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Avaliando Aprendizado Teste seu conhecimento acumulado Disc.: METALOGRAFIA E FADIGA Aluno(a): RODOLFO DA SILVA ALVES 202302199501 Acertos: 1,8 de 2,0 15/10/2023 Acerto: 0,2 / 0,2 No ataque micrográ�co são utilizados vários reagentes químicos, sendo necessário analisar o material e os pontos da estrutura que serão abordados para a escolha adequada do reagente utilizado. Quando utiliza-se Picral (4%) estamos falando de que reagente? Ácido pícrico, ácido clorídrico e etanol Solução aquosa de tiossulfato de sódio Ácido nítrico e etanol Ácido pícrico e etanol Ácido clorídrico e etanol Respondido em 15/10/2023 18:10:54 Explicação: Gabarito: Ácido pícrico e etanol Justi�cativa: Reagentes usuais são: Nital (1% a 5%): ácido nítrico e etanol. Picral (4%): ácido pícrico e etanol. Klemm: solução aquosa de tiossulfato de sódio. Vilela: ácido pícrico, ácido clorídrico e etanol. Acerto: 0,2 / 0,2 (EAOEAR / 2013 - adaptada) Callister a�rma que a maioria das situações práticas envolvendo difusão ocorre em condições de estados não estacionários (condições transientes). Isto é, o �uxo de difusão e o gradiente de concentração em um ponto especí�co, no interior de um sólido variam ao longo do tempo, havendo como resultado um acúmulo ou esgotamento líquido do componente que se encontra em difusão. Sob as condições de estado não-estacionário, a equação diferencial é conhecida por: Primeira Lei de Fick. Segunda Lei de Crank. Primeira Lei de Crank. = (D. )∂C ∂t ∂ ∂x ∂C ∂x Questão1 a Questão2 a https://simulado.estacio.br/alunos/inicio.asp https://simulado.estacio.br/alunos/inicio.asp javascript:voltar(); javascript:voltar(); Lei de Arrhrenius. Segunda Lei de Fick. Respondido em 15/10/2023 18:15:38 Explicação: Gabarito: Segunda Lei de Fick. Justi�cativa: A lei que modela a difusão de sólido em sólido é a lei de Fick, sendo a segunda, para um regime transiente, ou seja, não estacionário. Acerto: 0,2 / 0,2 (CESGRANRIO/2011) Os ensaios radiográ�cos e por ultrassom são métodos de ensaios não destrutivos. Em relação a esses métodos, sabe-se que o(a) ensaio de ultrassom pelo método de re�exão permite a determinação da profundidade em que se encontra o defeito. maior parte da energia é liberada na forma de calor no processo de geração de raios Gama, sendo necessário um sistema de refrigeração. ensaio de raios X permite a análise de espessuras maiores do que o ensaio por raios Gama, pois a penetração dos raios X é maior. funcionamento do equipamento de raios X independe do suprimento de energia elétrica. ensaio de ultrassom só pode ser utilizado para materiais metálicos. Respondido em 15/10/2023 18:17:09 Explicação: O ensaio não destrutivo por ultrassom é aplicável em quaisquer classes de materiais. O ensaio por raios X apresenta um gerador de raios X que necessita de alta diferença de potencial. Os raios X e os gama apresentam alto grau de penetração, porém a radiação ionizante gama é utilizada para a inspeção de maiores espessuras. Uma das aplicações do método de re�exão do ensaio por ultrassom é a determinação da profundidade do defeito. Acerto: 0,2 / 0,2 Tomando como referência os ensaios de dureza, são feitas as seguintes a�rmativas: I - As impressões devem ser espaçadas umas das outras em pelo menos três vezes o diâmetro da impressão, evitando interferências nas medidas; II - Os metais de maior resistência mecânica se deformam mais que os metais de menor resistência mecânica; daí a maior dureza dos primeiros; III - Para a avaliação de camadas e revestimentos, utilizam-se preferencialmente as durezas Knoop e Vickers, pois elas permitem a execução de pequenas impressões. São corretas as a�rmativas: Apenas a a�rmativa II e III Apenas a a�rmativa I e III Apenas a a�rmativa I Apenas a a�rmativa III Apenas a a�rmativa II Respondido em 15/10/2023 18:18:35 Questão3 a Questão4 a Explicação: Quando num mesmo corpo de prova, vários ensaios de dureza devem ser realizados, a norma preconiza uma afastamento entre as impressões (cerca de três vezes o diâmetro da impressão). O ensaio de dureza por penetração deixa uma impressão na superfície do CP. Quanto mais duro o material, menor será a deformação do metal e, consequentemente, a impressão. As micro durezas Vickers e Knoop são aplicáveis para camadas nos aços oriundas, por exemplo de tratamentos termoquímicos. Acerto: 0,2 / 0,2 (Marinha/2017- Adaptada). Quando um metal é submetido a solicitações mecânicas alternadas ou cíclicas pode ocorrer, em muitos casos, um tipo de fratura denominado fratura por fadiga. Sobre essa fratura, é são feitas as seguintes a�rmações: I. O mecanismo de fratura sob fadiga pode, no início do processo, estar associado com concentração de tensões nos locais de entalhes ou pites formados pelo meio corrosivo II. O aparecimento de profundas escavações no material oriundas da corrosão é característico da corrosão sob fadiga. III. A corrosão sob fadiga não é in�uenciada pela frequência das vibrações mecânicas, ao contrário do comportamento em fadiga. Quais estão corretas? Apenas I. Apenas I e III. Apenas III. Apenas II. Apenas I e II. Respondido em 15/10/2023 18:26:37 Explicação: A fratura sob fadiga apresenta três estágios. No primeiro, ocorre a nucleação da trinca na superfície do componente sob carregamento cíclico. Já o segundo estágio, é caracterizado pelo crescimento da trinca até uma valor tal que ocorre a falha por fadiga, catastro�camente. Ademais, o ambiente corrosivo contribui, por exemplo, no aumento da taxa de crescimento da trinca. O acabamento super�cial e a ausência de concentradores de tensões são bené�cos para o não aparecimento das trincas. Na corrosão sob fadiga, surgem escavações profundas. A frequência / o período são grandezas inversamente proporcionais e in�uenciam a corrosão por fadiga. Para pequenas frequências (grandes períodos), a trinca �ca aberta (por ação das tensões trativas) por mais tempo e, portanto, maior a exposição ao meio corrosivo. Acerto: 0,2 / 0,2 (SSPM - CP- QC- CA - FN - 2021 - Adaptado) O dimensionamento de um componente ou estrutura é uma das atribuições de engenheiros. Usando os princípios da mecânica de fratura, foi desenvolvida uma expressão para a tenacidade à fratura, que é uma propriedade que mede a resistência de um material à uma fratura frágil, quando uma trinca está presente. Qual é a unidade no Sistema Internacional de medidas dessa propriedade? Adimensional m2Pa Questão5 a Questão6 a N. m2 m√Pa MPa.√m Respondido em 15/10/2023 18:34:32 Explicação: Acerto: 0,2 / 0,2 (CP-CAP / 2016) Observe a �gura a seguir. A microgra�a de um aço 1020 (hipoeutetoide) resfriado ao ar (lentamente) acima representada indica a presença de: Austenita e perlita Martensita e austenita Ferrita e perlita Cementita e bainita Ferrita e austenita Respondido em 15/10/2023 18:35:56 Explicação: Gabarito: Ferrita e perlita Justi�cativa: Os aços carbono podem ser denominados como hipoeutetoides, eutetoides e hipereutetoides, em função do percentual, em peso, do carbono. Os aços eutetoides apresentam 0,77%, os aços hipoeutetoides valores inferiores a 0,77 e, no caso dos hipereutetoides, valores superiores. O aço 1020 apresenta 0,20 % de carbono, logo hipoeutetoide, Aquecendo-se esse aço até o campo austenítico e, posteriormente, resfriando-se lentamente, a microgra�a será de ferrita proeutetoide e perlita. Acerto: 0,2 / 0,2 Os tratamentos termoquímicos são processados em temperaturas elevadas e com mudança da composição química local. Em relação aos diferentes tratamentos termoquímicos, são feitas as seguintes a�rmativas: Questão7 a Questão8 a I - No tratamento termoquímico de cementação, o teor de carbono nas camadas super�ciais de um aço é elevado, conferindo-se, assim, maior dureza e resistência ao desgaste. II - A austêmpera é um tratamento termoquímico em que ocorre um resfriamento brusco inicial, mantendo-se depois a temperaturaconstante com a �nalidade de se obter a bainita. III - O tratamento termoquímico denominado de boretação introduz na superfície dos aços o boro (B), formando uma camada com alta resistência ao desgaste devido à presença do boreto de ferro. São corretas: Apenas as a�rmativas I e III Apenas a a�rmativa I Apenas a a�rmativa III Apenas as a�rmativas I e II Apenas a a�rmativa II Respondido em 15/10/2023 18:37:30 Explicação: Gabarito: Apenas as a�rmativas I e III Justi�cativa: A austêmpera é um tratamento térmico e não termoquímico, visto que não ocorre mudança na composição química. Os tratamentos termoquímicos de cementação (carbonetação) e boretação incluem, respectivamente, por meio da difusão, carbono e boro, dando origem a camadas de elevada dureza e resistência ao desgaste. Acerto: 0,2 / 0,2 (Universidade Federal do Triângulo Mineiro\2014) Os ensaios não destrutivos por líquidos penetrantes são amplamente utilizados na detecção de descontinuidades super�ciais. Entretanto, esses ensaios apresentam algumas limitações, tais como: Não são adequados a materiais com elevado teor de carbono. São de difícil aplicação em campo. Não podem ser aplicados em materiais dúcteis. Não são recomendados para aplicações em superfícies porosas ou absorventes. São difíceis de serem executados em peças com grandes dimensões. Respondido em 15/10/2023 18:39:39 Explicação: O ensaio não destrutivo por líquido penetrante é adequado para identi�cação de descontinuidades super�ciais de uma peça. Em linhas gerais, é borrifado um líquido que, por ação da capilaridade adentra às pequenas descontinuidades. Em seguida o excesso de líquido é retirado e os líquidos dentro dos defeitos evidenciarão a descontinuidade super�cial. Se a superfície for porosa ou absorvente, tornará o ensaio mais di�cultoso, pois no caso de materiais porosos, líquidos irão mostrar como defeitos regiões intactas da peça. E, no caso de materiais absorventes, pode haver pouco líquido no interior dos defeitos. Acerto: 0,0 / 0,2 A escolha e localização da seção a ser estudada dependem basicamente da forma da peça e dos dados que se deseje obter ao analisar a mesma. Em geral, em um ensaio metalográ�co é efetuado o corte longitudinal ou o corte transversal na amostra. Questão9 a Questão10 a Analise os itens a seguir: I - A peça é fundida, forjada ou laminada. II - A peça é estampada ou torneada. III - A homogeneidade da peça. São veri�cações permitidas, respectivamente, pelo corte: Transversal, Longitudinal e Transversal. Longitudinal, Longitudinal e Transversal. Longitudinal, Longitudinal e Longitudinal. Longitudinal, Transversal e Transversal. Transversal, Transversal e Transversal. Respondido em 15/10/2023 18:43:33 Explicação: Na utilização da técnica de macrogra�a a visualização da seção transversal ou da seção longitudinal de pende do objetivo do estudo. As seções transversais são, em regra, escolhidas quando o objetivo é a veri�cação da homogeneidade do material na seção, é o estudo (forma e dimensões) da estrutura de fusão dendrítica, dentre outros. A seção longitudinal é adequada nas seguintes situações: avaliação do processo de fabricação de um componente (fundido, forjado ou laminado), veri�cação se a peça foi usinada ou conformada e a veri�cação de defeitos nas proximidades da fratura.