples, fonte 10 e recuo de 4 cm. 5454 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.1.2 CITAÇÃO INDIRETA É o texto redigido pelo(a) autor(a) do trabalho com base em ideias de outro(s) autor(es) e/ou autora(s), devendo, contudo, reproduzir fielmente o sentido do texto original. A citação indireta pode aparecer sob a forma de paráfrase ou de condensação. É importante destacar que, no registro de uma ideia obtida em qualquer fonte de informação consultada, esta deve ser sempre citada. Na citação indireta utilizamos a paráfrase, que é a expressão da ideia de outro, com as palavras do(a) autor(a) do documento. É o que fazemos ao reescrever um texto com as nossas palavras, mas mantemos o sentido original. Para elaborar uma boa paráfrase, preciso ler bem o texto e identificar alguns aspec- tos importantes e isso nós fazemos em dois momentos de leitura: leitura inspecio- nal, a fim de buscar os principais dados do texto (autor, assunto, tema) e leitura aten- ta, cujo objetivo é levantar os referenciais do texto lido (gênero textual, modalidade discursiva, informações mais importantes). Deve manter aproximadamente o mesmo tamanho da citação original, observan- do-se que: a) é escrita sem aspas; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida; c) é opcional a indicação da(s) página(s), porém, para não confundir com a citação direta, orientamos a não indicar página na citação indireta. Exemplos: fim de buscar os principais dados do texto (autor, assunto, tema) e leitura atenta, cujo objetivo é levantar os referenciais do texto lido (gênero textual, modalidade discursiva, informações mais importantes). Deve manter aproximadamente o mesmo tamanho da citação original, observando-se que: a) é escrita sem aspas; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida; c) é opcional a indicação da(s) página(s), porém, para não confundir com a citação direta, orientamos a não indicar página na citação indireta. Exemplos: Na sentença Tassoni (2000) aponta que as experiências vivenciadas em sala de aula transcorrem por uma vinculação afetiva entre adultos e criança, tornando-se familiar e confortável, tal qual a relação pai-mãe-filho, favorecendo então avanços no âmbito cognitivo. Pós-sentença A prática educativa possui papel fundamental na formação humana, posto que sua essência é formadora, e como tal, de natureza ética, por ser uma prática especificamente humana (FREIRE, 2015) A condensação é a síntese de um texto longo, um capítulo, uma seção ou parte, sem alterar fundamentalmente a ideia do(a) autor(a), observando-se que: a) é escrita sem aspas; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida; c) é opcional a indicação da(s) página(s). 55 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix fim de buscar os principais dados do texto (autor, assunto, tema) e leitura atenta, cujo objetivo é levantar os referenciais do texto lido (gênero textual, modalidade discursiva, informações mais importantes). Deve manter aproximadamente o mesmo tamanho da citação original, observando-se que: a) é escrita sem aspas; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida; c) é opcional a indicação da(s) página(s), porém, para não confundir com a citação direta, orientamos a não indicar página na citação indireta. Exemplos: Na sentença Tassoni (2000) aponta que as experiências vivenciadas em sala de aula transcorrem por uma vinculação afetiva entre adultos e criança, tornando-se familiar e confortável, tal qual a relação pai-mãe-filho, favorecendo então avanços no âmbito cognitivo. Pós-sentença A prática educativa possui papel fundamental na formação humana, posto que sua essência é formadora, e como tal, de natureza ética, por ser uma prática especificamente humana (FREIRE, 2015) A condensação é a síntese de um texto longo, um capítulo, uma seção ou parte, sem alterar fundamentalmente a ideia do(a) autor(a), observando-se que: a) é escrita sem aspas; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida; c) é opcional a indicação da(s) página(s). A condensação é a síntese de um texto longo, um capítulo, uma seção ou parte, sem alterar fundamentalmente a ideia do(a) autor(a), observando-se que: a) é escrita sem aspas; b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida; c) é opcional a indicação da(s) página(s). Exemplos: Exemplos: Na sentença Thompson (1977) analisa a sociedade inglesa dos séculos XVII e XIX, tenta recuperar o espaço da luta de classes, a estrutura do domínio, o ritual da pena capital, e dedica especial atenção à hegemonia que a lei estabelece nesse campo. Pós-sentença Analisa a sociedade inglesa dos séculos XVII e XIX, tenta recuperar o espaço da luta de classes, a estrutura do domínio, o ritual da pena capital, e dedica especial atenção à hegemonia que a lei estabelece nesse campo (THOMPSON, 1977). 4.1.3 CITAÇÃO DA CITAÇÃO É quando se faz menção de informações ou conceitos de um documento ao qual não se teve acesso, mas que se tomou conhecimento apenas por citação em outro trabalho que foi consultado. Só se recomenda o seu uso de citação de citação na total impossibilidade de acessar o documento original como nos casos de documentos muito antigos ou com barreira linguística, uma vez que existe o risco de escrevermos falsas interpretações ou incorreções. Somente o autor da obra consultada deve ser mencionado nas referências. Opcionalmente pode-se mencionar os dados do documento original em nota de rodapé. Deve ser transcrita da seguinte maneira: sobrenome do autor do documento original, ano, seguido da expressão citado por ou apud, sobrenome do(a) autor(a) daobra consultada, ano. A expressão apud – citado por, conforme, segundo – pode, também ser usada no texto. De acordo com a Norma 10520/2002, o "apud" não é em itálico. 5656 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.1.3 CITAÇÃO DA CITAÇÃO É quando se faz menção de informações ou conceitos de um documento ao qual não se teve acesso, mas que se tomou conhecimento apenas por citação em outro trabalho que foi consultado. Só se recomenda o seu uso de citação de citação na total impossibilidade de acessar o documento original como nos casos de documentos muito antigos ou com bar- reira linguística, uma vez que existe o risco de escrevermos falsas interpretações ou incorreções. Somente o autor da obra consultada deve ser mencionado nas referências. Opcio- nalmente pode-se mencionar os dados do documento original em nota de rodapé. Deve ser transcrita da seguinte maneira: sobrenome do autor do documento origi- nal, ano, seguido da expressão citado por ou apud, sobrenome do(a) autor(a) da obra consultada, ano. A expressão apud – citado por, conforme, segundo – pode, também ser usada no texto. De acordo com a Norma 10520/2002, o “apud” não é em itálico. 57 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplos: A expressão apud pode ser usado no texto: Segundo Silva (1983 apud ABREU, 1999, p. 3) diz ser [...] "[...] o viés organicista da burocracia estatal e antiliberalismo da cultura política de 1937, preservado de modo encapuçado na Carta de 1946." (VIANNA, 1986, p. 172 apud SEGATTO, 1995, p. 214-215). No modelo serial de Gough (1972 apud NARDI, 1993), o ato de ler envolve um processamento serial que começa com uma fixação ocular sobre o texto, prosseguindo da esquerda para a direita de forma linear. A expressão apud pode ser usado no Rodapé: Texto Texto Texto Texto1. ________________________ 1EVANS, 1987 apud SAGE, 1992, p. 2-3. Segatto deverá ser inserido nas referências. Abreu deverá ser inserido nas referências. Nardi deverá ser inserido nas referências. Nesse caso foi usado o sistema numérico quanto a indicação da fonte no texto e aqui foi inserida a fonte como citação no rodapé, mostrando a expressão apud no seu contexto. 5858 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.2 SISTEMAS DE CHAMADA NO TEXTO A informação que é utilizada para fazer a citação é conhecida por chamada, a qual permite ao leitor identificar a referência na qual foi obtida a informação que escre- veu no seu texto. As citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada: numérico ou o sistema autor-data. Segue algumas considerações que devem ser atendidas: a) Qualquer que seja o sistema adotado, ele deve ser uniforme ao longo do texto, possibilitando a correlação do texto com as notas de rodapé ou a lista de refe- rências. Uma vez escolhido o sistema, este deve ser usado sistematicamente até o final. b) Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es), instituição(ões) responsável(eis) esti- ver(em) incluído(s) na sentença, indica-se a data, entre parênteses, acrescida da(s) página(s), se a citação for direta. 4.2 SISTEMAS DE CHAMADA NO TEXTO A informação que é utilizada para fazer a citação é conhecida por chamada, a qual permite ao leitor identificar a referência na qual foi obtida a informação que escreveu no seu texto. As citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada: numérico ou o sistema autor-data. Segue algumas considerações que devem ser atendidas: a) Qualquer que seja o sistema adotado, ele deve ser uniforme ao longo do texto, possibilitando a correlação do texto com as notas de rodapé ou a lista de referências. Uma vez escolhido o sistema, este deve ser usado sistematicamente até o final. b) Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es), instituição(ões) responsável(eis) estiver(em) incluído(s) na sentença, indica-se a data, entre parênteses, acrescida da(s) página(s), se a citação for direta. Exemplos: Para Carvalho, Ramos Junior e Mouján (2020), o convite à descolonização tanto traz um sentido epistêmico de transformação do saber quanto envolve um projeto político-econômico de crítica às múltiplas sujeições e de busca de emancipação. Segundo Marins (2007, p. 96) “a evocação dos sertanistas como heróis tornava-se peça-chave da constituição do ethos paulista cujo extravasamento chegaria ao próprio Brasil.” c) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. 59 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix c) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: (SILVA, C., 2020) (BARBOSA, Carlos, 2021) (SILVA, O., 2022) (BARBOSA, Celso, 2022) (SILVA, J. C., 2022) (SILVA, M. R., 2022) d) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: De acordo com Carvalho (2021a) (CARVALHO, 2021b) e) As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula. c) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplos: (SILVA, C., 2020) (BARBOSA, Carlos, 2021) (SILVA, O., 2022) (BARBOSA, Celso, 2022) (SILVA, J. C., 2022) (SILVA, M. R., 2022) d) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplos: De acordo com Carvalho (2021a) (CARVALHO, 2021b) e) As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula. d) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. e) As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas sepa- radas por vírgula. f) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfa- bética. Exemplos: (MENESES, 1992; 1996; 2012) (CRUZ; CORREA; COSTA, 1998, 1999, 2000) f) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos: Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de todos (FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997). Diversos autores salientam a importância do “acontecimento desencadeador” no início de um processo de aprendizagem (CROSS, 1984; KNOX, 1986; MEZIROW, 1991). No caso de ser vários documentos do mesmo autor coloca-se em ordem cronológica o ano: Para Meneses (1992; 1996; 2012), o patrimônio cultural é um guia, um ordenadorque é usado pelos grupos sociais para socializar, operar, agir e sustentar crenças. Ele é parte da identidade e da memória que são constituídas em uma relação de habitualidade, dada pelos usos e pela fruição desses bens. Nesse sentido, os valores não estão nas coisas, mas são atribuídos a elas por meio do grupo social, esse que é, para o autor, o ventre gerador. 6060 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplos: (MENESES, 1992; 1996; 2012) (CRUZ; CORREA; COSTA, 1998, 1999, 2000) f) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética. Exemplos: Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de todos (FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997). Diversos autores salientam a importância do “acontecimento desencadeador” no início de um processo de aprendizagem (CROSS, 1984; KNOX, 1986; MEZIROW, 1991). No caso de ser vários documentos do mesmo autor coloca-se em ordem cronológica o ano: Para Meneses (1992; 1996; 2012), o patrimônio cultural é um guia, um ordenador que é usado pelos grupos sociais para socializar, operar, agir e sustentar crenças. Ele é parte da identidade e da memória que são constituídas em uma relação de habitualidade, dada pelos usos e pela fruição desses bens. Nesse sentido, os valores não estão nas coisas, mas são atribuídos a elas por meio do grupo social, esse que é, para o autor, o ventre gerador. 4.2.1 SISTEMA AUTOR-DATA Neste sistema, a indicação da fonte é feita: a) pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação, seguido(s) da data de publicação do documen- to e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separado por vírgula e entre parênteses: 61 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplos: 4.2.1 SISTEMA AUTOR-DATA Neste sistema, a indicação da fonte é feita: a) pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação, seguido(s) da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separado por vírgula e entre parênteses: Exemplos: No texto A chamada "pandectísta havia sido a forma particular pela qual o direito romano fora integrado no século XIX na Alemanha em particular." (LOPES, 2000, p. 225). “O sujeito que se abre ao mundo e aos outros inaugura com seu gesto a relação dialógica em que se confirma como inquietação e curiosidade, como inconclusão em permanente movimento na história” (FREIRE, 2017, p. 133). Na lista de referências FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2017. LOPES, José Reinaldo de Lima. O direito na História. São Paulo: Max Limonad, 2000. No texto Bobbio (1995, p.30) com muita propriedade nos lembra, ao comentar esta situação, que os "juristas medievais justificaram formalmente a validade do direito romano ponderando que este era o direito do Império Romano que tinha sido reconstituído por Carlos Magno com o nome de Sacro Império Romano." Na lista de referências BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. São Paulo, Ícone, 1995. No texto Sob esse novo impulso, outros conceitos e práticas foram se consolidando no campo da educação patrimonial, constituindo as bases para o que podemos chamar de nova pedagogia do patrimônio. Fruto de um esforço coletivo, cada vez mais jovens pesquisadores têm problematizado essa visão tradicional, buscando novos caminhos para a abordagem educativa do patrimônio (LEO NETO; MIZIARA, 2019). Na lista de referências LEO NETO, N. A.; MIZIARA, L. I. Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo indígena. Revista CPC, São Paulo, v.14, n. esp. 17, p. 165-184, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp. br/cpc/issue/view/11073. Acesso: 10 ago. 2021. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27esppp165- 184 6262 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix No texto Bobbio (1995, p.30) com muita propriedade nos lembra, ao comentar esta situação, que os "juristas medievais justificaram formalmente a validade do direito romano ponderando que este era o direito do Império Romano que tinha sido reconstituído por Carlos Magno com o nome de Sacro Império Romano." Na lista de referências BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. São Paulo, Ícone, 1995. No texto Sob esse novo impulso, outros conceitos e práticas foram se consolidando no campo da educação patrimonial, constituindo as bases para o que podemos chamar de nova pedagogia do patrimônio. Fruto de um esforço coletivo, cada vez mais jovens pesquisadores têm problematizado essa visão tradicional, buscando novos caminhos para a abordagem educativa do patrimônio (LEO NETO; MIZIARA, 2019). Na lista de referências LEO NETO, N. A.; MIZIARA, L. I. Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo indígena. Revista CPC, São Paulo, v.14, n. esp. 17, p. 165-184, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp. br/cpc/issue/view/11073. Acesso: 10 ago. 2021. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27esppp165- 184 No texto Merriam e Caffarella (1991) observam que a localização de recursos tem um papel crucial no processo de aprendizagem autodirigida. Na lista de referências MERRIAM, S.; CAFFARELLA, R. Learning in adul'hood: a comprehensive guide. San Francisco: Jossey-Bass, 1991. No texto "Comunidade tem que poder ser intercambiada em qualquer circunstância, sem quaisquer restrições estatais, pelas moedas dos outros Estados-membros." (COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, 1992, p. 34). Na lista de referências COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS. A união europeia. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 1992. No texto O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de Gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995). Na lista de referências BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado. Brasília, DF, 1995. b) pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses; No texto Merriam e Caffarella (1991) observam que a localização de recursos tem um papel crucial no processo de aprendizagem autodirigida. Na lista de referências MERRIAM, S.; CAFFARELLA, R. Learning in adul'hood: a comprehensive guide. San Francisco: Jossey-Bass, 1991. No texto "Comunidade tem que poder ser intercambiada em qualquer circunstância, sem quaisquer restrições estatais, pelas moedas dos outros Estados-membros." (COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, 1992, p. 34). Na lista de referências COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS. A união europeia. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 1992. No texto O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de Gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995). Na lista de referências BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado. Brasília,DF, 1995. b) pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses; 63 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix No texto Merriam e Caffarella (1991) observam que a localização de recursos tem um papel crucial no processo de aprendizagem autodirigida. Na lista de referências MERRIAM, S.; CAFFARELLA, R. Learning in adul'hood: a comprehensive guide. San Francisco: Jossey-Bass, 1991. No texto "Comunidade tem que poder ser intercambiada em qualquer circunstância, sem quaisquer restrições estatais, pelas moedas dos outros Estados-membros." (COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, 1992, p. 34). Na lista de referências COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS. A união europeia. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 1992. No texto O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de Gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995). Na lista de referências BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado. Brasília, DF, 1995. b) pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses; b) pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses; c) se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido), ou monossílabo, este deve ser incluído na indicação da fonte. No texto "As IES implementarão mecanismos democráticos, legítimos e transparentes de avaliação sistemática das suas atividades, levando em conta seus objetivos institucionais e seus compromissos para com a sociedade." (ANTEPROJETO..., 1987, p. 55). Na lista de referências ANTEPROJETO de lei. Estudos e Debates, Brasília, DF,. N. 13, p. 51-60, jan. 1987. c) se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido), ou monossílabo, este deve ser incluído na indicação da fonte. No texto E eles disseram "globalização", e soubemos que era assim que chamavam a ordem absurda em que dinheiro é a única pátria à qual se serve e as fronteiras se diluem, não pela fraternidade, mas pelo sangramento que engorda poderosos sem nacionalidade (A FLOR..., 1995, p. 4). Na lista de referências A FLOR Prometida. Folha de S. Paulo, São Paulo, p. 4, 21 abr. 1995. 6464 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix No texto "As IES implementarão mecanismos democráticos, legítimos e transparentes de avaliação sistemática das suas atividades, levando em conta seus objetivos institucionais e seus compromissos para com a sociedade." (ANTEPROJETO..., 1987, p. 55). Na lista de referências ANTEPROJETO de lei. Estudos e Debates, Brasília, DF,. N. 13, p. 51-60, jan. 1987. c) se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido), ou monossílabo, este deve ser incluído na indicação da fonte. No texto E eles disseram "globalização", e soubemos que era assim que chamavam a ordem absurda em que dinheiro é a única pátria à qual se serve e as fronteiras se diluem, não pela fraternidade, mas pelo sangramento que engorda poderosos sem nacionalidade (A FLOR..., 1995, p. 4). Na lista de referências A FLOR Prometida. Folha de S. Paulo, São Paulo, p. 4, 21 abr. 1995. No texto Em Nova Londrina (PR), as crianças são levadas às lavouras a partir dos 5 anos." (NOS CANAVIAIS...,1995, p. 2). Na lista de referências NOS CANAVIAIS, mutilação em vez de lazer e escola. O Globo, Rio de Janeiro, 16 Jul. 1995. O País, p. 12. Resumindo a estrutura da citação autor-data: Autoria Citações No Texto Entre Parênteses Um autor Para Carvalho (2020, p.10) a Covid- 19..... A Covid-19......(CARVALHO, 2020, p.10). Dois autores Carvalho e Teixeira (2020), afirmaram que a Covid-19..... A Covid-19....(CARVALHO; TEIXEIRA, 2020). Três autores Segundo Ribeiro, Costa e Silva (2020, p.42) “a descoberta....”. Os autores afirmaram que “a descoberta...”(RIBEIRO; COSTA; SILVA, 2020, p.42). Quatro ou mais autores (usar a expressão et al.) Para Vieira et al. (2019) as vacinas eram realizadas.... Historicamente as vacinas eram realizadas ....(VIEIRA et al., 2019). Autor Entidade A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, 2020, p.10) afirma que “ a normalização.... “A normalização é um processo de formulação....”(ABNT, 2020, p.10). Sem autoria O conceito de morfologia dos insetos apresentado na enciclopédia....(1990). A morfologia dos insetos esquematiza estruturas ....(MORFOLOGIA..., 1990). No texto Em Nova Londrina (PR), as crianças são levadas às lavouras a partir dos 5 anos." (NOS CANAVIAIS...,1995, p. 2). Na lista de referências NOS CANAVIAIS, mutilação em vez de lazer e escola. O Globo, Rio de Janeiro, 16 Jul. 1995. O País, p. 12. Resumindo a estrutura da citação autor-data: Autoria Citações No Texto Entre Parênteses Um autor Para Carvalho (2020, p.10) a Covid- 19..... A Covid-19......(CARVALHO, 2020, p.10). Dois autores Carvalho e Teixeira (2020), afirmaram que a Covid-19..... A Covid-19....(CARVALHO; TEIXEIRA, 2020). Três autores Segundo Ribeiro, Costa e Silva (2020, p.42) “a descoberta....”. Os autores afirmaram que “a descoberta...”(RIBEIRO; COSTA; SILVA, 2020, p.42). Quatro ou mais autores (usar a expressão et al.) Para Vieira et al. (2019) as vacinas eram realizadas.... Historicamente as vacinas eram realizadas ....(VIEIRA et al., 2019). Autor Entidade A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, 2020, p.10) afirma que “ a normalização.... “A normalização é um processo de formulação....”(ABNT, 2020, p.10). Sem autoria O conceito de morfologia dos insetos apresentado na enciclopédia....(1990). A morfologia dos insetos esquematiza estruturas ....(MORFOLOGIA..., 1990). 65 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix No texto Em Nova Londrina (PR), as crianças são levadas às lavouras a partir dos 5 anos." (NOS CANAVIAIS...,1995, p. 2). Na lista de referências NOS CANAVIAIS, mutilação em vez de lazer e escola. O Globo, Rio de Janeiro, 16 Jul. 1995. O País, p. 12. Resumindo a estrutura da citação autor-data: Autoria Citações No Texto Entre Parênteses Um autor Para Carvalho (2020, p.10) a Covid- 19..... A Covid-19......(CARVALHO, 2020, p.10). Dois autores Carvalho e Teixeira (2020), afirmaram que a Covid-19..... A Covid-19....(CARVALHO; TEIXEIRA, 2020). Três autores Segundo Ribeiro, Costa e Silva (2020, p.42) “a descoberta....”. Os autores afirmaram que “a descoberta...”(RIBEIRO; COSTA; SILVA, 2020, p.42). Quatro ou mais autores (usar a expressão et al.) Para Vieira et al. (2019) as vacinas eram realizadas.... Historicamente as vacinas eram realizadas ....(VIEIRA et al., 2019). Autor Entidade A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, 2020, p.10) afirma que “ a normalização.... “A normalização é um processo de formulação....”(ABNT, 2020, p.10). Sem autoria O conceito de morfologia dos insetos apresentado naenciclopédia....(1990). A morfologia dos insetos esquematiza estruturas ....(MORFOLOGIA..., 1990). Resumindo a estrutura da citação autor-data: 4.2.2 SISTEMA NUMÉRICO Neste sistema, a indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismos arábicos, remetendo à lista de referências ao final do trabalho, do capítulo ou da parte, na mesma ordem em que aparecem no texto. Não se inicia a numeração das citações a cada página. Segue algumas considerações sobre o sistema numérico que devem ser atendidas: a) O sistema numérico não deve ser utilizado quando há notas de rodapé. b) A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses, alinhada ao texto, ou situada pouco acima da linha do texto em expoente à linha dele, após a pon- tuação que fecha a citação. 6666 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.2.2 SISTEMA NUMÉRICO Neste sistema, a indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismos arábicos, remetendo à lista de referências ao final do trabalho, do capítulo ou da parte, na mesma ordem em que aparecem no texto. Não se inicia a numeração das citações a cada página. Segue algumas considerações sobre o sistema numérico que devem ser atendidas: a) O sistema numérico não deve ser utilizado quando há notas de rodapé. b) A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses, alinhada ao texto, ou situada pouco acima da linha do texto em expoente à linha do mesmo, após a pontuação que fecha a citação. Exemplos: Diz Rui Barbosa: "Tudo é viver, previvendo.” (15) OU Diz Rui Barbosa: "Tudo é viver, previvendo."15 O documento citado várias vezes no mesmo texto deve ser representado pelo mesmo número que lhe foi atribuído na primeira citação. No sistema numérico, a fonte pode ser indicada em nota de rodapé. A utilização de notas de rodapé não dispensa a apresentação de lista de referências bibliográficas ao final do trabalho. As citações são numeradas no texto, em ordem crescente e consecutivamente, em todo o documento ou por capítulo. Os números no rodapé correspondem à fonte citada no texto. As notas são transcritas no rodapé, iniciando com o indicativo numérico; Em um mesmo capítulo, a primeira menção a um trabalho é indicada pela referência O documento citado várias vezes no mesmo texto deve ser representado pelo mes- mo número que lhe foi atribuído na primeira citação. No sistema numérico, a fonte pode ser indicada em nota de rodapé. A utilização de notas de rodapé não dispensa a apresentação de lista de referências bibliográficas ao final do trabalho. As citações são numeradas no texto, em ordem crescente e consecutivamente, em todo o documento ou por capítulo. Os números no rodapé correspondem à fonte citada no texto. As notas são transcritas no rodapé, iniciando com o indicativo numérico; Em um mesmo capítulo, a primeira menção a um trabalho é indicada pela referên- cia completa. Na segunda menção e subsequentes, indica-se apenas o sobrenome do autor, se- guido do título da obra ou artigo e do número da página citada. 67 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix completa. Na segunda menção e subsequentes, indica-se apenas o sobrenome do autor, seguido do título da obra ou artigo e do número da página citada. Se for utilizado o sistema numérico no texto, a lista de referências deve seguir a mesma ordem numérica crescente. O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. Exemplos: No texto: De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira1, é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria. Todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente2. Na lista de referências: 1 CRETELLA JÚNIOR, José. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R. dos Tribunais, 1992. p. 107. 2 BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965. p. 20. Notas de rodapé Deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações no texto e o numérico para notas explicativas. As notas de rodapé devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem • NOTAS DE RODAPÉ Deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações no texto e o numérico para notas explicativas. As notas de rodapé devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor. 6868 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix espaço entre elas e com fonte menor. Exemplos: _________________ 1 Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976). 2 Encontramos esse tipo de perspectiva na 2ª parte do verbete referido na nota anterior, em grande parte do estudo de Rahner (1962). No caso de citação de uma obra em nota de rodapé, se for a primeira citação de uma obra deve ter sua referência completa. Exemplo: No Rodapé da Página: __________________ 6CARVALHO, E. S. S.; RAMOS JUNIOR, V.; MOUJÁN, I. F. (orgs.). Pedagogias de(s)coloniais. Goiânia: Elson Silva Carvalho, 2020. Notas explicativas A nota explicativa é usada para apresentação de comentários, explanações, tradução entre outras informações que não possam ser incluídos no texto por interromperem a linha de pensamento apresentada. As notas explicativas devem ser breves, sucintas e claras. A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página. espaço entre elas e com fonte menor. Exemplos: _________________ 1 Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976). 2 Encontramos esse tipo de perspectiva na 2ª parte do verbete referido na nota anterior, em grande parte do estudo de Rahner (1962). No caso de citação de uma obra em nota de rodapé, se for a primeira citação de uma obra deve ter sua referência completa. Exemplo: No Rodapé da Página: __________________ 6CARVALHO, E. S. S.; RAMOS JUNIOR, V.; MOUJÁN, I. F. (orgs.). Pedagogias de(s)coloniais. Goiânia: Elson Silva Carvalho, 2020. Notas explicativas A nota explicativa é usada para apresentação de comentários, explanações, tradução entre outras informações que não possam ser incluídos no texto por interromperem a linha de pensamento apresentada. As notas explicativas devem ser breves, sucintas e claras. A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página. No caso de citação de uma obra em nota de rodapé, se for a primeira citação de uma obra deve ter sua referência completa. • NOTAS EXPLICATIVAS A nota explicativa é usada para apresentação de comentários, explanações, tradu- ção entre outras informações que não possam ser incluídos no texto por interrom- perem a linha de pensamento apresentada. As notas explicativas devem ser breves, sucintas e claras. A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos, devendo ter nu- meração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página. 69 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplos: No texto: O comportamento liminar correspondente à adolescência vem se constituindo numa das conquistas universais, como está, por exemplo, expresso no Estatuto da Criança e do Adolescente.1 No rodapé da página: _________________1 Se a tendência à universalização das representações sobre a periodização dos ciclos de vida desrespeita a especificidade dos valores culturais de vários grupos, ela é condição para a constituição de adesões e grupos de pressão integrados à moralização de tais formas de inserção de crianças e de jovens. No texto: Os pais estão sempre confrontados diante das duas alternativas: vinculação escolar ou vinculação profissional.4 No rodapé da página: _________________ 4 Sobre essa opção dramática, ver também Morice (1996, p. 269-290). 4.3 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS A Referência é o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual (ABNT, 2018), permitindo dessa forma, que as informações contidas no texto possam ser efetivamente comprovadas, quando necessário. Documento é qualquer suporte que contenha informação registrada por um meio, seja este gráfico, visual, sonoro, digital ou outro. São exemplos de documentos: livros, 4.3 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS A Referência é o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual (ABNT, 2018), permitindo des- sa forma, que as informações contidas no texto possam ser efetivamente comprova- das, quando necessário. Documento é qualquer suporte que contenha informação registrada por um meio, 7070 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix seja este gráfico, visual, sonoro, digital ou outro. São exemplos de documentos: livros, periódicos, normas técnicas, materiais cartográficos, gravações sonoras, gravações de vídeo, fotografias, selos, arquivos magnéticos e digitais, jogos, entre outros. Referências: é a lista de todos os documentos citados no texto que deve obrigatoria- mente ser colocada após a conclusão e antes do glossário (se houver). Documentos consultados ou obras consultadas: são obras consultadas e não cita- das no corpo do documento, que podem constar em lista adicional e devem figurar após a lista de referências. Conforme ABNT NBR 6023 atualizada em 2020 (versão corrigida 2 em 2020), as refe- rências bibliográficas devem ser apresentadas da seguinte maneira: - Alinhamento de texto: à esquerda - Espaçamento: simples entre linhas - Fonte: geralmente em trabalhos acadêmicos são empregadas as fontes Times New Roman ou Arial. A orientação é usar sempre a mesma fonte que utilizou no seu texto. - Tamanho: 12 - Ordem: alfabética e NÃO numerada - E o mais importante: espaço de uma linha em branco entre duas referências (um espaço simples separa uma referência da outra) - Em folha e/ou página distinta - Com o título REFERÊNCIAS centralizado, com letras tamanho 12, maiúsculas negritadas - Com um espaço de 1,5, separando o título da lista propriamente dita; Observação: em caso de obras com mais de 6 autores E podemos colocar até 6 autores, não podemos exceder 6 autores. Usar vírgula para separar os autores. Quando tivermos mais que quatro autores, iremos ter que usar a expressão et al. nas referências e citações. Além disso, lembre-se que deve colocar um espaço entre as iniciais dos nomes. 71 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Além disso, lembre-se que deve colocar um espaço entre as iniciais dos nomes. Exemplos: CASTRO NETO, A. C. FERREIRA FILHO, R. VER BOVEN, D. LA BRUYERE, R. DE MONTFORT, F. DI CREDDO, R. VAN ENDE, E. Destaque tipográfico O uso de sublinhado, itálico e negrito, deve ser coerente e uniforme para todas as referências e/ou notas de rodapé, podendo ser usado para destacar títulos de documentos (livros, periódicos, entre outros). Não se aplicando para obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade, cuja entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas. O itálico deve ser utilizado para nomenclatura científica (gênero ou espécie). Ordenação As referências dos documentos citados em uma obra devem ser ordenadas conforme o sistema adotado na citação, entre os mais conhecidos o alfabético e o numérico. Sendo o mais usado o sistema alfabético. - Ordenação pelo Sistema Alfabético A ordenação alfabética é usada quando as citações são indicadas pelo sistema autor- data. • DESTAQUE TIPOGRÁFICO O uso de sublinhado, itálico e negrito, deve ser coerente e uniforme para todas as referências e/ou notas de rodapé, podendo ser usado para destacar títulos de docu- mentos (livros, periódicos, entre outros). Não se aplicando para obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade, cuja entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas. O itálico deve ser utilizado para nomenclatura científica (gênero ou espécie). • ORDENAÇÃO As referências dos documentos citados em uma obra devem ser ordenadas confor- me o sistema adotado na citação, entre os mais conhecidos o alfabético e o numéri- co. Sendo o mais usado o sistema alfabético. • Ordenação pelo Sistema Alfabético A ordenação alfabética é usada quando as citações são indicadas pelo sistema au- tor-data. As chamadas no texto obedecem à forma adotada na referência com relação à es- colha da entrada, mas não necessariamente quanto à grafia, conforme NBR 6023 (ABNT, 2018). 7272 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) quando a entrada for pelo último sobrenome do(s) autor(es) e/ou autora(s); As chamadas no texto obedecem à forma adotada na referência com relação à escolha da entrada, mas não necessariamente quanto à grafia, conforme NBR 6023 (ABNT, 2018). Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) quando a entrada for pelo último sobrenome do(s) autor(es) e/ou autora(s); Exemplos: ANTONINI, A. V.; NITO, M. K. S.; NEVES, M. C. Construindo uma rede de educação patrimonial: a experiência da Rede Paulista de Educação Patrimonial (Repep). Revista CPC, São Paulo, v.14, n. esp. 17, p. 233-254, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cpc/issue/view/11073. Acesso em: 10 ago. 2021. https://doi. org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27esppp233-254 BOSI, A. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. LEO NETO, N. A.; MIZIARA, L. I. Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo indígena. Revista CPC, São Paulo, v.14, n. esp. 17, p. 165-184, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp. br/cpc/issue/view/11073. Acesso: 10 ago. 2021. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27esppp165- 184 b) quando há mais de uma referência do(a) mesmo autor(a), o elemento a ser considerado na ordenação pode ser: - o título, em ordem alfabética; Exemplos: MARQUES, S. A. Como semear flores. São Paulo: AHA, 1989. MARQUES, S. A. Orquídeas. São Paulo: AHA, 1985. As chamadas no texto obedecem à forma adotada na referência com relação à escolha da entrada, mas não necessariamente quanto à grafia, conforme NBR 6023 (ABNT, 2018). Deve ser apresentada da seguinte maneira: a) quando a entrada for pelo último sobrenome do(s) autor(es) e/ou autora(s); Exemplos: ANTONINI, A. V.; NITO, M. K. S.; NEVES, M. C. Construindo uma rede de educação patrimonial: a experiência da Rede Paulista de Educação Patrimonial (Repep). Revista CPC, São Paulo, v.14, n. esp. 17, p. 233-254, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cpc/issue/view/11073. Acesso em: 10 ago. 2021. https://doi. org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27esppp233-254 BOSI, A. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. LEO NETO, N. A.; MIZIARA, L. I. Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo indígena. Revista CPC, São Paulo, v.14, n. esp. 17, p. 165-184, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp. br/cpc/issue/view/11073. Acesso: 10ago. 2021. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4466.v14i27esppp165- 184 b) quando há mais de uma referência do(a) mesmo autor(a), o elemento a ser considerado na ordenação pode ser: - o título, em ordem alfabética; Exemplos: MARQUES, S. A. Como semear flores. São Paulo: AHA, 1989. MARQUES, S. A. Orquídeas. São Paulo: AHA, 1985. b) quando há mais de uma referência do(a) mesmo autor(a), o elemento a ser considerado na ordenação pode ser: - o título, em ordem alfabética; 73 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix c) quando há diversos documentos do(a) mesmo autor(a) publicados no mesmo ano, deve-se distingui-los pelo acréscimo de letra minúscula após a data (ano); - o ano/data em ordem crescente; - o ano/data em ordem crescente; Exemplos: MARQUES, S. A. Orquídeas. São Paulo: AHA, 1985. MARQUES, S. A. Como semear flores. São Paulo: AHA, 1989. c) quando há diversos documentos do(a) mesmo autor(a) publicados no mesmo ano, deve-se distingui-los pelo acréscimo de letra minúscula após a data (ano); Exemplos: SALAMUNI, R.; BIGARELLA, J. J. Contribuição ao Grupo Açungui. Boletim da Universidade Federal do Paraná – Geologia, Curitiba, n. 23, 1967a. SALAMUNI, R.; BIGARELLA, J. J. Sumário das estruturas sedimentares singenéticas no Grupo Açungui. Boletim Paranaense de Geociências, Curitiba, n. 23/25, 1967b. - Ordenação numérica: A ordenação numérica é usada quando as chamadas das citações são indicadas por algarismos arábicos. As referências devem ser apresentadas ao final do documento, em ordem numérica crescente de acordo com a numeração utilizada no texto. - o ano/data em ordem crescente; Exemplos: MARQUES, S. A. Orquídeas. São Paulo: AHA, 1985. MARQUES, S. A. Como semear flores. São Paulo: AHA, 1989. c) quando há diversos documentos do(a) mesmo autor(a) publicados no mesmo ano, deve-se distingui-los pelo acréscimo de letra minúscula após a data (ano); Exemplos: SALAMUNI, R.; BIGARELLA, J. J. Contribuição ao Grupo Açungui. Boletim da Universidade Federal do Paraná – Geologia, Curitiba, n. 23, 1967a. SALAMUNI, R.; BIGARELLA, J. J. Sumário das estruturas sedimentares singenéticas no Grupo Açungui. Boletim Paranaense de Geociências, Curitiba, n. 23/25, 1967b. - Ordenação numérica: A ordenação numérica é usada quando as chamadas das citações são indicadas por algarismos arábicos. As referências devem ser apresentadas ao final do documento, em ordem numérica crescente de acordo com a numeração utilizada no texto. • ORDENAÇÃO NUMÉRICA: A ordenação numérica é usada quando as chamadas das citações são indicadas por algarismos arábicos. As referências devem ser apresentadas ao final do documento, em ordem numérica crescente de acordo com a numeração utilizada no texto. 7474 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplos: 1 SANTOS, A. L.; NITO, M. K.S. A experiência da Brasilândia e Freguesia do Ó (SP) como estratégia de mobilização na preservação do patrimônio cultural. In: FRAGA, H. J. et al. (orgs.). Experimentações do patrimônio: diversidade e resistências. Porto Alegre: Editora Fi, 2021. p. 191-225. 2 DINIZ, C.S.G. Humanização da assistência ao parto no Brasil: os muitos sentidos de um movimento. Cien Saude Colet., 2005; v.10, n.3, p.627-637. 4.4 ELEMENTOS DA REFERÊNCIA De acordo com a NBR 6023/2020 trata da elaboração das referências. Esta norma conceitua referência como um conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual. E documento é qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova, incluindo impressos, manuscritos e registros audiovisuais, sonoros, magnéticos e eletrônicos, entre outros. A referência é constituída de elementos essenciais e, quando necessário, acrescida de elementos complementares. As informações para a sua elaboração devem ser obtidas: a) da folha de rosto de documentos impressos, como livros, b) de etiquetas e invólucros de disquetes, fitas de vídeo, fitas cassete, discos e similares; c) de molduras e materiais explicativos de slides, transparências e similares; d) do próprio documento, quando este constitui-se em uma única parte, como globos, cartões-postais, cartazes, selos e similares; e) de fontes eletrônicas on-line, consultadas ou acessadas nos diversos formatos. 4.4 ELEMENTOS DA REFERÊNCIA De acordo com a NBR 6023/2020 trata da elaboração das referências. Esta norma conceitua referência como um conjunto padronizado de elementos descritivos, re- tirados de um documento, que permite sua identificação individual. E documento é qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova, incluindo impressos, manuscritos e registros audiovisuais, sonoros, magnéticos e eletrônicos, entre outros. A referência é constituída de elementos essenciais e, quando necessário, acrescida de elementos complementares. As informações para a sua elaboração devem ser obtidas: a) da folha de rosto de documentos impressos, como livros, b) de etiquetas e invólucros de disquetes, fitas de vídeo, fitas cassete, discos e si- milares; c) de molduras e materiais explicativos de slides, transparências e similares; d) do próprio documento, quando este constitui-se em uma única parte, como globos, cartões-postais, cartazes, selos e similares; e) de fontes eletrônicas on-line, consultadas ou acessadas nos diversos formatos. 75 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Quando a informação não for encontrada no próprio documento, mas for possível obtê-la de outra fonte (bibliografia, catálogo de editora, entre outras), pode-se incor- porá-la à referência, devendo-se para isso colocá-la entre colchetes. • Elementos Essenciais das referências: Elementos essenciais são aqueles indispensáveis à identificação do documento, como autor(a), título, local, editor(a) ou produtor(a), ano/data de publicação ou pro- dução. Os elementos essenciais estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo. • Elementos Complementares das referências: São as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos. OBSERVAÇÃO - Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. Quando isso não for possível, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. Quanto a localização a referência pode aparecer: a) no rodapé; b) no fim de textos, partes ou seções; c) em lista de referências; d) antecedendo resumos, resenhas e recensões, conforme a ABNT NBR 6028, e erratas. 4.5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS As regras gerais de apresentação far-se-ão conforme NBR 6023/2020: • Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresenta- dos em sequência padronizada. 7676 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix • Para compor cada referência, deve-se obedecer à sequência dos elementos, se- guindo as normas padronizadas pela ABNT. • As referências devem ser elaboradas em espaço simples, alinhadas à margem esquerda do texto e separadas entre si por uma linha em branco de espaço sim- ples. Quando aparecerem em notas de rodapé, devem ser alinhadas à margem esquerda do texto e, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas. • A pontuação deve ser uniforme para todas as referências. • Os elementos essenciais devem refletir os dadosdo documento referenciado. Informações acrescidas devem seguir o idioma do texto em elaboração e não do documento referenciado. • Para documentos online, além dos elementos essenciais e complementares, de- ve-se registrar o endereço eletrônico, precedido da expressão Disponível em:, e a data de acesso, precedida da expressão Acesso em: OBSERVAÇÃO: Não se aplica a mensagens e documentos eletrônicos, cujos endere- ços não estejam disponíveis. • As referências, ordenadas em uma única lista, devem ser padronizadas quanto ao recurso tipográfico e à adoção dos elementos complementares. O recurso tipo- gráfico (negrito, itálico ou sublinhado) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências. Isso não se aplica às obras sem indica- ção de autoria, ou de responsabilidade, cujo elemento de entrada seja o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, incluindo artigo (definido ou indefinido) e palavra monossilábica iniciais (se houver). • Ao optar pelo uso de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências do mesmo tipo de documento. • As referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos mes- mos princípios. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes de- vem ser incluídos em todas as referências daquela lista. • Os casos omissos devem ser resolvidos utilizando-se o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. • As abreviaturas adotadas nesta Norma são de uso exclusivo para a elaboração de referências. 77 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Segue abaixo algumas abreviaturas mais empregadas: - Ao optar pelo uso de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências do mesmo tipo de documento. - As referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos mesmos princípios. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências daquela lista. - Os casos omissos devem ser resolvidos utilizando-se o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. - As abreviaturas adotadas nesta Norma são de uso exclusivo para a elaboração de referências. Segue abaixo algumas abreviaturas mais empregadas: Abreviaturas Significados atual. atualizada aum. aumentada cap. capítulo ed. Edição, editor Ed. editora et al. et alii f. folha n. número p. página rev. revisada s.l. Sine loco v. volume Autores com nomes hispânicos, nomes compostos, com grau de parentesco e com sobrenomes com prefixos devem ser indicados de acordo com o seguinte: Autores com nomes hispânicos, nomes compostos, com grau de parentesco e com sobrenomes com prefixos devem ser indicados de acordo com o seguinte: a) sobrenomes hispânicos: Exemplo: SAHELICES GONZÁLEZ, Paulino. Ama y haz lo que quieras. Madrid: Rev. Agusti- niana, 2000. 537 p. EXEMPLO 2 GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. O amor nos tempos do cólera. 33. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. b) grau de parentesco: Exemplo: ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: Um enfoque econômico- -financeiro. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 7878 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: GRISARD FILHO, Waldyr. Guarda compartilhada: Um novo modelo de responsabili- dade parental. 5. ed. rev. atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, c2011. 288 p. c) sobrenomes compostos: Exemplo: SAINT-ARNAUD, Yves. A pessoa humana: Introdução ao estudo da pessoa e das re- lações interpessoais. São Paulo: Loyola, 1984. 154 p. d) sobrenomes com prefixos: Exemplo: D’AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 110 p. Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deve ser feita pelo nome do responsá- vel, seguido da abreviação, em letras minúsculas e no singular, do tipo de participa- ção (organizador, compilador, editor, coordenador, entre outros), entre parênteses. Havendo mais de um responsável, o tipo de participação deve constar, no singular, após o último nome. Exemplo: FERREIRA, Léslie Piccolotto (org.). O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus, 1991. Exemplo: MARCONDES, E.; LIMA, I. N. de (coord.). Dietas em pediatria clínica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 1993. 79 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.6 EXPRESSÕES LATINAS Utilizadas com certa frequência em trabalhos científicos, as expressões latinas em citações bibliográficas destinam-se principalmente para uso em notas de rodapé, exceto os termos “apud” e “et al.” ou “et alii”. As expressões latinas podem ser usa- das para evitar repetições constantes de fontes citadas anteriormente. A primeira citação de uma obra deve apresentar sua referência completa e as subsequentes podem aparecer sob forma abreviada. O uso inadequado das expressões latinas oca- siona dificuldades no entendimento para um leitor menos atento. Diante disso, é importante destacar que devem ser usadas apenas quando a referência estiver na mesma página. Destaque para as expressões latinas mais utilizadas: Ibidem ou Ibid., Idem ou Id., Op. cit., Loc. Cit., Et. seq., Passim, Apud, e Cf. 4.6.1 IBIDEM OU IBID É utilizada quando a citação for feita apenas para variação de página, ou seja, na mesma obra, e deve ser transcrita logo após a primeira referência. Exemplo: 4.6.1 IBIDEM OU IBID É utilizada quando a citação for feita apenas para variação de página, ou seja, na mesma obra, e deve ser transcrita logo após a primeira referência. Exemplo: ______________ 1 MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007. 2 Ibid, p. 293 ______________ 1 OLIVEIRA NETTO, A. A. de. Metodologia da pesquisa científica: Guia prático para apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2006. 2 Ibid. p. 103 4.6.2 IDEM OU ID É utilizada quando referenciamos/citamos obras diferentes, porém equivalentes ao mesmo autor. Exemplo: ______________ 1 FRANÇA. A. C. L. Comportamento organizacional: Conceitos e práticas. São Paulo: Saraiva, 2006. 2 Id. Psicologia do trabalho: Psicossomática, valores e práticas organizacionais. São Paulo: Saraiva. 2008. ______________ 1 SILVA. A. B. da. Como os gerentes aprendem?. São Paulo: Saraiva, 2009. 2 Ibid. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais. São Paulo: Saraiva, 2008. 4.6.3 OP. CIT. Refere-se à obra já citada na mesma página que se intercala com obras de outros autores. A expressão aparece após o nome do autor ou título (caso não tenha autor), devendo logo após indicar a página da citação e a nota em que foi apresentada. 8080 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.6.1 IBIDEM OU IBID É utilizada quando a citação for feita apenas para variação de página, ou seja, na mesma obra, e deve ser transcrita logo após a primeira referência. Exemplo: ______________ 1 MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007. 2 Ibid, p. 293 ______________ 1 OLIVEIRA NETTO, A. A. de. Metodologia da pesquisa científica: Guia prático para apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2006. 2 Ibid. p. 103 4.6.2 IDEM OU ID É utilizada quando referenciamos/citamos obras diferentes, porém equivalentes ao mesmo autor. Exemplo: ______________ 1 FRANÇA. A. C. L. Comportamento organizacional: Conceitos e práticas. São Paulo: Saraiva, 2006. 2 Id. Psicologia do trabalho: Psicossomática, valores e práticas organizacionais. São Paulo: Saraiva. 2008. ______________ 1 SILVA. A. B. da. Como os gerentes aprendem?. São Paulo: Saraiva, 2009. 2 Ibid. Pesquisa qualitativa em estudosorganizacionais. São Paulo: Saraiva, 2008. 4.6.3 OP. CIT. Refere-se à obra já citada na mesma página que se intercala com obras de outros autores. A expressão aparece após o nome do autor ou título (caso não tenha autor), devendo logo após indicar a página da citação e a nota em que foi apresentada. 4.6.2 IDEM OU ID É utilizada quando referenciamos/citamos obras diferentes, porém equivalentes ao mesmo autor. Exemplo: 4.6.3 OP. CIT. Refere-se à obra já citada na mesma página que se intercala com obras de outros autores. A expressão aparece após o nome do autor ou título (caso não tenha autor), devendo logo após indicar a página da citação e a nota em que foi apresentada. Exemplo: Exemplo: ______________ 1 NUNES, R. Manual da monografia jurídica: Como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 2 SILVA. A. D. da. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais. São Paulo: Saraiva, 2008. 3 NUNES, op. cit. p.44, nota 1. ______________ 13 VIEIRA, M. V. Administração estratégica do capital de giro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 14 SANTOS, E. O. dos. Administração financeira da pequena e média empresa. São Paulo: Atlas, 2001. 15 VIEIRA, op. cit. p.78, nota 13. 4.6.4 LOC. CIT Utilizado quando é mencionada a mesma página de uma obra já citada, havendo intercalação com outras obras. Exemplo: ______________ 1 GIL, A. C. Didática do ensino superior. São Paulo: Atlas, 2006. 2 MARTINS, J. do P. Administração escolar. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 3 Gil, loc. cit. ______________ 1 ROCHA, L. M. Cálculo 1. 11. ed. São Paulo: Atlas, 1994. 2 POLO, E. F. Engenharia das operações financeiras. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 3 ROCHA, loc. cit. 4.6.5 ET SEQ. Usado quando não se tem interesse em citar todas as páginas da obra referenciada. 81 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: ______________ 1 NUNES, R. Manual da monografia jurídica: Como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 2 SILVA. A. D. da. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais. São Paulo: Saraiva, 2008. 3 NUNES, op. cit. p.44, nota 1. ______________ 13 VIEIRA, M. V. Administração estratégica do capital de giro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 14 SANTOS, E. O. dos. Administração financeira da pequena e média empresa. São Paulo: Atlas, 2001. 15 VIEIRA, op. cit. p.78, nota 13. 4.6.4 LOC. CIT Utilizado quando é mencionada a mesma página de uma obra já citada, havendo intercalação com outras obras. Exemplo: ______________ 1 GIL, A. C. Didática do ensino superior. São Paulo: Atlas, 2006. 2 MARTINS, J. do P. Administração escolar. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 3 Gil, loc. cit. ______________ 1 ROCHA, L. M. Cálculo 1. 11. ed. São Paulo: Atlas, 1994. 2 POLO, E. F. Engenharia das operações financeiras. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 3 ROCHA, loc. cit. 4.6.5 ET SEQ. Usado quando não se tem interesse em citar todas as páginas da obra referenciada. 4.6.4 LOC. CIT Utilizado quando é mencionada a mesma página de uma obra já citada, havendo intercalação com outras obras. Exemplo: 4.6.5 ET SEQ. Usado quando não se tem interesse em citar todas as páginas da obra referenciada. Exemplo: Exemplo: ______________ 1 GUSTIN, M. B.S.; DIAS, M. T. F. (Re)pensando a pesquisa jurídica. 2. ed. ver.amp. atual. Belo Horizonte: DelRey, 2006, p.87, et seq. ______________ 22 REIS, G. G. Avaliação 360 graus. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003, p.57, et seq. 4.6.6 PASSIM É utilizada para indicar que as informações extraídas do texto/obra foram retiradas de várias páginas, podendo apresentar a página inicial e final representando o intervalo de conceitos pesquisados. Exemplo: ______________ 45 SILVA. A. B. da. Como os gerentes aprendem?. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 22- 27, passim. ______________ 55 MARTINS, J. do P. Administração escolar. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 1999, p. 51- 74, passim. 4.6.7 APUD Expressão apud é utilizada para transcrever citações/ideias de uma obra consultada diretamente, as quais representam ideias de um segundo autor. De modo simples, é quando o autor cita outro autor em sua obra. O termo apud é uma expressão que também pode aparecer no corpo do texto. 4.6.6 PASSIM É utilizada para indicar que as informações extraídas do texto/obra foram retiradas de várias páginas, podendo apresentar a página inicial e final representando o inter- valo de conceitos pesquisados. 8282 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: ______________ 1 GUSTIN, M. B.S.; DIAS, M. T. F. (Re)pensando a pesquisa jurídica. 2. ed. ver.amp. atual. Belo Horizonte: DelRey, 2006, p.87, et seq. ______________ 22 REIS, G. G. Avaliação 360 graus. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003, p.57, et seq. 4.6.6 PASSIM É utilizada para indicar que as informações extraídas do texto/obra foram retiradas de várias páginas, podendo apresentar a página inicial e final representando o intervalo de conceitos pesquisados. Exemplo: ______________ 45 SILVA. A. B. da. Como os gerentes aprendem?. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 22- 27, passim. ______________ 55 MARTINS, J. do P. Administração escolar. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 1999, p. 51- 74, passim. 4.6.7 APUD Expressão apud é utilizada para transcrever citações/ideias de uma obra consultada diretamente, as quais representam ideias de um segundo autor. De modo simples, é quando o autor cita outro autor em sua obra. O termo apud é uma expressão que também pode aparecer no corpo do texto. Exemplo: 4.6.7 APUD Expressão apud é utilizada para transcrever citações/ideias de uma obra consultada diretamente, as quais representam ideias de um segundo autor. De modo simples, é quando o autor cita outro autor em sua obra. O termo apud é uma expressão que também pode aparecer no corpo do texto. Exemplo: Exemplo: ______________ 1 NEGRÂO, 1997 apud NUNES, R. Manual de monografia jurídica: como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 35. ______________ 16 SALOMON, 1999 apud MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007, p.293. 4.6.8 CF É a expressão de recomendação para que o leitor confira outros trabalhos, outros autores ou até mesmo nota do próprio autor. Exemplo: ______________ 16 Cf. DUARTE, J. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 24-25. 17 Cf. nota 16 deste capítulo. ______________ 23 Cf. ANDRADE, M. M. de. Dicionário de termos gramaticais. São Paulo: Atlas, 2009, p. 67. 24 Cf. nota 23 deste capítulo. 4.6.9 SIC É utilizada quando se deseja mostrar ao leitor que o texto escrito originalmente contém incorreções gramaticais ou incoerência; desse modo, faz-se a transcrição seguida da expressão entre colchetes [sic], que significa “assim mesmo no texto original”. Exemplo: “[...] a ética é uma característica inerente da ação humana, e por esta rasão [sic], é um elemento vital na realidade social” (MATIAS, 2001, p.34). “O crescimento da demanda juricial [sic] marca o poder judiciário que contribuem para a deficiência desse órgão do estado” (RENAULT, 2005, p.145). 4.6.8 CF É a expressão de recomendação para que o leitor confira outros trabalhos, outros autores ou até mesmo nota do próprio autor. 83 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: ______________ 1 NEGRÂO, 1997 apud NUNES, R. Manual de monografia jurídica: como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 35. ______________ 16 SALOMON, 1999 apud MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M.Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007, p.293. 4.6.8 CF É a expressão de recomendação para que o leitor confira outros trabalhos, outros autores ou até mesmo nota do próprio autor. Exemplo: ______________ 16 Cf. DUARTE, J. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 24-25. 17 Cf. nota 16 deste capítulo. ______________ 23 Cf. ANDRADE, M. M. de. Dicionário de termos gramaticais. São Paulo: Atlas, 2009, p. 67. 24 Cf. nota 23 deste capítulo. 4.6.9 SIC É utilizada quando se deseja mostrar ao leitor que o texto escrito originalmente contém incorreções gramaticais ou incoerência; desse modo, faz-se a transcrição seguida da expressão entre colchetes [sic], que significa “assim mesmo no texto original”. Exemplo: “[...] a ética é uma característica inerente da ação humana, e por esta rasão [sic], é um elemento vital na realidade social” (MATIAS, 2001, p.34). “O crescimento da demanda juricial [sic] marca o poder judiciário que contribuem para a deficiência desse órgão do estado” (RENAULT, 2005, p.145). Exemplo: ______________ 1 NEGRÂO, 1997 apud NUNES, R. Manual de monografia jurídica: como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 35. ______________ 16 SALOMON, 1999 apud MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007, p.293. 4.6.8 CF É a expressão de recomendação para que o leitor confira outros trabalhos, outros autores ou até mesmo nota do próprio autor. Exemplo: ______________ 16 Cf. DUARTE, J. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 24-25. 17 Cf. nota 16 deste capítulo. ______________ 23 Cf. ANDRADE, M. M. de. Dicionário de termos gramaticais. São Paulo: Atlas, 2009, p. 67. 24 Cf. nota 23 deste capítulo. 4.6.9 SIC É utilizada quando se deseja mostrar ao leitor que o texto escrito originalmente contém incorreções gramaticais ou incoerência; desse modo, faz-se a transcrição seguida da expressão entre colchetes [sic], que significa “assim mesmo no texto original”. Exemplo: “[...] a ética é uma característica inerente da ação humana, e por esta rasão [sic], é um elemento vital na realidade social” (MATIAS, 2001, p.34). “O crescimento da demanda juricial [sic] marca o poder judiciário que contribuem para a deficiência desse órgão do estado” (RENAULT, 2005, p.145). Exemplo: 4.6.9 SIC É utilizada quando se deseja mostrar ao leitor que o texto escrito originalmente con- tém incorreções gramaticais ou incoerência; desse modo, faz-se a transcrição segui- da da expressão entre colchetes [sic], que significa “assim mesmo no texto original”. Exemplo: 8484 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 4.6.10 SÍNTESE DAS PRINCIPAIS EXPRESSÕES LATINAS USUAIS 4.6.10 SÍNTESE DAS PRINCIPAIS EXPRESSÕES LATINAS USUAIS • Ibidem ou Ibid = na mesma obra • Idem ou Id = do mesmo autor • Op. Cit = obra citada • Loc. Cit. = no lugar citado • et seq. = seguinte ou que se segue • et al. ou et alii. = e outros • ed. cit. = obra com mais de uma edição • inf. ou infra = abaixo, infracitado • supra - acima, supracitado • ad. tempora – citação feita de memória • Passim = aqui e ali • Apud = citado por (obra citada de acordo) • Cf. conferir ou confrontar • Sic = estava assim mesmo no original 85 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5. ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências seguem a norma NBR 6023/2020. É o conjunto de informações neces- sárias e suficientes para a identificação precisa do documento no todo ou em parte, utilizado na pesquisa e citado no texto. 5. ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências segue a norma NBR 6023/2020. É o conjunto de informações necessárias e suficientes para a identificação precisa do documento no todo ou em parte, utilizado na pesquisa e citado no texto. As mudanças atuais nas referências referentes a atualização foram: • As referências devem ser escritas alinhadas à esquerda e digitadas utilizando espaço simples entre as linhas, e são separadas entre si por uma linha em branco de espaço simples. • As expressões “In”, “et al.” e “[S.I.]” passaram a ser destacadas em itálico, tal qual as palavras de origem inglesa, como E-book e online. Exemplo: DUARTE, Luiz Fernando D. et al. Vicissitudes e limites da conversão à cidadania nas classes populares brasileiras. Disponível em http://www.anpocs.com/images/stories/RBCS/22/rbcs22_01.pdf. Acesso em: 25 fev. 2022. • Outra mudança que aconteceu com a atualização foi quanto ao Hiperlink, em que estes perderam os sinais de abertura e fechamento “< >”. Exemplo: Disponível em: http://www.anpocs.com/images/stories/RBCS/22/rbcs22_01.pdf. Acesso em: 25 fev. 2022. O DOI (Digital Object Identifier) na atual NBR 6023/2020, apresenta-se como um elemento complementar, ou seja, não obrigatório. 8686 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Exemplo: SOBRENOME, A.; SOBRENOME, B.; SOBRENOME, C. Título do artigo: subtítulo (se houver). Título da revista: subtítulo (se houver), Cidade, volume, número, página inicial e final do artigo. DOI: xxxxx. Outro elemento complementar que aparece na nova versão é a inclusão do nome do orientador nas referências de trabalhos acadêmicos. Exemplo: CASTRO, Larissa Santos. Tratamento de sementes e déficit hídrico em plantas de manjericão: abordagens fisiológica e bioquímica. Orientador: Willian Rodrigues Macedo. 2019. 52 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia - Produção Vegetal) - Universidade Federal de Viçosa, Rio Paranaíba. 2019. • A atual NBR 6023 apresenta um item sobre documento de acesso exclusivo em meio eletrônico, como as Redes sociais, trazendo vários exemplos de sua aplicação. • As entrevistas também são contempladas na NBR 6023 atualizada. Para entrevistas, o primeiro elemento deve ser o nome do entrevistado. Exemplo: HAMEL, Gary. Eficiência não basta: as empresas precisam inovar na gestão. [Entrevista cedida a] Chris Stanley. HSM Management, São Paulo, n. 79, mar./abr. 2010. Disponível em: http://www.revistahsm.com. br/coluna/gary-hamel-e-gestao- na-era-da-criatividade/. Acesso em: 23 mar. 2017. 87 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5.1. AUTORIA Deve ser feita pelo sobrenome do autor, em letras maiúsculas (ABNT), seguido de seu(s) prenome(s) abreviado(s) ou não. Em caso de autoria ou responsabilidade desconhecida, entra-se pelo título. O ter- mo “anônimo” não deve ser usado para o nome do autor desconhecido. A primeira palavra do título, com exceção de artigo, é transcrita em maiúsculas (ABNT). Quando a obra tiver dois autores, a entrada é feita pelo sobrenome do primeiro autor men- cionado, de seu(s) prenome(s) abreviados ou não, seguido de ponto e vírgula (ABNT) e do sobrenome do segundo autor e seu(s) prenome(s) abreviado(s) ou não. Quando a obra tem até três autores, mencionam-se todos na entrada, na ordem em que aparecem na publicação, separados por ponto e vírgula (ABNT). Se há mais de três autores, mencionam-se o sobrenome do primeiro autor e seu(s) prenome(s) abreviado(s) ou não, seguido da expressão latina abreviada et al. Quando temos o mesmo autor em mais de uma referência, na segunda ou mais ocorrências subsequentes, ele pode ser substituído por um travessão de cinco (5) espaços. Sociedades, organizações, instituições podem ser autores, tendo seus nomes es- critos em maiúsculas (ABNT). Ex.: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS... Órgãos governamentais de função executiva, legislativa e judiciária entram pelo nome dolocal de sua jurisdição. Ex.: BRASIL. Ministério da Saúde... (ABNT) Brasil. Ministério da Saúde... (Estilo Vancouver) 8888 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5.2 TÍTULO O título é reproduzido tal como figura na obra referenciada. Letras maiúsculas só são usadas na inicial da primeira palavra e em nomes próprios. O subtítulo deve ser transcrito após o título, quando necessário para esclarecer e completar o título, sem grifo ou negrito, precedido de dois pontos e espaço. 5.3 EDIÇÃO O número da edição, quando existir, deve ser indicado em algarismos arábicos, se- guido de ponto e da abreviatura da palavra “edição” na língua da publicação re- ferenciada. Só se deve indicar a edição quando estiver mencionada na publicação consultada. Pela ABNT, o número da edição deve ser escrito com algarismo arábico seguido de ponto e da abreviatura de edição (ed.), 5.4 LOCAL O local de publicação (cidade) deve ser transcrito no idioma da publicação, de forma completa e por extenso. Ex.: São Paulo, New York, London (e não S. Paulo, Nova York ou Londres). No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado. Ex: Viçosa-Al e Viçosa-MG. Quando não for possível determinar o local, utiliza-se a expressão sine loco, abre- viada, entre colchetes [s.l]. 5.5 EDITORA O nome da editora deve ser transcrito como aparece na publicação referenciada, escrito logo após o local e precedido por dois pontos e espaço. No caso de editoras 89 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix com nomes pessoais, indicam-se os prenomes por iniciais maiúsculas seguidas de ponto. Suprimem-se os elementos que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que dispensáveis à sua identificação. Quando a editora não é identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine abre- viada, entre colchetes [s.n.]. 5.6 DATA (ANO DA PUBLICAÇÃO) Esceve-se sempre o ano da publicação em algarismos arábicos, precedido de vírgula e espaço. Não sendo possível determinar a data de publicação, distribuição, copyri- ght ou impressão, deve-se registrar a data aproximada, entre colchetes: Ex.: [1981?] ou [197-] 5.7 PÁGINAS E FOLHAS Quando se tratar de referência da obra no todo, deve-se indicar o número total de páginas seguido da abreviatura “p” para os documentos nos quais a impressão é feita no anverso e verso das folhas, ou com a abreviatura “f” para os documentos em que a impressão é feita apenas no anverso das folhas, como no caso de monografias, dissertações e teses. Ex.: ... Vitória: Multivix, 2020. 120 p. (ABNT) Quando se referir à parte de uma publicação, deve-se sempre indicar as páginas inicial e final. Ex.: ... Vitória: Multivix, 2020. p.12-31. (ABNT) 9090 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5.8 EXEMPLO DE REFERÊNCIA (ABNT) Na ordenação e apresentação das referências, a relação de referências deve ser apre- sentada ao final do trabalho e entendemos que esta orientação se aplica também ao sistema numérico. No caso de ordem numérica, as referências seguem rigorosa- mente a sequência das citações apresentadas no corpo do documento. Já no caso de referências de autor-data, estas seguem a ordem alfabética. Em relação às margens, a orientação da ABNT é que as referências devem ser alinha- das somente à margem esquerda, sem qualquer recuo a partir da segunda linha. A referência deve obedecer a uma sequência específica. 5.8.1 DOCUMENTOS IMPRESSOS 5.8.1.1 LIVROS SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título da obra: subtítulo. Edição (se houver). Local: editora, ano. Páginas (opcional). SILVA, D.; MURAD, J.A. Bioquímica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006. 356p. SOUZA, J.L. et al. Agricultura orgânica: Tecnologias para a produção de alimentos saudáveis. Vitória: INCAPER, 2005. 256p. 5.8.1.2 CAPÍTULO DE LIVRO Autor(es), título da parte, seguidos da expressão “In:”, e da referência completa do livro. No final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de indivi- dualizar a parte referenciada. SILVA, D.; MURAD, J.A. Bioquímica da célula. In.: TEIXEIRA, J.B.; MURAD, J.A. Bioquí- mica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006. p. 325-336. 91 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5.8.1.3 LIVRO AINDA NO PRELO (IN PRESS): BELLACK, A.S.; BENNETT, M.E.; GEARON, J.S. Behavioral treatment for substance abuse in people with serious and persistent mental illness: a handbook for mental health professionals. New York: Routledge, 2007. (Forthcoming). 5.8.1.4 ARTIGO DE PERIÓDICO SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Prenome(s). Título do artigo. Título do perió- dico, local de publicação, número do volume [v.] (ou ano), fascículo ou número [n.], página inicial e final do artigo, ano de publicação. YOU, C.H.; LEE, K.Y. Electrogastrophic study of patients with unexplained nausea, blo- ating and vomiting. Gastroenterology, Philadelphia, v.79, n.5, p.311-314, 1980. 5.8.1.5 ARTIGO DE PERIÓDICO AINDA NO PRELO (NO PRELO) LOUDON, R.P.; SILVER, L.D.; YEE, H.F. Jr.; GALLO, G. RhoA-kinase and myosin II are re- quired for the maintenance of growth cone polarity and guidance by nerve growth factor. J. Neurobiol. Forthcoming, 2006. 5.8.1.6 ARTIGO DE JORNAL Incluem comunicações, editoriais, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros. SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do artigo. Título do jornal, local de publi- cação, data de publicação. Seção, caderno, paginação correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação da matéria precede a data. 9292 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13. PAIVA, Anabela. Trincheira musical: músico dá lições de cidadania em forma de sam- ba para crianças e adolescentes. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 2, 12 jan. 2002. 5.8.1.7 TRABALHO ACADÊMICO Incluem os TCCs, monografias, dissertações e teses (tipo de trabalho) e o grau do trabalho (graduação, especialização, mestrado ou doutorado). SOBRENOME DO AUTOR, Nomes. Título: subtítulo (se houver). Tipo de trabalho (tese, monografia ou trabalho acadêmico) (grau e área de concentração) – Unidade de Ensino, Instituição onde foi apresentado, Local e ano de defesa. TRAJMAN, A. Estudo das células produtoras de IgA e IgM da mucosa jejual em 52 pacientes infectados pelo HIV: alterações qualitativas e quantitativas. Dissertação (Mestrado em Gastrologia) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1992. 63p. 5.8.1.8 LEGISLAÇÃO Incluem legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais). LOCAL DE JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, no caso de se tratar de normas). Título ou Indicação da espécie, número e data da publicação. Ementa. Dados da publicação. No caso de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação entre parênteses. BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995. BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] Re- pública Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 295. 93 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix BRASIL. Decreto-lei n.º 2.423, de 7 de abril de 1988. Estabelece critérios para paga- mento de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos na Administração Federal direta e autárquica e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009, 8 abr. 1988. BRASIL. Congresso. Senado. Resolução n.º 17, de 1991. Coleção de Leis da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 183, p.1156-1157, maio/jun. 1991. SÃOPAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do Estado e dá providências correlatas. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998. SÃO PAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998. 5.8.1.9 JURISPRUDÊNCIA (DECISÕES JUDICIAIS) LOCAL DE JURISDIÇÃO. Nome da corte (ou órgão judiciário competente). Título (na- tureza da decisão ou ementa). Tipo e número do recurso. Partes envolvidas (se hou- ver). Relator: nome. Local da publicação, Data. Dados da publicação. BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n.º 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: As- sociação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16. 5.8.1.10 TRABALHO PUBLICADO EM EVENTO AUTOR(ES), título do trabalho apresentado, seguido da expressão In:, nome do evento (letras maiúsculas), numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realiza- ção, título do documento em negrito (anais, atas, tópico temático, etc.), local (prece- dido de ...), editora, data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 1994, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 1994. p.16-29. 9494 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix MARTIN NETO, L.; BAYER, C.; MIELNICZUK, J. Alterações qualitativas da matéria or- gânica e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico verme- lho-escuro em diferentes sistemas de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 26., 1997, Rio de Janeiro. Resumos... Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1997. p. 443, ref. 6-141. 5.8.2 DOCUMENTOS EM MEIOS ELETRÔNICOS 5.8.2.1 CD-ROM E DVD SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título da obra: subtítulo (se houver). In: Título da obra principal. Local: editora, data. CD-ROM. Sistema Operacional. Notas adicio- nais (se necessário). OLIVEIRA, Olga Maria Boschi Aguiar de. Monografia jurídica: orientações metodoló- gicas para o trabalho de conclusão de curso. In: UniSíntese: A evolução no estudo do direito. Porto Alegre: Síntese, 1999. 1 CD-ROM. Windows 3.1. 5.8.2.2 IMAGEM EM MOVIMENTO Incluem filmes, videocassetes, DVD, entre outros. Título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unida- des físicas. Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à refe- rência para melhor identificar o documento. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min), VHS, son., color. CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont- -Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marilia Pera; Vinicius de 95 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. [S.l.]: Le Studio Canal; Riofil- me; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35 mm. 5.8.2.3 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO Incluem pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafil- me, material estereográfico, transparência, cartaz entre outros. Autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do suporte. Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia. KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56 cm. O DESCOBRIMENTO do Brasil. Fotografia de Carmem Souza. Gravação de Marcos Lou- renço. São Paulo: CERAVI, 1985. 31diapositivos, color. + 1 cassete sonoro (15 min), mono. 5.8.2.4 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO Inclui atlas, mapa, globo, fotografia aérea, entre outros. As referências devem obe- decer aos padrões indicados para outros tipos de documentos, quando necessário. Autor(es), título, local, editora, data de publicação, designação específica e escala. BRASIL e parte da América do Sul: mapa político, escolar, rodoviário, turístico e regio- nal. São Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa, color., 79 cm x 95 cm. Escala 1:600.000. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões de governo do Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. 1atlas. Escala 1:2.000. 9696 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 5.8.2.5 DOCUMENTO ON-LINE (WEB) SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título do documento: subtítulo (se houver). Tí- tulo do trabalho [site] no qual está inserido, Local [quando disponível], mês e ano da última atualização [quando disponível]. Disponível em: endereço URL completo. Acesso em: data. BAVARESCO, Agemir; BARBOSA, Evandro; ETCHEVERRY, Katia Martin (org.). Proje- tos de filosofia. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011. E-book. Disponível em: http ://ebooks. pucrs.br/edipucrs/projetosdefilosofia.pdf. Acesso em: 21 ago. 2011. No caso de artigos, seção e/ou matéria de publicação periódica em meio eletrônico: Nos periódicos on-line as referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo impresso, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio ele- trônico. As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou ma- téria de publicação periódica, acrescidos do DOI (se houver) e de informações relati- vas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM, online e outros). Quando se tratar de artigos consultados online. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Ja- neiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM. SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto de Vista. Disponível em: http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm. Acesso em: 28 nov. 1998. RIBEIRO, P. S. G. Adoção à brasileira: uma análise sociojurídica. Dataveni@, São Pau- lo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em: http://www.datavenia.inf.br/frame.artig.html. Acesso em: 10 set. 1998. ALEXANDRESCU, D. T. Melanoma costs: a dynamic model comparing estimated ove- rall costs of various clinical stages. Dermatology Online Journal, [s. l.], v. 15, n. 11, p. 1, Nov. 2009. Disponível em: http:// dermatology.cdlib.org/1511/originals/melanoma_ costs/alexandrescu.html. Acesso em: 3 nov. 2009. 97 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix DANTAS, José Alves et al. Regulação da auditoria em sistemas bancários: análise do cenário internacional e fatores determinantes. Revista Contabilidade & Finan- ças, São Paulo, v. 25, n. 64, p. 7-18, jan. /abr. 2014. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1519- 70772014000100002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_art- text&pid=S1519-70772014000100002&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 20 maio 2014. 5. 8.2.5.1 ARTIGO E/OU MATÉRIA DE JORNAL Inclui comunicação, editorial, entrevista, recensão, reportagem, resenha e outros. Os elementos essenciais são: autor, título, subtítulo (se houver), título do jornal, subtítulo do jornal (se houver), local de publicação, numeração do ano e/ou volume, número (se houver), data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data. Quando necessário, acrescentam-se elementos comple- mentares à referência para melhor identificar o documento. OTTA, Lu Aiko. Parcela do tesouro nos empréstimos do BNDES cresce 566 % em oito anos. O Estado de S.Paulo, São Paulo, ano 131, n. 42656, 1 ago. 2010. Economia & Ne- gócios, p. B1. CRÉDITO à agropecuária será de R$ 156 bilhões até 2015. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, ano 97, n. 156, p. A3, 20 maio 2014. Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para artigo e/ou matéria de jornal, acrescidas do DOI (se houver) e de informações relativas à descrição física do meio eletrônico (CD-ROM, online e outros). VERÍSSIMO, L. F. Um gosto pela ironia. Zero Hora, Porto Alegre, ano 47, n. 16.414, p. 2, 12 ago. 2010. Disponível em: http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspx?u- f=1&action=ip. Acesso em: 12 ago. 2010. SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: http://www.providafamilia.org/ pena_morte_nasci- turo.htm. Acesso em: 19 set. 1998. 9898 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix ARRANJO tributário. Diário do Nordeste on-line, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em: http://www.diariodonordeste.com.br. Acesso em: 28 nov. 1998. 5.8.2.5.2 LIVROS E RELATÓRIOS BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Leishmaniose vis- ceral grave: normas e condutas. Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2006. 60 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Disponível em: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/ produtos/livros/pdf/06_0072_M.pdf. Acesso em: 03 jun. 2008. 5.8.2.5.3 DOCUMENTOS EM ANAIS DE EVENTOS BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: USP, 1994. p. 16-29. ZUBEN, A. V.; CASANOVA, C.; BALDINI, M. B. D.; RANGEL, O.; ANGERAMI, R. N.; RO- DRIGUES, R. C. A.; PRESOTTO, D. Vigilância epidemiológica da leishmaniose visce- ral americana (LVA) em cães no município de Campinas, São Paulo. In: REUNIÃO DE PESQUISA APLICADA EM DOENÇAS DE CHAGAS, 26.; REUNIÃO DE PESQUISA APLICADA EM LEISHMANIOSES, 14., 2010, Uberaba. Anais [...]. Uberaba: Universidade Federal do Triangulo Mineiro, 2010. p. 135-175. SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: http://www. propesq. ufpe.br/> anais/anais/ educ/ce04.htm. Acesso em: 21 jan. 2020. 5.8.2.5.4 DOCUMENTO JURÍDICO Documento jurídico inclui legislação, jurisprudência e atos administrativos norma- tivos. 99 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix • LEGISLAÇÃO: Inclui Constituição, Decreto, Decreto-Lei, Emenda Constitucional, Emenda à Lei Or- gânica, Lei Complementar, Lei Delegada, Lei Ordinária, Lei Orgânica e Medida Pro- visória, entre outros. São elementos essenciais: jurisdição, ou cabeçalho da entidade, em letras maiúscu- las; epígrafe e ementa transcrita conforme publicada; dados da publicação. Quando necessário, acrescentam-se à referência os elementos complementares para melhor identificar o documento, como: retificações, alterações, revogações, projetos de ori- gem, autoria do projeto, dados referentes ao controle de constitucionalidade, vigên- cia, eficácia, consolidação ou atualização. Em epígrafes e ementas demasiadamente longas, pode-se suprimir parte do texto, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências, entre colchetes. RIO GRANDE DO SUL. [Constituição (1989)]. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. 4. ed. atual. Porto Alegre: Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, 1995. BRASIL. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 139, n. 8, p. 1-74, 11 jan. 2002. PL 634/1975 Legislação em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para legislação, acrescidas de informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, DVD, online e outros). Quando se tratar de obras consultadas online usar além dos elementos essenciais e complementares, deve-se registrar o endereço eletrônico, precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso, precedida da expressão Acesso em: BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, [2016]. Disponível em: http://www.planal- to.gov.br/ccivil_03/Constituicao/ Constituiçao.htm. Acesso em: 1 jan. 2017. CURITIBA. Lei nº 12.092, de 21 de dezembro de 2006. Estima a receita e taxa a despesa do município de Curitiba para o exercício financeiro de 2007. Curitiba: Câmara Munici- pal, [2007]. Disponível em: http://domino. cmc.pr.gov.br/contlei.nsf/98454e416897038b- 052568fc004fc180/e5df879ac6353e7f032572800061df72. Acesso em: 22 mar. 2007. BRASIL. Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967. Dispõe sobre a organização da 100100 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa, e dá outras providências. In: VADE mecum. Porto Alegre: Verbo Jurídico, 2007. 1 CD-ROM, p. 1-90. Jurisprudência Inclui acórdão, decisão interlocutória, despacho, sentença, súmula, entre outros. Os elementos essenciais são: jurisdição (em letras maiúsculas); nome da corte ou tri- bunal; turma e/ou região (entre parênteses, se houver); tipo de documento (agravo, despacho, entre outros); número do processo (se houver); ementa (se houver); vara, ofício, cartório, câmara ou outra unidade do tribunal; nome do relator (precedido da palavra Relator, se houver); data de julgamento (se houver); dados da publicação. Ao final da referência, como notas, podem ser acrescentados elementos complemen- tares para melhor identificar o documento, como: decisão por unanimidade, voto vencedor, voto vencido. Em ementas e epígrafes demasiadamente longas, pode-se suprimir parte do texto, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências, entre colchetes. BRASIL. Supremo Tribunal Federal (2. Turma). Recurso Extraordinário 313060/SP. Leis 10.927/91 e 11.262 do município de São Paulo. Seguro obrigatório contra furto e roubo de automóveis. Shopping centers, lojas de departamento, supermercados e empre- sas com estacionamento para mais de cinquenta veículos. Inconstitucionalidade. Recorrente: Banco do Estado de São Paulo S/A – BANESPA. Recorrido: Município de São Paulo. Relatora: Min. Ellen Gracie, 29 de novembro de 2005. Lex: jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, São Paulo, v. 28, n. 327, p. 226-230, 2006. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula n° 333. Cabe mandado de segurança contra ato praticado em licitação promovida por sociedade de economia mista ou em- presa pública. Diário da Justiça: seção 1, Brasília, DF, ano 82, n. 32, p. 246, 14 fev. 2007. OBSERVAÇÃO: A súmula é publicada em três dias consecutivos. Indicar a data da fonte consultada. Jurisprudência em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para jurisprudência, de acor- do com as informações abordadas acima, acrescidas de informações relativas à des- crição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, DVD, online e outros). 101 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Quando se tratar de obras consultadas online, ver as informações de obras eletrônicas. NOTA Se a fonte consultada não for a fonte oficial, destaca-se o tipo do ato. BRASIL. Supremo Tribunal Federal (2. Turma). Recurso Extraordinário 313060/SP. Leis 10.927/91 e 11.262 do município de São Paulo. Seguro obrigatório contra furto e roubo de automóveis. Shopping centers, lojas de departamento, supermercados e empresas com estacionamento para mais de cinquenta veículos. Inconstitucionali- dade. Recorrente: Banco do Estado de São Paulo S/A – BANESPA. Recorrido:Muni- cípio de São Paulo. Relatora: Min. Ellen Gracie, 29 de novembro de 2005. Disponível em: http://redir. stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=AC&docID=260670. Acesso em: 19 ago. 2011. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula n° 333. Cabe mandado de segurança contra ato praticado em licitação promovida por sociedade de economia mista ou empresa pública. Brasília, DF: Superior Tribunal de Justiça, [2007]. Disponível em: http://www.stj.jus.br/SCON/sumanot/toc.jsp?&b=TEMA&p=true&t =&l=10&i=340#TIT- 333TEMA0. Acesso em: 19 ago. 2011. • ATOS ADMINISTRATIVOS NORMATIVOS Inclui ato normativo, aviso, circular, contrato, decreto, deliberação, despacho, edital, estatuto, instrução normativa, ofício, ordem de serviço, parecer, parecer normativo, parecer técnico, portaria, regimento, regulamento e resolução, entre outros. Os ele- mentos essenciais são: jurisdição ou cabeçalho da entidade (em letras maiúsculas); epígrafe: tipo, número e data de assinatura do documento; ementa; dados da publi- cação. Quando necessário, acrescentam-se ao final da referência, como notas, ele- mentos complementares para melhor identificar o documento, como: retificações, ratificações, alterações, revogações, dados referentes ao controle de constitucionali- dade, vigência, eficácia, consolidação e atualização. RIO DE JANEIRO (Estado). Corregedoria Geral de Justiça. Aviso nº 309, de 28 de junho de 2005. [Dispõe sobre a suspensão do expediente na 6. Vara de Órfãos e Sucessões da Comarca da Capital nos dias 01, 08, 15, 22 e 29 de julho de 2005]. Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro: parte 3: seção 2: Poder Judiciário, Rio de Janeiro, ano 31, n. 19, p. 71, 30 jun. 2005. 102102 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix BANCO CENTRAL DO BRASIL. Diretoria Colegiada. Circular nº 3.348, de 3 de maio de 2007. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMC- CI). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 144, n. 85, p. 32, 4 maio 2007. CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE (Rio de Janeiro). Deliberação nº 05/CES/SES, de 6 de junho de 1997. Aprova o Regimento Interno do Conselho Estadual de Saúde. Diá- rio Oficial [do] Estado do Rio de Janeiro: parte 1: Poder Executivo, Niterói, ano 23, n. 139, p. 29-31, 30 jul. 1997. Atos administrativos normativos em meio eletrônico BRASIL. Ministério da Fazenda. Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer técnico nº 06370/2006/RJ. Rio de Janeiro: Ministério da Fazenda, 13 set. 2006. Dis- ponível em: http://www.cade.gov. br/Plenario/Sessao_386/Pareceres/ParecerSeae-A- C-2006-08012.008423-International_BusInes_MachIne. PDF. Acesso em: 4 out. 2010. PESSOA JURÍDICA As obras de responsabilidade de pessoa jurídica (órgãos governamentais, empresas, associações, entre outros) têm entrada pela forma conhecida ou como se destaca no documento, por extenso ou abreviada. Convém que se padronizem os nomes para o mesmo autor, quando aparecem de formas diferentes em documentos distintos. Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. PETROBRAS. Biocombustíveis: 50 perguntas e respostas sobre este novo mercado. Rio de Janeiro: PETROBRAS, 2007. AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUA (Brasil); COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Guia nacional de coleta de preservação de amostras: água, sedimen- to, comunidades aquáticas e efluentes líquidos. Brasília, DF: ANA; São Paulo: CETESB, 2011. 327 p. Disponível em: http://www.cetesb.sp.gpv.br/ userfiles/file/laboratorios/pu- blicacoes/guia-nacional-coleta-2012.pdf. Acesso em: 26 fev. 2015. BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF: Ministério da Jus- tiça, 1993. 28 p. 103 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix VIÇOSA (MG). Lei nº 2558/2016. Dispõe sobre o direito ao aleitamento materno e dá outras providências. Viçosa, MG: Sistema de Leis Municipais, 2017. Disponível em: leis- municipais.com.br. Acesso em: 22 jun. 2017. 5.8.2.5.5 MENSAGEM ELETRÔNICA PESSOAL SOBRENOME DO REMETENTE, prenomes. Título do assunto ou mensagem [mensa- gem pessoal] Mensagem recebida por endereço eletrônico do destinatário em data. SILVA, Gustavo. Princípios de microbiologia [mensagem pessoal]. Mensagem rece- bida por fulano@gmail.com. Acesso em: 10 jan. 2009. 5.8.2.5.6 ENTREVISTA NÃO PUBLICADA NOME DO ENTREVISTADO, prenomes. Conteúdo da entrevista e/ou especificação do entrevistado. Estado. Cidade, data. COSTA, H. Entrevista concedida pelo Chefe do Laboratório do Instituto Paulista. São Paulo. Campinas, 2008. 5.8.2.5.8 FILME TÍTULO. Diretor. Produtor. Local: Produtora, data. Especificação do suporte. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, 1983. vídeo VHS. 5.8.3 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL Inclui esculturas, maquetes, objetos e suas representações (fósseis, esqueletos, obje- tos de museu, animais empalhados monumentos entre outros). 104104 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Autor(es), quando for possível identificar o criador artístico do objeto, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título, entre col- chetes). Data (mês e ano) e especificação do objeto (estudo de massa, representação de estudo preliminar, outros). Indicação de escala. SILVA, Maria. Maquete de aeroporto. Maquete em papel paraná, pintada de branca. Janeiro, 2009. Estudo de massa. escala 1/500. 105 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 6. ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Nos cursos de graduação a disciplina de Metodologia de Pesquisa Aplicada ao curso os alunos irão desenvolver um projeto de Pesquisa e no Trabalho de conclusão de curso irão estruturar o artigo científico. Um projeto de pesquisa é um trabalho científico em que se organizam as diversas etapas de uma proposta teórica, a ser formulada a respeito de determinado assunto (GUERRA; CASTRO, 2002). Um projeto é um empreendimento não repetitivo, caracterizado por uma sequência clara e lógica de eventos, com início, meio e fim, que se destina a atingir um objetivo claro e definido, sendo conduzido por pessoas dentro de parâmetros predefinidos de tempo, custo, recursos envolvidos e qualidade (VARGAS, 2003). O Projeto de pesquisa deve seguir a NBR 15287 (ABNT, 2011) ou os modelos adotados pelas instituições que fomentam as pesquisas. Os elementos comuns presentes na estrutura de um projeto são: resumo, justificativa, introdução, metodologia, resulta- dos esperados e cronograma. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um tipo de trabalho acadêmico ampla- mente utilizado no ensino superior como forma de efetuar a avaliação final dos gra- duandos, contemplando a diversidade dos aspectos de sua formação universitária. Pode ser entregue na forma de monografia, projeto, artigo, entre outros. Em co- mum, a finalidade de um TCC é “praticar a pesquisa, iniciar-se à vida científica e vivenciar a forma mais privilegiada de aprender” (SEVERINO, 2007, p. 26). Dessa forma, o discente será capaz de consolidar o conhecimento em sua área e aprender na prática sobre o desenvolvimento de uma pesquisa científica. Lembrando que a estrutura do Projeto de Pesquisa e do Artigo Científico os elemen- tos ficam na sequência, não iniciando tópicos de assuntos em páginas novas, se há espaço na página anterior é dada continuidade. 106106 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix TÍTULO DO TRABALHO Nome e sobrenome dos autores1, nome e sobrenome do orientador2 1Acadêmico do curso de Nutrição 2Titulação do orientador – Docente Multivix - Vitória Observação: Não é necessário que o trabalho contenha capa e nem que seja encadernado. O título do trabalho, os componentes e a introduçãopodem estar na mesma página. 1. INTRODUÇÃO A introdução deve apresentar o trabalho explicando o que é, do que tratará o estudo, contextualizando onde e como será realizado de forma concisa, pois esses itens serão detalhadamente descritos em outros itens do projeto. Quando necessário, importante inserir as citações bibliográficas e de acordo com as Normas Técnicas da Instituição. Embora a introdução seja a primeira seção do artigo, recomenda-se que seja a última a ser redigida. A quantidade de texto produzido na introdução será informada pelo professor da disciplina. 1.1 JUSTIFICATIVA DO TEMA A Justificativa deverá apresentar informações que impulsionam o desenvolvimento do trabalho, (Por quê?) deve, com riqueza de detalhes, e com embasamento em referências definir a importância de tratar e intervir sobre o assunto abordado na pesquisa, apresentar, caso haja, possíveis limitações do trabalho. Quanto a quantidade de páginas da justificativa do tema o professor da disciplina deverá informar. 6.1 METODOLOGIA CIENTÍFICA APLICADA AO CURSO: ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA 107 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix TÍTULO DO TRABALHO Nome e sobrenome dos autores1, nome e sobrenome do orientador2 1Acadêmico do curso de Nutrição 2Titulação do orientador – Docente Multivix - Vitória Observação: Não é necessário que o trabalho contenha capa e nem que seja encadernado. O título do trabalho, os componentes e a introdução podem estar na mesma página. 1. INTRODUÇÃO A introdução deve apresentar o trabalho explicando o que é, do que tratará o estudo, contextualizando onde e como será realizado de forma concisa, pois esses itens serão detalhadamente descritos em outros itens do projeto. Quando necessário, importante inserir as citações bibliográficas e de acordo com as Normas Técnicas da Instituição. Embora a introdução seja a primeira seção do artigo, recomenda-se que seja a última a ser redigida. A quantidade de texto produzido na introdução será informada pelo professor da disciplina. 1.1 JUSTIFICATIVA DO TEMA A Justificativa deverá apresentar informações que impulsionam o desenvolvimento do trabalho, (Por quê?) deve, com riqueza de detalhes, e com embasamento em referências definir a importância de tratar e intervir sobre o assunto abordado na pesquisa, apresentar, caso haja, possíveis limitações do trabalho. Quanto a quantidade de páginas da justificativa do tema o professor da disciplina deverá informar. 1.2 DELIMITAÇÃO DO TEMA Delimitar o que efetivamente será abordado, o que será estudado, quais os limites que terá o desenvolvimento do estudo. A delimitação é uma descrição objetiva do que se pretende estudar, analisar, interpretar ou verificar por meio de métodos científicos. 1.3 PROBLEMA DA PESQUISA O problema da pesquisa deve estar claro e possível de ser estudado, e deve ter embasamento com citações. Toda pesquisa deve partir da formulação de uma ou mais perguntas, (qual pergunta pretende responder ao final do estudo? O que incomoda? O que pretende descobrir?). O problema de pesquisa deve ser em forma de uma ou mais perguntas que devem ser claras e objetivas (sendo possíveis de serem respondidas e solucionáveis). O professor irá informar a quantidade de páginas para o item problema da pesquisa. 1.4 HIPÓTESE A hipótese (a suposição) é a resposta do problema/perguntas formuladas, afirmativas ou negativas, que provavelmente serão respondidas após os resultados do estudo. 1.5 OBJETIVOS 1.5.1 OBJETIVO GERAL O objetivo geral será a síntese do que pretende alcançar, deverá ser criado somente um verbo que sintetize o que será descrito nos objetivos específicos. Iniciar com o verbo no infinitivo. 108108 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 1.5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os Objetivos específicos devem ser claros e precisos, deverão ser apresentados com verbos no infinitivo, que determinam ação. Deverá ser apresentado cerca de 4 objetivos específicos que devem ser o desdobramento do objetivo geral. Observação: Use verbos que demonstrem de forma clara o que se deseja ao final do trabalho, como: listar, comparar, descrever, analisar, esclarecer, demonstrar, medir, produzir, localizar, diagnosticar etc. 2. REFERENCIAL TEORICO O Referencial Teórico, também conhecido como Embasamento Teórico, deve ser elaborado com títulos e subtítulos referentes aos temas tratados, apresentando os mais importantes conceitos, justificativas e características sobre o assunto abordado, do ponto de vista da análise realizada por outros autores. Em outras palavras, referencial teórico é a descrição de conhecimentos relativos à teoria sobre os diversos elementos que estarão contidos no trabalho, que serão transcritos em forma de citação direta ou indireta, organizados no texto. Esta parte do trabalho é elaborada com base em material já publicado por outros autores, desenvolvida uma pesquisa bibliográfica, que inclui materiais com reconhecida confiabilidade, como livros, teses, dissertações, anais de eventos científicos, revistas periódicas científicas online ou impressas, entre outros. No referencial teórico serão apresentadas as teorias, modelos, exemplos e trabalhos de autores que respaldam o trabalho que será desenvolvido. Para o referencial teórico, o aluno deverá apresentar citações de no mínimo 10 obras, podendo ser livros ou artigos científicos (sendo 6 dessas no mínimo dos últimos 5 anos), que possam dar embasamento ao tema escolhido. Escolher de 3 a 5 tópicos do assunto, mínimo de 2 laudas por tópico, podendo ser 109 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 1.5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os Objetivos específicos devem ser claros e precisos, deverão ser apresentados com verbos no infinitivo, que determinam ação. Deverá ser apresentado cerca de 4 objetivos específicos que devem ser o desdobramento do objetivo geral. Observação: Use verbos que demonstrem de forma clara o que se deseja ao final do trabalho, como: listar, comparar, descrever, analisar, esclarecer, demonstrar, medir, produzir, localizar, diagnosticar etc. 2. REFERENCIAL TEORICO O Referencial Teórico, também conhecido como Embasamento Teórico, deve ser elaborado com títulos e subtítulos referentes aos temas tratados, apresentando os mais importantes conceitos, justificativas e características sobre o assunto abordado, do ponto de vista da análise realizada por outros autores. Em outras palavras, referencial teórico é a descrição de conhecimentos relativos à teoria sobre os diversos elementos que estarão contidos no trabalho, que serão transcritos em forma de citação direta ou indireta, organizados no texto. Esta parte do trabalho é elaborada com base em material já publicado por outros autores, desenvolvida uma pesquisa bibliográfica, que inclui materiais com reconhecida confiabilidade, como livros, teses, dissertações, anais de eventos científicos, revistas periódicas científicas online ou impressas, entre outros. No referencial teórico serão apresentadas as teorias, modelos, exemplos e trabalhos de autores que respaldam o trabalho que será desenvolvido. Para o referencial teórico, o aluno deverá apresentar citações de no mínimo 10 obras, podendo ser livros ou artigos científicos (sendo 6 dessas no mínimo dos últimos 5 anos), que possam dar embasamento ao tema escolhido. Escolher de 3 a 5 tópicos do assunto, mínimo de 2 laudas por tópico, podendo ser mais laudas caso o professor orientador veja necessidade conforme o estudo, dissertando sobre eles, construído com citação direta e/ou indireta e contextualização. Não deve utilizar subseções com pouco conteúdo. O textodeve ser coeso e coerente, utilizando de linguagem científica, e sempre com as narrativas na 3ª pessoa ou no infinitivo, apresentando o conhecimento adquirido dos autores estudados. Os tópicos de assuntos do Referencial teórico deverão ser definidos com base nos objetivos e no problema proposto no estudo, buscando assim dissertar sobre eles, trazer citações direta e/ou indiretas de autores que são renomados no assunto em cada tópico. Importante que construa um diálogo com as fontes escolhidas (os autores) e você, trazendo os seus trechos de textos (falas) de posição e argumentação, discorrendo o texto de forma significativa sobre os assuntos por meio de um texto dissertativo. Um texto dissertativo traz, como elemento essencial a argumentação. Assim sendo, ressalta-se que tal argumentação precisa estar calcada em algo que lhe sustente, ou seja, em algo concreto, real, coerente, com vistas a conferir a credibilidade, conseguido por meio das fontes seguras empregando as citações. Da mesma forma ocorre com o texto científico, posto que as ideias defendidas e a posição tomada por parte do pesquisador precisam estar baseadas em fontes seguras. Tal fato significa que o fruto obtido por meio dessa realização não pode ser algo oriundo de experiências aleatórias. Para tanto, o assunto abordado se mesclará às ideias de outras pessoas que já tenham retratado algo sobre ele, que já tenham se tornado conhecidas pela comunidade científica de forma geral. Ao empregar a citação, ou seja, ao inserir um texto com as palavras de um determinado autor, dessa forma demonstra- se que não são de propriedade dele, que apenas serviram de sustentabilidade ao que estava dizendo, uma forma de estar defendendo o estudo proposto. Com a finalidade de reforçar o que está sendo abordado, ressaltamos a afirmação do autor Soares (2003, p. 76), no qual este informa que “é importante lembrar que é 110110 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix impossível um trabalho sério sem citações, ou melhor, é impossível ‘partir do nada’. Porém, cabe advertir que um trabalho científico não pode constituir mera cópia ou paráfrases. Ele pressupõe uma reflexão própria”. Ao mencionar sobre à reflexão própria, o autor chama a atenção, pois torna-se relevante ressaltar que as citações não substituem a redação do texto científico. Assim, de nada adianta o pesquisador estruturar o seu texto um mero aglomerado de citações, assemelhando-se a uma colcha de retalhos se nele não contiver seu posicionamento frente ao assunto discutido. De acordo com Azevedo (1998, p.120), os problemas mais comuns quanto à inserção das citações no texto é: • Escassez, de citações, atribuição, atribuindo- se ao autor pensamentos que são de outrem; • Excesso de citações, o que faz do trabalho uma enorme colcha de retalhos; • Documentação inadequada (por inexistência, insuficiência, ou incorreção das fontes empregadas; • Presença no texto de informações que poderiam ir para as notas, o que permitiriam deixar a redação mais limpa; • Ausência de diálogo com as fontes, usadas às vezes somente para validar, dar crédito ao pensamento dos autores citados, e no contexto abandonam o pensamento do autor, sem discussão; • Inadequada transição entre texto do autor e o texto citado o que dificulta a identificação de quem está falando. É muito importante no referencial teórico não utilizar subseções com pouco conteúdo. Observação: Em todos os contextos deverão ser apresentadas as devidas referências aos autores externos, e a formatação deve seguir o padrão estabelecido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. 3. METODOLOGIA No item Metodologia deve se descrever os métodos que serão seguidos na pesquisa para atingir os objetivos específicos. A metodologia elaborada deverá ser minuciosa e extremamente detalhada. 111 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix impossível um trabalho sério sem citações, ou melhor, é impossível ‘partir do nada’. Porém, cabe advertir que um trabalho científico não pode constituir mera cópia ou paráfrases. Ele pressupõe uma reflexão própria”. Ao mencionar sobre à reflexão própria, o autor chama a atenção, pois torna-se relevante ressaltar que as citações não substituem a redação do texto científico. Assim, de nada adianta o pesquisador estruturar o seu texto um mero aglomerado de citações, assemelhando-se a uma colcha de retalhos se nele não contiver seu posicionamento frente ao assunto discutido. De acordo com Azevedo (1998, p.120), os problemas mais comuns quanto à inserção das citações no texto é: • Escassez, de citações, atribuição, atribuindo- se ao autor pensamentos que são de outrem; • Excesso de citações, o que faz do trabalho uma enorme colcha de retalhos; • Documentação inadequada (por inexistência, insuficiência, ou incorreção das fontes empregadas; • Presença no texto de informações que poderiam ir para as notas, o que permitiriam deixar a redação mais limpa; • Ausência de diálogo com as fontes, usadas às vezes somente para validar, dar crédito ao pensamento dos autores citados, e no contexto abandonam o pensamento do autor, sem discussão; • Inadequada transição entre texto do autor e o texto citado o que dificulta a identificação de quem está falando. É muito importante no referencial teórico não utilizar subseções com pouco conteúdo. Observação: Em todos os contextos deverão ser apresentadas as devidas referências aos autores externos, e a formatação deve seguir o padrão estabelecido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. 3. METODOLOGIA No item Metodologia deve se descrever os métodos que serão seguidos na pesquisa para atingir os objetivos específicos. A metodologia elaborada deverá ser minuciosa e extremamente detalhada. Deverá ser apresentada e explicada com referencial teórico específico de metodologia científica, diferentes aspectos como: - a natureza da pesquisa: Básica ou Aplicada, - a abordagem do problema: quantitativo, qualitativo - tipo de objetivos do estudo: Pesquisa Exploratória, Pesquisa Descritiva e Pesquisa Explicativa - devem ser descritos os procedimentos que serão utilizados no desenvolvimento da pesquisa: ● Pesquisa Bibliográfica ● Pesquisa Documental ● Pesquisa Experimental ● Levantamento ● Estudo de caso ● Pesquisa Participante ● Pesquisa-Ação: ● Pesquisa Expost-Facto ● Pesquisa Investigativa - Descrever, caso haja, a população e/ou amostra: informações sobre o universo a ser estudado, descrever quem são os participantes da pesquisa. - Apresentar como será a coleta e análise de dados: quais as técnicas que serão utilizadas para coletar dados (questionários, entrevistas, observação, experimento etc.) Observação: Em caso de pesquisa com seres humanos, verificar na Resolução CNS 466/12 e Resolução 510/16 a necessidade de submissão e aprovação do CEP-Comitê de Ética em Pesquisa. 4 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA Deve ser estruturado o cronograma de projeto que evidencia todas as tarefas a serem cumpridas dentro de um determinado projeto, informando a data de início e fim. 112112 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Importante inserir todas as etapas previstas para a realização do estudo proposto no trabalho da disciplina, considerando os itens: Etapas, Atividade proposta, Tempo de realização previsto. O ideal é que seja estruturado em forma de um Quadro considerando o período de execução do projeto. 5. REFERÊNCIAS Esta seção deve indicar o conjunto de referências utilizadas para construção deste trabalho. A quantidade de referências listadas indica o nível do levantamento bibliográfico executado pelo aluno. As referências do trabalho deverão ser listadas emordem alfabética, com espaçamento simples, parágrafo alinhado à esquerda, seguindo a norma da ABNT. Formatação do Projeto da Disciplina de Metodologia Aplicada ao Curso: Informações gerais 1. O título deverá ter até 10 palavras e não deverá ter ponto final, será formatado com fonte 12 em negrito e caixa alta ou todas as letras maiúsculas e centralizado. 2. Em seguida (após um Enter), será escrito o nome dos autores (alunos) separados por vírgula, e na linha abaixo o nome do professor da disciplina com formatação igual ao texto. 3. O trabalho deve conter entre 10 e 15 páginas (referências não estão neste total) em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm). 4. Margens devem ter: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. 5. Texto digitados na cor preta. 113 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix Importante inserir todas as etapas previstas para a realização do estudo proposto no trabalho da disciplina, considerando os itens: Etapas, Atividade proposta, Tempo de realização previsto. O ideal é que seja estruturado em forma de um Quadro considerando o período de execução do projeto. 5. REFERÊNCIAS Esta seção deve indicar o conjunto de referências utilizadas para construção deste trabalho. A quantidade de referências listadas indica o nível do levantamento bibliográfico executado pelo aluno. As referências do trabalho deverão ser listadas em ordem alfabética, com espaçamento simples, parágrafo alinhado à esquerda, seguindo a norma da ABNT. Formatação do Projeto da Disciplina de Metodologia Aplicada ao Curso: Informações gerais 1. O título deverá ter até 10 palavras e não deverá ter ponto final, será formatado com fonte 12 em negrito e caixa alta ou todas as letras maiúsculas e centralizado. 2. Em seguida (após um Enter), será escrito o nome dos autores (alunos) separados por vírgula, e na linha abaixo o nome do professor da disciplina com formatação igual ao texto. 3. O trabalho deve conter entre 10 e 15 páginas (referências não estão neste total) em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm). 4. Margens devem ter: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. 5. Texto digitados na cor preta. 6. Fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 para o texto. 7. Não deverá ter cabeçalho e rodapé. 8. A formatação dos parágrafos deverá ser com alinhamento justificado, recuo na primeira linha de 1.25 (padrão Word), conforme as normas da ABNT. 9. Todo o texto deve ser com espaçamento de 1,5 (um e meio) entrelinhas, e espaçamento simples para algumas particularidades conforme as normas. 10. Não deverá ser dado espaço extra entre os parágrafos. 11. O Projeto deverá ser paginado inserindo o número da página no canto superior direito com fonte tamanho 10. 12. As chamadas (referências) no decorrer do texto deverão ser feitas conforme ABNT indicadas no texto por um sistema de chamadas: autor-data. 13. Demais itens estruturais e procedimentos de elaboração seguir Manual de Normatização da IES e ABNT. 114114 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 6.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: PRODUÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO O Trabalho de Conclusão de Curso para os cursos de graduação da Faculdade MUL- TIVIX será realizado em grupo de três alunos, exceto para o curso de Arquitetura e Urbanismo, que segue exigências específicas do curso. A modalidade do Trabalho de Conclusão de Curso a ser produzida pelos alunos é um artigo científico. A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso tem como pré-requisito a disciplina de Metodologia Científica Aplicada ao curso ou seja: essas disciplinas devem ser cur- sadas em semestres letivos distintos. Em hipótese alguma o aluno poderá cursar a disciplina Metodologia Científica Aplicada no mesmo semestre que a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso. Somente serão aceitos trabalhos que tenham sido desenvolvidos e acompanhados direta e continuamente pelo professor orientador no decorrer do período letivo. Serão aceitos artigos científicos dos tipos: • Artigo original: consiste em um artigo que apresenta informação(ões) original(is), ou seja, apresenta uma ideia nova, incomum e inédita, com uma conclusão exclusiva do estudo abordado no artigo (NBR 6022, 2018; GONÇALVES, 2004). • Artigo de revisão: consiste em um artigo que utiliza informações já publicados para aprofundar um tema determinado, resumindo, analisando e discutindo conheci- mentos já disponibilizados sobre o assunto (NBR 6022, 2018). Formatação do Trabalho de Conclusão do curso: Artigo Científico e Artigo de Revi- são de Literatura 1. O título deverá ter até 10 palavras e não deverá ter ponto final, será formatado com fonte 12 em negrito e caixa alta ou todas as letras maiúsculas e centralizado. 2. Em seguida (após um Enter), será escrito o nome dos autores (alunos) separa- dos por vírgula, e na linha abaixo o nome do professor da disciplina com forma- tação igual ao texto. 115 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 3. O trabalho deve conter entre 15 a 20 páginas (referências não estão neste total) em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm). 4. Margens devem ter: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. 5. Texto digitados na cor preta. 6. Fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 para o texto. 7. Não deverá ter cabeçalho e rodapé. 8. A formatação dos parágrafos deverá ser com alinhamento justificado, recuo na primeira linha de 1.25 (padrão Word), conforme as normas da ABNT. 9. Todo o texto deve ser com espaçamento de 1,5 (um e meio) entrelinhas, e espa- çamento simples para algumas particularidades conforme as normas. 10. Não deverá ser dado espaço extra entre os parágrafos. 11. O Projeto deverá ser paginado inserindo o número da página no canto superior direito com fonte tamanho 10. 12. As chamadas (referências) no decorrer do texto deverão ser feitas conforme ABNT indicadas no texto por um sistema de chamadas: autor-data. 13. O cronograma de execução deve ser retirado tendo em vista que o trabalho está sendo finalizado. 14. Demais itens estruturais e procedimentos de elaboração seguir Manual de Normatização da IES e ABNT. 116116 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 6.2.1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO TÍTULO DO ARTIGO CIENTÍFICO (letra maiúscula, em negrito, centralizado) Nome e sobrenome dos autores1, nome e sobrenome do orientador2 1Acadêmico do curso de Nutrição 2Titulação do orientador – Docente Multivix - Vitória RESUMO O resumo deve ser digitado com espaçamento 1,5 e tamanho da fonte Arial tamanho 12. O resumo deverá ter no máximo 250 palavras e digitado em apenas um parágrafo. Deve apresentar, de forma breve, o tema e sua importância, o objetivo, a metodologia e os resultados alcançados, ou seja: os pontos relevantes do texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. O resumo deve ser elaborado de acordo com a NBR 6028/2021, na forma de frases concisas e objetivas (e não enumeração de tópicos), utilizando a terceira pessoa do singular, os verbos na voz ativa e evitando o uso de expressões negativas. Palavras-Chave: Podem usar no mínimo de três e máximo de cinco palavras-chave, separadas por ponto e vírgula e iniciais minúsculas, com exceção dos substantivos próprios e nomes científicos. 1. INTRODUÇÃO É a parte do texto científico que dá́ aos leitores informações previas da pesquisa realizada. O objetivo central dessa seção é definir com muita clareza o problema abordado pela pesquisa, e para isso ela estabelece relações (citações) a diversas outras pesquisas (CRESWELL, 2007). A introdução informao que foi pesquisado e o porquê̂ da investigação. É a parte do artigo que prepara o leitor para entender a investigação e a justificativa de sua 6.2.1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO 117 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 6.2.1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO TÍTULO DO ARTIGO CIENTÍFICO (letra maiúscula, em negrito, centralizado) Nome e sobrenome dos autores1, nome e sobrenome do orientador2 1Acadêmico do curso de Nutrição 2Titulação do orientador – Docente Multivix - Vitória RESUMO O resumo deve ser digitado com espaçamento 1,5 e tamanho da fonte Arial tamanho 12. O resumo deverá ter no máximo 250 palavras e digitado em apenas um parágrafo. Deve apresentar, de forma breve, o tema e sua importância, o objetivo, a metodologia e os resultados alcançados, ou seja: os pontos relevantes do texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. O resumo deve ser elaborado de acordo com a NBR 6028/2021, na forma de frases concisas e objetivas (e não enumeração de tópicos), utilizando a terceira pessoa do singular, os verbos na voz ativa e evitando o uso de expressões negativas. Palavras-Chave: Podem usar no mínimo de três e máximo de cinco palavras-chave, separadas por ponto e vírgula e iniciais minúsculas, com exceção dos substantivos próprios e nomes científicos. 1. INTRODUÇÃO É a parte do texto científico que dá́ aos leitores informações previas da pesquisa realizada. O objetivo central dessa seção é definir com muita clareza o problema abordado pela pesquisa, e para isso ela estabelece relações (citações) a diversas outras pesquisas (CRESWELL, 2007). A introdução informa o que foi pesquisado e o porquê̂ da investigação. É a parte do artigo que prepara o leitor para entender a investigação e a justificativa de sua realização. Deve ser organizada com o propósito de despertar o interesse do leitor e fazê-lo prosseguir na leitura. A introdução deve conter ainda na sua estrutura a justificativa do tema, Delimitação do estudo, o problema da pesquisa e o questionamento do problema, os objetivos gerais e os específicos. 2. REFERENCIAL TEÓRICO O referencial teórico, visa expor as principais ideias abordadas no artigo, ou seja, os capítulos de sustentação teórica. É, em essência, a fundamentação lógica do trabalho. Escolher de 3 a 5 tópicos do assunto (no mínimo 2 laudas por tópico) para trabalhar o referencial teórico, construído com citação direta e/ou indireta e contextualização. Não utilizar subseções com pouco conteúdo. O Referencial Teórico, também conhecido como Embasamento Teórico, deve ser elaborado com títulos e subtítulos referentes aos temas tratados, apresentando os mais importantes conceitos, justificativas e características sobre o assunto abordado, do ponto de vista da análise realizada por outros autores. Em outras palavras, referencial teórico é a descrição de conhecimentos relativos à teoria sobre os diversos elementos que estarão contidos no trabalho, que serão transcritos em forma de citação direta ou indireta, organizados no texto. Esta parte do trabalho é elaborada com base em material já publicado por outros autores, desenvolvida uma pesquisa bibliográfica, que inclui materiais com reconhecida confiabilidade, como livros, teses, dissertações, anais de eventos científicos, revistas periódicas científicas online ou impressas, entre outros. No referencial teórico serão apresentadas as teorias, modelos, exemplos e trabalhos de autores que respaldam o trabalho que será desenvolvido. Observação: Em todos os contextos deverão ser apresentadas as devidas referências aos autores externos, e a formatação deve seguir o padrão estabelecido 118118 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, conforme especificado nesse Manual de Normatização. 3 METODOLOGIA E MÉTODO DA PESQUISA Definir, com base na revisão bibliográfica ou em trabalhos preliminares, a metodologia que foi utilizada para atingir os objetivos estabelecidos no estudo proposto. Apresentar detalhadamente os procedimentos de trabalho, o material que deverá ser utilizado, o tratamento da informação e o procedimento estatístico, se for o caso. E deve empregar citações do tipo direta e/ou indireta para esse tópico de Metodologia e Método de Pesquisa. Esta seção deve detalhar os aspectos da metodologia empregada nas atividades especificamente executadas pelo aluno e apresentar sua relação com as áreas do curso. Método, é entendido como um processo lógico, sistematizado e organizado para o desenvolvimento da pesquisa. Representa o “COMO” caminho para se chegar a um fim “ONDE”. O Método compreende o material e os procedimentos adotados na pesquisa de modo a poder responder à questão central da investigação. Deverá ser apresentada e explicada com referencial teórico específico de metodologia científica, diferentes aspectos como: - a natureza da pesquisa: Básica ou Aplicada, - a abordagem do problema: quantitativo, qualitativo - tipo de objetivos do estudo: Pesquisa Exploratória, Pesquisa Descritiva e Pesquisa Explicativa - devem ser descritos os procedimentos que foram utilizados no desenvolvimento da pesquisa: ● Pesquisa Bibliográfica ● Pesquisa Documental ● Pesquisa Experimental 119 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, conforme especificado nesse Manual de Normatização. 3 METODOLOGIA E MÉTODO DA PESQUISA Definir, com base na revisão bibliográfica ou em trabalhos preliminares, a metodologia que foi utilizada para atingir os objetivos estabelecidos no estudo proposto. Apresentar detalhadamente os procedimentos de trabalho, o material que deverá ser utilizado, o tratamento da informação e o procedimento estatístico, se for o caso. E deve empregar citações do tipo direta e/ou indireta para esse tópico de Metodologia e Método de Pesquisa. Esta seção deve detalhar os aspectos da metodologia empregada nas atividades especificamente executadas pelo aluno e apresentar sua relação com as áreas do curso. Método, é entendido como um processo lógico, sistematizado e organizado para o desenvolvimento da pesquisa. Representa o “COMO” caminho para se chegar a um fim “ONDE”. O Método compreende o material e os procedimentos adotados na pesquisa de modo a poder responder à questão central da investigação. Deverá ser apresentada e explicada com referencial teórico específico de metodologia científica, diferentes aspectos como: - a natureza da pesquisa: Básica ou Aplicada, - a abordagem do problema: quantitativo, qualitativo - tipo de objetivos do estudo: Pesquisa Exploratória, Pesquisa Descritiva e Pesquisa Explicativa - devem ser descritos os procedimentos que foram utilizados no desenvolvimento da pesquisa: ● Pesquisa Bibliográfica ● Pesquisa Documental ● Pesquisa Experimental ● Levantamento ● Estudo de caso ● Pesquisa Participante ● Pesquisa-Ação ● Pesquisa Expost-Facto ● Pesquisa Investigativa - Descrever, caso haja, a população e/ou amostra: informações sobre o universo estudado. - Apresentar como foi a coleta e análise de dados: quais as técnicas utilizadas para coletar dados (questionários, entrevistas, observação, experimento…) caso haja. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Apresentar os dados e resultados das análises/observações alcançados. Para apresentação de Tabelas, Gráficos, Figuras, Quadros, entre outros, recomenda-se consultar a formatação contida neste documento ou o Manual de Normas Técnicas da Instituição para a correta formatação deles. Importante utilizar citaçõespara validar os resultados/análises obtidas. O propósito da seção de resultados, como o próprio nome indica, é mostrar o que foi encontrado na pesquisa. São os dados originais obtidos e sintetizados pelo autor, com o intuito de fornecer resposta à questão que motivou a investigação. Os principais achados são apresentados acompanhados do respectivo tratamento estatístico, se dele houver necessidade. Quanto mais a investigação for direcionada para um objetivo principal, mais fácil será́ a redação dos seus resultados. Se, ao contrário, a pesquisa estiver desfocada, “dando tiro para tudo que é lado”, com numerosos objetivos, explícitos ou implícitos, o relato se torna difícil, além de haver maior possibilidade de chegar-se a resultados falso- positivos. Apresentar primeiro os resultados principais. O foco do relato da seção de resultados, como de todo o artigo original, deve ser nos achados principais. Eles precisam estar 120120 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix separados de outros, secundários, que porventura venham a constar do relato. Daí ́a conveniência de especificar claramente quais sejam os achados principais e os secundários. Resultado principal ou primário é o que está́ mais relacionado ao objetivo da investigação. Refere-se ao desfecho principal, evento principal ou variável resposta. Portanto, a questão central da pesquisa – expressa por objetivo ou hipótese – necessita estar sempre presente para bem nortear a redação. (PEREIRA, 2018) Em resultados, o autor apresenta os principais achados da sua pesquisa. Depois, na discussão, tenta dar sentido ao que encontrou. O cerne da discussão é a interpretação dos resultados obtidos e a sua relação com o conhecimento existente, de modo a chegar-se a uma conclusão. Resultados é parte do artigo científico onde o autor deve mostrar o que obteve em sua pesquisa. Os Resultados devem ser ilustrados Tabela(s) ou Figura(s), a(s) qual(is) deve(m) estar intercalada(s) com parágrafos explicativos. Uma Figura e uma Tabela podem mostrar a mesma coisa. Desta forma, é aconselhável escolher apenas uma. Não é aconselhável colocar fotografias do experimento; somente em casos de EXTREMA necessidade. O texto deve ser claro, atenção para que não seja subjetivo ou extremamente detalhista. Discussão é parte do artigo científico em que o autor deve fazer ponderações sobre os resultados obtidos no estudo. Neste momento que são apontados os pontos relevantes sobre cada elemento (tratamento) estudado. A escrita da Discussão deve respeitar a sequência dos resultados apresentados, mantendo ‘foco’ em cada parágrafo. Se pertinente, deve ser feita referência a algum autor anteriormente citado no referencial teórico ou na introdução. Há revistas científicas em que a Discussão é escrita juntamente com os Resultados (Resultados e Discussão). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS As considerações finais é parte do artigo científico onde o autor deve, em poucas 121 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix separados de outros, secundários, que porventura venham a constar do relato. Daí ́a conveniência de especificar claramente quais sejam os achados principais e os secundários. Resultado principal ou primário é o que está́ mais relacionado ao objetivo da investigação. Refere-se ao desfecho principal, evento principal ou variável resposta. Portanto, a questão central da pesquisa – expressa por objetivo ou hipótese – necessita estar sempre presente para bem nortear a redação. (PEREIRA, 2018) Em resultados, o autor apresenta os principais achados da sua pesquisa. Depois, na discussão, tenta dar sentido ao que encontrou. O cerne da discussão é a interpretação dos resultados obtidos e a sua relação com o conhecimento existente, de modo a chegar-se a uma conclusão. Resultados é parte do artigo científico onde o autor deve mostrar o que obteve em sua pesquisa. Os Resultados devem ser ilustrados Tabela(s) ou Figura(s), a(s) qual(is) deve(m) estar intercalada(s) com parágrafos explicativos. Uma Figura e uma Tabela podem mostrar a mesma coisa. Desta forma, é aconselhável escolher apenas uma. Não é aconselhável colocar fotografias do experimento; somente em casos de EXTREMA necessidade. O texto deve ser claro, atenção para que não seja subjetivo ou extremamente detalhista. Discussão é parte do artigo científico em que o autor deve fazer ponderações sobre os resultados obtidos no estudo. Neste momento que são apontados os pontos relevantes sobre cada elemento (tratamento) estudado. A escrita da Discussão deve respeitar a sequência dos resultados apresentados, mantendo ‘foco’ em cada parágrafo. Se pertinente, deve ser feita referência a algum autor anteriormente citado no referencial teórico ou na introdução. Há revistas científicas em que a Discussão é escrita juntamente com os Resultados (Resultados e Discussão). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS As considerações finais é parte do artigo científico onde o autor deve, em poucas palavras, mostrar ao leitor o que obteve no estudo. Não devem ser escritas frases longas, ou realizadas discussões ou argumentações, deve ser objetiva e convincente. Os termos devem ser científicos. É a apresentação dos dados e resultados das análises/observações alcançados. É a parte final do trabalho em que são apresentadas as considerações correspondentes aos objetivos. Deverá ser concisa, exata e convincente, onde o autor deverá expor um novo conhecimento ou reformulação de um conhecimento existente e ainda sugerir outros estudos para respostas daquilo que não se obteve explicação. É a descrição do que foi apresentado na introdução e exposto em material no desenvolvimento. Qualquer comunicação, oral ou escrita, tem começo, meio e fim. O autor introduz, desenvolve e conclui seu tema. O relato dos resultados de uma investigação não é exceção. Nas considerações finais não devem ser inseridas citações. Embora as considerações finais possam tomar vários caminhos, dois aspectos são essenciais: - Deve estar suficientemente apoiada nos fatos apresentados e em sólida interpretação. - Traz a posição ou a solução do autor apoiado nos argumentos apresentados; por vezes, sugere desdobramentos. As considerações finais deverão estar relacionadas aos objetivos apresentados na introdução do artigo. O uso do termo considerações finais é mais indicado do que conclusões, pois indicam que não existe um fim para aquelas discussões e que não existe uma verdade científica absoluta e incontestável, e que os resultados encontrados possibilitam novas reflexões, sem uma conclusão definitiva. E a conclusão nesse caso é uma dedução extraída dos resultados do trabalho, conforme a percepção do leitor. 6 REFERÊNCIAS Esta seção deve indicar o conjunto de referências utilizadas para construção deste trabalho. A quantidade de referências listadas indica o nível do levantamento 122122 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix bibliográfico executado pelo aluno. As referências do trabalho deverão ser listadas em ordem alfabética, seguindo padrão ABNT, e podem ser geradas em ferramentas online para elaboração de referência. 123 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix bibliográfico executado pelo aluno. As referências do trabalho deverão ser listadas em ordem alfabética, seguindo padrão ABNT, e podem ser geradas em ferramentas online para elaboração de referência. 6.2.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO DE REVISAO DE LITERATURA TÍTULO DO ARTIGO (letra maiúscula, em negrito, centralizado) Nome e sobrenome dos autores1, nome e sobrenomedo orientador2 1Acadêmico do curso de Nutrição 2Titulação do orientador – Docente Multivix Vitória RESUMO O resumo deve ser digitado com espaçamento 1,5 e tamanho da fonte Arial, tamanho 12. O resumo deverá ter no máximo 250 palavras e digitado em apenas um parágrafo. Deve apresentar, de forma breve, o tema e sua importância, o objetivo, a metodologia e os resultados alcançados, ou seja: os pontos relevantes do texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. O resumo deve ser elaborado de acordo com a NBR 6028, na forma de frases concisas e objetivas (e não enumeração de tópicos), utilizando a terceira pessoa do singular, os verbos na voz ativa e evitando o uso de expressões negativas. Palavras-Chave: Podem usar no mínimo de três e máximo de cinco palavras-chave, separadas por ponto e vírgula e iniciais minúsculas. 1.INTRODUÇÃO É a parte do texto científico que dá́ aos leitores informações previas da pesquisa realizada. O objetivo central dessa seção é definir com muita clareza o problema abordado pela pesquisa, e para isso ela estabelece relações (citações) a diversas outras pesquisas (CRESWELL, 2007). A introdução informa o que foi pesquisado e o porquê̂ da investigação. É a parte do artigo que prepara o leitor para entender a investigação e a justificativa de sua 6.2.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO DE REVISAO DE LITERATURA 124124 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix realização. Deve ser organizada com o propósito de despertar o interesse do leitor e fazê-lo prosseguir na leitura. A introdução deve conter ainda na sua estrutura a justificativa do tema, Delimitação do estudo, o problema da pesquisa e o questionamento do problema, os objetivos gerais e os específicos. 2. REVISÃO DE LITERATURA Revisão da literatura é o processo de busca, análise e descrição de um corpo do conhecimento em busca de resposta a uma pergunta específica. “Literatura” cobre todo o material relevante que é escrito sobre um tema: livros, artigos de periódicos, artigos de jornais, registros históricos, relatórios governamentais, teses e dissertações e outros tipos. Parte principal do artigo que contém a exposição ordenada do assunto tratado. Divide- se em seções e subseções, conforme a NBR 6024/2003, que variam em função da abordagem do tema e do método. A formatação deste tipo de estudo, será orientada pelo objetivo traçado e o tipo de revisão que será desenvolvido. Ao fazer um levantamento na base de periódicos nacionais e internacionais da Capes, encontramos diferentes tipos de estudos que realizam revisões de literatura e de produções científicas com as mais variadas denominações: levantamento bibliográfico, revisão de literatura, revisão bibliográfica, Estado da Arte, Revisão narrativa, Estudo bibliométrico, Revisão Sistemática, Revisão Integrativa, meta- análise, Em diferentes modelos de Revisão de literatura são apresentados: Exemplo 1- Introdução, Referencial Teórico (que é apresentado com os títulos e subtítulos dos temas do estudo), Metodologia, resultados, considerações finais e Referências. 125 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix realização. Deve ser organizada com o propósito de despertar o interesse do leitor e fazê-lo prosseguir na leitura. A introdução deve conter ainda na sua estrutura a justificativa do tema, Delimitação do estudo, o problema da pesquisa e o questionamento do problema, os objetivos gerais e os específicos. 2. REVISÃO DE LITERATURA Revisão da literatura é o processo de busca, análise e descrição de um corpo do conhecimento em busca de resposta a uma pergunta específica. “Literatura” cobre todo o material relevante que é escrito sobre um tema: livros, artigos de periódicos, artigos de jornais, registros históricos, relatórios governamentais, teses e dissertações e outros tipos. Parte principal do artigo que contém a exposição ordenada do assunto tratado. Divide- se em seções e subseções, conforme a NBR 6024/2003, que variam em função da abordagem do tema e do método. A formatação deste tipo de estudo, será orientada pelo objetivo traçado e o tipo de revisão que será desenvolvido. Ao fazer um levantamento na base de periódicos nacionais e internacionais da Capes, encontramos diferentes tipos de estudos que realizam revisões de literatura e de produções científicas com as mais variadas denominações: levantamento bibliográfico, revisão de literatura, revisão bibliográfica, Estado da Arte, Revisão narrativa, Estudo bibliométrico, Revisão Sistemática, Revisão Integrativa, meta- análise, Em diferentes modelos de Revisão de literatura são apresentados: Exemplo 1- Introdução, Referencial Teórico (que é apresentado com os títulos e subtítulos dos temas do estudo), Metodologia, resultados, considerações finais e Referências. Exemplo 2 – Introdução, Desenvolvimento, considerações finais e Referências. O tipo de estudo Revisão de Literatura, é entendido como o processo de pesquisa, análise e descrição de conceitos em a fim de responder uma pergunta, ou atender um objetivo. A busca na literatura deve ser feita em diferentes meios, como: livros, artigos de periódicos, artigos de jornais, registros históricos, relatórios governamentais, teses e dissertações e outros tipos (NORONHA; FERREIRA, 2000). Trabalhos de revisão, na definição de Noronha e Ferreira (2000, p. 191) são como estudos que analisam a produção bibliográfica em determinada área temática, dentro de um recorte de tempo, fornecendo uma visão geral ou um relatório do estado-da arte sobre um tópico específico, evidenciando novas ideias, métodos, subtemas que têm recebido maior ou menor ênfase na literatura selecionada. A Revisão de Literatura não pode ser confundida com o levantamento bibliográfico. A revisão da literatura requer a análise da produção bibliográfica. Tipos de revisão da literatura: • Narrativa • Sistemática • Integrativa Segundo Pereira (2018, p. 45) os tipos de revisão são definidos de acordo com o método de elaboração. As revisões de cunho narrativo são maioria na literatura científica. Representam auxílio valioso para o pesquisador. Revisão narrativa (tradicional) síntese da literatura sobre um dado tema, em geral realizada de maneira não-sistemática; a conclusão pode refletir o estado da arte sobre o assunto ou a opinião do autor sobre a matéria. Revisão Narrativa A revisão narrativa não utiliza critérios explícitos e sistemáticos para a busca e análise crítica da literatura. A busca pelos estudos não precisa esgotar as fontes de informações. Não aplica estratégias de busca sofisticadas e exaustivas. A seleção dos 126126 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix estudos e a interpretação das informações podem estar sujeitas à subjetividade dos autores. É adequada para a fundamentação teórica de artigos, dissertações, teses, trabalhos de conclusão de cursos. Revisão Sistemática Síntese da literatura sobre um tema fundamentada na aplicação de estratégias que limitam viés na busca dos artigos, na avaliação crítica do seu conteúdo, na síntese dos resultados e na conclusão; a conclusão tende a refletir os resultados dos trabalhos mais relevantes sobre o assunto. As revisões sistemáticas, tiveram grande impulso a partir dos anos 1990 na área da saúde, esta forma de pesquisa propõe formatação sistematizada de rever as evidências sobre um tema. “A revisão sistemática é uma pesquisa científica em bases de dados bibliográficos de textos científicos. Por essa forma de abordagem, exige-se transparência dos objetivos, do rigor metodológico e da imparcialidade do autor da revisão no trato com o assunto.” (PEREIRA, 2018,p. 48) Para o desenvolvimento deste formato de revisão da literatura aplicam-se estratégias que limitam distorções em pontos potencialmente vulneráveis das revisões tradicionais. De acordo com os autores Sampaio e Mancini (2007), estes apresentam uma descrição das etapas que constituem o processo de elaboração de um estudo de revisão sistemática: Passo 1: Definindo a pergunta Assim como qualquer outra investigação científica, uma boa revisão sistemática requer uma pergunta ou questão bem formulada e clara. Passo 2: Buscando a evidência Os pesquisadores devem se certificar de que todos os artigos importantes ou que possam ter algum impacto na conclusão da revisão sejam incluídos. Escolha de base 127 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix estudos e a interpretação das informações podem estar sujeitas à subjetividade dos autores. É adequada para a fundamentação teórica de artigos, dissertações, teses, trabalhos de conclusão de cursos. Revisão Sistemática Síntese da literatura sobre um tema fundamentada na aplicação de estratégias que limitam viés na busca dos artigos, na avaliação crítica do seu conteúdo, na síntese dos resultados e na conclusão; a conclusão tende a refletir os resultados dos trabalhos mais relevantes sobre o assunto. As revisões sistemáticas, tiveram grande impulso a partir dos anos 1990 na área da saúde, esta forma de pesquisa propõe formatação sistematizada de rever as evidências sobre um tema. “A revisão sistemática é uma pesquisa científica em bases de dados bibliográficos de textos científicos. Por essa forma de abordagem, exige-se transparência dos objetivos, do rigor metodológico e da imparcialidade do autor da revisão no trato com o assunto.” (PEREIRA, 2018, p. 48) Para o desenvolvimento deste formato de revisão da literatura aplicam-se estratégias que limitam distorções em pontos potencialmente vulneráveis das revisões tradicionais. De acordo com os autores Sampaio e Mancini (2007), estes apresentam uma descrição das etapas que constituem o processo de elaboração de um estudo de revisão sistemática: Passo 1: Definindo a pergunta Assim como qualquer outra investigação científica, uma boa revisão sistemática requer uma pergunta ou questão bem formulada e clara. Passo 2: Buscando a evidência Os pesquisadores devem se certificar de que todos os artigos importantes ou que possam ter algum impacto na conclusão da revisão sejam incluídos. Escolha de base de dados que insiram mais especificamente o tema (e.g., biblioteca Cochrane, MEDLINE, EMBASE, CINAHL, SciELO, entre outras) Passo 3: Revisando e selecionando os estudos Durante a seleção dos estudos, a avaliação dos títulos e dos resumos (abstracts) identificados na busca inicial deve ser feita por pelo menos dois pesquisadores, de forma independente e cegada, obedecendo rigorosamente aos critérios de inclusão e exclusão definidos no protocolo de pesquisa. Passo 4: Analisando a qualidade metodológica dos estudos A qualidade de uma revisão sistemática depende da validade dos estudos incluídos nela Revisão integrativa É a mais ampla abordagem metodológica referente às revisões, permitindo a inclusão de estudos experimentais e não-experimentais para uma compreensão completa do fenômeno analisado. Combina também dados da literatura teórica e empírica, além de incorporar um vasto leque de propósitos: definição de conceitos, revisão de teorias e evidências, e análise de problemas metodológicos de um tópico particular. A ampla amostra, em conjunto com a multiplicidade de propostas, deve gerar um panorama consistente e compreensível de conceitos complexos, teorias ou problemas de saúde relevantes. (SOUZA, 2010) 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS As considerações Finais é parte do artigo científico onde o autor deve, em poucas palavras, mostrar ao leitor o que obteve no estudo. Não devem ser escritas frases longas, ou realizadas discussões ou argumentações, deve ser objetiva e convincente. Os termos devem ser científicos. É a apresentação dos dados e resultados das análises/observações alcançados. É a parte final do trabalho em que são apresentadas as considerações 128128 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix correspondentes aos objetivos. Deverá ser concisa, exata e convincente, onde o autor deverá expor um novo conhecimento ou reformulação de um conhecimento existente e ainda sugerir outros estudos para respostas daquilo que não se obteve explicação. É a descrição do que foi apresentado na introdução e exposto em material no desenvolvimento. Qualquer comunicação, oral ou escrita, tem começo, meio e fim. O autor introduz, desenvolve e conclui seu tema. O relato dos resultados de uma investigação não é exceção. Nas considerações finais é importante fazer sugestões de estudos futuros conforme a necessidade que você observou no seu estudo. Embora uma conclusão possa tomar vários caminhos, dois aspectos são essenciais: - A conclusão deve estar suficientemente apoiada nos fatos apresentados e em sólida interpretação. A conclusão traz a posição ou a solução do autor apoiado nos argumentos apresentados; por vezes, sugere desdobramentos. - A conclusão deverá estar relacionada ao objetivo apresentado na introdução do artigo. 4. REFERÊNCIAS Esta seção deve indicar o conjunto de referências utilizadas para construção deste trabalho. As referências do trabalho deverão ser listadas em ordem alfabética, seguindo padrão ABNT. 129 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix correspondentes aos objetivos. Deverá ser concisa, exata e convincente, onde o autor deverá expor um novo conhecimento ou reformulação de um conhecimento existente e ainda sugerir outros estudos para respostas daquilo que não se obteve explicação. É a descrição do que foi apresentado na introdução e exposto em material no desenvolvimento. Qualquer comunicação, oral ou escrita, tem começo, meio e fim. O autor introduz, desenvolve e conclui seu tema. O relato dos resultados de uma investigação não é exceção. Nas considerações finais é importante fazer sugestões de estudos futuros conforme a necessidade que você observou no seu estudo. Embora uma conclusão possa tomar vários caminhos, dois aspectos são essenciais: - A conclusão deve estar suficientemente apoiada nos fatos apresentados e em sólida interpretação. A conclusão traz a posição ou a solução do autor apoiado nos argumentos apresentados; por vezes, sugere desdobramentos. - A conclusão deverá estar relacionada ao objetivo apresentado na introdução do artigo. 4. REFERÊNCIAS Esta seção deve indicar o conjunto de referências utilizadas para construção deste trabalho. As referências do trabalho deverão ser listadas em ordem alfabética, seguindo padrão ABNT. 7 REFERÊNCIAS ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ARRABAL, A.K. Teoria e Prática da Pesquisa Científica. 2.ed., São Paulo: Diretiva. 2006. 1 CD-ROM, Windows. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT. Disponível em: www.cre- apa.com.br/servicos/ABNT/abnt.htm. Acesso em: 10 maio. 2022. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e docu- mentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10719: informação e docu- mentação – relatórios técnicos e/ou científicos. Rio de Janeiro, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e docu- mentação – citações em documentos – apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12225: informação e docu- mentação: lombada – apresentação. Rio de Janeiro, 2004. ASSOCIAÇÃOBRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e docu- mentação: trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: Informação e docu- mentação – projeto de pesquisa – apresentação. Rio de Janeiro, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e docu- mentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresen- tação. Rio de Janeiro, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6032: abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. Rio de Janeiro, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: Informação e docu- mentação: índice: apresentação. Rio de Janeiro, 2004. 130130 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e docu- mentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e docu- mentação: resumo – apresentação. Rio de Janeiro, 2021. AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica: diretrizes para a elabora- ção de trabalhos acadêmicos. Piracicaba: Ed. da UNIMEP, 1998. FRANÇA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007. GUERRA, M. de O.; CASTRO, N. C. de. Como fazer um projeto de pesquisa. 5. ed. rev. atual. Juiz de Fora: EDUFJF, 2002. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. IBGE. Normas de apresen- tação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, 1993. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. NORONHA, Daisy Pires; FERREIRA, Sueli Mara S. P. Revisões de literatura. 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(Série cadernos Didáticos). 132132 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICES 133 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A1 – MODELO DE CAPA CENTRO UNIVERSITÁRIO MULTIVIX VITÓRIA (arial 12 / sem negrito / centralizado / escrito na primeira linha) NOME COMPLETO DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / ordem alfabética) TÍTULO DO TRABALHO (arial 12/ negrito / centralizado) (arial 12 / sem negrito / centralizado / escrito na última linha) VITÓRIA - ES Ano 134134 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A2 – EXEMPLO DE CAPA DE TRABALHOS DA PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO MULTIVIX VITÓRIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR (arial 12 / sem negrito / centralizado / escrito na primeira linha) NOME COMPLETO DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / ordem alfabética) TÍTULO DO TRABALHO (arial 12/ negrito / centralizado) (arial 12 / sem negrito / centralizado / escrito na última linha) VITÓRIA - ES Ano 135 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A2 – EXEMPLO DE CAPA DE TRABALHOS DA PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO MULTIVIX VITÓRIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR (arial 12 / sem negrito / centralizado / escrito na primeira linha) NOME COMPLETO DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / ordem alfabética) TÍTULO DO TRABALHO (arial 12/ negrito / centralizado) (arial 12 / sem negrito / centralizado / escrito na última linha) VITÓRIA - ES Ano APÊNDICE A3 – MODELO DE LOMBADA N O M E D O A U TO R TÍTU LO D O TR A B A LH O D E C O N C LU SÃ O D E C U R SO 136136 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A4 – MODELO DA FOLHA DE ROSTO DE TRABALHO ACADÊMICO NOME DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / centralizado) TÍTULO DO TRABALHO (arial 12 / negrito / centralizado) Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em _____________________ apresentado ao Centro Universitário Multivix Vitoria como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em _______________. Orientador: xxxxx (arial 10 / sem negrito, espaçamento simples) (arial 12 / sem negrito / centralizado) VITÓRIA - ES Ano 137 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A4 – MODELO DA FOLHA DE ROSTO DE TRABALHO ACADÊMICO NOME DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / centralizado) TÍTULO DO TRABALHO (arial 12 / negrito / centralizado) Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em _____________________ apresentado ao Centro Universitário Multivix Vitoria como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em _______________. Orientador: xxxxx (arial 10 / sem negrito, espaçamento simples) (arial 12 / sem negrito / centralizado) VITÓRIA - ES Ano APÊNDICE A5 – EXEMPLOS DE NOTAS DE ACORDO COM O TIPO DE TRABALHO ACADÊMICO Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho de Conclusão de Curso (ou Monografia) de Graduação em _____________________ apresentado ao Centro Universitário Multivix Vitória como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em _______________. Orientador: xxxxx Trabalho Disciplinar Trabalho apresentado à disciplina Processos Cognitivos do Curso de Graduação em Psicologia do Centro Universitário Multivix Vitória, como requisito para avaliação. Orientador: xxxxx Projeto de pesquisa Projeto de pesquisa do Curso de Graduação em ________________ apresentado ao Centro Universitário Multivix Vitória, como requisito parcial para avaliação. Orientador: xxxxx 138138 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A6 – MODELO DA FOLHA DE APROVAÇÃO NOME DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / centralizado) TÍTULO DO TRABALHO E SUBTÍTULO, SE HOUVER (arial 12, negrito, centralizado) (alinhar os títulos nas diversas páginas) Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Elétrica apresentado ao Centro Universitário Multivix Vitória, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em ___________________. Aprovada em ___ de ___________ de ___ COMISSÃO EXAMINADORA ___________________________________ Titulação e nome do Profº Centro Universitário Multivix Vitória Orientador ___________________________________Titulação e nome do Profº Centro Universitário Multivix Vitória Examinador ___________________________________ Titulação e nome do Profº Centro Universitário Multivix Vitória Examinador 139 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A6 – MODELO DA FOLHA DE APROVAÇÃO NOME DO AUTOR (arial 12 / sem negrito / centralizado) TÍTULO DO TRABALHO E SUBTÍTULO, SE HOUVER (arial 12, negrito, centralizado) (alinhar os títulos nas diversas páginas) Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Elétrica apresentado ao Centro Universitário Multivix Vitória, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em ___________________. Aprovada em ___ de ___________ de ___ COMISSÃO EXAMINADORA ___________________________________ Titulação e nome do Profº Centro Universitário Multivix Vitória Orientador ___________________________________ Titulação e nome do Profº Centro Universitário Multivix Vitória Examinador ___________________________________ Titulação e nome do Profº Centro Universitário Multivix Vitória Examinador APÊNDICE A7 – ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DA DEDICATÓRIA DEDICATÓRIA (centralizado, 12, negrito) Aqui deve ser apresentado, em poucas palavras, a quem se dedica o trabalho ou a quem se presta a homenagem. Não tem indicação específica da ABNT, mas deve levar em consideração as margens e fontes adotadas pela instituição. 140140 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A8 – ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DOS AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS (centralizado, 12, negrito) Os agradecimentos devem ser feitos a pessoas ou instituições que contribuíram, de alguma forma, para a realização do trabalho, e a dedicatória, na página seguinte, é onde o autor dedica a obra ou presta homenagem a alguém, num texto curto. 141 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A8 – ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DOS AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS (centralizado, 12, negrito) Os agradecimentos devem ser feitos a pessoas ou instituições que contribuíram, de alguma forma, para a realização do trabalho, e a dedicatória, na página seguinte, é onde o autor dedica a obra ou presta homenagem a alguém, num texto curto. APÊNDICE A9 – ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE EPÍGRAFE Frase ou texto de um autor que tenha relação com o trabalho ou com o autor deste. Nome do autor 142142 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A10 – MODELO DE RESUMO – COM REFERÊNCIA (ABNT NBR 6028/2021) RESUMO PANCINI, Hadrian Pastro; SOUZA Leilane Gomes de; SANTOS, Leonardo de Souza, PAGANINI, Alan Peruzzo. A dieta como um fator de prevenção e tratamento de urolitíase em cães e gatos. Faculdade Multivix Vitória, Vitória – ES, 2020. As urolitíases representam um dos principais motivos de queixa em cães e gatos atendidos com afecções urinárias. O objetivo do trabalho foi mostrar a importância da dieta com um fator de prevenção e tratamento de urolitíase em cães e gatos. A técnica de pesquisa utilizada foi a bibliográfica. A formação de cristais e cálculos tem como causas a diminuição da micção associada à supersaturação da urina, podendo estar relacionada a fatores dietéticos. Dentre os principais urólitos existentes, destacam-se os de estruvita e oxalato de cálcio. A nutrição pode estar relacionada à formação, prevenção e tratamento das urolitíases, principalmente no que se refere ao controle do Ph, equilíbrio de bases e ácidos presentes nas rações industrializadas. Diante do exposto, a pesquisa apresenta informações que mostram a interferência da nutrição em cães e gatos portadores de urolitíase. Palavras-Chave: urolitíase; estruvita; oxalato de cálcio APÊNDICE A11 – MODELO DE RESUMO – SEM REFERÊNCIA (ABNT NBR 6028/2021) RESUMO As urolitíases representam um dos principais motivos de queixa em cães e gatos atendidos com afecções urinárias. O objetivo do trabalho foi mostrar a importância da dieta com um fator de prevenção e tratamento de urolitíase em cães e gatos. A técnica de pesquisa utilizada foi a bibliográfica. A formação de cristais e cálculos tem como causas a diminuição da micção associada à supersaturação da urina, podendo estar relacionada a fatores dietéticos. Dentre os principais urólitos existentes, destacam-se os de estruvita e oxalato de cálcio. A nutrição pode estar relacionada à formação, prevenção e tratamento das urolitíases, principalmente no que se refere ao controle do Ph, equilíbrio de bases e ácidos presentes nas rações industrializadas. Diante do exposto, a pesquisa apresenta informações que mostram a interferência da nutrição em cães e gatos portadores de urolitíase. Palavras-Chave: urolitíase; estruvita; oxalato de cálcio. 143 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A11 – MODELO DE RESUMO – SEM REFERÊNCIA (ABNT NBR 6028/2021) RESUMO As urolitíases representam um dos principais motivos de queixa em cães e gatos atendidos com afecções urinárias. O objetivo do trabalho foi mostrar a importância da dieta com um fator de prevenção e tratamento de urolitíase em cães e gatos. A técnica de pesquisa utilizada foi a bibliográfica. A formação de cristais e cálculos tem como causas a diminuição da micção associada à supersaturação da urina, podendo estar relacionada a fatores dietéticos. Dentre os principais urólitos existentes, destacam-se os de estruvita e oxalato de cálcio. A nutrição pode estar relacionada à formação, prevenção e tratamento das urolitíases, principalmente no que se refere ao controle do Ph, equilíbrio de bases e ácidos presentes nas rações industrializadas. Diante do exposto, a pesquisa apresenta informações que mostram a interferência da nutrição em cães e gatos portadores de urolitíase. Palavras-Chave: urolitíase; estruvita; oxalato de cálcio. 144144 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A12 – MODELO DE LISTA DE FIGURAS, TABELAS, ILUSTRAÇÕES E ABREVIATURAS, DE SIGLAS E/OU SÍMBOLOS. LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 2 – Nome da figura ....................................................................................... 00 Figura 3 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 4 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 5 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 6 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 7 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 8 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 9 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 10 – Nome da figura ...................................................................................... 00 Figura 11 – Nome da figura ......................................................................................00 Figura 12 – Nome da figura ...................................................................................... 00 Também utilizada para tabela, quadros etc. Apenas em “lista de siglas” não se deve utilizar número de página, e relacionar por ordem alfabética. Recomenda-se o uso de listas por tipologia quando o número for superior a cinco. 145 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A12 – MODELO DE LISTA DE FIGURAS, TABELAS, ILUSTRAÇÕES E ABREVIATURAS, DE SIGLAS E/OU SÍMBOLOS. LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 2 – Nome da figura ....................................................................................... 00 Figura 3 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 4 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 5 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 6 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 7 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 8 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 9 – Nome da figura ........................................................................................ 00 Figura 10 – Nome da figura ...................................................................................... 00 Figura 11 – Nome da figura ...................................................................................... 00 Figura 12 – Nome da figura ...................................................................................... 00 Também utilizada para tabela, quadros etc. Apenas em “lista de siglas” não se deve utilizar número de página, e relacionar por ordem alfabética. Recomenda-se o uso de listas por tipologia quando o número for superior a cinco. APÊNDICE A13 – MODELO DE TABELA Tabela 1 – Motivos que justificam a escolha do curso. (arial 10, alinhado à esquerda) Motivos Frequência Absoluta Frequência Relativa Livre escolha Facilidade de ingresso . . . TOTAL 20 16 . . . 206 25 25 . . . 100 Fonte: IBGE (1999) (arial 10, alinhamento à esquerda) 146146 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A14 – MODELO DE QUADRO Quadro 1 – Relação número de alunos por curso (arial 10) Especificações do equipamento PC 486 DX/2 Tipo e modelo do computador 66 Mhz Velocidade do computador 8 Mb RAM Quantidade de memória RAM 840 Mb HD Capacidade de armazenamento do computador 1 CD CD = Disk Driver – para apenas uma entrada de disquete Kit multimídia 8x Kit com placa de som, caixas, microfone, CD-ROM com velocidade 8x e títulos Fonte: BARBOSA (1999 ) 147 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix APÊNDICE A14 – MODELO DE QUADRO Quadro 1 – Relação número de alunos por curso (arial 10) Especificações do equipamento PC 486 DX/2 Tipo e modelo do computador 66 Mhz Velocidade do computador 8 Mb RAM Quantidade de memória RAM 840 Mb HD Capacidade de armazenamento do computador 1 CD CD = Disk Driver – para apenas uma entrada de disquete Kit multimídia 8x Kit com placa de som, caixas, microfone, CD-ROM com velocidade 8x e títulos Fonte: BARBOSA (1999 ) APÊNDICE A15 – MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO (centralizado, 12, negrito) 1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 00 2 COMO ESTRUTURAR UM TRABALHO CIENTÍFICO ......................................... 00 2.1 CAPA .................................................................................................................. 00 2.2 LOMBADA .......................................................................................................... 00 2.3 ELEMENTOS TEXTUAIS ................................................................................... 00 2.3.1 Introdução ...................................................................................................... 00 2.3.2 Desenvolvimento .......................................................................................... 00 2.3.3 Conclusão ...................................................................................................... 00 3 FORMAS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA ......................................................... 00 3.1 PAPEL ................................................................................................................ 00 3.2 FORMATO .......................................................................................................... 00 3.3 MARGEM ........................................................................................................... 00 3.4 ESPAÇAMENTO ................................................................................................ 00 3.5 PARÁGRAFO ..................................................................................................... 00 3.6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ......................................................................... 00 3.6.1 Alínea .............................................................................................................. 00 3.6.2 Indicativo de seção ........................................................................................ 00 3.6.3 Seção .............................................................................................................. 00 3.6.4 Seção primária ............................................................................................... 00 3.6.5 Seção secundária .......................................................................................... 00 3.6.6 Seção terciária ............................................................................................... 00 3.6.6.1 Seção quaternária ........................................................................................ 00 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................. 00 5 REFERÊNCIAS ..................................................................................................... 00 ANEXOS .................................................................................................................. 00 ANEXO A – Modelo de capa .................................................................................... 00 ANEXO B – Modelo da folha de rosto ...................................................................... 00 148148 > MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS Multivix 1 APRESENTAÇÃO 2 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS 2.1 CAPA 2.2 LOMBADA 2.3 FOLHA DE ROSTO 2.4 FOLHA DE APROVAÇÃO 2.5 PÁGINAS PRELIMINARES OPCIONAIS 2.6 RESUMOS: INDICATIVO E INFORMATIVO 2.7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES, DE TABELAS, DE ABREVIATURAS, DE SIGLAS E/OU DE SÍMBOLOS 2.8 SUMÁRIO 2.9 ELEMENTOS TEXTUAIS 2.9.1 INTRODUÇÃO 2.9.2 DESENVOLVIMENTO 2.9.2.1 MATERIAL E MÉTODOS/METODOLOGIA 2.9.2.2 DELINEAMENTO DA PROPOSTA DE PESQUISA 2.9.2.3 RESULTADOS 2.9.2.4 DISCUSSÃO 2.9.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 2.10 REFERÊNCIAS 2.11 GLOSSÁRIO 2.12 APÊNDICE 2.13 ANEXO 2.14 ÍNDICE 3. FORMAS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA 3.1 FORMATO 3.2 FONTE 3.3 MARGEM 3.4 ESPAÇAMENTO 3.5 PARÁGRAFO 3.6 NOTAS DE RODAPÉ 3.7 INDICATIVOS DE SEÇÃO 3.8 TÍTULOS SEM INDICATIVO NUMÉRICO 3.9 PAGINAÇÃO 3.10 ENCADERNAÇÃO3.11 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA 3.11.1 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS SEÇÕES 3.11.2 DESCRIÇÃO DA DISPOSIÇÃO E FORMATAÇÃO DAS ALÍNEAS 3.12 SIGLAS 3.13 EQUAÇÕES E FÓRMULAS 3.14 ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS 4. USO DE CITAÇÕES 4.1 CITAÇÃO 4.1.1 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL 4.1.2 CITAÇÃO INDIRETA 4.1.3 CITAÇÃO DA CITAÇÃO 4.2 SISTEMAS DE CHAMADA NO TEXTO 4.2.1 SISTEMA AUTOR-DATA 4.2.2 SISTEMA NUMÉRICO 4.3 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 4.4 ELEMENTOS DA REFERÊNCIA 4.5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 4.6 EXPRESSÕES LATINAS 4.6.1 IBIDEM OU IBID 4.6.2 IDEM OU ID 4.6.3 OP. CIT. 4.6.4 LOC. CIT 4.6.5 ET SEQ. 4.6.6 PASSIM 4.6.7 APUD 4.6.8 CF 4.6.9 SIC 4.6.10 SÍNTESE DAS PRINCIPAIS EXPRESSÕES LATINAS USUAIS 5. ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS 5.1. AUTORIA 5.2 TÍTULO 5.3 EDIÇÃO 5.4 LOCAL 5.5 EDITORA 5.6 DATA (ANO DA PUBLICAÇÃO) 5.7 PÁGINAS E FOLHAS 5.8 EXEMPLO DE REFERÊNCIA (ABNT) 5.8.1 DOCUMENTOS IMPRESSOS 5.8.1.1 LIVROS 5.8.1.2 CAPÍTULO DE LIVRO 5.8.1.3 LIVRO AINDA NO PRELO (IN PRESS): 5.8.1.4 ARTIGO DE PERIÓDICO 5.8.1.5 ARTIGO DE PERIÓDICO AINDA NO PRELO (NO PRELO) 5.8.1.6 ARTIGO DE JORNAL 5.8.1.7 TRABALHO ACADÊMICO 5.8.1.8 LEGISLAÇÃO 5.8.1.9 JURISPRUDÊNCIA (DECISÕES JUDICIAIS) 5.8.1.10 TRABALHO PUBLICADO EM EVENTO 5.8.2 DOCUMENTOS EM MEIOS ELETRÔNICOS 5.8.2.1 CD-ROM E DVD 5.8.2.2 IMAGEM EM MOVIMENTO 5.8.2.3 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO 5.8.2.4 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO 5.8.2.5 DOCUMENTO ON-LINE (WEB) 5. 8.2.5.1 ARTIGO E/OU MATÉRIA DE JORNAL 5.8.2.5.2 LIVROS E RELATÓRIOS 5.8.2.5.3 DOCUMENTOS EM ANAIS DE EVENTOS 5.8.2.5.4 DOCUMENTO JURÍDICO 5.8.2.5.5 MENSAGEM ELETRÔNICA PESSOAL 5.8.2.5.6 ENTREVISTA NÃO PUBLICADA 5.8.2.5.8 FILME 5.8.3 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL 6. ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 6.1 METODOLOGIA CIENTÍFICA APLICADA AO CURSO: ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA 6.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: PRODUÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO 6.2.1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO 6.2.2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO DE REVISAO DE LITERATURA 7 REFERÊNCIAS APÊNDICES